Segunda Etapa. Literatura Espanhol LEIA COM ATENÇÃO

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1 LEIA COM ATENÇÃO Segunda Etapa Literatura Espanhol 01. Só abra este caderno após ler todas as instruções e quando for autorizado pelos fiscais da sala. 02. Preencha os dados pessoais. 03. Autorizado o início da prova, verifique se este caderno contém 32 (trinta e duas) questões. Se não estiver completo, exija outro do fiscal da sala. 04. Todas as questões desta prova são de proposições múltiplas e apresentam 5(cinco) alternativas numeradas de duplo zero (0-0) a duplo quatro (4-4), podendo ser todas verdadeiras, todas falsas ou algumas verdadeiras e outras falsas. Na folha de respostas, as verdadeiras devem ser marcadas na coluna I (das dezenas); as falsas, na coluna II (das unidades). 05. Ao receber a folha de respostas, confira o nome da prova, o seu nome e número de inscrição. Qualquer irregularidade observada, comunique imediatamente ao fiscal. 06. Assinale a resposta de cada questão no corpo da prova e, só depois, transfira os resultados para a folha de respostas. 07. Para marcar a folha de respostas, utilize apenas caneta esferográfica preta e faça as marcas de acordo com o modelo ( ). A marcação da folha de respostas é definitiva, não admitindo rasuras. 08. Não risque, não amasse, não dobre e não suje a folha de respostas, pois isto poderá prejudicá-lo. 09. Os fiscais não estão autorizados a emitir opinião nem a prestar esclarecimentos sobre o conteúdo das provas. Cabe única e exclusivamente ao candidato interpretar e decidir. 10. Se a Comissão verificar que a resposta de uma questão é dúbia ou inexistente, a questão será posteriormente anulada e os pontos a ela correspondentes Nome: Identidade: Assinatura: Inscrição: Órgão Expedidor: COMISSÃO DE PROCESSOS SELETIVOS E TREINAMENTOS Fone: (81) Fax: (81)

2 Literatura 01. Creio que se pode chamar pré-modernista (no sentido forte de premonição dos temas vivos em 22) tudo o que, nas primeiras décadas do século, problematiza a nossa realidade social e cultural. (Alfredo Bosi). Sobre o pré-modernismo, podemos afirmar que: 0-0) pode-se definir como uma escola da literatura brasileira, na qual já estavam presentes os ideais estéticos que norteariam os escritores reunidos na Semana de Arte Moderna, em ) na prosa de ficção desse período, destaca-se Os Sertões, obra de Euclides da Cunha, que narra e interpreta os acontecimentos que envolvem o Arraial de Canudos (interior da Bahia) e as forças militares da República. 2-2) ainda sobre Os Sertões, sua característica prémodernista mais importante é a percepção da complexa realidade brasileira e o desejo de interpretá-la mais criticamente, livre de ufanismos vazios. 3-3) conhecer a realidade nacional e promover uma investigação crítica é uma das propostas programáticas do Modernismo. No Prémodernismo, isso ocorre devido a qualidades individuais de alguns autores isolados e à sua capacidade de antecipar tais tendências inovadoras. 4-4) a literatura, para Lima Barreto, outro de nossos pré-modernistas, era vista como um instrumento de conscientização das classes populares; por isso, suas obras trazem um estilo simples, numa linguagem despojada, mas com fundas análises críticas da sociedade. 02. Neste ano de 2001, comemora-se o centenário de nascimento do escritor paraibano José Lins do Rego. Analise as proposições apresentadas abaixo sobre este autor e sua obra. 0-0) A obra ficcional de José Lins aparece freqüentemente associada ao regionalismo nordestino e à utilização do memorialismo como recurso criativo de romances. 1-1) Justamente por seu caráter de memória, a obra de José Lins não pode ser considerada literária e, sim, jornalística. Afinal, os fatos contados em seus romances são apenas a transcrição das experiências vividas pelo autor. 2-2) Considerada sua obra-prima, Fogo Morto é também sua estréia literária e inicia o chamado ciclo da cana-de-açúcar, em que José Lins conta suas memórias no engenho do avô. 3-3) O Moleque Ricardo é o romance mais político de José Lins. Nesta obra, a realidade nordestina está retratada no personagem Ricardo, que, de moleque e serviçal de engenho, passa a proletário urbano. 4-4) Também foram temáticas enfocadas por José Lins o fanatismo, o misticismo do povo nordestino e a atuação dos cangaceiros na região. 03. Minhas reivindicações? Liberdade. Uso dela; não abuso. Sei embridá-la nas minhas verdades filosóficas e religiosas; porque verdades filosóficas, religiosas, não são convencionais como a Arte, são verdades. Tanto não abuso! Não pretendo obrigar ninguém a seguir-me. Costumo andar sozinho. (Mário de Andrade). Sobre o autor em questão e sua obra, analise as afirmações abaixo. 0-0) Foi um poeta com um programa, um roteiro de produção que oscilou entre a biografia emocional e o fascínio pelo objeto estético. 1-1) Em Paulicéia Desvairada percebe-se a intenção de transformar a cidade de São Paulo em tema poético. E por se tratar de um centro urbano em desenvolvimento, aparecem automóveis, indústrias, operários, elementos cotidianos tratados como motivo poético. 2-2) Em Macunaíma, é nítida a preocupação de Mário em explorar elementos temáticos e rítmicos da cultura popular brasileira, numa composição poética em versos livres. 3-3) Mário desenvolveu um verdadeiro trabalho de pesquisador das raízes culturais brasileiras, na música popular, nas artes plásticas, até nas lendas e nos mitos indígenas. 4-4) Sua preocupação em criar uma língua literária brasileira, valorizando o coloquialismo, e o interesse em fazer da realidade nacional temática constante foram as motivações que levaram Mário a estudar o nosso folclore. 04. A propósito de Graciliano Ramos e, principalmente, de obra Memórias do Cárcere, analise as proposições. 0-0) O escritor reconstrói o período da ditadura militar, em 1964, enquanto esteve preso por sua atuação política de esquerda. 1-1) Na realidade, o motivo concreto da prisão de Graciliano nunca ficou esclarecido, pois não houve uma acusação formal, um processo contra ele. Daí permear o relato o tom de indignação contra a injustiça. 2-2) As Memórias não devem ser lidas só como documento histórico. Partindo da observação dos fatos ocorridos e do seu relato, Graciliano investiga os condicionamentos sociais e psicológicos que motivam o comportamento humano. 3-3) Pode-se perceber que a realidade é sempre matéria de trabalho bem presente na obra de Graciliano, que, mesmo nos textos ficcionais, busca criar personagens com uma dimensão humana e psicológica bastante reveladora do comportamento universal do ser humano. 4-4) Apesar de ter a realidade como matéria de criação e de buscar reproduzi-la em Memórias, Graciliano teve o cuidado de preservar a identidade das pessoas citadas, para que elas não sofressem perseguições políticas ou judiciais.

3 Somos muitos Severinos iguais em tudo na vida na mesma cabeça grande que a custo é que se equilibra no mesmo ventre crescido sobre as mesmas pernas finas e iguais também porque o sangue que usamos tem pouca tinta. E se somos Severinos iguais em tudo na vida morremos de morte igual mesma morte severina 05. Analisando-se Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto, podemos afirmar: 0-0) é um texto teatral em versos, no qual é contada a viagem de um retirante nordestino, do sertão à cidade de Recife, fugindo da seca, da fome e da miséria. 1-1) o tom do texto é sempre de muita esperança. Apesar das dificuldades enfrentadas em sua trajetória, Severino sempre vai encontrando indícios positivos de que sua vida poderá melhorar no Recife. 2-2) nessa obra está mais evidente a preocupação social da poesia de João Cabral. A miséria de grande parte dos nordestinos é mostrada não só como conseqüência da seca, mas também da concentração fundiária e de renda. 3-3) Morte e vida severina tem como subtítulo um auto de natal pernambucano, numa referência aos moldes medievais de se fazer teatro (os autos) e ao nascimento, no final da peça, do filho do Mestre José. 4-4) apesar da tristeza, da morte presente em todo o percurso de Severino retirante e da injustiça social, a obra se encerra com uma nota de esperança: a vida insiste em resistir, representada pelo nascimento de uma criança. 06. Primeiro, há meu método que implica a utilização de cada palavra como se ela tivesse acabado de nascer, para limpá-la das impurezas da linguagem cotidiana e reduzi-la a seu sentido original. (João Guimarães Rosa). Quanto ao autor acima, analise as proposições. 0-0) Ao falar de seu método de criação, Guimarães nos revela o quanto de trabalho e esmero estilísticos havia na elaboração de suas obras. E o resultado a que ele chegou foi uma verdadeira revolução lingüística, de fuga ao lugar-comum. 1-1) Foi, antes de tudo, um autor regionalista, preocupado em retratar a vida do sertanejo de Minas Gerais (terra natal do escritor). Suas obras, portanto, podem ser consideradas uma interpretação das condições sociais e políticas a que estão submetidos os habitantes pobres do interior brasileiro. 2-2) Em seu único longo romance, Grande sertão: veredas, Guimarães faz uma mistura de romance, memória e narrativa oral. O personagem-narrador é Riobaldo, ex-jagunço sertanejo que conta sua vida a um interlocutor da cidade. 3-3) Entre os temas abordados no romance, estão o amor irrealizado de Riobaldo pelo companheiro Diadorim (só na morte sabe-se que era uma mulher disfarçada de homem) e a vingança de Riobaldo contra o grande chefe Joca Ramiro. 4-4) Alguns dos outros aspectos que foram também explorados na ficção desse autor, tanto em seu romance quanto nos contos e novelas, são a loucura, o universo lúdico infantil e a religiosidade (tanto a fé em Deus, a crença em milagres, como a existência do diabo). 07. Minhas intuições se tornam mais claras ao esforço de transpô-las em palavras. É neste sentido, pois, que escrever me é uma necessidade. De um lado, porque escrever é um modo de não mentir o sentimento (...); de outro lado, escrevo pela incapacidade de entender, sem ser através do processo de escrever. (Clarice Lispector). Em relação à autora, pode-se dizer que: 0-0) para Clarice, a literatura é um caminho para se explicar a realidade da vida. Por isso, em seus romances sempre há a preocupação com a explicação das causas sociais e políticas dos acontecimentos que condicionam a vida das personagens, e o enredo assume importância maior no texto. 1-1) a linguagem está sempre na fronteira entre a prosa e a poesia, devido a recursos como o fluxo da consciência, o uso intensivo da metáfora, a adjetivação e a atribuição de novos sentidos às palavras. 2-2) o tema constante da emancipação da mulher e de suas conquistas como profissional e dona de casa faz a crítica ser unânime ao considerar Clarice uma escritora engajada nos ideais feministas. 3-3) além de romancista e contista, Clarice deixou uma vasta produção de poesias que permanece sem ser devidamente estudada. Um dos seus poemas que ficou muito conhecido é Romanceiro da Inconfidência. 4-4) há nos contos e romances de Clarice Lispector tal exacerbação do interior das personagens e de seus pensamentos que, a certa altura, a própria subjetividade desses seres de papel constitui a essência de sua criação literária. 08. Ó formas alvas, brancas, formas claras de luares, de neves, de neblinas! Ó formas vagas, fluidas, cristalinas. Incensos de turíbulos de aras... Cruz e Souza. Do Simbolismo, se pode dizer que: 0-0) na prosa desse período, estão presentes o escapismo, o tédio e o mal do século. 1-1) o Simbolismo opôs-se ao Parnasianismo e ao Naturalismo, enquanto valorizava a realidade subjetiva, metafísica, espiritual. 2-2) Cruz e Souza foi um dos poucos autores simbolistas do Brasil e, talvez, o mais representativo. Possuía em comum com os parnasianos o apuro formal. 3-3) a musicalidade não é uma das características dos poetas simbolistas, que praticaram o verso livre. 4-4) os poetas simbolistas criavam cenários espiritualizados que sugeriam dimensões estranhas à realidade.

4 09. Os romancistas de 30 (romance regional) aprofundam as contradições existentes na sociedade e radicalizam-se ideologicamente. Não praticam um regionalismo pitoresco e, sim, um regionalismo crítico. Contudo Jorge Amado tem uma trajetória diferente, conforme se afirma nas proposições abaixo. 0-0) Em uma primeira fase, descreveu a realidade a partir da visão dos camponeses, em Cacau (1933). 1-1) Descreveu, ainda nesta fase, as crises da classe patriarcal em Terras do Sem Fim (1942). 2-2) Continua, ainda na primeira fase (regionalismo crítico), narrando as mazelas da cidade, os marginais e os grupos revolucionários em Jubiabá (1935) e Capitães de Areia (1937). 3-3) Inicia, com Gabriela Cravo e Canela (1958) uma segunda fase, diferente, quase um realismo pitoresco, folclórico e desengajado, abandonando o radicalismo político e criando figuras femininas inesquecíveis: D. Flor, Tieta, Teresa Batista. 4-4) Em toda a sua obra, a narrativa tem um tom quase naturalista, onde a realidade é descrita em linguagem ora lírica ora feroz, transcrevendo a fala popular, perpassada por vezes com uma ironia não encontrada na primeira fase Sobre a literatura transplantada pela colonização portuguesa, podemos afirmar que: 0-0) o Barroco foi introduzido no Brasil pelos Jesuítas, no século XVI, junto com a atividade de catequizar os índios. 1-1) a partir do século XVII, dissemina-se nos grandes centros de produção açucareira principalmente Bahia e Pernambuco. 2-2) são autores do Barroco: Pe. Antonio Vieira, Gregório de Matos e Cláudio Manoel da Costa. 3-3) em Gregório de Matos, aguça-se a oscilação da alma barroca entre o mundo terreno e a perspectiva de salvação. Esse autor deixou uma obra poética vasta e desigual, onde ressaltava como tema o amor, a religiosidade e a sátira à vida colonial. 4-4) apesar de estar mais próximo da Literatura Portuguesa do que da Brasileira, Pe. Antonio Vieira (português de nascimento) é considerado autor brasileiro. Mistura em sua obra, Os Sermões, medievalismo, messianismo, idéias avançadas e preocupação pelos costumes da sociedade colonial que se formava. 11. O que antes representava, no Barroco e no Romantismo, os estágios de apropriação e de posse da realidade, evolui no Modernismo para um estágio de reflexão sobre a realidade. Afonso Ávila. Comparando-se a linguagem do Modernismo à linguagem dos dois movimentos acima citados, podemos afirmar: 0-0) no Barroco, houve apropriação da linguagem literária já existente em Portugal. 1-1) no Romantismo brasileiro, deu-se a adoção definitiva da língua portuguesa na expressão literária. 2-2) no Modernismo, houve um passo além, com o que se percebe como uma reflexão sobre a linguagem; 3-3) o Modernismo consagrou-se pela busca de uma linguagem de vanguarda que atendia a apelos sociais, políticos e culturais de então; 4-4) o Modernismo apresentou, em sua linguagem, respostas positivas à tradição cultural conservadora para corresponder à expressão artística nacional. 12. No teatro contemporâneo brasileiro, destacam-se as figuras de Dias Gomes e Ariano Suassuna. Sobre suas obras, analise as proposições abaixo. 0-0) Dias Gomes consagrou-se com O Pagador de Promessas, embora tenha escrito obras anteriores como O Santo Inquérito. 1-1) Nas obras do autor citado na proposição acima, muitas delas escritas para a televisão, e outras reescritas como seriado, (O Bem Amado), sua narração expõe o drama humano com linguagem acessível, em que se misturam os tons de tragédia e de farsa. 2-2) O aspecto político, nas peças de Dias Gomes, denuncia o fanatismo religioso e a exploração social; embora passadas em épocas diferentes, essas peças, como O Santo Inquérito, podem ter uma leitura atualizada. 3-3) Ariano Suassuna foi buscar nas fontes populares, no cordel, os motivos de sua dramaturgia. 4-4) A principal peça que Suassuna escreveu, O Auto do Frade, tem dimensão de farsa, onde a religiosidade é tratada com irreverência. 13. Minhas mãos ainda estão molhadas do azul das ondas entreabertas e a cor que escorre dos meus dedos colore as areias desertas. Cecília Meireles Sobre a poesia de Cecília Meireles, cujo centenário se comemora este ano, analise as proposições abaixo. 0-0) Com a linguagem requintada que caracteriza toda a sua obra, aborda com desenvoltura o cotidiano e o prosaico. 1-1) Em sua obra, critica o mundo rural, o universo primitivo, distante do progresso, da civilização mecânica e industrial. 2-2) Sua poesia tem um caráter passadista e pouco inovador, não obstante a fineza dos sentimentos, das imagens e da capacidade sugestiva. 3-3) A estrofe acima revela um dos tópicos dominantes na poesia de Cecília Meireles: a percepção sensorial do mundo. 4-4) Sua poética é condizente com o conceito de linguagem feminina da época, pois é delicada, intimista e subjetiva.

5 14. Enfim, chegou a hora da encomendação e da partida. (...) Muitos homens choravam também, as mulheres todas. Só Capitu, amparando a viúva, parecia vencer-se a si mesma. Consolava a outra, queria arrancá-la dali. A confusão era geral. No meio dela, Capitu olhou alguns instantes para o cadáver tão fixa, tão apaixonadamente fixa, que não admira lhe saltassem algumas lágrimas poucas e caladas. (Dom Casmurro) Sobre Machado de Assis e sua obra, analise as afirmações seguintes. 0-0) Mesmo em sua fase dita romântica, não fez uma simples apologia da paixão amorosa como único motor da conduta dos personagens. 1-1) Em Dom Casmurro, o velho tema do triângulo amoroso aparece, como também em outras obras-primas machadianas. Algumas delas deixam vir à tona os diversos interesses de posição, prestígio e dinheiro. 2-2) Como se pode constatar no trecho acima, Machado ainda guardava certas concepções românticas, que traduziam seu apego ao ideal de um amor eterno e de uma mulher visualizada como musa inspiradora. 3-3) Em Dom Casmurro, Machado fornece ao leitor provas cabais do adultério de Capitu, principalmente na cena em que ela chora desesperadamente sobre o cadáver de Escobar. 4-4) Percebe-se na obra machadiana um gosto pela observação psicológica, propensão à análise de costumes e uma ironia associada a uma visão pessimista do ser humano. Texto Há quem ouça, certas noites de chuva, gritos de guerra, rumores de luta, ruído de espadas, umas se chocando com as outras, armas retinindo pelas ladeiras. É que Olinda teve como poucos burgos da América, seus dias heróicos. (Gilberto Freyre; Olinda Guia Prático, Histórico e Sentimental.) Quisera ver-te no passado, Olinda Quando ainda eras cheia de ilusões Para contemplar a tua paisagem Para olhar teus mares, ver teus coqueirais. (Capiba) 15. Considerando esses textos e seus autores, analise as proposições abaixo. 0-0) O ponto de contato entre ambos os textos é o tema: evocação do passado de Olinda. 1-1) A diferença entre ambos os textos está no tratamento dos temas e nos objetivos. O texto de Freyre tem objetivos informativos e o de Capiba tem objetivos estéticos e lúdicos. 2-2) A interpretação sociológica freyriana levou em conta todos os aspectos culturais da sociedade nordestina: lendas, religião, língua, culinária e tudo que constitui o cotidiano de um povo. 3-3) No primeiro fragmento acima, Freyre focaliza aspectos concretos de lutas, identificando episódios da história pernambucana. 4-4) Os textos de Freyre eram escritos numa linguagem científica, com a terminologia especializada da sociologia, de difícil acesso ao grande público. Texto 1 Que lembrança darei ao país que me deu Tudo que lembro e sei, tudo quanto senti? (Carlos Drummond de Andrade) Texto 2 Ama com fé e orgulho a terra em que nasceste, criança, não verás nenhum país como este. (Olavo Bilac) Texto 3 Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá, as aves que aqui gorjeiam não gorjeiam como lá. Texto 4 (Gonçalves Dias) Eu sou aquele, que os passados anos cantei na minha lira maldizente torpezas do Brasil, vícios e enganos (Gregório de Matos) Texto 5 São Paulo, comoção de minha vida! (Mário de Andrade) 16. Os textos marcam formas diferentes de autores e movimentos literários abordarem sua terra natal. 0-0) Em Drummond, surgem os elementos estéticos do Modernismo, junto com a reflexão sobre a vida, relacionando o social com o pessoal. 1-1) Em Bilac, parnasiano, o patriotismo exacerbado está presente nos versos, que apresentam, ainda, caráter persuasivo. 2-2) Em Gonçalves Dias, a terra natal é idealizada pela distância no exílio e modificada pelo mito da nacionalidade introduzido pelo Romantismo. 3-3) Em Gregório de Matos, o Brasil colonial e as características de seus habitantes são satirizados, exagerando-se os defeitos, dentro da estética neoclássica. 4-4) Em Mário de Andrade, figura central da Semana de 22, a louvação de São Paulo condiz com sua permanente emoção e envolvimento afetivo com os temas abordados, e com os preceitos estéticos modernistas.

6 Espanhol Recursos literarios Lo primero que cabe decir es que la descripción no es popular. Los cuentos tradicionales, los recogidos por los hermanos Grimm y otros románticos, poco se detienen en los rasgos de los personajes. De Pulgarcito sabemos que era pequeño; de Caperucita Roja, que llevaba en la cabeza un pañuelo colorado; de la Bella Durmiente, que era guapa y dormilona. Son, realmente, descripciones de Perogrullo, que no van más allá de lo que ya se expresa en el nombre, y que respondían, en la época en que los cuentos únicamente se contaban, a la actitud de los oyentes que, aplicando lo que Jakobson llamó censura creativa, obligaban al intérprete a saltarse cualquier dilación. Los lectores populares hodiernos no se diferencian de aquellos que se reunían a escuchar historias en una plaza o al amor de la lumbre. Tampoco ellos quieren descripciones. Quieren, al contrario, lo más dulce de la narración, lo más fácil y agradable de tragar: la acción, entendida ésta en su sentido más general, incluyendo los diálogos y el mecanismo del qué pasará después? Sólo que la ausencia de descripciones se compensa ahora con dibujos. En el terreno de los libros para mayores, recordemos aquello de era un hombre de siete pies de alto que venía de Montana y que siempre llevaba el sombrero ladeado. Insisto: la descripción no es un recurso literario popular. A los niños no les gusta nada; a los mayores, muy poco. De ahí que su utilización implique siempre, por parte del escritor, el anhelo de ir más lejos, de luchar por lo difícil, por lo mejor, lo más profundo y significativo; de ahí que sus extremos valedores hayan sido los que podríamos llamar intelectuales de la literatura como Alain Robbe-Grillet y sus compañeros de nouveau roman. Un escritor que, en el lado opuesto y siguiendo las pautas de la tradición oral, sólo pretenda entretener y llegar a mucha gente, abominará de ellos, y citará a cien buenos escritores, entre otros a Stevenson, para afirmar que en cualquier caso, una narración debe tener ligereza y encanto, o que principalmente, debe contar bien una historia sin aburrir al lector ; pero los primeros no cederán, y así quedará de nuevo abierta una discusión que viene desde los inicios de la literatura, la nuestra, donde confluyen una vía aficionada a las descripciones que podría denominarse, con Erich Auerbach, homérica y otra dinámica la vía bíblica. Pero caerán muchos chaparrones, y la discusión la irán ganando los que acierten a combinar bien descripción y fluidez; todo lo que cabe en un libro, que es mucho, muchísimo, y muy difícil de conseguir. Relato del escritor Bernardo Atxaga (adaptado de El Ciervo, mayo de 2001) 17. Descripciones de Perogrullo (8-9) son: (NOTA. Perogrullo es un vocablo compuesto de Pero, apelativo de Pedro, y de grullo, que quiere decir paleto, persona ignorante. Cervantes y Quevedo aluden con frecuencia a este personaje imaginario, que se ha transformado en un tópico de uso frecuente en español.) 0-0) palabras que denotan orgullo. 1-1) expresiones indicadoras de autosuficiencia. 2-2) expresiones evidentes. 3-3) frases de gran plasticidad y contenido poético. 4-4) metáforas. 18. Saltarse cualquier dilación (14) significa: 0-0) evitar cualquier retraso. 1-1) matar la creatividad del intérprete. 2-2) soltar cualquier divagación. 3-3) omitir lo que retarde la acción. 4-4) superar lo que detenga la narrativa. 19. El sustantivo masculino plural dibujos (24) quiere decir: 0-0) divagaciones o ampliaciones de contenido cognitivo conceptual (léxico) o relacional (semántico). 1-1) connotaciones semánticas (accidentales). 2-2) denotaciones semánticas (esenciales). 3-3) comparaciones simbólicas, de índole alegórica. 4-4) figuras o imágenes. 20. Sus extremos valedores (33-34) es un sintagma nominal cuyo núcleo es valedores. Significa: 0-0) padrinos o protectores. 1-1) personas especialmente valientes. 2-2) personas de temperamento apasionado. 3-3) gente de gran valor. 4-4) personas que amparan o ayudan. 21. Aburrir al lector (44) es: 0-0) hastiarlo. 1-1) enojarlo, llevarlo a que se enfade. 2-2) cansarlo. 3-3) conseguir que monte en cólera. 4-4) provocar su ira. 22. El sustantivo chaparrones (51) debe interpretarse en el sentido de: 0-0) figuras emblemáticas de la literatura. 1-1) nieve. 2-2) precipitaciones pluviométricas copiosas, de corta duración. 3-3) lluvia. 4-4) chicarrones, personas de gran prestigio en el campo de las letras, aparentemente inamovibles. 23. Una lectura atenta del texto indica que caerán muchos chaparrones (50-51) debe interpretarse así: 0-0) una gran cantidad de personas importantes de la literatura sucumbirá. 1-1) morirán figuras emblemáticas del mundo de las letras. 2-2) escritores que se consideran inamovibles acabarán cediendo. 3-3) pasará el tiempo, ocurrirán muchas cosas. 4-4) nadie escapa al destino.

7 24. El escritor Bernardo Atxaga afirma en el artículo Recursos literarios que: 0-0) unos escritores prefieren las descripciones y otros la acción. 1-1) a los niños les encantan las descripciones. 2-2) la técnica de la descripción es muy popular. 3-3) la técnica descriptiva no supone un gran esfuerzo por parte del autor. 4-4) en el futuro, triunfarán los escritores que consigan coadunar la vía homérica con la vía bíblica. 25. Según el artículo de Bernardo Atxaga: 0-0) los lectores de hoy día son muy diferentes de los de antaño. 1-1) los escritores que pretendan alcanzar gran popularidad deberán ser meticulosos y detallistas. 2-2) los lectores populares de hoy quieren acción. 3-3) las descripciones son inútiles. 4-4) a los lectores populares de hoy les gustan las narraciones agradables. 26. A lo largo del texto, encontramos algunos sintagmas que desempeñan funciones semejantes:...que (...) obligaban al intérprete... (8-14); Un escritor (...) citará a cien buenos escritores (37-41). Los vocablos subrayados van precedidos de la preposición a porque se trata de complementos: 0-0) indirectos, referidos a personas. 1-1) circunstanciales. 2-2) directos, referidos a personas. 3-3) complementos agentes. 4-4) el primero, directo; el segundo, indirecto. 27. Caerán (50) es la tercera persona del plural del futuro de indicativo del verbo caer. Tras el estudio de su paradigma, podemos afirmar que: 0-0) caigo es la primera persona del singular del presente de indicativo. 1-1) habían caído es la tercera persona del plural del pretérito imperfecto de indicativo. 2-2) caió es la tercera persona del singular del pretérito indefinido o pretérito perfecto simple del indicativo. 3-3) cairíamos es la primera persona del plural del condicional o pospretérito de indicativo. 4-4) cayendo es el gerundio. 28. A los niños no les gusta (29) es una construcción pronominal típicamente española. Juzgue las siguientes realizaciones: 0-0) A mí no me gusta los bombones. 1-1) A nosotros no nos gusta el vino. 2-2) A vosotros no os gusta las películas de terror. 3-3) A ti no te gustan los mariscos. 4-4) A ellos no les gustan la paella. 29. En el texto encontramos algunos adjetivos determinativos, que debemos clasificar así: 0-0) cualquier dilación (14), indefinido. 1-1) siete pies (26), numeral. 2-2) mucha gente (39), adverbial. 3-3) sus compañeros (36), posesivo. 4-4) entendida ésta (20), demostrativo. 30. La acentuación española se rige por reglas generales bastante sencillas: reciben tilde las palabras agudas terminadas en s ó n; las graves o llanas no terminadas en s ó n; y todas las esdrújulas y sobreesdrújulas; además, los monosílabos no se acentúan. Cómo se explican, entonces, las siguientes grafías del texto? 0-0) Más (9) lleva acento porque es adverbio, para que no se confunda con la conjunción adversativa (Estoy cansado, mas jugaré.). 1-1) Ésta (20) lleva acento porque es pronombre, para que no se confunda con el adjetivo determinativo (Esta niña es muy inteligente.). 2-2) Qué (22) lleva acento porque es un pronombre interrogativo, para que no se confunda con el pronombre relativo (El alumno que quiera puede salir.) y con la conjunción (Creo que viene.). 3-3) Sólo (38) lleva acento porque es adverbio, para que no se confunda con el adjetivo (Iré yo solo.). 4-4) Vía (47) lleva acento para marcar la presencia de un hiato por medio de la destrucción del diptongo. 31. Las palabras muy y mucho son adverbios cuando determinan a los verbos, a los adjetivos o a otros adverbios; adjetivos, cuando determinan a los nombres y pronombres, cuando sustituyen a estos últimos. Según lo dicho: 0-0) muy poco (30) es un adverbio. 1-1) mucha gente (39) es un adjetivo determinativo indefinido. 2-2) muchos chaparrones (50-51) es un adjetivo determinativo posesivo. 3-3) mucho (53) es un pronombre indefinido. 4-4) muy difícil (54) es un adjetivo relativo. 32. Finalmente, según Recursos literarios: 0-0) Bernardo Atxaga es un enemigo acérrimo de las descripciones. Sólo le gustan los textos ligeros y que fluyan. 1-1) A Bernardo Atxaga le encanta la acción, abomina las descripciones detallistas y todo aquello que retrase o complique los acontecimientos. 2-2) Bernardo Atxaga contrasta la descripción y fluidez literarias y se muestra partidario de un uso equilibrado de ambas. 3-3) Bernardo Atxaga pondera los rasgos distintivos de la descripción y fluidez literarias y concluye con una fórmula conciliatoria. 4-4) Bernardo Atxaga presenta y compara las vías literarias homérica y bíblica y finaliza subrayando la dificultad que supone coadunarlas.

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