PEP/2011 2ª AVALIAÇÃO DE TREINAMENTO FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO GEOGRAFIA. 1ª QUESTÃO (Valor 6,0)

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1 PEP/2011 2ª AVALIAÇÃO DE TREINAMENTO FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO 1 1ª QUESTÃO (Valor 6,0) Analisar a participação do Brasil no cenário internacional, a partir de 1970, nos campos político e econômico, concluindo sobre as consequências para o futuro do Brasil. 1. MÉTODO PARÂMETRO IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS INTRODUÇÃO Obs Introdução Identificação do objeto correto M1 M2 M3 M4 M5 M6 Ideias complementares relacionadas com o pedido. GEOGRAFIA Abordagem da ideia central. Delimitação do espaço geográfico. Delimitação no tempo. Preparação correta para o desenvolvimento. Não elaboração da introdução de forma abrupta. Ligação com o desenvolvimento. Não antecipação de partes do desenvolvimento. PARÂMETRO IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS DESENVOLVIMENTO Obs Compreensão do nível de desempenho Identificação do objeto correto M7 M8 M9 M10 M11 Divisão da solução em introdução, desenvolvimento e conclusão. De forma dedutiva. Elaboração das conclusões Limitando-se a resumir. parciais. Não elaborou as conclusões parciais. Divisão do todo em partes coerentes. Identificação da coerência das ideias com o objeto. Análise das ideias com ligação de causa e efeito. Totalmente. Mais da metade das partes está coerente com o todo. Menos da metade das partes está coerente com o todo. Divisão sem coerência. Totalmente. Atendimento em mais da metade das ideias. Atendimento em menos da metade das ideias. Não atendimento das ideias. Totalmente. Mais da metade das ideias com ligação. Menos da metade das ideias com ligação. Ideias sem ligação. PARÂMETRO IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS CONCLUSÃO Obs M12 Retomada da ideia central (sob novo enfoque). M13 Elaboração da síntese coerente com as conclusões Com as ideias essenciais e de forma dedutiva. Parcialmente com as ideias essenciais. parciais. Não elaborou a síntese ou limitou-se a resumir. Conclusão Compreensão do nível de desempenho M14 M15 M16 Atendimento à imposição do problema (novos conhecimentos). Na conclusão, todas as ideias têm suporte na introdução Conclusão baseada nos aspectos desenvolvidos (lógica). ou no desenvolvimento. Na conclusão, mais da metade das ideias tem suporte na introdução ou no desenvolvimento. Na conclusão, menos da metade das ideias tem suporte na introdução ou no desenvolvimento. Ideias sem suporte. Elaboração do parágrafo conclusivo.

2 MÉTODO - MENÇÃO (E-MB-B-R-I) 2 2. CONHECIMENTO PARÂMETRO IDÉIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS - INTRODUÇÃO Obs C1 No mundo pós-guerra fria, a importância de países como o Brasil está diretamente relacionada a fatores militares, estratégicos, de estabilidade política interna, do nível geral de bem estar, dos sinais vitais da economia - a capacidade de crescer e gerar empregos, a base tecnológica, a participação no comércio internacional - e, também, de propostas diplomáticas claras, objetivas e viáveis. Introdução Algumas ideias C2 C3 C4 A política externa brasileira tem tido como estratégia uma atuação da diplomacia dentro das estruturas hegemônicas de poder internacional. O país tem tentado desenvolver um protagonismo nas negociações de cunho político, econômico e social. Essa atuação visa expandir a influência brasileira no cenário internacional. O decreto n 5.484/2005, que aprova a Política de Defesa Nacional, expõe as diretrizes do Estado para a constituição das ações de governo em relação à agenda internacional. PARÂMETRO IDÉIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS - DESENVOLVIMENTO Obs a. Campo político Algumas ideias C5 C6 C7 C8 C9 C10 O Brasil tem buscado a reformulação do sistema político internacional, principalmente em relação ao sistema ONU. Constituir novas formas de representação e de democratização das tomadas de decisão internacionais torna-se uma forma de enfrentar os desequilíbrios de poder e os perigos que esta disparidade pode trazer à soberania nacional, num contexto de crescente normatização da ação do Estado. Com o intuito de expandir a influência brasileira no cenário internacional, o país tem assumido nos últimos anos papel preponderante na iniciativa dos países emergentes de alterar as relações de poder no mundo. Como ambiente para o exercício do multilateralismo, o Brasil tem buscado participar de uma gama variada de organismos, onde podemos destacar: Aliança de Civilizações; América Latina-Caribe-União Européia; Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP); Conferência Ibero-Americana; Cúpula das Américas; Cúpula América do Sul- Países Árabes; Fórum de Diálogo Brasil-Rússia-Índia-China (BRIC); Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (IBAS); Fórum de Cooperação América Latina-Ásia do Leste (FOCALAL); Grupo do Rio; G-20 (mais ricos); G-20 (emergentes; agricultura); Mercado Comum do Sul (MERCOSUL); Organização das Nações Unidas (ONU); Organização dos Estados Americanos (OEA); SELA (Sistema Econômico Latino-Americano); UNASUL (União das Nações Sul-Americanas); Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul. Além da defesa do multilateralismo, outros temas de destaque na agenda internacional da Política Externa brasileira são: a defesa da democracia e dos direitos humanos; a promoção da paz, o combate à fome e à pobreza; o meio ambiente; a questão energética e o biocombustível; o comércio internacional; o combate à propriedade intelectual em casos de grande interesse; incentivos à cooperação técnica; a não proliferação de armamentos; o terrorismo, os diferentes tráficos e outros ilícitos internacionais; missões de paz e assistência humanitária; mar, Antártida e espaço; e outros. O Brasil tem sido frequentemente mencionado, por grande número de países, como candidato natural a um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, motivado principalmente por sua importância no cenário econômico internacional, sua posição de liderança na América do Sul, sua participação na 2ª Guerra Mundial (FEB), sua busca pela solução pacífica das controvérsias, sua participação em missões de paz, entre outros.

3 C11 C12 C13 C14 C15 C16 C17 C18 C19 C20 C21 Conclusão Parcial Conclui-se parcialmente, no campo político, que os sucessivos governos têm conduzido a política internacional brasileira de modo a permitir um notável crescimento da participação do Brasil no cenário internacional, conquistando inclusive o reconhecimento internacional, o que fortalece a possibilidade de o Brasil pleitear uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU. b. Campo econômico No final da década de 1970, as exportações brasileiras sofreram alterações. As exportações de produtos industrializados começaram a superar as de bens primários (como café, açúcar, carnes, madeira, tabaco, minério de ferro e de manganês). Em 2001, os produtos industrializados já representavam 65% dos valores das exportações brasileiras. O Brasil tem se constituído em um dos principais porta-vozes da estratégia dos países em desenvolvimento para expandir e pôr em prática o discurso do multilateralismo nas relações internacionais. Com a confirmação da chamada camada pré-sal da Bacia de Santos, tomada em sentido extenso desde o sul do Espírito Santo até Santa Catarina, o Brasil talvez tenha condições, num horizonte médio de 10 a 15 anos, de se tornar um exportador de petróleo de porte respeitável. A primeira consequência, de um ponto de vista macro, é que o Brasil, estrategicamente, passa a ser um país que despertará muito mais interesse e valorização no mundo, o que já está acontecendo neste momento. Não há a menor dúvida de que isso irá afetar o Brasil como um todo, politicamente, diplomaticamente e economicamente. Principais produtos exportados pelo Brasil: carne bovina, carne suína, carne de frango, soja, milho, café, leite, trigo, frutas, algodão, couros e calçados, minério de ferro, ferro fundido e aço; óleos brutos de petróleo; automóveis; açúcar de cana e aviões. Principais mercados consumidores dos produtos brasileiros: União Europeia, China, Mercosul, Ásia, América Latina, África, Oriente Médio, Europa Oriental, EUA e Países Baixos. As exportações brasileiras têm quase que constantemente superado as importações, produzindo superávit na balança comercial. O Produto Interno Bruto de US$ 1,8 trilhão consolidou o Brasil como a 8ª maior economia do mudo. Conclusão Parcial Conclui-se parcialmente, no campo econômico, que o Brasil não para de crescer. As exportações brasileiras, principalmente de alimentos têm provocado considerável superávit na balança comercial brasileira, consolidando o Brasil como a 8ª maior economia do mundo e permitindo inferir que o Brasil continuará crescendo e oferecendo enormes oportunidades às pessoas que aqui vivem. 3 PARÂMETRO IDÉIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS - CONCLUSÃO Obs Conclusão O Brasil tem conquistado crescente participação no cenário internacional, fruto da política externa dos sucessivos governos e do grande investimento em sua C22 Algumas economia, com constantes superávits em sua balança comercial. O Brasil está no ideias meio de seu melhor período de crescimento econômico sustentado desde os anos 70. C23 C24 Em síntese, a participação do Brasil no cenário internacional, permitem concluir que o futuro do Brasil é promissor, tanto no campo político, com maior participação na ONU, como no campo econômico, consolidando sua posição de uma das maiores economias do mundo. O Brasil tem plenas condições de se tornar uma das maiores economias do mundo em menos de quatro décadas. Mas, para chegar a esse patamar, vai depender basicamente da produtividade da sua força de trabalho.

4 C25 C26 C27 A expansão da produção agrícola, associada com o crescimento industrial e tecnológico, bem como às descobertas de reservas de petróleo e ainda, ao crescimento de investimentos estrangeiros no país permitir concluir que o futuro do Brasil é promissor. Por fim, conclui-se que a prática de políticas estratégicas dos governos brasileiros tem proporcionado o reconhecimento de inúmeros países e contribuído para a conquista de uma posição de destaque no cenário internacional, abrindo portas para o tão almejado sonho brasileiro de conquistar uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU. Economicamente, o Brasil tem experimentado grande crescimento, consolidando-se como a 8ª maior economia do mundo, despertando o interesse de internacional. 4 CONHECIMENTO - MENÇÃO (E-MB-B-R-I) 3. EXPRESSÃO ESCRITA PARÂMETRO ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS OBS (A) COERÊNCIA: as ideias são encadeadas de modo a respeitar a ordenação lógica do pensamento; o autor não se contradiz; pode haver incoerências localizadas ou o texto inteiro se caracterizar por uma grande incoerência. (B) CLAREZA: o texto claro reflete a limpidez do pensamento, facilita a pronta percepção e jamais obriga o leitor a retornar para entender melhor alguma parte. (C) OBJETIVIDADE: caracteriza-se pela economia verbal, sem prejuízo da eficácia da comunicação do pensamento. O bom texto vai direto ao ponto, desenvolve-se de maneira sóbria e retilínea e evita divagações inúteis, muitas vezes propositais (expediente infantil, usado para aumentar o texto sem lhe conferir qualidade). O exagero da objetividade leva ao laconismo, comprometendo a clareza, ou redundando em omissão de conteúdo. (D) COESÃO: avalia-se o emprego de elementos coesivos: pronomes, conjunções, preposições, tempos verbais, pontuação. (E) CORREÇÃO GRAMATICAL A1: incompreensível, incoerente, ilógico ou contraditório devido à inexistência de articulação de ideias e/ou a excessivas contradições. A2: p a r c i a l m e n t e compreensível, embora fragmentado, com má articulação de ideias. Há contradições que não dificultam a compreensão, coerência e lógica global, mas registram dificuldade de compreensão localizada. A3: compreensível, coerente, lógico e sem contradições, no qual todas as ideias apresentadas são desenvolvidas, proporcionando leitura fluente. B1: Texto pouco claro como um todo, obrigando retornos frequentes do leitor. B2: Ocorrência de pouca clareza em partes do texto. B3: Texto suficientemente claro, de fácil entendimento do leitor. C1: É pouco objetivo, vago e com divagações inúteis na (quase) totalidade do texto. C2: É parcialmente objetivo em determinadas partes do texto. C3: É objetivo, com linguagem direta e preciso na exposição das suas ideias. D1: Inobservância total dos elementos que efetuam a coesão intraparágrafos e/ou interparágrafos. Pouco coeso. D2: Emprego inadequado dos elementos da coesão. D3: Empregou parcialmente os elementos coesivos. D4: Emprego correto e diversificado dos elementos coesivos, gerando texto coeso. E1: Ortografia. E2: Pontuação. E3: Concordância. E4: Regência. EXPRESSÃO ESCRITA - MENÇÃO (E-MB-B-R-I) MENÇÃO OBITIDA NA QUESTÃO (E-MB-B-R-I)

5 2ª QUESTÃO (Valor 4,0) 5 Apresentar as razões que motivaram a desconcentração industrial brasileira, a partir de 1990, nos campos social e econômico. 1. MÉTODO PARÂMETRO IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS INTRODUÇÃO OBS M1 Abordagem da ideia central. M2 Delimitação do espaço geográfico. Introdução Identificação do objeto correto M3 M4 M5 M6 Ideias complementares relacionadas com o pedido. Delimitação no tempo. Preparação correta para o desenvolvimento. Não elaboração da introdução de forma abrupta. Ligação com o desenvolvimento. Não antecipação de partes do desenvolvimento. PARÂMETRO IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS DESENVOLVIMENTO OBS Compreensão do nível de desempenho M7 M8 Divisão da solução em introdução e desenvolvimento. Atendimento da imposição da servidão (citação e justificativa das ideias). Em todas as ideias. Em mais da metade das ideias. Em menos da metade das ideias. Em nenhuma das ideias. Identificação do objeto correto M9 M10 Identificação da coerência das ideias com o objeto. Citação e justificativa das ideias com ligação de causa e efeito. Em todas as ideias. Em mais da metade das ideias. Em menos da metade das ideias. Em nenhuma das ideias. Em todas as ideias. Em mais da metade das ideias. Em menos da metade das ideias. Em nenhuma das ideias. MÉTODO MENÇÃO (E-MB-B-R-I) 2. CONHECIMENTO PARÂMETRO IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS INTRODUÇÃO Obs Introdução Algumas ideias C1 C2 C3 A industrialização foi o motor do processo de desenvolvimento da sociedade brasileira, que esteve associado à modernização do campo e à urbanização. Ultimamente tem sido observado o deslocamento de indústrias das grandes metrópoles para a pequenas e médias cidades, com o objetivo de reduzir os custos de produção. Observa-se nas últimas décadas uma maior dispersão da atividade industrial pelo território nacional e uma queda na participação relativa da região Sudeste no total da produção industrial. A década de 1990 foi marcada pela implementação de políticas econômicas de cunho neoliberal. Neste sentido, promoveu-se a liberalização da economia brasileira por meio da queda das barreiras protecionistas adotadas há décadas e das privatizações de empresas estatais. A abertura abrupta do mercado brasileiro à concorrência estrangeira ocasionou sérios problemas ao setor produtivo nacional. Muitas indústrias brasileiras fecharam as portas, foram vendidas a capitais estrangeiros ou tiveram que se associar a estes para conseguir competir.

6 6 C4 C5 C6 A mudança na distribuição da produção industrial ocorrida no Brasil nas últimas décadas ocasionou certo declínio da participação da metrópole de São Paulo. A desconcentração industrial que se processa é relativa a poucas e selecionadas áreas do território nacional. O que se observa é a alocação dos investimentos do setor industrial em uma área mais ampla e dotada de uma grande densidade técnica que vai da metrópole de Belo Horizonte até Porto Alegre. Essa dispersão industrial está relacionada à deseconomia de aglomeração na metrópole de São Paulo e à criação de economias de aglomeração em outras áreas, às políticas econômicas do Estado e dos estados da União (investimentos diretos, incentivos fiscais e infraestrutura), à busca por recursos naturais; à concentração espacial e social da renda, do consumo e da pesquisa; e à unificação do mercado interno por meio da infraestrutura de transportes e comunicações. PARÂMETRO IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS DESENVOLVIMENTO Obs Algumas ideias C7 C8 C9 C10 C11 C12 C13 C14 C15 C16 C17 C18 a. Campo social Beneficiamento de mão de obra barata existente em cidades menores (do interior do estado), onde normalmente há menos oportunidades de emprego, proporcionando o aumento da renda per capita do município e o aumento da qualidade de vida dessas pessoas. Legislações estaduais diferentes em relação ao rigor na preservação do meio ambiente, o que possibilita a utilização de maiores espaços e de maiores investimentos. A proximidade dos parceiros do MERCOSUL e de mercados consumidores de alta renda podem provocar a instalação de indústrias em locais estrategicamente localizados, de modo a diminuir o custo com os transportes. Empresas de alta tecnologia buscam: existência de universidades e centros de pesquisas avançadas; mão de obra qualificada; rede de serviços modernos e eficientes; e fugir das aglomerações urbano industriais e seus diversos problemas. A alta taxa de concentração de poluentes existente nas metrópoles e os sindicatos fortes podem limitar o crescimento do setor industrial ali localizado, provocando o deslocamento das indústrias para o interior, onde a taxa de poluição existente é mínima e os sindicatos são mais flexíveis. b. Campo econômico de novas tecnologias que permitem desvincular a área de produção da área administrativa, fator que aumenta a flexibilidade e reduz os custos das empresas. A existência de sistemas de telecomunicações eficientes nas pequenas e médias cidades brasileiras, aliadas à tecnologia disponível atraem as indústrias para essas cidades. A guerra fiscal (isenção de impostos) entre estados e municípios, que provoca a atração de diferentes empresas em procura de baixar os seus custos de produção. A oferta de terrenos e demais imóveis mais baratos em cidades do interior facilita a construção das instalações industriais, permitindo a utilização de uma área útil muito maior que na capital. Propagação pelo território de sistemas de transporte mais eficientes e não saturados, o que facilita o deslocamento dos produtos industrializados para os centros consumidores. CONHECIMENTO - MENÇÃO (E-MB-B-R-I)

7 3. EXPRESSÃO ESCRITA PARÂMETRO ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS Obs (A) COERÊNCIA: as ideias são encadeadas de modo a respeitar a ordenação lógica do pensamento; o autor não se contradiz; pode haver incoerências localizadas ou o texto inteiro se caracterizar por uma grande incoerência. (B) CLAREZA: o texto claro reflete a limpidez do pensamento, facilita a pronta percepção e jamais obriga o leitor a retornar para entender melhor alguma parte. (C) OBJETIVIDADE: caracteriza-se pela economia verbal, sem prejuízo da eficácia da comunicação do pensamento. O bom texto vai direto ao ponto, desenvolve-se de maneira sóbria e retilínea e evita divagações inúteis, muitas vezes propositais (expediente infantil, usado para aumentar o texto sem lhe conferir qualidade). O exagero da objetividade leva ao laconismo, comprometendo a clareza, ou redundando em omissão de conteúdo. (D) COESÃO: avalia-se o emprego de elementos coesivos: pronomes, conjunções, preposições, tempos verbais, pontuação. (E) CORREÇÃO GRAMATICAL A1: incompreensível, incoerente, ilógico ou contraditório devido à inexistência de articulação de ideias e/ou a excessivas contradições. A2: p a r c i a l m e n t e compreensível, embora fragmentado, com má articulação de ideias. Há contradições que não dificultam a compreensão, coerência e lógica global, mas registram dificuldade de compreensão localizada. A3: compreensível, coerente, lógico e sem contradições, no qual todas as ideias apresentadas são desenvolvidas, proporcionando leitura fluente. B1: Texto pouco claro como um todo, obrigando retornos frequentes do leitor. B2: Ocorrência de pouca clareza em partes do texto. B3: Texto suficientemente claro, de fácil entendimento do leitor. C1: É pouco objetivo, vago e com divagações inúteis na (quase) totalidade do texto. C2: É parcialmente objetivo em determinadas partes do texto. C3: É objetivo, com linguagem direta e preciso na exposição das suas ideias. D1: Inobservância total dos elementos que efetuam a coesão intraparágrafos e/ou interparágrafos. Pouco coeso. D2: Emprego inadequado dos elementos da coesão. D3: Empregou parcialmente os elementos coesivos. D4: Emprego correto e diversificado dos elementos coesivos, gerando texto coeso. E1: Ortografia. E2: Pontuação. E3: Concordância. E4: Regência. 7 EXPRESSÃO ESCRITA MENÇÃO (E-MB-B-R-I) MENÇÃO OBTIDA NA QUESTÃO (E-MB-B-R-I) ORIENTAÇÕES GERAIS O avaliador deverá fazer as observações que julgar pertinente na própria prova e no espaço abaixo, de maneira a orientar o estudo do aluno do PEP. A prova deverá ser corrigida por menções (E-MB-B-R-I) em cada uma das partes que a constituem, formulandose uma avaliação geral por questão, de modo a facilitar o direcionamento do estudo do aluno para que realize uma prova equilibrada. Algumas ideias são sugeridas para balizar a avaliação do conhecimento a ser feita pelo orientador. Propositadamente não está especificado o valor de cada ideia, de modo a que o aluno tenha uma noção do nível de seu conhecimento acerca do tópico. No que se referem ao MÉTODO, as considerações a serem feitas pelo Avaliador deverão estar de acordo com o prescrito na Publicação de MÉTODO do CP/ECEME. A Expressão Escrita, para cada uma das questões, deverá ser corrigida conforme a Parte B do Guia de Autoavaliação, encontrado na página do ex-aluno. Para uma melhor preparação, sugere-se ao aluno do PEP enviar sua prova para um professor de Português.

8 8 A divisão do item em partes ou itens coerentes, no ND análise deve ser encarada de forma específica, admitindo-se várias formas de solução, de acordo com o pedido formulado. OBSERVAÇÕES JULGADAS PERTINENTES OBSERVAÇÕES

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