DPS CP/ECEME 2015 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO 1ª AVALIAÇÃO SOMATIVA GEOGRAFIA-SAÚDE

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1 1 DPS CP/ECEME 1 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO 1ª AVALIAÇÃO SOMATIVA Aluno nº GEOGRAFIA-SAÚDE 1ª QUES TÃ O (Valor 6,0) Analisar a d e p e n d ê n c i a q u í m i c a n o B r a s i l, c o n s i d e r a n d o o s a s p e c t o s p s i c o s s o c i a i s e d e s a ú d e e n v o l v i d o s n o t e m a, c o n c l u i n d o s o b r e a s a ç õ e s q u e a e s f e r a g o v e r n a m e n t a l v e m a d o t a n d o p a r a p r e v e n i r o u s o d a s d r o g a s o u p a r a t r a t a r o s d e p e n d e n t e s d e l a s. 1. MÉTODO TOTAL: 180 (cento e oitenta) escores PARÂMETRO IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS INTRODUÇÃO ESCO - M1 Abordagem da ideia central. 3 I ntr od uçã o M2 Delimitação do espaço geográfico e/ou do tempo 3 (% a 1%) Ideias complementares relacionadas com a questão que evidenciem M3 uma preparação correta para o desenvolvimento 8 Identificação do objeto correto M4 Não elaboração da introdução de forma abrupta. 3 M Não antecipação de partes do desenvolvimento. M6 Ligação com o desenvolvimento. 3 ESC PARÂMETRO Desenvol vim ent o (% a 70%) Compreensão do nível de desempenho M8 Elaboração das conclusões parciais. De forma dedutiva. Limitando-se a resumir. Não elaborou as conclusões parciais. 0 Desenvolviment o Identificação do objeto correto M9 M M11 Divisão do todo em partes coerentes. Identificação da coerência das ideias com o objeto. Análise das ideias com ligação de causa e efeito. Totalmente. Mais da metade das partes está coerente com o todo. Menos da metade das partes está coerente com o todo. Divisão sem coerência. 0 Totalmente. 2 Atendimento em mais da metade das ideias. 1 Atendimento em menos da metade das ideias. Não atendimento das ideias. 0 Totalmente. 3 Mais da metade das ideias com ligação. Menos da metade das ideias com ligação. Ideias sem ligação. 0 PARÂMETRO Co ncl u sã o (% a 30%) Compreensão do nível de desempenho ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS ESC IDEIAS DESENVOLVIMENTO M7 Divisão da solução em introdução, desenvolvimento e conclusão. IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS ESC CONCLUSÃO M12 Retomada da ideia central (sob novo enfoque). Elaboração Com as ideias essenciais e de forma dedutiva. da síntese Parcialmente com as ideias essenciais. M13 coerente com as conclusões Não elaborou a síntese ou limitou-se a resumir. 0 parciais. M14 Atendimento à imposição do problema (novos conhecimentos). 1

2 2 Na conclusão, todas as ideias têm suporte na introdução ou no desenvolvimento. Conclusão Na conclusão, mais da metade das ideias tem baseada nos suporte na introdução ou no desenvolvimento. M1 aspectos Na conclusão, menos da metade das ideias desenvolvidos tem suporte na introdução ou no 2 (lógica). desenvolvimento Ideias sem suporte. 0 M16 Elaboração do parágrafo conclusivo. Subtotal MÉTODO CONHECIMENTO TOTAL: 300 (trezentos) escores (trezentos) escores atribuídos para ideias constantes do barema - 0 (cinquenta) escores atribuídos para ideias novas* * A critério do oficial responsável pela correção, caso considere pertinentes ideias que não constem do barema. A essas ideias serão atribuídos valores, no limite do estabelecido para ideias novas (somente computar se o aluno obtiver menos de 300 escores e até esse limite). PARÂMETRO IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS INTRODUÇÃO ESC A dependência química se caracteriza por uma condição orgânica, oriunda da utilização constante de certas substâncias psicoativas, C1 como álcool, tabaco, maconha, cocaína, crack, ecstasy, LSD, heroína e ópio, as quais provocam, como efeito, o aparecimento de sintomas que envolvem especialmente o Sistema Nervoso Central dos usuários. In trodu çã o (% a 1%) Algumas ideias C2 O Brasil, um país continental pelas suas dimensões, onde o consumo de drogas não atinge de maneira uniforme toda a população e sua distribuição é distinta nas diferentes regiões, consequente a diversos fatores, apresenta níveis preocupantes de tóxico dependentes. Atualmente, a dependência química constitui um problema mundial, pois, segundo a Organização Mundial de Saúde(OMS), cerca de % C3 das populações dos centros urbanos de todo o mundo fazem uso de substâncias psicoativas, independentemente de idade, sexo, nível de instrução e poder aquisitivo. Historicamente, a questão do uso abusivo de álcool e outras drogas tem sido abordada por uma ótica predominantemente médica, porém C4 as implicações sociais, psicológicas, econômicas e políticas também são evidentes, e devem ser consideradas na compreensão global do problema. C Outras ideias julgadas pertinentes. PARÂMETRO IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS DESENVOLVIMENTO Desenvol vim ent o (% a 70%) Ideias C6 C7 a. Aspectos psicossociais na dependência química no Brasil Há um estigma de que nas comunidades mais empobrecidas, os jovens, sem uma condição de educação adequada, com escolaridade baixa, veem no tráfico a possibilidade de geração de renda e, até, como medida de proteção, facilitando o consumo de drogas psicoativas pelo local em que vivem. O ambiente familiar geralmente influencia nas escolhas destas pessoas, principalmente pelo exemplo negativo dado pelos pais usuários de álcool e de outras drogas, provocando o isolamento social entre os membros da família e sendo um fator primordial na condução do destino. ESC C8 Além da própria família, os maiores fatores de risco apresentados são as relações interpessoais, com pares que usam drogas, além da disponibilidade de álcool e drogas nos locais de convívio, inclusive nas escolas, propiciando a ideia de que o consumo é uma coisa natural.

3 3 C9 C C11 C12 C13 C14 C1 C16 C17 C18 C19 Os usuários de drogas muitas vezes se tornam meninos e meninas de rua, que rejeitam regras e são tratados como inimigos da sociedade, vivendo em grupos, sendo que muitos apresentam passagens pela polícia por delitos de roubo. Estudos demonstram uma tendência cada vez maior de redução da faixa etária de início de vida sexual, atualmente em torno de 13 anos, independente de classe social, que se reflete em altos índices de gravidez na adolescência, estando, muitas vezes, relacionado ao início igualmente precoce do uso de bebidas alcoólicas e outras drogas. O baixo nível educacional dificulta que os jovens de comunidades carentes tenham oportunidades de bons empregos, fazendo com que busquem na criminalidade a possibilidade de melhorar sua condição de vida, sendo esta, mais uma razão de interação com a tóxico dependência. Apesar de todas as influências relacionadas ao meio onde vivem, também existem muitos casos de usuários de drogas que independem da idade, do sexo, do nível de instrução e do poder aquisitivo, estando ligado ao simples fato de consumir para melhorar o estado de espírito. Conclusão Parcial Um ambiente de convívio hostil e uma educação deficiente recebida no meio familiar podem levar os jovens à precocidade no uso de substâncias psicoativas, porém isto não é uma regra. Famílias de classe média e de classe alta também enfrentam problemas relacionados a membros envolvidos com dependência de substâncias psicoativas, ocasionando agravos sociais decorrentes. b. Aspectos de saúde na dependência química no Brasil O uso de substâncias psicoativas tomou proporção de grave problema de saúde pública no País, atingindo diversos segmentos da sociedade e influenciando nas condições de saúde física e psíquica dos tóxicos dependentes. O início precoce e cada vez mais frequente do uso de drogas pesadas entre os jovens, como o crack, e o seu impacto na saúde, tem tornado bem mais difícil a tarefa de tratar os dependentes, necessitando de clínicas bem mais especializadas. A associação do consumo de álcool com outras drogas, piora drasticamente o quadro psíquico dos usuários, levando a atitudes inconsequentes durante o efeito tóxico e proporcionando graves danos à saúde. Um óbice sério relacionado à área de saúde é o compartilhamento de equipamentos descartáveis reutilizados na autoadministração de drogas injetáveis, principalmente por parte de pessoas carentes, que não tem recursos financeiros para adquirir equipamento individual, fazendo com que aumentem os casos de infecção pelo HIV, que causa a AIDS, e pelos vírus de hepatites. O usuário sente a necessidade de consumir sempre mais e o uso abusivo de algumas drogas, como cocaína e crack, pode levar a superdose ou dose excessiva ou overdose, muitas vezes irreversível, fazendo com que a substância psicoativa provoque o óbito do indivíduo. A estratégia utilizada pela saúde pública brasileira nos tratamentos tenta reduzir os danos causados pelo abuso de drogas lícitas e ilícitas, fazendo do usuário um autorregulador, incentivando-o à mobilização social, no entanto, é preciso desconstruir o senso comum de que todo usuário de droga é um doente que requer internação, prisão ou absolvição. 1

4 4 C C21 A dependência do uso de substâncias psicoativas vem sendo considerada uma doença crônica, e, quando tratada, as reincidências são altas, com praticamente metade dos usuários tendo uma recaída nos primeiros seis meses e, aproximadamente, 90% no primeiro ano, demonstrando a necessidade de ações mais eficientes para controle. Conclusão Parcial A utilização de drogas lícitas e ilícitas é um grave problema de saúde pública no Brasil, onde o sistema utilizado atualmente não atende a demanda, necessitando de melhorias nas tentativas de prevenção do consumo e buscando terapias adequadas para tratar os dependentes. C22 Outras ideias julgadas pertinentes. 1 PARÂMETRO IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS CONCLUSÃO Con c lu s ão (% a 30%) Ideias C23 C24 C2 C26 C27 C28 C29 C30 O local onde vive o usuário e a sua família podem influenciar na precocidade do uso de drogas, sendo que isto, por si só, não é uma regra, pois existem indivíduos que aparentemente não teriam motivos para serem drogativos, e o são. A utilização de drogas lícitas e ilícitas é um grave problema de saúde pública no Brasil e que há a necessidade de melhorar a estrutura de prevenção do consumo e buscar terapias adequadas para tratar os dependentes. Como ação para estratégias específicas para enfrentar o problema e visando fortalecimento da rede de assistência aos usuários de álcool e outras drogas, o Ministério da Saúde instituiu o Programa Nacional de Atenção Comunitária Integrada aos Usuários de Álcool e outras Drogas. Outra medida do Ministério da Saúde foi a apresentação de suas diretrizes na Política de Atenção Integral ao Uso de Álcool e outras Drogas, com a finalidade de promover maior qualidade de vida para toda a população brasileira, conforme instituído pela Constituição de 1988 e com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS). A Carta Magna de 1988 determinou que o tráfico de drogas é crime inafiançável e sem anistia, e a Lei de Crimes Hediondos (Lei 8.072/90) proibiu o indulto e a liberdade provisória, dobrando os prazos processuais, com o objetivo de aumentar a duração da prisão provisória. Apesar destas medidas, citadas acima, percebe-se uma certa ineficiência do Estado, a qual está sendo atribuída à falta de um melhor dimensionamento do problema das drogas e da dependência química por conta da falta de dados. Buscando melhorar este panorama algumas Unidades Federativas do Brasil estão lançando programas próprios para diminuir o problema, como é o caso do Estado de São Paulo, com o programa para combater o consumo de álcool na infância e adolescência, que conta com apoio do Ministério Público paulista e representantes dos bares, supermercados e restaurantes. No Rio de Janeiro foi criada a primeira Unidade Modelo de Acolhimento (UMA), que era uma antiga fazenda, Fazenda Santa Mônica, no Município de Valença, e será a sede da unidade que vai ampliar a oferta na rede de acolhimento aos dependentes químicos no Estado. O problema da dependência química está enraizado no cotidiano do País e, apesar de várias tentativas do governo para amenizá-lo, vem C31 causando transtornos, com implicações econômicas, políticas e na sociedade. C32 Outras ideias julgadas pertinentes. ESC Subtotal CONHECIMENTO 300

5 3. EXPSÃO ESCRITA PARÂMETRO (A) COERÊNCIA: as ideias são encadeadas de modo a respeitar a ordenação lógica do pensamento; o autor não se contradiz. (B) CLAREZA: o texto claro reflete a limpidez do pensamento, facilita a pronta percepção e jamais obriga o leitor a retornar para entender melhor alguma parte. (C) OBJETIVIDADE: caracteriza-se pela economia verbal, sem prejuízo da eficácia da comunicação do pensamento. O bom texto vai direto ao ponto, desenvolve-se de maneira sóbria e retilínea e evita divagações inúteis, muitas vezes propositais (expediente infantil, usado para aumentar o texto sem lhe conferir qualidade). O exagero da objetividade leva ao laconismo, comprometendo a clareza, ou redundando em omissão de conteúdo. (D) COESÃO: avalia-se o emprego de elementos coesivos: pronomes, conjunções, preposições, tempos verbais, pontuação. (E) CORREÇÃO GRAMATICAL TOTAL: 1 (cento e vinte) escores ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS A1: Desenvolvimento incompreensível, incoerente, ilógico ou contraditório devido à inexistência de articulação de ideias e/ou a excessivas contradições. A2: Desenvolvimento p a r c i a l m e n t e compreensível, embora fragmentado, com má articulação de ideias. Há contradições que não dificultam a compreensão, coerência e lógica global, mas registram dificuldade de compreensão localizada. A3: Desenvolvimento compreensível, coerente, lógico e sem contradições, no qual todas as ideias apresentadas são desenvolvidas, proporcionando leitura fluente. B1: Texto pouco claro como um todo, obrigando retornos frequentes do leitor. B2: Ocorrência de pouca clareza em partes do texto. B3: Texto suficientemente claro, de fácil entendimento do leitor. C1: É pouco objetivo, vago e com divagações inúteis na (quase) totalidade do texto. C2: É parcialmente objetivo em determinadas partes do texto. C3: É objetivo, com linguagem direta e preciso na exposição das suas ideias. (2) 2 (2) (2) D1: Inobservância total dos elementos que efetuam a coesão dentro dos parágrafos e/ou entre os parágrafos. Pouco coeso. D2: Emprego inadequado dos elementos da coesão. D3: Empregou parcialmente os elementos coesivos. D4: Emprego correto e diversificado dos elementos 1 (2) coesivos, gerando texto coeso. E1: Ortografia. (4) E2: Pontuação. (4) E3: Concordância. (4) E4: Regência. (4) Subtotal EXPSÃO ESCRITA 1 ESC ALUN O (3) OBS: (1) Grau mínimo. (2) Grau máximo. (3) Atribuir somente um valor que melhor se enquadre na avaliação do item considerado. Pode haver um valor intermediário. (4) Retirado 1 (um) escore por erro. ULTADO DA QUESTÃO ESCO / GRAU BRUTO MÁXIMO (600 escores = Nota 6,00) ESCO / GRAU BRUTO OBTIDO 2ª QUES TÃ O (Valor 4,0) Apresentar as relações do Brasil com a África, a partir do início do século XXI, destacando as atuais possibilidades de projeção de poder brasileiro no continente africano.

6 6 1. MÉTODO TOTAL: 80 (oitenta) escores PARÂMETRO IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS INTRODUÇÃO M1 Abordagem da ideia central. 2 I ntr od uçã o M2 Delimitação do espaço geográfico e/ou do tempo 2 (% a %) Ideias complementares relacionadas com a questão que M3 evidenciem uma preparação correta para o desenvolvimento Identificação do M4 Não elaboração da introdução de forma abrupta. 2 objeto correto M Não antecipação de partes do desenvolvimento. 2 M6 Ligação com o desenvolvimento. 2 PARÂMETRO IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS DESENVOLVIMENTO M7 Divisão da solução em introdução e desenvolvimento. Desenvol vim ent o (80% a 90%) Compreensão do nível de desempenho Desenvol vim ent o Identificação do objeto correto M8 M9 M Atendimento da imposição da servidão (citação e justificativa das ideias ou somente justificativa). Identificação da coerência das ideias com o objeto. Citação e justificativa das ideias com ligação de causa e efeito. Em todas as ideias. Em mais da metade das ideias. Em menos da metade das ideias. 2 Em nenhuma das ideias. 0 Em todas as ideias. Em mais da metade das ideias. Em menos da metade das ideias. Em nenhuma das ideias. 0 Em todas as ideias. 30 Em mais da metade das ideias. Em menos da metade das ideias. Em nenhuma das ideias. 0 ESC/ ESC/ Subtotal MÉTODO CONHECIMENTO TOTAL: 240 (duzentos e quarenta) escores (duzentos e quarenta) escores atribuídos para ideias constantes do barema - 0 (cinquenta) escores atribuídos para ideias novas* * A critério do oficial responsável pela correção, caso considere pertinentes ideias que não constem do barema. A essas ideias serão atribuídos valores, no limite do estabelecido para ideias novas (somente computar se o aluno obtiver menos de 240 escores e até esse limite). PARÂMETRO IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS INTRODUÇÃO I ntr od uçã o (% a %) Algumas ideias C1 C2 C3 O Brasil intensificou suas ações nas expressões econômica e militar visando estreitar laços estratégicos com o continente africano e formar uma grande zona de paz e cooperação no Atlântico Sul. A política externa conduzida pelas administrações no poder nesse início de século XXI têm buscado, com as parcerias do tipo Sul-Sul, uma aproximação estratégica com a África, procurando aumentar sua autonomia na arena global através da promoção do multilateralismo. Ao mesmo tempo na África, a NEPAD, que é a sigla em inglês para a "New Partnership for África's Development" ou, em português, "Nova Parceria para o Desenvolvimento da África", aumenta a quantidade de investimentos no continente africano promovendo o seu desenvolvimento com foco em aspectos como infraestrutura, agricultura e ciência e tecnologia. A África é o terceiro continente em extensão territorial no globo, com cerca de 30 milhões de quilômetros quadrados, cobrindo,3% da área total da terra firme do planeta. Muitos estados enfrentam graves situações de instabilidade interna o que é agravado pelo fato do continente africano ser o segundo mais populoso, com mais de um bilhão de pessoas, representando cerca de um sétimo da população mundial. ESCO - ESC/

7 7 C4 C C6 O Brasil é o segundo maior país com população afrodescendente no mundo e possui, desde o século XVI, importante vinculação históricoeconômica com o continente africano por meio do Atlântico Sul. Fato que fez o governo brasileiro utilizar aspectos ideológico-culturais como a divida histórica e da lusofonia como fatores de aproximação. O estado brasileiro participa efetivamente das atividades da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), da Cúpula América do Sul-África (ASA), da Zona de Paz e Cooperação no Atlântico Sul (Zopacas) e faz acordos bilaterais nos campos da agricultura, educação, saúde, energia e militar com países africanos. Outras ideias julgadas pertinentes. PARÂMETRO IDEIAS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS DESENVOLVIMENTO Desenvol vimento (80% a 90%) Algumas ideias C7 C8 C9 C C11 C12 C13 Ampliação da presença internacional da Petrobrás na África A capacidade tecnológica de extração de petróleo em plataformas marítimas e águas profundas do pré-sal e as semelhanças geológicas no continente africano tem criado oportunidades para a ampliação da atuação internacional da Petrobrás. Inicialmente, atuando na plataforma continental de Angola, e atualmente, no Benin, no Gabão, na Nigéria e na Namíbia, o que contribui para a projeção de poder econômico do Brasil na África. Incremento do turismo para os países africanos de língua portuguesa Aproveitando-se do idioma comum, belas paisagens naturais e da relativa estabilidade interna, o turismo para os Estados-Membros da CPLP gera empregos e possibiliita a entrada de divisas necessárias ao desenvolvimento africano, fato que contribui para o aumento da influência do mercado consumidor brasileiro nesses países. O implantação do projeto Cotton-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali) Esse projeto foi aprovado por meio de um acordo entre a república Federativa do Brasil e a união africana e visa fomentar a produção de algodão em grande escala no continente africano fruto do assessoramento técnico da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na África O banco financia grandes projetos de infraestrutura bem como possui um escritório de representação em Joanesburgo, na África do Sul, país vizinho de Moçambique, com o objetivo de prospectar negócios envolvendo empresas brasileiras, reforçando a presença do Brasil no continente africano. A presença de construtoras brasileiras na África A Odebrecht, a OAS, Andrade Gutierres, Camargo Corrêa, dentre outras, atuam na construção de aeroportos, rodovias, terminais portuários, infraestrutura ligada a produção de óleo e gás, aumentando a perspectivas de negócios para o Brasil na África. Atuação da Vale no continente africano A empresa brasileira esteve empenhada na extração de recursos minerais na Guiné (minério de ferro na região de Simandou), na República do Malauí com a expansão do corredor logísitico de Nacala (mina-ferrovia-porto), Moçambique com a mina de carvão de Moatze e Zâmbia com o minério de cobre e carvão em Lubambe. Em síntese, são milhões de reais investidos na extração e no transporte dos minérios para os portos. Acordo de cooperação com a África do Sul Dentre outras atividades, contempla o desenvolvimento de materiais de defesa, de um Veículo Aéreo Não-tripulado (VANT) e a pesquisa e desenvolvimento conjunto de um míssil Ar-Ar de ª geração, denominado A-DARTER SRAAM, contribuindo para a projeção de poder na área de defesa no continente africano. ESC/

8 8 C14 C1 C16 C17 Protocolo de cooperação em domínio de defesa com os países da CPLP Se destina a cooperação em tempos de paz, com o objetivo de aprimorar o setor de defesa, onde destacam-se a implementação de um programa de intercâmbio nas áreas de formação militar, medicina militar, operações de paz, bem como o prosseguimento dos exercícios militares combinados da série FELINO, não constituindo uma aliança militar ou mecanismo de assistência mútua. O acordo de cooperação em defesa com Angola Visa trocar informações sobre equipamentos militares, ensino e instrução e missões de paz e operações humanitárias e a demarcação da fronteira marítima e levantamento de plataforma continental, contribuindo a paz, a segurança e a estabilidade no Atlântico Sul. Acordo de fortalecimento de pecuária leiteira na Argélia e Burkina Faso O projeto tem como objetivo contribuir ao fortalecimento da cadeia produtiva de leite, com qualidade e sustentabilidade, visando ao desenvolvimento rural, segurança alimentar e à geração de emprego e renda. Outras ideias julgadas pertinentes. Subtotal CONHECIMENTO EXPSÃO ESCRITA PARÂMETRO (A) COERÊNCIA: as ideias são encadeadas de modo a respeitar a ordenação lógica do pensamento; o autor não se contradiz. (B) CLAREZA: o texto claro reflete a limpidez do pensamento, facilita a pronta percepção e jamais obriga o leitor a retornar para entender melhor alguma parte. (C) OBJETIVIDADE: caracteriza-se pela economia verbal, sem prejuízo da eficácia da comunicação do pensamento. O bom texto vai direto ao ponto, desenvolve-se de maneira sóbria e retilínea e evita divagações inúteis, muitas vezes propositais (expediente infantil, usado para aumentar o texto sem lhe conferir qualidade). O exagero da objetividade leva ao laconismo, comprometendo a clareza, ou redundando em omissão de conteúdo. TOTAL: 80 (oitenta) escores ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS A1: Desenvolvimento incompreensível, incoerente, ilógico ou contraditório devido à inexistência de articulação de ideias e/ou a excessivas contradições. A2: Desenvolvimento p a r c i a l m e n t e compreensível, embora fragmentado, com má articulação de ideias. Há contradições que não dificultam a compreensão, coerência e lógica global, mas registram dificuldade de compreensão localizada. A3: Desenvolvimento compreensível, coerente, lógico e sem contradições, no qual todas as ideias apresentadas são desenvolvidas, proporcionando leitura fluente. B1: Texto pouco claro como um todo, obrigando retornos frequentes do leitor. B2: Ocorrência de pouca clareza em partes do texto. B3: Texto suficientemente claro, de fácil entendimento do leitor. C1: É pouco objetivo, vago e com divagações inúteis na (quase) totalidade do texto. C2: É parcialmente objetivo em determinadas partes do texto. C3: É objetivo, com linguagem direta e preciso na exposição das suas ideias. (2) 1 (2) 1 (2) ESC/ (3)

9 9 (D) COESÃO: avalia-se o emprego de elementos coesivos: pronomes, conjunções, preposições, tempos verbais, pontuação. (E) CORREÇÃO GRAMATICAL D1: Inobservância total dos elementos que efetuam a coesão dentro dos parágrafos e/ou entre os parágrafos. Pouco coeso. D2: Emprego inadequado dos elementos da coesão. D3: Empregou parcialmente os elementos coesivos. 8 D4: Emprego correto e diversificado dos elementos coesivos, gerando texto coeso. (2) E1: Ortografia. (4) E2: Pontuação. (4) E3: Concordância. (4) E4: Regência. (4) Subtotal EXPSÃO ESCRITA 80 OBS: (1) Grau mínimo. (2) Grau máximo. (3) Atribuir somente um valor que melhor se enquadre na avaliação do item considerado. Pode haver um valor intermediário. (4) Retirado 1 (um) escore por erro. ULTADO DA QUESTÃO ESCO / GRAU BRUTO MÁXIMO (400 escores = Nota 4,00) ESCO / GRAU BRUTO OBTIDO ULTADO FINAL VALOR DAS QUESTÕES ESCO ESCO OBTIDOS GRAU OBTIDO 1ª Questão 6, ª Questão 4, TOTAL,00 00 OBSERVAÇÕES JULGADAS PERTINENTES PARA A ORIENTAÇÃO DO

10 DIVISÃO DE PREPARAÇÃO E SELEÇÃO Ficha de Observações 1 MÉTODO E CONHECIMENTO Nr OBSERVAÇÃO Nr OBSERVAÇÃO 1 Interpretou incorretamente a questão. 17 Escreveu ideias sem ligação de causa e efeito com o pedido. 2 Empregou incorretamente a SERVIDÃO. 18 Levantou pouca quantidade de ideias. 3 Equivocou-se na delimitação do tempo. 19 Desenvolveu as ideias de forma incompleta. 4 Equivocou-se na delimitação do espaço. Não respondeu ao pedido formulado. Não atendeu ao destaque imposto no enunciado. 21 Respondeu parcialmente ao pedido. 6 Empregou inadequadamente o verbo na 1ª pessoa (impessoalidade). 22 Apresentou argumentações vagas. 7 Equivocou-se conceitualmente. 23 Não dividiu o todo em partes coerentes conforme preconizado na publicação método para solução de questões. 8 Não aplicou corretamente a metodologia para solução de questões preconizada na publicação método e nas vídeoaulas. 24 Não observou que na questão do ND COMPREENSÃO o subtítulo (quando utilizado) deve ser a citação sintetizada do fato. Após o que, deve seguir a argumentação que sedimenta a ideia apresentada (relação de causa e efeito). 9 Não terminou a solução de toda a questão. 2 Não atentou que na questão do ND COMPREENSÂO NÃO é obrigatório fazer CONCLUSÕES, exceto quando claramente explicitado no pedido. Não elaborou a introdução. 26 Não elaborou as conclusões parciais. 11 Antecipou ideias do desenvolvimento na introdução. 27 Redigiu inadequadamente a conclusão parcial. 12 Redigiu introdução vaga. 28 Não retornou à ideia central no início da conclusão. 13 Não abordou a ideia central no início da introdução. 29 Concluiu sobre ideias não constantes do desenvolvimento. 14 Confeccionou introdução fora do assunto pedido. 30 Não elaborou o parágrafo conclusivo Redigiu introdução contendo poucas ideias consideradas válidas. 31 Não atendeu à imposição da questão na conclusão. Não estabeleceu a ligação da introdução com o desenvolvimento. 32 Não elaborou a conclusão. EXPSÃO ESCRITA Nr OBSERVAÇÃO Nr OBSERVAÇÃO 33 Cometeu erros de acentuação gráfica. 43 Não redigiu corretamente parágrafo, frase e/ou período. 34 Cometeu erros de concordância verbal. 44 Escreveu palavra inexistente. 3 Cometeu erros de concordância nominal. 4 Repetiu excessivamente uma palavra. 36 Cometeu erros de pontuação. 46 Redigiu texto com rasuras. 37 Cometeu erros de regência verbal Cometeu erros de regência nominal Redigiu frase/parágrafo muito extenso. 49 Não empregou a abreviatura e/ou sigla de maneira apropriada. Usou exageradamente a ordem inversa, comprometendo a clareza do texto. Empregou palavra e/ou expressão de maneira inapropriada. 40 Redigiu frase/parágrafo confuso e de difícil compreensão. 0 Redigiu texto com caligrafia ruim, comprometendo o entendimento da solução. 41 Usou incorretamente as iniciais maiúscula/minúscula. 1 Não colocou entre aspas palavras em idioma estrangeiro. 42 Escreveu palavra com grafia incorreta. 2 Empregou termos do jargão militar. As observações nesta ficha servirão para a avaliação dos trabalhos escritos, com base nas Fichas Auxiliares de Correção (FAC).

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