Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul

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1 Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Instrução Normativa REITORIA nº 01, de 07 de janeiro de Estabelece fluxo de Processos Administrativos Disciplinares e Sindicâncias do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul IFRS. A Reitora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul IFRS, no uso de suas atribuições legais, resolve: CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS E DEFINIÇÕES Art. 1º Estas normas têm por fim a regulamentação dos fluxos de Processos Administrativos Disciplinares e Sindicâncias do IFRS, conforme previsto na Constituição Federal de 1988; Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; Lei nº 8.429, de 02 de junho de 1992; Lei nº 9.527, de 10 de dezembro de 1997; e Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de º Conforme previsto no Art. 148, da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, o processo disciplinar é o instrumento destinado a apurar responsabilidade de servidor por infração praticada no exercício de suas atribuições, ou que tenha relação com as atribuições do cargo em que se encontre investido. 2º A autoridade pública que tiver ciência de irregularidades, a fim de manter a ordem em sua estrutura interna e na prestação de serviços, deve promover a apuração de irregularidades mediante Sindicância ou Processo Administrativo Disciplinar (PAD), assegurando ao acusado ampla defesa.

2 CAPÍTULO II DA COMISSÃO PERMANENTE DE PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR CPPAD Art. 2º A Reitoria nomeará uma Comissão Permanente de Processo Administrativo Disciplinar CPPAD com o objetivo de auxiliar nos encaminhamentos, prestar orientações e controlar a condução das apurações de irregularidades. 1º A Comissão prevista no Caput será composta por 3 (três) servidores lotados na Reitoria, sendo 1 (um) membro lotado na Diretoria de Gestão de Pessoas. 2º São requisitos desejáveis para compor a Comissão Permanente de Processo Administrativo Disciplinar: a) ser servidor estável; b) possuir capacitação em curso de sindicância e PAD; c) ter experiência em comissão de sindicância ou PAD; d) ser graduado em direito ou possuir notórios conhecimentos em direito administrativo; e) ter conhecimento ou acesso ao sistema CGU-PAD. Art. 3º São atribuições da Comissão Permanente de Processo Administrativo Disciplinar: I - elaborar modelos padronizados de atas, notificações, memorandos, formulários, relatórios e outros documentos pertinentes ao processo disciplinar; II - criar e manter atualizado, com o apoio da Diretoria de Gestão de Pessoas, um relatório com os nomes e dados de servidores aptos, por lei e por interesse da instituição, a participarem de comissões de Sindicância e PAD; III indicar os membros que poderão compor as comissões; IV - elaborar roteiros e manuais no âmbito da apuração de irregularidades; V - acompanhar o andamento dos trabalhos das comissões e, quando necessário, prestar suporte técnico, provendo os servidores com orientações técnicas, a fim de que todo o processo apuratório cumpra o que legalmente está estabelecido; VI - auxiliar o Departamento de Desenvolvimento de Pessoas na oferta de cursos de capacitação em Sindicância e Processo Administrativo Disciplinar; VII - alimentar e operacionalizar o sistema CGU-PAD (Sistema de Gestão de Processos Disciplinares); VIII realizar reuniões preparatórias ou elucidativas, quando solicitadas pela autoridade instauradora ou pelas comissões designadas; IX conduzir os processos apuratórios de maior complexidade, quando designada pela autoridade instauradora. 2

3 Parágrafo único. Deverão constar no relatório previsto no inciso II deste artigo as informações relativas à lotação do servidor, tempo de serviço, cargo, função, capacitações realizadas, nível de formação, experiência em comissão de sindicância ou PAD, entre outras informações pertinentes. CAPÍTULO III DOS PROCEDIMENTOS INICIAIS Art. 4º As representações ou denúncias sobre irregularidades deverão ser encaminhadas a autoridade competente, o Diretor da unidade, formuladas por escrito, devendo conter a identificação e o endereço do denunciante, salvo casos de denúncias por parte da comunidade externa. Art. 5º Ao ter ciência da representação ou denúncia, a autoridade deverá realizar o Juízo de Admissibilidade da ocorrência. 1º O Juízo de Admissibilidade tem como objetivo coletar elementos para verificar o cabimento da instauração de processo disciplinar. 2º Quando o fato narrado não configurar evidente infração disciplinar ou ilícito penal, a denúncia deverá ser arquivada, por falta de objeto. Art. 6º A autoridade deverá comunicar de imediato a CPPAD sobre a representação ou denúncia, anexando-a ao documento. Parágrafo único. Conforme os fatos, a CPPAD irá propor a instauração de uma Sindicância ou Processo Administrativo Disciplinar, Rito Ordinário ou Rito Sumário, indicando todos os membros aptos a compor uma comissão de Sindicância ou PAD. Art. 7º Com base nas informações repassadas pela CPPAD, a autoridade competente irá designar uma comissão para apuração das irregularidades. Parágrafo único. A comissão deverá ser composta por servidores estáveis designados pela autoridade competente que indicará, dentre eles, o seu presidente, que deverá ser ocupante de cargo efetivo superior ou de mesmo nível, ou ter nível de escolaridade igual ou superior ao do indiciado. Art. 8º Os procedimentos iniciais, bem como a abertura e o desfecho resumido dos processos de apuração de irregularidades, deverão seguir o fluxograma previsto no ANEXO I 3

4 CAPÍTULO IV DO FLUXO DOS PROCESSOS DISCIPLINARES SEÇÃO I SINDICÂNCIA ADMINISTRATIVA Art. 9º Será aberta uma Sindicância Administrativa quando a conduta irregular não estiver bem definida ou quando, ainda que definida, a denúncia não apresentar suspeito de autoria. 1º Para a execução do previsto no Caput, será nomeada uma Comissão de Sindicância composta por 3 (três) servidores estáveis. 2º Deverá ser executada em 30 (trinta) dias, podendo ser prorrogado por igual período. Art. 10 O início dos trabalhos da Comissão de Sindicância relacionados com a apuração dos fatos mencionados na portaria de instauração, ocorrerá pelas seguintes ações: a) designação o secretário; b) comunicação da instalação ao Diretor da Unidade, à CPPAD e à Diretoria de Gestão de Pessoas; c) análise dos autos do processo; d) investigação preliminar. 1º A análise dos autos do processo visa identificar claramente o que se pretende elucidar no inquérito. 2º A Investigação preliminar visa identificar a autoria da irregularidade. 3º Caso não seja possível identificar a autoria, o processo deverá ser arquivado e comunicado este fato à CPPAD. 4º Caso seja possível identificar a autoria, porém a previsão de penalidade seja superior a suspensão de 30 (trinta) dias, o processo deverá ser encaminhado para instauração de Processo Administrativo Disciplinar. Art. 11 Feita a identificação e não se configurando nenhuma das condições dos parágrafos 3º e 4º do artigo 10, a comissão seguirá seus trabalhos com a Instrução do Processo. 1º Inicia-se a Instrução pela Notificação do Servidor quanto à citação de seu nome nos autos. 2º Segue a instrução pela fase do Inquérito através de oitivas, diligências, reproduções, consultas, pesquisas, perícias, acareações e interrogatórios, inclusive pela indicação de testemunhas por parte dos citados. 3º Comprovada a inocência ou verificando-se a ausência de provas para responsabilização, o processo deverá ser arquivado e comunicado este fato à CPPAD. 4

5 Art. 12 Havendo a comprovação da autoria e da materializada, deverá ser feito o indiciamento do(s) acusados(s). 1º A Comissão de Sindicância deverá notificar o(s) acusados(s) para que apresente(m) a(s) defesa(s) escrita. 2º A não apresentação de defesa implica na consideração de revelia do(s) indiciado(s) que não apresentar(em) a(s) defesa(s) escrita, devendo a autoridade instauradora do processo designar um servidor como defensor dativo. Art. 13 Após a entrega da(s) defesa(s) escrita do(s) indiciado(s), a comissão elaborará um relatório minucioso e conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. Parágrafo único. Após o procedimento previsto no Caput, a comissão enviará todo o processo à autoridade instauradora do processo. Art. 14 A autoridade instauradora do processo deverá julgar pela procedência ou não da possível irregularidade cometida pelo servidor, acatando o relatório da comissão, salvo quando contrário às provas dos autos. 1º sendo constatado a ocorrência de vício insanável no processo, a autoridade instauradora do processo deverá iniciar novamente o processo de Sindicância Administrativa. 2º Entendendo a autoridade instauradora do processo que não há a responsabilização de um ou mais indiciados, o processo deverá ser arquivado e comunicado este fato à CPPAD. 3º A autoridade instauradora do processo deverá aplicar a penalidade caso entenda que há a responsabilização de um ou mais indiciados e que a punição sugerida é de advertência ou suspensão de até 30 (trinta) dias. 4º Se a previsão de penalidade for superior a suspensão de 30 (trinta) dias, a autoridade instauradora do processo deverá ser encaminhado para instauração de Processo Administrativo Disciplinar. Art. 15 Os procedimentos da Sindicância Administrativa deverão seguir o fluxograma previsto no ANEXO II. SEÇÃO II PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR RITO ORDINÁRIO Art. 16 Será aberta um Processo Administrativo Disciplinar Rito Ordinário quando a conduta irregular estiver bem definida e a representação ou denúncia apresentar suspeito de autoria. 5

6 1º Para a execução do previsto no Caput, será nomeada uma Comissão de Processo Administrativo Disciplinar Rito Ordinário composta por 3 (três) servidores estáveis. 2º Deverá ser executada em 60 (sessenta) dias, podendo ser prorrogado por igual período. Art. 17 O início dos trabalhos da Comissão de Processo Administrativo Disciplinar relacionados com a apuração dos fatos mencionados na portaria de instauração, ocorrerá pelas seguintes ações: a) designação o secretário; b) comunicação da instalação ao Diretor da Unidade, à CPPAD e à Diretoria de Gestão de Pessoas; c) análise dos autos do processo; Parágrafo único A análise dos autos do processo visa identificar claramente o que se pretende elucidar no inquérito. Art. 18 A Comissão de Processo Administrativo Disciplinar seguirá seus trabalhos com a Instrução do Processo. 1º Inicia-se a Instrução pela Notificação do Servidor quanto à citação de seu nome nos autos. 2º Segue a instrução pela fase do Inquérito através de oitivas, diligências, reproduções, consultas, pesquisas, perícias, acareações e interrogatórios, inclusive pela indicação de testemunhas por parte dos citados. 3º Comprovada a inocência ou verificando-se a ausência de provas para responsabilização, o processo deverá ser arquivado e comunicado este fato à CPPAD. Art. 19 Havendo a comprovação da autoria e da materializada, deverá ser feito o indiciamento do(s) acusados(s). 1º A Comissão de Processo Administrativo Disciplinar deverá notificar o(s) acusados(s) para que apresente(m) a(s) defesa(s) escrita. 2º A não apresentação de defesa implica na consideração de revelia do(s) indiciado(s) que não apresentar(em) a(s) defesa(s) escrita, devendo a autoridade instauradora do processo designar um servidor como defensor dativo. Art. 20 Após a entrega da(s) defesa(s) escrita do(s) indiciado(s), a comissão elaborará um relatório minucioso e conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. Parágrafo único. Após o procedimento previsto no Caput, a comissão enviará todo o processo à autoridade instauradora do processo. 6

7 Art. 21 A autoridade instauradora do processo deverá julgar pela procedência ou não da possível irregularidade cometida pelo servidor, acatando o relatório da comissão, salvo quando contrário às provas dos autos. 1º sendo constatado a ocorrência de vício insanável no processo, a autoridade instauradora do processo deverá iniciar novamente o Processo Administrativo Disciplinar. 2º Entendendo a autoridade instauradora do processo que não há a responsabilização de um ou mais indiciados, o processo deverá ser arquivado e comunicado este fato à CPPAD. 3º A autoridade instauradora do processo deverá aplicar a penalidade caso entenda que há a responsabilização de um ou mais indiciados, devendo ser comunicado este fato à CPPAD. Art. 22 Os procedimentos do Processo Administrativo Disciplinar deverão seguir o fluxograma previsto no ANEXO III. SEÇÃO III PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR RITO SUMÁRIO Art. 23 Será aberta um Processo Administrativo Disciplinar Rito Sumário quando a representação ou denúncia apresentar: suspeito de autoria e prova pré-constituída prevista no Art. 133 e/ou Art. 140, da Lei nº 8.112/90. 1º Para a execução do previsto no Caput, será nomeada uma Comissão de Processo Administrativo Disciplinar Rito Ordinário composta por 2 (dois) servidores estáveis. 2º Deverá ser executada em 30 (trinta) dias, podendo ser prorrogado por mais 15 (quinze) dias. Art. 24 O início dos trabalhos da Comissão de Processo Administrativo Disciplinar Rito Sumário relacionados com a apuração dos fatos mencionados na portaria de instauração, ocorrerá pelas seguintes ações: a) designação o secretário; b) comunicação da instalação ao Diretor da Unidade, à CPPAD e à Diretoria de Gestão de Pessoas; c) análise dos autos do processo; Parágrafo único A análise dos autos do processo visa identificar claramente o que se pretende elucidar no inquérito. Art. 25 A Comissão de Processo Administrativo Disciplinar Rito Sumário seguirá seus trabalhos com o indiciamento do(s) acusados(s). 7

8 1º A Comissão de Processo Administrativo Disciplinar Rito Sumário deverá notificar o(s) acusados(s) para que apresente(m) a(s) defesa(s) escrita. 2º A não apresentação de defesa implica na consideração de revelia do(s) indiciado(s) que não apresentar(em) a(s) defesa(s) escrita, devendo a autoridade instauradora do processo designar um servidor como defensor dativo. Art. 26 Após a entrega da(s) defesa(s) escrita do(s) indiciado(s), a comissão elaborará um relatório minucioso e conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. Parágrafo único. Após o procedimento previsto no Caput, a comissão enviará todo o processo à autoridade instauradora do processo. Art. 27 A autoridade instauradora do processo deverá julgar pela procedência ou não da possível irregularidade cometida pelo servidor, acatando o relatório da comissão, salvo quando contrário às provas dos autos. 1º sendo constatado a ocorrência de vício insanável no processo, a autoridade instauradora do processo deverá iniciar novamente o Processo Administrativo Disciplinar Rito Sumário. 2º Entendendo a autoridade instauradora do processo que não há a responsabilização de um ou mais indiciados, o processo deverá ser arquivado e comunicado este fato à CPPAD. 3º A autoridade instauradora do processo deverá aplicar a penalidade de demissão, destituição do cargo ou cassação da aposentadoria caso entenda que há a responsabilização do indiciado, devendo ser comunicado este fato à CPPAD. Art. 28 Os procedimentos do Processo Administrativo Disciplinar deverão seguir o fluxograma previsto no ANEXO IV. CAPÍTULO V DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 29 Os processos aqui descritos estão comparados no ANEXO V. Art. 30 Os casos omissos serão dirimidos pelo Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul. Profª. Cláudia Schiedeck Soares de Souza Reitora do IFRS Decreto Presidencial de 11/10/2011 Publicado em 13/10/2011 8

9 ANEXO I 9

10 ANEXO II 10

11 ANEXO III 11

12 ANEXO IV 12

13 ANEXO V Processos Sindicância Administrativa PAD Rito Ordinário PAD Rito Sumário Abertura Quando a conduta irregular não estiver bem Quando a conduta irregular estiver bem Quando a representação ou denúncia apresentar: definida ou quando, ainda que definida, a definida e a representação ou denúncia suspeito de autoria e prova pré-constituída prevista denúncia não apresentar suspeito de autoria. apresentar suspeito de autoria. no Art. 133 e Art. 140, da Lei nº 8.112/90. Prazo Não excederá 30 (trinta) dias, podendo ser Não excederá 60 (trinta) dias, podendo ser Não excederá 30 (trinta) dias, podendo ser prorrogado por igual período. prorrogado por igual período. prorrogado por até mais 15 dias. Designação da Comissão Composta por 3 (três) servidores estáveis. Composta por 3 (três) servidores estáveis. Composta por 2 (três) servidores estáveis. Ata de Instalação Início aos trabalhos relacionados com a apuração dos fatos mencionados na portaria de instauração, deliberando-se preliminarmente: a) designar o secretário; b) comunicar a instalação ao Diretor da unidade, à CPPAD e à Diretoria de Gestão de Pessoas; e c) examinar os autos do processo. Estudo de autos Análise dos autos do processo com intuito de identificar claramente o que se pretende Existência de provas pré-constituídas. elucidar no inquérito. Investigação preliminar Visa identificar a autoria da irregularidade. Não se aplica. Não se aplica. Atos de Instrução Notificação do servidor e inquérito: oitivas, diligências, reproduções, consultas, pesquisas, Não se aplica. perícias, acareações e interrogatórios. Indiciação do servidor Especificação dos fatos a ele atribuídos e das respectivas provas. Citação para apresentar defesa Citação para o servidor apresentar sua defesa, considerando-se revel o indiciado que não apresentar a defesa escrita. Para defender o indiciado revel, a autoridade instauradora do processo designará um servidor como defensor dativo. Relatório Conclusivo A comissão elaborará um relatório minucioso e conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. Julgamento A autoridade deve julgar pela procedência ou não da possível irregularidade cometida pelo servidor, acatando o relatório da comissão, salvo quando contrário às provas dos autos. Aplicação de penalidade Advertência ou suspensão de até 30 (trinta) Aplicação de penalidade prevista no Art. Demissão, destituição do cargo em comissão ou dias. 127, da Lei nº 8.112/90. cassação da aposentadoria. Fluxograma ANEXO I ANEXO II ANEXO III 13

14 14

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