O mundo comum e o sentido da educação: reflexões à luz do pensamento de Hannah Arendt

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O mundo comum e o sentido da educação: reflexões à luz do pensamento de Hannah Arendt"

Transcrição

1 O mundo comum e o sentido da educação: reflexões à luz do pensamento de Hannah Arendt Crislei de Oliveira Custódio Universidade de São Paulo Faculdade de Educação Programa de Pós-Graduação em Educação Eixo Temático: Pesquisa em Pós-Graduação em Educação e Culturas Categoria: Comunicação de Pesquisa Este trabalho apresenta uma reflexão sobre as relações entre educação e mundo comum no pensamento de Hannah Arendt. A autora concebe o mundo comum como instância que abriga o cabedal de conhecimentos, instituições, significados, virtudes, linguagens, histórias e costumes de uma comunidade. Nessa concepção, o mundo é tido como o sentido último da formação de jovens e crianças, dado que, de acordo com Arendt, a essência da educação é a natalidade. Assim, partindo da ideia de que o sentido da educação é o nascimento e a chegada de crianças a um mundo humano que transcende nossa existência no tempo e no espaço, tivemos como objetivo pensar sobre as relações de inserção, conservação e renovação que se dão entre a formação dos novos e o mundo, bem como refletir sobre a tarefa educativa diante da perda da tradição e da autoridade no mundo moderno. Desse modo, o presente trabalho dispôs-se a analisar a seguinte problemática: É possível conceber uma educação que se constitua como um elo de aproximação entre o velho e o novo, os jovens e o mundo? E, ainda, qual é o sentido de inserir os novos em um mundo em ruínas, haja vista que a salvaguarda deste mundo da total destruição é o ineditismo e a renovação que as crianças e os jovens podem oferecer-lhe? Em nossa análise, consideramos que o mundo é, para a educação, o significado fundamental de seus esforços e o legado que uma comunidade concebe como digno de ser deixado como herança para as novas gerações. Palavras-chave: Educação. Hannah Arendt. Mundo Comum.

2 INTRODUÇÃO Arendt apresenta sua concepção sobre educação a partir da premissa de que a crise que observamos no âmbito educacional é uma expressão da crise geral que acometeu o mundo moderno. Nesse sentido, a crise não é apenas um fato isolado, mas algo constitutivo do moderno. Contudo, embora a existência de uma crise coloque-nos em situação adversa, ela também pode ser a oportunidade, proporcionada pelo próprio fato da crise que dilacera fachadas e oblitera preconceitos, de explorar e investigar a essência da questão em tudo que foi posto a nu (ARENDT, 2003: 223), o que nos oferta a possibilidade de refletirmos ou até de restabelecermos sentidos comuns para os elementos e as instituições deste mundo. Ora, temos conhecimento de que o mundo moderno tem carecido de sentidos compartilhados e que o pensar, na atualidade, dá-se sem o aporte da tradição. Eis, pois, o que denota a crise: a ausência de sentidos comuns e a perda da autoridade do passado a qual se traduzia como tradição. Assim, nosso objetivo primeiro não é analisar detida e exaustivamente a contribuição escolar e seu papel formativo na busca por sentidos compartilhados em suas práticas e propostas, mas sim nos debruçarmos sobre o exame e a compreensão de um significado possível para educação moderna que não pretenda imprimir ações posteriores, mas que dote de sentido o que fazemos com nossos jovens e crianças na escola. Dessa forma, dada a responsabilidade que Arendt atribui aos homens pelo mundo, bem como sua concepção de que o novo e o velho potencializam e significam a ação educativa, temos como objetivo investigar as possíveis relações entre educação e mundo apontadas tanto direta quanto indiretamente pela autora em sua obra. Dentre tais relações, abordaremos as noções de inserção e conservação. 1. EDUCAÇÃO COMO INSERÇÃO NO MUNDO COMUM Nossa reflexão sobre um sentido que possa ser aferido à formação dos jovens e crianças terá início pela inserção que a educação possibilita no mundo comum. É importante ressaltar, porém, que quando aqui nos propomos a pensar as relações entre educação e mundo comum, referimo-nos à tentativa de compreensão entre as intersecções possíveis entre a esfera pública e política do mundo comum e a esfera pré-política 1 da escola. Em uma primeira definição, essa inserção diz respeito à familiarização dos recémchegados com aquilo que será a sua casa e que, por existir antes de sua chegada e permanecer 1 O caráter pré-político da escola é, em Arendt, a localização intermediária em que se encontra a instituição escolar: entre o público e o privado.

3 para além de sua efêmera vida, transcende à existência individual de qualquer um. Nesse sentido, tal inserção refere-se a uma atividade de iniciação de jovens e crianças por parte dos adultos aqueles que, por já serem iniciados, respondem pelo mundo. Tal iniciação, traduzida como transmissão de conhecimento do professor para o aluno, é um dos pontos mais combatidos pelas pedagogias modernas 2. Para além das questões metodológicas apontadas nessas críticas, interessa-nos discutir a aversão do discurso pedagógico contemporâneo à transmissão do conhecimento como herança cultural legada pelas gerações passadas, à autoridade do professor e ao consequente papel de direcionamento docente no processo educativo. Nosso objetivo em trazer à baila a recusa das pedagogias modernas a um conjunto de princípios e práticas considerados tradicionais é o de situar nossa análise sobre as relações existentes entre educação e mundo principalmente no que diz respeito à inserção e demonstrar o quanto a tentativa de Arendt em buscar um sentido para o ato educativo que, por sua natureza, ultrapasse a superficialidade dos fins e da utilidade, situa-se na contramão dos discursos correntes. Iniciaremos, então, nossa abordagem acerca da relação de inserção que a educação possui com o mundo comum a partir da concepção de Arendt a respeito da tradição e da autoridade, uma vez que ambas estão interligadas. De acordo com a leitura de André Duarte sobre o pensamento arendtiano, a tradição implica a transmissibilidade de certos conteúdos assim como um vínculo especial para com o passado (2000: 126); afinal, na medida em que o passado foi transmitido como tradição, possui autoridade; na medida em que a autoridade se apresenta historicamente, converte-se em tradição (ARENDT apud DUARTE, 2000: 126). Nesse sentido, a tradição implica a permanência e a continuidade de dados do passado selecionados pelos antigos e preservados por uma comunidade. Sendo assim, independentemente da suposta positividade ou negatividade de determinadas tradições o que não nos cabe julgar aqui, visto que esse não é o nosso objetivo e que qualquer análise precipitada poderia incorrer em anacronismos o fato é que elas conferem certa segurança e estabilidade aos novos. A tradição é, nas palavras de Arendt, o testamento, dizendo ao herdeiro o que será seu de direito, [ela] lega posses do passado para um futuro (2003: 31). 2 Concebemos como pedagogias modernas os programas educacionais formulados pelos reformadores da Escola Nova e todos os discursos pedagógicos posteriores e contemporâneos que tenham inspiração nos princípios escola-novistas e que se sustentem nos pressupostos básicos apresentados por Arendt em seu ensaio sobre A crise na educação.

4 Ora, sabemos que no mundo moderno os saberes tradicionais foram invalidados e o fio da tradição que nos unia ao passado foi rompido. Aliás, tal como já dissemos, a crise denota justamente a perda dos sentidos compartilhados que possuíamos e que, em grande parte, ligavam-se à tradição legada por nossos antepassados. Isso inevitavelmente atingiu a educação, que, mesmo em face de uma modernização tardia, voltou-se contra toda a tradição pedagógica em nossos tempos. Associado à perda da tradição temos o desaparecimento da autoridade do âmbito político às esferas pré-políticas. (ARENDT, 2003: 128). Nesse sentido, a perda da autoridade na educação, mais do que reflexo da perda de uma forma específica de autoridade que esteve presente nas relações políticas no mundo ocidental por muitos anos, é uma das principais expressões do impacto da crise do mundo moderno no âmbito educacional. Assim, embora a autora afirme que a autoridade tenha desaparecido do mundo moderno e que todo seu esforço elucidativo quanto ao tema deveria ser conduzido pela pergunta O que foi a autoridade?, e não a partir da questão que intitula o seu ensaio sobre o tema Que é autoridade? (2003: 127), podemos ainda sustentar que uma relação fundada na autoridade dos adultos sobre as crianças no âmbito pré-político da escola é imprescindível para uma educação que tenha como significado último o mundo comum. Nesse sentido, Arendt ressalta que a autoridade do adulto sobre a criança é traduzida por sua responsabilidade pela preservação do mundo. O adulto que, no caso específico da instituição escolar, aparece como a figura do professor, é um representante do mundo. Assim, pelo fato de ser iniciado e de pertencer a este mundo, o professor é responsável por apresentá-lo aos novos de forma que estes, a partir do conhecimento sobre o artificialismo humano, possam deixar sua condição de estrangeiro e passarem a sentir-se em casa no mundo. Em relação a isso, face à criança, é como se ele [professor] fosse um representante de todos os habitantes adultos, apontando os detalhes e dizendo à criança: Isso é o nosso mundo (ARENDT, 2003: 239). Nessa perspectiva, a autoridade do professor assenta-se em sua condição de representante do mundo, de porta-voz do legado cultural de nossos antepassados. Ou seja, a fonte de sua autoridade não está em si, em sua personalidade ou em seu status, mas sim na instituição a que ele pertence e nos saberes, princípios e virtudes do mundo comum aos quais ele representa. É importante ressaltar que esse caráter de representante do mundo a ser assumido pelo professor não implica a concordância com o mundo tal como ele é, mas sim o reconhecimento de que, embora o mundo possa estar repleto de coisas que reprovamos, ele ainda é nossa casa e o lugar em que estamos e somos parte, ao mesmo tempo.

5 Dessa maneira, a educação supõe [ ] processos intencionais que transmitem aquilo que é valioso, de um modo inteligível e voluntário [ Ela] assinala o processo por meio do qual o indivíduo é indiciado em tradições (PETERS, 1979: 120). A educação consiste, assim, em iniciar os outros em atividades, modos de conduta e pensamento (1979: 125). Ora, embora a ideia de inserção das novas gerações no mundo seja rotulada, pejorativamente, como tradicional, essa concepção de educação não visa legar aos jovens e crianças um plano futuro destinado à transformação da sociedade, mas sim iniciá-los em nossas tradições, costumes e heranças culturais, de modo que possam sentir-se em casa no mundo, além de, na vida adulta, dele tomar parte e por ele responder, participando politicamente de sua constituição. Nesse sentido, da mesma forma que a educação como formação e iniciação dos novos é temporária, a autoridade dos adultos sobre eles também o é. A escola está alocada no espaço de transição entre o público e o privado, pois tem como função ensinar às crianças como o mundo é, e não instruí-las na arte de viver (ARENDT, 2003: 246). 2. EDUCAÇÃO COMO CONSERVAÇÃO DO MUNDO COMUM Partindo, assim, da concepção tradicional da criança como um ser inacabado, Arendt destaca o duplo aspecto que os recém-chegados representam para os adultos, especialmente para os professores: são novos em um mundo que lhes é estranho e encontram-se em processo de formação; são novos seres humanos e seres humanos em formação (2003: 235). Nessa perspectiva, se por um lado a criança é um ser humano em formação biológica, por outro, ela é um ser novo e único que acaba de chegar ao mundo e precisa ser nele inserida. Em face disso, Arendt afirma que os adultos pais e professores assumem dupla responsabilidade: pela vida e desenvolvimento da criança, e pela continuidade do mundo. Nesse sentido, a criança, como um novo ser na vida e no mundo, precisa ser protegida da luz pública deste mundo, tendo como local tradicional para seu desenvolvimento a esfera privada do lar. Entretanto, da mesma forma que a criança precisa ser protegida do mundo, o mundo precisa ser protegido do novo que a criança representa. Em outras palavras, a criança requer cuidado e proteção especiais para que nada de destrutivo lhe aconteça de parte do mundo [;] porém também o mundo necessita de proteção, para que não seja derrubado e destruído pelo assédio do novo que irrompe sobre ele a cada geração (ARENDT, 2003: 235). Isso posto, retomamos nossa discussão sobre a dupla responsabilidade dos adultos, tendo em vista a relação de conservação que a educação mantém com o mundo comum com

6 vistas à continuidade desse legado humano, bem como à inserção dos novos de modo que estes possam, em parte, deixar sua condição de estrangeiros. A conservação do mundo diz respeito, em parte, à inserção dos novos; entretanto, ela não consiste apenas nisso. Iniciar nossos jovens e crianças em conhecimentos, princípios e virtudes que priorizamos e consideramos importantes para serem legados contribui para a preservação do mundo. Contudo, essa relação de inserção que o ato educativo estabelece com o mundo refere-se muito mais à proteção dos novos e à contribuição para que estes possam pertencer ao mundo e nele encontrar seu espaço. Ou seja, inserir os recém-chegados no artificialismo humano, embora confira certa estabilidade ao mundo dos homens, contribui preferencialmente para que os novos possam sentir-se em casa neste mundo e, posteriormente, por ele responder. Tendo em vista que, no mundo moderno, o fio da tradição foi rompido e que, assim, o passado foi-nos legado sem testamento, a atitude conservadora que a ação educativa pode ter frente ao mundo e à constante ameaça que o pathos do novo lhe oferece é a de selecionar os fragmentos do passado que constituíram experiências dignas de serem narradas aos jovens. Mais do que apresentar o passado como tradição e de transmiti-lo como uma unidade sólida, conferir alguma durabilidade ao mundo por meio da preservação de fragmentos do passado conserva a beleza de nosso legado a partir do recorte do rico e estranho, coral e pérolas, daquilo que fora transmitido numa única peça maciça (1987: 168). Ora, sabemos que, tal como evidenciou Arendt, o problema da educação, em nossos tempos, é ter que se guiar em um mundo que não conta com os parâmetros da tradição e em que a autoridade se extinguiu, sem deixar, porém, de valer-se da tradição e da autoridade. Formar nossos jovens, nessa perspectiva, relaciona-se à seleção de pedaços preciosos do passado que, ao mesmo tempo em que conservem certa dimensão do mundo, possam ter algum sentido no presente. Com a ruptura da tradição, restar-nos-ia a atitude do colecionador que, em sua paixão por objetos antigos, seleciona aquilo que é estranho e retira tais utensílios de contexto para que possam ser ressignificados no presente. Em nossa concepção, esses pedaços preciosos, que uma vez deslocados de seu contexto podem receber novo significado no presente, são as experiências. Segundo o pensamento de Benjamin, as experiências, mais do que vivências individuais, são uma forma de se relacionar com o mundo e de se apropriar daquilo que acontece nele (ALMEIDA, 2009: 173). A experiência diz respeito à nossa relação com o mundo e com os outros, a qual, por inserir-se no espaço entre, é carregada de sentido. Desse modo, ela é o que nos passa, o que nos acontece, o que nos toca. Não o que se passa, não o que acontece, ou o que toca. A cada dia se passam muitas coisas porém, ao mesmo tempo, quase nada nos acontece (LARROSA, 2001: s/n).

7 O professor, nesse sentido, como adulto responsável pelo mundo e autorizado pelo saber que possui e pela instituição que representa, em seu compromisso de preservação de uma comunidade de conhecimentos e princípios que pretendem ser legados e conservados no espaço mundano, pode validar virtudes reveladas em experiências humanas narradas e educar o gosto dos novos. CONSIDERAÇÕES FINAIS Vimos que uma educação que assuma o mundo comum como significado último de suas ações tem responsabilidades e compromissos incontestáveis quanto às novas gerações e ao próprio artificialismo humano. Em face disso, abordamos a educação institucional como estando localizada em uma esfera pré-política interposta entre o público e o privado, e como sendo, pois, incumbida da inserção dos novos no legado histórico-cultural dos homens; tratamos do ato educativo como responsável pela proteção do novo na figura dos recém-chegados e do velho na figura do mundo humano por meio da conservação daquilo que nos é comum e desejável de ser transmitido aos jovens. Sabemos que a vida humana é efêmera e que, em seu aspecto biológico, está sujeita ao crescimento e declínio naturais das coisas vivas. No entanto, também temos ciência de que, de acordo com Arendt, cada homem que vem ao mundo é singular e irrepetível; para abrigar os artefatos, feitos e palavras desses seres únicos e protegê-los do mesmo perecimento a que seus autores estão fadados, os homens estabeleceram um lugar totalmente humano na Terra: o mundo comum. Assim sendo, O nascimento e a morte de seres humanos não são ocorrências simples e naturais, mas referem-se a um mundo ao qual vêm e do qual partem indivíduos únicos, entidades singulares, impermutáveis e irrepetíveis [ ] Sem um mundo ao qual os homens vêm pelo nascimento e do qual se vão com a morte, nada existiria a não ser a recorrência imutável e eterna, a perenidade imortal da espécie humana como a de todas as outras espécies animais (ARENDT, 2007: 108). Ora, a existência do mundo humano é o que oferece condições para que o homem transcenda seu caráter de mero indivíduo de uma espécie por intermédio da revelação de quem ele é em atos e palavras. Arendt afirma que o mundo não pode ser construído apenas para uma geração e planejado somente para os que estão vivos: deve transcender a duração da vida de homens mortais (2007: 64). É nesse caráter transcendental do mundo, bem como no fato de que ele é renovado com a chegada de cada novo ser humano e conservado por aqueles que a ele já pertencem, que repousa a responsabilidade da educação e o sentido do ato educativo. Com efeito, Arendt

8 sustenta que a essência da educação é a natalidade, o fato de que seres nascem para o mundo (2003: 223). Dessa forma, o nascimento de novos seres humanos confirma o compromisso da educação com o mundo, pois é por meio do processo educativo que os novos são inseridos e herdam posses deste mundo, conservando, assim, o legado histórico-cultural do artificialismo humano e o novo que cada criança traz o qual, ao término da educação, poderá manifestar-se em atos e palavras no palco das aparências e esfera dos negócios humanos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA, Vanessa Sievers de. Amor mundi e educação: reflexões sobre o pensamento de Hannah Arendt. Tese (Doutorado) Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, ARENDT, Hannah. Entre o passado e o futuro. Tradução de Mauro W. Barbosa. São Paulo: Perspectiva, A condição humana. Tradução de Roberto Raposo. Rio de Janeiro: Forense Universitária, A vida do espírito. Tradução de César Augusto de Almeida, Antônio Abranches e Helena Martins. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, O pensamento à sombra da ruptura: política e filosofia em Hannah Arendt. São Paulo: Paz e Terra, PETERS, R.S. Educação como iniciação. In: ARCHAMBAULT, Reginald D. (org.) Educação e análise filosófica. Tradução de Carlos Eduardo Guimarães e Maria da Conceição Guimarães. São Paulo: Saraiva, p

ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA

ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA Marconi Pequeno * * Pós-doutor em Filosofia pela Universidade de Montreal. Docente do Programa de Pós-Graduação em Filosofia e membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos

Leia mais

NATALIDADE E EDUCAÇÃO NO PENSAMENTO POLÍTICO DE HANNAH ARENDT

NATALIDADE E EDUCAÇÃO NO PENSAMENTO POLÍTICO DE HANNAH ARENDT NATALIDADE E EDUCAÇÃO NO PENSAMENTO POLÍTICO DE HANNAH ARENDT Esmeraldina Alves Ferreira (Bolsista PIBID Filosofia/UFSJ) Prof. Dr. José Luiz de Oliveira (Orientador DFIME/UFSJ) RESUMO: O pensamento político

Leia mais

Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS

Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS Resumo. As crianças desde o seu nascimento estão imersas em uma cultura para qual, inevitavelmente, terão

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO RURAL: Análise curricular

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO RURAL: Análise curricular EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO RURAL: Análise curricular Vanessa Minuzzi Bidinoto 1 Viviane Dal-Souto Frescura 2 Aline Pegoraro 3 Resumo: O presente trabalho buscou provocar reflexões sobre a importância da

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

ENSINO DE FILOSOFIA E INTERDISCIPLINARIDADE: caminhos para pensar o problema da formação de professores em nosso tempo

ENSINO DE FILOSOFIA E INTERDISCIPLINARIDADE: caminhos para pensar o problema da formação de professores em nosso tempo ENSINO DE FILOSOFIA E INTERDISCIPLINARIDADE: caminhos para pensar o problema da formação de professores em nosso tempo Andréia Ferreira dos SANTOS; Camilla Machado de SOUZA; Carmelita Brito de Freitas

Leia mais

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR LUIZ, Cintya Fonseca; AMARAL, Anelize Queiroz & PAGNO, Sônia Fátima Universidade Estadual do Oeste do Paraná/Unioeste. cintya_fonseca@hotmail.com;

Leia mais

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ?

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CURITIBA 2011 CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? Projeto de pesquisa apresentado à Universidade Federal

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Silvia Christina Madrid Finck E-mail: scmfinck@ uol.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao projeto de pesquisa

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE *

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE * AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE * DILMEIRE SANT ANNA RAMOS VOSGERAU ** m 2003, com a publicação do livro Educação online, o professor Marco Silva conseguiu, com muita pertinência, recolher

Leia mais

O conceito de amor em Agostinho

O conceito de amor em Agostinho Hannah Arendt 17 a coerção do caráter absoluto da verdade, seja da ciência, seja da filosofia, e ao mesmo tempo uma atitude que sabe como preservar e admirar as coisas do mundo e cuidar delas. Não teria

Leia mais

AS TICs NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE EDUCADORES

AS TICs NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE EDUCADORES AS TICs NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE EDUCADORES Morilo Aquino Delevati 1 Vanessa Lopes da Silva 2 Leandro Marcon Frigo 3 Resumo: A elaboração de oficinas está incorporada à formação inicial e continuada

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. A Universidade e a Comunidade de Mãos Dadas

Mostra de Projetos 2011. A Universidade e a Comunidade de Mãos Dadas Mostra de Projetos 2011 A Universidade e a Comunidade de Mãos Dadas Mostra Local de: Arapongas. Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: (campo

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2003 - Érika Nunes Martins Simões Formação do Professor de - Sheila Andrade

Leia mais

Arqueologia em construção

Arqueologia em construção Carta produzida pelo Grupo de Trabalho Arqueologia de Contrato Coletivo de estudantes do PPGARQ- MAE-USP Arqueologia em construção A Semana de Arqueologia tem como objetivos o debate, a troca de informações

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO FINCK, Silvia Christina Madrid (UEPG) 1 TAQUES, Marcelo José (UEPG) 2 Considerações iniciais Sabemos

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

AS FUNÇÕES DA INTERVENÇÃO EM CASOS DE INDISCIPLINA NA ESCOLA

AS FUNÇÕES DA INTERVENÇÃO EM CASOS DE INDISCIPLINA NA ESCOLA AS FUNÇÕES DA INTERVENÇÃO EM CASOS DE INDISCIPLINA NA ESCOLA GARCIA, Joe UTP joe@sul.com.br Eixo Temático: Violências nas Escolas Agência Financiadora: não contou com financiamento Resumo Este trabalho

Leia mais

Principais Sociólogos

Principais Sociólogos Principais Sociólogos 1. (Uncisal 2012) O modo de vestir determina a identidade de grupos sociais, simboliza o poder e comunica o status dos indivíduos. Seu caráter institucional assume grande importância

Leia mais

A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE

A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE Autora: Lorena Valin Mesquita Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) - lm_valin@hotmail.com Coautora: Roberta Souza

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

e/ou o recorte dessa área sempre foi uma temática central para pensar a ação de formar profissionais. O professor universitário, historicamente,

e/ou o recorte dessa área sempre foi uma temática central para pensar a ação de formar profissionais. O professor universitário, historicamente, O COMPROMISSO DA UNIVERSIDADE NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA BROILO, Cecília Luiza UNISINOS ceciliab@unisinos.br FAGUNDES, Maurício César UNISINOS mc.fagundes@terra.com.br GOMES, Marta Quintanilha UNISINOS martaqg@unisinos.br

Leia mais

Tendo considerado o relatório do Secretário-Geral sobre a revista elaborar Carta Mundial da Natureza,

Tendo considerado o relatório do Secretário-Geral sobre a revista elaborar Carta Mundial da Natureza, Carta Mundial para a Natureza A Assembleia Geral, Tendo considerado o relatório do Secretário-Geral sobre a revista elaborar Carta Mundial da Natureza, Recordando que, na sua resolução 35/7 de 30 de outubro

Leia mais

MARCAS DA AVALIAÇÃO DA MATEMÁTICA MODERNA: O SIGNIFICADO DAS PROVAS FRANÇA, Iara da Silva. PUCPR isfranca@gmail.com

MARCAS DA AVALIAÇÃO DA MATEMÁTICA MODERNA: O SIGNIFICADO DAS PROVAS FRANÇA, Iara da Silva. PUCPR isfranca@gmail.com MARCAS DA AVALIAÇÃO DA MATEMÁTICA MODERNA: O SIGNIFICADO DAS PROVAS FRANÇA, Iara da Silva. PUCPR isfranca@gmail.com Resumo Historicamente o ensino da Matemática passou por diversas transformações e entre

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE MAQUETES COMO RECURSO DE ENSINO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS ANOS 6º ANOS

UTILIZAÇÃO DE MAQUETES COMO RECURSO DE ENSINO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS ANOS 6º ANOS UTILIZAÇÃO DE MAQUETES COMO RECURSO DE ENSINO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS ANOS 6º ANOS Resumo Regiane Aparecida Kusman 1 - TUIUTI-PR Grupo de Trabalho - Educação e Meio Ambiente Agência Financiadora: não

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano SANTANA, Ludmylla Siqueira 1 RIBEIRO, José Pedro Machado 2 SOUZA, Roberto Barcelos 2

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE LETRAS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE LETRAS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE LETRAS INTERDISCIPLINARIDADE: DESAFIO NO ENSINO DAS LETRAS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E PEDAGOGIA Luzinete Alves da Silva. Jeferson

Leia mais

HOMOFOBIA E VIOLÊNCIA: O DESAFIO EDUCACIONAL NA PERSPECTIVAS DE HANNAH ARENET

HOMOFOBIA E VIOLÊNCIA: O DESAFIO EDUCACIONAL NA PERSPECTIVAS DE HANNAH ARENET 1 HOMOFOBIA E VIOLÊNCIA: O DESAFIO EDUCACIONAL NA PERSPECTIVAS DE HANNAH ARENET Marlesson Castelo Branco do Rêgo IFPE Doutorando em Ciências Humanas pela UFSC Introdução Em 2004, o governo federal lançou

Leia mais

INSTITUTOS SUPERIORES DE ENSINO DO CENSA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PROVIC PROGRAMA VOLUNTÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

INSTITUTOS SUPERIORES DE ENSINO DO CENSA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PROVIC PROGRAMA VOLUNTÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA INSTITUTOS SUPERIORES DE ENSINO DO CENSA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PROVIC PROGRAMA VOLUNTÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA IMPACTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO PRODUTO INTERNO BRUTO BRASILEIRO

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá gasparin01@brturbo.com.br INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,

Leia mais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais Situando o uso da mídia em contextos educacionais Maria Cecília Martinsi Dentre os pressupostos educacionais relevantes para a época atual, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano - intelectual,

Leia mais

AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS

AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS Resumo Manuelli Cerolini Neuenfeldt 1 Silvia Maria de

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

EDUCAÇÃO NÃO FORMAL E MOVIMENTOS SOCIAIS - PRÁTICAS EDUCATIVAS NOS ESPAÇOS NÃO ESCOLARES

EDUCAÇÃO NÃO FORMAL E MOVIMENTOS SOCIAIS - PRÁTICAS EDUCATIVAS NOS ESPAÇOS NÃO ESCOLARES EDUCAÇÃO NÃO FORMAL E MOVIMENTOS SOCIAIS - PRÁTICAS EDUCATIVAS NOS ESPAÇOS NÃO ESCOLARES Deneusa Luzia Rodrigues - UNIVILLE Elizabete Tamanini UNIVILLE Programa de Mestrado em Educação - UNIVILLE Resumo:

Leia mais

ENSINO E PESQUISA: EDUCAÇÃO, TRABALHO E CIDADANIA 1

ENSINO E PESQUISA: EDUCAÇÃO, TRABALHO E CIDADANIA 1 1 ENSINO E PESQUISA: EDUCAÇÃO, TRABALHO E CIDADANIA 1 Cristiano Pinheiro Corra 2 Lorena Carolina Fabri 3 Lucas Garcia 4 Cibélia Aparecida Pereira 5 RESUMO: O presente artigo tem como objetivo suscitar

Leia mais

UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA

UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA Aline Alcalá; Amanda Fernandes Dayrell; Danielle Martins Rezende; Gabriela Camacho; Renata Carmo-Oliveira O processo de inclusão de pessoas com necessidades

Leia mais

Palavras-chave: avaliação, formação de professores, experiências, língua inglesa.

Palavras-chave: avaliação, formação de professores, experiências, língua inglesa. Resumo: EXPERIÊNCIAS DE PROFESSORES DE INGLÊS EM FORMAÇÃO INICIAL: A AVALIAÇÃO EM FOCO Vanessa Leite Barreto (UFMG) A formação de professores de Língua Inglesa (LI) tem sido tema recorrente de inúmeras

Leia mais

GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO INFANTIL E TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL.

GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO INFANTIL E TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL. GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO INFANTIL E TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL. Coordenadora: Profª Drª Eliza Maria Barbosa. Universidade Estadual Paulista UNESP/Araraquara. O grupo de Estudos e Pesquisas

Leia mais

Resenha A conversação em rede: comunicação mediada pelo computador e redes sociais na Internet

Resenha A conversação em rede: comunicação mediada pelo computador e redes sociais na Internet Resenha A conversação em rede: comunicação mediada pelo computador e redes sociais na Internet (RECUERO, Raquel. Porto Alegre, RS: Editora Sulina, 2012) Vinicius Paiva Cândido dos SANTOS 1 Diante de uma

Leia mais

Tendências temáticas do blog Quimicando com a Ciência: a riqueza da diferença

Tendências temáticas do blog Quimicando com a Ciência: a riqueza da diferença VIII Encontro Paulista de Pesquisa em Ensino de Química (VIII EPPEQ) EEI,EEI,ENF,MEX,FP,LC,MD,TIC Tendências temáticas do blog Quimicando com a Ciência: a riqueza da diferença Daniele Gomes Bispo (IC)

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO

REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO Fátima Aparecida Queiroz Dionizio UEPG faqdionizio@hotmail.com Joseli Almeida Camargo UEPG jojocam@terra.com.br Resumo: Este trabalho tem como

Leia mais

A EDUCAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: UM DIÁLOGO NAS VOZES DE ADORNO, KANT E MÉSZÁROS

A EDUCAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: UM DIÁLOGO NAS VOZES DE ADORNO, KANT E MÉSZÁROS A EDUCAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: UM DIÁLOGO NAS VOZES DE ADORNO, KANT E MÉSZÁROS Kely-Anee de Oliveira Nascimento Universidade Federal do Piauí kelyoliveira_@hotmail.com INTRODUÇÃO Diante

Leia mais

O ENSINO DE FRAÇÕES SEGUNDO A OPINIÃO DOCENTE

O ENSINO DE FRAÇÕES SEGUNDO A OPINIÃO DOCENTE O ENSINO DE FRAÇÕES SEGUNDO A OPINIÃO DOCENTE Nazaré do Socorro Moraes da Silva Universidade do Estado do Para/UEPA Secretaria Executiva de Educação/SEDUC nazaresocorro@hotmail.com Elise Cristina Pinheiro

Leia mais

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA DO ESTADO

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA DO ESTADO P á g i n a 1 PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA DO ESTADO 1. Na teoria contratualista, o surgimento do Estado e a noção de contrato social supõem que os indivíduos abrem mão de direitos (naturais)

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

Sumário. Prefácio: A dimensão freireana na Educação Ambiental Philippe Pomier Layrargues... 7

Sumário. Prefácio: A dimensão freireana na Educação Ambiental Philippe Pomier Layrargues... 7 5 Sumário Prefácio: A dimensão freireana na Educação Ambiental Philippe Pomier Layrargues... 7 Educação ambiental crítico transformadora no contexto escolar: teoria e prática freireana Juliana Rezende

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

Palavras-chave: aprendizagem da docência, formação inicial, sala de aula

Palavras-chave: aprendizagem da docência, formação inicial, sala de aula A OBSERVAÇÃO DE AULA COMO CAMPO DE APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA: Relato de experiencia T. A. Silva ¹; F. J. Lima 2 1 Aluna do Curso de Licenciatura em Matemática do IFCE campus de Cedro e- mail: thamy.2019@gmail.com

Leia mais

GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA: UM INSTRUMENTO DA INCLUSÃO RESUMO

GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA: UM INSTRUMENTO DA INCLUSÃO RESUMO Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery http://re.granbery.edu.br - ISSN 1981 0377 Curso de Pedagogia - N. 6, JAN/JUN 2009 GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA: UM INSTRUMENTO DA INCLUSÃO Beanilde Toledo

Leia mais

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO ESTÁGIO DOCENTE Ato educativo supervisionado realizado no contexto do trabalho docente que objetiva a formação de educandos que estejam regularmente frequentando cursos e/ou programas de formação de professores

Leia mais

Pessoa Jurídica de Direito Privado como Sujeito de Direitos e Obrigações

Pessoa Jurídica de Direito Privado como Sujeito de Direitos e Obrigações 1 Pessoa Jurídica de Direito Privado como Sujeito de Direitos e Obrigações Maria Bernadete Miranda Mestre em Direito das Relações Sociais, sub-área Direito Empresarial, pela Pontifícia Universidade Católica

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO.

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO. SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO. Resumo Paula Lopes Gomes - Universidade Estadual da Paraíba. E-mail: paulagomes20@msn.com

Leia mais

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil.

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. 1 Autora :Rosângela Azevedo- PIBID, UEPB. E-mail: rosangelauepb@gmail.com ²Orientador: Dr. Valmir pereira. UEPB E-mail: provalmir@mail.com Desde

Leia mais

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica)

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) GRUPO PAIDÉIA FE/UNICAMP Linha: Episteduc Coordenador: Prof. Dr. Silvio Sánchez Gamboa Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) Os projetos de pesquisa se caracterizam

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PROGRAMADAS: APROXIMAÇÃO DO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA COM O PROFISSIONAL DO ENSINO

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PROGRAMADAS: APROXIMAÇÃO DO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA COM O PROFISSIONAL DO ENSINO PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PROGRAMADAS: APROXIMAÇÃO DO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA COM O PROFISSIONAL DO ENSINO Resumo HOÇA, Liliamar Universidade Positivo liliamarh@up.com.br MORASTONI, Josemary- Universidade Positivo

Leia mais

A DIDÁTICA NA FORMAÇÃO DOCENTE: ENTRE A INOVAÇÃO TÉCNICA E A EDIFICANTE

A DIDÁTICA NA FORMAÇÃO DOCENTE: ENTRE A INOVAÇÃO TÉCNICA E A EDIFICANTE A DIDÁTICA NA FORMAÇÃO DOCENTE: ENTRE A INOVAÇÃO TÉCNICA E A EDIFICANTE Ilma Passos Alencastro Veiga 1 Edileuza Fernandes da Silva 2 Odiva Silva Xavier 3 Rosana César de Arruda Fernandes 4 RESUMO: O presente

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito aos avanços tecnológicos

Leia mais

Os registros do terapeuta na experiência psicoterápica em Gestalt-Terapia: um ensaio teórico

Os registros do terapeuta na experiência psicoterápica em Gestalt-Terapia: um ensaio teórico Os registros do terapeuta na experiência psicoterápica em Gestalt-Terapia: um ensaio teórico Kelly Gonçalves da Silva gsilva.kelly@gmail.com Instituto de Psicologia 12º período Clara Castilho Barcellos

Leia mais

A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA

A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA 1.0 INTRODUÇÃO JUSCIARA LOURENÇO DA SILVA (UEPB) VIVIANA DE SOUZA RAMOS (UEPB) PROFESSOR ORIENTADOR: EDUARDO

Leia mais

EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS

EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS Círculo de Cultura: Eixo 1 - A educação que emancipa frente às injustiças, desigualdades e vulnerabilidades. EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS Cezar Luiz De Mari

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR LUZ, Janes Socorro da 1, MENDONÇA, Gustavo Henrique 2, SEABRA, Aline 3, SOUZA, Bruno Augusto de. 4 Palavras-chave: Educação

Leia mais

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro VIEIRA, Tatiana da Rocha UFV - pedagogia_tati@yahoo.com.br BARBOSA, Willer Araújo UFV- wbarbosa@ufv.br Resumo: O trabalho apresentado

Leia mais

O PAPEL DESEMPENHADO PELO PROGRAMA LEXT-OESSTE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO E PARA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL

O PAPEL DESEMPENHADO PELO PROGRAMA LEXT-OESSTE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO E PARA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL O PAPEL DESEMPENHADO PELO PROGRAMA LEXT-OESSTE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO E PARA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL Larissa dos Santos Gomes Resumo O presente artigo refere-se ao trabalho de conclusão

Leia mais

O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE

O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE Lilian Kemmer Chimentão Resumo O presente estudo tem como objetivo a compreensão do significado e da importância da formação continuada docente para o exercício

Leia mais

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN Autor: Anne Charlyenne Saraiva Campos; Co-autor: Emerson Carpegiane de Souza Martins

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA

A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA Luciana Pereira de Sousa 1 Carmem Lucia Artioli Rolim 2 Resumo O presente estudo propõe discutir o contexto da formação dos pedagogos para o ensino da

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SOCIAL E EDUCAÇÃO PÚBLICA TRABALHANDO EM CONJUNTO: O PROERD COMO UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO.

DESENVOLVIMENTO SOCIAL E EDUCAÇÃO PÚBLICA TRABALHANDO EM CONJUNTO: O PROERD COMO UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO. DESENVOLVIMENTO SOCIAL E EDUCAÇÃO PÚBLICA TRABALHANDO EM CONJUNTO: O PROERD COMO UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO. DINIZ, Carlos Alberto Malveira 1 Universidade Estadual de Montes Claros Unimontes carlosalbertodiniz@ymail.com

Leia mais

FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA BRUNA TOSCANO GIBSON RESENHA

FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA BRUNA TOSCANO GIBSON RESENHA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA BRUNA TOSCANO GIBSON RESENHA BELÉM 2010 FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA BRUNA TOSCANO GIBSON RESENHA Trabalho apresentado à disciplina Teoria e Técnica da Tradução

Leia mais

Planejamento. Futuro. Técnica ou processo que serve para lidar com o futuro. O que aumenta a incerteza nas organizações. Incerteza nas organizações

Planejamento. Futuro. Técnica ou processo que serve para lidar com o futuro. O que aumenta a incerteza nas organizações. Incerteza nas organizações Fonte: Introdução à Administração de Antonio Cesar Amaru Maximiano Índice Definição de planejamento Incertezas Eventos previsíveis Processo de planejamento Decisões de planejamento Planejar Atitudes em

Leia mais

HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE

HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE Prof. Pablo Antonio Lago Hegel é um dos filósofos mais difíceis de estudar, sendo conhecido pela complexidade de seu pensamento

Leia mais

Aula 8: Modelos clássicos da análise e compreensão da sociedade e das instituições sociais e políticas: A Sociologia de Max Weber (I).

Aula 8: Modelos clássicos da análise e compreensão da sociedade e das instituições sociais e políticas: A Sociologia de Max Weber (I). Aula 8: Modelos clássicos da análise e compreensão da sociedade e das instituições sociais e políticas: A Sociologia de Max Weber (I). CCJ0001 - Fundamentos das Ciências Sociais Profa. Ivana Schnitman

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

As relações de gênero socialmente constituídas e sua influência nas brincadeiras de faz de conta.

As relações de gênero socialmente constituídas e sua influência nas brincadeiras de faz de conta. As relações de gênero socialmente constituídas e sua influência nas brincadeiras de faz de conta. Angela Agulhari Martelini Gabriel. Pedagogia. Prefeitura Municipal de Bauru. helena2008mg@hotmail.com.

Leia mais

FP 108501 FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA

FP 108501 FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA Ementas das Disciplinas de Educação Física Estão relacionadas abaixo, as ementas e a bibliografia dos diferentes eixos curriculares do Curso, identificadas conforme os ciclos de formação: Ciclo de Formação

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL DE PSICOLOGIA NO CONTEXTO ESCOLAR

A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL DE PSICOLOGIA NO CONTEXTO ESCOLAR A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL DE PSICOLOGIA NO CONTEXTO ESCOLAR Larissa Brito da Silva, Waleria Maria de Sousa Paulino, Stefania Germano Dias, Flavio Pereira de Oliveira, Leilane Menezes Maciel

Leia mais

ENSINO COLABORATIVO: POSSIBILIDADES PARA INCLUSÃO ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL

ENSINO COLABORATIVO: POSSIBILIDADES PARA INCLUSÃO ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL 1003 ENSINO COLABORATIVO: POSSIBILIDADES PARA INCLUSÃO ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL Cristina Angélica Aquino de Carvalho Mascaro Carla Fernanda Siqueira Vanessa Cabral Amanda Carlou Andrade Santos Fundação

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

CONAE 2014 E A PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO

CONAE 2014 E A PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO CONAE 2014 E A PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO Adriano Francisco da Paz, Cesar Felipe Quintino dos Santos, Edna do Espirito Santo de Assis, Natália do Amaral Rodrigues, Selma Regina

Leia mais

CONHECIMENTO E A EXPERIÊNCIA EDUCATIVA SEGUNDO JOHN DEWEY

CONHECIMENTO E A EXPERIÊNCIA EDUCATIVA SEGUNDO JOHN DEWEY CONHECIMENTO E A EXPERIÊNCIA EDUCATIVA SEGUNDO JOHN DEWEY Nivaldo de Souza Aranda Graduando em Filosofia pelo Centro Universitário do Leste de Minas Gerais UnilesteMG Profª Maria Aparecida de Souza Silva

Leia mais

A visita domiciliar como instrumento de apreensão da realidade social.

A visita domiciliar como instrumento de apreensão da realidade social. A visita domiciliar como instrumento de apreensão da realidade social. Silvana Dóris Perin 1 RESUMO: O presente artigo aborda a necessidade do conhecimento da realidade social para efetivação da práxis

Leia mais

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP 1 ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP Claudete da Silva Ferreira - IFESP Márcia Maria Alves de Assis - IFESP RESUMO Esta apresentação se

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: UMA REFLEXÃO SOBRE O USO DAS TIC NO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE APRENDIZAGEM 1

FORMAÇÃO DOCENTE: UMA REFLEXÃO SOBRE O USO DAS TIC NO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE APRENDIZAGEM 1 AYRES, Sandra Regina Braz; MILANESI, Irton; MILHOMEM, André Luiz Borges. Formação Docente: Uma reflexão sobre o uso das TIC no desenvolvimento de projetos de aprendizagem. SemiEdu2010 - ISSN:1518-4846

Leia mais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Penélope da Silva Almeida SANTOS Universidade Sagrado Coração

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Regulamento de Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Segurança da Informação e Sistemas para Internet

Leia mais

O trabalho compreende a análise de três TCC - Trabalho de Conclusão de Curso.

O trabalho compreende a análise de três TCC - Trabalho de Conclusão de Curso. III Congresso Internacional III Congresso Internacional, I Simpósio Ibero-Americano e VIII Encontro Nacional de Riscos Guimarães RISCO AMBIENTAL E VULNERABILIDADE: DISCUSSÃO CONCEITUAL A PARTIR DE TRABALHOS

Leia mais