LEVANTAMENTO DO USO DE TECNOLOGIAS EM LAVOURAS DE TRIGO TECNICAMENTE ASSISTIDAS NO PARANÁ. Claudia De Mori

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1 LEVANTAMENTO DO USO DE TECNOLOGIAS EM LAVOURAS DE TRIGO TECNICAMENTE ASSISTIDAS NO PARANÁ Claudia De Mori

2 HISTÓRICO com a colaboração de profissionais de cooperativas e de empresas de assistência técnica, desde a década de 1980, levantamentos do perfil tecnológico de lavouras de trigo no estado do PR são realizados.

3 OBJETIVO DA ATIVIDADE Registrar e divulgar informações do perfil de uso técnicas e procedimentos, de ocorrência de temas de interesse e de problemas de lavouras de trigo tecnicamente assistidas, no estado do PR.

4 METODOLOGIA: LEVANTAMENTO VIA FORMULÁRIO PROCEDIMENTOS: - Coleta dos dados pelos parceiros (formulário impresso ou arquivo eletrônico - Excel) CADA FORMULÁRIO CORRESPONDE A GRUPO DE PRODUTORES TECNICAMENTE ASSISTIDOS - Sistematização dos dados REGIÕES REGIÕES HOMOGENEAS

5 EQUIPE 2014: Nelson Harger, Claudia De Mori, André Mateus Prando, Luís César Vieira Tavares, Sergio Ricardo Silva, José Salvador Simoneti Foloni, Manoel Carlos Bassoi, Arnold Barbosa de Oliveira, Divania de Lima, Pedro Moreira da Silva Filho, Armando Ferreira Fº João Carlos Ignaczak Antoninho C. Maurina Nelson Harger

6 METODOLOGIA: TÓPICOS ABRANGIDOS > ALTERAÇÕES ANUAIS COM MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS EM 2006 E 2012 (1) Ocupação do solo (2) Manejo cultural (3) Perfil e manejo de solo (4) Material propagativo (5) Manejo de fertilidade (6) uso de redutor de crescimento e problemas de fotoxidade (7) ocorrência de plantas daninhas, pragas e doenças e táticas de controle empregadas; (8) problemas na colheita; (9) problemas que afetaram o desempenho da lavoura de trigo; (10) sugestão de tópicos para pesquisa agronômica.

7 AMOSTRA 2014 : RESULTADOS 65 QUESTIONÁRIOS 43 MUNÍCIPIOS PRODUTORES HECTARES (46,4% ÁREA) Região Número de produtores Área de cultivo de trigo (ha) % de área da região na área total do levantamento Área de cultivo de trigo (ha) PROJEçÃO DE ÁREA de TRIGO com base dados SEAB/DERAL % de área atingido no levantamento considerando projeção MRT , ,5 MRT , ,0 MRT , ,8 TOTAL ,4%

8 PRINCIPAIS CULTURAS CULTURA RT 1 RT 2 RT 3 TOTAL TRIGO TRIGO DUPLO PROPÓSITO MILHO 2ª SAFRA AVEIA PRETA AVEIA + AZEVÉM FEIJÃO DA SECA (2ª SAFRA) CEVADA MILHO SILAGEM INVERNO AVEIA BRANCA SOJA 2ª SAFRA

9 SUCESSÃO DE CULTIVOS SUCESSõES RT 1 RT 2 RT3 Total ha % ha % ha % ha % Soja Trigo , , , ,7 Soja Milho safrinha (2ª safra) 280 0, , , ,0 Milho verão Aveia preta (cob.) , ,3-0, ,5 Soja Aveia preta (cobertura) , , , ,3 Soja Pastagem inverno , , , ,2 Milho verão Trigo , , , , Milho verão Cevada ,0-0,0-0, ,4 Área total

10 MANEJO DO SOLO MANEJO DE SOLO REALIZADO RT 1 RT 2 RT 3 TOTAL SPD consolidado sem manejo mecânico 84,5 84,3 84,5 84,4 SPD c/ gradagem niveladora (manejo palhada) 1,9 2,5 4,6 2,6 SPD c/ escarificação (manejo da compactação) 4,1 4,1 2,2 3,9 SPD c/ incorporação de corretivos e fertilizantes 8,8 3,8 7,9 5,2 Preparo convencional (aração e gradagem) 0,5 0,6 0,8 0,6 Sem informação 0,2 4,7-3,3

11 MANEJO DO SOLO

12 RESULTADOS MANEJO DE SOLO: MANEJO DE SOLO REALIZADO RT 1 RT 2 RT 3 TOTAL SPD consolidado sem manejo mecânico 81,0 88,6 95,9 88,0 SPD c/ gradagem niveladora (manejo palhada) 11,8 2,4 0,7 4,3 SPD c/ escarificação (manejo da compactação) 3,4 2,0 2,7 2,5 SPD c/ incorporação de corretivos e fertilizantes 3,7 2,8 0,1 2,6 Preparo convencional (aração e gradagem) 0,2 0,4 0,2 0,3 Sem informação - 3,9 0,5 2,4

13 CONSERVAÇÃO DO SOLO

14 CONSERVAÇÃO DO SOLO

15 CONSERVAÇÃO DO SOLO

16 QUALIDADE QUÍMICA E FÍSICA DO SOLO

17 QUALIDADE QUÍMICA E FÍSICA DO SOLO

18 QUALIDADE QUÍMICA E FÍSICA DO SOLO

19 QUALIDADE QUÍMICA E FÍSICA DO SOLO

20 QUALIDADE QUÍMICA E FÍSICA DO SOLO

21 SEMENTES RT 1 RT 2 RT 3 5,3 23,0 19,9 1,5 6,9 5,7 93,0 70,1 74,4 0,2 0,0 0,0

22 SEMENTES TRATAMENTO SEMENTES RHA 1 RHA 2 RHA3 TOTAL sem tratamento 3,8 47,5 31,8 37,1 fungicida 2,0 7,8 4,6 6,3 inseticida 22,8 5,2 1,6 8,2 fungicida + inseticida 71,2 39,5 62,0 48,3 sem informação 0,2 0,04

23 SEMENTES RHA Inoculação com Tratamento com Tratamento com Azospirillum* micronutrientes* enraizadores* 1 1,7 11,9 13,9 2 5,4 6,9 5,5 3 0,9 7,0 8,0 TOTAL 4,1 7,9 7,4 Inoculação com Azospirillum ,3%

24 ÉPOCA DE SMEADURA Período RT 1 RT2 RT 3 TOTAL 1º D - MARÇO - - 1,4 0,2 2º D - MARÇO 0,0 0,0-0,0 3º D - MARÇO - 0,6 3,4 0,8 1º D - ABRIL - 2,9 14,6 3,6 2º D - ABRIL - 9,2 14,4 7,9 3º D - ABRIL 0,3 15,0 20,9 12,8 1º D - MAIO 0,4 15,4 15,6 12,5 2º D - MAIO 1,2 12,9 8,1 10,0 3º D - MAIO 6,1 14,2 1,7 11,2 1º D - JUNHO 17,7 12,5 1,3 12,2 2º D - JUNHO 25,2 6,2-9,2 3º D - JUNHO 18,4 2,9-5,6 1º D - JULHO 22,1 1,5-5,4 2º D - JULHO 6,5 0,1-1,4 3º D - JULHO 0, ,2 1º D - AGOSTO 0, ,1 2º D - AGOSTO 0, ,1 SI 0,2 6,7 18,6 6,8

25 ADUBAÇÃO DE BASE RT 1 RT 2 RT 3 TOTAL Sem adubo 0,1 1,9-1,3 Menos de 100 kg/ha 0,1 0,8-0,5 Entre 100 a 150 kg/ha 0,9 5,4-4,1 Entre 150 a 200 kg/ha 4,2 24,3 20,8 20,0 Entre 200 a 250 kg/ha 12,8 33,3 59,3 32,2 Entre 250 a 300 kg/ha 47,7 24,1 16,4 27,9 Acima de 300 kg/ha 34,0 10,3 1,9 14,0 Sem informação 0,2-1,4 0,2

26 ADUBAÇÃO DE BASE

27 ADUBAÇÃO EM COBERTURA

28 ADUBAÇÃO EM COBERTURA

29 ADUBAÇÃO EM COBERTURA - APLICAÇÃO ÉPOCA DE APLICAÇÃO RHA 1 RHA 2 RHA 3 TOTAL Dose única - após emergência 26,2 14,7 29,2 18,57 Dose única - perfilhamento 27,2 63,2 69,2 56,81 Dose única - início elongação 1,7 16,7 0,8 11,94 dose única - emborrachamento/espigamento 3,2 1,9-1,94 Parcelada: perfilhamento + início elongação 20,4 3,2 0,8 6,35 Parcelada: perfil. + embor./espigamento 21,1 0,3-4,35

30 ADUBAÇÃO EM COBERTURA - APLICAÇÃO

31 ADUBAÇÃO - ADICIONAIS

32 ADUBAÇÃO DE SISTEMA

33 USO DE REDUTOR

34 FITOXIDADE

35 PLANTAS DANINHAS

36 MANEJO PLANTAS DANINHAS

37 PRAGAS INSETICIDA c c c c c c

38 DOENÇAS

39 FUNGICIDA

40 MANEJO DOENÇAS

41 PROBLEMAS NA COLHEITA

42 SUGESTÕES

43 Obrigada!

44 Ultimo Levantamento: 2014 Sucessões: soja - trigo (28,7%); soja - milho safrinha (19,0%) 84,4% SPD consolidado sem sem manejo mecânico 65,7% área sistematizada com terraços e semeadura em nível 18,2% área explorada com trigo com mais de 10% de declividade (geral) 12,3% área cultivo trigo com problemas de erosão 27,0 % área trigo recebeu calcário nos últimos 3 anos 6,6% área trigo recebeu gesso nos últimos 3 anos 8,9 % área trigo recebeu adubação orgânica nos últimos 3 anos 7,2% área que recebeu fosfatagem corretiva nos últimos 3 anos

45 Ultimo Levantamento: ,1% área com sementes C1 e C2 e S1 e S2; 19,2% Semente própria 48,3% área trigo com sementes tratamento fungicida + inseticida; 37,1% área trigo com sementes sem tratamento 7,9% área trigo com sementes tratadas com micronutrientes; Adubação de base: 32,2% = kg/ha; 27,9% = kg/ha 14,0% = acima de 300 kg/ha Adubação N em cobertura: 25,2 % = kg ureia/ha; 22,7% = não realiza 56,8% em dose única no perfilhamento Adubação foliar: 11,3 % = adubação foliar com micronutrientes; 13,5% = adubação foliar N no perfilhamento

46 Ultimo Levantamento: ,3% área trigo fez uso de redutor de crescimento 11,4% área trigo apresentou fitoxidade gerada por herbicida; 3,3% área trigo apresentou fitoxidade gerada por fungicida; Ocorrencia de pragas e doenças % área de cultivo de trigo do grupo Lagarta desfolhadora 28,2 % Percevejo na fase inicial 25,1 % Manchas foliares 49,2 % Ferrugem 27,4% Aplicações de produtos de proteção sem aplicação Inseticida 0,8 % 13,9 % 33,6 % 36,1 % 7,0 % Fungicida 0,8 % 6,6 % 38,7 % 24,6 % 23,9 %

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