Sarampo. Rubéola (sarampo alemão)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sarampo. Rubéola (sarampo alemão)"

Transcrição

1 DOENÇAS EXANTEMÁTICAS Sarampo Paramyxovirus Período de incubação: 10-14d. Período de transmissão: desde o prodromo até o fim dos sintomas Febre, tosse coriza, conjuntivite piora em 1 semana 40ºC, fotofobia, tosse mto intensa, mal-estar intenso, mancha de Koplik (mancha branca perto do molar na bochecha patognomônico) exantema crânio-caudal com pouca área de pele nl (morbiliforme) (já não tem mais Koplik) após 4d descamação furfurácea melhora da febre melhora em 4 d. Se febre: infecção associada (otite média principal, pneumonia, celulite) Sorologia IgM e IgG Suporte: hidratação + sintomáticos + vit A. Isolamento respiratório: até 4 dias após o aparecimento do exantema Ativa: imunoglbulina em susceptíveis Passiva: vacina SCR (12m, reforço dos 4-6a) Rubéola (sarampo alemão) Togavirus Período de incubação: 14-21d. período de transmissão: 1 semana antes a 2 semanas depois do exantema. Pródromo: febre, mal-estar, coriza, gânglios cervical Exantema crânio caudal máculo papulares em meio a pele sã (conforme vai descendo a face vai clareando), regride em 5 dias Pode apresentar: mialgia, artrite, conjuntivite Rubéola Congênita: surdez, cardiopatia (PCA), catarata. Transmite até 1 ano via urinaria Complicações: Púrpura trombocitopênica e encefalite Isolamento: Respiratório e de contato, até 7 dias depois do exantema. Crianças com infecção congênita são infectantes até 1 ano de idade Passiva: vacina SCR Sorologia IgM e pesquisa do virus

2 Roséola Infantum ( exantema súbito) Herpes vírus 6 e 7 Período de incubação e período de transmissão: desconhecidos Atinge de 6m a 1 ano e meio. Contágio: período febril Febre baixa persistente (1-5 dias) com EF nl (febre sem sinal de localização FSSL) febre diminui e surge o exantema no tronco (lesões duram menos de 24 horas) Pode apresentar crise convulsiva febril devido velocidade do aumento da temperatura. Pode aparecer leucocitose e leucocitúria diagnostico errado de ITU atb exantema diagnosticado como farmacodermia Imunodeprimidos: suporte com ganciclovir EV Eritema infeccioso Parvo vírus B19 Prodromo depois de 4 dias vermelho das bochechas desce ( face esbofeteada ) mas não acomete os membros (só tronco até raiz de coxa) febre melhora mas o exantema persiste. O exantema aparece com o calor ( fica mais vermelho depois do banho).

3 Obs Associado a aplasia de medula (palidez e sangramentos mielograma fecha diagn). Piora o quadro se tiver anemia falciforme. HMG: ligeira queda no Hb Sorologia para IgG e IgM Sorologia para B 19 imunodeprimidos: imunoglobulina EV por 5 10 dias Varicela Varicela zoster Período de incubação: 14-21d. período de transmissão: 1 semana antes das vesículas até as crostas. Atinge dos 2 a 8 anos. Pródromo máculas pápulas vesículas crostas (diferente da varíola q tem todas as fases ao mesmo tempo). Dura uma semana Atenção: infecção associada (celulite, abscessos hepáticos ou esplênico, pneumonia), comprometimento do SNC (encefalite) ou aciclovir para imunossuprimidos ou qdo houver encefalite. Em casos de atenção: interna pq pode evoluir para sepse. Vesig: para internados em contato com varicela ou se a mãe teve varicela durante a gestação. Passiva: vacina (a partir de 1 anos e reforço aos 5 dose única. >12ª: 2 doses)

4 Escarlatina Streptococcus Beta hemolitico do grupo A (S. pyogenes) Período de incubação: 24 a 48h. Período de transmissão (aéreo ou contato direto): até 48h após atb. Aguda. Febre alta, orofaringe inflamada (pus), exantema (tipo cabeça de alfinete) surge junto com a febre, pele com aspecto de lixa, petéquias, hiperemia, língua esbranquiçada em framboesa, descamação furfurácea das lesões Sinal da Pástia: acentuação do exantema nas regiões de flexão Sinal de Filatov: palidez perioral Complicações: GNDA, febre reumática : ASLO (Antiestreptolisina O) e pesquisa de bac na orofaringe. Penicilina ou amoxacilina (10d) Mononucleose infecciosa Epstein barr (EBV) Cça mto nova pode ter só febre Transmissão: contato salival e outras secreções Incubação: variável, aproximadamente 2 a 3 semanas Principalmente em adolescentes e adultos jovens Febre, dor no corpo, mal-estar, adenomegalia, visceromegalia, dor de garganta. Pode evoluir para sepse. 20% apresentam exantema Sorológico, HMG (leucocitose com linfócitos e atipia linfocitária), TGO e TGP (discreto aumento, pode dar hepatite). Amoxacilina dá um exantema inespecífico. Aciclovir se sepse.

5 Sindrome de Kawasaki Artrite necortizante q acomete artérias de pqnos e médio calibre (auto-imune). comprometimento das coronárias. >6m e < 5 anos. Principalmente sexo masculino Febre por mais de 5 dias + 4 dos critérios: - comprometimento de mucosa: enantema, língua em framboesa, edema, secura, fissura e crostas nos lábios - exantema polimórfico predominantemente no tronco; - hiperemia conjuntival bilateral; - adenomegalia cervical; - hiperemia palmoplantar com edema escurecido e descamação lamelar nas pontas dos dedos - comprometimento cardíaco: aneurisma de coronárias (isso + a febre fecham diagn) EVOLUÇÃO: Fase aguda: 1 a 11 dias do surgimento da doença à remissão da febre. Fase subaguda: até o desaparecimento dos sintomas da doença (possível persistência de hiperemia conjuntival e da irritabilidade, descamação dos dedos, trombocitose, arterite coronariana, risco de morte súbita). Fase de convalescência: 6 a 8 semanas após início da doença (melhora dos sintomas clínicos, persistência da coronarite). Fase crônica: após 8 semanas, durando anos. Assintomática ou com sintomas cardíacos, persistência de aneurisma coronariano, trombose. HMG: anemia normocrômica e normocítica; leucocitose com desvio a esquerda (fase aguda) PCR e VHS: aumentados. TGO e TGP: aumentados RX de tórax: pneumonite intersticial, aumento da área cardíaca. US de abdome: aumento de vesícula biliar, sem cálculo, distensão de alças. Líquor: aumento de células, em geral predomínio de linfomononucleares, proteina levemente elevada, glicose normal. Ecocardiograma: aneurismas. repetido em 4 a 8 semanas pos tto. Diagnóstico de exclusão Imunoglobulina EV (dose única - 2g/kg em 12h) febre diminui em 48h

Importância do tema. Diagnóstico diferencial das Doenças exantemáticas. Tipos básicos de exantema. Considerações sobre o diagnóstico

Importância do tema. Diagnóstico diferencial das Doenças exantemáticas. Tipos básicos de exantema. Considerações sobre o diagnóstico Importância do tema Efeitos sobre o paciente Diagnóstico diferencial das Doenças exantemáticas Prof. Marco Antonio Efeitos sobre os contatos Efeitos sobre a comunidade Mudança recente de padrões Considerações

Leia mais

Criança de 3 anos, previamente saudável, frequentadora de creche, é trazida ao consultório do seu pediatra com história de quase 3 dias de febre.

Criança de 3 anos, previamente saudável, frequentadora de creche, é trazida ao consultório do seu pediatra com história de quase 3 dias de febre. 15 minutos de... D. Kawasaki Criança de 3 anos, previamente saudável, frequentadora de creche, é trazida ao consultório do seu pediatra com história de quase 3 dias de febre. A febre tem sido diária, com

Leia mais

infectadas. O período de contagiosidade estimado estende-se do quinto dia antes

infectadas. O período de contagiosidade estimado estende-se do quinto dia antes Sarampo Introdução O sarampo é uma doença infecciosa aguda de alta transmissibilidade, causada por um vírus da família Paramixoviridae, gênero Morbillivirus A transmissão ocorre através de secreções e

Leia mais

Curso de Capacitação de Urgência e Emergências. Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil

Curso de Capacitação de Urgência e Emergências. Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil Curso de Capacitação de Urgência e Emergências Academia Nacional de Medicina Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil MARCIO NEHAB DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA FIOCRUZ DOENÇAS

Leia mais

MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO

MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO 25 de março de 2014 Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Conteúdo Contexto atual Objetivos Manifestações clínicas e definições utilizadas Diagnóstico diferencial

Leia mais

Doenças exantemáticas DIP II

Doenças exantemáticas DIP II Doenças exantemáticas DIP II Profª Christiane Rangel Doenças exantemáticas Em geral infecto-contagiosas Diagnóstico essencialmente clínico Exantema é variável, de acordo com tipo de afecção: Macular Papular

Leia mais

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório 2015 Orientações gerais para as famílias Ambulatório Orientações gerais para as famílias O Ambulatório do Colégio Albert Sabin dispõe de uma médica, uma enfermeira e uma auxiliar de enfermagem, para oferecer

Leia mais

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório Ambulatório O Ambulatório do Colégio Albert Sabin dispõe de uma médica, uma enfermeira e uma auxiliar de enfermagem para oferecer o primeiro atendimento aos alunos e funcionários. O primeiro atendimento

Leia mais

Nota Técnica Varicela 2012

Nota Técnica Varicela 2012 Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Coordenação

Leia mais

Faringoamigdalites na Criança. Thaís Fontes de Magalhães Monitoria de Pediatria 17/03/2014

Faringoamigdalites na Criança. Thaís Fontes de Magalhães Monitoria de Pediatria 17/03/2014 Faringoamigdalites na Criança Thaís Fontes de Magalhães Monitoria de Pediatria 17/03/2014 Faringoamigdalites Quadro Clínico Inflamação de estruturas faríngeas com: Eritema Edema Exsudato faríngeo Úlcera

Leia mais

Nota Técnica Sarampo

Nota Técnica Sarampo Página 1 / 7 1) FLUXO DE ATENDIMENTO DOS CASOS SUSPEITOS NA REDE Considerando que a grande maioria de casos de sarampo evoluirá sem complicação e com resolução espontânea, a atenção primária deverá ser

Leia mais

Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas

Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita Vírus da Rubéola Togavirus Vírus de RNA fita simples Principal epítopo dominante:

Leia mais

Doenças Exantemáticas em Pediatria. Dra. Joelma Gonçalves Martin Departamento de Pediatria Faculdade de Medicina - UNESP

Doenças Exantemáticas em Pediatria. Dra. Joelma Gonçalves Martin Departamento de Pediatria Faculdade de Medicina - UNESP Doenças Exantemáticas em Pediatria Dra. Joelma Gonçalves Martin Departamento de Pediatria Faculdade de Medicina - UNESP Doenças Exantemáticas São moléstias infecciosas nas quais a erupção cutânea é a característica

Leia mais

Nota Técnica de Caxumba

Nota Técnica de Caxumba Nota Técnica de Caxumba Isabella Ballalai Membro do comitê de Saúde Escolar da SOPERJ e presidente da SBIm Tânia Cristina de M. Barros Petraglia Presidente do comitê de Infectologia da SOPERJ e vice presidente

Leia mais

Doenças Exantemáticas. Filipa Martins Prata Unidade de Infecciologia Departamento da Criança e da Família - HSM

Doenças Exantemáticas. Filipa Martins Prata Unidade de Infecciologia Departamento da Criança e da Família - HSM Doenças Exantemáticas Filipa Martins Prata Unidade de Infecciologia Departamento da Criança e da Família - HSM Doenças exantemáticas Doenças agudas infecciosas, cujas manifestações cutâneas são essenciais

Leia mais

Raniê Ralph Pediatria Doenças exantemáticas Histórico das doenças exantemáticas 1. Primeira doença Sarampo Agente: Transmissibilidade: PI: Clínica

Raniê Ralph Pediatria Doenças exantemáticas Histórico das doenças exantemáticas 1. Primeira doença Sarampo Agente: Transmissibilidade: PI: Clínica Doenças exantemáticas Milhares de vírus, reações de hipersensibilidade, doenças bacterianas (como a escarlatina causada pelo estreptococo do grupo A - SGA) podem causar exantema. Histórico das doenças

Leia mais

Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite

Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite HEPATITE A hepatite é uma inflamação do fígado provocada na maioria das vezes por um vírus. Diferentes tipos de vírus podem provocar hepatite aguda, que se

Leia mais

Serviço de Pediatria. Varicela

Serviço de Pediatria. Varicela Varicela O que é a Varicela? É uma doença da infância muito frequente, das mais contagiosas, que surge principalmente no Inverno e na Primavera afectando todos os anos em Portugal milhares de crianças.

Leia mais

Boletim Epidemiológico Volume 01, Nº 2, 04 de Julho 2013.

Boletim Epidemiológico Volume 01, Nº 2, 04 de Julho 2013. Boletim Epidemiológico Volume 0, Nº 2, 04 de Julho 20. Influenza O controle da Influenza no país continua sendo feito por monitoramento - vigilância de Síndrome Gripal (SG) e da Síndrome Respiratória Aguda

Leia mais

Doenças Infecciosas que Acometem a Cavidade Oral

Doenças Infecciosas que Acometem a Cavidade Oral Disciplina: Semiologia Doenças Infecciosas que Acometem a Cavidade Oral PARTE 2 http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 FAMÍLIA HHV Alfaherpesvirinae HHV1(herpes bucal)

Leia mais

30º Imagem da Semana: Fotografia

30º Imagem da Semana: Fotografia 30º Imagem da Semana: Fotografia Enunciado Lactente de 12 meses, masculino, iniciou com febre alta há 11 dias com resposta parcial a antitérmicos. Foi levado, no quarto dia, ao serviço de prontoatendimento,

Leia mais

Febre Reumática Sociedade Brasileira de Reumatologia

Febre Reumática Sociedade Brasileira de Reumatologia Febre Reumática CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO: CREDITO IMAGEM DA CAPA: http://www.guildford.gov.uk/play EDITORAÇÃO: Rian Narcizo Mariano PRODUÇÃO: www.letracapital.com.br Copyright SBR-, 2011 O conteúdo desta

Leia mais

Etiologia. Infecciosa Auto-imune Traumática. DCP / APN Dulce Cabelho Passarelli / André Passarelli Neto. Tratamento. Depende: Origem Diagnóstico

Etiologia. Infecciosa Auto-imune Traumática. DCP / APN Dulce Cabelho Passarelli / André Passarelli Neto. Tratamento. Depende: Origem Diagnóstico Infecciosa Auto-imune Traumática Evidência Clínica Inicialmente, vesículas ou bolhas, na pele ou mucosa, podendo ocorrer concomitantemente nessas regiões. Dulce Cabelho Passarelli / André Passarelli Neto

Leia mais

CASO CLÍNICO PEDIATRIA II

CASO CLÍNICO PEDIATRIA II Regente Professor Doutor Paulo Magalhães Ramalho Docente Dra. Filipa Nunes CASO CLÍNICO PEDIATRIA II Ana Catarina Henriques (3884), Ana Luísa Pereira (6197), Anabela Aires (3918), Duarte Martins (3969)

Leia mais

M F. Nome da vacina Dosagem Instituição/Nome do médico/data da administração Nome da vacina. Instituição: Nome do médico:

M F. Nome da vacina Dosagem Instituição/Nome do médico/data da administração Nome da vacina. Instituição: Nome do médico: Questionário de avaliação para vacinação de [ Endereço Nome da criança Nome do pai/mãe/responsável M F ポルトガル 語 版 Formulário 2 ] (bebês/crianças em idade escolar) Temperatura corporal antes da entrevista

Leia mais

Caso Clínico. Lucas de Araujo Aquino

Caso Clínico. Lucas de Araujo Aquino Caso Clínico Lucas de Araujo Aquino Identificação - A.M.P. - 17 anos - Sexo masculino - Branco - Estudante secundário Queixa Principal - Alergia no rosto há 10 dias, que não fica boa História da Doença

Leia mais

Infecções virais: Rubéola e Mononucleose Infecciosa

Infecções virais: Rubéola e Mononucleose Infecciosa Infecções virais: Rubéola e Mononucleose Infecciosa RUBÉOLA 1ª descrição: Bergen em 1752 e Orlow em 1758 efeito teratogênico: catarata (1941) só tem um sorotipo, homem é único hospedeiro ASPECTOS CLÍNICOS

Leia mais

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO 1/8 O inverno chegou e junto com ele maiores problemas com as doenças respiratórias entre outras Isso não ocorre por acaso já que pé nesta estação onde

Leia mais

ticas Exantemáticas Varíola Sarampo Sarampo - Koplik Lucia Ferro Bricks

ticas Exantemáticas Varíola Sarampo Sarampo - Koplik Lucia Ferro Bricks Doenças Exantemáticas ticas Lucia Ferro Bricks Varíola DNA vírusv Doença a muito contagiosa Altas taxas de letalidade Complicações graves Cicatrizes Erradicada por vacina Último caso na Somália, em 1977

Leia mais

Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico Página 1 / 8 1. Situação Epidemiológica do Sarampo Diferentes regiões do mundo estão definindo metas para a eliminação do sarampo e da rubéola até o ano de 2015. No entanto, surtos recentes de sarampo

Leia mais

2. ETIOLOGIA CITOMEGALOVIRUS

2. ETIOLOGIA CITOMEGALOVIRUS 3 1. INTRODUÇÃO Este trabalho tem como objetivo abordar as manifestações clínicas do citomegalovírus, assim como seu tratamento, transmissão e seu contato direto com as gestantes. O citomegalovírus (CMV)

Leia mais

Estes artigos estão publicados no sítio do Consultório de Pediatria do Dr. Paulo Coutinho. http://www.paulocoutinhopediatra.pt

Estes artigos estão publicados no sítio do Consultório de Pediatria do Dr. Paulo Coutinho. http://www.paulocoutinhopediatra.pt Estes artigos estão publicados no sítio do Consultório de Pediatria do Dr. Paulo Coutinho. Pág. 01 A varicela é a infecção que resulta do contacto pela primeira vez de um ser humano susceptível com o vírus

Leia mais

Definição. Febre Reumática. Introdução. Introdução. Epidemiologia 24/08/2011

Definição. Febre Reumática. Introdução. Introdução. Epidemiologia 24/08/2011 Definição Febre Reumática Doença inflamatória, sistêmica, deflagrada pelo agente infeccioso Streptococcus β-hemolítico do grupo A, que ocorre em pessoas geneticamente predispostas ; Professor Leonardo

Leia mais

RUBÉOLA E FAMÍLIA HERPESVIRIDAE. Prof. Sérvio Túlio Stinghen

RUBÉOLA E FAMÍLIA HERPESVIRIDAE. Prof. Sérvio Túlio Stinghen RUBÉOLA E FAMÍLIA HERPESVIRIDAE Prof. Sérvio Túlio Stinghen 1 Infecções congênitas e perinatais feto: efeitos devastadores gestantes: maioria pode ser assintomática testes sorológicos TORSCH: Toxoplasmose

Leia mais

Componente Curricular: Microbiologia e Parasitologia I Profª Mônica I. Wingert Módulo I Turma 101E DOENÇAS VIRAIS

Componente Curricular: Microbiologia e Parasitologia I Profª Mônica I. Wingert Módulo I Turma 101E DOENÇAS VIRAIS Componente Curricular: Microbiologia e Parasitologia I Profª Mônica I. Wingert Módulo I Turma 101E DOENÇAS VIRAIS 1. Resfriado comum Doença relacionada ao conjunto de sintomas apresentados nas infecções

Leia mais

ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica, Setembro 2014:

ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica, Setembro 2014: ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica, Setembro 2014: O Estado de São Paulo reforça a recomendação para que todos os GVE mantenham os municípios de sua área de abrangência em TOTAL ALERTA

Leia mais

www.drapriscilaalves.com.br [COMPLEXO RESPIRATÓRIO VIRAL FELINO]

www.drapriscilaalves.com.br [COMPLEXO RESPIRATÓRIO VIRAL FELINO] [COMPLEXO RESPIRATÓRIO VIRAL FELINO] 2 Complexo Respiratório Viral Felino É um conjunto de sintomas causado pelas doenças Rinotraqueíte Felina e Calicivirose Felina. São doenças virais cujos sinais clínicos

Leia mais

Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico

Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico Gripe Perguntas Frequentes Perguntas frequentes sobre a gripe sazonal O que é a

Leia mais

Infecções e Gestação : Atenção ao Filho de Mãe com Toxoplasmose. I Encontro da rede Mãe Paranaense

Infecções e Gestação : Atenção ao Filho de Mãe com Toxoplasmose. I Encontro da rede Mãe Paranaense Infecções e Gestação : Atenção ao Filho de Mãe com Toxoplasmose Andrea Maciel de Oliverira Rossoni Serviço de Agenda Visão do pediatra e do médico generalista Sintomas Como investigar Como tratar Acompanhamento

Leia mais

VIROSES. Prof. Edilson Soares www.profedilson.com

VIROSES. Prof. Edilson Soares www.profedilson.com VIROSES Prof. Edilson Soares www.profedilson.com CATAPORA OU VARICELA TRANSMISSÃO Saliva Objetos contaminados SINTOMAS Feridas no corpo PROFILAXIA Vacinação HERPES SIMPLES LABIAL TRANSMISSÃO Contato

Leia mais

PROGRAMA DE IMUNIZAÇÃO. Prof. Enf. Hygor Elias

PROGRAMA DE IMUNIZAÇÃO. Prof. Enf. Hygor Elias PROGRAMA DE IMUNIZAÇÃO Prof. Enf. Hygor Elias PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO - PNI 1973 erradicação da varíola no Brasil e instituição do PNI 1975 instituído o Serviço Nacional de Vigilância Epidemiológica

Leia mais

Caso 14. 1ª Parte. Refletindo e Discutindo

Caso 14. 1ª Parte. Refletindo e Discutindo Caso 14 1ª Parte Gabriel, 17 anos, procurou Maria, agente comunitária de saúde, para saber onde poderia tratar de seus vários dentes com buracos porque queria servir ao Exército. Maria pergunta se esse

Leia mais

PROTOCOLO DE VARICELA

PROTOCOLO DE VARICELA GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA e PROTEÇÂO A SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICA AMBIENTAL E SAUDE DO TRABALHADOR DIRETORIA DE

Leia mais

Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2009. Edição 15

Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2009. Edição 15 Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2009. Edição 15 Ariane Guerra Fernandes 1 Layanne Kelly Lima de Carvalho Rego 1 Liessia Thays de Araújo 1 Selonia Patrícia Oliveira

Leia mais

recomendações Atualização de Condutas em Pediatria

recomendações Atualização de Condutas em Pediatria Atualização de Condutas em Pediatria nº 44 Departamentos Científicos da SPSP, gestão 2007-2009. Departamento de Reumatologia Doença de Kawasaki Departamento de Adolescência Bullying: o lado obscuro das

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

1. Definição de Caso1: Sarampo

1. Definição de Caso1: Sarampo Digitally signed by Francisco Henrique Moura George Francisco DN: c=pt, o=ministério da Saúde, ou=direcção-geral da Henrique Saúde, cn=francisco Henrique Moura George Moura George Date: 2011.06.08 12:41:12

Leia mais

Influenza. João Pedro Marins Brum Brito da Costa (Instituto ABEL) Orientador: André Assis (UFRJ Medicina)

Influenza. João Pedro Marins Brum Brito da Costa (Instituto ABEL) Orientador: André Assis (UFRJ Medicina) Influenza João Pedro Marins Brum Brito da Costa (Instituto ABEL) Orientador: André Assis (UFRJ Medicina) O que éinfluenza Também conhecida como gripe, a influenza éuma infecção do sistema respiratório

Leia mais

Diretrizes Assistenciais. Gengivoestomatite Herpética Em Crianças.

Diretrizes Assistenciais. Gengivoestomatite Herpética Em Crianças. Diretrizes Assistenciais Gengivoestomatite Herpética Em Crianças. Versão eletrônica atualizada em ago/2012 GENGIVOESTOMATITE HERPÉTICA EM CRIANÇAS GRUPO DE PROTOCOLOS DE PEDIATRIA PARA UNIDADES DE ATENDIMENTO

Leia mais

Doença falciforme: Infecções

Doença falciforme: Infecções Doença falciforme: Infecções Célia Maria Silva Médica Hematologista da Fundação Hemominas celia.cmaria@gmail.com Eventos infecciosos Importância Incidência Faixa etária mais acometida (6m - 5a) Internações

Leia mais

- Dermografismo (<30 minutos). [2] - Urticária aquagênica (<60 minutos). [3] - Urticária solar (<60 minutos). Maioria das urticarias.

- Dermografismo (<30 minutos). [2] - Urticária aquagênica (<60 minutos). [3] - Urticária solar (<60 minutos). Maioria das urticarias. GUIA PARA A HISTÓRIA DA URTICÁRIA 1. HISTÓRIA DE LESÕES a) Duração: urticária Menos de seis semanas: urticária aguda. Mais de 6 semanas: urticária crônica. b) Duração de pápulas: Menos de 24 horas: Urticária.

Leia mais

Sindrome respiratória felina. Rinotraquiete viral Clamidiose Calicivirose

Sindrome respiratória felina. Rinotraquiete viral Clamidiose Calicivirose DOENÇAS DE FELINOS Sindrome respiratória felina Rinotraquiete viral Clamidiose Calicivirose RINOTRAQUEÍTE Agente etiológico: Herpesvírus felino Conhecida como "a gripe do gato", pois os sintomas são parecidos

Leia mais

ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica Estado de São Paulo, Maio 2014:

ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica Estado de São Paulo, Maio 2014: ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica Estado de São Paulo, Maio 2014: Definição de caso suspeito de sarampo: Todo paciente que, independente da idade e da situação vacinal, apresentar febre

Leia mais

Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações

Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações 1. Introdução A evolução da epidemia causada pelo vírus da gripe pandémica (H1N1) 2009 implica que as medidas sejam adaptadas

Leia mais

UNIMED GOIÂNIA. Centro de Vacinação

UNIMED GOIÂNIA. Centro de Vacinação UNIMED GOIÂNIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO PROCESSO SELETIVO 2013 PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS NOS RECURSOS E SERVIÇOS PRÓPRIOS 20 de outubro de 2012 Centro de Vacinação SÓ ABRA ESTE CADERNO QUANDO AUTORIZADO

Leia mais

DOENÇAS VIRAIS DE TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA. Maria Cristina Fink

DOENÇAS VIRAIS DE TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA. Maria Cristina Fink DOENÇAS VIRAIS DE TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA Maria Cristina Fink O QUE É UM VÍRUS? A palavra vírus é originária do latim e significa toxina ou veneno É um microorganismo que pode infectar vários organismos

Leia mais

PRM EM HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA PEDIÁTRICA

PRM EM HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA PEDIÁTRICA PROCESSO SELETIVO 02/2016 PARA INGRESSO NOS PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA MÉDICA ANOS OPCIONAIS E ÁREAS DE ATUAÇÃO E CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO NOS MOLDES FELLOW - INCA PRM EM HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA PEDIÁTRICA

Leia mais

Caso Clínico ANAMNESE. IDENTIFICAÇÃO: RSC, 2 anos, sexo feminino, natural e procedente de Nazaré BA.

Caso Clínico ANAMNESE. IDENTIFICAÇÃO: RSC, 2 anos, sexo feminino, natural e procedente de Nazaré BA. Caso Clínico ANAMNESE IDENTIFICAÇÃO: RSC, 2 anos, sexo feminino, natural e procedente de Nazaré BA. QUEIXA PRINCIPAL: Febre alta e adinamia há 15 dias. Caso Clínico ANAMNESE HMA: Há 15 dias paciente iniciou

Leia mais

ANEXO I - ENPI DEFINIÇÕES DE MCGEER PARA AS INFEÇÕES EM UNIDADES DE CUIDADOS CONTINUADOS

ANEXO I - ENPI DEFINIÇÕES DE MCGEER PARA AS INFEÇÕES EM UNIDADES DE CUIDADOS CONTINUADOS ANXO I - NPI Nota: Dia 20 de Abril de 2012, após realização de todas as sessões de formação, foram introduzidas pequenas alterações neste protocolo que estão realçadas a sombreado. DFINIÇÕS D MCGR PARA

Leia mais

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Doenças Sexualmente Transmissíveis são aquelas que são mais comumente transmitidas através da relação sexual. PRINCIPAIS DOENÇAS SEXUALMENTE

Leia mais

Raniê Ralph Semio 2. As encefalites causam alterações do nível de consciência, torpor. As meningites podem causar quando complicam.

Raniê Ralph Semio 2. As encefalites causam alterações do nível de consciência, torpor. As meningites podem causar quando complicam. 29 de Outubro de 2007. Professora Vera. Caderno da Sassá. Meningites bacterianas Etiologias H. influenzae. Neisseria meningitidis. Streptococcus pneumoniae. Gram-negative bacilli. Staphylococci. Listeria

Leia mais

DENGUE. Médico. Treinamento Rápido em Serviços de Saúde. Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac

DENGUE. Médico. Treinamento Rápido em Serviços de Saúde. Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac DENGUE Treinamento Rápido em Serviços de Saúde Médico 2015 Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac O Brasil e o estado de São Paulo têm registrado grandes epidemias de dengue nos últimos

Leia mais

ZIKA VÍRUS INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA

ZIKA VÍRUS INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA ZIKA VÍRUS INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA E INVESTIGAÇÃO DE SÍNDROME EXANTEMÁTICA NO NORDESTE Wanderson Kleber de Oliveira Coordenação Geral de Vigilância e Resposta às Emergências de Saúde Pública Departamento

Leia mais

Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN. Lucia Mardini DVAS

Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN. Lucia Mardini DVAS Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN Lucia Mardini DVAS Programa Estadual para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais/RS CEVS Rua Domingos Crescêncio Nº 132 sala 310 hepatites@saude.rs.gov.br

Leia mais

DOENÇAS OU AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA

DOENÇAS OU AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA DOENÇAS OU AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA NÚCLEO HOSPITALAR DE EPIDEMIOLOGIA HNSC/HCC A Portaria do Ministério da Saúde Nº 1.271, de 06 de Junho de 2014 atualizou a Portaria Nº 104, de 25

Leia mais

Imagem da Semana: Fotografia

Imagem da Semana: Fotografia Imagem da Semana: Fotografia Imagem 01. Fotografia de rosto em visão frontal Imagem 02. Fotografia de rosto em perfil Paciente do sexo feminino, 9 meses, foi trazida pela mãe à Unidade Básica de Saúde

Leia mais

LISTA E DEFINIÇÃO DE DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO OBRIGATÓRIA ENTRE OS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL (Revogação da Res. GMC Nº 80/99)

LISTA E DEFINIÇÃO DE DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO OBRIGATÓRIA ENTRE OS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL (Revogação da Res. GMC Nº 80/99) MERCOSUL/GMC/RES. Nº 4/01 LISTA E DEFINIÇÃO DE DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO OBRIGATÓRIA ENTRE OS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL (Revogação da Res. GMC Nº 80/99) TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo

Leia mais

SÍNDROME DE HIPER-IgM

SÍNDROME DE HIPER-IgM SÍNDROME DE HIPER-IgM Esta brochura é para ser usada pelos pacientes e pelas suas famílias e não deve substituir o aconselhamento de um imunologista clínico. 1 Também disponível: AGAMAGLOBULINEMIA LIGADA

Leia mais

Síndromes clínicas ou condições que requerem precauções empíricas, associadas às Precauções Padrão.

Síndromes clínicas ou condições que requerem precauções empíricas, associadas às Precauções Padrão. 1 Síndromes clínicas ou condições que requerem precauções empíricas, associadas às Precauções Padrão. SÍNDROMES OU CONDIÇÃO CLÍNICA PATÓGENOS POTENCIAIS PRECAUÇÕES EMPIRICAS Diarréia: Aguda, por provável

Leia mais

Informe Técnico Sarampo e Rubéola

Informe Técnico Sarampo e Rubéola Informe Técnico Sarampo e Rubéola I. Introdução: O sarampo e a rubéola possuem vigilância integrada desde 1999, tornando oportuna a detecção de casos e surtos e a efetivação das medidas de controle. A

Leia mais

DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO

DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO UNESC ENFERMAGEM SAÚDE DO ADULTO PROFª: : FLÁVIA NUNES DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO ENDOCARDITE REUMÁTICA O desenvolvimento da endocardite reumática é atribuído diretamente à febre reumática, uma doença

Leia mais

Inclusão de cinco vacinas no calendário do SUS é aprovada pelo Senado 3

Inclusão de cinco vacinas no calendário do SUS é aprovada pelo Senado 3 Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2011(6). Edição 41. Antônia Cristina Batista Lira 1 Cláudia Fernanda De Sousa Oliveira 1 Daniela Batista de Sousa 1 Janiel Ferreira

Leia mais

SISTEMA CIRCULATÓRIO II

SISTEMA CIRCULATÓRIO II SISTEMA CIRCULATÓRIO II Conceito: Edema pulmonar é o acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Observação: se a cada batimento, o VD bombear apenas 1 gota a mais de sangue que o VE, dentro de 2 horas o

Leia mais

Quinta Edição/2015 Quinta Região de Polícia Militar - Quarta Companhia Independente

Quinta Edição/2015 Quinta Região de Polícia Militar - Quarta Companhia Independente GRIPE X RESFRIADO GRIPE e RESFRIADO são as mesmas coisas? Não. A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelo vírus Influenza (tipos A,B e C) e o resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado

Leia mais

Influenza A (H1N1) Aspectos Clínicos Dra. Dionne Rolim. Ceará, 2009

Influenza A (H1N1) Aspectos Clínicos Dra. Dionne Rolim. Ceará, 2009 Influenza A (H1N1) Aspectos Clínicos Dra. Dionne Rolim Ceará, 2009 Influenza Vírus - RNA Vírus A, B e C Família Orthomyxoviridae Fonte: Los Alamos National Laboratory Fonte: CDC Vírus Influenza Antígenos

Leia mais

A pneumonia é uma doença inflamatória do pulmão que afecta os alvéolos pulmonares (sacos de ar) que são preenchidos por líquido resultante da

A pneumonia é uma doença inflamatória do pulmão que afecta os alvéolos pulmonares (sacos de ar) que são preenchidos por líquido resultante da 2 A pneumonia é uma doença inflamatória do pulmão que afecta os alvéolos pulmonares (sacos de ar) que são preenchidos por líquido resultante da inflamação, o que dificulta a realização das trocas gasosas.

Leia mais

INDICAÇÕES BIOEASY. Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária

INDICAÇÕES BIOEASY. Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária INDICAÇÕES BIOEASY Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária 1- ANIGEN RAPID CPV AG TEST BIOEASY PARVOVIROSE Vendas de Filhotes:

Leia mais

Informe Técnico SARAMPO nº 5 Sarampo no Estado de São Paulo

Informe Técnico SARAMPO nº 5 Sarampo no Estado de São Paulo GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROF. ALEXANDRE VRANJAC DIVISÃO DE DOENÇAS DE TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA

Leia mais

DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel

DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO Claudia de Lima Witzel SISTEMA MUSCULAR O tecido muscular é de origem mesodérmica (camada média, das três camadas germinativas primárias do embrião, da qual derivam

Leia mais

DOENÇAS PREVENÍVEIS NA INFÂNCIA.

DOENÇAS PREVENÍVEIS NA INFÂNCIA. DOENÇAS PREVENÍVEIS NA INFÂNCIA. Calendário de Vacinação da CRIANÇA Comentários numerados Recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações devem ser consultados. (SBIm) - 2014/2015 CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO

Leia mais