Síndromes clínicas ou condições que requerem precauções empíricas, associadas às Precauções Padrão.

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1 1 Síndromes clínicas ou condições que requerem precauções empíricas, associadas às Precauções Padrão. SÍNDROMES OU CONDIÇÃO CLÍNICA PATÓGENOS POTENCIAIS PRECAUÇÕES EMPIRICAS Diarréia: Aguda, por provável transmissão de Patógenos paciente incontinente ou que use fraldas. entéricos Em adulto com uso prévio de antibióticos C.difficile Meningite N.meningitidis Gotículas Erupção ou exantemas generalizados de origem desconhecida: Petequial, equimótico com febre Vesicular Maculopapular com febre e coriza Infecções respiratórias: Tosse paroxística ou persistente, grave, em época de coqueluche Infecção respiratória, especialmente bronquiolite e epiglotite Tosse, febre, infiltrada pulmonar em lobo superior em paciente HIV negativo Tosse,febre, infiltrado pulmonar em qualquer topografia em paciente HIV positivo (ou com alto risco de infecção pelo HIV) Risco de transmissão de microrganismos multirresistentes (MR): História ou colonização por MR Infecção pele, ferida cirúrgica, ITU em paciente recentemente hospitalizado ou em instituição de retaguarda com MR prevalentes Infecção de pele ou ferida: Abcesso ou ferida com secreção que não pode ser coberta N.meningitidis Varicela Sarampo B. pertussis Vírus sincicial respiratória, parainfluenza M.tuberculosis M.tuberculosis Bactérias MR Bactérias MR S.aureus, Streptococcus do grupo A Gotículas e Gotículas Gotículas e contato A suspensão das Precauções Especifica é baseada na duração do período de transmissibilidade da doença, e isto varia de acordo com o agente etiológico. Para algumas infecções bacterianas, tais como a tuberculose pulmonar ou laríngea e a meningite meningocócica, este período de transmissão está relacionado com o início da terapia antimicrobiana efetiva. Para outras infecções, como as infecções virais, as causas por bactérias multirresistentes, o impacto do tratamento em relação à duração da infectividade é menor. ANEXO 1: SÍNDROMES CLÍNICAS OU CONDIÇÕES QUE NECESSITAM DE PRECAUÇÕES ADICIONAIS PARA PREVENIR TRANSMISSÃO DE PATÓGENOS EPIDEMIOLÓGICAMENTE IMPORTANTES.

2 2 DE ISOLAMENTO Abcesso: Drenagem não Até o término completo da contida pelo curativo drenagem Drenagem contida pelo curativo AIDS OBS: Independente da suspeita ou confirmação da patologia, aplicam-se as precauções padrão à todos os clientes que procurarem assistência de saúde. Bronquiolite/infecção e respiratórias respiratória por s -Vírus sincicial respiratório/vírus parainfluenzae (lactentes e pré-escolar) Até 7 dias do início dos sintomas Bactéria multirresistente Conforme protocolo CEH (MP23) Caxumba Até 9 dias do início da parotidite Clostridium defficile (colite associada a atb) Cólera Coqueluche Até 5 dias do tratamento. Conjuntivite -Bacteriana, gonocócica e chlamydia trachomatis -Viral aguda (hemorrágica) Dengue Diarreia aguda contida Diarréia não contida Difteria : cutânea faríngea Doença Estafilocócica (s. aureus) Até duas culturas negativas de secreção nasal e de garganta em dias diferentes, realizadas no mínimo 24 h após a suspensão do antibióticos.. pele, ferida ou

3 3 queimadura com secreção não contida pele, ferida e queimadura com secreção contida Furunculose estafilocócica (lactentes e pré-escolar) Doença Estreptocócica ( grupo A ) pele,ferida ou queimadura com secreção não contida pele, ferida e queimadura com secreção contida Precaução contato.. faringite, escarlatina e pneumonia (lactante e pré-escolar) s Terapia 24 horas Epiglotite Escabiose Até 24 h do início do tratamento Até 24 h do início do tratamento Esporotricose Exantema súbito (roséola) Hepatite viral : tipo A (pcte incontinente) tipo B (HBsAg positivo ) tipo C ou outras não específica tipo E Herpes simples encefalite Herpes neonatal : neonatal Até que todas as lesões estejam na fase de crosta.

4 4 Herpes Zóster localizada em pacientes imunocomprometidos ou disseminada aerossol e de contato Durante toda duração da doença. Até que todas as lesões estejam na fase de crosta. localizada em pacientes imunocompetentes Hantavirose e respiratória por aerossóis Até 10 dias após o início dos sintomas Impetigo Até 24 h do tratamento. Influenza a,b,c 5 dias e durante a doença com imunocomprometidos Malária Meningite (H. Influenza ou Até 24 horas do tratamento meningocócica) suspeita ou confirmada Meningococcemia (sepsis meningocócica) Até 24 h do tratamento Mycobactéria (não tuberculosa, atípica) pulmonar feridas Molusco contagioso Parvovírus B19 -Doença crônica em imunossuorimidos Parvovírus B19 -Crise aplásica transitória ou de células vermelha Peste pneumônica Pneumonia Adenovírus Pneumonia meningocócica Pneumonia H. Influenzae (lactentes e pré-escolar) Pneumonia mycoplasma Pneumonia por Burkholderia Cepacea em crianças com fibrose cística (infectado ou colonização) s s s e respiratória por s goticulas s s Durante a doença Durante 07 dias Até 72 horas de terapia Durante a doença

5 5 Pediculose Até o término do tratamento Psitacose (ornitose) Rubéola adquirida Até 7 dias do início do exantema Rubéola congênita - até 2 anos de idade Salmonelose Sarampo aerossol Sífilis (qualquer forma) Síndrome da pele escaldada, estafilocócica Tuberculose extra-pulmonar com lesão drenante Tuberculose pulmonar ou laríngea (suspeita ou confirmada) Lesão por pressão infectada: drenante. Lesão por pressão infectada por BMR Varicela aerosol e Respiratória por aerosol. A duração do isolamento deve ser orientada pela resposta clínica e pela redução do número de agentes no escarro, o que geralmente ocorre 2 a 3 semanas após o início do tratamento antimicrobiano. Enquanto houver vazamento de secreção através do curativo. Manter até que todas lesões virem crostas. O período médio de incubação é de 10 a 21 dias.

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