Aula 6 Circuitos em Corrente Alternada Prof. Marcio Kimpara

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aula 6 Circuitos em Corrente Alternada Prof. Marcio Kimpara"

Transcrição

1 ELETRICIDADE Aula 6 Circuitos em Corrente Alternada Prof. Marcio Kimpara Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

2 Tensão (e/ou corrente) contínua Corrente contínua CC (ou DC - do inglês direct current) é o fluxo ordenado de cargas elétricas no mesmo sentido. Além disso, o valor é constante. Corrente elétrica Tensão 2A tempo Esse tipo de corrente é gerado por baterias, pilhas, células solares, fontes de tensão onde a polaridade não se altera. 12V tempo

3 Sinais alternados Uma forma de onda de tensão ou corrente é dita alternada quando a intensidade e/ou polaridade alteram-se ao longo do tempo. Outra característica é que, em geral, são sinais periódicos (formato se repete) Senoidal Quadrada Triangular

4 Sinais alternados Uma Corrente Alternada é aquela que inverte, periodicamente, o sentido no qual está circulando. Ela também pode variar a intensidade continuamente no tempo. Uma Tensão Alternada é aquela que inverte, periodicamente, a polaridade da tensão. A forma de onda periódica de maior interesse é a alternada senoidal de tensão e de corrente, devido à energia gerada nas usinas das concessionárias e distribuída às residências e indústrias. Tensão ou Corrente Alternada Senoidal é aquela cuja forma de onda é representada por uma senóide.

5 Sinais alternados Alguns equipamentos funcionam diretamente em corrente alternada: - Lâmpadas - Motores Entretanto, equipamentos eletrônicos funcionam com tensão contínua. Como utilizá-los nas residências se, nas tomadas temos tensão alternada? É preciso um circuito que converte tensão alternada em contínua chamado retificador (este circuito existem internamente dentro dos aparelhos, por isso você não precisa se preocupar, basta conectar seu equipamento na tomada) As lâmpadas também funcionam com tensão contínua e existem motores que funcionam em tensão contínua... Então porque não temos tensão contínua em nossas tomadas?

6 Sinais alternados Porque Tensão (corrente) Alternada? Porque ela pode ser transmitida a grandes distâncias mais economicamente que a corrente contínua, sem grandes perdas. Para isso, é preciso elevar e diminuir a tensão, o que é feito por meio de transformadores. Em outras palavras, a tensão alternada pode ser manipulada (elevada e abaixada) mais facilmente e de maneira mais eficiente do que a tensão contínua.

7 Como? Geração de energia elétrica longe dos grandes centros consumidores Transporte através de linhas de transmissão Condutores a grandes distâncias apresentam elevada resistência P dissipada R.I P V. I 2 A potência transmitida deve ser a mesma, então para reduzir as perdas Utiliza-se o transformador para elevar a tensão Pela lei de Faraday, só existe tensão induzida se houver variação de fluxo portanto não é possível utilizar tensão contínua

8 Porque Tensão Alternada? Os motores de corrente alternada são construtivamente menos complexos que os motores de corrente contínua. Isto é uma grande vantagem pois, reduz custos e cuidados com a manutenção. Outra importante razão é a característica típica de comportamento dos circuitos elétricos e seus elementos passivos (R, L e C) quando submetidos a sinais senoidais.

9 Corrente Alternada A corrente elétrica é uma consequência da diferença de potencial, portanto, se a tensão é contínua, a corrente também será... Se a tensão for alternada, a corrente também será...

10 Características de um sinal senoidal Amplitude N de repetições (ciclos) t Valor eficaz Simbologia utilizada em circuitos elétricos: Unidade: Continua sendo o Volt (V)

11 Características de um sinal senoidal O Valor de Pico é a amplitude da forma de onda que corresponde ao máximo valor (ou mínimo) no eixo vertical. O máximo valor da corrente é a Corrente de Pico (Ip) e o máximo valor da tensão é a Tensão de Pico (Vp) O Valor de Pico a Pico de tensão e corrente (Vpp e Ipp) é o valor correspondente entre o pico superior (amplitude máxima positiva) e o pico inferior (amplitude máxima negativa) e é exatamente o dobro do valor de pico (soma em módulo) numa forma de onda senoidal, em razão da simetria. V pp 2. V p Um ciclo é o formato da onda que se repete. A partir de um ponto, o ciclo termina quando a forma de onda repetir o mesmo formato (e valores) a partir do ponto de início.

12 Características de um sinal senoidal PERÍODO (T) É o tempo necessário para a ocorrência de um ciclo completo de uma função periódica. A unidade do Período é o segundo (s). FREQUÊNCIA (f) A velocidade na qual os ciclos são produzidos é chamada frequência. É o número de ciclos por unidade de tempo (a cada segundo). Relacionando, obtemos: f 1 T No Sistema Internacional (SI) a unidade da frequência, ciclos por segundo, é chamada Hertz (Hz).

13 Características de um sinal senoidal O valor médio de uma função matemática é a sua média aritmética dada pela relação entre a somatória algébrica dos valores da função e o número de valores, ou seja: n No caso de uma função qualquer o valor médio é Vi dado pela soma das áreas positivas e negativas i Vmed 1 que são descritas periodicamente ao longo do tempo. n Vmédio = 0 t

14 Características de um sinal senoidal VALOR EFICAZ ou RMS O valor eficaz de uma função representa a capacidade de produção de trabalho efetivo de uma grandeza variável no tempo entre as excursões positivas e negativas de uma função. Matematicamente, o valor eficaz de uma função discreta é sua média quadrática, dada pela raiz quadrada do somatório dos quadrados dos valores dos eventos dividido pelo número de eventos: V eficaz n i 1 V n 2 i Para função senoidal: V eficaz V p 2 O valor eficaz corresponde à altura de um retângulo de base igual a um semiciclo e área equivalente a esse semiciclo

15 Características de um sinal senoidal Para entendermos o significado físico do valor eficaz, analisaremos a potência elétrica fornecida a um resistor, tanto em corrente alternada como em corrente contínua. Vcc icc Pcc R V(t) i(t) PcA R O valor da tensão eficaz ou da corrente eficaz é o valor que produz numa mesma resistência o mesmo efeito (calor dissipado) que uma tensão/corrente contínua constante desse mesmo valor.

16 Parâmetros tensão senoidal Resumo:

17 Características de um sinal senoidal Parâmetros: Ciclo Semi-Ciclo Período (T) Frequência (f) Valor RMS Valor de pico (Vp) Valor pico a pico (Vpp) Unidade: Segundo (s) Hertz (Hz) Volts (V) ou Ampères (A) Volts (V) ou Ampères (A) Volts (V) ou Ampères (A)

18 Exemplos 1) a) Determine o período (T) e a frequência de cada sinal. b) Determine os valores RMS (eficaz) e os valores de pico a pico 2) Respostas: 1) a) T = 20ms = 0,02s e f = 50Hz b) Vrms = 14,14V e Vpp = 40V 3) 2) a) T = 40ms = 0,04s e f = 25Hz b) Vrms = 28,28V e Vpp = 80V 3) a) T = 20ms = 0,02s e f = 50Hz b) Vrms = 7,07V e Vpp = 20V

TENSÃO E CORRENTE ALTERNADAS SENOIDAIS

TENSÃO E CORRENTE ALTERNADAS SENOIDAIS TENSÃO E CORRENTE ALTERNADAS SENOIDAIS Uma forma de onda de um sinal de tensão ou corrente alternada é aquela onde a intensidade e a polaridade alteram-se ao longo do tempo. Em geral são sinais periódicos

Leia mais

Noções de corrente alternada

Noções de corrente alternada Noções de corrente alternada Corrente alternada, ou CA (em inglês AC) é uma corrente elétrica cuja intensidade e sentido variam periodicamente, ao contrário da corrente contínua cuja direção permanece

Leia mais

LABORATÓRIO ATIVIDADES 2013/1

LABORATÓRIO ATIVIDADES 2013/1 LABORATÓRIO ATIVIDADES 2013/1 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO LABORATÓRIO MÓDULO I ELETRICIDADE BÁSICA TURNO NOITE CURSO TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL CARGA HORÁRIA EIXO TECNOLÓGICO CONTROLE

Leia mais

Figura 1 Várias formas de ondas repetitivas: (a) onda cosseno, (b) onda seno, (c) onda triangular (d) onda quadrada

Figura 1 Várias formas de ondas repetitivas: (a) onda cosseno, (b) onda seno, (c) onda triangular (d) onda quadrada ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DOM BOSCO FACULDADE DE ENGENHARIA DE RESENDE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA Disciplina: Laboratório de Circuitos Elétricos Corrente Alternada 1. Objetivo Uma medida elétrica é a

Leia mais

QUESTÕES DA PROVA DE RÁDIO ELETRICIDADE - PARTE - 2

QUESTÕES DA PROVA DE RÁDIO ELETRICIDADE - PARTE - 2 QUESTÕES DA PROVA DE RÁDIO ELETRICIDADE - PARTE - 2 QUESTÃO 50 Se aumentarmos o valor da corrente através de um fio condutor, o que acontece com o campo magnético: a. Diminui a intensidade b. Aumenta a

Leia mais

Aula 9 Dispositivos semicondutores Diodos e aplicações

Aula 9 Dispositivos semicondutores Diodos e aplicações ELETRICIDADE Aula 9 Dispositivos semicondutores Diodos e aplicações Prof. Marcio Kimpara Universidade Federal de Mato Grosso do Sul 2 Material semicondutor Alguns materiais apresentam propriedades de condução

Leia mais

Podemos então afirmar que a corrente alternada possui o mesmo efeito sobre o resistor que a corrente contínua

Podemos então afirmar que a corrente alternada possui o mesmo efeito sobre o resistor que a corrente contínua O que é corrente alternada? Sabemos que a corrente elétrica é o movimento de elétrons livres sob a ação de uma ddp. Enquanto persistir a ddp haverá corrente e se a polaridade dessa ddp se mantiver, a corrente

Leia mais

Prof. Rogério Eletrônica Geral 1

Prof. Rogério Eletrônica Geral 1 Prof. Rogério Eletrônica Geral 1 Apostila 3 Continuação de Diodos III - CIRCUITOS COM DIODOS 1 - Sinal senoídal Um dos sinais elétricos alternados mais comuns é o senoídal. O sinal senoídal pode ser representado

Leia mais

Corrente elétrica pode ser entendida como sendo a quantidade de elétrons que atravessa a secção de um condutor em um segundo.

Corrente elétrica pode ser entendida como sendo a quantidade de elétrons que atravessa a secção de um condutor em um segundo. Corrente, Tensão, Resistência, Potência e Freqüência. Conceitos Básicos Mesmo pensando somente em Informática, temos que conhecer algumas grandezas elétricas básicas. Essas grandezas são: Corrente, tensão,

Leia mais

REVISÃO: CONSIDERAÇÕES *Grandeza elétrica de natureza contínua => único sentido da corrente na carga, ou seja, unidirecional. Ex. CC pulsante.

REVISÃO: CONSIDERAÇÕES *Grandeza elétrica de natureza contínua => único sentido da corrente na carga, ou seja, unidirecional. Ex. CC pulsante. UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA 1 ET74C Profª Elisabete N Moraes AULA 9 RETIFICADOR MONOFÁSICO DE ONDA COMPLETA Curitiba, 14 de setembro de

Leia mais

Lista de Exercícios 2 (L2)

Lista de Exercícios 2 (L2) 1 ELETRÔNICA DE POTÊNICA II Professor: Marcio Luiz Magri Kimpara Lista de Exercícios 2 (L2) 1) Um inversor monofásico de meia-ponte alimenta uma carga resistiva R=10Ω e possui a tensão de entrada Vcc=220V.

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 5

Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 5 Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 5 1 Título Prática 4 Circuitos retificadores 2 Objetivos Estudo e montagem de diferentes circuitos retificadores. 3 Fundamentos

Leia mais

Eletrodinâmica REVISÃO ENEM CORRENTE ELÉTRICA

Eletrodinâmica REVISÃO ENEM CORRENTE ELÉTRICA REVISÃO ENEM Eletrodinâmica CORRENTE ELÉTRICA Corrente elétrica em um condutor é o movimento ordenado de suas cargas livres devido a ação de um campo elétrico estabelecido no seu interior pela aplicação

Leia mais

Aquino, Josué Alexandre.

Aquino, Josué Alexandre. Aquino, Josué Alexandre. A657e Eletrotécnica para engenharia de produção : análise de circuitos : corrente e tensão alternada / Josué Alexandre Aquino. Varginha, 2015. 53 slides; il. Sistema requerido:

Leia mais

Aula 6 Corrente Alternada e Corrente Contínua

Aula 6 Corrente Alternada e Corrente Contínua INTODUÇÃO À ENGENHI DE COMPUTÇÃO PONTIFÍCI UNIVESIDDE CTÓLIC DO IO GNDE DO SUL FCULDDE DE ENGENHI Professores velino Francisco Zorzo e Luís Fernando lves Pereira ula 6 Corrente lternada e Corrente Contínua

Leia mais

Sistemas de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica.

Sistemas de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica. Sistemas de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica. Ímã: Princípios de Eletromecânica Ímã é um objeto formado por material ferromagnético que apresenta um campo magnético à sua volta.

Leia mais

Instalações Elétricas Prediais A ENG04482

Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Prof. Luiz Fernando Gonçalves AULA 2 Conceitos Fundamentais Porto Alegre - 2012 Tópicos Energia elétrica Fontes de eletricidade Fontes de tensão e corrente Geração

Leia mais

INTRODUÇÃO A ELETRICIADE BÁSICA

INTRODUÇÃO A ELETRICIADE BÁSICA 1 INTRODUÇÃO A ELETRICIADE BÁSICA Na eletricidade básica existem três grandezas fundamentais que são a tensão elétrica, a corrente elétrica, a resistência elétrica. Para estuda-las utilizaremos o conceito

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora - Laboratório de Eletrônica 22

Universidade Federal de Juiz de Fora - Laboratório de Eletrônica 22 Universidade Federal de Juiz de Fora - Laboratório de Eletrônica 22 1 Título Prática 1 - Fonte de Alimentação Regulável 2 Objetivos Desenvolvimento de uma fonte de alimentação regulável. 3 Fundamentos

Leia mais

Potência e Energia Elétrica

Potência e Energia Elétrica Potência e Energia Elétrica Para qualquer máquina, em particular, para os aparelhos elétricos, definimos potência como a taxa de transformação ou conversão de energia na forma de calor outra forma de energia,

Leia mais

Circuitos retificadores com diodos

Circuitos retificadores com diodos Circuitos retificadores com diodos Introdução Dentre as principais aplicações do diodo, esta a retificação, ou seja, converter um sinal alternado em continuo, isto se faz necessário porque as maiorias

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora

Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora Curso Profissional de Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos Informação Prova da Disciplina de Física e Química - Módulo: 4 Circuitos elétricos. Modalidade

Leia mais

TRANSMISSÃO DE DADOS

TRANSMISSÃO DE DADOS TRANSMISSÃO DE DADOS Aula 2: Dados e sinais Notas de aula do livro: FOROUZAN, B. A., Comunicação de Dados e Redes de Computadores, MCGraw Hill, 4ª edição Prof. Ulisses Cotta Cavalca

Leia mais

Física Experimental III

Física Experimental III Física Experimental III Unidade 4: Circuitos simples em corrente alternada: Generalidades e circuitos resistivos http://www.if.ufrj.br/~fisexp3 agosto/26 Na Unidade anterior estudamos o comportamento de

Leia mais

RADIOELETRICIDADE. O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO CORRIGIDO CONFORME A ERRATA

RADIOELETRICIDADE. O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO CORRIGIDO CONFORME A ERRATA Dados: ANATEL - DEZ/2008 RADIOELETRICIDADE TESTE DE AVALIAÇÃO 1 RADIOELETRICIDADE O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO CORRIGIDO CONFORME A ERRATA Fonte:

Leia mais

Lista de Exercícios de Eletrônica Analógica. Semicondutores, Diodos e Retificadores

Lista de Exercícios de Eletrônica Analógica. Semicondutores, Diodos e Retificadores Lista de Exercícios de Eletrônica Analógica Semicondutores, Diodos e Retificadores Questões sobre Semicondutores: 1) O que é um material semicondutor? Dê 2 exemplos. 2) O que é camada de valência? 3) O

Leia mais

ELETRÔNICA CIRCUITOS ESPECIAIS CAPÍTULO

ELETRÔNICA CIRCUITOS ESPECIAIS CAPÍTULO CIRCUITOS ESPECIAIS Limitador (Ceifador) Positivo Negativo Polarizado Grampeador Multiplicador Dobrador Triplicador Quadriplicador Positivo Negativo Detector de Pico a Pico 1 LIMITADOR O limitador (ceifador)

Leia mais

Conversores Estáticos

Conversores Estáticos Conversores Estáticos Circuitos Retificadores Monofásicos 08/03/2009 www.corradi.junior.nom.br Sinal Senoidal Os circuitos eletrônicos podem trabalhar com tensões e correntes continuas e alternadas. Um

Leia mais

Eletricidade Aula 7. Circuitos de Corrente Alternada Parte 2

Eletricidade Aula 7. Circuitos de Corrente Alternada Parte 2 Eletricidade Aula 7 Circuitos de Corrente Alternada Parte 2 Expressão matemática mais usual da força eletromotriz de uma fonte alternada. Sendo E o valor da amplitude da fem, expressa-se usualmente seu

Leia mais

CONVERSORES DE FREQUÊNCIA

CONVERSORES DE FREQUÊNCIA CONVERSORES DE FREQUÊNCIA Introdução a inversores Convertem tensão c.c. para c.a. simétrica de amplitude e frequência desejadas A forma de onda dos inversores não é senoidal 1 Algumas aplicações dos inversores

Leia mais

AULA 03 Exercícios Lista 01 Lista 02 Lista 03 Resolução de exercícios em sala

AULA 03 Exercícios Lista 01 Lista 02 Lista 03 Resolução de exercícios em sala AULA 03 Exercícios Lista 01 Lista 02 Lista 03 Resolução de exercícios em sala AULA 04 Tensão e Corrente alternada Ondas senoidais Ondas quadradas Ondas triangulares Frequência e período Amplitude e valor

Leia mais

Corrente Alternada o básico do básico Revisão para o Provão Elaborado por Gabriel Vinicios

Corrente Alternada o básico do básico Revisão para o Provão Elaborado por Gabriel Vinicios 01 Corrente Alternada o básico do básico Revisão para o Provão Elaborado por Gabriel Vinicios Corrente Alternada: é toda tensão cuja polaridade muda ao longo do tempo. Forma mais comum: Senoidal: Na imagem

Leia mais

Um circuito DC é aquele cuja alimentação parte de uma fonte DC (do inglês Direct Current), ou em português, CC (corrente contínua).

Um circuito DC é aquele cuja alimentação parte de uma fonte DC (do inglês Direct Current), ou em português, CC (corrente contínua). Um circuito DC é aquele cuja alimentação parte de uma fonte DC (do inglês Direct Current), ou em português, CC (corrente contínua). Como vimo anteriormente, para que haja fluxo de corrente pelo circuito,

Leia mais

ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS USP KELEN CRISTIANE TEIXEIRA VIVALDINI AULA 3 PWM MATERIAL COMPLEMENTAR

ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS USP KELEN CRISTIANE TEIXEIRA VIVALDINI AULA 3 PWM MATERIAL COMPLEMENTAR ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS USP KELEN CRISTIANE TEIXEIRA VIVALDINI AULA 3 PWM MATERIAL COMPLEMENTAR SÃO CARLOS 2009 LISTA DE FIGURAS Figura 01: Representação de duas formas de onda tipo PWM...5

Leia mais

MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉCTRICAS UTILIZAÇÃO DO OSCILOSCÓPIO E DO MULTÍMETRO

MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉCTRICAS UTILIZAÇÃO DO OSCILOSCÓPIO E DO MULTÍMETRO TRABALHO PRÁTICO MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉCTRICAS UTILIZAÇÃO DO OSCILOSCÓPIO E DO MULTÍMETRO Objectivo Este trabalho tem como objectivo a familiarização com alguns dos equipamentos e técnicas de medida

Leia mais

Energia É definida como tudo aquilo capaz de realizar ou produzir trabalho. Ela existe em diversas modalidades sob várias formas:

Energia É definida como tudo aquilo capaz de realizar ou produzir trabalho. Ela existe em diversas modalidades sob várias formas: 1. Instalações Elétricas de Baixa Tensão: 1.1. Introdução A energia elétrica está presente em inúmeras atividades do ser humano. Ela é sinônimo de desenvolvimento de um país e de padrão de vida de sua

Leia mais

Correntes e tensões alternadas

Correntes e tensões alternadas capítulo 8 Correntes e tensões alternadas A maior parte da energia elétrica no mundo é transmitida e distribuída na forma de tensões e correntes alternadas. Nossas casas e indústrias são ambas alimentadas

Leia mais

Resistores e CA. sen =. logo

Resistores e CA. sen =. logo Resistores e CA Quando aplicamos uma voltagem CA em um resistor, como mostrado na figura, uma corrente irá fluir através do resistor. Certo, mas quanta corrente irá atravessar o resistor. Pode a Lei de

Leia mais

Eletrônica Geral Curso Técnico de Automação Industrial Lista 4 Análise de circuitos a diodos c.a.

Eletrônica Geral Curso Técnico de Automação Industrial Lista 4 Análise de circuitos a diodos c.a. Eletrônica Geral Curso Técnico de Automação Industrial Lista 4 Análise de circuitos a diodos c.a. 1. A Figura abaixo apresenta o oscilograma da forma de onda de tensão em um determinado nó de um circuito

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA. Excitação CA

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA. Excitação CA Os circuitos magnéticos dos transformadores e das máquinas CA são excitados por fontes CA. Com excitação CA, a indutância influi no comportamento do regime permanente. Joaquim Eloir Rocha 1 Com excitação

Leia mais

Resumo de Eletrodinâmica

Resumo de Eletrodinâmica Resumo de Eletrodinâmica i = Corrente Elétrica (A) Δq = quantidade de carga elétrica no fio em movimento (C = coulomb) milicoulomb: microcoulomb: nanocoulomb: n = número de elétrons e = carga elementar

Leia mais

CIRCUITOS ELETRICOS I: RESISTORES, GERADOR E 1ª LEI DE OHM CIÊNCIAS DA NATUREZA: FÍSICA PROFESSOR: DONIZETE MELO Página 1

CIRCUITOS ELETRICOS I: RESISTORES, GERADOR E 1ª LEI DE OHM CIÊNCIAS DA NATUREZA: FÍSICA PROFESSOR: DONIZETE MELO Página 1 Diretoria Regional de Ensino de Araguaína Colégio Estadual Campos Brasil Tocantins - Brasil Um circuito elétrico pode ser definido como uma interligação de componentes básicos formando pelo menos um caminho

Leia mais

Grupo: Ederson Luis Posselt Geovane Griesang Ricardo Cassiano Fagundes

Grupo: Ederson Luis Posselt Geovane Griesang Ricardo Cassiano Fagundes Curso: Ciências da computação Disciplina: Física aplicada a computação Professor: Benhur Borges Rodrigues Relatório experimental 02: Medida de tensão contínua e medida de tensão alternada; Grupo: Ederson

Leia mais

Experiência 02: RETIFICADORES MONOFÁSICOS DE ONDA COMPLETA A DIODO

Experiência 02: RETIFICADORES MONOFÁSICOS DE ONDA COMPLETA A DIODO ( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno

Leia mais

Cap. 2 Princípios da Eletrodinâmica

Cap. 2 Princípios da Eletrodinâmica Cap. 2 Princípios da Eletrodinâmica Instituto Federal Sul-rio-grandense Curso Técnico em Eletromecânica Disciplina de Eletricidade Básica Prof. Rodrigo Souza Conteúdos 2 Princípios da Eletrodinâmica 2.1

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL037

Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL037 Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL037 1 Título Prática 1 Fonte de Alimentação Regulável 2 Objetivos Estudo de algumas topologias e desenvolvimento de uma fonte de alimentação

Leia mais

MII 2.1 MANUTENÇÃO DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS ANALÓGICOS RETIFICAÇÃO

MII 2.1 MANUTENÇÃO DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS ANALÓGICOS RETIFICAÇÃO MII 2.1 MANUTENÇÃO DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS ANALÓGICOS RETIFICAÇÃO Contextualização Retificação Muitos circuitos eletrônicos necessitam de corrente contínua para operar. Porém, as companhias de energia

Leia mais

Potência e Energia de um sinal

Potência e Energia de um sinal otência e nergia de um sinal Fonte: www.gaussianwaves.com/03//power-and-energy-of-a-signal/ nergia de um sinal: Definindo o termo tamanho do sinal : o processamento de sinais, geralmente um sinal é visto

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE. Técnico Integrado em Informática. Resposta: Resposta:

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE. Técnico Integrado em Informática. Resposta: Resposta: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE 4ª Lista de Exercícios Eletricidade Instrumental Técnico Integrado em Informática Aluno (a): Ano/Série: Matrícula: Professor:

Leia mais

Lab.04 Osciloscópio e Gerador de Funções

Lab.04 Osciloscópio e Gerador de Funções Lab.04 Osciloscópio e Gerador de Funções OBJETIVOS Capacitar o aluno a utilizar o osciloscópio e o gerador de funções; Usar o osciloscópio para observar e medir formas de onda de tensão e de corrente.

Leia mais

GERADORES E RECEPTORES:

GERADORES E RECEPTORES: COLÉGIO ESTADUAL JOSUÉ BRANDÃO 3º Ano de Formação Geral Física IV Unidade_2009. Professor Alfredo Coelho Resumo Teórico/Exercícios GERADORES E RECEPTORES: Anteriormente estudamos os circuitos sem considerar

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES. Comunicação de Dados

REDES DE COMPUTADORES. Comunicação de Dados Sinais Uma das funções mais importantes da camada física é converter informação em sinais eletromagnéticos para poder enviá-los num meio de transmissão. Sejam estas informações uma sequência de 1s e 0s

Leia mais

2 Objetivos Verificação e análise das diversas características de amplificadores operacionais reais.

2 Objetivos Verificação e análise das diversas características de amplificadores operacionais reais. Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 6 1 Título Prática 11 Características dos Amplificadores Operacionais 2 Objetivos Verificação e análise das diversas características

Leia mais

ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS II

ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS II ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS II Módulo V CIRCUITOS ACOPLADOS MAGNETICAMENTE INTRODUÇÃO AOS TRANSFORMADORES UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira Campo Magnético Linhas de fluxo

Leia mais

Cap. 4 Retificadores de onda completa

Cap. 4 Retificadores de onda completa Cap. 4 Retificadores de onda completa Retificadores de onda completa - Introdução Principal Vantagem Menos Ripple (em relação a retificadores de meia onda) Retificadores de onda completa de uma fase Retificadores

Leia mais

Circuitos eléctricos

Circuitos eléctricos Circuitos eléctricos O que é? n Designa-se de circuito eléctrico o caminho por onde a corrente eléctrica passa. n A corrente eléctrica é um movimento orientado de cargas, que se estabelece num circuito

Leia mais

Eletrônica e Circuitos Digitais. Circuitos Retificadores

Eletrônica e Circuitos Digitais. Circuitos Retificadores Eletrônica e Circuitos Digitais Circuitos Retificadores 1 ) Objetivo 2 ) Introdução Teórica 3 ) Lista de Materiais 4 ) Procedimento Material e Resultados 5 ) Discussão/Conclusão 1 ) Objetivo A experiência

Leia mais

Lei de Ohm: associação de resistores e capacitores

Lei de Ohm: associação de resistores e capacitores Lei de Ohm: associação de resistores e capacitores Na figura abaixo, exemplificamos um circuito simples, onde aplicamos uma fonte de energia (V), ligada a um resistor (R) e que resultará em uma corrente

Leia mais

Fundamentos de Eletrônica

Fundamentos de Eletrônica 6872 - Fundamentos de Eletrônica Lei de Ohm Última Aula Elvio J. Leonardo Universidade Estadual de Maringá Departamento de Informática Bacharelado em Ciência da Computação Associação de Resistores Análise

Leia mais

Diodo de Junção - 7 Cap. 3 Sedra/Smith Cap. 2 Boylestad Cap. 4 Malvino

Diodo de Junção - 7 Cap. 3 Sedra/Smith Cap. 2 Boylestad Cap. 4 Malvino Diodo de Junção - 7 Cap. 3 Sedra/Smith Cap. 2 Boylestad Cap. 4 Malvino Limitadores, Grampeadores e Dobradores de Tensão Notas de Aula SEL 313 Circuitos Eletrônicos 1 1o. Sem/2016 Prof. Manoel Circuitos

Leia mais

Electromagnetismo Aula Teórica nº 22

Electromagnetismo Aula Teórica nº 22 Electromagnetismo Aula Teórica nº 22 Departamento de Engenharia Física Faculdade de Engenharia Universidade do Porto PJVG, LMM 1 Breve revisão da última aula O motor de corrente contínua Inductâncias A

Leia mais

PRINCIPIO DE FUNCIONAMENTO DE GERADOR SINCRONO

PRINCIPIO DE FUNCIONAMENTO DE GERADOR SINCRONO 1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA ELÉTRICA PRINCIPIO DE FUNCIONAMENTO DE GERADOR SINCRONO UNEMAT Campus de Sinop 2016

Leia mais

Prof. Antônio Carlos Santos. Aula 3: Circuitos Ceifadores (limitadores de tensão)

Prof. Antônio Carlos Santos. Aula 3: Circuitos Ceifadores (limitadores de tensão) IF-UFRJ Laboratório de Física Moderna Eletrônica Prof. Antônio Carlos Santos FIW362 Curso de Licenciatura em Física Aula 3: Circuitos Ceifadores (limitadores de tensão) Este material foi baseado em livros

Leia mais

Eletricidade Aula 2. Circuitos elétricos e suas propriedades

Eletricidade Aula 2. Circuitos elétricos e suas propriedades Eletricidade Aula 2 Circuitos elétricos e suas propriedades O Resistor Podemos construir um componente que possua um valor desejado de resistência o resistor. Os resistores podem ser construídos para ter

Leia mais

Aula 8.2 Conteúdo: Associação de resistores em paralelo, potência elétrica de uma associação em paralelo de resistores. INTERATIVIDADE FINAL

Aula 8.2 Conteúdo: Associação de resistores em paralelo, potência elétrica de uma associação em paralelo de resistores. INTERATIVIDADE FINAL Aula 8.2 Conteúdo: Associação de resistores em paralelo, potência elétrica de uma associação em paralelo de resistores. Habilidades: Diferenciar as formas de associação de resistores, bem como determinar

Leia mais

Me. Leandro B. Holanda,

Me. Leandro B. Holanda, 27-1 O que é física? Estamos cercados de circuitos elétricos. Todos os esses aparelhos e também a rede de distribuição de energia elétrica que os faz funcionar, dependem da engenharia elétrica moderna.

Leia mais

Circuitos com Diodo. Prof. Jonathan Pereira

Circuitos com Diodo. Prof. Jonathan Pereira Circuitos com Diodo Prof. Jonathan Pereira Introdução Figura 1 Válvula hidráulica uidirecional 2 Sinal Senoidal Sinal elétrico alternado pode ser representado matematicamente

Leia mais

Matriz de referência DE FÍSICA - SAERJINHO ANO ENSINO MÉDIO

Matriz de referência DE FÍSICA - SAERJINHO ANO ENSINO MÉDIO 1 ANO ENSINO MÉDIO MATÉRIA E ENERGIA TERRA E UNIVERSO H01 Reconhecer a equivalência entre massa e energia, descrevendo processos de conversão de massa em energia. H02 Reconhecer a equivalência entre massa

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Departamento de Eletrônica Retificadores. Prof. Clóvis Antônio Petry.

Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Departamento de Eletrônica Retificadores. Prof. Clóvis Antônio Petry. Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Departamento de Eletrônica Retificadores Potência em CA Prof. Clóvis Antônio Petry. Florianópolis, agosto de 2007. Nesta aula Capítulo 19: Potência

Leia mais

Electromagnetismo. Campo Magnético:

Electromagnetismo. Campo Magnético: Campo Magnético: http://www.cartoonstock.com/lowres/hkh0154l.jpg Campo Magnético: Existência de ímans Corrente eléctrica A bússola é desviada http://bugman123.com/physics/oppositepoles large.jpg Observação

Leia mais

AULA 02 PRIMEIRA LEI DE OHM APOSTILA 1 FSC-C

AULA 02 PRIMEIRA LEI DE OHM APOSTILA 1 FSC-C AULA 02 PRIMEIRA LEI DE OHM APOSTILA 1 FSC-C DIFERENÇA DE POTENCIAL (DDP) CRIAR UMA DIFERENÇA ENTRE DOIS PONTOS. NUM DOS PONTOS HÁ EXCESSO E NO OUTRO FALTA DE ELETRONS QUANTO MAIOR A DIFERENÇA, MAIOR VAI

Leia mais

Note os contatos auxiliares NF que fazem com que jamais as contactoras C1 e C2 possam ser energizadas simultaneamente.

Note os contatos auxiliares NF que fazem com que jamais as contactoras C1 e C2 possam ser energizadas simultaneamente. Note os contatos auxiliares NF que fazem com que jamais as contactoras C1 e C2 possam ser energizadas simultaneamente. 4.4. Chave de Partida Série-Paralelo As chaves de partida série-paralelo são utilizadas

Leia mais

Eletricidade Aplicada

Eletricidade Aplicada Eletridade Aplicada Eletricidade Aplicada Aula 21 Fabio L. Tomm fabiotomm@gmail.com Prova 2 23/11 Prova Substitutiva de uma das Provas 30/11 Trabalho de levantamento do seu consumo residencial, do esquema

Leia mais

Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos

Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos 1. OBJETIO Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos resistivos em presença de uma fonte de alimentação de corrente alternada.

Leia mais

Máquinas Elétricas. Máquinas CC Parte IV

Máquinas Elétricas. Máquinas CC Parte IV Máquinas Elétricas Máquinas CC Parte IV Máquina CC eficiência Máquina CC perdas elétricas (perdas por efeito Joule) Máquina CC perdas nas escovas Máquina CC outras perdas a considerar Máquina CC considerações

Leia mais

Duração do exame: 2:30h Leia o enunciado com atenção. Justifique todas as respostas. Identifique e numere todas as folhas da prova.

Duração do exame: 2:30h Leia o enunciado com atenção. Justifique todas as respostas. Identifique e numere todas as folhas da prova. Duração do exame: :3h Leia o enunciado com atenção. Justifique todas as respostas. Identifique e numere todas as folhas da prova. Problema Licenciatura em Engenharia e Arquitetura Naval Mestrado Integrado

Leia mais

FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II PROF JOÃO RODRIGO ESCALARI ESQ. - EXERCÍCIOS DE FÍSICA II GERADORES E LEI DE POULIETT

FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II PROF JOÃO RODRIGO ESCALARI ESQ. - EXERCÍCIOS DE FÍSICA II GERADORES E LEI DE POULIETT FÍSIC GERL E EXPERIMENTL II PROF JOÃO RODRIGO ESCLRI - 2012 ESQ. - EXERCÍCIOS DE FÍSIC II GERDORES E LEI DE POULIETT 1. 4. figura representa um trecho de um circuito percorrido por uma corrente com intensidade

Leia mais

LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA LTE. Aula 4 Conceitos Básicos da Transmissão em Corrente Alternada

LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA LTE. Aula 4 Conceitos Básicos da Transmissão em Corrente Alternada LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA LTE Aula 4 Conceitos Básicos da Transmissão em Corrente Alternada Tópicos da Aula Tensões e Correntes Variantes no Tempo Sistema em Regime Permanente Senoidal Interpretação

Leia mais

FNT AULA 6 FUNÇÃO SENO E COSSENO

FNT AULA 6 FUNÇÃO SENO E COSSENO FNT AULA 6 FUNÇÃO SENO E COSSENO CIRCUNFERÊNCIA TRIGONOMÉTRICA Chama-se circunferência trigonométrica a circunferência de raio unitário (R=1), com centro na origem de um sistema cartesiano. +1 R = 1 360º

Leia mais

PLANOS DE AULA DO MATERIAL INSTRUCIONAL

PLANOS DE AULA DO MATERIAL INSTRUCIONAL PLANOS DE AULA DO MATERIAL INSTRUCIONAL Professor: Alencar Material a ser aplicado a uma turma de 30 alunos do terceiro ano do Ensino Médio em seis períodos de 50 min cada. Plano para 1ª aula Objetivos

Leia mais

CEIFADORES E GRAMPEADORES

CEIFADORES E GRAMPEADORES CEIFADORES E GRAMPEADORES Ceifadores e grampeadores são circuitos compostos por diodos para a obtenção de formas de ondas especiais, cada um deles, desempenhando uma função específica como sugere o nome.

Leia mais

Tema 6: O Mundo da Eletricidade. Semestre 2 de 2014

Tema 6: O Mundo da Eletricidade. Semestre 2 de 2014 Tema 6: O Mundo da Eletricidade Semestre 2 de 2014 I ampere Q +q Coulomb Corrente Elétrica Finalmente, chegamos ao fenômeno fundamental da eletricidade: Quando há um movimento ordenado de eletrões livres

Leia mais

1-Eletricidade básica

1-Eletricidade básica SENAI 1 1-Eletricidade básica 1.1 - Grandezas Elétricas: 1.1 - Carga Elétrica, Tensão Elétrica, Corrente Elétrica, Resistência Elétrica; 1.2 - Leis de Ohm: 1.2.1-1 a Lei de Ohm 1.2.2 múltiplos e submúltiplos

Leia mais

TRANSFORMADORES. Introdução

TRANSFORMADORES. Introdução TRANSFORMADORES Introdução Por volta do século XIX, o físico britânico Michael Faraday estabeleceu o fenômeno da indução magnética. Uma das experiências de Faraday consistiu em induzir uma corrente numa

Leia mais

2 - Qual a potência em Watts de um motor de uma 3,50 hp?

2 - Qual a potência em Watts de um motor de uma 3,50 hp? INSTITUTO EDUCACIONAL SÃO JOÃO DA ESCÓCIA NOME: N o DATA: / /2016 CURSO: Eletrônica DISCIPLINA: Eletricidade Básica PROFESSOR: João Carlos Data da entrega: 03 de Maio de 2016 1 - Suponha que um determinado

Leia mais

φ = B A cosθ, em que θ é o ângulo formado entre a normal ao plano da

φ = B A cosθ, em que θ é o ângulo formado entre a normal ao plano da 01 As afirmativas: I) Falsa, pois o ângulo formado entre a normal ao plano da espira é de 60, assim o fluxo eletromagnético é: φ = B A cosθ, em que θ é o ângulo formado entre a normal ao plano da espira

Leia mais

POTÊNCIA EM CIRCUITOS SENOIDAIS.

POTÊNCIA EM CIRCUITOS SENOIDAIS. POTÊNCIA EM CIRCUITOS SENOIDAIS. EXERCÍCIO 1: Um transformador com capacidade para fornecer a potência aparente máxima de 25kVA está alimentando uma carga, constituída pelo motor M1 que consome 4.8kW com

Leia mais

PROVA MODELO Duração da prova: 120 minutos. Grupo 1 - Três questões de resposta múltipla de matemática.

PROVA MODELO Duração da prova: 120 minutos. Grupo 1 - Três questões de resposta múltipla de matemática. Página 1 de 9 Provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 23 anos, Decreto-Lei n.º 113/2014, de 16 de julho AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE

Leia mais

ELETROTÉCNICA ENGENHARIA

ELETROTÉCNICA ENGENHARIA Aquino, Josué Alexandre. A657e Eletrotécnica : engenharia / Josué Alexandre Aquino. Varginha, 2015. 50 slides; il. Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader Modo de Acesso: World Wide Web 1. Eletrotécnica.

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: ELETRICIDADE. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: ELETRICIDADE. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: ELETRICIDADE Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br UNIDADE II Cargas elétricas em movimento Resistividade

Leia mais

ELETRONICA ANALÓGICA By W. L. Miranda. Fontes de alimentação CA/CC.

ELETRONICA ANALÓGICA By W. L. Miranda. Fontes de alimentação CA/CC. ELETRONICA ANALÓGICA By W. L. Miranda Fontes de alimentação CA/CC. 1 - Considerações de projeto: a) 1º Caso: Isolamento entre rede domiciliar CA e a carga. Neste caso, a fase, o neutro ou o aterramento

Leia mais

PUC-RIO CB-CTC. P3 DE ELETROMAGNETISMO quarta-feira. Nome : Assinatura: Matrícula: Turma:

PUC-RIO CB-CTC. P3 DE ELETROMAGNETISMO quarta-feira. Nome : Assinatura: Matrícula: Turma: P3 1/6/13 PUC-IO CB-CTC P3 DE ELETOMAGNETISMO 1.6.13 quarta-feira Nome : Assinatura: Matrícula: Turma: NÃO SEÃO ACEITAS ESPOSTAS SEM JUSTIFICATIVAS E CÁLCULOS EXPLÍCITOS. Não é permitido destacar folhas

Leia mais

H1- Compreender as grandezas relacionadas com o campo de conhecimento em eletricidade. Aula 1

H1- Compreender as grandezas relacionadas com o campo de conhecimento em eletricidade. Aula 1 H1- Compreender as grandezas relacionadas com o campo de conhecimento em eletricidade. Aula 1 Técnico em Eletromecânica - Agosto o de 2009 Prof. Dr. Emerson S. Serafim 1 Eletrostática: CONTEÚDO Átomo-Lei

Leia mais

Retificadores com tiristores

Retificadores com tiristores Retificadores com tiristores 5 O retificador controlado trifásico de meia onda Os retificadores trifásicos são alimentados pela rede de energia trifásica cujas tensões podem ser descritas pelas expressões

Leia mais

SIMULADO Radioeletricidade

SIMULADO Radioeletricidade 73 questões PY1IB SIMULADO Radioeletricidade 1ª Pergunta: Dois corpos carregados eletricamente com cargas, respectivamente, positiva e negativa exercem entre si uma força que tende a: A Aproximá los. B

Leia mais

Circuitos Elétricos Corrente, Tensão, Potência e Energia

Circuitos Elétricos Corrente, Tensão, Potência e Energia Circuitos Elétricos Corrente, Tensão, Potência e Energia Prof. Alexandre Mota Prof. Lia Mota 1s2011 Conceitos Básicos Recapitulando: Importância do estudo de circuitos elétricos: todas as áreas da Engenharia

Leia mais

Máquinas Elétricas. Máquinas CC Parte III

Máquinas Elétricas. Máquinas CC Parte III Máquinas Elétricas Máquinas CC Parte III Máquina CC Máquina CC Máquina CC Comutação Operação como gerador Máquina CC considerações fem induzida Conforme já mencionado, a tensão em um único condutor debaixo

Leia mais

ELETRÔNICA DIGITAL. Prof. Arnaldo I. I. C. A. & I. T. Tech. Consultant

ELETRÔNICA DIGITAL. Prof. Arnaldo I. I. C. A. & I. T. Tech. Consultant ELETRÔNICA DIGITAL Prof. Arnaldo I. I. C. A. & I. T. Tech. Consultant Sinais E. E. Digitais Definições Sinais Eletroeletrônicos ( Sinais E. E. ) Registros Técnicos Op. dos Comportamentos & Variações dos

Leia mais

Capacitores e Indutores (Aula 7) Prof. Daniel Dotta

Capacitores e Indutores (Aula 7) Prof. Daniel Dotta Capacitores e Indutores (Aula 7) Prof. Daniel Dotta 1 Sumário Capacitor Indutor 2 Capacitor Componente passivo de circuito. Consiste de duas superfícies condutoras separadas por um material não condutor

Leia mais

CAPÍTULO 3 - CIRCUITOS RETIFICADORES ELETRÔNICA ANALÓGICA AULA 04

CAPÍTULO 3 - CIRCUITOS RETIFICADORES ELETRÔNICA ANALÓGICA AULA 04 CAPÍTULO 3 - CIRCUITOS RETIFICADORES ELETRÔNICA Aluno turma ELETRÔNICA ANALÓGICA AULA 04 1- Retificadores Todos os aparelhos eletrônicos necessitam de corrente contínua para funcionar, todavia, a rede

Leia mais