ESTRUTURAÇÃO DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS NAS SECRETARIAS DE SAÚDE DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTRUTURAÇÃO DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS NAS SECRETARIAS DE SAÚDE DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL"

Transcrição

1 ESTRUTURAÇÃO DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS NAS SECRETARIAS DE SAÚDE DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL

2 Equipe de elaboração Coordenação Rita de Cássia Bertão Cataneli Júlio Strubing Müller Neto Pesquisadores Cláudio Duarte da Fonseca Eliana Maria Ribeiro Dourado Eliane dos Santos Oliveira Neuza Maria Nogueira Moysés Paulo Henrique D Angelo Seixas Rita de Cássia Bertão Cataneli Colaborador André Falcão Projeto Gráfico Fernanda Goulart Arte final Fernanda Goulart Fernanda Rubinger Júlia Brasil Brasil. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Estruturação da área de recursos humanos nas Secretarias de Saúde dos Estados e do Distrito Federal / Conselho Nacional de Secretários de Saúde. - Brasília : CONASS, p., (CONASS Documenta ; v.1) 1. SUS (BR). 2. Recursos Humanos em Saúde. I. Título. II. Série. NLM WA 525 CDD - 20.ed

3 Presidente Gilson Cantarino O Dwyer - RJ Vice-Presidentes Álvaro Antônio Melo Machado - AL Fernando Agostinho Cruz Dourado PA João Paulo Barcellos Esteves - MS Osmar Terra - RS Secretário Executivo Ricardo F. Scotti Assessoria Técnica Ana Luiza Wenke Motta de Castilho Gisele Onete Marani Bahia Júlio Strubing Müller Neto Luis Fernando Rolim Sampaio Regina Helena Arroio Nicoletti René José Moreira dos Santos Rita de Cássia Bertão Cataneli Viviane Rocha de Luiz Apoio Administrativo Carolina Abad Cunha Júlio Barbosa de Carvalho Filho Luciana Toledo Lopes Paulo Arbués Carneiro Sheyla Cristina Ayala Macedo Secretários Estaduais de Saúde AC - Cassiano Figueira Marques de Oliveira AL - Álvaro Antônio Melo Machado AP - Sebastião Ferreira da Rocha AM - Leny Nascimento da Motta Passos BA - José Antônio Rodrigues Alves CE - Jurandi Frutuoso Silva DF - Arnaldo Bernardino Alves ES - João Felício Scardua GO - Fernando Passos Cupertino de Barros MA Sueli Tonial MG - Marcus Vinícius Caetano Pestana da Silva MT Marcos Henrique Machado MS João Paulo Barcellos Esteves PA - Fernando Agostinho Cruz Dourado PB - José Joácio de Araújo Morais PE - Guilherme José Robalinho PI Bruno Cristiano de Souza Figueiredo PR - Cláudio Murilo Xavier RJ - Gilson Cantarino O Dwyer RN - Ivis Alberto Lourenço Bezerra RO - Miguel Sena Filho RR - Altamir Ribeiro Lago RS - Osmar Terra SC - Carlos Fernando Coruja Agustini SE - Eduardo Alves Amorim SP - Luiz Roberto Barradas Barata TO - Petrônio Bezerra Lola

4 4 ÍNDICE PG 7 1. Introdução Contexto 2. Desenvolvimento Metodológico O Estudo Perfil do Gestor Estadual Perfil da área de recursos humanos na visão dos Gestores Estaduais de saúde F u n cionamento da Câmara T é c nica de Recursos Humanos do CONASS Q u a n t i t a t ivo s, ga stos e modalid a des de contratação de pessoal de saúde das SES Organização, Estrutura e Ações da Área de Recursos Humanos das Secretarias Estaduais de Saúde e do DF 4. Considerações Gerais Referências Bibliográficas 6. Anexos Gráficos Tabelas Quadros 6.4. Levantamento Documental Tabulado da Câmara Técnica de Recursos Humanos do CONASS período 1995 a Portarias e Resoluções Instrumentos de coleta de dados Glossário de Siglas

5 PG 8. Apêndice Caracterização dos Estados segundo aspectos Sócio-Econômico, Demográfico, Epidemiológico e de Empregos em Saúde Notas Metodológicas Descrição dos Indicadores Síntese dos Estados segundo dimensões e categorias pré-selecionadas 8.4. Tabelas Gráficos Pessoal de nível superior ocupado em estabelecimentos de saúde, por jornada de trabalho e vínculo com o estabelecimento, segundo a ocupação todos os Estados 191 5

6 6

7 1. Introdução O relatório do estudo ora apresentado é entendido como um desdobramento do Programa de Informação e Apoio Técnico às Novas Equipes Gestoras Estaduais do SUS de 2003 (Progestores), do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) em parceria com o Ministério da Saúde. Entendendo a área de recursos humanos (RH) como essencial à gestão do sistema, o projeto foi desenvolvido por meio de acordo de cooperação técnica entre a Representação da Organização Pan-americana de Saúde (OPAS) no Brasil, o Ministério da Saúde e o CONASS, com prazo de execução de seis meses, tendo sido iniciado em fevereiro de Este relatório faz parte de um conjunto de produtos obtidos a partir do estudo, que teve por objetivo elaborar diagnóstico da situação de contratação de pessoal e da organização, estrutura e ações das áreas de recursos humanos das Secretarias de Saúde dos Estados e do Distrito Federal (SES) após a implantação do Sistema Único de Saúde (SUS), assim como traçar o perfil dos Gestores Estaduais e sua percepção inicial da área de RH, bem como dos Dirigentes Estaduais de Recursos Humanos. A partir do estudo, desenhar e executar ações que contribuam para a reestruturação da área nas SES, construindo alternativas de intervenção com vistas a uma ação da gestão estadual compatível com as diferentes realidades locais e regionais e o processo de implantação do SUS. Farão parte do processo outros produtos, entre os quais a apresentação oficial dos dados levantados no Seminário para a Construção de Consensos sobre Recursos Humanos com a participação dos Gestores Estaduais e dos Dirigentes de Recursos Humanos das Secretarias de Saúde. O processo de execução em suas diferentes etapas foi rico em aprendizado para todos os envolvidos, em particular para a equipe de planejamento, desenho e execução do estudo. Vários relatos foram verbalizados pelos pesquisados no sentido do ineditismo da iniciativa a partir de uma entidade representativa dos interesses do segmento gestor estadual do SUS. Também foi comum o registro das dificuldades na obtenção dos dados na máquina administrativa do governo estadual, principalmente àqueles referentes à folha de pagamento e o fato de que o esforço em realizar a tarefa serviu para uma primeira organização de informações necessárias ao cotidiano da gestão de RH. Diante das diversas dificuldades apresentadas no processo de execução do estudo, principalmente na coleta e retorno das informações do quadro de pessoal e despesas com as folhas de pagamento, o CONASS solicitou a prorrogação do prazo inicial de seis para dez meses, o que foi aceito pela entidade financiadora do projeto. Em que pesem os adiamentos e dificuldades, fica registrado o empenho de todos que, em algum momento, participaram do processo no sentido da garantia da realização do estudo e da seriedade com que as informações foram garimpadas. 7

8 O Contexto Ao tratarmos das ações relativas a uma política de recursos humanos em saúde, estamos considerando um conjunto de atividades direcionadas a distribuir e garantir acesso a um conjunto de bens relacionados às pessoas que atuam nos sistemas de saúde. Estas ações estão dirigidas: à distribuição de pessoas na quantidade necessária, com as respectivas qualificações desejadas, ou seja, postos de trabalho com o respectivo perfil da função desejada, para a prestação de serviços à população; oferecer aos trabalhadores condições de trabalho, carreira, contrato, modalidades de vínculos, mecanismos de incentivos e motivação, estabelecidos na relação de trabalho entre empregadores e empregados; disponibilizar as oportunidades de formação e desenvolvimento oferecidas pelos centros formadores e serviços aos estudantes e profissionais, consolidadas pelos títulos e certificações daí decorrentes, e finalmente aos campos de atuação e autorização para exercício profissional, definido pelas corporações. Este conjunto de ações distributivas de bens, associadas às atividades de regulação, concentra-se em três grandes campos de intervenção: o campo da preparação, formação e desenvolvimento de pessoas; o campo da incorporação/ gestão de pessoas nos serviços e o campo da regulação profissional. Estes campos, por sua vez, também apresentam, em linhas gerais, conjunturas e problemas específicos. Assim, no campo da gestão de pessoas identifica-se uma contradição básica: se, por um lado, o sistema de saúde, frente aos princípios do SUS, aponta sempre para a expansão da incorporação de pessoas e, portanto, do emprego, na medida em que, em saúde, a incorporação de tecnologia não representa substituição de trabalhadores 1, por outro lado as políticas de restrição fiscal, de contenção do gasto público, em particular aquelas definidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal, associada à rigidez estabelecida, em algumas circunstâncias, pela legislação trabalhista, por vezes induzem os gestores a adotar mecanismos de contratação pouco ortodoxos e freqüentemente irregulares, criando situações de precarização nas relações de trabalho. Já no campo da preparação de pessoas, mesmo se reconhecendo 1 Os dados da AMS - Assistência Médico Sanitária, pesquisa periódica realizada pela Fundação IBGE em âmbito nacional, demonstram o fenômeno da incorporação constante e crescente de mão de obra no setor saúde. a exi st ê n cia de pro gramas e projetos consistentes de quali ficação em de se nvo l vimento no SUS - parte deles in d u z idos pelo Mini st é rio da Saúde -, e a di s p o ni b ilid a de de algum recurs o, p rin cipalmente prov e niente de e m p r é st imos in t ern a cio n a i s, a inda pers i ste uma sig ni fi c a t iva fra g m e n t a ç ã o entre estas ações, resultando freqüentemente em pouco im p a cto na mudança efetiva das práticas nos servi ç o s, ao mesmo tempo em que o p rocesso de fo rmação dos pro fi s s ionais pers i ste di st a n ciado das de m a n d a s do sist e m a.

9 Finalmente, no campo da regulação profissional, o contínuo desenvolvimento de novas formas de organização do trabalho bem como a incorporação tecnológica vem exigindo novas competências profissionais e gerando áreas comuns, áreas cinzentas em termos de campos de trabalho, passíveis de serem partilhados por diferentes profissões. A regulação desta relação, por sua vez, segue sendo exclusiva das corporações profissionais. Já os conflitos surgidos na disputa por campos de prática são resolvidos exclusivamente pela intervenção jurídica, quando da sua agudização, inexistindo um agente mediador do sistema e do interesse público nesse processo. Estas e outras questões crescem em complexidade quando trazidas para a realidade de implantação do SUS, em particular aquela enfrentada pelos gestores estaduais. A evolução do papel do gestor estadual exige o desenvolvimento de novas c o m p e t ê n cias ger e n ciais rel a cionadas à função regu l a d o ra e ava li a d o ra sobre as atividades e responsabilidades assumidas pelos municípios, associadas à cooperação técnica e à qualificação dos gestores municipais para assumirem tais funções, ao mesmo tempo em que deve manter e aprimorar a capacidade gerencial dos serviços de alta complexidade, quando for o caso, e eventualmente de manter a gerencia de serviços de média e baixa complexidades, quando a condição do município assim o exigir. Dessa forma, essas funções de regulação, desenvolvimento e de gerência direta de serviços relacionadas ao papel da gestão estadual de promover eqüidade distributiva no acesso aos serviços e integralidade na sua prestação vão provocar contínuas demandas para a área de Recursos Humanos. Buscando se aproximar de como os agentes públicos, os Secretários Estaduais de Saúde e os responsáveis pelos setores de recursos humanos compreendem essas questões, como in t eragem com elas em termos do di s c u rs o, p rio rização de recurs o s, desenvolvimento de atividades, mudanças nas práticas e estruturação de suas respectivas se c r e t a ri a s, é que fo ram sistematizadas as in fo rmações obtid a s, m o st rando as diversidades e semelhanças das Secretarias Estaduais de Saúde pós-implantação do SUS, em particular em um determinado momento de suas histórias e das conjunturas locais, regionais e nacional. 9

10 10 2. Desenvolvimento metodológico Para alcançar os objetivos da presente pesquisa, desenvolveu-se estudo de casos múltiplos para delimitar e analisar as condições de implementação das políticas de recursos humanos das Secretarias Estaduais de Saúde. Cada SES, especificamente sua área de recursos humanos, foi considerada como caso de estudo. Entende-se por condições de implementação de políticas de recursos humanos a combinação de recursos internos e externos relacionados ao trabalho das SES nessa área, a capacidade técnica e política dos atores envolvidos e o processo de trabalho vivenciado por suas áreas de recursos humanos. Optou-se pelo estudo de caso, considerando a possibilidade de se implementar uma análise mais abrangente dos vários fenômenos envolvidos no desenvolvimento de estratégias e políticas de recursos humanos no âmbito das SES. Buscou-se levar em conta a análise das várias dimensões envolvidas no processo de desenvolvimento de ações de RH, da intensidade e condições de implementação, das relações entre os componentes envolvidos e os fatores facilitadores e dificultadores. Partiu-se do pressuposto de que, mesmo se considerando a posição estratégica que o componente recursos humanos vem tomando dentro da organização do Sistema Único de Saúde nos últimos anos, o desenvolvimento de estratégias e políticas para sua implementação no âmbito dos Estados, está associado a um conjunto de fatores complexos de natureza econômica e social, jurídica, técnica e política, de estrutura organizacional e de disponibilidade de recursos materiais e financeiros necessários para o alcance dos objetivos das políticas nesta área: a organização e disponibilidade de recursos humanos capacitados para práticas sanitárias voltadas para a melhoria das condições de saúde e de vida dos usuários do SUS. Foram utilizados dois recortes: o ambiente externo e o ambiente interno de cada SES. O ambiente externo é composto por aspectos demográficos, dados relacionados à situação sócio-econômica e epidemiológica e aos empregos em saúde, por unidade da federação, Brasil e grandes Regiões, objetivando caracterizar cada um dos diferentes Estados, objeto do estudo (dados apresentados como apêndice).também como elemento externo, efetuou-se a análise dos trabalhos desenvolvidos pela Câmara Técnica de R e c u rsos Humanos do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CTRH/CONASS), pelo papel que esta desempenha na assessoria à direção da entidade. No plano de caráter interno a cada SES analisou-se: (a) o discurso dos gestores estaduais e as formulações técnico-políticas de seu órgão gestor; (b) a capacidade técnica, a organização e a gestão dos setores de recursos humanos e (c) a alocação de

11 recursos financeiros, disponibilidade de trabalhadores de saúde nas SES 2 e as características das modalidades de vínculos. O trabalho foi conduzido por um grupo formado por seis técnicos com formações e especializações diversificadas, além de ampla experiência em pesquisa, gestão e desenvolvimento de recursos humanos em saúde. O grupo responsável pela concepção inicial do projeto foi ampliado em dezembro de 2002 e desenvolveu trabalho de detalhamento das estratégias de investigação e dos instrumentos de pesquisa nos meses de janeiro e fevereiro de O projeto de pesquisa foi apresentado na Assembléia do CONASS de 19 de fevereiro de 2003, com a presença dos 27 Secretários Estaduais de Saúde. Os instrumentos para coleta de dados foram apresentados e discutidos em reuniões da Câmara Técnica de Recursos Humanos do CONASS em abril e maio de 2003, não tendo sofrido alterações significativas. O início dos trabalhos de coleta de informações coincidiu com o processo de mudança das equipes gestoras do SUS nos 2 Para este estudo optou-se pela denominação trabalhadores de saúde nas SES para identificar o quantitativo de pessoas, com ou sem formação específica em saúde, atuando em atividades de saúde, nas Secretarias Estaduais de Saúde. Machado (1992) níveis federal e estadual, momento de renovação de alguns técnicos que conduziam os trabalhos da área. Para coleta de dados foram utilizados os seguintes instrumentos: roteiro de entrevista com o Gestor Estadual; Levantamento Nacional da Situação de Contratação de Pessoal na Área de Saúde das Secretarias de Saúde dos Estados e do Distrito Federal, Levantamento da Organização, Estrutura e Ações da Área de Recursos Humanos das Secretarias Estaduais de Saúde e Questionário aos atores-chave da Câmara Técnica de Recursos Humanos (Instrumentos de Coleta de dados I a IV). A entrevista com os gestores estaduais foi realizada por membros do grupo, no período de fevereiro a junho de 2003, totalizando 27 Secretários Estaduais. Cada entrevistado foi informado dos objetivos da entrevista e solicitado a assinar termo de consentimento. Foi utilizado roteiro de entrevista para condução e registro das mesmas. As entrevistas foram gravadas e os aspectos considerados mais relevantes da fala dos secretários foram transcritos e consolidados em matriz de resposta. Nesta entrevista buscou-se identificar cada gestor quanto a: idade, formação, experiência profissional e sua percepção inicial sobre a situação encontrada na área de recursos humanos. Os dados sobre os trabalhadores de saúde nas SES foram coletados com ut ilização de quest io n á rios enviados por meio el e t r ô ni c o, p a ra os di rigentes ou responsáveis de RH das SES, no período de abril a agosto de Para complementação de informações enviadas, solução de dúvidas, esclarecimentos e no processo de retorno das respostas, foram utilizados, contatos telefônicos e meio eletrônico. O índice de resposta neste componente foi de 100%. 11

12 12 Foram levantadas informações sobre gastos com pessoal ativo e inativo, por fonte de recursos, quantitativos de pessoal por nível de formação e características dos vínculos segundo o tipo de administração - direta e indireta. Os dados sobre estrutura, processo de organização e ações desenvolvidas pelas áreas de recursos humanos das SES foram levantados, no período de março a setembro de 2003, por meio de questionários enviados por para os dirigentes de RH. Os questionários envolviam informações sobre: dirigente/responsável pela área de RH (vínculo, fo rm a ç ã o, tempo de trabalho na área, ex p eri ê n ci a ); c a ra ct er í st i c a s o r ga ni z a cio n a i s : e st rut u ra, vinculação hi er á rquica e técni c a, c o m p e t ê n cia para desenvolvimento de ações específicas de RH (acesso, avaliação e admissão de pessoal); de se nvo l vimento de parc eri a s ; di s p o ni b ilid a de de recursos humanos, m a t eriais e financeiros para realização de atividades; processo de planejamento e gestão; e existência de planos e projetos considerando as diferentes áreas de gestão de pessoas. Todos os informantes responderam este componente. Dados se c u n d á rios sobre condições sócio - e c o n ô mi c a s, de orga nização e financiamento na saúde e da disponibilidade geral de profissionais de saúde e empregos (médicos, enfermeiros, odontólogos, sanitaristas, pessoal de enfermagem e outras) foram obtidos a partir de base de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Pesquisa Assistência Médico Sanitária (AMS) e da Pesquisa Nacional de Amostra e Domicílio (PNAD), do Ministério da Saúde/DATASUS, do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde - SIOPS/MS e dos Conselhos Federais das Profissões envolvidas no estudo. Esta fase desenvolveu-se no período de fevereiro a outubro de 2003, sendo os dados sistematizados e processados por meio de planilhas, utilizando-se para tabulação os softwares Access, Excel e Word. Foram levantados dados populacionais, força de trabalho, renda e condições de vida; organização da rede de serviços e financiamento de ações de saúde; número de profissionais de nível superior, técnico e auxiliar em exercício, empregos de saúde, estabelecimentos, equipamentos e leitos disponíveis no Estado. A análise da trajetória da Câmara Técnica de Recursos Humanos do CONASS foi desenvolvida no período de março a abril de 2003, a partir das atas e documentos técnicos (relatórios de oficinas e outras publicações) das assembléias do CONASS, de documentos resultantes dos trabalhos da Câmara Técnica e de respostas de questionários enviados para atores chaves que atuaram na Câmara Técnica no período de 1995 a Pa ra a seleção de stes de p oimentos fo ram consideradas as se gu in t e s características: ex-coordenadores e membros da Câmara Técnica, ex-coordenadores de RH do Ministério da Saúde e representante da área de RH da OPAS. Os questionários foram enviados por durante o mês de março de 2003 e continham dados do entrevistado, os relatos pessoais dos diferentes momentos da Câmara Técnica; opinião sobre seu funcionamento; fatores que facilitaram e dificultaram o desenvolvimento de

13 suas atividades, bem como as principais contribuições para a nova gestão da Câmara Técnica. A pesquisa documental das atividades da Câmara Técnica de Recursos Humanos considerou o tipo de documento, principais temas abordados e proposições apresentadas. 13

14 14 3. O Estudo 3.1. Perfil do Gestor Estadual Foram feitas entrevistas a partir de um roteiro padrão com os 27 Gestores Estaduais, à época recém-empossados nos cargos de Secretários de Estado. Os resultados configuraram a percepção inicial que aqueles gestores manifestaram da área de recursos humanos, bem como permitiram traçar um perfil dos mesmos. A maioria absoluta, 93,0%, é do gênero masculino, o que corrobora com as observações já registradas por Machado (2002) quando observa que, embora no Brasil, o setor saúde seja majoritariamente feminino, nas profissões e especialidades com melhores ofertas de remuneração e de maior prestígio o predomínio do gênero masculino é significativo. A função de Gestor Estadual do SUS também é eminentemente masculina (Gráfico 1). Há concentração de gestores na faixa etária de 41 a 50 anos, 55,6% do total, nenhuma ocorrência de menos de 30 anos e uma distribuição idêntica de 18,5% nas faixas de 31 a 40 anos e 51 a 60 (Gráfico 2). Na faixa de 41 a 60 anos concentram-se 74,1% dos gestores. A maioria dos gestores tem formação superior na área de saúde, com forte concentração de médicos, 77,8%, cabendo aos outros cursos de saúde 7,4%. Um pequeno percentual, 11,1% tem graduação em cursos diferentes e apenas 3,7% possui o nível médio em outras áreas. (Gráfico 3 e 4). Um significativo número de gestores possui pós-graduação em saúde, 85%, contra 11% em outras áreas. (Gráfico 5). Entre os gestores médicos há uma gama de especialistas, destacando-se as áreas de administração e gestão hospitalar, saúde pública e administração de serviços de saúde (14 gestores), todas diretamente relacionadas ao cargo que ocupam. (Gráfico 6). Além de serem bem qualificados, outra característica relevante deste segmento de gestores é a experiência acumulada em gestão em saúde, 73%. Experiência de gestão em outras áreas, 20% e somente 7% declararam não possuir experiência em gestão (Gráfico 7). Ao analisarmos as atividades exercidas anteriormente à função de gestor estadual, observamos que 46,5% dos gestores já exerceram atividades de direção de entidades públicas, seguido de representação classista, 19,8%, e representação política, 16,3%. Há um percentual de gestores, 9,3%, que atuavam em docência e 2,3% foram membros de conselhos de saúde. Apenas 5,8% dos gestores atuais são provenientes do setor privado.(gráfico 8).

15 Os resultados apontam para um perfil altamente qualificado de Gestores E staduais do SUS com consider á v el ex p eri ê n cia ger e n cial na área públi c a, c o m significativa formação profissional e com forte concentração de médicos Perfil da área de recursos humanos encontrada pelos Gestores nas Secretarias de Estado de Saúde. Um dos componentes da entrevista era a percepção dos gestores sobre a área de recursos humanos de sua Secretaria, 95% declararam ter encontrado uma situação bem problemática e desestruturada e somente 5% a consideraram estruturada (Gráfico 9). A maioria dos problemas identificados situa-se no campo da gestão, 79%, e 21% em desenvolvimento de recursos humanos. Neste ponto há convergência entre os relatos e a literatura que tem sido produzida por diferentes autores, quando exploram a temática e a implementação do Sistema Único de Saúde. (Gráfico 10) Na situação problemática destacam-se, no Gráfico 11, os seguintes itens agrupados em ordem decrescente de menções, a saber: 1 o ) necessidade de contratação de pessoal/quantidade defasada; 2 o ) diversas modalidades de contratos temporários; 3 o ) falta de qualificação dos profissionais em diversos aspectos; 4 o ) insatisfação dos trabalhadores com o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS); 5 o ) dificuldade de fixar médicos no interior; 6 o ) salários não atrativos/baixa remuneração e 7 o ) Inexistência ou carência de Escolas de Saúde Pública. Embora grande parte dos gestores (29,6%) tenha iniciado a gestão no início do ano, 63,0% apresentava propostas formuladas para a área (Gráfico 12). Entre as mais citadas, destacam-se em ordem de prioridade: Administração de RH, com 39,9%, Desenvolvimento de RH, com 20,3%, Desenvolvimento Institucional, com 16,7%; Regularização da Situação Funcional, com 14,5% e outros relacionados à Carreira, com 8,7%. (Gráfico 13) As propostas de mudanças que mais sobressaíram, em ordem decrescente foram: 1 o ) Qualificar o pessoal das Secretarias Estaduais de Saúde (SES) desenvolvendo capacitações; 2 o ) Realizar concurso público; 3 o ) Elaborar, implantar/implementar PCCS; 4º) Implantar Escola de Saúde Pública; 5 o ) Reformular a área de RH da SES; 6 o ) Levantar as necessidades de RH/planejamento estratégico; 7 o ) Regularizar contratos. (Quadro 1). A partir dos dados do Gráfico 14 verifica-se que 66,7% das áreas de RH estão diretamente vinculadas às próprias Secretarias. Embora não tenhamos relatos anteriores, a literatura nos dá conta da tradição de subordinação do setor às Secretarias de Administração. É provável que a implantação do SUS tenha provocado o desenvolvimento das estruturas próprias. 15

16 16 O Quadro 2 demonstra a diversidade dos órgãos de RH dentro das Secretarias, a maio ria está est rut u rada como coorde n a d o ri a s, di r e t o ri a s, s u p erin t e n d ê n cias e departamentos. Voltaremos ao tema quando estivermos analisando os dados específicos das áreas de RH. 3.3 Funcionamento da Câmara Técnica de Recursos Humanos do CONASS A análise da trajetória da Câmara Técnica de Recursos Humanos do CONASS foi desenvolvida a partir de um estudo das atas e documentos técnicos das oficinas de trabalho, das assembléias do CONASS e de respostas de questionários enviados para atores chaves que atuaram na Câmara Técnica no período de 1995 a A pesquisa documental considerou o tema central da Oficina de Trabalho, a abordagem do assunto recursos humanos e a existência de encaminhamentos e propostas para a área. Foi analisada a publicação Cadernos CONASS, periódico que relata as Oficinas de Trabalho da entidade e apresenta os relatórios, pautas e listas de presenças dessas reuniões, bem como o Relatório de Instalação da Câmara Técnica de Recursos Humanos. Na análise dos Cadernos CONASS, verifica-se que o tema recursos humanos sempre esteve presente enquanto preocupação dos gestores estaduais e dos demais técnicos das secretarias de saúde (vide item 6.5 do anexo) o que culminou com a proposta de constituição e instalação da Câmara Técnica de Recursos Humanos do CONASS - CTRH, formada com o objetivo de formular propostas de políticas e estratégias específicas relativas a experiências e integração nas áreas de preparação, regulamentação e gestão de recursos humanos, no âmbito estadual, regional e nacional, visando à qualidade da atenção prestada à população. 3 I n stalada durante a IV Ofi cina de Trabalho do CONASS realizada no Rio de Ja n e i ro, em nov e m b ro de 1995, a prim e i ra reunião de seus membros - di rigentes de recurs o s humanos das Secretarias de Saúde - só ocorreu em out u b ro de 1996, de vido a di fi c u ld a des gerais na mobilização e li b era ç ã o dos técnicos de recursos humanos das SES. A q u ela reuni ã o teve como prin cipais pro d utos a de finição da est rut u ra, composição e funcionamento da Câmara T é c nica de Recurs o s H u m a n o s, bem como a eleição das Coordenações Regionais e el a b o ração da min uta de Resolução do CONASS, c riando a C â m a ra T é c nica (Resolução 02 e Po rt a ria 02, de 20 de - n. º D e ze m b ro de 1996). Como pro p o sta de tra b a l h o, de fini u - se, 3 CADERNOS CONASS, Ano 1

17 p rio ri t a ri a m e n t e, a realização de um di a g n ó stico sobre vínculo, remuneração e incentivos nas Secretarias Estaduais de Saúde. A CTRH trazia na sua composição inicial os dirigentes de recursos humanos das S e c r e t a rias Estaduais de Saúde das unid a des federa d a s, um representante da coordenação geral de recursos humanos para o SUS do Ministério da Saúde e um representante do Conasems e previa a constituição de 5 (cinco) Câmaras Técnicas Regionais. As reuniões da Câmara Técnica de Recursos Humanos eram realizadas a cada d ois ou três mese s, sempre durante as Ofi cinas de Trabalho do CONASS, e extraordinariamente, quando necessário ao desenvolvimento de seu trabalho, sendo as Secretarias de Saúde responsáveis por garantir a participação de seus membros nas reuniões agendadas pelo CONASS. Histórico até 1999 A partir do início de suas atividades em outubro de 1996 e até o final de 1999, observa-se um intenso trabalho da Câmara Técnica de Recursos Humanos. São descritos pelos entrevistados com participação à época: intensa participação dos membros na identificação de temas relevantes e mobilização para as discussões em plenária, inclusive com produção de documentos sobre as questões de b a t idas e apresentação de encaminhamentos nos momentos de comunicação coordenada das reuniões do CONASS. São exemplos dessas publicações o Rel a t ó rio de Instalação da Câmara Técnica de Recursos Humanos 4 e o caderno específico sobre RH, fruto da Oficina realizada em Cuiabá, com os seguintes conteúdos: Gestão de Recursos Humanos e a Qualidade dos Serviços de Saúde ; R e fo rma Admini st ra t iva ; G e st ã o participativa nas Relações de Trabalho: Mesa de Negociação Coletiva; Modalidades de Contratação, Remuneração e Incentivos; Missão das Secretarias Estaduais de Saúde e Proposta de Ação Conjunta 5, bem como o Relatório Preliminar de avaliação das Principais Ações, em Como facilitadores do funcionamento da Câmara Técnica de Recursos Humanos no período são ci t a d a s : a in t e n s a m o b ilização ocorrida no in í cio dos trabalhos em torno da importância desse fórum para discussão das questões emergentes sobre os recursos humanos do SUS; o papel de articulação e liderança exercida pelos primeiros coordenadores da câmara; a credibilidade dada nos primeiros anos para aquele fórum, tanto pelos gestores, quanto pelos coordenadores de desenvolvimento de 4 CADERNOS CONASS, Ano 1 - n. º Relatório Final; Oficina de Trabalho - Cuiabá - MT/11 a 13 de dezembro de

18 18 recursos humanos, do Ministério da Saúde e a discussão nacional, da reforma do Estado brasileiro. Como fator que dificultava o funcionamento da CTRH foi mencionada a precária estrutura do CONASS, criando dificuldades para atividades de rotina, como por exemplo, a falta de infraestrutura administrativa. Foram citadas como as maiores contribuições da Câmara Técnica de Recursos Humanos para a política de RH do CONASS: a consolidação da necessidade de profissionalização dos gestores de RH das SES - naquele período consolidou-se em vários Estados a idéia da necessidade da profissionalização dos gestores de RH das Secretarias Estaduais, o que permitiu a incorporação de novos olhares sobre a agenda de RH, apontando-se para além da tradicional pauta de formação -; a discussão da cessão de pessoal entre as esferas político-administrativas do SUS; a elaboração do estudo sobre vínculo empregatício, remuneração e incentivos e a elaboração e edição de seu regimento interno. A CTRH foi considerada pelos seus membros, naquele período, como um marco para a construção do consenso sobre a importância estratégica dos recursos humanos para o SUS. Em 1998 a Câmara Técnica de Recursos Humanos apresentou o Relatório Preliminar de Avaliação das Principais Ações contendo: histórico, objetivo, composição, funcionamento, principais realizações, discussões temáticas, relatório das atividades do período 95/98; avaliação das ações desenvolvidas e perspectivas para S e gundo o rel a t ó rio fo ram cinco as prio rid a de s trabalhadas pela Câmara: 1. D i a g n ó stico de RH: r e a lizado levantamento e consolidação da situação de vínculos, remuneração e incentivos, que permitiu a visualização da diversidade de situações praticadas nos Estados, evidenciando-se a distância entre a legislação vigente e as práticas adotadas pelas SES, bem como a falta de clareza entre incentivo e complemento de remuneração; 2. Ordenamento de cessão de pessoal entre as três esferas de governo: levantamento e consolidação das formas de cessão de pessoal nos Estados, a partir das SES; discussão dos resultados obtidos com o Conasems, coordenação dos escritórios estaduais do Ministério da Saúde e Câmara Técnica de Vigilância Sanitária do CONASS (cessão de pessoal para vigil â n cia de portos e aeroportos), e elaboração de ato legal, culminando com Portaria Ministerial regulamentando aspectos da cessão de pessoal; 3. Fin a n ciamento dos processos de fo rmação e 6 CADERNOS DO CONASS, Ano IV, n. º capacitação de RH: mapeamento das fontes de financiamento e ide n t i ficação de suas linhas prio ri t á ri a s ; discussão sobre a

19 aplicação dos recursos do FAT na oficina do CONASS, como estratégia de sensibilização dos Secretários e do CODEFAT para estabelecer parcerias diretas entre o Ministério do Trabalho e as escolas técnicas das SES e elaboração de documento apresentado no CONSET, para sensibilização dos coordenadores estaduais do programa. Essas ações p ermi t i ram a discussão do Pro grama Nacional de Quali ficação e Requali fi c a ç ã o Profissional entre o Ministério da Saúde, Ministério do Trabalho e Ministério da Educação eadivulgação das informações, permitindo maior acesso dos Estados a estas fontes; 4. Pessoal de nível médio: avaliação do Projeto Escola, financiado pelo MS/FIOCRUZ e articulação da Rede de Escolas Técnicas Estaduais ampliando o Projeto Escola para os demais Estados; 5. Sistema de Informações para RH: através da discussão de diferentes programas adotados pelas SES com apresentação da proposta desenvolvida pelo Instituto de Medicina Social da UERJ, disponibilizado o Sistema de Informação Gerencial de Recursos Humanos (SIGRH) para as SES que explicitaram interesse na sua implantação. Consta do relatório que apesar das estratégias de mobilização implementadas, apenas 14 Estados part i ci p a ram regu l a rmente das reuni õ e s, cinco part i ci p a ra m esporadicamente e oito estiveram ausentes do processo. De 1999 a 2002 A análise do funcionamento da Câmara Técnica de Recursos Humanos entre 1999 e 2002 ficou prejudicada uma vez que o CONASS dispõe de poucos registros das atividades desenvolvidas no período. Os registros das atividades das Câmaras Técnicas do CONASS ficavam sob a responsabilidade dos coordenadores nacionais e muitas vezes, pautas, listas de presenças e atas não eram encaminhadas para arquivo. Assim sendo, para analisar esse período utilizou-se, quase que exclusivamente, as respostas aos questionários enviados para atores chaves que atuaram na Câmara Técnica. As respostas ao questionário demonstram que, a partir de 1999, com o início das novas gestões estaduais, houve uma desaceleração nas atividades da Câmara Técnica de Recursos Humanos. As dificuldades quanto à liberação dos técnicos pelas Secretárias Estaduais por problemas financeiros, a alta rotatividade dos participantes e a ausência de alguns membros em função de inúmeras atribuições desenvolvidas em seu Estado, ocasionaram perda de informações e diminuição do envolvimento por parte dos coordenadores de recursos humanos, dificultando a continuidade das discussões. Aliada às dificuldades comuns às Secretarias Estaduais, observou-se uma descontinuidade na participação dos representantes do Ministério da Saúde - Coordenação de Desenvolvimento de RH, e do Conasems. 19

20 20 Foram citados como aspectos relevantes da atuação da Câmara Técnica nesse período: a) a qualificação profissional, pelo estabelecimento de parcerias entre sistemas de saúde e instituições de ensino no sentido de assegurar aos profissionais da saúde educação continuada, com oferta de cursos de capacitação e especialização para equipes gestoras e programas de mestrado; b) o resgate das Escolas Técnicas do SUS em parceria com o PROFAE garantindo a capacitação para os profissionais da área de enfermagem do nível médio; c) a participação na elaboração e edição da NOB/RH-SUS. Os entrevistados apontaram ainda alguns pontos importantes para discussão na CTRH - gestão : a) o acompanhamento permanente dos programas de capacitação e treinamentos coordenados pela SGTES/MS (PROFAE, PROMED, Pólos de Capacitação em PSF e PROESF); b) a discussão, aprovação e a complementação da NOB-RH; c) a articulação com o Ministério da Saúde visando adequação dos processos de desenvolvimento de RH para o SUS; d) a capacitação à distância e educação continuada; e) a contínua profissionalização dos gestores de recursos humanos; f) a discussão das dificuldades relativas à gestão dos recursos humanos do setor público de saúde, tais como: superposição de vínculos no próprio setor, participação simultânea nos setores público e privado, descumprimento da carga horária contratual, desigualdade de remuneração para funções iguais, diferentes formas de vínculo empregatício no SUS e precarização do trabalho; g) a formação do perfil profissional necessário ao SUS; h) a formulação de propostas para reestruturação da área de recursos humanos nas SES; i) o levantamento da situação dos recursos humanos das secretarias estaduais e a realização da IV Conferência Nacional de RH. Comentários Na composição original da Câmara Técnica observamos que, além dos dirigentes de recursos humanos das secretarias estaduais, era previsto um representante da coordenação geral de recursos humanos para o SUS do Ministério da Saúde e um representante do Conasems. A participação dessas instituições nas reuniões foi regular até o final de Essa composição nos parece que atendeu, à época, a necessidade de instituição de um fórum mais amplo de discussões, na medida em que a Comissão Intersetorial de recursos humanos de Saúde do Conselho Nacional de Saúde estava desativada e historicamente vivia-se a efervescência das discussões para a reforma do Estado brasileiro. Se considerarmos que as Câmaras Técnicas do CONASS, de âmbito nacional, têm a finalidade de assessorar tecnicamente a Secretaria Executiva, Diretoria e Assembléia Geral na formulação de políticas e estratégias específicas relativas a gestão dos serviços e as ações inerentes ao setor saúde, de desenvolvimento de estudos, de

ESTRUTURAÇÃO DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS NAS SECRETARIAS DE SAÚDE DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL. conass documenta. n1

ESTRUTURAÇÃO DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS NAS SECRETARIAS DE SAÚDE DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL. conass documenta. n1 ESTRUTURAÇÃO DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS NAS SECRETARIAS DE SAÚDE DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL Equipe de elaboração Coordenação Rita de Cássia Bertão Cataneli Júlio Strubing Müller Neto Pesquisadores

Leia mais

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil Número 24 Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 29 de julho de 2009 COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 2 1. Apresentação Este

Leia mais

Pesquisa de Informações Básicas Estaduais 2012

Pesquisa de Informações Básicas Estaduais 2012 Pesquisa de Informações Básicas Estaduais 2012 Informações Básicas Recursos Humanos Foram pesquisadas as pessoas que trabalhavam na administração direta e indireta por vínculo empregatício e escolaridade;

Leia mais

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO Repasse financeiro do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, por meio do Piso Variável

Leia mais

Psicólogo: o seu fazer nos interessa!

Psicólogo: o seu fazer nos interessa! Serviço de Enfrentamento à Violência, Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes Pesquisa Online Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas Psicólogo: o seu fazer nos

Leia mais

2014 DEZEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2014 DEZEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2014 DEZEMBRO Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Diretoria

Leia mais

TABELA 3 - Gasto médio mensal, com trabalhadores de saúde (ativos e inativos) por habitante, segundo a unidade federada

TABELA 3 - Gasto médio mensal, com trabalhadores de saúde (ativos e inativos) por habitante, segundo a unidade federada TABELA 3 - Gasto médio mensal, com trabalhadores de saúde (ativos e inativos) por habitante, segundo a unidade federada Unidade Federada População IBGE* Gasto mensal (R$) Gasto Médio Mensal por trabalhador

Leia mais

PESQUISA DE SATISFAÇÃO PARTICIPANTES

PESQUISA DE SATISFAÇÃO PARTICIPANTES PESQUISA DE SATISFAÇÃO PARTICIPANTES Brasília, janeiro/2011 Objetivos específicos da pesquisa 2 Avaliar a quantidade e a qualidade da rede credenciada. Avaliar os serviços oferecidos: o Plano CASSI Família

Leia mais

Inventar com a diferenca,

Inventar com a diferenca, Inventar com a diferenca, cinema e direitos humanos PATROCÍNIO APOIO REALIZAÇÃO Fundação Euclides da Cunha O que é Inventar com a diferença: cinema e direitos humanos O projeto visa oferecer formação e

Leia mais

Análise Demográfica das Empresas da IBSS

Análise Demográfica das Empresas da IBSS CAPÍTULO 4 Análise Demográfica das Empresas da IBSS Apresentação A demografia de empresas investiga a estrutura do estoque de empresas em dado momento e a sua evolução, como os movimentos de crescimento,

Leia mais

Diagnóstico de Recursos Humanos em Saúde em Municípios Fronteiriços com a América do Sul e Mercosul

Diagnóstico de Recursos Humanos em Saúde em Municípios Fronteiriços com a América do Sul e Mercosul 1 Diagnóstico de Recursos Humanos em Saúde em Municípios Fronteiriços com a América do Sul e Mercosul PERFIL DOS GESTORES NO BRASIL SUB-PRODUTO 1 Eliane dos Santos de Oliveira Maria Helena Machado Neuza

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Nota Técnica elaborada em 01/2014 pela CGAN/DAB/SAS. MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NOTA TÉCNICA Nº15/2014-CGAN/DAB/SAS/MS

Leia mais

Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde - SIOPS: Instrumentos Legais

Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde - SIOPS: Instrumentos Legais Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde - SIOPS: Instrumentos Legais I Seminário Estadual do SIOPS João Pessoa / PB 07 de maio de 2014 O que é o SIOPS? Sistema de informação que coleta,

Leia mais

PANORAMA DOS SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA

PANORAMA DOS SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA PANORAMA DOS SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA ( 44.ª EDIÇÃO ) AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL PANORAMA DOS SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA PRESIDENTE Ronaldo Mota Sardenberg CONSELHEIROS Emília

Leia mais

LEVANTAMENTO FISCAL SITE KADOX

LEVANTAMENTO FISCAL SITE KADOX LEVANTAMENTO FISCAL SITE KADOX SUMÁRIO 1 ICMS 1.1 CONTRIBUINTE 1.2 FATO GERADOR DO IMPOSTO 1.3 BASE DE CÁLCULO DO IMPOSTO 1.4 REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO 1.5 CARTA DE CORREÇÃO 1.6 CÓDIGO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA

Leia mais

FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing

FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing Edson José de Lemos Júnior Ermeson Gomes da Silva Jardson Prado Coriolano da Silva Marcos Antonio Santos Marinho Rosinaldo Ferreira da Cunha RELATÓRIO GERENCIAL

Leia mais

Uma Nova Agenda para a Reforma do

Uma Nova Agenda para a Reforma do Uma Nova Agenda para a Reforma do Setor Saúde: Fortalecimento das Funções Essenciais da Saúde Pública e dos Sistemas de Saúde FORO REGIONAL ANTIGUA/GUATEMALA 19-22 DE JULHO DE 2004 PERSPECTIVAS NACIONAIS

Leia mais

Presidência da República. Ministério da Educação. Secretaria Executiva. Secretaria de Educação Básica

Presidência da República. Ministério da Educação. Secretaria Executiva. Secretaria de Educação Básica 2007 Presidência da República Ministério da Educação Secretaria Executiva Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Programa Nacional de Capacitação de Conselheiros

Leia mais

Pesquisa sobre municipalização do trânsito e regulamentação do exercício da atividade de moto taxista e de moto boy

Pesquisa sobre municipalização do trânsito e regulamentação do exercício da atividade de moto taxista e de moto boy Pesquisa sobre municipalização do trânsito e regulamentação do exercício da atividade de moto taxista e de moto boy Tabulação dos Resultados da Pesquisa Objetivos: Diagnosticar a situação atual dos municípios

Leia mais

setembro de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores MUDANÇA REGIONAL E DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL

setembro de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores MUDANÇA REGIONAL E DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL 15 setembro de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores MUDANÇA REGIONAL E DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL Expediente Esta é uma publicação da Fundação Perseu Abramo. Diretoria Executiva

Leia mais

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Novembro/2015

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Novembro/2015 Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Novembro/2015 Copyright Boa Vista SCPC 1 Objetivo, metodologia e amostra o Objetivo: Pesquisa para mapear os hábitos de consumo e compras para época

Leia mais

Edital do Processo Seletivo para o Curso Micropolítica da Gestão e Trabalho em Saúde Ênfase na Gestão Estadual do Sistema Único de Saúde

Edital do Processo Seletivo para o Curso Micropolítica da Gestão e Trabalho em Saúde Ênfase na Gestão Estadual do Sistema Único de Saúde 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E INOVAÇÃO COORDENADORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Rio de Janeiro, em 06 de outubro

Leia mais

Mapeamento de Experiências Municipais e Estaduais no campo do Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa

Mapeamento de Experiências Municipais e Estaduais no campo do Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa COMEMORAÇÃO DOS 29 ANOS DO ICICT/FIOCRUZ Mapeamento de Experiências Municipais e Estaduais no campo do Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa O papel da COSAPI no incentivo de experiências exitosas de

Leia mais

Contas Regionais do Brasil 2010

Contas Regionais do Brasil 2010 Diretoria de Pesquisas Contas Regionais do Brasil 2010 Coordenação de Contas Nacionais frederico.cunha@ibge.gov.br alessandra.poca@ibge.gov.br Rio, 23/11/2012 Contas Regionais do Brasil Projeto de Contas

Leia mais

Governança Pública. O Desafio do Brasil. Contra a corrupção e por mais desenvolvimento. Governança de Municípios. Março/2015

Governança Pública. O Desafio do Brasil. Contra a corrupção e por mais desenvolvimento. Governança de Municípios. Março/2015 Governança Pública O Desafio do Brasil Contra a corrupção e por mais desenvolvimento Governança de Municípios Março/2015 João Augusto Ribeiro Nardes Ministro do TCU Sumário I. Introdução-OTCUeocombateàcorrupção

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira NOVO RATEIO DOS RECURSOS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira NOVO RATEIO DOS RECURSOS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS Nota Técnica 7/13 (7 de Maio) Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Núcleo de Assuntos Econômico-Fiscais NOVO RATEIO DOS RECURSOS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS IMPACTOS DA DIVISÃO DO

Leia mais

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015. Perspectivas da economia / Comprometimento de renda. Novembro/2015. Copyright Boa Vista SCPC 1

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015. Perspectivas da economia / Comprometimento de renda. Novembro/2015. Copyright Boa Vista SCPC 1 Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Perspectivas da economia / Comprometimento de renda Novembro/2015 Copyright Boa Vista SCPC 1 Objetivo, metodologia e amostra o Objetivo: Pesquisa para

Leia mais

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 Retratos da Sociedade Brasileira: Problemas e Prioridades do Brasil para 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA

Leia mais

Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr

Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr Imagem: Santa Casa de Santos fundada em 1543 Atualização: 26/outubro Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr ópicos Filantró Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB Objetivos do Projeto Governança

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL 11/1/2010

ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL 11/1/2010 ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL PROFESSORES DAS REDES ESTADUAIS NO BRASIL A PRESENTE PESQUISA ESTÁ ENQUADRADA NA ESTRATÉGIA DO SINDICATO APEOC DE CONSTRUIR A ADEQUAÇÃO DO PLANO DE CARREIRA DOS TRABALHADORES

Leia mais

AGRADECIMENTOS... 4 PREFÁCIO... 5 SUMÁRIO EXECUTIV O...

AGRADECIMENTOS... 4 PREFÁCIO... 5 SUMÁRIO EXECUTIV O... ÍNDICE AGRADECIMENTOS... 4 PREFÁCIO... 5 SUMÁRIO EXECUTIV O... 6 1 O ATUAL ESTÁGIO DE IMPLANTAÇÃO DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR NO SETOR PÚBLICO... 7 2 VARIÁVEIS E DADOS UTILIZADOS... 8 VARIÁVEL I... 8 VARIÁVEL

Leia mais

Odesenvolvimento da pesquisa Assistência Médico-Sanitária - AMS,

Odesenvolvimento da pesquisa Assistência Médico-Sanitária - AMS, Análise de alguns indicadores da pesquisa Odesenvolvimento da pesquisa Assistência Médico-Sanitária - AMS, com seu caráter censitário junto aos estabelecimentos de saúde, tem sido um elemento valioso para

Leia mais

Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr

Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr Imagem: Santa Casa de Santos fundada em 1543 Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr ópicos Filantró Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB Objetivos do Projeto Governança Metodologia Seleção

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS MINISTÉRIO DA SAÚDE Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS Brasília DF 2009 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Hanseníase no

Leia mais

Departamento de Pesquisas Judiciárias RELATÓRIO DE DADOS ESTATÍSTICOS. SEMANA PELA CONCILIAÇÃO META 2 Período: 14 a 18 de setembro de 2009

Departamento de Pesquisas Judiciárias RELATÓRIO DE DADOS ESTATÍSTICOS. SEMANA PELA CONCILIAÇÃO META 2 Período: 14 a 18 de setembro de 2009 RELATÓRIO DE DADOS ESTATÍSTICOS SEMANA PELA CONCILIAÇÃO META 2 Período: 14 a 18 de setembro de 2009 1. Introdução O presente relatório objetiva apresentar os resultados estatísticos obtidos durante o período

Leia mais

TRABALHO E EDUCAÇÃO NA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU: expansão e desafios para o Mestrado Profissional no Brasil

TRABALHO E EDUCAÇÃO NA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU: expansão e desafios para o Mestrado Profissional no Brasil TRABALHO E EDUCAÇÃO NA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU: expansão e desafios para o Mestrado Profissional no Brasil QUARESMA, Adilene Gonçalves Centro Universitário UNA RESUMO O mestrado profissional é uma

Leia mais

Pesquisa Hábitos do Consumidor da Classe C. 2014 Copyright Boa Vista Serviços 1

Pesquisa Hábitos do Consumidor da Classe C. 2014 Copyright Boa Vista Serviços 1 Pesquisa Hábitos do Consumidor da Classe C 2014 Copyright Boa Vista Serviços 1 Índice Objetivo, metodologia e amostra... 03 Perfil dos Respondentes... 04 Principais constatações sobre os hábitos de consumo

Leia mais

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR 8 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR Secretaria de Vigilância em Saúde/MS 435 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA/COR MORTALIDADE POR CAUSAS EXTERNAS Evolução da mortalidade por causas externas

Leia mais

Sublimites estaduais de enquadramento para. Nacional 2012/2013. Vamos acabar com essa ideia

Sublimites estaduais de enquadramento para. Nacional 2012/2013. Vamos acabar com essa ideia Sublimites estaduais de enquadramento para o ICMS no Simples Nacional 2012/2013 Vamos acabar com essa ideia 4 CNI APRESENTAÇÃO Os benefícios do Simples Nacional precisam alcançar todas as micro e pequenas

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DA POLÍTICA DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DA POLÍTICA DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DA POLÍTICA DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NOTA TÉCNICA Nº /2010-CGPAN/DAB/SAS/MS INT: CGPAN/DAB/SAS/MS ASS:

Leia mais

SUFICIÊNCIA DE REDE: Ligia Bahia Ronir Raggio Luiz Maria Lucia Werneck Vianna. Edital 005/2014 ANS/OPAS

SUFICIÊNCIA DE REDE: Ligia Bahia Ronir Raggio Luiz Maria Lucia Werneck Vianna. Edital 005/2014 ANS/OPAS SUFICIÊNCIA DE REDE: UM ESTUDO ECOLÓGICO SOBRE BENEFICIÁRIOS E REDES DE CUIDADOS À SAÚDE A PARTIR DE ANÁLISES EXPLORATÓRIAS DAS PROPORÇÕES DE PARTOS CESARIANOS E TAXAS DE MORTALIDADE POR CÂNCER DE MAMA

Leia mais

Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade

Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade C.1 Taxa de mortalidade infantil O indicador estima o risco de morte dos nascidos vivos durante o seu primeiro ano de vida e consiste em relacionar o número de óbitos de menores de um ano de idade, por

Leia mais

famílias de baixa renda com acesso aos direitos

famílias de baixa renda com acesso aos direitos Acompanhamento das Condicionalidades do Programa Bolsa Família Na Saúde Seminário Regional Programa Bolsa Família na Saúde - 2009 Programa Bolsa Família Programa de transferência de renda para famílias

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (Setembro/14) Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda larga fixa (SCM)

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP PAPPE SUBVENÇÃO 02/2006

CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP PAPPE SUBVENÇÃO 02/2006 CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP PAPPE SUBVENÇÃO 02/2006 SELEÇÃO E CREDENCIAMENTO DE PARCEIROS PARA OPERAÇÃO DESCENTRALIZADA DO PROGRAMA DE APOIO À PESQUISA EM EMPRESAS NA MODALIDADE SUBVENÇÃO A MICRO E PEQUENAS

Leia mais

AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL PARA NOVE ANOS

AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL PARA NOVE ANOS AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL PARA NOVE ANOS RELATÓRIO DO PROGRAMA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Básica A ampliação do Ensino Fundamental para nove anos vem sendo discutida pela Secretaria

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Brasília DF 2009 SUMÁRIO LISTA DE TABELAS... 3 APRESENTAÇÃO...

Leia mais

Ministério da Saúde Conselho Nacional de Saúde/CNS

Ministério da Saúde Conselho Nacional de Saúde/CNS Ministério da Saúde Conselho Nacional de Saúde/CNS Ministério da Saúde Conselho Nacional de Saúde/CNS Comissão Nacional de Ética em Pesquisa 256ª Reunião Ordinária CNS Jorge Alves de Almeida Venancio 09/04/2014

Leia mais

Especial Prova ABC. Olho nas Metas 2012Resultados e. análise dos itens da Prova ABC 2012

Especial Prova ABC. Olho nas Metas 2012Resultados e. análise dos itens da Prova ABC 2012 De Especial Prova ABC 2012 Olho nas Metas 2012Resultados e análise dos itens da Prova ABC 2012 De Especial Prova ABC 2012 Olho nas Metas Resultados e análise dos itens da Prova ABC 2012 Sumário Prova ABC

Leia mais

Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações: SIPNI (nominal e procedência)

Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações: SIPNI (nominal e procedência) Imunizações: SIPNI (nominal e procedência) Desenvolvido a partir de 2009: integra as bases de dados dos Sistemas de registros de aplicadas doses (SI-API), Eventos adversos (SI-EAPV), usuários de imunobiológicos

Leia mais

Pesquisa Hábitos de Consumo Dia dos Pais 2015

Pesquisa Hábitos de Consumo Dia dos Pais 2015 Pesquisa Hábitos de Consumo Dia dos Pais 2015 Agosto de 2015 2014 Copyright Boa Vista Serviços 1 Índice o Objetivo, metodologia e amostra... 03 o Sumário... 04 o Perfil dos respondentes... 05 o Pretensão

Leia mais

Apresentação do IDConselho Municipal. Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília

Apresentação do IDConselho Municipal. Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília Apresentação do IDConselho Municipal Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília 5.366 Conselhos Municipais que preencheram o Censo SUAS 2014 Dinâmica de

Leia mais

Saúde Suplementar em Números

Saúde Suplementar em Números Saúde Suplementar em Números Edição nº 9-2015 Setembro de 2015 Sumário Executivo Número de beneficiários de planos médico-hospitalares (setembro/15): 50.261.602; Taxa de crescimento do número de beneficiários

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 003/2013 PROCESSO SELETIVO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL

EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 003/2013 PROCESSO SELETIVO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 003/2013 PROCESSO SELETIVO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL A Fundação Interuniversitária de Estudos e Pesquisa sobre o Trabalho (UNITRABALHO), criada em 1996 com a missão de integrar universidades

Leia mais

NOTA TÉCNICA 05/2011

NOTA TÉCNICA 05/2011 NOTA TÉCNICA 05/2011 DENGUE SITUAÇÃO ATUAL, DESAFIOS E ESTRATÉGIAS PARA ENFRENTAMENTO Brasília, 13 de março de 2011. DENGUE SITUAÇÃO ATUAL, DESAFIOS E ESTRATÉGIAS PARA ENFRENTAMENTO 1. Situação atual Segundo

Leia mais

Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias: expansão e reordenamento

Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias: expansão e reordenamento Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias: expansão e reordenamento Brasília, 06/03/2014 Contextualização Em 2008, a Pesquisa Nacional sobre a População em Situação de Rua apontou que 76,15% da população

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (dezembro/13) Janeiro de 2014 Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda

Leia mais

SUMÁRIO. 1 - Lavouras... 5. 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra 2012 Brasil...

SUMÁRIO. 1 - Lavouras... 5. 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra 2012 Brasil... ...... PRODUÇÃO DAS LAVOURAS EM MARÇO DE 2012 SUMÁRIO 1 - Lavouras... 5 TABELAS DE RESULTADOS Safra 2012 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra

Leia mais

Estratégia de fortalecimento dos Pequenos Negócios Maria Aparecida Bogado

Estratégia de fortalecimento dos Pequenos Negócios Maria Aparecida Bogado Estratégia de fortalecimento dos Pequenos Negócios Maria Aparecida Bogado Consultor Sebrae Nacional PARCERIAS MPOG - Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão/SLTI CONSAD Conselho Nacional de Secretários

Leia mais

A NECESSIDADE DE AUDITORES-FISCAIS DO TRABALHO NO BRASIL: UMA ANÁLISE CONTEMPLANDO O GRAU DE DESCUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA

A NECESSIDADE DE AUDITORES-FISCAIS DO TRABALHO NO BRASIL: UMA ANÁLISE CONTEMPLANDO O GRAU DE DESCUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA A NECESSIDADE DE AUDITORES-FISCAIS DO TRABALHO NO BRASIL: UMA ANÁLISE CONTEMPLANDO O GRAU DE DESCUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA RELATÓRIO FINAL ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA IPEA/SINAIT Nº 25/2010

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (Junho/14) Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda larga fixa (SCM)

Leia mais

DIAGNÓSTICO DOS INVESTIMENTOS

DIAGNÓSTICO DOS INVESTIMENTOS DIAGNÓSTICO DOS INVESTIMENTOS EM CULTURA NO BRASIL v. 1 Gastos públicos com cultura no Brasil: 1985-1995 Contrato de prestação de serviços que entre si celebram a União Federal, por intermédio da Secretaria

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE SEGURANÇA DE BARRAGENS. Lei 12.334/2010. Carlos Motta Nunes. Dam World Conference. Maceió, outubro de 2012

POLÍTICA NACIONAL DE SEGURANÇA DE BARRAGENS. Lei 12.334/2010. Carlos Motta Nunes. Dam World Conference. Maceió, outubro de 2012 POLÍTICA NACIONAL DE SEGURANÇA DE BARRAGENS Lei 12.334/2010 Carlos Motta Nunes Dam World Conference Maceió, outubro de 2012 Características da barragem para enquadramento na Lei 12.334/10 I - altura do

Leia mais

TRANSPORTE ESCOLAR PROGRAMAS DE APOIO DO GOVERNO FEDERAL

TRANSPORTE ESCOLAR PROGRAMAS DE APOIO DO GOVERNO FEDERAL TRANSPORTE ESCOLAR PROGRAMAS DE APOIO DO GOVERNO FEDERAL PAULO DE SENA MARTINS Consultor Legislativo da Área XV Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia MAIO/2008 Paulo de Sena Martins 2 2008

Leia mais

Impactos da Lei Geral (LG) nas Micro e Pequenas Empresas no Brasil

Impactos da Lei Geral (LG) nas Micro e Pequenas Empresas no Brasil Impactos da Lei Geral (LG) nas Micro e Pequenas Empresas no Brasil Observatório das MPEs SEBRAE-SP Março/2008 1 Características da pesquisa Objetivos: Identificar o grau de conhecimento e a opinião dos

Leia mais

Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social

Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social COMENTÁRIOS ACERCA DOS NÚMEROS FINAIS DO PIB DO RS E DAS DEMAIS UNIDADES DA FEDERAÇÃO EM 2010 Equipe

Leia mais

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA -

Leia mais

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008 (continua) Produção 5 308 622 4 624 012 4 122 416 3 786 683 3 432 735 1 766 477 1 944 430 2 087 995 2 336 154 2 728 512 Consumo intermediário produtos 451 754 373 487 335 063 304 986 275 240 1 941 498

Leia mais

Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE

Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE Um total de 131 municípios da região Norte participou do Levantamento Nacional do Transporte Escolar. No Acre, 36% dos municípios responderam

Leia mais

A temática Sistema Nacional de Educação foi dissertada pela Profa. Flávia Maria Barros Nogueira Diretora da SASE.

A temática Sistema Nacional de Educação foi dissertada pela Profa. Flávia Maria Barros Nogueira Diretora da SASE. CARTA DE RECIFE O Fórum Nacional de Conselhos Estaduais de Educação realizou em Recife, no período de 16 a 18 de setembro a Reunião Plenária da Região Nordeste, com a participação dos Conselhos Estaduais

Leia mais

Censo Nacional das Bibliotecas Públicas P

Censo Nacional das Bibliotecas Públicas P Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional Diretoria de Livro, Leitura e Literatura Fundação Biblioteca Nacional Sistema Nacional de Bibliotecas PúblicasP Censo Nacional das Bibliotecas

Leia mais

Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Portaria GM/MS n 1.823, de 23 de agosto de 2012

Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Portaria GM/MS n 1.823, de 23 de agosto de 2012 Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora Portaria GM/MS n 1.823, de 23 de agosto de 2012 MARCOS LEGAIS: Constituição Federal de 1988 Art. 200 Ao SUS compete, além de outras atribuições,

Leia mais

Análise dos resultados

Análise dos resultados Análise dos resultados Caracterização da entidade e supervisão A Pesquisa das Entidades de Assistência Social Privadas sem Fins Lucrativos - PEAS, realizada em 2006, levantou informações sobre 16 089 entidades,

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS

Leia mais

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 0 0,00 0 0 0 0,00 Rondônia

Leia mais

Educação e trabalho em saúde

Educação e trabalho em saúde Educação e trabalho em saúde Dra. Celia Regina Pierantoni, MD, DSc Professora Associada do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do IMS/UERJ. Coordenadora Geral do ObservaRH. Diretora do Centro Colaborador

Leia mais

Diretoria Geral Ouvidoria RELATÓRIO DE ATIVIDADES DA OUVIDORIA MÊS DE OUTUBRO DE 2015

Diretoria Geral Ouvidoria RELATÓRIO DE ATIVIDADES DA OUVIDORIA MÊS DE OUTUBRO DE 2015 Diretoria Geral Ouvidoria RELATÓRIO DE ATIVIDADES DA OUVIDORIA MÊS DE OUTUBRO DE 1 A Ouvidoria do DNPM, órgão de assistência direta e imediata ao Diretor-Geral, foi criada por meio do Decreto nº 7.9, de

Leia mais

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EM SAÚDE: um relato de experiência

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EM SAÚDE: um relato de experiência UFMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS III JORNADA INTERNACIONAL DE POLÍCAS PÚBLICAS QUESTÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO NO SÉCULO XXI 1 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

Leia mais

O Desempenho do Investimento Público do Ceará, 2007 2012, uma análise comparativa entre os Estados.

O Desempenho do Investimento Público do Ceará, 2007 2012, uma análise comparativa entre os Estados. Enfoque Econômico é uma publicação do IPECE que tem por objetivo fornecer informações de forma imediata sobre políticas econômicas, estudos e pesquisas de interesse da população cearense. Por esse instrumento

Leia mais

Relatório Gerencial TECNOVA

Relatório Gerencial TECNOVA Relatório Gerencial TECNOVA Departamento de Produtos Financeiros Descentralizados - DPDE Área de Apoio à Ciência, Inovação, Infraestrutura e Tecnologia - ACIT Fevereiro de 2015 Marcelo Nicolas Camargo

Leia mais

Boletim Informativo. Junho de 2015

Boletim Informativo. Junho de 2015 Boletim Informativo Junho de 2015 Extrato Geral Brasil 1 EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 227.679.854 ha 57,27% Número de Imóveis cadastrados: 1.727.660 Observações: Dados obtidos do Sistema de Cadastro

Leia mais

RECURSOS HUMANOS: UM DESAFIO DO TAMANHO DO SUS. Seminário do CONASS para Construção de Consensos. conass documenta. n4

RECURSOS HUMANOS: UM DESAFIO DO TAMANHO DO SUS. Seminário do CONASS para Construção de Consensos. conass documenta. n4 RECURSOS HUMANOS: UM DESAFIO DO TAMANHO DO SUS Seminário do CONASS para Construção de Consensos Equipe de elaboração Coordenação do Progestores Secretaria Executiva do Conass Comissão Organizadora do Seminário:

Leia mais

Relatório de Curso ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES JORNALISMO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA FLORIANÓPOLIS

Relatório de Curso ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES JORNALISMO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA FLORIANÓPOLIS Relatório de Curso ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES JORNALISMO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA FLORIANÓPOLIS Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais G O V E

Leia mais

A EVOLUÇÃO DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE 2009 A 2012

A EVOLUÇÃO DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE 2009 A 2012 A EVOLUÇÃO DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE 2009 A 2012 BRASIL Série Estudos e Pesquisas A EVOLUÇÃO DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE DE 2009 A 2012 Junho/2014 Estudos e Pesquisas

Leia mais

Trabalho em Rede com Abrangência Nacional: a experiência do GT de Promoção da Saúde e Desenvolvimento Local Integrado da ABRASCO no Brasil.

Trabalho em Rede com Abrangência Nacional: a experiência do GT de Promoção da Saúde e Desenvolvimento Local Integrado da ABRASCO no Brasil. Trabalho em Rede com Abrangência Nacional: a experiência do GT de Promoção da Saúde e Desenvolvimento Local Integrado da ABRASCO no Brasil. Dais Gonçalves, ROCHA Desenvolvimento do Tema 1. Motivação e

Leia mais

Nº 19 Novembro de 2011. A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços?

Nº 19 Novembro de 2011. A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços? Nº 19 Novembro de 2011 A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços? GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos

Leia mais

Secretaria de Vigilância em Saúde Informe Epidemiológico da Dengue Análise de situação e tendências - 2010

Secretaria de Vigilância em Saúde Informe Epidemiológico da Dengue Análise de situação e tendências - 2010 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Informe Epidemiológico da Dengue Análise de situação e tendências - 21 A Secretaria de Vigilância em Saúde, em trabalho

Leia mais

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015 ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015 O COMÉRCIO VAREJISTA NO BRASIL A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tem

Leia mais

Diagnóstico da Governança - Práticas de Gestão Recomendadas v02

Diagnóstico da Governança - Práticas de Gestão Recomendadas v02 1 de 30 16/11/2015 15:16 Diagnóstico da Governança - Práticas de Gestão Recomendadas v02 Prezado(a) Como o OBJETIVO de apurar o nível de maturidade em governança da Justiça Federal, foi desenvolvido instrumento

Leia mais

14ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro Supermercados

14ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro Supermercados 14ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro Supermercados Apresentação Este relatório apresenta os resultados da 14ª Avaliação de Perdas realizada com os principais supermercados do Brasil. As edições

Leia mais

20RG - Expansão e Reestruturação de Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica

20RG - Expansão e Reestruturação de Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica Programa 2031 - Educação Profissional e Tecnológica Número de Ações 200 Ação Orçamentária - Padronizada Setorial 20RG - Expansão e Reestruturação de Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica

Leia mais

QUADRO NACIONAL DA GREVE DOS SERVIDORES DA DRT novembro/2009

QUADRO NACIONAL DA GREVE DOS SERVIDORES DA DRT novembro/2009 QUADRO NACIONAL DA GREVE DOS SERVIDORES DA DRT novembro/2009 ESTADOS GREVE/PERCENTUAL ES Greve * MG Greve a partir de 13/11 PR Greve * RJ Greve * RS Greve * SE Greve * BA Greve * SP Adesão a partir do

Leia mais

OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012

OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012 OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012 (Estudo Técnico nº 175) François E. J. de Bremaeker Salvador, julho de 2012 2 OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012 François E. J. de Bremaeker Economista e Geógrafo Associação

Leia mais

Lançamento do Planejamento Estratégico Nacional Brasília, 09 de novembro de 2011

Lançamento do Planejamento Estratégico Nacional Brasília, 09 de novembro de 2011 Lançamento do Planejamento Estratégico Nacional Brasília, 09 de novembro de 2011 1 Lançamento do Planejamento Estratégico Nacional Brasília, 09 de novembro de 2011 2 Planejamento Estratégico Nacional do

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Perfil do Aluno de Iniciação Científica no Brasil. Com foco no setor privado

Perfil do Aluno de Iniciação Científica no Brasil. Com foco no setor privado Perfil do Aluno de Iniciação Científica no Brasil Perfil do aluno - pesquisador no Brasil Qual a o verdadeiro papel da iniciação científi ca? Quem são os jovens pesquisadores brasileiros? Quais as áreas

Leia mais

PROGRAMA LÍDERES INTERNACIONAIS EM EDUCAÇÃO

PROGRAMA LÍDERES INTERNACIONAIS EM EDUCAÇÃO PROGRAMA LÍDERES INTERNACIONAIS EM EDUCAÇÃO (INTERNATIONAL LEADERS IN EDUCATION PROGRAM ILEP) DESCRIÇÃO DO PROGRAMA: O Programa Líderes Internacionais em Educação (International Leaders in Education Program

Leia mais

Relatório produzido em conjunto por três agências das Nações Unidas

Relatório produzido em conjunto por três agências das Nações Unidas Relatório produzido em conjunto por três agências das Nações Unidas Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) Organização Internacional

Leia mais