International Olympiad in Informatics July 2011, Pattaya City, Thailand PARROTS Competition Tasks Day 2 Portuguese 1.3.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "International Olympiad in Informatics 2011 22 29 July 2011, Pattaya City, Thailand PARROTS Competition Tasks Day 2 Portuguese 1.3."

Transcrição

1 Parrots Yanee é uma entusiasta de aves. Desde que Yanee leu sobre IP over Avian Carriers (IPoAC), ela tem passado muito tempo treinando um bando de papagaios inteligentes para levar mensagens a longas distâncias. O sonho de Yanee é usar suas aves para enviar uma mensagem M para uma terra muito muito distante. Sua mensagem M é uma sequência de N inteiros (não necessariamente distintos), cada um entre 0 e 255, inclusive. Yanee mantém K papagaios especialmente treinados. Todos os papagaios são parecidos; Yanee não consegue distinguí-los. Cada ave é capaz de lembrar um inteiro entre 0 e R, inclusive. Inicialmente, ela tentou um esquema simples: para enviar uma mensagem, Yanee cuidadosamente soltou as aves uma a uma da gaiola. Antes que cada ave alçasse vôo, ela ensinou à ave um número da sequência da mensagem, em ordem. Infelizmente, esse esquema não funcionou. Todas as aves chegaram ao destino, mas não necessariamente na ordem em que saíram. Com esse esquema, Yanee conseguiu recuperar todos os números que ela enviou, mas ela não foi capaz de colocá-los na ordem correta. Para realizar seu sonho, Yanee necessitará de um esquema melhor, e para isso necessita de sua ajuda. Dada uma mensagem M, ela planeja soltar as aves uma a uma como anteriormente. Ela quer que você escreva um programa para executar as seguintes operações separadas: Primeiro, seu programa deve ler uma mensagem M e transformá-la em uma sequência de no máximo K inteiros entre 0 e R que ela irá ensinar à s aves. Segundo, seu programa deve ler uma lista de inteiros entre 0 e R recebidos quando as aves chegam ao destino, e então transformá-los de volta para a mensagem original M. Você pode assumir que todos os papagaios sempre chegam ao destino, e que cada um deles lembra o número que lhe foi ensinado. Yanee ressalta novamente que os papagaios podem chegar em qualquer ordem. Note que Yanee possui apenas K papagaios, portanto a sequência de inteiros entre 0 e R que você produz deve conter no máximo K inteiros. Tarefa Escreva dois procedimentos separados. Um deles vai ser usado pelo remetente (encoder) e o outro pelo destinatário (decoder). O processo é mostrado na seguinte figura: Os dois procedimentos que você deve escrever são: Page 1 of 5

2 Procedimento encode(n,m) que recebe os seguintes parâmetros: N o comprimento da mensagem. M um vetor de N inteiros representando a mensagem. Você pode assumir que 0 M[i] 255 para 0 i < N. Esse procedimento deve codificar a mensagem M em uma sequência de inteiros entre 0 e R, inclusive, que será enviada utilizando os papagaios. Para relatar a sequência, seu procedimento encode deve chamar o procedimento send(a) para cada inteiro a que deve ser ensinado a uma das aves. Procedimento decode(n,l,x) que recebe os seguintes parâmetros: N o comprimento da mensagem original. L o comprimento da mensagem recebida (o número de aves que foram enviadas). X um vetor de L inteiros representando os números recebidos. Os números X[i] para 0 i < L são precisamente os números que seu procedimento encode produziu, mas possivelmente rearranjados em uma ordem diferente. Esse procedimento deve recuperar a mensagem original. Para relatar a mensagem, seu procedimento decode deve chamar, na ordem correta, o procedimento output(b) para cada inteiro b da mensagem decodificada. Note que R e K não são dados como parâmetros de entrada por favor veja as descrições das subtarefas abaixo. Para resolver corretamente uma dada subtarefa, seus procedimentos devem satisfazer as seguintes condições: Todos os inteiros enviados pelo seu procedimento encode devem estar no intervalo especificado na subtarefa. O número de vezes que seu procedimento encode chama o procedimento send não deve exceder o limite K especificado na subtarefa. Note, por favor, que K depende do comprimento da mensagem. O procedimento decode deve recuperar corretamente a mensagem original M e chamar o procedimento output(b) exatamente N vezes, com b igual a M[0], M[1],..., M[N-1], respectivamente. Na última subtarefa, sua pontuação variará de acordo com a razão entre os comprimentos da mensagem codificada e da mensagem original. Exemplo Considere o caso em que N = 3, e 10 M= O procedimento encode(n,m), usando algum método estranho, pode codificar a mensagem como a sequência de números (7, 3, 2, 70, 15, 20, 3). Para relatar essa sequência, o procedimento encode Page 2 of 5

3 deve chamar o procedimento send da seguinte maneira: send(7) send(3) send(2) send(70) send(15) send(20) send(3) Quando todos os papagaios chegam ao destino, suponha que obtenhamos a seguinte lista de números: (3, 20, 70, 15, 2, 3, 7). O procedimento decode então será chamado com N=3, L=7, e X= O procedimento decode deve produzir a mensagem original (10, 30, 20), e deve relatar o resultado chamando o procedimento output da seguinte maneira: output(10) output(30) output(20) Subtarefas Subtarefa 1 (17 pontos) N = 8, e cada elemento do vetor M é 0 ou 1. Cada inteiro codificado deve estar no intervalo de 0 a R=65535, inclusive. Subtarefa 2 (17 pontos) 1 N 16. Cada inteiro codificado deve estar no intervalo de 0 a R=65535, inclusive. Page 3 of 5

4 Subtarefa 3 (18 pontos) 1 N 16. Subtarefa 4 (29 pontos) 1 N 32. Subtarefa 5 (até 19 pontos) 16 N 64. O número máximo de vezes que você pode chamar o procedimento send é K=15 N. Importante: a pontuação desta subtarefa depende da razão entre o comprimento da mensagem codificada e o comprimento da mensagem original. Para um dado caso de teste t nesta subtarefa, seja Pt=Lt/Nt a razão entre o comprimento Lt da mensagem codificada e o comprimento Nt da mensagem original. Seja P o máximo entre todos os Pt. Sua pontuação para esta subtarefa sera determinada usando as seguintes regras: Se P 5, você recebe a pontuação máxima de 19 pontos. Se 5 < P 6, você recebe 18 pontos. Se 6 < P 7, você recebe 17 pontos. Se 7 < P 15, sua pontuação é (15 - P), arredondada para o inteiro mais próximo. Se P > 15 ou qualquer das suas saídas estiver incorreta, sua pontuação é 0. Importante: qualquer solução válida para as subtarefas de 1 a 4 também resolve as subtarefas precedentes. No entanto, devido ao limite alto de K, uma solução válida para a subtarefa 5 pode não resolver subtarefas de 1 a 4. É possível resolver todas as subtarefas usando a mesma solução. Detalhes de implementação Limites Ambiente de correção: No ambiente real de correção, suas submissões serão compiladas em dois programas e e d para serem executadas separadamente. Tanto seu modulo encoder como o seu módulo decoder serão linkados em cada programa executável, mas e chama apenas encode e d chama apenas decode. Tempo limite de CPU: O programa e fará 50 chamadas ao procedimento encode e deve Page 4 of 5

5 executar em 2 segundos. O programa d fará chamadas 50 calls ao procedimento decode e deve executar em 2 segundos. Limite de Memória: 256 MB Nota: Não há limite explícito para o tamanho da memória de pilha de sistema. Memória de pilha de sistema conta no total de memória usada. Interface (API) Diretório de implementação: parrots/ A ser implementado pelo competidor: encoder.c ou encoder.cpp ou encoder.pas decoder.c ou decoder.cpp ou decoder.pas Nota para programadores C/C++: tanto no corretor exemplo como no corretor real, encoder.c[pp] e decoder.c[pp] são linkados juntamente com o corretor. Portanto, você deve declarar todas as variáveis globais dentro de cada arquivo como estáticas, para evitar interferência com variáveis de outros arquivos. Interface do competidor: encoder.h ou encoder.pas decoder.h ou decoder.pas Interface do corretor: encoderlib.h ou encoderlib.pas decoderlib.h ou decoderlib.pas Corretor exemplo: grader.c ou grader.cpp ou grader.pas O corretor exemplo executa dois turnos (rounds) separados. Em cada turno, ele inicialmente chama encode com os dados recebidos, e então chama decode com a saída que seu procedimento encode produziu. No primeiro turno o corretor não troca a ordem dos inteiros na mensagem codificada. No segundo turno o corretor troca os inteiros em posições pares e ímpares. O corretor real aplicará vários tipos de permutações nas mensagens codificadas. Você pode alterar como o corretor embaralha os dados modificando seu procedimento shuffle (em C/C++) ou Shuffle (em Pascal). O corretor exemplo também verifica tanto o intervalo como o comprimento dos dados codificados. Por padrão, ele verifica que os dados codificados estão no intervalo entre 0 e 65535, inclusive, e que o comprimento é no máximo 10 N. Você pode alterar isso ajustando as constantes channel_range (de a 255, por exemplo) e max_expansion (de 10 a 15 ou 7, por exemplo). Entrada do corretor exemplo: grader.in.1, grader.in.2,... Note: O corretor exemplo lê da entrada no seguinte formato: Linha 1: N Linha 2: uma lista de N números: M[0], M[1],..., M[N-1] Saída esperada para o corretor exemplo: grader.expect.1, grader.expect.2,... Para esta tarefa, cada um destes arquivos devem conter precisamente o texto Correct. Page 5 of 5

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 Este tutorial não tem como finalidade esgotar todas as funcionalidades do Ambiente, ele aborda de forma prática

Leia mais

Parte I Tutorial Wi Fi 2.0 Arduino Exemplo usado: Webserver

Parte I Tutorial Wi Fi 2.0 Arduino Exemplo usado: Webserver Parte I Tutorial Wi Fi 2.0 Arduino Exemplo usado: Webserver Olá a todos! me chamo ONTREUS e sou iniciante na programação com o Arduino e resolvi criar este tutorial para facilitar a vida de muitos que

Leia mais

IFPE. Disciplina: Sistemas Operacionais. Prof. Anderson Luiz Moreira

IFPE. Disciplina: Sistemas Operacionais. Prof. Anderson Luiz Moreira IFPE Disciplina: Sistemas Operacionais Prof. Anderson Luiz Moreira SERVIÇOS OFERECIDOS PELOS SOS 1 Introdução O SO é formado por um conjunto de rotinas (procedimentos) que oferecem serviços aos usuários

Leia mais

ESTUDO DE CASO WINDOWS VISTA

ESTUDO DE CASO WINDOWS VISTA ESTUDO DE CASO WINDOWS VISTA História Os sistemas operacionais da Microsoft para PCs desktop e portáteis e para servidores podem ser divididos em 3 famílias: MS-DOS Windows baseado em MS-DOS Windows baseado

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Prof. Marcelo Sabaris Carballo Pinto Gerenciamento de Dispositivos Gerenciamento de Dispositivos de E/S Introdução Gerenciador de Dispositivos Todos os dispositivos

Leia mais

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional 01 INTRODUÇÃO 1.5 ESTRUTURA DOS SISTEMAS OPERACIONAIS O Sistema Operacional é formado por um Conjunto de rotinas (denominado de núcleo do sistema ou kernel) que oferece serviços aos usuários e suas aplicações

Leia mais

O PROJETO DE PESQUISA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

O PROJETO DE PESQUISA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza O PROJETO DE PESQUISA Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza ROTEIRO Escolher um tema de pesquisa Por onde começar? Ler para aprender Estrutura do Projeto de Pesquisa A Definição

Leia mais

INTRODUÇÃO ÀS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO

INTRODUÇÃO ÀS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO Capítulo 1 INTRODUÇÃO ÀS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO 1.1 Histórico de Linguagens de Programação Para um computador executar uma dada tarefa é necessário que se informe a ele, de uma maneira clara, como ele

Leia mais

Consulte a exposição. Qual declaração descreve corretamente como R1 irá determinar o melhor caminho para R2?

Consulte a exposição. Qual declaração descreve corretamente como R1 irá determinar o melhor caminho para R2? 1. Que duas declarações descrevem corretamente os conceitos de distância administrativa e métrica? (Escolha duas.) a) Distância administrativa refere-se a confiabilidade de uma determinada rota. b) Um

Leia mais

Bem vindo! Esta é a tela inicial do Webmail da Universidade federal de Juiz de Fora. O link de acesso é: http://correio.ufjf.edu.

Bem vindo! Esta é a tela inicial do Webmail da Universidade federal de Juiz de Fora. O link de acesso é: http://correio.ufjf.edu. Manual WebMail 1. Tela inicial... pág. 2 2. Caixa de Entrada... pág. 2 3. A pasta Lidas... pág. 3 4. Criando sua assinatura... pág. 3 5. Enviar Mensagens... pág. 3 6. Anexando arquivos... pág. 4 7. Adicionando

Leia mais

Manual de Apoio ao Treinamento. Expresso

Manual de Apoio ao Treinamento. Expresso Manual de Apoio ao Treinamento Expresso 1 EXPRESSO MAIL É dividido em algumas partes principais como: Caixa de Entrada: local onde ficam as mensagens recebidas. O número em vermelho entre parênteses refere-se

Leia mais

Plataforma SMS Manual do Usuário

Plataforma SMS Manual do Usuário 1 - Logando no Sistema Acesse o site: http://paineldeenvioscom/painel/ Conforme tela abaixo Informe seu usuário e senha Caso você não se lembre da senha, informe seu usuário e em seguida clique no botão

Leia mais

Manual de administração do Kontact. Allen Winter

Manual de administração do Kontact. Allen Winter Allen Winter 2 Conteúdo 1 Introdução 5 2 Questões de Compatibilidade 6 2.1 Outlook e Exchange..................................... 6 3 Questões Comportamentais 8 3.1 Composição das Mensagens................................

Leia mais

Utilização do Webmail da UFS

Utilização do Webmail da UFS Universidade Federal de Sergipe Centro de Processamento de Dados Coordenação de Redes de Computadores Utilização do Webmail da UFS Procedimento Com o intuito de facilitar a execução dos passos, este tutorial

Leia mais

Plataforma SMS Manual do Usuário

Plataforma SMS Manual do Usuário 1 Entrando no Sistema Acesse o site: http://209.133.196.250/painel/login.aspx Nesse site aparecerá a seguinte tela: Digite o número de telefone celular cadastrado junto com a senha que foi enviada via

Leia mais

Algoritmos de Busca em Tabelas

Algoritmos de Busca em Tabelas Dentre os vários algoritmos fundamentais, os algoritmos de busca em tabelas estão entre os mais usados. Considere por exemplo um sistema de banco de dados. As operações de busca e recuperação dos dados

Leia mais

Ferramentas de Modelação e Análise de Sistemas baseadas em Redes de Petri (RdP)

Ferramentas de Modelação e Análise de Sistemas baseadas em Redes de Petri (RdP) Ferramentas de Modelação e Análise de Sistemas baseadas em Redes de Petri (RdP) Existem inúmeras ferramentas (software) baseadas em RdP que permitem desenvolver modelar e analisar sistema de RdP. Algumas

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO PORTAL DO PROFESSOR

MANUAL DO USUÁRIO PORTAL DO PROFESSOR MANUAL DO USUÁRIO PORTAL DO PROFESSOR ACESSANDO O PORTAL DO PROFESSOR Para acessar o portal do professor, acesse o endereço que você recebeu através da instituição de ensino ou acesse diretamente o endereço:

Leia mais

Curso de Informática Básica

Curso de Informática Básica Curso de Informática Básica O e-mail Primeiros Cliques 1 Curso de Informática Básica Índice Introdução...3 Receber, enviar e responder mensagens...3 Anexando arquivos...9 Cuidado com vírus...11 2 Outlook

Leia mais

Memória Flash. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos

Memória Flash. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos TUTORIAL Memória Flash Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br contato@maxwellbohr.com.br

Leia mais

Plataforma SMS Manual do Usuário

Plataforma SMS Manual do Usuário 1 - Logando no Sistema Plataforma SMS Manual do Usuário Acesse o site: www.softvix.com.br/sms Ou pelo aplicativo de retaguarda: http://smsonline.softvix.com.br Conforme tela abaixo Informe em usuário o

Leia mais

Vamos iniciar a nossa exploração do HTTP baixando um arquivo em HTML simples - bastante pequeno, que não contém objetos incluídos.

Vamos iniciar a nossa exploração do HTTP baixando um arquivo em HTML simples - bastante pequeno, que não contém objetos incluídos. Wireshark Lab: HTTP Versão 1.1 2005 KUROSE, J.F & ROSS, K. W. Todos os direitos reservados 2008 BATISTA, O. M. N. Tradução e adaptação para Wireshark. Tendo molhado os nossos pés com o Wireshark no laboratório

Leia mais

Sistemas Operacionais e Introdução à Programação. Módulo 1 Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais e Introdução à Programação. Módulo 1 Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais e Introdução à Programação Módulo 1 Sistemas Operacionais 1 Objetivos: Laboratório 1 1. Entender o escalonamento de processos no Linux 2. Entender aspectos do uso de memória por processos

Leia mais

www.bylltec.com.br GESTOR SMS Como enviar SMS Primeiramente click em Mensagens Aparecera o seguinte menu Click em Nova Mensagem

www.bylltec.com.br GESTOR SMS Como enviar SMS Primeiramente click em Mensagens Aparecera o seguinte menu Click em Nova Mensagem 1 GESTOR SMS Como enviar SMS Primeiramente click em Mensagens Aparecera o seguinte menu Click em Nova Mensagem 2 Quando der o click em Nova Mensagem Coloque o numero de destino assim como no exemplo. Logo

Leia mais

Ajuda do Usuário do Websense Secure Messaging

Ajuda do Usuário do Websense Secure Messaging Ajuda do Usuário do Websense Secure Messaging Bem-vindo ao Websense Secure Messaging, uma ferramenta que fornece um portal seguro para transmissão e exibição de dados confidenciais e pessoais em email.

Leia mais

Ao ligar o equipamento, você verá a mensagem abaixo, o objetivo dela é fazer a configuração mínima para LOGAR ao servidor da Internet.

Ao ligar o equipamento, você verá a mensagem abaixo, o objetivo dela é fazer a configuração mínima para LOGAR ao servidor da Internet. MANUAL DE OPERAÇÃO DO NET MACHINE VOCÊ NÃO NECESSITA MAIS DE UM COMPUTADOR PARA CONVERSAR COM ALGUÉM QUE ESTA NO MIRC NET MACHINE É UM PLACA ELETRÔNICA DE BAIXO CUSTO A PLACA TAMBEM PODE MANDAR E LER E-MAILS

Leia mais

Telekit, Componentes Electrónicos S.A. - 2004. Manual Técnico do Interface GSM LEVEL GB RDIS - Sincronismo

Telekit, Componentes Electrónicos S.A. - 2004. Manual Técnico do Interface GSM LEVEL GB RDIS - Sincronismo Manual Técnico do Interface GSM LEVEL GB RDIS - Sincronismo Configuração / Parâmetros: Quando iniciar o programa, os parâmetros de configuração só ficam acessíveis quando os seus valores forem lidos a

Leia mais

Recursos. Um recurso é ou um dispositivo físico (dedicado) do hardware, ou Solicitar o recurso: esperar pelo recurso, até obtê-lo.

Recursos. Um recurso é ou um dispositivo físico (dedicado) do hardware, ou Solicitar o recurso: esperar pelo recurso, até obtê-lo. Um recurso é ou um dispositivo físico (dedicado) do hardware, ou um conjunto de informações, que deve ser exclusivamente usado. A impressora é um recurso, pois é um dispositivo dedicado, devido ao fato

Leia mais

CADERNO DE TAREFAS 18/11/2006 9h 50min às 13h 50min

CADERNO DE TAREFAS 18/11/2006 9h 50min às 13h 50min IV MARATONA DE PROGRAMAÇÃO DA FAI CADERNO DE TAREFAS 18/11/2006 9h 50min às 13h 50min LEIA ATENTAMENTE ESTAS INSTRUÇÕES 1. É permitido consultar livros, anotações, help on line ou qualquer outro material

Leia mais

Guia de Ambientação Março/2011

Guia de Ambientação Março/2011 Guia de Ambientação Março/2011 APRESENTAÇÃO Caro cursista, Bem vindo ao Guia de Ambientação. Este documento é dirigido a você, participante. Com ele, você conhecerá como está estruturada a interface de

Leia mais

Aula 03 Limite assintótico para a ordenação, Ordenação em tempo linear

Aula 03 Limite assintótico para a ordenação, Ordenação em tempo linear MC3305 Algoritmos e Estruturas de Dados II Aula 03 Limite assintótico para a ordenação, Ordenação em tempo linear Prof. Jesús P. Mena-Chalco jesus.mena@ufabc.edu.br 2Q-2015 1 2 Ordenação Ordenar corresponde

Leia mais

Introdução às Linguagens de Programação

Introdução às Linguagens de Programação Introdução às Linguagens de Programação Histórico de Linguagens de Programação O computador não faz nada sozinho Precisamos informar, de forma clara, como ele deve executar as tarefas Ou seja, o computador

Leia mais

PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA. CC 2º Período

PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA. CC 2º Período PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA CC 2º Período PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA Aula 07: Funções O comando return Protótipo de funções O tipo void Arquivos-cabeçalho Escopo de variáveis Passagem de parâmetros por valor

Leia mais

FBV - Linguagem de Programação II. Um pouco sobre Java

FBV - Linguagem de Programação II. Um pouco sobre Java FBV - Linguagem de Programação II Um pouco sobre Java História 1992: um grupo de engenheiros da Sun Microsystems desenvolve uma linguagem para pequenos dispositivos, batizada de Oak Desenvolvida com base

Leia mais

Prevayler. Perola. André Luís Sales de Moraes Juliana Keiko Yamaguchi Tatiana Yuka Takaki

Prevayler. Perola. André Luís Sales de Moraes Juliana Keiko Yamaguchi Tatiana Yuka Takaki Prevayler Perola André Luís Sales de Moraes Juliana Keiko Yamaguchi Tatiana Yuka Takaki Prevayler Prevayler é a implementação em Java do conceito de Prevalência. É um framework que prega uma JVM invulnerável

Leia mais

Manual do Aluno Tutorial EAD S.O.S. Professor MANUAL DE ACESSO. Leia este Tutorial antes de entrar na sala de aula virtual

Manual do Aluno Tutorial EAD S.O.S. Professor MANUAL DE ACESSO. Leia este Tutorial antes de entrar na sala de aula virtual 1 MANUAL DE ACESSO Leia este Tutorial antes de entrar na sala de aula virtual 2 ÍNDICE Índice Geral...... 02 Seja bem-vindo!... 03 Instruções para o primeiro acesso...... 04 Acessando o ambiente de ensino...

Leia mais

2. O AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO EM C

2. O AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO EM C 2. O AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO EM C Este capítulo trata de colocar a linguagem C para funcionar em um ambiente de programação, concentrando-se no compilador GNU Compiler Collection (gcc). Mas qualquer outro

Leia mais

Apresentação. Nossa sugestão é que você experimente e não tenha medo de clicar!!!

Apresentação. Nossa sugestão é que você experimente e não tenha medo de clicar!!! Apresentação Este manual é uma orientação para os participantes de cursos no ambiente Moodle do INSTITUTO PRISMA. Tem como objetivo orientar sobre as ações básicas de acesso e utilização do ambiente virtual

Leia mais

1 - Entrando no Sistema

1 - Entrando no Sistema 1 Manual do Usuário 1 - Entrando no Sistema Acesse o site: http://209.133.196.250/shortcode/login.aspx Conforme tela abaixo Informe em usuário o seu telefone celular e em senha, a senha que você recebeu

Leia mais

Suponha que uma pasta esteja sendo exibida pelo Windows Explorer e os seguintes arquivos são exibidos:

Suponha que uma pasta esteja sendo exibida pelo Windows Explorer e os seguintes arquivos são exibidos: 14 PROVA DE CONHECIMENTOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA CÓD. 05 QUESTÃO 31: Suponha que uma pasta esteja sendo exibida pelo Windows Explorer e os seguintes arquivos são exibidos: Aqui existem um arquivo do tipo

Leia mais

TUTORIAL DO ACCESS PASSO A PASSO. I. Criar um Novo Banco de Dados. Passos: 1. Abrir o Access 2. Clicar em Criar um novo arquivo

TUTORIAL DO ACCESS PASSO A PASSO. I. Criar um Novo Banco de Dados. Passos: 1. Abrir o Access 2. Clicar em Criar um novo arquivo TUTORIAL DO ACCESS PASSO A PASSO I. Criar um Novo Banco de Dados Passos: 1. Abrir o Access 2. Clicar em Criar um novo arquivo 3. Clicar em Banco de Dados em Branco 4. Escrever um nome na caixa de diálogo

Leia mais

Manual SAGe Versão 1.2

Manual SAGe Versão 1.2 Manual SAGe Versão 1.2 Cadastramento de Usuário (a partir da versão 12.08.01 ) Conteúdo Introdução... 2 Cadastramento... 2 Desvendando a tela inicial... 4 Completando seus dados cadastrais... 5 Não lembro

Leia mais

Análises Geração RI (representação intermediária) Código Intermediário

Análises Geração RI (representação intermediária) Código Intermediário Front-end Análises Geração RI (representação intermediária) Código Intermediário Back-End Geração de código de máquina Sistema Operacional? Conjunto de Instruções do processador? Ambiente de Execução O

Leia mais

Tutorial do administrador do HelpCenterLive (Sistema de Ajuda)

Tutorial do administrador do HelpCenterLive (Sistema de Ajuda) Tutorial do administrador do HelpCenterLive (Sistema de Ajuda) Sumário Introdução...3 Entrar (Login)...3 Página Inicial (Home Page)...4 Ajuda...5 Conversação (Chat)...6 Mensagens Registradas...7 Registros...8

Leia mais

Curso de Linguagem C

Curso de Linguagem C Curso de Linguagem C 1 Aula 1 - INTRODUÇÃO...4 AULA 2 - Primeiros Passos...5 O C é "Case Sensitive"...5 Dois Primeiros Programas...6 Introdução às Funções...7 Introdução Básica às Entradas e Saídas...

Leia mais

Winconnection 6. Internet Gateway

Winconnection 6. Internet Gateway Winconnection 6 Internet Gateway Descrição Geral O Winconnection 6 é um gateway de acesso à internet desenvolvido dentro da filosofia UTM (Unified Threat Management). Assim centraliza as configurações

Leia mais

Cursos a Distância para Competências Transversais SENAI. Manual de Utilização do Ambiente

Cursos a Distância para Competências Transversais SENAI. Manual de Utilização do Ambiente Cursos a Distância para Competências Transversais SENAI Manual de Utilização do Ambiente 1. Objetivo O objetivo deste manual é orientar os alunos dos Cursos a Distância para Competências Transversais do

Leia mais

Prática em Laboratório N.01 Criando um Serviço Web via Console

Prática em Laboratório N.01 Criando um Serviço Web via Console Prática em Laboratório N.01 Criando um Serviço Web via Console O objetivo criar um serviço Web via console usando apenas um editor de texto. Obtenha os arquivos da Prática N.01 Você deve recuperar os arquivos

Leia mais

Especificação do Trabalho Prático

Especificação do Trabalho Prático Especificação do Trabalho Prático O trabalho prático da disciplina consiste em desenvolver o mesmo sistema computacional para solução do problema descrito abaixo nas duas linguagens de programação apresentadas

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Software Sistema de Entrada/Saída Princípios de Software Tratadores (Manipuladores) de Interrupções Acionadores de Dispositivos (Device Drivers)

Leia mais

Conecta S_Line. 2.2 Downloads Para instalar o Conecta S_Line, basta acessar www.sline.com.br/downloads.aspx

Conecta S_Line. 2.2 Downloads Para instalar o Conecta S_Line, basta acessar www.sline.com.br/downloads.aspx 1 Introdução O Conecta S_Line permite que o laboratório envie à Central S_Line os resultados de exames gerados pelo Sistema de Informação Laboratorial (LIS) em forma de arquivos digitais. Todo o processo

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO

MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO PÉGASUS (ETHERNET) STUDIO V2.02 MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO Rua Coronel Botelho, 64 - Alto da Lapa - CEP: 05088-020 São Paulo - SP - Brasil +55 (11) 3832-6102 PÉGASUS (ETHERNET) STUDIO V2.02 - MANUAL

Leia mais

Índice. http://www.gosoft.com.br/atualiza/gosoftsigadmservico.pdf Versão 4.0

Índice. http://www.gosoft.com.br/atualiza/gosoftsigadmservico.pdf Versão 4.0 Índice I ENVIO DE BOLETOS POR E-MAIL... 2 APRESENTAÇÃO... 2 ALTERAÇÕES NO SIGADM CONDOMÍNIO... 4 ALTERAÇÕES NO SIGADM IMÓVEIS... 6 ALTERAÇÕES NO SIGADM CONCILIAÇÃO BANCÁRIA... 8 ALTERAÇÕES NO SIGADM CONDOMÍNIO

Leia mais

Tabela de roteamento

Tabela de roteamento Existem duas atividades que são básicas a um roteador. São elas: A determinação das melhores rotas Determinar a melhor rota é definir por qual enlace uma determinada mensagem deve ser enviada para chegar

Leia mais

Ajuda do Usuário do Websense Secure Messaging

Ajuda do Usuário do Websense Secure Messaging Ajuda do Usuário do Websense Secure Messaging Bem-vindo ao Websense Secure Messaging, uma ferramenta que fornece um portal seguro para transmissão e exibição de dados confidenciais e pessoais em email.

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais Arquitetura de Computadores Introdução aos Sistemas Operacionais O que é um Sistema Operacional? Programa que atua como um intermediário entre um usuário do computador ou um programa e o hardware. Os 4

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES. Versão 1.0. Visão Transportador

MANUAL DE INSTRUÇÕES. Versão 1.0. Visão Transportador MANUAL DE INSTRUÇÕES Versão 1.0 Visão Transportador 2 Sumário Introdução... 3 Requisitos mínimos... 3 Acesso... 3 Primeiro acesso... 5 Navegando pelo sistema... 6 Menu Perfil... 7 Dados do Fornecedor...

Leia mais

Considerações: Leia a lista toda, o quanto antes, para evitar más interpretações e muitas dúvidas em cima da hora

Considerações: Leia a lista toda, o quanto antes, para evitar más interpretações e muitas dúvidas em cima da hora Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática Lista 4 Introdução a Programação Prof: Adriano Sarmento Data: 16/12/2013 Data de entrega: 07/01/2014 Considerações: Leia a lista toda, o quanto

Leia mais

Um compilador é um programa que lê um programa escrito numa dada linguagem, a linguagem objecto (fonte), e a traduz num programa equivalente

Um compilador é um programa que lê um programa escrito numa dada linguagem, a linguagem objecto (fonte), e a traduz num programa equivalente Capítulo 1 Introdução Um compilador é um que lê um escrito numa dada linguagem, a linguagem objecto (fonte), e a traduz num equivalente numa outra linguagem, a linguagem destino Como parte importante neste

Leia mais

O que são DNS, SMTP e SNM

O que são DNS, SMTP e SNM O que são DNS, SMTP e SNM O DNS (Domain Name System) e um esquema de gerenciamento de nomes, hierárquico e distribuído. O DNS define a sintaxe dos nomes usados na Internet, regras para delegação de autoridade

Leia mais

Considerações no Projeto de Sistemas Cliente/Servidor

Considerações no Projeto de Sistemas Cliente/Servidor Cliente/Servidor Desenvolvimento de Sistemas Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Desenvolvimento de Sistemas Cliente/Servidor As metodologias clássicas, tradicional ou orientada a objeto, são aplicáveis

Leia mais

Seja Bem vindo ao Tutorial MailerWeb! Para você entrar no Painel de Controle: http://painel.mailerweb.com.br

Seja Bem vindo ao Tutorial MailerWeb! Para você entrar no Painel de Controle: http://painel.mailerweb.com.br Seja Bem vindo ao Tutorial MailerWeb! Para você entrar no Painel de Controle: http://painel.mailerweb.com.br O Passo-a-passo para enviar sua primeira campanha de E-mail Marketing: TIRE SUAS DÚVIDAS: CLIQUE

Leia mais

MANUAL DE CADASTRAMENTO DO CORRETOR NO PORTAL DE SERVIÇOS CHUBB

MANUAL DE CADASTRAMENTO DO CORRETOR NO PORTAL DE SERVIÇOS CHUBB MANUAL DE CADASTRAMENTO DO CORRETOR NO PORTAL DE SERVIÇOS CHUBB Versão Junho/2014 Índice 1. Objetivo do Manual... 3 2. Efetuando o Primeiro Acesso... 3 2.1 Passo 1: Entrar site Chubb... 3 2.2 Passo 2:

Leia mais

Questão 21 ANULADA PADRÃO DE CORREÇÃO LINGUA PORTUGUESA

Questão 21 ANULADA PADRÃO DE CORREÇÃO LINGUA PORTUGUESA Questão 21 ANULADA PADRÃO DE CORREÇÃO LINGUA PORTUGUESA QUESTÃO 01 HABILIDADE: Escrever texto, com correspondência sonora; Escrever texto, a partir do tema proposto. 1. Escreve textos, sem erros ortográficos,

Leia mais

Streaming vídeo com RTSP e RTP

Streaming vídeo com RTSP e RTP Descrição da tarefa de programação a ser feita na disciplina de Redes de Alto Desempenho (RAD) SSC-144. Turmas A e B. A tarefa de programação é referente ao Capítulo 7 do Livro: Redes de Computadores e

Leia mais

APLICAÇÃO REDE APLICAÇÃO APRESENTAÇÃO SESSÃO TRANSPORTE REDE LINK DE DADOS FÍSICA 1/5 PROTOCOLOS DE REDE

APLICAÇÃO REDE APLICAÇÃO APRESENTAÇÃO SESSÃO TRANSPORTE REDE LINK DE DADOS FÍSICA 1/5 PROTOCOLOS DE REDE 1/5 PROTOCOLOS DE O Modelo OSI O OSI é um modelo usado para entender como os protocolos de rede funcionam. Para facilitar a interconexão de sistemas de computadores, a ISO (International Standards Organization)

Leia mais

Disciplina : Algoritmos e Estruturas de Dados I Prof: Rodolfo Monitor: Francisco Henrique de F. Viana Período: 2005.2

Disciplina : Algoritmos e Estruturas de Dados I Prof: Rodolfo Monitor: Francisco Henrique de F. Viana Período: 2005.2 Considerações Iniciais Os trabalhos deverão ser implementados em linguagem JAVA; Todos os dados devem ser lidos da entrada padrão (System.in) e escritos na saída padrão (System.out); Os trabalhos serão

Leia mais

Trabalho Final. Data da Submissão: das 8h do dia 16/06 às 24h do dia 17/06. Data da Entrega do Relatório: das 15h às 18h no dia 18/06.

Trabalho Final. Data da Submissão: das 8h do dia 16/06 às 24h do dia 17/06. Data da Entrega do Relatório: das 15h às 18h no dia 18/06. ICMC-USP ICC - SCC-0 Turmas B e D - º. Semestre de 00 - Prof. João Luís. PAE: Jefferson F. Silva. Trabalho Final Submissão Automática da implementação pelo sistema Boca (http://blacklabel.intermidia.icmc.usp.br/boca/scc00/.)

Leia mais

Programas Interativos: Valores Aleatórios

Programas Interativos: Valores Aleatórios Programação Funcional UFOP DECOM 2013 2 Aula prática Programas Interativos: Valores Aleatórios José Romildo Malaquias Resumo O objetivo desta aula é aprender a usar números aleatórios em Haskell. Para

Leia mais

Manual do Aluno. NetAula. Manual produzido pela Coordenadoria de Capacitação e Formação Continuada 1

Manual do Aluno. NetAula. Manual produzido pela Coordenadoria de Capacitação e Formação Continuada 1 Manual do Aluno NetAula Manual produzido pela Coordenadoria de Capacitação e Formação Continuada 1 Manual do Aluno NetAula Caro aluno da EAD da ULBRA Para você ter acesso às salas das disciplinas ofertadas

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Sistemas Operacionais Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Estruturas de Sistemas Operacionais Um sistema operacional fornece o ambiente no qual os programas são executados. Internamente,

Leia mais

www.enviarsms.smsvianetportugal.com Descrição de Como Utilizar

www.enviarsms.smsvianetportugal.com Descrição de Como Utilizar www.enviarsms.smsvianetportugal.com Descrição de Como Utilizar Este interface de utilizador, do serviço www.smsvianetportugal.com, permite a ceder à mesma conta de cliente, que através do interface simplesms.smsvianetportugal.

Leia mais

SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DO SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS GERAIS - COMUNICA. Manual do Usuário

SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DO SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS GERAIS - COMUNICA. Manual do Usuário SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DO SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS GERAIS - COMUNICA Manual do Usuário Título SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DO SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS GERAIS - COMUNICA

Leia mais

Mantis. Solicitando suporte. Manual do Cliente

Mantis. Solicitando suporte. Manual do Cliente Mantis Solicitando suporte Manual do Cliente Telefones: 3355-1594, 3350-6917, 4053 9165 - WWW.intelidata.inf.br Página 1 2012 Sumário USANDO O MANTIS PARA SOLICITAR SUPORTE... 3 Tela de Login... 3 Minha

Leia mais

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos Introdução a Sistemas Distribuídos Definição: "Um sistema distribuído é uma coleção de computadores autônomos conectados por uma rede e equipados com um sistema de software distribuído." "Um sistema distribuído

Leia mais

Este trabalho tem como objetivo praticar o uso de tipos abstratos de dados e estruturas do tipo Lista.

Este trabalho tem como objetivo praticar o uso de tipos abstratos de dados e estruturas do tipo Lista. Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Informática Estruturas de Dados I (INF09292) 1 o Trabalho Prático Período: 2013/1 Prof a Patrícia Dockhorn Costa Email: pdcosta@inf.ufes.br Data de

Leia mais

OBI2013 Caderno de Tarefas

OBI2013 Caderno de Tarefas OBI2013 Caderno de Tarefas Modalidade Programação Nível Júnior, Fase 2 31 de agosto de 2013 A PROVA TEM DURAÇÃO DE 3 HORAS Promoção: Patrocínio: Olimpíada Brasileira de Informática OBI2013 1 Instruções

Leia mais

Projecto de Programação MEEC - 2010/2011-1ºSemestre. Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores

Projecto de Programação MEEC - 2010/2011-1ºSemestre. Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Programação 2010/2011 Enunciado do projecto O projecto a desenvolver pelos alunos consistirá numa sistema de monitorização do estado de

Leia mais

Neste capítulo discutiremos o que é uma DLL, seus aspectos e tipos e ainda, porquê é tão importante para as aplicações Windows

Neste capítulo discutiremos o que é uma DLL, seus aspectos e tipos e ainda, porquê é tão importante para as aplicações Windows DINAMIC LINK LIBRARIES Capítulo 7 Neste capítulo discutiremos o que é uma DLL, seus aspectos e tipos e ainda, porquê é tão importante para as aplicações Windows O QUE É UMA DLL? Dinamic Link Libraries

Leia mais

Sistemas Operacionais e Introdução à Programação. Vetores e matrizes

Sistemas Operacionais e Introdução à Programação. Vetores e matrizes Sistemas Operacionais e Introdução à Programação Vetores e matrizes 1 Matrizes Cada elemento de uma matriz é referenciado indicando-se sua posição dentro da matriz. Na Matemática, matrizes são arranjos

Leia mais

Exercícios de Java Aula 19

Exercícios de Java Aula 19 Exercícios de Java Aula 19 Link do curso: http://www.loiane.com/2013/10/curso-java-basico-java-se-gratuito/ 1. Criar um vetor A com 5 elementos inteiros. Construir um vetor B de mesmo tipo e tamanho e

Leia mais

Guia de Instalação C7189R 69-2459P-01. Sensor Interno Sem Fio

Guia de Instalação C7189R 69-2459P-01. Sensor Interno Sem Fio Guia de Instalação C7189R Sensor Interno Sem Fio 69-2459P-01 Guia de Instalação Sobre seu sensor interno sem fio Este sensor monitora a temperatura e a umidade em qualquer local interno e transmite por

Leia mais

15/8/2007 Gerencia de Tecnologia da Informação Claudia M.S. Tomaz

15/8/2007 Gerencia de Tecnologia da Informação Claudia M.S. Tomaz 15/8/2007 Gerencia de Tecnologia da Informação Claudia M.S. Tomaz MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO WEBMAIL GETEC 01 2/13 Como acessar o Webmail da Secretaria de Educação? Para utilizar o Webmail da Secretaria de

Leia mais

Lista n 0 1 de Exercícios de Teoria da Computação

Lista n 0 1 de Exercícios de Teoria da Computação Lista n 0 1 de Exercícios de Teoria da Computação UFU-Curso de Bacharelado em Ciência da Computação - 7 0 período Profa. Sandra de Amo Exercícios de Revisão : Autômatos e Gramáticas 1. Mostre que a linguagem

Leia mais

Entrada e Saída. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Entrada e Saída. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Entrada e Saída Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Dispositivos Externos; E/S Programada; E/S Dirigida por Interrupção; Acesso Direto à Memória; Bibliografia. Prof. Leonardo Barreto Campos

Leia mais

Temas para a Primeira Avalição

Temas para a Primeira Avalição Temas 1. Envio de E-Mail Anônimo Quando um usuário deseja enviar uma mensagem de correio eletrônico pela Internet, ele utiliza um programa cliente Simple Mail Transfer Protocol (SMTP), tal como o Thunderbird,

Leia mais

Na Figura a seguir apresento um exemplo de uma "mini-tabela" de roteamento:

Na Figura a seguir apresento um exemplo de uma mini-tabela de roteamento: Tutorial de TCP/IP - Parte 6 - Tabelas de Roteamento Por Júlio Cesar Fabris Battisti Introdução Esta é a sexta parte do Tutorial de TCP/IP. Na Parte 1 tratei dos aspectos básicos do protocolo TCP/IP. Na

Leia mais

Universidade Anhanguera Uniderp Centro de Educação a Distância

Universidade Anhanguera Uniderp Centro de Educação a Distância Universidade Anhanguera Uniderp Centro de Educação a Distância CURSOS DE GRADUAÇÃO MODALIDADE A DISTÂNCIA 2º semestre letivo / 2012 Sumário 1. Objetivo... 04 2. O Ambiente Virtual de Aprendizagem... 04

Leia mais

MANUAL PLATAFORMA WEB DE ENVIO EM MASSA SMS WEB

MANUAL PLATAFORMA WEB DE ENVIO EM MASSA SMS WEB MANUAL PLATAFORMA WEB DE ENVIO EM MASSA SMS WEB Para conseguir um correto funcionamento da aplicação web, por favor, leia com atenção o seguinte instrutivo. Igualmente, recomendamos ter uma cópia impressa

Leia mais

Projetos. Universidade Federal do Espírito Santo - UFES. Mestrado em Informática 2004/1. O Projeto. 1. Introdução. 2.

Projetos. Universidade Federal do Espírito Santo - UFES. Mestrado em Informática 2004/1. O Projeto. 1. Introdução. 2. Pg. 1 Universidade Federal do Espírito Santo - UFES Mestrado em Informática 2004/1 Projetos O Projeto O projeto tem um peso maior na sua nota final pois exigirá de você a utilização de diversas informações

Leia mais

Ambiente Virtual de Aprendizagem C.S.G. M anual do Professor

Ambiente Virtual de Aprendizagem C.S.G. M anual do Professor Ambiente Virtual de Aprendizagem C.S.G. M anual do Professor Sumário Pré-requisitos para o Moodle... Entrar no Ambiente... Usuário ou senha esquecidos?... Meus cursos... Calendário... Atividades recentes...

Leia mais

Dadas a base e a altura de um triangulo, determinar sua área.

Dadas a base e a altura de um triangulo, determinar sua área. Disciplina Lógica de Programação Visual Ana Rita Dutra dos Santos Especialista em Novas Tecnologias aplicadas a Educação Mestranda em Informática aplicada a Educação ana.santos@qi.edu.br Conceitos Preliminares

Leia mais

Programa de aplicação de segurança LOCK Manual do usuário V2.22-T05

Programa de aplicação de segurança LOCK Manual do usuário V2.22-T05 Programa de aplicação de segurança LOCK Manual do usuário V2.22-T05 Índice A. Introdução...2 B. Descrição Geral...2 C. Recursos...3 D. Antes de usar o programa de aplicação de segurança Flashlock...4 E.

Leia mais

Moodle - CEAD Manual do Estudante

Moodle - CEAD Manual do Estudante Moodle - CEAD Manual do Estudante Índice Introdução 3 Acessando o Ambiente 4 Acessando o Curso 5 Navegando no Ambiente do Curso 5 Box Participantes 5 Box Atividades 5 Box Buscar nos Fóruns 5 Box Administração

Leia mais