Doenças Exantemáticas em Pediatria. Dra. Joelma Gonçalves Martin Departamento de Pediatria Faculdade de Medicina - UNESP

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1 Doenças Exantemáticas em Pediatria Dra. Joelma Gonçalves Martin Departamento de Pediatria Faculdade de Medicina - UNESP

2 Doenças Exantemáticas São moléstias infecciosas nas quais a erupção cutânea é a característica dominante A análise do tipo de lesão, dos sinais e sintomas concomitantes e a epidemiologia permite inferir o diagnóstico etiológico sem a necessidade de exames laboratoriais

3 Mecanismos de agressão Invasão e multiplicação direta na própria pele Ação de toxinas Ação imunoalérgica com expressão na pele Dano vascular com obstrução e necrose da pele

4 Sarampo ou Primeira Moléstia ETIOLOGIA Doença infecciosa, contagiosa, causada por vírus; Epidemia cada 2 a 4 anos Rara nos primeiros anos de vida Interrupção de transmissão autóctone em 2001 Gravidade: estado nutricional, imunológico,tipo de exposição, condições sócio-econômicas.

5 Fisiopatologia Transmissão aérea, antes da erupção Contágio se dá 2 dias antes do pródromo até 4 dias após aparecimento do exantema Vírus infecta via aérea, tecido pulmonar, linfócitos T e B Causa imunidade duradoura

6 Epidemiologia

7 Epidemiologia Entre : 67 casos no Brasil Em 2011: 20 suspeitos no RS e 2 confirmados no RJ: 1 confirmado 1 Caso importado em Campinas Até agosto/2011: em SP- 18 casos notificados, 12 descartados

8 Manifestações Clínicas 8 a 12 dias 4 a 5 dias 3 a 10 dias 6 a 7 dias / / / INCUBAÇÃO PRÓDROMO EXANTEMA DECLÍNIO

9 Manifestações Clínicas:prodromo FEBRE MANIFESTAÇÕES CATARRAIS FÁCIES SARAMPENTA TOSSE MANCHAS DE KOPLIK

10

11 Manifestações Clínicas: face sarampenta

12 Manifestações Clínicas: manchas de Koplik

13 Manifestações Clínicas:exantema Exantema maculopapular, morbiliforme Distribuição céfalo-caudal Descamação furfurácea

14 Manifestações Clínicas: exantema Primeiro dia Terceiro dia

15 Complicações Duração prolongada da febre OMA Pneumonia Laringotraqueobronquite Diarréia Encefalite aguda Panencefalite Esclerosante Subaguda

16 Diagnóstico Hemograma Isolamento do vírus Sorologia Sorologia pareada

17 Sintomático Dietético Controle da febre Tratamento Controle das infecções bacterianas Vitamina A Isolamento: até quinto dia da erupção

18 Tratamento Suplementação de vitamina A Crianças entre 6 meses e 2 anos com complicações Maiores que 6 meses com imunodeficiência Crianças com evidência oftalmológica de deficiência de vitamina A

19 Profilaxia Vacina Tipo Eficácia Efeitos Adversos Combinada Pós-exposição

20 Rubéola Etiologia - Adquirida - Síndrome da Rubéola Congênita - Vírus RNA

21 Manifestações Clínicas EXANTEMA: maculo-papular, crânio-caudal ADENOPATIA: pré-exantema, retroauricular FEBRE ARTICULAR CONTÁGIO

22 Diagnóstico CLÍNICO SOROLOGIAS ISOLAMENTO DO VÍRUS

23 Tratamento Sintomático Profilaxia: - pré-exposição - pós-exposição

24 Rubéola Congênita Epidemiologia Patogenia Quadro clínico Diagnóstico diferencial Diagnóstico laboratorial Tratamento

25 Sarampo X Rubéola

26 Varicela Zoster Primo-infecção Reativação Transmissão intra-útero

27 Herpes Zoster

28 Síndrome da Varicela Congênita

29 Manifestações Clínicas Gerais: febre, mal-estar, dor abdominal Exantema: pruriginoso, distribuição centrípeta, poupa palmas e plantas Lesões em diferentes estágios Infecção secundária

30 Manifestações Clínicas

31 Complicações Infecções bacterianas Pneumonia viral Alterações neurológicas Síndrome de Reye Varicela progressiva

32 Tratamento Geral Anti-histamínicos Analgésicos Antibióticos Terapia anti-viral

33 Tratamento: anti-viral vo Adolescentes > 13 anos saudáveis 2º caso na família Indivíduos com doença cutânea crônica Indivíduos com doença pulmonar crônica Uso de corticóide em dose nãimunossupressora Uso crônico de salicilatos

34 Tratamento: anti-viral EV Imunocomprometidos Uso de corticóide sistêmico em dose imunossupressora Mulheres grávidas Sinais de acometimento sistêmico de infecção

35

36 Medidas Preventivas Vacinação: Pacientes imunocomprometidos Bloqueio em comunidades fechadas até 72 horas pós exposição Adolescentes e adultos

37 Medidas Preventivas Imunização -neonatos - imunodeprimidos - recém-nascidos

38 Roséola Infantum Idade Exantema: maculopapular de curta duração Agente: HH-6, HH-7 Transmissão: horizontal, vertical, contato interpessoal

39 Manifestações Clínicas Incubação: 9 dias Sintomas: febre alta, linfadenopatia, diarréia e otite catarral leve Exantema: após 3 a 4 dias de febre

40 Manifestações Clínicas História natural da doença

41 Manifestações Clínicas

42 Diagnóstico Clínico Hemograma: leucocitose Isolamento viral Sorologia pareada

43 Tratamento Sintomático Anti-viral: pacientes imunodeprimidos

44 Eritema infeccioso: parvovirose Febre: baixa Exantema característico: face em bofetada Vírus: DNA, infecta células em divisão

45 Manifestações Clínicas Estágio 1: exantema facial Estágio 2: exantema em extremidades Estágio 3: ressurgimento das lesões, artralgia, artrite, falência medular crônica

46 Manifestações Clínicas Fácies esbofeteada

47 Manifestações Clínicas Exantema de extremidades

48 Manifestações Clínicas Hidropsia Fetal

49 Manifestações clínicas Síndrome das luvas e meias

50 Diagnóstico Clínico Hematológico Sorologia

51 Tratamento Sintomático Imunoglobulina endovenosa

52 Escarlatina Agente causal: Streptococcus beta hemolítico A Incubação: 7 a 10 dias Tratamento eficaz em 24 horas

53 Manifestações Clínicas Febre alta Calafrios, vômitos, cefaléia Exantema: 24 horas após febre do tipo confluente e fino, padrão áspero Sinal de Filatov Sinal de Pastia Descamação tardia

54 Manifestações Clínicas Sinal de Filatov

55 Manifestações Clínicas Sinal de Pastia Descamação Lamelar

56 Diagnóstico Clínico Swab Cultura Aslo

57 Tratamento Penicilina Benzatina Macrolídeos Penicilina semi-sintética

58 Enteroviroses Causadas por vírus habitualmente intestinais Têm tropismo por SNC Manifestações: gerais, pulmonares, cutâneas neurológicas, gastrointestinais, cardíacas Agentes: Coxsackie, Echovírus

59 Manifestações clínicas

60 Manifestações clínicas Herpangina

61 Diagnóstico Hemograma: leucopenia com linfocitose Características clínicas Isolamento do vírus Sorologia

62 Tratamento Sintomático Imunoglobulina

63 Doença de Kawasaki Doença febril Acomete menores de 5 anos Vasculite de pequenos e médios vasos Agente etiológico desconhecido

64 Manifestações Clínicas FEBRE CONGESTÃO OCULAR ALTERAÇÃO ORAL EXANTEMA POLIMORFO ALTERAÇÃO EXTREMIDADES LINFADENOPATIA CERVICAL

65 Manifestações Clínicas Digestivo Musculoesquelético Respiratório SNC Urinário Outros

66 Manifestações clínicas

67 Diagnóstico Clínico: 5 de 6 critérios 4 sinais clínicos e aneurisma Exames: hemograma, urina, plaquetas, VHS, ecocardiograma

68 Tratamento Sintomáticos Imunoglobulina Salicilatos Dipiridamol

69 Púrpura de Henoch-Schoenlein Vasculite de pequenos vasos Deposição de IgA e C3 após IVAS Idade: 2-8 anos Púrpura palpável em nádegas e MMII Articulações TGI

70 Purpura de Henoch-Schoenlein

71 Purpura de Henoch-Schoenlein Diagnóstico Trombocitose Anemia discreta Leucocitose VHS elevado Biópsia cutânea

72 Tratamento Acetaminofen Corticóides: Complicações gastrointestinais Complicações neurológicas Púrpura recidivante ou crônica Glomerulonefrite

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