Biografia Básica. Austríaco. Judeu

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Biografia Básica. Austríaco. Judeu"

Transcrição

1

2 Biografia Básica Austríaco Judeu

3 Biografia Básica 1 ed. Teoria Pura do Direito 1934 O que é Justiça? ed. Teoria Pura do Direito 1960

4 Histórico Revolução francesa. Liberdade, igualdade e fraternidade. Segurança jurídica.

5 Positivismo Comte ( ) Leis escritas? O Direito é uma ciência?

6 Positivismo Reformulação do Conceito de Direito: Direito => Lei Tornar a Teoria do Direito uma verdadeira ciência.

7 Positivismo Não há nada acima da lei que funcione como parâmetro de justiça: Metafísica Jusnaturalismo (natural, divina ou racional)

8 Kelsen e o Positivismo Escola normativista positivismo xiita formalismo exacerbado

9 2.11 Teoria Pura do Direito Purificada: - Filosofia (valor / juízo axiológico) - Sociologia - Política

10 2.11 Teoria Pura do Direito Método: Ciência Natural

11 2.11 Teoria Pura do Direito Elevar a Jurisprudência à altura de uma legítima ciência (do espírito) Objetividade e exatidão Ciência Social sem interferência

12 2.11 Teoria Pura do Direito Teoria do Direito Positivo

13 Direito e Valor Conduta que corresponde à norma-> valor positivo Conduta que contraria a norma-> valor negativo A norma é a medida para a valoração da conduta real

14 TPD e Jurisprudência Analítica A Jurisprudência analítica deve possuir a mesma orientação da Teoria Pura do Direito Jurisprudência Analítica = Ciência do Direito Trata-se de analisar APENAS o Direito Positivo Fundamentação na ordem jurídica positiva

15 Direito como Técnica Social Específica Função: motivar a conduta social recíproca Abstenção de certos atos (considerados nocivos) Promoção de certos atos (considerados úteis)

16 A Validade do Direito Positivo As normas jurídicas não são válidas por seus conteúdos Ato especial de criação Costume, ato constituinte ou autoridades legislativas norma fundamental (hipotética)

17 A Validade do Direito Positivo Norma fundamental: ponto de partida do processo de criação do direito positivo fato fundamental da criação jurídica

18 A Validade do Direito Positivo O fundamento da validade do direito positivo e de suas normas: Produção das normas de acordo com a norma fundamental

19 Causalidade, Retribuição e Imputação Causalidade-> quando A é; B também é. Quando o metal é aquecido, dilata-se. Relação natural / causaefeito. Lei natural.

20 Causalidade, Retribuição e Imputação Retribuição-> causa e efeito aplicado às relações humanas: conduta não reta = punição conduta reta = prêmio

21 Causalidade, Retribuição e Imputação A relação entre coisas (natural) é determinada independentemente da vontade humana não são determinadas por normas. Imputação-> quando A é; B deve ser quando alguém comete um crime, deve ser punido. Relação normativa. Lei jurídica (humana) e não natural.

22 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Justiça: Teoria do Valor Mesma metodologia Teoria do Direito

23 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Cientificidade = não atribuição de valor Descreve todos os possíveis valores de justiça Não propõe nenhum como preferível

24 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD A justiça absoluta não é cognoscível pela razão humana

25 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Identificar Enumerar Criticar Os princípios que originaram as normas de justiça

26 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Da existência da necessidade, não se pode concluir a possibilidade de satisfação pelo conhecimento racional

27 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Justiça qualidade ou atributo que pode ser afirmado de diferentes objetos A qualidade justiça se aplica ao indivíduo face a sua exteriorização (conduta) Conduta social

28 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Conduta social: Justa quando corresponde à norma que prescreve essa conduta Injusta quando não corresponde

29 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Norma de justiça - moral Norma de direito lei

30 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD Norma jurídica justa ou injusta = Conflito entre normas na visão do Direito Natural Toda norma válida constitui um valor Avaliação da norma através de outra norma Um valor valioso é um pleonasmo e um valor desvalioso, uma contradição

31 1.4 Direito, Estado e Justiça na TPD O juízo de valor não pode incidir sobre normas A validade da norma positiva independe da norma de justiça

32 Depois da 2ª Guerra Crítica: Teoria Pura do Direito legitima o nazismo? Resposta: criação da norma hipotética fundamental.

33 Depois da 2ª Guerra Crítica: Norma hipotética fundamental não é jusnaturalismo ou metafísica? Resposta: Não. Norma hipotética fundamental é norma hipotética fundamental.

34 Depois da 2ª Guerra Norma hipotética fundamental é pressuposta e não posta. Se existe a norma, ela não é hipotética fundamental.

35 Contato professornogueira.wordpress.com

Hans Kelsen. Prof. Nogueira. O que é Justiça?

Hans Kelsen. Prof. Nogueira. O que é Justiça? Hans Kelsen Prof. Nogueira O que é Justiça? Biografia Básica 1881 1973 Austríaco Judeu Biografia Básica 1 ed. Teoria Pura do Direito 1934 O que é Justiça? 1957 2 ed. Teoria Pura do Direito 1960 Histórico

Leia mais

A HISTÓRIA DO PENSAMENTO JURÍDICO. Aula n.º 02

A HISTÓRIA DO PENSAMENTO JURÍDICO. Aula n.º 02 A HISTÓRIA DO PENSAMENTO JURÍDICO Aula n.º 02 A HISTÓRIA DO PENSAMENTO JURÍDICO Correntes de pensamento que tem o objetivo de explicar a origem do direito; Cada uma afirma que o direito provém de uma fonte

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO ELEITORAL FADIVALE FILOSOFIA DO DIREITO

PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO ELEITORAL FADIVALE FILOSOFIA DO DIREITO PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO ELEITORAL FADIVALE FILOSOFIA DO DIREITO lugafap@yahoo.com.br jlgabriel.blogspot.com POSITIVISMO JURÍDICO: O NORMATIVISMO DE HANS KELSEN BITTAR e ALMEIDA, Curso de Filosofia do

Leia mais

HANS KELSEN ( )

HANS KELSEN ( ) HANS KELSEN (1881-1973) TEORIA PURA DO DIREITO Contextualização: O Movimento para o Direito Livre estava em plena ascensão na Alemanha e parecia que o formalismo jurídico havia sido superado. A diversidade

Leia mais

SISTEMAS JURÍDICOS NA VISÃO DE JUSFILÓSOFOS

SISTEMAS JURÍDICOS NA VISÃO DE JUSFILÓSOFOS SISTEMAS JURÍDICOS NA VISÃO DE JUSFILÓSOFOS Prof. Dr. João Carlos Medeiros de Aragão Currículo Lattes: Lattes.cnpq.br/49114444160 OBJETIVOS Objetiva-se apresentar a definição de Sistema Jurídico, com base

Leia mais

INTRODUZINDO O PENSAMENTO DE HANS KELSEN. Renata Salgado Leme¹

INTRODUZINDO O PENSAMENTO DE HANS KELSEN. Renata Salgado Leme¹ INTRODUZINDO O PENSAMENTO DE HANS KELSEN Renata Salgado Leme¹ Advogada, professora das disciplinas Filosofia Jurídica e Direitos Humanos, Doutora em Filosofia e Teoria Geral do Direito/USP. Resumo: O artigo

Leia mais

O NORMATIVISMO JURÍDICO DE HANS KELSEN: a norma jurídica como objeto da Ciência do Direito

O NORMATIVISMO JURÍDICO DE HANS KELSEN: a norma jurídica como objeto da Ciência do Direito O NORMATIVISMO JURÍDICO DE HANS KELSEN: a norma jurídica como objeto da Ciência do Direito Sulamita Crespo Carrilho Machado Professora Titular do Centro Universitário Newton Paiva Advogada RESUMO: Apresentação

Leia mais

1ª Fase PROVA OBJETIVA TEORIA GERAL DO DIREITO

1ª Fase PROVA OBJETIVA TEORIA GERAL DO DIREITO 1ª Fase PROVA OBJETIVA TEORIA GERAL DO DIREITO QUESTÃO 1 - Sobre o positivismo é CORRETO dizer que: P á g i n a 1 A. Para o positivismo a teoria do direito deve ser caracterizada por propriedades valorativas,

Leia mais

OBRA DA ÉPOCA MODERNA: FUNDAMENTAÇÃO DA METAFÍSICA DOS COSTUMES, DE KANT

OBRA DA ÉPOCA MODERNA: FUNDAMENTAÇÃO DA METAFÍSICA DOS COSTUMES, DE KANT Ano lectivo de 2004 / 2005 FILOSOFIA 12º ANO PLANIFICAÇÃO OBRA DA ÉPOCA MODERNA: FUNDAMENTAÇÃO DA METAFÍSICA DOS COSTUMES, DE KANT ESCOLA SECUNDÁRIA ALBERTO SAMPAIO 1 Ano lectivo de 2004 / 2005 FILOSOFIA

Leia mais

ÍNDICE SISTEMÁTICO. Abreviaturas e siglas usadas. Apresentação

ÍNDICE SISTEMÁTICO. Abreviaturas e siglas usadas. Apresentação ÍNDICE SISTEMÁTICO Abreviaturas e siglas usadas Apresentação Capítulo 1 Gênese do direito 1. Escola jusnaturalista ou do direito natural 1.1. Origem do jusnaturalismo 2. Escola teológica 2.1. Origem da

Leia mais

2.2 As dificuldades de conceituação da Ciência do Direito

2.2 As dificuldades de conceituação da Ciência do Direito 2.2 As dificuldades de conceituação da Ciência do Direito O termo ciência não é unívoco O debate está voltado à questão da metodologia, mas cada ciência tem a sua... Direito: ciência ou técnica pertencente

Leia mais

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA GERAL DO DIREITO

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA GERAL DO DIREITO PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA GERAL DO DIREITO P á g i n a 1 Questão 1. Hans Kelsen em sua obra Teoria Pura do Direito : I. Define a Teoria Pura do Direito como uma teoria do Direito positivo

Leia mais

O Direito e o Pensamento Jurídico. Programa (versão provisória) Rui Pinto Duarte

O Direito e o Pensamento Jurídico. Programa (versão provisória) Rui Pinto Duarte O Direito e o Pensamento Jurídico Programa (versão provisória) Rui Pinto Duarte 2011/2012 1. Ideia Geral de Direito 1.1. Sentidos da palavra direito 1.2. Perspectivas sobre o direito; adopção de uma perspectiva

Leia mais

Escritos de Max Weber

Escritos de Max Weber Escritos de Max Weber i) 1903-1906 - A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo (1ª parte, em 1904; 2ª parte em 1905; introdução redigida em 1920); - A objetividade do conhecimento nas Ciências Sociais

Leia mais

SOCIOLOGIA PRINCIPAIS CORRENTES.

SOCIOLOGIA PRINCIPAIS CORRENTES. SOCIOLOGIA PRINCIPAIS CORRENTES Augusto Comte 1798-1 857 Lei dos três estados: 1ª) Explicação dos fenômenos através de forças comparáveis aos homens. 2ª) Invocação de entidades abstratas (natureza). 3ª)

Leia mais

A teoria do conhecimento

A teoria do conhecimento conhecimento 1 A filosofia se divide em três grandes campos de investigação. A teoria da ciência, a teoria dos valores e a concepção de universo. Esta última é na verdade a metafísica; a teoria dos valores

Leia mais

Curso: Direito. Unidade Curricular: 2º Semestre Disciplina: Filosofia do Direito Turma: 2014/1

Curso: Direito. Unidade Curricular: 2º Semestre Disciplina: Filosofia do Direito Turma: 2014/1 UMC VILLA-LOBOS Curso: Direito PLANO DE AULA - PREVISTO Unidade Curricular: 2º Semestre Disciplina: Filosofia do Direito Turma: 2014/1 Tema: Verdade, Vontade e Consciência : conhecimento e moral no direito

Leia mais

TEORIA GERAL DOS DIREITOS HUMANOS

TEORIA GERAL DOS DIREITOS HUMANOS TEORIA GERAL DOS DIREITOS HUMANOS Aula 01 Apontar bases tecnológicas relacionadas VOCÊ CONCORDA COM ISSO? 1 CONTEXTUALIZAÇÃO O homem como ser social. O papel das organizações na vida em sociedade. As relações

Leia mais

3º ANO / PRÉVEST PROF. Abdulah

3º ANO / PRÉVEST PROF. Abdulah 3º ANO / PRÉVEST PROF. Abdulah QUEM FOI DURKHEIM? BIOGRAFIA Francês, nascido em Épinal, em 1858. Inaugurou o estudo da Sociologia. CONTEXTO / INFLUÊNCIAS Revolução Industrial / Neocolonialismo. Influenciado

Leia mais

O Positivismo de Augusto Comte. Professor Cesar Alberto Ranquetat Júnior

O Positivismo de Augusto Comte. Professor Cesar Alberto Ranquetat Júnior O Positivismo de Augusto Comte Professor Cesar Alberto Ranquetat Júnior Augusto Comte (1798-1857). Um dos pais fundadores da Sociologia. Obras principais: Curso de Filosofia Positiva. 6 volumes. (1830-1842).

Leia mais

MORAL E ÉTICA. Consciência Moral: noção de bem e mal/certo e errado/justo e injusto.

MORAL E ÉTICA. Consciência Moral: noção de bem e mal/certo e errado/justo e injusto. MORAL E ÉTICA O homem é um ser dotado de senso moral. Consciência Moral: noção de bem e mal/certo e errado/justo e injusto. Senso moral se manifesta em sentimentos, atitudes, juízos de valor Moral vem

Leia mais

Dignidade Humana e Justiça Social

Dignidade Humana e Justiça Social Dignidade Humana e Justiça Social Francisco José Vilas Bôas Neto Francisco José Vilas Bôas Neto Dignidade Humana e Justiça Social Belo Horizonte 2013 Lista de Siglas 1) CKTM Construtivismo Kantiano na

Leia mais

I Noções e Problemas Elementares

I Noções e Problemas Elementares Introdução ao Estudo do Direito I 1.º Ano Noite, 2015/ 2016 Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa PROGRAMA 1 I Noções e Problemas Elementares 1. Primeiros olhares; ideias geralmente associadas ao «direito»

Leia mais

Corrente de pensamento filosófico, sociológico e político Surgiu em meados do século XIX, na França Positivismo X Idealismo Primado da ciência único

Corrente de pensamento filosófico, sociológico e político Surgiu em meados do século XIX, na França Positivismo X Idealismo Primado da ciência único Corrente de pensamento filosófico, sociológico e político Surgiu em meados do século XIX, na França Positivismo X Idealismo Primado da ciência único método de conhecimento Concepções idealistas e espiritualistas:

Leia mais

TEORIA GERAL DO ERRO NO DIREITO PENAL

TEORIA GERAL DO ERRO NO DIREITO PENAL Sumário Nota explicativa da 6ª edição... 13 Parte I TEORIA GERAL DO ERRO NO DIREITO PENAL Considerações iniciais... 17 Capítulo I Erro de tipo... 23 1. Conceito... 23 2. Espécies de erro de tipo... 25

Leia mais

CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE

CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE As normas elaboradas pelo Poder Constituinte Originário são colocadas acima de todas as outras manifestações de direito. A própria Constituição Federal determina um procedimento

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LICENCIATURA EM FILOSOFIA 1º PERÍODO

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LICENCIATURA EM FILOSOFIA 1º PERÍODO EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LICENCIATURA EM FILOSOFIA 1º PERÍODO FIL02457 - FILOSOFIA POLÍTICA I (60 h, OBR) O homem e sua ação política. A noção de polis no pensamento grego antigo e seus desdobramentos

Leia mais

Marina de Neiva Borba Advogada e Mestranda em Bioética

Marina de Neiva Borba Advogada e Mestranda em Bioética Marina de Neiva Borba Advogada e Mestranda em Bioética marinaborba@globo.com 1ª PARTE: Filosofia e Ciência Nascimento da Filosofia e da Ciência Revolução Científica Cientificismo e Crise das Ciências Humanas

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Análise da perspectiva de Justiça na conjuntura do Liberalismo e do Comunitarismo Carolina Cunha dos Reis A possibilidade de fundamentação da ação política sobre os princípios éticos

Leia mais

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO PENAL PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO PENAL

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO PENAL PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO PENAL P á g i n a 1 PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO PENAL PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO PENAL 1. Sobre a teoria materialista/dialética da pena, pode-se afirmar: A) que a pena criminal representa

Leia mais

IMMANUEL KANT ( ) E O CRITICISMO

IMMANUEL KANT ( ) E O CRITICISMO AVISO: O conteúdo e o contexto das aulas referem-se aos pensamentos emitidos pelos próprios autores que foram interpretados por estudiosos dos temas RUBENS expostos. RAMIRO Todo JR exemplo (TODOS citado

Leia mais

Unidade 04. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília

Unidade 04. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Unidade 04 Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Apresentar o período moderno da filosofia que contribuiu como base pré-científica para o desenvolvimento da Psicologia.

Leia mais

MISAEL DUARTE A ANÁLISE DA OMISSÃO IMPRÓPRIA EM FACE DA ATUAÇÃO DO BOMBEIRO E AS CONSEQUÊNCIAS NA ESFERA CIVIL E PENAL

MISAEL DUARTE A ANÁLISE DA OMISSÃO IMPRÓPRIA EM FACE DA ATUAÇÃO DO BOMBEIRO E AS CONSEQUÊNCIAS NA ESFERA CIVIL E PENAL MISAEL DUARTE A ANÁLISE DA OMISSÃO IMPRÓPRIA EM FACE DA ATUAÇÃO DO BOMBEIRO E AS CONSEQUÊNCIAS NA ESFERA CIVIL E PENAL CURITIBA 2014 MISAEL DUARTE A ANÁLISE DA OMISSÃO IMPRÓPRIA EM FACE DA ATUAÇÃO DO BOMBEIRO

Leia mais

DIREITO, PSICOLOGIA E

DIREITO, PSICOLOGIA E DIREITO, PSICOLOGIA E COMPORTAMENTO 1. Breve Introdução à Filosofia do Direito 2. Interfaces entre Direito e Psicologia 3. Conceitos Básicos da AC do Direito 4. A Análise Econômica do Direito Seminário

Leia mais

TEORIA DO CONHECIMENTO Immanuel Kant ( )

TEORIA DO CONHECIMENTO Immanuel Kant ( ) TEORIA DO CONHECIMENTO Immanuel Kant (1724-1804) Obras de destaque da Filosofia Kantiana Epistemologia - Crítica da Razão Pura (1781) Prolegômenos e a toda a Metafísica Futura (1783) Ética - Crítica da

Leia mais

I Aspectos Gerais da Metodologia Jurídica

I Aspectos Gerais da Metodologia Jurídica Introdução ao Estudo do Direito II 1.º Ano Noite, 2016 Programa da disciplina I Aspectos Gerais da Metodologia Jurídica 1. Decisão do caso à luz da lei 1.1 A distinção entre «interpretação» e «aplicação»

Leia mais

O caminho moral em Kant: da transição da metafísica dos costumes para a crítica da razão prática pura

O caminho moral em Kant: da transição da metafísica dos costumes para a crítica da razão prática pura O caminho moral em Kant: da transição da metafísica dos costumes para a crítica da razão prática pura Jean Carlos Demboski * A questão moral em Immanuel Kant é referência para compreender as mudanças ocorridas

Leia mais

Sociologia 23/11/2015 PRODUÇÃO & MODELOS ECONÔMICOS TIPOS DE MODOS DE PRODUÇÃO

Sociologia 23/11/2015 PRODUÇÃO & MODELOS ECONÔMICOS TIPOS DE MODOS DE PRODUÇÃO Sociologia Professor Scherr PRODUÇÃO & MODELOS ECONÔMICOS TIPOS DE MODOS DE PRODUÇÃO Comunismo primitivo os homens se unem para enfrentar os desafios da natureza. Patriarcal domesticação de animais, uso

Leia mais

CEAP Curso de Direito Disciplina Introdução ao Direito. Aula 04. DIREITO NATURAL E DIREITO POSITIVO Prof. Milton Correa Filho

CEAP Curso de Direito Disciplina Introdução ao Direito. Aula 04. DIREITO NATURAL E DIREITO POSITIVO Prof. Milton Correa Filho CEAP Curso de Direito Disciplina Introdução ao Direito Aula 04 DIREITO NATURAL E DIREITO POSITIVO Prof. Milton Correa Filho 1.Motivação: O que é o que é (Gonzaguinha) -Dialógo de Antigona 2.Apresentação

Leia mais

IMMANUEL KANT ( )

IMMANUEL KANT ( ) CONTEXTO HISTÓRICO Segunda metade do século XVIII época de transformações econômicas, sociais, políticas e cultural-ideológicas. A Revolução Industrial e a consolidação do Capitalismo. A Revolução Científica,

Leia mais

Direito das Obrigações I DOCENTE CARGA HORÁRIA

Direito das Obrigações I DOCENTE CARGA HORÁRIA CURSO DISCIPLINA DIREITO Direito das Obrigações I DOCENTE PERÍODO CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS 2 P 80 h Conceitos gerais; Classificação das obrigações; Efeitos das obrigações; Extinção das obrigações

Leia mais

O CONHECIMENTO E SEUS NÍVEIS

O CONHECIMENTO E SEUS NÍVEIS O CONHECIMENTO E SEUS NÍVEIS 1. O CONHECIMENTO é uma relação que se estabelece entre o sujeito que conhece e o objeto conhecido. O sujeito que conhece se apropria, de certo modo, do objeto conhecido. Através

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA DE INTRODUÇÃO AO DIREITO (1. ANO)

PROGRAMA DA DISCIPLINA DE INTRODUÇÃO AO DIREITO (1. ANO) FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE DE MACAU CURSO DE LICENCIATURA EM DIREITO EM LÍNGUA PORTUGUESA ANO LECTIVO DE 2011/2012 PROGRAMA DA DISCIPLINA DE INTRODUÇÃO AO DIREITO (1. ANO) DISCIPLINA ANUAL CARGA

Leia mais

PLANO DE CURSO TEORIA DA NORMA E DO CRIME (CÓD.: ENEX 60112) ETAPA: 2ª TOTAL DE ENCONTROS:

PLANO DE CURSO TEORIA DA NORMA E DO CRIME (CÓD.: ENEX 60112) ETAPA: 2ª TOTAL DE ENCONTROS: PLANO DE CURSO DISCIPLINA: TEORIA DA NORMA E DO CRIME (CÓD.: ENEX 60112) ETAPA: 2ª TOTAL DE ENCONTROS: 15 SEMANAS Semana Conteúdos/ Matéria Categorias/ Questões Tipo de aula Habilidades e Competências

Leia mais

Conceito de Moral. O conceito de moral está intimamente relacionado com a noção de valor

Conceito de Moral. O conceito de moral está intimamente relacionado com a noção de valor Ética e Moral Conceito de Moral Normas Morais e normas jurídicas Conceito de Ética Macroética e Ética aplicada Vídeo: Direitos e responsabilidades Teoria Exercícios Conceito de Moral A palavra Moral deriva

Leia mais

Conceito da Ética Destacando as teorias da formação dos conceitos, o objeto e o objetivo da Ética

Conceito da Ética Destacando as teorias da formação dos conceitos, o objeto e o objetivo da Ética Conceito da Ética Destacando as teorias da formação dos conceitos, o objeto e o objetivo da Ética. Definições e Conceitos O termo ética deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética

Leia mais

Semiologia e semiotécnica I. Prof.ª DANIELA GARCIA

Semiologia e semiotécnica I. Prof.ª DANIELA GARCIA Semiologia e semiotécnica I Prof.ª DANIELA GARCIA Valores éticos humanos Não fazemos distinção entre ética e moral, usamos as duas palavras como sinônimos. Mas os estudiosos da questão, fazem uma distinção

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA

FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA CURSO DE DOUTORADO EM DIREITO Área de Concentração: Linha de Pesquisa: Disciplina: RETÓRICA JURÍDICA E FILOSOFIA DO DIREITO Professor: João Maurício Adeodato (Professor

Leia mais

O ESTADO MODERNO COMO PROCESSO HISTÓRICO A formação do Estado na concepção dialética de Hegel

O ESTADO MODERNO COMO PROCESSO HISTÓRICO A formação do Estado na concepção dialética de Hegel 1 O ESTADO MODERNO COMO PROCESSO HISTÓRICO A formação do Estado na concepção dialética de Hegel ELINE LUQUE TEIXEIRA 1 eline.lt@hotmail.com Sumário:Introdução; 1. A dialética hegeliana; 2. A concepção

Leia mais

CLÁSSICOS DA SOCIOLOGIA. Profº Ney Jansen Sociologia

CLÁSSICOS DA SOCIOLOGIA. Profº Ney Jansen Sociologia CLÁSSICOS DA SOCIOLOGIA Profº Ney Jansen Sociologia Ao problematizar a relação entre indivíduo e sociedade, no final do século XIX a sociologia deu três matrizes de respostas a essa questão: I-A sociedade

Leia mais

CONTROLE DE CONTEÚDO DNIT ANALISTA DE INFRAESTRUTURA ENGENHARIA CIVIL

CONTROLE DE CONTEÚDO DNIT ANALISTA DE INFRAESTRUTURA ENGENHARIA CIVIL 1 Ordenação de frases (compreensão textual). 2 Sintaxe: termos da oração. Pontuação. 3 Sintaxe: período composto por coordenação. Pontuação. 4 Sintaxe: período composto por subordinação. Pontuação. 5 Sintaxe:

Leia mais

22/08/2014. Tema 7: Ética e Filosofia. O Conceito de Ética. Profa. Ma. Mariciane Mores Nunes

22/08/2014. Tema 7: Ética e Filosofia. O Conceito de Ética. Profa. Ma. Mariciane Mores Nunes Tema 7: Ética e Filosofia Profa. Ma. Mariciane Mores Nunes O Conceito de Ética Ética: do grego ethikos. Significa comportamento. Investiga os sistemas morais. Busca fundamentar a moral. Quer explicitar

Leia mais

Resultados Gerais: "Inquérito de Avaliação da Satisfação dos Colaboradores"

Resultados Gerais: Inquérito de Avaliação da Satisfação dos Colaboradores Resultados Gerais: "Inquérito de Avaliação da Satisfação dos Colaboradores" número de ações que realizou até ao presente Valid nada pouco 22 7,4 8,0 8,0 44 14,8 16,1 24,1 126 42,4 46,0 70,1 65 21,9 23,7

Leia mais

3 O jusnaturalismo segundo Hans Kelsen

3 O jusnaturalismo segundo Hans Kelsen 3 O jusnaturalismo segundo Hans Kelsen Como pretendemos confrontar o positivismo de Kelsen com o Direito natural finissiano, torna-se imprescindível delimitarmos que, apesar de ambos os autores não serem

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A aplicabilidade da norma jurídica frente o problema da revogação e o controle da constitucionalidade Rafael Damaceno de Assis SUMÁRIO: 1. Teoria da Norma Jurídica 2. Poder Constituinte

Leia mais

AULA 03 TEORIA DA CONSTITUIÇÃO

AULA 03 TEORIA DA CONSTITUIÇÃO 1 AULA 03 TEORIA DA CONSTITUIÇÃO Movimento teórico de revalorização do direito constitucional, de uma nova abordagem do papel da constituição no sistema jurídico 2 Surgiu a partir da segunda metade do

Leia mais

Textos, filmes e outros materiais. Habilidades e Competências. Conteúdos/ Matéria. Categorias/ Questões. Tipo de aula. Semana

Textos, filmes e outros materiais. Habilidades e Competências. Conteúdos/ Matéria. Categorias/ Questões. Tipo de aula. Semana PLANO DE CURSO DISCIPLINA: FILOSOFIA DO DIREITO (CÓD.: ENEX 60110) ETAPA: 2ª TOTAL DE ENCONTROS: 15 SEMANAS Semana Conteúdos/ Matéria Categorias/ Questões Tipo de aula Habilidades e Competências Textos,

Leia mais

ANOTAÇÕES ACERCA DA NORMA FUN DAMENTAL KELSENIANA 1. A Teoria Geral das Normas veio reavivar os debates acadêmicos entorno da Teoria kelseniana.

ANOTAÇÕES ACERCA DA NORMA FUN DAMENTAL KELSENIANA 1. A Teoria Geral das Normas veio reavivar os debates acadêmicos entorno da Teoria kelseniana. ANOTAÇÕES ACERCA DA NORMA FUN DAMENTAL KELSENIANA 1 Ildemar Egger 2 A Teoria Geral das Normas veio reavivar os debates acadêmicos entorno da Teoria kelseniana. Uma vez que, com as críticas ao positivismo

Leia mais

Exercícios de lógica -sensibilização

Exercícios de lógica -sensibilização Exercícios de lógica -sensibilização 1. Lógica matemática: Qual a lógica da seqüência dos números e quem é x? 2,4,4,6,5,4,4,4,4,x? 2. Charadas: lógica filosófica. Um homem olhava uma foto, e alguém lhe

Leia mais

Benchmark. Professor Douglas Pereira da Silva Aula 8. Aula 8 DPS Final

Benchmark. Professor Douglas Pereira da Silva Aula 8. Aula 8 DPS Final Benchmark Professor Douglas Pereira da Silva Aula 8 1 Definições O benchmarking é um dos mais úteis instrumentos de gestão para melhorar o desempenho das empresas e conquistar a superioridade em relação

Leia mais

Kant e a Razão Crítica

Kant e a Razão Crítica Kant e a Razão Crítica Kant e a Razão Crítica 1. Autonomia da vontade é aquela sua propriedade graças à qual ela é para si mesma a sua lei (independentemente da natureza dos objetos do querer). O princípio

Leia mais

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária Semanal Semestral D-01 1º Disciplina

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária Semanal Semestral D-01 1º Disciplina Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária Semanal Semestral D-01 1º 04 04 60 Disciplina INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO Curso DIREITO Direito, Sociedade e Estado. Direito e Ideologia. Acepções do

Leia mais

VI CBCSHS/ABRASCO Rio de Janeiro, 16 de novembro de 2013

VI CBCSHS/ABRASCO Rio de Janeiro, 16 de novembro de 2013 VI CBCSHS/ABRASCO Rio de Janeiro, 16 de novembro de 2013 1. Pontos de partida Proposta: refletir sobre os vínculos entre sofrimento e política como modo de constituir a vida em sociedade - seleção do sofrimento,

Leia mais

Parte I Filosofia do Direito. Teoria Geral do Direito e da Política

Parte I Filosofia do Direito. Teoria Geral do Direito e da Política S u m á r i o Parte I Filosofia do Direito. Teoria Geral do Direito e da Política CAPÍTULO I Filosofia do Direito I: O Conceito de Justiça, O Conceito de Direito, Equidade, Direito e Moral...3 I. O conceito

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova (Versão 1 ou Versão 2).

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova (Versão 1 ou Versão 2). EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Prova Escrita de Filosofia 11.º Ano de Escolaridade Prova 714/2.ª Fase 8 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DISCIPLINA : METODOLOGIA DA PESQUISA ASSUNTO: MORAL E ÉTICA

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DISCIPLINA : METODOLOGIA DA PESQUISA ASSUNTO: MORAL E ÉTICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DISCIPLINA : METODOLOGIA DA PESQUISA ASSUNTO: MORAL E ÉTICA PROFESSOR : Romilson Lopes Sampaio MORAL E ÉTICA Etimologia Ética é originada

Leia mais

CURSO E COLÉGIO ESPECÍFICO. AUGUSTE COMTE E O PENSAMENTO POSITIVISTA Disciplina: Sociologia Professor: Waldenir do Prado 2013

CURSO E COLÉGIO ESPECÍFICO. AUGUSTE COMTE E O PENSAMENTO POSITIVISTA Disciplina: Sociologia Professor: Waldenir do Prado 2013 CURSO E COLÉGIO ESPECÍFICO AUGUSTE COMTE E O PENSAMENTO POSITIVISTA Disciplina: Sociologia Professor: Waldenir do Prado 2013 A Sociologia enquanto ciência Augusto Comte (1798 1857) francês, autor de Catecismo

Leia mais

JUPRUDÊNCIA DOS CONCEITOS - PUCHTA

JUPRUDÊNCIA DOS CONCEITOS - PUCHTA JUPRUDÊNCIA DOS CONCEITOS - PUCHTA Ponto de partida: - idéia de sistema (influência de Schelling) - visão do Direito como um organismo vivo; Influência do idealismo alemão (Hegel): identificação entre

Leia mais

SISTEMAS JURÍDICOS NA VISÃO DOS JUSFILÓSOFOS Alf Ross, Emil Lask, Hans Kelsen, Hebert Hart, Lourival Vilanova e Tercio Sampaio Ferraz Júnior

SISTEMAS JURÍDICOS NA VISÃO DOS JUSFILÓSOFOS Alf Ross, Emil Lask, Hans Kelsen, Hebert Hart, Lourival Vilanova e Tercio Sampaio Ferraz Júnior SISTEMAS JURÍDICOS NA VISÃO DOS JUSFILÓSOFOS Alf Ross, Emil Lask, Hans Kelsen, Hebert Hart, Lourival Vilanova e Tercio Sampaio Ferraz Júnior Prof. Dr. João Carlos Medeiros de Aragão Currículo Lattes: Lattes.cnpq.br/4911444451336250

Leia mais

VALOR E VALORAÇÃO CRITÉRIOS VALORATIVOS

VALOR E VALORAÇÃO CRITÉRIOS VALORATIVOS Valor VALOR E VALORAÇÃO CRITÉRIOS VALORATIVOS Critério de orientação. Guia para a ação humana, atribuído pelo homem às coisas, seres e acontecimentos, em função da relação que com eles estabelece. Diz

Leia mais

Resolução da Questão 1 Texto Definitivo

Resolução da Questão 1 Texto Definitivo Questão Redija um texto dissertativo acerca dos dois sistemas da economia nordestina no século XVII, atendendo, necessariamente, ao que se pede a seguir: identifique e caracterize esses dois sistemas econômicos;

Leia mais

Curso de Dicas Direito Administrativo Giuliano Menezes

Curso de Dicas Direito Administrativo Giuliano Menezes Curso de Dicas Direito Administrativo Giuliano Menezes 2014 2014 Copyright. Curso Agora Eu Eu Passo - - Todos os direitos reservados ao ao autor. AGENTE ADMINISTRATIVO POLÍCIA FEDERAL - 2014 37 A instituição

Leia mais

PLANO DE AULA DISCIPLINA: ÉTICA E CIDADANIA II (CÓD. ENUN60010) PERÍODO: 2 º PERÍODO EXPOSITIVA EXPOSITIVA EXPOSITIVA EXPOSITIVA

PLANO DE AULA DISCIPLINA: ÉTICA E CIDADANIA II (CÓD. ENUN60010) PERÍODO: 2 º PERÍODO EXPOSITIVA EXPOSITIVA EXPOSITIVA EXPOSITIVA PLANO DE AULA DISCIPLINA: ÉTICA E CIDADANIA II (CÓD. ENUN60010) PERÍODO: 2 º PERÍODO TOTAL DE SEMANAS: 20 SEMANAS TOTAL DE ENCONTROS: 20 AULAS Aulas Conteúdos/ Matéria Tipo de aula Textos, filmes e outros

Leia mais

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária Credenciada pela Portaria Ministerial nº 2.611, de 18 de setembro de 2002 DOU - nº 183 - Seção 1, de 20 de Setembro de 2002 -. CURSOS AUTORIZADOS CIÊNCIAS ECONÔMICAS Portaria nº 2.612 18/09/2002 PEDAGOGIA

Leia mais

Dinâmica jurídica 1. O fundamento de validade de uma ordem normativa: a norma fundamental a) Sentido da questão relativa ao fundamento de validade

Dinâmica jurídica 1. O fundamento de validade de uma ordem normativa: a norma fundamental a) Sentido da questão relativa ao fundamento de validade 135 V Dinâmica jurídica 1. O fundamento de validade de uma ordem normativa: a norma fundamental a) Sentido da questão relativa ao fundamento de validade Se o Direito é concebido como uma ordem normativa,

Leia mais

REVISTA FILOSOFIA DO DIREITO E INTERSUBJETIVIDADE ISSN

REVISTA FILOSOFIA DO DIREITO E INTERSUBJETIVIDADE ISSN KELSEN E REALE: REFLEXÕES SOBRE A TEORIA PURA DO DIREITO E A TRIDIMENSIONALIDADE ESPECÍFICA ** KELSEN AND REALE: REFLECTIONS ABOUT THE PURE THEORY OF LAW AND THE SPECIFC THREE-DIMENSIONALITY RESUMO O presente

Leia mais

LÓGICA JURÍDICA E A NOVA RETÓRICA

LÓGICA JURÍDICA E A NOVA RETÓRICA LÓGICA JURÍDICA E A NOVA RETÓRICA RENÉ DESCATES (1596-1650) HANS KELSEN (1881-1973) Kelsen pregava uma objetividade ao ordenamento jurídico, a tal ponto que o juiz, ao prolatar uma sentença, por exemplo,

Leia mais

INTERPRETAÇÃO, VALIDADE, VIGÊNCIA E EFICÁCIA DA NORMA TRIBUTÁRIA

INTERPRETAÇÃO, VALIDADE, VIGÊNCIA E EFICÁCIA DA NORMA TRIBUTÁRIA INTERPRETAÇÃO, VALIDADE, VIGÊNCIA E EFICÁCIA DA NORMA TRIBUTÁRIA Mestre e Doutora PUC/SP Professora PUC/SP e IBET 23/05/2015 fabiana@barroscarvalho.com.br Sobre os métodos e seus resultados Positivismo

Leia mais

III Estado Romano de um pequeno grupamento humano ao primeiro império mundial. Características: a) Base familiar de organização; b) Cristianismo.

III Estado Romano de um pequeno grupamento humano ao primeiro império mundial. Características: a) Base familiar de organização; b) Cristianismo. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO ESTADO I Estado Antigo, Oriental ou Teocrático não se distingue o pensamento político da religião, da moral, da filosofia, ou das doutrinas econômicas. Características: a) Natureza

Leia mais

Categorias/ Questões. Conteúdos/ Matéria. Textos, filmes e outros materiais. Habilidades e Competências. Tipo de aula. Semana. 1 UNIDADE I Liberdade

Categorias/ Questões. Conteúdos/ Matéria. Textos, filmes e outros materiais. Habilidades e Competências. Tipo de aula. Semana. 1 UNIDADE I Liberdade PLANO DE CURSO DISCIPLINA: OPTATIVA ESPECIAL I DIREITO DIGITAL E ELETRÔNICO (CÓD.: ENEX 60163) ETAPA: 9ª TOTAL DE ENCONTROS: 15 SEMANAS Semana Conteúdos/ Matéria Categorias/ Questões Tipo de aula Habilidades

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO N o 33, DE 2011 Altera a quantidade mínima de votos de membros de tribunais para declaração de inconstitucionalidade

Leia mais

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Raphael Spyere do Nascimento

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Raphael Spyere do Nascimento - Curso Básico - Poderes Administrativos; - Administração Pública; - Atos Administrativos; - Lei nº 9.784/1999 - Regras Gerais dos Processos Administrativos; - Licitações; - Contratos Administrativos;

Leia mais

Filosofia (Exame da ordem XIV) Prof. Nogueira

Filosofia (Exame da ordem XIV) Prof. Nogueira Filosofia (Exame da ordem XIV) Prof. Nogueira DEFINIÇÃO ETIMOLÓGICA Filo = amigo. Sofia = conhecimento. Visão de alguns grandes filósofos Platão A filosofia é um saber verdadeiro que deve ser usado em

Leia mais

Unidade I. Avaliação de Desempenho. Profª. Ana Paula de Andrade Trubbianelli

Unidade I. Avaliação de Desempenho. Profª. Ana Paula de Andrade Trubbianelli Unidade I Avaliação de Desempenho Profª. Ana Paula de Andrade Trubbianelli Avaliação / desempenho Avaliação: apreciação, análise Desempenho: possibilidade de atuação Conceituação de avaliação de desempenho

Leia mais

Sigilo. Coleguismo Honra. Justiça. Responsabilidade. Zelo. Honestidade. Igualdade. Respeito. Competência Liberdade. Solidariedade.

Sigilo. Coleguismo Honra. Justiça. Responsabilidade. Zelo. Honestidade. Igualdade. Respeito. Competência Liberdade. Solidariedade. O QUE É ÉTICA? Coleguismo Honra Sigilo Justiça Igualdade Zelo Responsabilidade Honestidade Competência Liberdade Respeito Lealdade Solidariedade Etimologia: Ética= ethos (grego) = costumes, modo de ser,

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Direito PLANO DE ENSINO

Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Direito PLANO DE ENSINO Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Direito PLANO DE ENSINO 1) IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Disciplina - INTRODUÇÃO AO ESTUDO

Leia mais

A Liberdade e a Igualdade em Kant: fundamentos da cidadania. Sob a égide do Estado Democrático de Direito, instituído pela

A Liberdade e a Igualdade em Kant: fundamentos da cidadania. Sob a égide do Estado Democrático de Direito, instituído pela A Liberdade e a Igualdade em Kant: fundamentos da cidadania Simone Carneiro Carvalho I- Introdução Sob a égide do Estado Democrático de Direito, instituído pela Constituição da República de 1988, batizada

Leia mais

Ética aplicada: ética, moral, valores e virtudes. Professora Renata Lourdes.

Ética aplicada: ética, moral, valores e virtudes. Professora Renata Lourdes. Ética aplicada: ética, moral, valores e virtudes Professora Renata Lourdes. renatalourdesrh@hotmail.com CONCEITO DE ÉTICA Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação

Leia mais

Plano de Ensino para o Curso de Direito

Plano de Ensino para o Curso de Direito Plano de Ensino para o Curso de Direito Urias Barbosa Consultor da Hoper Educação 1) Orientações do CNE O Curso de Graduação em... deve ter um projeto pedagógico, construído coletivamente, centrado no

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular OPÇÃO III - CRIMES EM ESPECIAL Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular OPÇÃO III - CRIMES EM ESPECIAL Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular OPÇÃO III - CRIMES EM ESPECIAL Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular OPÇÃO III - CRIMES

Leia mais

Quem criou o termo e desenvolveu a sociologia como ciência autônoma foi Auguste Comte. Sua obra inicia-se no início do século XIX e é central a noção

Quem criou o termo e desenvolveu a sociologia como ciência autônoma foi Auguste Comte. Sua obra inicia-se no início do século XIX e é central a noção Quem criou o termo e desenvolveu a sociologia como ciência autônoma foi Auguste Comte. Sua obra inicia-se no início do século XIX e é central a noção de evolução social na compreensão deste sociólogo sobre

Leia mais

Notas prévias à 12ª edição 7 Agradecimentos (1ª edição) 9 Abreviaturas 11 Prefácio (1ª edição) 15 Sumário 19 Notas introdutórias 21

Notas prévias à 12ª edição 7 Agradecimentos (1ª edição) 9 Abreviaturas 11 Prefácio (1ª edição) 15 Sumário 19 Notas introdutórias 21 Índice geral Notas prévias à 12ª edição 7 Agradecimentos (1ª edição) 9 Abreviaturas 11 Prefácio (1ª edição) 15 Sumário 19 Notas introdutórias 21 1ª P A R T E O Sistema dos Direitos Fundamentais na Constituição:

Leia mais

DIREITO OBJETVO E SUBJETIVO

DIREITO OBJETVO E SUBJETIVO CEAP CURSO DE DIREITO Disciplina: INTRODUÇÃO AO DIREITO Professor: MILTON DE SOUZA CORREA FILHO DIREITO OBJETVO E SUBJETIVO 1. Motivação: Musica Cidadão 2. Apresentação de slides direito objetivo 3. VT

Leia mais

Assinalar a importancia da proximidade do académico do estudo da filosofía do direito;

Assinalar a importancia da proximidade do académico do estudo da filosofía do direito; 1 IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: PERÍODO: II CRÉDITO: 04 NOME DA DISCIPLINA: FILOSOFIA JURÍDICA NOME DO CURSO: DIREITO 2 EMENTA CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 Filosofia, Direito

Leia mais

SOCIOLOGIA NO ENSINO MÉDIOM. Prof. Dieikson de Carvalho

SOCIOLOGIA NO ENSINO MÉDIOM. Prof. Dieikson de Carvalho SOCIOLOGIA NO ENSINO MÉDIOM Prof. Dieikson de Carvalho O estudo da Sociologia Por que estudar a sociedade em que vivemos? Não basta vivê-la? É possível conhecer a sociedade cientificamente? A sociologia

Leia mais

SIMULADO RESPONSABILIDADE SERVIDOR PROFESSOR IVAN LUCAS

SIMULADO RESPONSABILIDADE SERVIDOR PROFESSOR IVAN LUCAS SIMULADO RESPONSABILIDADE SERVIDOR PROFESSOR IVAN LUCAS 1. (CESPE- 2016- DPU- Agente Administrativo) Caso o servidor público tenha causado danos ao poder público, a obrigação de reparar tais danos estende-se

Leia mais

Exposição de Motivos

Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 15/XIII Exposição de Motivos A contrafação de moeda tem efeitos nefastos consideráveis para a sociedade, prejudicando os cidadãos e as empresas, com significativo impacto na economia.

Leia mais

CRIMINOLOGIA - delito apresentado como problema social e comunitário - infrator como objeto de estudo passagem da etapa positivista para a moderna:

CRIMINOLOGIA - delito apresentado como problema social e comunitário - infrator como objeto de estudo passagem da etapa positivista para a moderna: CRIMINOLOGIA - delito apresentado como problema social e comunitário - infrator como objeto de estudo passagem da etapa positivista para a moderna: inserção da análise da conduta delitiva, do controle

Leia mais

Gestão de Produção Aula1: Conceitos e Fundamentos da Administração da Produção. Prof. Valdir Tavares de Lucena

Gestão de Produção Aula1: Conceitos e Fundamentos da Administração da Produção. Prof. Valdir Tavares de Lucena Gestão de Produção Aula1: Conceitos e Fundamentos da Administração da Produção Prof. Valdir Tavares de Lucena »Vamos começar relembrando algumas teorias administrativas... 2 EVOLUÇÃO HISTÓRICA Pré-história

Leia mais

História do Direito Português Turma A Regente: Prof. Doutor António Pedro Barbas Homem. Introdução

História do Direito Português Turma A Regente: Prof. Doutor António Pedro Barbas Homem. Introdução História do Direito Português 2015-2016 Turma A Regente: Prof. Doutor António Pedro Barbas Homem Introdução Capítulo 1 Idade Média Capítulo 2 Idade Moderna Capítulo 3 Idade Contemporânea: século XIX (1820-1910)

Leia mais