ticas Exantemáticas Varíola Sarampo Sarampo - Koplik Lucia Ferro Bricks

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ticas Exantemáticas Varíola Sarampo Sarampo - Koplik Lucia Ferro Bricks"

Transcrição

1 Doenças Exantemáticas ticas Lucia Ferro Bricks Varíola DNA vírusv Doença a muito contagiosa Altas taxas de letalidade Complicações graves Cicatrizes Erradicada por vacina Último caso na Somália, em 1977 Sarampo RNA vírusv Morbilivurs Paramixovirus Distribuição mundial P. incubação: 8 a 12 dias Febre alta > 38,3 0 C Tosse, Coriza, Conjuntivite Enantema - Koplik Exantema morbiliforme Descamação Sarampo - Koplik Transmissão respiratória ria Contagiosidade > 90%, desde 1 a 2 dias antes até o 5º 5 dia após s o surgimento do exantema Koplik pequenas pápulaspulas na mucosa oposta ao segundo molar, pode preceder o exantema ( um ou dois dias antes até 2 dias após s o aparecimento do exantema)

2 Características do Sarampo Exantema surge 2 a 4 dias após pródromos e 14 dias após s exposição Maculopapular e torna-se confluente Início face e cabeça Espalha-se se para tronco, braços e pernas Persiste por 5 a 6 dias Desaparece na ordem em que surgiu Descamação Complicações do Sarampo Otite média m aguda - 7% - 9% Pneumonia - 1% - 6% Diarréia 8% Desnutrição Complicações oculares Encefalite aguda 1/1.000 Panencefalite Esclerosante Subaguda é tardia (10 anos) Na gestante - parto prematuro e recém-nascido de baixo peso OMS 2002 Letalidade do Sarampo Suplementação de Vitamina A EUA - 1 a 3 por > 25% nos países em desenvolvimento Fatores de risco : Menores de 1 ano Desnutridos Deficiência de Vitamina A Imunodeprimidos: leucemia, HIV OMS 2002 Idade Menores de 6 meses Logo após o diagnóstico Dia seguinte IU IU 6 a 11 meses IU IU 12 meses ou mais IU IU WHO 2002

3 Diagnóstico Diferencial do Sarampo Sarampo modificado Febre baixa, Exantema leve Ausência de Koplik Lactentes Uso de Imunoglobulina Vacinados (1963) Finlândia: 685 crianças as vacinadas 0,8% positivo Sarampo atípico Indivíduos duos vacinados com vacina de vírus v mortos Ausência de anticorpos contra proteína F, responsável pela penetração do vírus v nas célulasc Outras doenças exantemáticas ticas Rubéola RNA vírus v Rubinivirus Predomínio primavera P. Incubação 14 a 23 dias > Transmissão 7 dias antes até 5 0 dia do exantema Crianças as Febre baixa ou ausente Exantema leve face, pescoço Maculopapular e não coalescente Linfadenomegalia cervical e retroauricular Síndrome da Rubéola Congênita Síndrome da Rubéola Congênita Descrita por Gregg,, em 1941 Pandemia na Europa e EUA EUA ,5 milhões casos de rubéola casos de encefalite abortos (espontâneos ou provocados) casos da Síndrome S da Rubéola Congênita Surdez Cegueira Retardo mental > 50% no primeiro mês gestação Catarata Retinopatia Glaucoma Doença a cardíaca aca Surdez Problemas neurológicos Baixo Peso Hepatoesplenomegalia Trombocitopenia

4 Herpes Vírus Humanos HVH1 - Herpes virus simplex tipo 1 Gengivoestomatite, cutâneo,, genital, encefalite Recorrência: : labial, cutâneo, encefalite HVH2- Herpes virus simplex tipo 2 Genital, cutâneo,, neonatal, meningoencefalite Recorrência: : genital e cutâneo HVH3- Varicela zoster HVH4 - Epstein Barr Mononucleose HVH5 - Citomegalovírus HVH6- Herpes vírus humano tipo 6 Roséola ola Infantum HVH7- Herpes vírus humano tipo 7 Roséola ola Infantum Herpes Simplex Humanos Herpes Simplex Humanos Varicela-zoster Período neonatal 25% doença disseminada Figado e pulmões 35% doença SNC 40% pele, olhos e boca Após Período Neonatal Assintomática tica Gengivoestomatite Herpes labial Herpes genital Eczema herpetico Encefalite, meningite Varicela Zoster

5 Varicela Varicela Doença a exantemática tica febril muito contagiosa - 87% Transmissão - contato íntimo desde 2 dias antes até 5 dias após s o surgimento do exantema Pico incidência na primavera Média lesões Lesões de vários v tipos: pápulas, vesículas, crostas Acomete mucosas Mortalidade População - 6,7 / Letalidade Crianças as normais - 1 / Adultos anos - 25 / Imunodeprimidos - 7 % - 28 % *Peterson et al, 1996 Complicações da Varicela Idade Gestação < 20 semanas - 1% - 2% Menores de um ano Celulite, abscesso Adolescentes e adultos Pneumonia x maior Encefalite - 7 x maior Letalidade - 25 x maior Imunidade Idosos,, HIV, transplantes, câncer Arberter,1996 Complicações da Varicela-Zoster Infecção cutânea Síndrome da pele escaldada

6 Complicações da Varicela em crianças as 5% a 10% dos casos,, em crianças as Mais frequentes infecções pele e tecidos moles Agentes: S. aureus e Streptococcus BHGA > frequência em crianças as de creches, onde há maior risco de infecção por SBHGA Otite média - 5% Trombocitopenia - 5 a 16%, geralmente leve Hepatite leve - 20% a 50% (transaminases( transaminases) Ataxia - 1: Encefalite - 1: Canadá, 1999 Zoster em Imunocomprometidos Crianças as menores de 10 anos incidência = 0,74 / recorrência = 1,7 a 5% Imunocomprometidos Incidência ~ 70% recorrência = 53% HIV risco é 7 a 20 vezes maior do que em leucêmicos Vafai & Berger, 2001 Mononucleose Infecciosa HVH4 - Vírus Epstein Barr,, DNA P. Incubação: 30 a 50 dias Em crianças, as, a maioria das infecções é assintomática tica Febre, faringite exsudativa, adenomegalia Edema periorbital ou palpebral Exantema maculopapular 3 a 5 dias Hemograma: linfocitose com atipia Diagnóstico diferencial: rubéola, toxoplasmose, CMV Reações sorológicas - Paul Bunnel - pouco específica - Ac específicos Roséola ola Infantum Exantema Súbito Hepes Vírus Humanos tipo 6 e Hepes Vírus Humanos tipo 7 Herpesviridae - Período de incubação: 9 a 10 dias HVH 6 e desconhecido para o HVH 7-90% das infecções em crianças as menores de 2 anos - maior incidência em lactentes com 7 a 13 meses - Febre alta ( > 39 0 C) por 3 a 7 dias antes do exantema - Exantema maculopapular de curta duração - 10 a 15% apresentam convulsão febril

7 Eritema Infectioso - Megaloeritema Enterovírus rus - Cox A e B e Echovirus Parvovírus rus B 19 (DNA) P. Incubação 4 a 14 dias Predomina em crianças as 5 a 15 anos Transmissão direta respiratória ria Ausência de pródromos Raramente com febre Exantema face borboleta Bordas elevadas e quentes Duração 10 dias Exacerbação com calor, frio, sol Complicação Crises de anemia aplástica RNA vírus Transmissão fecal-oral Verão e outono P. Incubação ão: : 3 a 6 dias Doença febril inespecífica IVAS herpangina, estomatite,, pneumonia Exantema Meningite asséptica ptica, encefalite, paralisia Alt. Gastrointestinais Manif. Oculares Pericardite, miocardite Doença a Mão PéP Boca Enterovírus rus Coxsackie A 16 Fecal-oral Predomina verão e outono P. Incubação: 3 a 6 dias Lesões ulceradas na boca Vesículas mãos e pésp Echovirus tipo 9 Meningite asseptica, Exantema inespecífico,, Encefalite

8 Dengue Arbovirose - 4 sorotipos Vetor Aedes aegypty P. incubação: 2 a 7 dias Doença a febril aguda Cefaléia Dor retro-orbital orbital Mialgia Artralgia Exantema Febre hemorrágica aguda Choque - se não tratado, letalidade 30% Escarlatina Exantema maculopapular e amidalite - Toxina eritrogênica Predomínio dobras Sinal Filatov palidez perioral Lingua em framboeza Petéquias no pálato Descamação S. pyogenes complicações supurativas e não supurativas Outros diagnósticos Meningococcemia Outras doenças infecciosas - meningococcemia,, doença Lyme,, hanseníase... ase... Púrpuras Trombocitopênica, Henoch Schoenlein Reações a medicamentos Vasculites Doenças dermatológicas Eczema atópico pico,, dermatite seborréica Doenças reumatológicas Febre reumática, lupus,, artrite reumatóide Doenças de etiologia desconhecida - Kawasaki Púrpura da meningococcemia Evolução desfavorável vel

9 Reações dermatológicas a medicamentos Exantema Urticária ria Erupção fixa Penicilinas Sulfonamidas Cefalosporinas Tetraciclina Griseofulvia Anticonvulsivantes Insulina Salicilatos/AINH Penicilinas Sulfonamidas Griseofulvina Fenobarbital Insulina Tetraciclina Salicilatos/AINH Barbitúricos ricos Sulfonamidas Anticoncepcionais Fenolftaleína na Tetraciclina Paller,, 1995

Doenças exantemáticas DIP II

Doenças exantemáticas DIP II Doenças exantemáticas DIP II Profª Christiane Rangel Doenças exantemáticas Em geral infecto-contagiosas Diagnóstico essencialmente clínico Exantema é variável, de acordo com tipo de afecção: Macular Papular

Leia mais

Doenças Exantemáticas em Pediatria. Dra. Joelma Gonçalves Martin Departamento de Pediatria Faculdade de Medicina - UNESP

Doenças Exantemáticas em Pediatria. Dra. Joelma Gonçalves Martin Departamento de Pediatria Faculdade de Medicina - UNESP Doenças Exantemáticas em Pediatria Dra. Joelma Gonçalves Martin Departamento de Pediatria Faculdade de Medicina - UNESP Doenças Exantemáticas São moléstias infecciosas nas quais a erupção cutânea é a característica

Leia mais

Infecções da pele. A pele integra saudável protege os tecidos subjacentes e proporciona uma excelente defesa contra os micróbios invasores

Infecções da pele. A pele integra saudável protege os tecidos subjacentes e proporciona uma excelente defesa contra os micróbios invasores Infecções da pele Infecções da pele A pele integra saudável protege os tecidos subjacentes e proporciona uma excelente defesa contra os micróbios invasores Os patógenos em geral penetram nas camadas inferiores

Leia mais

Síndromes clínicas ou condições que requerem precauções empíricas, associadas às Precauções Padrão.

Síndromes clínicas ou condições que requerem precauções empíricas, associadas às Precauções Padrão. 1 Síndromes clínicas ou condições que requerem precauções empíricas, associadas às Precauções Padrão. SÍNDROMES OU CONDIÇÃO CLÍNICA PATÓGENOS POTENCIAIS PRECAUÇÕES EMPIRICAS Diarréia: Aguda, por provável

Leia mais

Imagem da Semana: Fotografia

Imagem da Semana: Fotografia Imagem da Semana: Fotografia Imagem 01. Fotografia de rosto em visão frontal Imagem 02. Fotografia de rosto em perfil Paciente do sexo feminino, 9 meses, foi trazida pela mãe à Unidade Básica de Saúde

Leia mais

Sarampo. Rubéola (sarampo alemão)

Sarampo. Rubéola (sarampo alemão) DOENÇAS EXANTEMÁTICAS Sarampo Paramyxovirus Período de incubação: 10-14d. Período de transmissão: desde o prodromo até o fim dos sintomas Febre, tosse coriza, conjuntivite piora em 1 semana 40ºC, fotofobia,

Leia mais

VÍRUS CAUSADORES DE INFECÇÕES EXANTEMÁTICAS

VÍRUS CAUSADORES DE INFECÇÕES EXANTEMÁTICAS VÍRUS CAUSADORES DE INFECÇÕES EXANTEMÁTICAS EXANTEMA Lesões cutâneas difusas, eritematosas, papulares, vesiculares, pustulares ou petequiais, consequência de infecção (usualmente por vírus) ou de exposição

Leia mais

Importância do tema. Diagnóstico diferencial das Doenças exantemáticas. Tipos básicos de exantema. Considerações sobre o diagnóstico

Importância do tema. Diagnóstico diferencial das Doenças exantemáticas. Tipos básicos de exantema. Considerações sobre o diagnóstico Importância do tema Efeitos sobre o paciente Diagnóstico diferencial das Doenças exantemáticas Prof. Marco Antonio Efeitos sobre os contatos Efeitos sobre a comunidade Mudança recente de padrões Considerações

Leia mais

Informe Técnico Sarampo e Rubéola

Informe Técnico Sarampo e Rubéola Informe Técnico Sarampo e Rubéola I. Introdução: O sarampo e a rubéola possuem vigilância integrada desde 1999, tornando oportuna a detecção de casos e surtos e a efetivação das medidas de controle. A

Leia mais

DOENÇAS VIRAIS DE TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA. Maria Cristina Fink

DOENÇAS VIRAIS DE TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA. Maria Cristina Fink DOENÇAS VIRAIS DE TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA Maria Cristina Fink O QUE É UM VÍRUS? A palavra vírus é originária do latim e significa toxina ou veneno É um microorganismo que pode infectar vários organismos

Leia mais

Circulação do vírus da rubéola no Brasil será monitorada pela OMS até

Circulação do vírus da rubéola no Brasil será monitorada pela OMS até Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2010 (15). Edição 31 Aline Oliveira Araújo 1 Andréa Cunha Souza 1 Camila Manuela de Moura Sá Fortes¹ Clareanne A. Fortes Damasceno

Leia mais

Afastamento de pacientes com Doenças Infecto-Contagiosas

Afastamento de pacientes com Doenças Infecto-Contagiosas . INTRODUÇÃO As orientações abaixo visam minimizar contágio das doenças e devem ser fornecidas aos pacientes avaliados. A orientação de permanência em domicílio para repouso fica a critério do médico que

Leia mais

Neonatologia para Concursos de Enfermagem

Neonatologia para Concursos de Enfermagem Oncologia Neonatologia para Concursos de Enfermagem Fernanda Coelho PNI 2017 ÚLTIMAS ATUALIZAÇÕES Prof. Enf. Hygor Elias 1 Meningocócica C (conjugada) Indicações: Meningite por Neisseria meningitidis dogrupoc

Leia mais

ORIENTAÇÃO DO DEPARTAMENTO CIENTÍFICO DE INFECTOLOGIA DA SOCEP PARA OS PEDIATRAS PARA O ENFRENTAMENTO DO SURTO DE SARAMPO NO CEARÁ

ORIENTAÇÃO DO DEPARTAMENTO CIENTÍFICO DE INFECTOLOGIA DA SOCEP PARA OS PEDIATRAS PARA O ENFRENTAMENTO DO SURTO DE SARAMPO NO CEARÁ ORIENTAÇÃO DO DEPARTAMENTO CIENTÍFICO DE INFECTOLOGIA DA SOCEP PARA OS PEDIATRAS PARA O ENFRENTAMENTO DO SURTO DE SARAMPO NO CEARÁ Revisor: Robério Dias Leite Presidente do Departamento Científico de Infectologia

Leia mais

Sarampo e Doenças Degenerativas

Sarampo e Doenças Degenerativas Sarampo e Doenças Degenerativas Estudo Preliminar Maria Aparecida Melo Andrade Luciana Valentini Melo Cesarini Vania Lara Crelier Romeu Carillo Junior Associação Brasileira de Reciclagem e Assistência

Leia mais

30º Imagem da Semana: Fotografia

30º Imagem da Semana: Fotografia 30º Imagem da Semana: Fotografia Enunciado Lactente de 12 meses, masculino, iniciou com febre alta há 11 dias com resposta parcial a antitérmicos. Foi levado, no quarto dia, ao serviço de prontoatendimento,

Leia mais

Virologia Doenças. Prof.: Anderson Marques de Souza Juiz de Fora 2º ano EM- 2016

Virologia Doenças. Prof.: Anderson Marques de Souza Juiz de Fora 2º ano EM- 2016 Virologia Doenças Prof.: Anderson Marques de Souza Juiz de Fora 2º ano EM- 2016 Existem vírus que infectam animais, plantas, protozoários, fungos e bactérias. Exigência viral - ligação específica à célula

Leia mais

NOME GÊNERO IDADE ENDEREÇO TELEFONE

NOME GÊNERO IDADE ENDEREÇO TELEFONE HISTÓRIA CLÍNICA PARA INVESTIGAÇÃO DE URTICÁRIA DATA / / NOME GÊNERO IDADE ESTADO CIVIL RAÇA ENDEREÇO TELEFONE PROFISSÃO 1. ANTECEDENTES A) história familiar: Urticária angioedema Doenças da tireóide Asma,

Leia mais

Vigilância sindrômica: Síndromes febris ictero-hemorrágicas Síndromes respiratórias

Vigilância sindrômica: Síndromes febris ictero-hemorrágicas Síndromes respiratórias Vigilância sindrômica: Síndromes febris ictero-hemorrágicas Síndromes respiratórias Estratégias de Vigilância Perfil clínico-epidemiológico e vigilância Várias doenças com apresentações sindrômicas semelhantes

Leia mais

Herpesvírus linfotrópicos: CMV e EBV. Prof. Dr. Eurico Arruda Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP

Herpesvírus linfotrópicos: CMV e EBV. Prof. Dr. Eurico Arruda Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP Herpesvírus linfotrópicos: CMV e EBV Prof. Dr. Eurico Arruda Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP Caso Clínico Uma semana depois de uma famosa festa a fantasia, um aluno do 2º ano de medicina da

Leia mais

Otimizar o manejo de pacientes com gengivoestomatite herpética..

Otimizar o manejo de pacientes com gengivoestomatite herpética.. TE-5e Suporte às Gengivoestomatite herpética em crianças INTRODUÇÃO A gengivoestomatite é a manifestação mais comum da primo infecção pelo vírus herpes simplex (HSV) na infância, ocorrendo em 1 a 0% das

Leia mais

Otimizar o manejo de pacientes com gengivoestomatite herpética..

Otimizar o manejo de pacientes com gengivoestomatite herpética.. TE-5e Suporte às Gengivoestomatite herpética em crianças INTRODUÇÃO A gengivoestomatite é a manifestação mais comum da primo infecção pelo vírus herpes simplex (HSV) na infância, ocorrendo em 13 a 30%

Leia mais

NOTA TÉCNICA AOS ENFERMEIROS DO ES RISCO DE REINTRODUÇÃO DO VIRUS DO SARAMPO

NOTA TÉCNICA AOS ENFERMEIROS DO ES RISCO DE REINTRODUÇÃO DO VIRUS DO SARAMPO PROGRAMA ESTADUAL DE IMUNIZAÇÕES E VIGILÂNCIA DAS DOENÇAS IMUNOPREVENÍVEIS Referência Técnica de Doenças Exantemáticas NOTA TÉCNICA AOS ENFERMEIROS DO ES RISCO DE REINTRODUÇÃO DO VIRUS DO SARAMPO 20 de

Leia mais

PRECAUÇÕES PADRÃO Contato Respiratório (Gotículas, aerossóis)

PRECAUÇÕES PADRÃO Contato Respiratório (Gotículas, aerossóis) PRECAUÇÕES PADRÃO Contato Respiratório (Gotículas, aerossóis) 1- Precauções Padrão As Precauções Padrão (PP) representam um conjunto de medidas que devem ser aplicadas no atendimento de todos os pacientes

Leia mais

Profª Drª. Joelma Gonçalves Martin Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina de Botucatu- Unesp

Profª Drª. Joelma Gonçalves Martin Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina de Botucatu- Unesp Profª Drª. Joelma Gonçalves Martin Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina de Botucatu- Unesp jgm@fmb.unesp.br Doença infecciosa febril aguda apresentando-se sob a forma de infecção inaparente,

Leia mais

CAPACITAÇÃO AGENTE COMUNITÁRIOS

CAPACITAÇÃO AGENTE COMUNITÁRIOS CAPACITAÇÃO AGENTE COMUNITÁRIOS Prefeitura Municipal de Corumbá Paulo Roberto Duarte Secretária Municipal de Saúde Dinaci Vieira Ranzi Gerência de Vigilância em Saúde Viviane Campos Ametlla Coordenação

Leia mais

Ofício Circular S/SUBPAV/SAP n.º 019/2015 Rio de Janeiro, 03 de novembro de 2015.

Ofício Circular S/SUBPAV/SAP n.º 019/2015 Rio de Janeiro, 03 de novembro de 2015. 1 Ofício Circular S/SUBPAV/SAP n.º 019/2015 Rio de Janeiro, 03 de novembro de 2015. Às Coordenadorias Gerais de Atenção Primária com vistas às Unidades de Saúde Assunto: Procedimentos para notificação

Leia mais

Vigilância sindrômica - II

Vigilância sindrômica - II Vigilância sindrômica - II Vigilância Sindrômica Síndrome Febril indeterminada com manifestações íctero-hemorrágicas (aguda ou crônica) Síndrome Respiratória aguda Síndrome Neurológica Febril Síndrome

Leia mais

Exercício de Fixação: Características Gerais dos Vírus

Exercício de Fixação: Características Gerais dos Vírus Exercício de Fixação: Características Gerais dos Vírus 02-2017 1- Quais foram as observações feitas por Adolf Mayer que permitiram concluir que o agente etiológico da Doença do Mosaico do tabaco era um

Leia mais

Abordagem Diagnóstica das Doenças Exantemáticas na Infância

Abordagem Diagnóstica das Doenças Exantemáticas na Infância Revista de Medicina e Saúde de Brasília ARTIGO DE REVISÃO Abordagem Diagnóstica das Doenças Exantemáticas na Infância Diagnostic Approach of the Exanthematic diseases in Childhood Josenilson Antônio da

Leia mais

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO CONCURSO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM TEMA 11 PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE VACINAS O que faz uma vacina? Estimula

Leia mais

Erradicação Varíola América Latina. Ana Freitas Ribeiro

Erradicação Varíola América Latina. Ana Freitas Ribeiro Erradicação Varíola América Latina Ana Freitas Ribeiro Introdução Doença infecciosa aguda causada por vírus da família orthopoxvirus Origem há 3.000 anos provavelmente Índia ou Egito Epidemias importantes

Leia mais

EXAMES RELACIONADOS TRATAMENTO SINAIS E SINTOMAS COMPLICAÇÕES DOENÇAS

EXAMES RELACIONADOS TRATAMENTO SINAIS E SINTOMAS COMPLICAÇÕES DOENÇAS DOENÇAS Hiperfenilalaninemias Hipotireoidismo Congênito EXAMES RELACIONADOS PKU - Fenilcetonúria TSH (Hormônio Estimulante da Tireóide) e T4 (Tiroxina) TRATAMENTO SINAIS E SINTOMAS COMPLICAÇÕES O diagnóstico

Leia mais

VÍRUS PROF.º MÁRIO CASTRO PROMARIOCASTRO.WORDPRESS.COM

VÍRUS PROF.º MÁRIO CASTRO PROMARIOCASTRO.WORDPRESS.COM VÍRUS PROF.º MÁRIO CASTRO PROMARIOCASTRO.WORDPRESS.COM Os vírus são seres muito simples e pequenos (medem menos de 0,2 µm), formados basicamente por uma cápsula proteica envolvendo o material genético,

Leia mais

16/4/2010 NOTIFICAÇÃO SARAMPO NOTIFICAÇÃO RUBÉOLA

16/4/2010 NOTIFICAÇÃO SARAMPO NOTIFICAÇÃO RUBÉOLA Agravos Epidemiológicos Parte - 02 PROFa. MSc. MARISE RAMOS SARAMPO A notificação do sarampo é obrigatória e imediata. Deve ser realizada por telefone à secretaria municipal de saúde, dentro das primeiras

Leia mais

Imunização em Adolescentes Claudio Abuassi

Imunização em Adolescentes Claudio Abuassi Imunização em Adolescentes Claudio Abuassi Indicação de vacinas na adolescência. Vias de administração, doses, reações adversas, contra-indicações e precauções das principais vacinas, entre elas: hepatite

Leia mais

Infecções congênitas. Prof. Regia Lira

Infecções congênitas. Prof. Regia Lira Infecções congênitas Prof. Regia Lira 12 de maio de 2015 ADAPTAÇÃO IMUNOLÓGICA MATERNO-FETAL Interpretação de resultados dos imunoensaios: Feto ou necém-nascido: sistema imune em desenvolvimento (fora

Leia mais

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório Orientações gerais para as famílias Ambulatório 2016 Orientações gerais para as famílias O Ambulatório do Colégio Albert Sabin dispõe de duas enfermeiras e duas auxiliares de enfermagem, para oferecer

Leia mais

MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO

MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO 25 de março de 2014 Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Conteúdo Contexto atual Objetivos Manifestações clínicas e definições utilizadas Diagnóstico diferencial

Leia mais

A Criança com Febre Fascículo II Prof. Dr. JAYME MURAHOVSCHI Apoio

A Criança com Febre Fascículo II Prof. Dr. JAYME MURAHOVSCHI Apoio Fascículo II Prof. Dr. JAYME MURAHOVSCHI Apoio Caro(a) Dr.(a), O estudo da febre continua sendo um permanente desafio para a Medicina. Se a investigação da febre pode ser um quadro complexo de análise

Leia mais

REAÇÕES CUTÂNEAS X DOENÇAS INFECCIOSAS E/OU INFECTO CONTAGIOSAS COMO DESTINGUIR?

REAÇÕES CUTÂNEAS X DOENÇAS INFECCIOSAS E/OU INFECTO CONTAGIOSAS COMO DESTINGUIR? REAÇÕES CUTÂNEAS X DOENÇAS INFECCIOSAS E/OU INFECTO CONTAGIOSAS COMO DESTINGUIR? CUIDADOS COM O PACIENTE, SEUS ACESSÓRIOS E PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NO TRATAMENTO ALEXANDRE DE S. BARROS Enfermeiro - Radioterapia

Leia mais

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO LAURO WANDERLEY. Convocação dos empregados EBSERH para apresentação do Cartão de Vacina

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO LAURO WANDERLEY. Convocação dos empregados EBSERH para apresentação do Cartão de Vacina Convocação dos empregados EBSERH para apresentação do Cartão de Vacina Venho através desse memorando convocar os profissionais da EBSERH para apresentação ao SOST do CARTÃO DE VACINA e CÓPIA do mesmo.

Leia mais

ANEXO II CONTEÚDO PROGRAMÁTICO EDITAL Nº. 17 DE 24 DE AGOSTO DE 2017

ANEXO II CONTEÚDO PROGRAMÁTICO EDITAL Nº. 17 DE 24 DE AGOSTO DE 2017 ANEXO II CONTEÚDO PROGRAMÁTICO EDITAL Nº. 17 DE 24 DE AGOSTO DE 2017 ÁREA DE CONHECIMENTO: CIRURGIA GERAL 4. Cuidados Pré, trans e pós operatório. 5. Resposta endócrina e metabólica ao trauma. 6. Infecção

Leia mais

ATUALIZAÇÃO DO CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO

ATUALIZAÇÃO DO CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO ATUALIZAÇÃO DO CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO 2017 Seis vacinas terão seu público-alvo ampliado em 2017 Hepatite A: crianças Tetra Viral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela): crianças Meningocócica C: crianças

Leia mais

AUGUSTO CAVALLINI MENECHINO

AUGUSTO CAVALLINI MENECHINO SÍFILIS Dr. LUIZ AUGUSTO CAVALLINI MENECHINO 15 de setembro de 2016 UFMT Conceito A sífilis é uma doença infecciosa sistêmica, de evolução crônica e causada pelo Treponema pallidum. As formas de doença

Leia mais

Patologia Prof.ª Beatriz Venturi. Odontologia Regular. Patologia. Se você não está disposto a arriscar, esteja disposto a uma vida comum.

Patologia Prof.ª Beatriz Venturi. Odontologia Regular. Patologia. Se você não está disposto a arriscar, esteja disposto a uma vida comum. Odontologia Regular Patologia Infecções Virais Se você não está disposto a arriscar, esteja disposto a uma vida comum. (Jim Rohn) MCA concursos - PAIXÃO PELO SEU FUTURO! 1 INFECÇÕES VIRAIS Família Herpes

Leia mais

Escarlatina: medo e mito

Escarlatina: medo e mito Escarlatina: medo e mito Estes artigos estão publicados no sítio do Consultório de Pediatria do Dr. Paulo Coutinho. Pág. 01 A escarlatina é uma doença provocada por uma bactéria chamada Estreptococo beta-hemolítico

Leia mais

Vacinação contra Febre Amarela em Santa Catarina. Arieli Schiessl Fialho

Vacinação contra Febre Amarela em Santa Catarina. Arieli Schiessl Fialho apresentam Vacinação contra Febre Amarela em Santa Catarina Arieli Schiessl Fialho A Doença A Febre Amarela (FA) é uma doença infecciosa febril aguda, imunoprevenível, endêmica e enzoótica nas florestas

Leia mais

Ambulatório Sentinela de Doenças Febris Agudas / Dengue (IPEC-Fiocruz) 4 Rogério 1 A 5 Edwiges 6 outro

Ambulatório Sentinela de Doenças Febris Agudas / Dengue (IPEC-Fiocruz) 4 Rogério 1 A 5 Edwiges 6 outro 2797030031 igo / BE Código/BE Nome Ambulatório Sentinela de Doenças Febris Agudas / Dengue (IPEC-Fiocruz) Observador 1 Patricia 2 Clarisse 3 Carolina 4 Rogério 1 A 5 Edwiges 6 outro 2 B Data de Atendimento

Leia mais

Curso de Capacitação de Urgência e Emergências. Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil

Curso de Capacitação de Urgência e Emergências. Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil Curso de Capacitação de Urgência e Emergências Academia Nacional de Medicina Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil MARCIO NEHAB DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA FIOCRUZ DOENÇAS

Leia mais

infectadas. O período de contagiosidade estimado estende-se do quinto dia antes

infectadas. O período de contagiosidade estimado estende-se do quinto dia antes Sarampo Introdução O sarampo é uma doença infecciosa aguda de alta transmissibilidade, causada por um vírus da família Paramixoviridae, gênero Morbillivirus A transmissão ocorre através de secreções e

Leia mais

9º ano em AÇÃO. Assunção contra o mosquito!

9º ano em AÇÃO. Assunção contra o mosquito! Paz e Bem 9º ano em AÇÃO Assunção contra o mosquito! Informações sobre o mosquito Mosquito doméstico Hábitos Reprodução Transmissão vertical DENGUE Transmissão: principalmente pela picada do mosquito

Leia mais

TABELA DE INDICAÇÃO DO TIPO E DURAÇÃO DAS PRECAUÇÕES

TABELA DE INDICAÇÃO DO TIPO E DURAÇÃO DAS PRECAUÇÕES Infecção/Condição Tipo Duração Comentários Abscesso com drenagem limitada ou menores proporções Drenagem coberta e controlada pelo curativo Abscesso com drenagem em grandes proporções (sem curativo ou

Leia mais

Influenza (gripe) 05/07/2013

Influenza (gripe) 05/07/2013 Influenza (gripe) 05/07/2013 O que é? Doença infecciosa aguda Vírus Influenza A e B Sazonal (outono e inverno) Incubação: 1 a 4 dias Transmissibilidade: Adultos: 24h antes dos sintomas e 24h após febre

Leia mais

SARAMPO. Introdução. Agente etiológico

SARAMPO. Introdução. Agente etiológico SARAMPO Introdução O sarampo, uma das afecções clássicas da infância, é uma doença aguda e autolimitada, contagio-infecciosa, exantemática, endemo-epidêmica, de etiologia virótica e alta transmissibilidade.

Leia mais

Precauções em controlo de. Maria Teresa Neto

Precauções em controlo de. Maria Teresa Neto Precauções em controlo de infecção Maria Teresa Neto Tipos de precauções Precauções universais Precauções baseadas na via de transmissão Precauções universais Indicação para serem aplicadas a todos os

Leia mais

OS VÍRUS Um Caso à Parte

OS VÍRUS Um Caso à Parte OS VÍRUS Um Caso à Parte CARACTERÍSTICAS São extremamente pequenos (medem menos que 0,2 um) e acelulares São considerados como a nova descoberta de seres vivos, porém possuem muitas características de

Leia mais

Streptococcus 15/10/2009. Staphylococcus. Streptococcus. Enterococcus. Os CGP compõem um grupo de grande importância

Streptococcus 15/10/2009. Staphylococcus. Streptococcus. Enterococcus. Os CGP compõem um grupo de grande importância Universidade Federal Fluminense Streptococcus Os CGP compõem um grupo de grande importância clínica, sendo responsáveis por inúmeras e variadas doenças. Os CGP de maior importância clínica pertencem aos

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO INFECTOLOGISTA

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO INFECTOLOGISTA 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO INFECTOLOGISTA QUESTÃO 21 Marque a opção INCORRETA: a) No choque séptico, a hiperlactatemia deve-se principalmente ao aumento de produção e é um excelente marcador

Leia mais

Infecções do Sistema Nervoso Central. FACIMED Disciplina DIP. Prof. Ms. Alex Miranda Rodrigues

Infecções do Sistema Nervoso Central. FACIMED Disciplina DIP. Prof. Ms. Alex Miranda Rodrigues Infecções do Sistema Nervoso Central FACIMED Disciplina DIP. Prof. Ms. Alex Miranda Rodrigues Objetivos da aula de hoje Apresentar as principais características clínicas e laboratoriais das infecções do

Leia mais

MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE FEBRE DO CHIKUNGUNYA. 9 de janeiro de 2015

MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE FEBRE DO CHIKUNGUNYA. 9 de janeiro de 2015 MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE FEBRE DO CHIKUNGUNYA 9 de janeiro de 2015 Conteúdo A infecção Definição de caso Manifestações clínicas Diagnostico diferencial Diagnóstico Manejo dos casos suspeitos A infecção

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PEDIATRIA 21. Alguns dos fatores do leite materno são total ou parcialmente inativados pelo calor, razão pela qual o leite humano pasteurizado não tem o mesmo valor

Leia mais

Manejo Clínico no Adulto: DENGUE

Manejo Clínico no Adulto: DENGUE Manejo Clínico no Adulto: DENGUE Raphael Elias Farias GEZOO/DIVE/SUV/SES Florianópolis, 11 de novembro de 2015 Objetivos Padronizar conceitos e condutas entre os profissionais do Estado de Santa Catarina;

Leia mais

A IMPORTANCIA DA VACINAÇÃO NA INFÂNCIA

A IMPORTANCIA DA VACINAÇÃO NA INFÂNCIA ANS - nº 312720 Unimed do Estado do Paraná Rua Antonio Camilo, 283 Tarumã 82530.450 Curitiba - PR Tel.: 41 3219.1500 SAC 0800 41 4554 Deficientes auditivos 0800 642 2009 www.unimed.coop.br/parana A IMPORTANCIA

Leia mais

Vigilância e prevenção das Doenças de transmissão vertical

Vigilância e prevenção das Doenças de transmissão vertical Vigilância e prevenção das Doenças de transmissão vertical - 2015 2014 No Brasil: SÍFILIS, AIDS, DST, HEPATITES Toxoplasmose Rubéola, Citomegalovírus, Parvovírus, Herpes HTLV, Varicela Tuberculose Chagas,

Leia mais

A Educação Física Adaptada e a formação inicial dos alunos do curso de Educação Física da Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

A Educação Física Adaptada e a formação inicial dos alunos do curso de Educação Física da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) A Educação Física Adaptada e a formação inicial dos alunos do curso de Educação Física da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) LIMA, Bernardo Wanderley Barbosa. Graduando - Faculdade de Educação Física/UFU

Leia mais

HDM/GESTÃO IMIP CENTRO DE ESTUDOS DR. ALÍRIO BRANDÃO EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PARA ACADÊMICOS DE MEDICINA DO HOSPITAL DOM MALAN/ GESTÃO IMIP

HDM/GESTÃO IMIP CENTRO DE ESTUDOS DR. ALÍRIO BRANDÃO EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PARA ACADÊMICOS DE MEDICINA DO HOSPITAL DOM MALAN/ GESTÃO IMIP HDM/GESTÃO IMIP CENTRO DE ESTUDOS DR. ALÍRIO BRANDÃO EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PARA ACADÊMICOS DE MEDICINA DO HOSPITAL DOM MALAN/ GESTÃO IMIP A Diretoria de Ensino do HDM/Gestão IMIP torna público que

Leia mais

MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE FEBRE DO CHIKUNGUNYA. 01 de janeiro de 2016

MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE FEBRE DO CHIKUNGUNYA. 01 de janeiro de 2016 MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE FEBRE DO CHIKUNGUNYA 01 de janeiro de 2016 Conteúdo A infecção Definição de caso Manifestações clínicas Diagnostico diferencial Diagnóstico Manejo dos casos suspeitos A infecção

Leia mais

Vigilância e prevenção das Doenças de transmissão vertical 2016/2017

Vigilância e prevenção das Doenças de transmissão vertical 2016/2017 Vigilância e prevenção das Doenças de transmissão vertical 2016/2017 Principais Doenças de Transmissão Vertical no Brasil Sífilis congênita HIV-AIDS Hepatites B e C Rubéola congênita Toxoplasmose congênita

Leia mais

MELHORES INFORMAÇÕES SOBRE PRAGAS URBANAS

MELHORES INFORMAÇÕES SOBRE PRAGAS URBANAS Nos últimos dias os jornais e programas de TV tem anunciado Sobre pessoas infectadas ou que estão morrendo com a Febre Maculosa. Aspectos epidemiológicos: a Febre Maculosa é uma doença febril aguda, de

Leia mais

Vírus, Gastroenterites e Diarréias. (Derek Wong)

Vírus, Gastroenterites e Diarréias. (Derek Wong) Vírus, Gastroenterites e Diarréias (Derek Wong) Gastroenterites virais Responsáveis por até 3/4 de todas diarréias de origem infecciosa. Gastroenterite viral é a segunda mais comum causa de doença, suplantada

Leia mais

ORIENTAÇÕES NA PROFILAXIA DA VARICELA EM AMBIENTE HOSPITALAR

ORIENTAÇÕES NA PROFILAXIA DA VARICELA EM AMBIENTE HOSPITALAR ORIENTAÇÕES NA PROFILAXIA DA VARICELA EM AMBIENTE HOSPITALAR A varicela é uma doença altamente contagiosa e a sua prevenção é fundamental no ambiente hospitalar. O HUCFF possui uma crescente população

Leia mais

Diagnóstico Laboratorial de Infecções Virais. Profa. Claudia Vitral

Diagnóstico Laboratorial de Infecções Virais. Profa. Claudia Vitral Diagnóstico Laboratorial de Infecções Virais Profa. Claudia Vitral Importância do diagnóstico laboratorial virológico Determinar a etiologia e acompanhar o curso de uma infecção viral Avaliar a eficácia

Leia mais

Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alerta:

Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alerta: DENGUE A Dengue pode ser transmitida por duas espécies de mosquitos (Aëdes aegypti e Aëdes albopictus), que picam durante o dia e a noite, ao contrário do mosquito comum, que pica durante a noite. Os transmissores

Leia mais

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório 2015 Orientações gerais para as famílias Ambulatório Orientações gerais para as famílias O Ambulatório do Colégio Albert Sabin dispõe de uma médica, uma enfermeira e uma auxiliar de enfermagem, para oferecer

Leia mais

Principais vírus neurotrópicos. Prof. Eurico Arruda

Principais vírus neurotrópicos. Prof. Eurico Arruda Principais vírus neurotrópicos Prof. Eurico Arruda Vias de Neuroinvasão Vírus X SNC Neurônios não expressam MHC-I Infecções virais de neurônios recrutam pouca inflamação Neurônios são muito sensíveis a

Leia mais

Sumário ANEXO I COMUNICADO HERMES PARDINI

Sumário ANEXO I COMUNICADO HERMES PARDINI Sumário ANEXO I COMUNICADO HERMES PARDINI Conteúdo PAINEL MOLECULAR DE VÍRUS RESPIRATÓRIOS - NOVO EXAME... 2 PAINEL MOLECULAR DOS VÍRUS HERPES E ENTEROVÍRUS - NOVO EXAME... 5 EPSTEIN BARR IgG - ANTICORPOS

Leia mais

Afastamento de pacientes com Doenças Infecto-Contagiosas

Afastamento de pacientes com Doenças Infecto-Contagiosas 1. INTRODUÇÃO As orientações abaixo visam minimizar contágio das doenças e devem ser fornecidas aos pacientes avaliados. A orientação de permanência em domicílio para repouso fica a critério do médico

Leia mais

Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS)

Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) Versão de 2016 1. O QUE É A CAPS 1.1 O que é? A Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) compreende

Leia mais

DIAGNÓSTICO IMUNOLÓGICO DAS INFECÇÕES POR DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA VÍRUS

DIAGNÓSTICO IMUNOLÓGICO DAS INFECÇÕES POR DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA VÍRUS DIAGNÓSTICO IMUNOLÓGICO DAS INFECÇÕES POR DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA VÍRUS Prof. Dra. Edna Maria Vissoci Reiche Imunologia Clínica Diagnóstico Molecular PAC/CCS/UEL Dengue vírus da dengue Flavivírus RNA

Leia mais

Manejo de casos suspeitos de Dengue no Estado de Santa Catarina.

Manejo de casos suspeitos de Dengue no Estado de Santa Catarina. S ESTADO DE SANTA CATARINA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA DE ZOONOSES E ENTOMOLOGIA

Leia mais

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório Ambulatório O Ambulatório do Colégio Albert Sabin dispõe de uma médica, uma enfermeira e uma auxiliar de enfermagem para oferecer o primeiro atendimento aos alunos e funcionários. O primeiro atendimento

Leia mais

Febre pelo vírus ZIKA / Microcefalia

Febre pelo vírus ZIKA / Microcefalia Febre pelo vírus ZIKA / Microcefalia 17 de Maio de 2016 SCIH HIAE Conteúdo Zika vírus Epidemiologia Definição de caso Manifestação clínica Diagnóstico diferencial Diagnóstico laboratorial Tratamento Prevenção

Leia mais

& INCIDÊNCIA DE RUBEÓLA, CAXUMBA E SARAMPO NO MUNICÍPIO DE IJUÍ/RS ENTRE OS ANOS 1995 E

& INCIDÊNCIA DE RUBEÓLA, CAXUMBA E SARAMPO NO MUNICÍPIO DE IJUÍ/RS ENTRE OS ANOS 1995 E & INCIDÊNCIA DE RUBEÓLA, CAXUMBA E SARAMPO NO MUNICÍPIO DE IJUÍ/RS ENTRE OS ANOS 1995 E 2007 1 Franciele Engleitner 2 Angélica Cristiane Moreira 3 Resumo A rubéola, a caxumba e o sarampo são patologias

Leia mais

RESP - Registro de Eventos em Saúde Pública

RESP - Registro de Eventos em Saúde Pública RESP - Registro de Eventos em Saúde Pública Monitoramento integrado de vigilância e atenção à saúde de condições relacionadas às infecções durante a gestação, identificadas no pré-natal, parto e puericultura.

Leia mais

Vigilância sindrômica Síndromes febris ictero-hemorrágicas

Vigilância sindrômica Síndromes febris ictero-hemorrágicas Vigilância sindrômica Síndromes febris ictero-hemorrágicas Estratégias de Vigilância Perfil clínico-epidemiológico e vigilância Várias doenças com apresentações sindrômicas semelhantes Várias formas clínicas

Leia mais

RESULTADO TRABALHOS CIENTÍFICOS

RESULTADO TRABALHOS CIENTÍFICOS RESULTADO TRABALHOS CIENTÍFICOS Apresentação Titulo Modalidade Dia Horário INVESTIGAÇÃO DE SURTO DE ACINETOBACTER BAUMANNII EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE UM HOSPITAL DE REFERÊNCIA EM DOENÇAS INFECCIOSAS

Leia mais