Hans Kelsen. Prof. Nogueira. O que é Justiça?

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Hans Kelsen. Prof. Nogueira. O que é Justiça?"

Transcrição

1 Hans Kelsen Prof. Nogueira O que é Justiça?

2 Biografia Básica Austríaco Judeu

3 Biografia Básica 1 ed. Teoria Pura do Direito 1934 O que é Justiça? ed. Teoria Pura do Direito 1960

4 Histórico Revolução francesa. Liberdade, igualdade e fraternidade. Segurança jurídica.

5 Positivismo Comte ( ) Leis escritas? O Direito é uma ciência?

6 Positivismo Reformulação do Conceito de Direito: Direito => Lei Tornar a Teoria do Direito uma verdadeira ciência.

7 Positivismo Não há nada acima da lei que funcione como parâmetro de justiça: Metafísica Jusnaturalismo (natural, divina ou racional)

8 Kelsen e o Positivismo Escola normativista positivismo xiita formalismo exacerbado

9 1. O Direito e o Tema da Justiça Justiça felicidade. Felicidade sentimento subjetivo individual. A felicidade da justiça satisfação de necessidades reconhecidas socialmente

10 1.1 A Concepção Platônica de Justiça Bem absoluto Deus. Justiça metafísica. Dialética.

11 1.2 A Doutrina da Justiça em Aristóteles Justiça como virtude moral Tentativa de criar um método racional. Ética da virtude. Virtude meio-termo entre dois extremos (mesótes). Tautologia.

12 1.2 A Doutrina da Justiça em Aristóteles Os critérios de legitimidade e da igualdade Injusto ilegal, desigual ou parcial. Legitimidade mais amplo conformidade com o Direito. Igualdade mais restrito - (justiça corretiva e distributiva).

13 1.3.2 Direito Natural e Ciência Tanto o tipo racionalista quanto o metafísico (de justiça) estão representados no Direito Natural. Direito Natural sofisma ciência

14 2.11 Teoria Pura do Direito Purificada: - Filosofia (valor / juízo axiológico) - Sociologia - Política

15 2.11 Teoria Pura do Direito Método: Ciência Natural

16 2.11 Teoria Pura do Direito Elevar a Jurisprudência à altura de uma legítima ciência (do espírito) Objetividade e exatidão Ciência Social sem interferência

17 2.11 Teoria Pura do Direito Teoria do Direito Positivo

18 Direito e Valor Conduta que corresponde à norma-> valor positivo Conduta que contraria a norma-> valor negativo A norma é a medida para a valoração da conduta real

19 TPD e Jurisprudência Analítica A Jurisprudência analítica deve possuir a mesma orientação da Teoria Pura do Direito Jurisprudência Analítica = Ciência do Direito Trata-se de analisar APENAS o Direito Positivo Fundamentação na ordem jurídica positiva

20 Direito como Técnica Social Específica Função: motivar a conduta social recíproca Abstenção de certos atos (considerados nocivos) Promoção de certos atos (considerados úteis)

21 A Validade do Direito Positivo As normas jurídicas não são válidas por seus conteúdos Ato especial de criação Costume, ato constituinte ou autoridades legislativas norma fundamental (hipotética)

22 A Validade do Direito Positivo Norma fundamental: ponto de partida do processo de criação do direito positivo fato fundamental da criação jurídica

23 A Validade do Direito Positivo O fundamento da validade do direito positivo e de suas normas: Produção das normas de acordo com a norma fundamental

24 Causalidade, Retribuição e Imputação Causalidade-> quando A é; B também é. Quando o metal é aquecido, dilata-se. Relação natural / causaefeito. Lei natural.

25 Causalidade, Retribuição e Imputação Retribuição-> causa e efeito aplicado às relações humanas: conduta não reta = punição conduta reta = prêmio

26 Causalidade, Retribuição e Imputação A relação entre coisas (natural) é determinada independentemente da vontade humana não são determinadas por normas. Imputação-> quando A é; B deve ser quando alguém comete um crime, deve ser punido. Relação normativa. Lei jurídica (humana) e não natural.

27 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Justiça: Teoria do Valor Mesma metodologia Teoria do Direito

28 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Cientificidade = não atribuição de valor Descreve todos os possíveis valores de justiça Não propõe nenhum como preferível

29 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD A justiça absoluta não é cognoscível pela razão humana

30 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Identificar Enumerar Criticar Os princípios que originaram as normas de justiça

31 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Normas de Justiça Suum cuique dar a cada um o que é seu. A regra de ouro não faças aos outros o que não quereis que façam a ti.

32 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Normas de Justiça Imperativo categórico de Kant Age sempre de tal modo que a máxima do teu agir posso por ti ser querida como lei universal. O meio-termo aristotélico meio termo entre dois vícios opostos.

33 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Retribuição. Normas de Justiça Equivalência entre prestação e contraprestação.

34 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Normas de Justiça Amor ao próximo. Justiça em Platão. Justiça divina.

35 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Da existência da necessidade, não se pode concluir a possibilidade de satisfação pelo conhecimento racional

36 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Justiça qualidade ou atributo que pode ser afirmado de diferentes objetos A qualidade justiça se aplica ao indivíduo face a sua exteriorização (conduta) Conduta social

37 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Conduta social: Justa quando corresponde à norma que prescreve essa conduta Injusta quando não corresponde

38 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Norma de justiça - moral Norma de direito lei

39 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD

40 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Norma jurídica justa ou injusta = Conflito entre normas na visão do Direito Natural Toda norma válida constitui um valor Avaliação da norma através de outra norma Um valor valioso é um pleonasmo e um valor desvalioso, uma contradição

41 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD

42 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD O juízo de valor não pode incidir sobre normas A validade da norma positiva independe da norma de justiça

43 Direito Natural

44 Direito Natural VS TPD

45 Norma Fundamental

46 Norma Fundamental

47 Depois da 2ª Guerra Crítica: Teoria Pura do Direito legitima o nazismo? Resposta: criação da norma hipotética fundamental.

48 Depois da 2ª Guerra Crítica: Norma hipotética fundamental não é jusnaturalismo ou metafísica? Resposta: Não. Norma hipotética fundamental é norma hipotética fundamental.

49 Depois da 2ª Guerra Norma hipotética fundamental é pressuposta e não posta. Se existe a norma, ela não é hipotética fundamental.

50 Questões (2013)

51 Questões (2013)

52 Questões (2013)

53 Contato professornogueira.wordpress.com

Biografia Básica. Austríaco. Judeu

Biografia Básica. Austríaco. Judeu Biografia Básica 1881 1973 Austríaco Judeu Biografia Básica 1 ed. Teoria Pura do Direito 1934 O que é Justiça? 1957 2 ed. Teoria Pura do Direito 1960 Histórico Revolução francesa. Liberdade, igualdade

Leia mais

A HISTÓRIA DO PENSAMENTO JURÍDICO. Aula n.º 02

A HISTÓRIA DO PENSAMENTO JURÍDICO. Aula n.º 02 A HISTÓRIA DO PENSAMENTO JURÍDICO Aula n.º 02 A HISTÓRIA DO PENSAMENTO JURÍDICO Correntes de pensamento que tem o objetivo de explicar a origem do direito; Cada uma afirma que o direito provém de uma fonte

Leia mais

Prof. Talles D. Filosofia do Direito O Direito e o tema da Justiça

Prof. Talles D. Filosofia do Direito O Direito e o tema da Justiça Prof. Talles D. Filosofia do Direito O Direito e o tema da Justiça A concepção platônica da justiça Basicamente, Platão traz duas ideias de justiça: uma relacionada com a virtude (das pessoas e dos Estados),

Leia mais

22/08/2014. Tema 7: Ética e Filosofia. O Conceito de Ética. Profa. Ma. Mariciane Mores Nunes

22/08/2014. Tema 7: Ética e Filosofia. O Conceito de Ética. Profa. Ma. Mariciane Mores Nunes Tema 7: Ética e Filosofia Profa. Ma. Mariciane Mores Nunes O Conceito de Ética Ética: do grego ethikos. Significa comportamento. Investiga os sistemas morais. Busca fundamentar a moral. Quer explicitar

Leia mais

O NORMATIVISMO JURÍDICO DE HANS KELSEN: a norma jurídica como objeto da Ciência do Direito

O NORMATIVISMO JURÍDICO DE HANS KELSEN: a norma jurídica como objeto da Ciência do Direito O NORMATIVISMO JURÍDICO DE HANS KELSEN: a norma jurídica como objeto da Ciência do Direito Sulamita Crespo Carrilho Machado Professora Titular do Centro Universitário Newton Paiva Advogada RESUMO: Apresentação

Leia mais

1ª Fase PROVA OBJETIVA FILOSOFIA DO DIREITO

1ª Fase PROVA OBJETIVA FILOSOFIA DO DIREITO 1ª Fase PROVA OBJETIVA FILOSOFIA DO DIREITO P á g i n a 1 QUESTÃO 1 - Admitindo que a história da filosofia é uma sucessão de paradigmas, a ordem cronológica correta da sucessão dos paradigmas na história

Leia mais

Descomplicando a Filosofia do Direito

Descomplicando a Filosofia do Direito Bernardo Montalvão Resolução 75 do CNJ Descomplicando a Filosofia do Direito 2017 Descomplicando_Filosofia_Direito.indb 3 06/12/2016 11:00:36 Capítulo I A IDEIA DE DIREITO: A JUSTIÇA COMO IGUALDADE (JUSTIÇA

Leia mais

HANS KELSEN ( )

HANS KELSEN ( ) HANS KELSEN (1881-1973) TEORIA PURA DO DIREITO Contextualização: O Movimento para o Direito Livre estava em plena ascensão na Alemanha e parecia que o formalismo jurídico havia sido superado. A diversidade

Leia mais

Preocupações do pensamento. kantiano

Preocupações do pensamento. kantiano Kant Preocupações do pensamento Correntes filosóficas Racionalismo cartesiano Empirismo humeano kantiano Como é possível conhecer? Crítica da Razão Pura Como o Homem deve agir? Problema ético Crítica da

Leia mais

MORAL E ÉTICA. Consciência Moral: noção de bem e mal/certo e errado/justo e injusto.

MORAL E ÉTICA. Consciência Moral: noção de bem e mal/certo e errado/justo e injusto. MORAL E ÉTICA O homem é um ser dotado de senso moral. Consciência Moral: noção de bem e mal/certo e errado/justo e injusto. Senso moral se manifesta em sentimentos, atitudes, juízos de valor Moral vem

Leia mais

SISTEMAS JURÍDICOS NA VISÃO DE JUSFILÓSOFOS

SISTEMAS JURÍDICOS NA VISÃO DE JUSFILÓSOFOS SISTEMAS JURÍDICOS NA VISÃO DE JUSFILÓSOFOS Prof. Dr. João Carlos Medeiros de Aragão Currículo Lattes: Lattes.cnpq.br/49114444160 OBJETIVOS Objetiva-se apresentar a definição de Sistema Jurídico, com base

Leia mais

QUESTÕES DE FILOSOFIA DO DIREITO

QUESTÕES DE FILOSOFIA DO DIREITO QUESTÕES DE FILOSOFIA DO DIREITO QUESTÃO 1 Considere a seguinte afirmação de Aristóteles: Temos pois definido o justo e o injusto. Após distingui-los assim um do outro, é evidente que a ação justa é intermediária

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO ELEITORAL FADIVALE FILOSOFIA DO DIREITO

PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO ELEITORAL FADIVALE FILOSOFIA DO DIREITO PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO ELEITORAL FADIVALE FILOSOFIA DO DIREITO lugafap@yahoo.com.br jlgabriel.blogspot.com POSITIVISMO JURÍDICO: O NORMATIVISMO DE HANS KELSEN BITTAR e ALMEIDA, Curso de Filosofia do

Leia mais

Prof. Talles D. Filosofia do Direito. Filosofia, Ciência e Direito

Prof. Talles D. Filosofia do Direito. Filosofia, Ciência e Direito Prof. Talles D. Filosofia do Direito Filosofia, Ciência e Direito O termo Filosofia do Direito pode ser empregado em acepção lata, abrangente de todas as formas de indagação sobre o valor e a função das

Leia mais

Textos, filmes e outros materiais. Habilidades e Competências. Conteúdos/ Matéria. Categorias/ Questões. Tipo de aula. Semana

Textos, filmes e outros materiais. Habilidades e Competências. Conteúdos/ Matéria. Categorias/ Questões. Tipo de aula. Semana PLANO DE CURSO DISCIPLINA: FILOSOFIA DO DIREITO (CÓD.: ENEX 60110) ETAPA: 2ª TOTAL DE ENCONTROS: 15 SEMANAS Semana Conteúdos/ Matéria Categorias/ Questões Tipo de aula Habilidades e Competências Textos,

Leia mais

IMMANUEL KANT ( ) E O CRITICISMO

IMMANUEL KANT ( ) E O CRITICISMO AVISO: O conteúdo e o contexto das aulas referem-se aos pensamentos emitidos pelos próprios autores que foram interpretados por estudiosos dos temas RUBENS expostos. RAMIRO Todo JR exemplo (TODOS citado

Leia mais

NODARI, Paulo César. Sobre ética: Aristóteles, Kant e Levinas. Caxias do Sul: Educs, 2010

NODARI, Paulo César. Sobre ética: Aristóteles, Kant e Levinas. Caxias do Sul: Educs, 2010 NODARI, Paulo César. Sobre ética: Aristóteles, Kant e Levinas. Caxias do Sul: Educs, 2010 12 Daniel José Crocoli * A obra Sobre ética apresenta as diferentes formas de se pensar a dimensão ética, fazendo

Leia mais

1. Quanto às afirmações abaixo, marque a alternativa CORRETA : I O direito é autônomo, enquanto a moral é heterônoma.

1. Quanto às afirmações abaixo, marque a alternativa CORRETA : I O direito é autônomo, enquanto a moral é heterônoma. P á g i n a 1 PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA GERAL DO DIREITO 1. Quanto às afirmações abaixo, marque a alternativa CORRETA : I O direito é autônomo, enquanto a moral é heterônoma. II O valor jurídico

Leia mais

Prof. Talles D. Filosofia do Direito A Teoria da Norma Jurídica

Prof. Talles D. Filosofia do Direito A Teoria da Norma Jurídica Prof. Talles D. Filosofia do Direito A Teoria da Norma Jurídica Os pontos elencados são tópicos da obra de Norberto Bobbio, sempre presente nas provas dos concursos públicos, o que provavelmente se repetirá

Leia mais

A METAFÍSICA E A TEORIA DAS QUATRO CAUSAS

A METAFÍSICA E A TEORIA DAS QUATRO CAUSAS A METAFÍSICA E A TEORIA DAS QUATRO CAUSAS O que é a metafísica? É a investigação das causas primeiras de todas as coisas existentes e estuda o ser enquanto ser. É a ciência que serve de fundamento para

Leia mais

OBRA DA ÉPOCA MODERNA: FUNDAMENTAÇÃO DA METAFÍSICA DOS COSTUMES, DE KANT

OBRA DA ÉPOCA MODERNA: FUNDAMENTAÇÃO DA METAFÍSICA DOS COSTUMES, DE KANT Ano lectivo de 2004 / 2005 FILOSOFIA 12º ANO PLANIFICAÇÃO OBRA DA ÉPOCA MODERNA: FUNDAMENTAÇÃO DA METAFÍSICA DOS COSTUMES, DE KANT ESCOLA SECUNDÁRIA ALBERTO SAMPAIO 1 Ano lectivo de 2004 / 2005 FILOSOFIA

Leia mais

Prova Global Simulado 6º. Filosofia 2014/2 Devolutiva das questões

Prova Global Simulado 6º. Filosofia 2014/2 Devolutiva das questões Prova Global Simulado 6º. Filosofia 2014/2 Devolutiva das questões Questão nº 1 - Resposta B Justificativa: O amante do mito é de certo modo também um filósofo, uma vez que o mito se compõe de maravilhas

Leia mais

A ÉTICA NA HISTÓRIA DO PENSAMENTO

A ÉTICA NA HISTÓRIA DO PENSAMENTO SOFISTAS Acreditavam num relativismo moral. O ceticismo dos sofistas os levava a afirmar que, não existindo verdade absoluta, não poderiam existir valores que fossem validos universalmente. A moral variaria

Leia mais

O caminho moral em Kant: da transição da metafísica dos costumes para a crítica da razão prática pura

O caminho moral em Kant: da transição da metafísica dos costumes para a crítica da razão prática pura O caminho moral em Kant: da transição da metafísica dos costumes para a crítica da razão prática pura Jean Carlos Demboski * A questão moral em Immanuel Kant é referência para compreender as mudanças ocorridas

Leia mais

Filosofia (aula 20) Dimmy Chaar Prof. de Filosofia. SAE

Filosofia (aula 20) Dimmy Chaar Prof. de Filosofia. SAE Filosofia (aula 20) Prof. de Filosofia SAE leodcc@hotmail.com Teorias Éticas - Antropocentrismo; - Reflexão Filosófica; - Ascensão da Burguesia; - Surgimento do Capitalismo; - Visa tornar-se senhor da

Leia mais

INTRODUZINDO O PENSAMENTO DE HANS KELSEN. Renata Salgado Leme¹

INTRODUZINDO O PENSAMENTO DE HANS KELSEN. Renata Salgado Leme¹ INTRODUZINDO O PENSAMENTO DE HANS KELSEN Renata Salgado Leme¹ Advogada, professora das disciplinas Filosofia Jurídica e Direitos Humanos, Doutora em Filosofia e Teoria Geral do Direito/USP. Resumo: O artigo

Leia mais

Álvaro Luiz Montenegro Valls

Álvaro Luiz Montenegro Valls Álvaro Luiz Montenegro Valls Formação: -Doutorado em Filosofia (1981) Atuação profissional: - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, UNISINOS, Brasil. São Leopoldo - RS Linha de pesquisa: Sistemas éticos

Leia mais

Sumário. 1 Sobre a Filosofia, 1 A filosofia como tradição, 1 A filosofia como práxis, 5

Sumário. 1 Sobre a Filosofia, 1 A filosofia como tradição, 1 A filosofia como práxis, 5 Sumário Nota, xi 1 Sobre a Filosofia, 1 A filosofia como tradição, 1 A filosofia como práxis, 5 2 Sobre a Filosofia do Direito, 10 A especificidade da filosofia do direito, 11 Filosofia do direito e filosofia,

Leia mais

Unidade 04. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília

Unidade 04. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Unidade 04 Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Apresentar o período moderno da filosofia que contribuiu como base pré-científica para o desenvolvimento da Psicologia.

Leia mais

Sabrina Demozzi SOCIOLOGIA. 3- Auguste Comte

Sabrina Demozzi SOCIOLOGIA. 3- Auguste Comte Sabrina Demozzi SOCIOLOGIA 3- Auguste Comte - Os principais pressupostos do positivismo - Auguste Comte (1798-1857) - Características do pensamento Comtiano - Exercícios comentados Os principais pressupostos

Leia mais

CURSO PREPARATORIO PARA DEFENSORIA

CURSO PREPARATORIO PARA DEFENSORIA , CURSO PREPARATORIO PARA DEFENSORIA, PUBLICA - SP FILOSOFIA E SOCIOLOGIA PROF. NOGUEIRA METODOLOGIA Sete encontros 1 º encontro""? Sófocles, Platão e Aristóteles. 2º encontro""? Kelsen. 3º encontro""?

Leia mais

Clóvis de Barros Filho

Clóvis de Barros Filho Clóvis de Barros Filho Sugestão Formação: Doutor em Ciências da Comunicação pela USP (2002) Site: http://www.espacoetica.com.br/ Vídeos Produção acadêmica ÉTICA - Princípio Conjunto de conhecimentos (filosofia)

Leia mais

1. A IDEIA DA JUSTIÇA

1. A IDEIA DA JUSTIÇA Segurança x Justiça 1. A IDEIA DA JUSTIÇA O desejo de justiça tem acompanhado todas as civilizações, obviamente, através de diferentes concepções, até por que cada povo, cada época tem seu ideal próprio,

Leia mais

IMMANUEL KANT ( )

IMMANUEL KANT ( ) CONTEXTO HISTÓRICO Segunda metade do século XVIII época de transformações econômicas, sociais, políticas e cultural-ideológicas. A Revolução Industrial e a consolidação do Capitalismo. A Revolução Científica,

Leia mais

2.2 As dificuldades de conceituação da Ciência do Direito

2.2 As dificuldades de conceituação da Ciência do Direito 2.2 As dificuldades de conceituação da Ciência do Direito O termo ciência não é unívoco O debate está voltado à questão da metodologia, mas cada ciência tem a sua... Direito: ciência ou técnica pertencente

Leia mais

1ª Fase PROVA OBJETIVA TEORIA GERAL DO DIREITO

1ª Fase PROVA OBJETIVA TEORIA GERAL DO DIREITO 1ª Fase PROVA OBJETIVA TEORIA GERAL DO DIREITO QUESTÃO 1 - Sobre o positivismo é CORRETO dizer que: P á g i n a 1 A. Para o positivismo a teoria do direito deve ser caracterizada por propriedades valorativas,

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS EMENTAS DO CURSO DE FILOSOFIA Currículo Novo (a partir de 2010/1) NÍVEL I HISTÓRIA DA FILOSOFIA ANTIGA Reflexão acerca da transição do pensamento mítico ao filosófico. Estudo de problemas, conceitos e

Leia mais

Parte I Filosofia do Direito. Teoria Geral do Direito e da Política

Parte I Filosofia do Direito. Teoria Geral do Direito e da Política S u m á r i o Parte I Filosofia do Direito. Teoria Geral do Direito e da Política CAPÍTULO I Filosofia do Direito I: O Conceito de Justiça, O Conceito de Direito, Equidade, Direito e Moral...3 I. O conceito

Leia mais

Conceito de Moral. O conceito de moral está intimamente relacionado com a noção de valor

Conceito de Moral. O conceito de moral está intimamente relacionado com a noção de valor Ética e Moral Conceito de Moral Normas Morais e normas jurídicas Conceito de Ética Macroética e Ética aplicada Vídeo: Direitos e responsabilidades Teoria Exercícios Conceito de Moral A palavra Moral deriva

Leia mais

Kant e a Razão Crítica

Kant e a Razão Crítica Kant e a Razão Crítica Kant e a Razão Crítica 1. Autonomia da vontade é aquela sua propriedade graças à qual ela é para si mesma a sua lei (independentemente da natureza dos objetos do querer). O princípio

Leia mais

Direito, Justiça, Virtude Moral & Razão: Reflexões

Direito, Justiça, Virtude Moral & Razão: Reflexões Direito, Justiça, Virtude Moral & Razão: Reflexões Maria de Assis Straseio * A obra do professor Moacyr Motta da Silva trata, com objetividade, em linguagem científica, de temas de interesse de pesquisadores,

Leia mais

FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas ROTEIRO 17

FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas ROTEIRO 17 FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas ROTEIRO 17 Comparar a lei da Gravitação Universal e dos Movimentos com o conceito de causa e

Leia mais

Marcelo Gonçalves 2. Programa de Pós-Graduação em Direito Lato Sensu da Universidade de Passo Fundo 2

Marcelo Gonçalves 2. Programa de Pós-Graduação em Direito Lato Sensu da Universidade de Passo Fundo 2 A SUPERAÇÃO DA MORAL KANTIANA PELA TEORIA DO AGIR COMUNICATIVO DE HABERMAS 1 THE OVERCOMING OF KANTIAN MORALITY BY THE HABERMAS COMMUNICATIVE ACTION THEORY Marcelo Gonçalves 2 1 Programa de Pós-Graduação

Leia mais

A CIÊNCIA DO DIREITO TÉRCIO S. FERRAZ JR. PROF. NOGUEIRA

A CIÊNCIA DO DIREITO TÉRCIO S. FERRAZ JR. PROF. NOGUEIRA A CIÊNCIA DO DIREITO TÉRCIO S. FERRAZ JR. PROF. NOGUEIRA BIOGRAFIA 1964 Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. 1964 Faculdade de Ciências Sociais. 1968 Doutorado em Filosofia. 1970 Doutorado

Leia mais

PARTE I TEORIA GERAL DO ESTADO

PARTE I TEORIA GERAL DO ESTADO PARTE I TEORIA GERAL DO ESTADO 1. O Momento Histórico Atual e o Direito Político 1.1. As Grandes Transformações e o Fenômeno Político 1.2. A Intervenção Estatal e suas Contradições 1.3. Justificativas

Leia mais

Kant: Ética e Estética

Kant: Ética e Estética Kant: Ética e Estética 1. (UEM 2012) O filósofo Immanuel Kant (1724-1804) estabelece uma íntima relação entre a liberdade humana e sua capacidade de pensar autonomamente, ao afirmar: Esclarecimento é a

Leia mais

O. 8. BITTÇ~R EDU~RDO. Curso de Etica Jurídica. É ti c a geral e profissional. 12ª edição, revista, atualizada e modificada ..

O. 8. BITTÇ~R EDU~RDO. Curso de Etica Jurídica. É ti c a geral e profissional. 12ª edição, revista, atualizada e modificada .. EDU~RDO O. 8. BITTÇ~R "" Curso de Etica Jurídica É ti c a geral e profissional 12ª edição, revista, atualizada e modificada.. ~ o asaraiva SUMÁRIO Prefácio... 15 Apresentação... 19 PARTE I-Ética Geral

Leia mais

JURISPRUDÊNCIA DOS INTERESSES

JURISPRUDÊNCIA DOS INTERESSES JURISPRUDÊNCIA DOS INTERESSES Sequência da Jurisprudência Teleológica, de Jhering: Direito vinculado a um determinado fim desejado pela sociedade. Decisões judiciais: objetivam satisfazer as necessidades

Leia mais

Curso: Direito. Unidade Curricular: 2º Semestre Disciplina: Filosofia do Direito Turma: 2014/1

Curso: Direito. Unidade Curricular: 2º Semestre Disciplina: Filosofia do Direito Turma: 2014/1 UMC VILLA-LOBOS Curso: Direito PLANO DE AULA - PREVISTO Unidade Curricular: 2º Semestre Disciplina: Filosofia do Direito Turma: 2014/1 Tema: Verdade, Vontade e Consciência : conhecimento e moral no direito

Leia mais

Prof. Ricardo Torques

Prof. Ricardo Torques Revisão de Filosofia do Direito para o XXI Exame de Ordem Prof. Ricardo Torques www.fb.com/oabestrategia INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA FILOSOFIA CONCEITO GERAL DE FILOSOFIA: refletir e questionar o saber instituído,

Leia mais

A Liberdade e a Igualdade em Kant: fundamentos da cidadania. Sob a égide do Estado Democrático de Direito, instituído pela

A Liberdade e a Igualdade em Kant: fundamentos da cidadania. Sob a égide do Estado Democrático de Direito, instituído pela A Liberdade e a Igualdade em Kant: fundamentos da cidadania Simone Carneiro Carvalho I- Introdução Sob a égide do Estado Democrático de Direito, instituído pela Constituição da República de 1988, batizada

Leia mais

ÉTICA GERAL E PROFISSIONAL MÓDULO 2

ÉTICA GERAL E PROFISSIONAL MÓDULO 2 ÉTICA GERAL E PROFISSIONAL MÓDULO 2 Índice 1. Ética Geral...3 1.1 Conceito de ética... 3 1.2 O conceito de ética e sua relação com a moral... 4 2 1. ÉTICA GERAL 1.1 CONCEITO DE ÉTICA Etimologicamente,

Leia mais

Pensamento do século XIX

Pensamento do século XIX Pensamento do século XIX Século XIX Expansão do capitalismo e os novos ideais Considera-se a Revolução Francesa o marco inicial da época contemporânea. Junto com ela, propagaram-se os ideais de liberdade,

Leia mais

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA GERAL DO DIREITO

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA GERAL DO DIREITO PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA GERAL DO DIREITO P á g i n a 1 Questão 1. Hans Kelsen em sua obra Teoria Pura do Direito : I. Define a Teoria Pura do Direito como uma teoria do Direito positivo

Leia mais

Filosofia Iluminista. Profª Karina Oliveira Bezerra Unidade 01. Capítulo 04: p Unidade 08. Capítulo 05: pg

Filosofia Iluminista. Profª Karina Oliveira Bezerra Unidade 01. Capítulo 04: p Unidade 08. Capítulo 05: pg Filosofia Iluminista Profª Karina Oliveira Bezerra Unidade 01. Capítulo 04: p.57-58 Unidade 08. Capítulo 05: pg. 442-446 Filosofia da Ilustração ou Iluminismo (meados do século XVIII ao começo do século

Leia mais

Teorias éticas. Capítulo 20. GRÉCIA, SÉC. V a.c. PLATÃO ARISTÓTELES

Teorias éticas. Capítulo 20. GRÉCIA, SÉC. V a.c. PLATÃO ARISTÓTELES GRÉCIA, SÉC. V a.c. Reflexões éticas, com um viés político (da pólis) _ > como deve agir o cidadão? Nem todas as pessoas eram consideradas como cidadãos Reflexão metafísica: o que é a virtude? O que é

Leia mais

Índice ÍNDICE. Pág. Prefácio... 7 Plano da obra Abreviaturas Bibliografia Geral Parte I CONCEITO DE DIREITO

Índice ÍNDICE. Pág. Prefácio... 7 Plano da obra Abreviaturas Bibliografia Geral Parte I CONCEITO DE DIREITO Índice 609 ÍNDICE Pág. Prefácio... 7 Plano da obra... 11 Abreviaturas... 13 Bibliografia Geral... 15 Parte I CONCEITO DE DIREITO Capítulo 1 A vida do Homem em sociedade 1. Observações preliminares... 23

Leia mais

2 A Concepção Moral de Kant e o Conceito de Boa Vontade

2 A Concepção Moral de Kant e o Conceito de Boa Vontade O PRINCÍPIO MORAL NA ÉTICA KANTIANA: UMA INTRODUÇÃO Jaqueline Peglow Flavia Carvalho Chagas Universidade Federal de Pelotas 1 Introdução O presente trabalho tem como propósito analisar a proposta de Immanuel

Leia mais

ÉTICA e CONDUTA PROFISSIONAL

ÉTICA e CONDUTA PROFISSIONAL ÉTICA e CONDUTA PROFISSIONAL Introdução à Engenharia Civil Profª Mayara Custódio SOMOS SERES PASSIONAIS As paixões desequilibram nosso caráter... Paixões = emoções (ambição, vaidade, ódio...) Ética é a

Leia mais

Escritos de Max Weber

Escritos de Max Weber Escritos de Max Weber i) 1903-1906 - A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo (1ª parte, em 1904; 2ª parte em 1905; introdução redigida em 1920); - A objetividade do conhecimento nas Ciências Sociais

Leia mais

DATA: VALOR: 20 pontos NOTA: NOME COMPLETO:

DATA: VALOR: 20 pontos NOTA: NOME COMPLETO: DISCIPLINA: FILOSOFIA PROFESSOR: ENRIQUE MARCATTO DATA: VALOR: 20 pontos NOTA: NOME COMPLETO: ASSUNTO: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 3ª EM TURMA: Nº: I N S T R U Ç Õ E S 1. Esta atividade contém

Leia mais

INFORMAÇÃO-EXAME A NÍVEL DE ESCOLA FILOSOFIA 2017

INFORMAÇÃO-EXAME A NÍVEL DE ESCOLA FILOSOFIA 2017 INFORMAÇÃO-EXAME A NÍVEL DE ESCOLA FILOSOFIA 2017 PROVA 225 Cursos Científicos Humanísticos Artigo 20.º do Decreto- Lei n.º 3 / 2008, de 7 de janeiro 11.º Ano de Escolaridade Duração da Prova: 120 minutos

Leia mais

Kant e a Razão Crítica

Kant e a Razão Crítica Kant e a Razão Crítica Kant e a Razão Crítica 1. Leia o texto a seguir. Kant, mesmo que restrito à cidade de Königsberg, acompanhou os desdobramentos das Revoluções Americana e Francesa e foi levado a

Leia mais

A teoria do conhecimento

A teoria do conhecimento conhecimento 1 A filosofia se divide em três grandes campos de investigação. A teoria da ciência, a teoria dos valores e a concepção de universo. Esta última é na verdade a metafísica; a teoria dos valores

Leia mais

Jurisprudência dos Princípios

Jurisprudência dos Princípios António Cortês Professor da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa Jurisprudência dos Princípios Ensaio sobre os Fundamentos da Decisão Jurisdicional UNIVERSIDADE CATÓLICA EDITORA LISBOA

Leia mais

Moral e Direito. Moral e Direito. Filosofia Moral. Moral e Direito 09/03/2014. Do ser ao que deve-ser. Distinção entre Moral e Ética. Moral.

Moral e Direito. Moral e Direito. Filosofia Moral. Moral e Direito 09/03/2014. Do ser ao que deve-ser. Distinção entre Moral e Ética. Moral. Filosofia Moral Ética Do ser ao que deve-ser O homem é uma interseção entre dois mundos: o real e o ideal. Pela liberdade humana, os valores do mundo ideal podem atuar sobre o mundo real. Nicolai Hartmann

Leia mais

ÍNDICE SISTEMÁTICO. Abreviaturas e siglas usadas. Apresentação

ÍNDICE SISTEMÁTICO. Abreviaturas e siglas usadas. Apresentação ÍNDICE SISTEMÁTICO Abreviaturas e siglas usadas Apresentação Capítulo 1 Gênese do direito 1. Escola jusnaturalista ou do direito natural 1.1. Origem do jusnaturalismo 2. Escola teológica 2.1. Origem da

Leia mais

Direito e as Formas de Justiça DFD Professora Associada Elza Antonia P. Cunha Boiteux 1º semestre de 2013

Direito e as Formas de Justiça DFD Professora Associada Elza Antonia P. Cunha Boiteux  1º semestre de 2013 Direito e as Formas de Justiça DFD 5710-5 Professora Associada Elza Antonia P. Cunha Boiteux http://www.boiteux.com.br/dfd-5710/ 1º semestre de 2013 1ª. aula: 11/03/2013 distribuição de programa e grupos

Leia mais

CONCEPÇÕES ÉTICAS Mito, Tragédia e Filosofia

CONCEPÇÕES ÉTICAS Mito, Tragédia e Filosofia CONCEPÇÕES ÉTICAS Mito, Tragédia e Filosofia O que caracteriza a consciência mítica é a aceitação do destino: Os costumes dos ancestrais têm raízes no sobrenatural; As ações humanas são determinadas pelos

Leia mais

ÉTICA PROFISSIONAL e PROFISSIONALISMO

ÉTICA PROFISSIONAL e PROFISSIONALISMO Centro Federal de Educação Tecnológica SC Florianópolis 06 de outubro de 2008 ÉTICA PROFISSIONAL e PROFISSIONALISMO Professor Tito Sena MORAL CIÊNCIAS FILOSOFIA ÉTICA JUSTIÇA LIBERDADE ETIMOLOGIA ÉTICA

Leia mais

Aula Véspera UFU Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Uilson Fernandes Uberaba 16 Abril de 2015

Aula Véspera UFU Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Uilson Fernandes Uberaba 16 Abril de 2015 Aula Véspera UFU 2015 Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Uilson Fernandes Uberaba 16 Abril de 2015 NORTE DA AVALIAÇÃO O papel da Filosofia é estimular o espírito crítico, portanto, ela não pode

Leia mais

INFORMAÇÃO-PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA FILOSOFIA MAIO 2017 Prova: 161

INFORMAÇÃO-PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA FILOSOFIA MAIO 2017 Prova: 161 INFORMAÇÃO-PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA FILOSOFIA MAIO 2017 Prova: 161 Escrita 10.º e 11.º de Escolaridade (Portaria n.º 207/2008, de 25 de Fevereiro - Cursos Tecnológicos de informática; Contabilidade

Leia mais

Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta.

Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta. Teste Intermédio de Filosofia Teste Intermédio Filosofia Duração do Teste: 90 minutos 22.02.2011 10.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Utilize apenas caneta ou esferográfica

Leia mais

O Direito e o Pensamento Jurídico. Programa (versão provisória) Rui Pinto Duarte

O Direito e o Pensamento Jurídico. Programa (versão provisória) Rui Pinto Duarte O Direito e o Pensamento Jurídico Programa (versão provisória) Rui Pinto Duarte 2011/2012 1. Ideia Geral de Direito 1.1. Sentidos da palavra direito 1.2. Perspectivas sobre o direito; adopção de uma perspectiva

Leia mais

DOUTRINAS ÉTICAS FUNDAMENTAIS PROFA. ME. ÉRICA RIOS

DOUTRINAS ÉTICAS FUNDAMENTAIS PROFA. ME. ÉRICA RIOS DOUTRINAS ÉTICAS FUNDAMENTAIS PROFA. ME. ÉRICA RIOS ERICA.CARVALHO@UCSAL.BR Ética e História Como a Ética estuda a moral, ou seja, o comportamento humano, ela varia de acordo com seu objeto ao longo do

Leia mais

Informação-Exame Final Nível de Escola para N.E.E. Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro Prova de Filosofia 10º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 225 2015 -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Roteiro 16. Livre-arbítrio. FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas

Roteiro 16. Livre-arbítrio. FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas Roteiro 16 Livre-arbítrio FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas Correlacionar o conceito de livre-arbítrio ao de ética, moral, vontade,

Leia mais

Ética e gestão organizacional Aula 04. Virgílio Oliveira UFJF FACC

Ética e gestão organizacional Aula 04. Virgílio Oliveira UFJF FACC Aula 04 Virgílio Oliveira UFJF FACC 1 As fontes dos preceitos morais no presente A compreensão de nossos próprios preceitos morais requer: uma espécie de arqueologia das instituições sociais contemporâneas

Leia mais

Filosofia (Exame da ordem XIV) Prof. Nogueira

Filosofia (Exame da ordem XIV) Prof. Nogueira Filosofia (Exame da ordem XIV) Prof. Nogueira DEFINIÇÃO ETIMOLÓGICA Filo = amigo. Sofia = conhecimento. Visão de alguns grandes filósofos Platão A filosofia é um saber verdadeiro que deve ser usado em

Leia mais

ÉTICA E MORAL. O porquê de uma diferenciação? O porquê da indiferenciação? 1

ÉTICA E MORAL. O porquê de uma diferenciação? O porquê da indiferenciação? 1 ÉTICA E MORAL O porquê de uma diferenciação? O porquê da indiferenciação? 1 Ética e Moral são indiferenciáveis No dia-a-dia quando falamos tanto usamos o termo ética ou moral, sem os distinguirmos. Também

Leia mais

Historismo é revolução cultural e epistemológica produzida por. Guillermo Dilthey dentro da Escola Histórica Alemã por ele

Historismo é revolução cultural e epistemológica produzida por. Guillermo Dilthey dentro da Escola Histórica Alemã por ele Historismo é revolução cultural e epistemológica produzida por Guillermo Dilthey dentro da Escola Histórica Alemã por ele fundada com o lançamento em 1883 e na Alemanha de sua obra Einleitung in die Geisteswissenschaften

Leia mais

Filosofia 2016 INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA

Filosofia 2016 INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Filosofia 2016 Prova 161 - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Leia mais

Ficha de filosofia. A necessidade de fundamentação da moral Análise comparativa de duas perspectivas filosóficas. Fundamento e critérios da moralidade

Ficha de filosofia. A necessidade de fundamentação da moral Análise comparativa de duas perspectivas filosóficas. Fundamento e critérios da moralidade Ficha de filosofia A necessidade de fundamentação da moral Análise comparativa de duas perspectivas filosóficas Fundamento e critérios da moralidade Ética deontológica Ética consequencialista Respeito

Leia mais

O nascimento da Sociologia. Sociologia Profa. Ms. Maria Thereza Rímoli

O nascimento da Sociologia. Sociologia Profa. Ms. Maria Thereza Rímoli O nascimento da Sociologia Sociologia Profa. Ms. Maria Thereza Rímoli Avisos Horário de Bate Papo: terças-feiras, 17hs às 17hs:30 Atenção com o prazo de envio das respostas das atividades eletrônicas.

Leia mais

O ESTADO MODERNO COMO PROCESSO HISTÓRICO A formação do Estado na concepção dialética de Hegel

O ESTADO MODERNO COMO PROCESSO HISTÓRICO A formação do Estado na concepção dialética de Hegel 1 O ESTADO MODERNO COMO PROCESSO HISTÓRICO A formação do Estado na concepção dialética de Hegel ELINE LUQUE TEIXEIRA 1 eline.lt@hotmail.com Sumário:Introdução; 1. A dialética hegeliana; 2. A concepção

Leia mais

Pós-Graduação On-Line Tema: Validade, vigência, eficácia e interpretação no Direito Tributário

Pós-Graduação On-Line Tema: Validade, vigência, eficácia e interpretação no Direito Tributário Pós-Graduação On-Line Tema: Validade, vigência, eficácia e interpretação no Direito Tributário 1 Profa. Cecilia Priscila de Souza Mestre PUC/SP e Coordenadora IBET Roteiro Interpretativo 1. Bases metodológicas

Leia mais

Teorias da Conduta/Omissão

Teorias da Conduta/Omissão Teorias da Conduta/Omissão Teoria Normativa juizo post facto Teoria Finalista (Não) fazer com um fim a ser atingido (Johannes Welzel e Francisco Muñoz Conde) Dever/Poder de agir AUSÊNCIA DE CONDUTA - Movimentos

Leia mais

CEAP Curso de Direito Disciplina Introdução ao Direito. Aula 04. DIREITO NATURAL E DIREITO POSITIVO Prof. Milton Correa Filho

CEAP Curso de Direito Disciplina Introdução ao Direito. Aula 04. DIREITO NATURAL E DIREITO POSITIVO Prof. Milton Correa Filho CEAP Curso de Direito Disciplina Introdução ao Direito Aula 04 DIREITO NATURAL E DIREITO POSITIVO Prof. Milton Correa Filho 1.Motivação: O que é o que é (Gonzaguinha) -Dialógo de Antigona 2.Apresentação

Leia mais

SOCIOLOGIA PRINCIPAIS CORRENTES.

SOCIOLOGIA PRINCIPAIS CORRENTES. SOCIOLOGIA PRINCIPAIS CORRENTES Augusto Comte 1798-1 857 Lei dos três estados: 1ª) Explicação dos fenômenos através de forças comparáveis aos homens. 2ª) Invocação de entidades abstratas (natureza). 3ª)

Leia mais

A TEORIA DISCURSIVA DE JÜRGEN HABERMAS E SUA INFLUÊNCIA NA CIÊNCIA JURÍDICA

A TEORIA DISCURSIVA DE JÜRGEN HABERMAS E SUA INFLUÊNCIA NA CIÊNCIA JURÍDICA ANAIS - I Congresso Norte Mineiro de Direito Constitucional - Outubro de 2015 ISSN 2447-3251- Montes Claros, MG-p. 1 A TEORIA DISCURSIVA DE JÜRGEN HABERMAS E SUA INFLUÊNCIA NA CIÊNCIA JURÍDICA NOGUEIRA,

Leia mais

A JUSTIÇA DE ARISTÓTELES ÉTICA A NOCOMACO

A JUSTIÇA DE ARISTÓTELES ÉTICA A NOCOMACO SOBRE O AUTOR: Aristóteles foi um notável e inigualável filósofo, nasceu em 384 a.c., porém esse dado é duvidoso pois alguns acreditam ter nascido em 385 a.c. morreu em 322 a.c.. Nasceu em Estagira(Atualmente

Leia mais

Sumário. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO Wallace Ricardo Magri

Sumário. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO Wallace Ricardo Magri Sumário INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO Wallace Ricardo Magri Capítulo I Introdução Capítulo II Dogmática Jurídica Notas Preliminares Capítulo III Fontes do Direito Capítulo IV Lei Capítulo V Costume Capítulo

Leia mais

Exercícios de lógica -sensibilização

Exercícios de lógica -sensibilização Exercícios de lógica -sensibilização 1. Lógica matemática: Qual a lógica da seqüência dos números e quem é x? 2,4,4,6,5,4,4,4,4,x? 2. Charadas: lógica filosófica. Um homem olhava uma foto, e alguém lhe

Leia mais

SUMÁRIO 1. O CRIME DE TERRORISMO: UM OLHAR SOBRE A PUNIBILIDADE DOS ATOS PREPARATÓRIOS... 19

SUMÁRIO 1. O CRIME DE TERRORISMO: UM OLHAR SOBRE A PUNIBILIDADE DOS ATOS PREPARATÓRIOS... 19 SUMÁRIO 1. O CRIME DE TERRORISMO: UM OLHAR SOBRE A PUNIBILIDADE DOS ATOS PREPARATÓRIOS... 19 1. CONSIDERAÇÕES INTRODUTÓRIAS... 19 2. FUNDAMENTOS PUNITIVOS DOS DELITOS DE TERRORISMO: O BEM JURÍDICO TUTELADO...

Leia mais

Ética. Doutrinas Éticas. Doutrinas Éticas. Doutrina. Histórico da Ética. Prof. Luiz A. Nascimento

Ética. Doutrinas Éticas. Doutrinas Éticas. Doutrina. Histórico da Ética. Prof. Luiz A. Nascimento Ética Prof. Luiz A. Nascimento Doutrina Conjunto de princípios que servem de base a um sistema político, religioso, filosófico, científico, etc. A moral, propriamente dita, não é a doutrina que nos ensina

Leia mais

Filosofia Política Clássica

Filosofia Política Clássica Filosofia Política Clássica Antiguidade Clássica - Platão Platão - seres humanos são divididos em três almas ou princípios de atividades: alma desejante que busca a satisfação dos apetites do corpo; alma

Leia mais

161 FILOSOFIA Informação PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA

161 FILOSOFIA Informação PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 161 FILOSOFIA Informação PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Ano: 2013 10º e 11º anos 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova de equivalência à frequência da disciplina

Leia mais

MONTESQUIEU. Separação de poderes. Origens da teoria e sua aplicação na atualidade. Prof. Elson Junior

MONTESQUIEU. Separação de poderes. Origens da teoria e sua aplicação na atualidade. Prof. Elson Junior MONTESQUIEU Separação de poderes Origens da teoria e sua aplicação na atualidade Prof. Elson Junior Santo Antônio de Pádua, Maio de 2017 1. Primeiras ideias 1.1. Esclarecimentos iniciais Pela definição

Leia mais

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros CURSO CIENTÍFICO-HUMANÍSTICO SECUNDÁRIO Planificação Anual 2012-2013 FILOSOFIA

Leia mais

Disciplina: Filosofia Série: 10 Unidade: Primeira Content Area: Philosophy Grade 10 Quarter I

Disciplina: Filosofia Série: 10 Unidade: Primeira Content Area: Philosophy Grade 10 Quarter I Disciplina: Filosofia Série: 10 Unidade: Primeira Content Area: Philosophy Grade 10 Quarter I 1.1 1.2 1.3 Conhecimento filosófico, religioso, científico e senso comum. Filosofia e lógica. Milagre Grego.

Leia mais