1.2 Preparo periódico do solo Preparo Convencional

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1 1 Preparo do solo 1

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3 1.2 Preparo periódico do solo Preparo Convencional Conjunto de operações realizadas no solo com a finalidade de facilitar a semeadura, germinação das sementes, emergência, desenvolvimento radicular e da parte aérea das plantas. 3

4 Histórico -Os avanços sempre ocorreram no sentido de aumentar a capacidade de trabalho dos equipamentos; -Assim, dos arados fixos de madeira se evoluiu para os de aivecas fabricados com material mais resistentes, posteriormente para os de discos que permitiam o trabalho em solos com presença de pedras e tocos e finalmente para as grades pesadas com grande capacidade de trabalho. Hoje Plantio direto 4

5 A evolução não se preocupou com os aspectos: -Características químicas e físicas do solo; -Conservação do solo; -Incidência de plantas daninhas; -Rendimento das culturas. Cada equipamento tem a sua finalidade, desde que utilizado de forma adequada e ordenada. 5

6 Fases do preparo do solo a) Manejo dos restos culturais Quando necessário pode ser realizada utilizando: -Roçadeira; -Grade; -Rolo faca; -Desintegrador mecânico; -Outros disponíveis na propriedade. 6

7 A escolha do equipamento a ser utilizado depende: -Tipo de restos de cultura presente na área; -Tipo de cultura que será implantada na área posteriormente; -Disponibilidade de equipamentos na propriedade 7

8 Foto: Roçadeira em restos da cultura do milho. 8

9 Foto: Roçadeira em restos da cultura do milho. 9

10 Foto: Grade em restos da cultura do arroz. 10

11 Foto: Grade em restos da cultura do milho. 11

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13 Figura: Rolo-faca de tração animal. 13

14 Foto: Rolo-faca em restos culturais de milho. 14

15 Foto: Rolo-faca em aveia preta no florescimento. 15

16 Foto: Rolo-faca em aveia preta no florescimento. 16

17 Foto: Rolo-faca em aveia preta no florescimento. 17

18 Foto: Uso do fogo para destruição dos restos culturais. 18

19 Foto: Área de produção de milho para silagem. 19

20 b) Subsolagem - Com o uso intensivo das áreas, pode surgir camadas compactadas, pela passagem de máquinas e equipamentos; - A camada compactada diminui a infiltração de água e dificulta a penetração de raízes que explora menor volume de solo; - A subsolagem éa prática que rompe ou quebra camadas compactadas no interior do solo; - A operação de subsolagem deve ser realizada antes do início das operações de preparo do solo. 20

21 Foto: Implementos agrícolas de preparo do solo. 21

22 Foto: Eliminação de camadas compactadas do solo. 22

23 Foto: Modelo de subsolador 23

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26 c) Conservação do solo -A medida que se realiza o preparo do solo, deve-se tomar cuidado com as operações de controle de erosão; -Deve-se aproveitar as operações de preparo, principalmente aração, para realizar a construção de terraços novos ou a manutenção dos existentes. 26

27 Foto: Manutenção dos terraços com arado de discos. 27

28 Foto: Manutenção de terraços com terraceador. 28

29 d) Aplicação de corretivo do solo -Calcário ou silicato de cálcio e magnésio; -Antes do início das operações de preparo do solo deve-se ter em mãos o resultado da análise química da área; Operações de preparo Incorporação dos corretivos no solo 29

30 TABELA Características químicas do solo de 0-0,20 m de profundidade. P resina M.O. ph K Ca Mg H + Al CTC S V mg mg dm -3 g dm -3 CaCl 2 mmol c dm -3 % dm ,8 1, , NC = CTC (V 2 V 1 ) 10.PRNT Onde: NC = necessidade de calcário V 1 = saturação em bases do solo V 2 = saturação em bases desejada PRNT = depende do calcário 30

31 Quando aplicar o calcário em relação ao preparo do solo? - Existem diversas formas, podendo ser destacadas três: A Todo calcário aplicado antes da operação de aração. Vantagens: - aplicação em dose única; -Deslocamento do aplicador em solo firme. Desvantagem: - desuniformidade de incorporação no perfil do solo. 31

32 B Todo calcário aplicado após a aração e antes da gradagem. Vantagem: - aplicação em dose única Desvantagens: -deslocamento do aplicador em solo já revolvido; -desuniformidade de incorporação no perfil do solo. 32

33 C) Aplicação de ½ da dose de calcário antes da operação de aração e ½ da dose antes da operação de gradagem. Desvantagem: a aplicação do corretivo é feita em 2 vezes Maior custo Vantagem: melhor uniformidade de distribuição do corretivo no perfil do solo. 33

34 Foto: Aplicador de calcário tipo cocho. 34

35 Foto: Aplicador de calcário. 35

36 Foto: Aplicador de calcário. 36

37 Foto: Aplicador de calcário tipo carreta aplicadora. 37

38 Foto: Aplicador de calcário tipo carreta aplicadora. 38

39 Aração Operação de inversão de camadas. O arado corta uma faixa de solo, denominada leiva que éelevada e invertida. Finalidades: - Aumentar a infiltração de água; - Aumentar a aeração do solo; - Incorporar corretivos ou fertilizantes orgânicos; - Eliminar ou incorporar restos vegetais; - Controle de plantas daninhas pelo enterrio profundo de sementes; - Destruição de insetos nocivos pela exposição (sol e predadores). 39

40 Tipos de Arados Os arados podem ser classificados: A Quanto aos órgãos ativos A 1 Arados de Discos -Discos lisos ou recortados; -Não étão eficiente na inversão da leiva; -Utilizado em área com presença de obstáculos; -Realiza bom trabalho mesmo com certo grau de desgaste nos discos; 40

41 A 1 Arados de Discos -Número de discos -1 a 4 nos montados - 4 a 7 nos de arrasto -Profundidade de aração: até 40 cm -Largura de corte: 17 a 30 cm/disco -Curvatura dos discos: 90 até 115 ou 120 mm 41

42 Regulagens do arado de discos: -O centro do arado deve coincidir com o centro do trator; -O arado deve ser nivelado no sentido do comprimento e da largura; -Ângulos de corte dos discos -- Ângulo vertical -- Ângulo horizontal 42

43 Ângulo vertical -Permite que o disco fique mais deitado ou mais em pé; -Varia de 15 a 25 º ; -Regula maior ou menor facilidade de penetração no solo. Ângulo horizontal -Éo ângulo formado com a linha de tração; -Varia de 42 a 50º; -Regula a largura de corte. 43

44 Foto: Arado de discos 44

45 Foto: Arado fixo de discos recortados. 45

46 Foto: Arado fixo de discos lisos. 46

47 Foto: Arado de discos lisos em operação. 47

48 Sugestões de angulação do arado de discos em função do tipo de solo. Tipo de solo Ângulo vertical Ângulo horizontal Solo arenoso e úmido 22 a 25º 50º Solo argiloso e duro 15 a 18º 45º 48

49 Outros mecanismos de regulagens do arado de discos: Roda Guia -A pressão permite maior ou menor profundidade dos discos; -Éresponsável pelo alinhamento arado-trator na linha de tração. Eixo transversal -Só usado para regulagem no arado fixo; -Permite regular a largura de corte. 49

50 Foto: Roda guia 50

51 Foto: Arado fixo eixo transversal 51

52 Foto: Arado reversível 52

53 A 2 Arado de aivecas -Realiza melhor inversão de solo; -Não deve ser usado em áreas com obstáculos; -Mais leve que o arado de discos, penetra com facilidade devido ao formato dos seus órgãos ativos; -As relhas devem ser substituídas quando apresentarem certo grau de desgaste. 53

54 Tipos de aiveca -Aiveca Pulverizadora Curta, mais larga e com grande curvatura; recomendada para solos leves. -Aiveca Rompedora Comprida, estreita e com pouca curvatura; Recomendada para solos pesados. 54

55 -Aiveca de uso geral Possui características intermediárias entre a pulverizadora e a rompedora; Mais facilmente encontrada no mercado. -Aiveca recortada Recomendada para solos pesados e pegajosos. 55

56 Foto: Arado de aivecas recortadas. Relha 56

57 Disco de corte de palha Foto: Arado de aivecas recortadas em operação. 57

58 Foto: Arado de aivecas recortadas em operação. 58

59 Foto: Aivecas recortada e de uso geral. 59

60 Foto: Arado de aivecas recortadas em operação. 60

61 61

62 Foto: Arado de aiveca montado e fixo 62

63 A 3 Arado Escarificador -Constituído por 7 a 9 hastes estreitas e pontiagudas distribuídas em um chassi de 2 ou 3 barras; -Permite sulcos distanciados entre 20 e 50 cm; -Atua até 30 cm de profundidade; -Necessário 8 a 10 HP de potência/haste em solo argiloso; -A umidade do solo recomendada é a mesma da aração convencional. 63

64 Foto: Arado escarificador 64

65 Rolo destorroador Foto: Arado escarificador com rolo destorroador 65

66 Foto: Escarificação do solo a 25 cm de profundidade. 66

67 Foto: Escarificador com destorroador. 67

68 Foto: Escarificação do solo a 25 cm de profundidade. 68

69 Foto: Escarificação do solo a 25 cm de profundidade. 69

70 Foto: Escarificação + gradagem leve. 70

71 B Quanto à tração B 1 Tração animal -Órgão ativo do tipo aiveca; -Montado sobre estrutura de madeira ou ferro; -Utilizado em pequenas áreas. B 2 Tração mecânica -Arrasto; -Acoplados ou de engate no sistema de três pontos. 71

72 Foto: Preparo do solo com arado fuçador em terreno acidentado em Francisco Beltrão PR (IAPAR, 1989). 72

73 Foto: Arado de tração animal 73

74 Mecanismo de reversão Foto: Arado de tração animal reversível 74

75 Foto: Arados de aiveca a tração animal reversíveis (IAPAR, 1989). 75

76 Foto: Arado de arrasto de 5 discos lisos. 76

77 C Quanto à movimentação dos órgãos ativos C 1 Arados fixos -Deslocam solo apenas para um lado; -Dificultam o trabalho em solos declivosos. C 2 Arados reversíveis -Deslocam solo para o lado direito ou esquerdo; -Mais compatíveis com áreas terraceadas e declivosas. 77

78 Fotos: Arado reversível de 3 discos lisos. 78

79 79

80 Época de aração -Evitar solos muito úmidos; -Após chuvas, esperar alguns dias para início da operação; -Solos muito secos também devem ser evitados Formação de torrões. 80

81 Foto: Torrões formado por aração em solo seco. 81

82 Foto: Torrões formados por aração em solo úmido. 82

83 Profundidade de aração A aração pode ser considerada: - Rasa: até 15 cm de profundidade; - Média: 15 a 25 cm; - Profunda: acima de 25 cm. Pé-de-arado Alternar a profundidade de trabalho nos diversos anos agrícolas. 83

84 Gradagem Éa operação que complementa a aração, destorroando e nivelando o solo, facilitando as operações de semeadura, práticas culturais e até a colheita em alguns casos. Outras finalidades: - Manejo de restos culturais; - Incorporação de corretivos; - Incorporação de fertilizantes e sementes na semeadura àlanço; - Eliminação de plantas daninhas às vésperas da semeadura. 84

85 Foto: Grades pesadas e grades para nivelamento. 85

86 Tipos de grades A Quanto aos órgãos ativos A 1 Ação simples Constituídas por dois conjuntos de discos que movimentam o solo apenas para um lado. A 2 Ação dupla Constituídas por 2 ou 4 conjuntos de discos que movimentam o solo para dois lados. 86

87 Foto: Grade de ação dupla Figura: Grade de ação simples 87

88 B Quanto ao acoplamento no trator B 1 Montada ou de suspensão hidráulica Normalmente são grades leves ou médias, com discos de 18 a 24 B 2 Montada e de arrasto Permite acoplamento no sistema de 3 pontos ou na barra de tração. B3 Arrasto ou atreladas Normalmente são grades do tipo médio ou pesadas, com discos de 26 até

89 Foto: Grade leve engate no sistema de 3 pontos. 89

90 Foto: Grade para nivelamento arrasto. 90

91 Foto: Grade para nivelamento arrasto. 91

92 Foto: Grade pesada arrasto. 92

93 Foto: Preparo do solo com grade pesada. 93

94 Foto: Operação de nivelamento do solo. 94

95 Foto: Operação de nivelamento do solo. 95

96 Foto: Nivelamento do solo às vésperas da semeadura. 96

97 Outros tipos de preparo convencional do solo: -Enxada rotativa -Mais utilizada na produção de hortaliças; -Realiza ao mesmo tempo incorporação de fertilizantes e prepara o solo para a semeadura; -Tem sido também utilizada no preparo do solo das arrozeiras no cultivo do arroz irrigado por inundação. 97

98 Facas Foto: Enxada rotativa 98

99 Foto: Enxada rotativa em solo de várzea. 99

100 Foto: Transplantio de mudas de arroz no Japão. 100

101 Foto: Arroz em Taiwan 101

102 Foto: arroz em Taiwan 102

103 Foto: Arroz no Japão 103

104 Foto: Arroz no Japão 104

105 Figura: Tipos de enxadas rotativas 105

106 Tabela Parâmetros de caracterização de enxadas rotativas. Largura de Potência Profundidade Rotação Rotação de Trabalho (m) (c.v.) Trabalho (m) TDP (rpm) Trabalho (rpm) 2,0 3, , ,25 2, , ,8 1, , ,0 18 0,

107 Grade pesada + grade niveladora Mais utilizada em áreas médias e grandes; Os discos variam de 32 até 36 nas grades pesadas; O uso freqüente ano após ano pode propiciar o aparecimento de camadas compactadas denominadas pé-de-grade. Como evitar? Alternância de equipamentos de preparo nos diversos anos agrícolas. 107

108 Foto: Solo preparado com grade pesada + grade niveladora. 108

109 Foto: Pé-de-grade 109

110 Foto: Erosão em solo preparado com grade pesada. 110

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113 113

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115 1.2.2 Cultivo Mínimo - Visa redução do número de operações com máquinas e implementos para o preparo do solo, ou seja, reduzir ao máximo o número de arações e de gradagens; -Propicia menor custo de produção; - Menor desagregação do solo, proporcionando melhor conservação. Escarificador + Grade niveladora Cultivo mínimo 115

116 Tabela Efeito da intensidade das operações de preparo do solo sobre as perdas por erosão. Aração com aiveca Perda de solo (t/ha) Duas arações 14,6 Uma aração 12,0 Uma aração superficial 8,6 Fonte: Instituto Agronômico de Campinas 116

117 1.2.3 Plantio direto Conceito: Éa técnica de colocação da semente em sulco ou cova em solo não revolvido, com largura e profundidade suficiente para obter adequado contato da semente com o solo O sistema não utiliza as operações de arações, gradagens ou escarificações e as plantas daninhas são controladas pelo uso de herbicidas. 117

118 Adoção Mundial Agricultura Conservacionista Estabilidade Produção Insumos Externos Impacto Ambiental Total 95,6 milhões ha Resto do mundo 3,3 Canadá 13,4 USA 25,3 Brasil 23,6 Europa África Asia Paraguai 1,5 Argentina 18,3 Austrália 9,0 Fonte :Derpsch (2004), FEBRAPDP (2007) 118

119 Figura 1. Expansão Plantio Direto no Brasil ha 180 ha Fonte: Derpsch, R. e Friedrich, T.,

120 Safra 2010/11 Produtor que optou por plantio direto teve benefícios O Ministério da Agricultura reduziu a taxa de juros de financiamento para produtores que optaram pelo plantio direto com qualidade Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, 31 de março de

121 De acordo com Salet (1994) o SISTEMA PLANTIO DIRETO pode ser dividido em duas fases: -A de INSTALAÇÃO: correspondente aos primeiros 4 ou 5 anos após o início do sistema; - A de ESTABILIDADE: é aquela em que claramente são observadas alterações nas propriedades químicas, físicas e biológicas do solo. 121

122 Vantagens do sistema plantio direto: -Economia de combustível; -Controle de erosão; - Economia com máquinas e equipamentos; -Maior retenção de umidade no solo; -Ganho de tempo na operação de semeadura; - A semeadura, após chuva, pode ser iniciada mais cedo e encerrada mais tarde. 122

123 Gasto de diesel com diferentes manejos do solo I Sistema Convencional (1) - Destruição de restos da cultura anterior; -Aração; -Primeira gradagem; -Aplicação de herbicida; -Segunda gradagem; -Terceira gradagem; -Semeadura Total: 71,9 litros de diesel/ha 123

124 II Sistema Convencional (2) - Destruição de restos da cultura anterior; -Aração; -Primeira gradagem; -Segunda gradagem; -Semeadura; -Primeiro cultivo; -Segundo cultivo; Total: 62,7 litros de diesel/ha 124

125 III - Plantio direto - Primeira aplicação de herbicida 0,4 kg/ha paraquat; -Semeadura -Segunda aplicação de herbicida 2,4 kg/ha alachlor -1,5 kg/ha atrazine Total: 29,7 litros de diesel/ha 125

126 126

127 Pontos básicos para implantação do sistema plantio direto: -O agricultor deve estar qualificado para entender e dominar o sistema; -O solo não deve apresentar limitações físicas ou químicas; -A área deve estar o mais livre possível de plantas daninhas; -As colhedoras devem ser equipadas com picador de palha. 127

128 Foto: Feijão em plantio direto após arroz. 128

129 Foto: Semeadora de plantio direto. 129

130 Foto: Discos de corte de restos culturais 130

131 Foto: Semeadora em plantio direto. 131

132 Foto: Semeadora em plantio direto. 132

133 Foto: Semeadora em plantio direto. 133

134 Foto: Semeadora em plantio direto. 134

135 Foto: Semeadora em plantio direto. 135

136 Foto: Semeadora em plantio direto. 136

137 Foto: Semeadora em plantio direto após milho. 137

138 138

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140 Foto: Restos culturais de milho após a colheita do feijão. 140

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