MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS

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1 MINISTÉRIO DA SAÚDE Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS Brasília DF 2009

2 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS Brasília DF 2009

3 2009 Ministério da Saúde. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer fim comercial. A responsabilidade pelos direitos autorais de textos e imagens desta obra é da área técnica. A coleção institucional do Ministério da Saúde pode ser acessada na íntegra na Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde: Tiragem: 1ª edição exemplares Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Organização: Programa Nacional de Controle da Hanseníase Endereço: Setor Comercial Sul, Quadra 4, Edifício Principal Bloco A, 3º andar, CEP: , Brasília DF s: Home page: Coordenação: Maria Aparecida de Faria Grossi Coordenadora do Programa Nacional de Controle da Hanseníase PNCH Elaboração do texto: Equipe Técnica e Assessores do PNCH Colaboração: Técnicos do Departamento de Análise da Situação de Saúde (Dasis) Projeto gráfico e diagramação: Grifo Design

4 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO BRASIL ACRE ALAGOAS AMAPÁ AMAZONAS BAHIA CEARÁ DISTRITO FEDERAL ESPÍRITO SANTO GOIÁS MARANHÃO MATO GROSSO MATO GROSSO DO SUL MINAS GERAIS PARÁ PARAÍBA PARANÁ PERNAMBUCO PIAUÍ RIO DE JANEIRO RIO GRANDE DO NORTE RIO GRANDE DO SUL RONDÔNIA RORAIMA SANTA CATARINA SÃO PAULO SERGIPE TOCANTINS

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6 APRESENTAÇÃO Hanseníase no Brasil: dados e indicadores epidemiológicos selecionados apresenta a detecção geral de casos novos de hanseníase de 1990 a 2008, a de menores de 15 anos a partir de 2001 e dados operacionais dos últimos oito anos no país e nas Unidades Federadas. Com a publicação deste documento, a Coordenação Geral do Programa Nacional de Controle da Hanseníase CGPNCH/SVS/MS oferece aos gestores das três esferas de governo e demais interessados, um conjunto de informações que pode subsidiar a análise da heterogeneidade da situação da hanseníase no país e o fortalecimento da rede integrada de atenção à saúde. A tendência da detecção de casos novos de hanseníase é decrescente no país, mas nota-se, ainda, alta detecção nos estados das regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, quando comparados aos estados das regiões Sul e Sudeste. Além das diferenças epidemiológicas, as informações apresentadas permitem visualizar problemas operacionais que revelam a necessidade de maior empenho dos estados na implementação das ações estratégicas previstas no Pacto pela Vida, PAVS e PAC-Mais Saúde, para melhoria da atenção integral à pessoa com hanseníase e ou com seqüelas da doença. O coeficiente de detecção em menores de 15 anos, prioridade da política atual de controle da hanseníase no país, por indicar focos de infecção ativos e transmissão recente, deve ser monitorado com rigor para que se possa acompanhar as taxas da doença nessa faixa etária e a meta estabelecida no PAC-Mais Saúde. Os registros da avaliação de incapacidades, do percentual de cura e do exame de contatos mostram fragilidades que sugerem também a ocorrência de problemas na alimentação dos dados no sistema de informação. A resolução desses problemas faz-se necessária para que os indicadores reflitam com precisão a realidade da assistência. A vigilância de contatos, facilitada pela descentralização das ações para a rede básica, precisa ser intensificada com o objetivo de identificar e tratar novos casos e interromper a cadeia de transmissão. Nesse contexto, o controle da hanseníase no Brasil exige parcerias, grande mobilização social, vontade política dos gestores, compromisso e motivação dos técnicos e, controle social. Maria Aparecida de Faria Grossi Coordenadora do Programa Nacional de Controle da Hanseníase Gerson de Oliveira Penna Secretário de Vigilância em Saúde HANSENÍASE NO BRASIL DADOS E INDICADORES SELECIONADOS 5

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8 BRASIL O Brasil, segundo estudo de tendência realizado por Penna, 2008 (http://portal.saude.gov.br/portal/ arquivos/pdf/postertrend.pdf), apresenta tendência decrescente, estatisticamente significativa no tempo para as séries temporais de coeficientes de detecção. Entretanto, no período de 1990 a 2008, esse coeficiente oscilou entre 20,0/ em 1990 e 29,4/ em 2003, apresentando classificação muito alta, segundo parâmetros oficiais. Porem, as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste ainda mantêm taxas em patamares muito elevados (Gráfico 1). GRÁFICO 1. DE HANSENÍASE NA POPULAÇÃO GERAL, POR REGIÕES BRASIL, 1990 A Taxa por 100 mil Norte Centro-Oeste Nordeste Brasil Sudeste Sul Fonte: Sinan/SVS-MS (Base disponibilizada em 17/07/2009). Produção: PNCH/SVS/MS. A redução de casos em menores de 15 anos é prioridade do Programa Nacional de Controle da Hanseníase PNCH da Secretaria de Vigilância Epidemiológica/Ministério da Saúde, sendo o indicador da hanseníase no PAC - Mais Saúde. A detecção de casos nessa faixa etária tem relação com doença recente e focos de transmissão ativos e seu acompanhamento epidemiológico é relevante para o controle da hanseníase. O coeficiente de detecção do Brasil, nessa faixa etária, no período de 2001 a 2008, apresentou classificação muito alta (tabela 1). A distribuição dos casos em menores de 15 anos, em 2008, demonstra que houve notificação de crianças em 798 (14,3%) municípios do país. Vale salientar que 1173 municípios estão inseridos nas dez áreas de maior risco de detecção de casos de hanseníase, definidas pelo estudo de clusters (Figura 1). HANSENÍASE NO BRASIL DADOS E INDICADORES SELECIONADOS 7

9 FIGURA 1. CLUSTERS DE CASOS NOVOS DE HANSENÍASE, ORDENADOS SEGUNDO O COEFICIENTE DE DETECÇÃO NO PERÍODO DE 2005 A 2007, BRASIL. 10 Fonte: Penna, MLF MS, Dos parâmetros inseridos na Programação de Ações Prioritárias de Vigilância em Saúde PAVS observa-se que a média do percentual de avaliados, quanto ao grau de incapacidade física (GIF) no foi 85,2% para o período, considerado regular. O GIF 2, importante indicador de detecção precoce, oscilou entre 5,6% em 2003 e 9,4% em 2007 apresentando classificação média, segundo parâmetros. A avaliação do GIF na cura foi considerada precária no período, com média de 61,4 avaliados. A proporção de contatos examinados apresenta média de 54 examinados, oscilando entre 68% em 2002 e 43,9% em 2004, mantendo-se com classificação regular. O percentual de cura nas coortes apresentou média de 76,1%, considerado regular, oscilando entre 67,3% em 2004 e 85,5% em Vale salientar que o resultado desse indicador é fortemente influenciado por fatores relacionados à atualização do acompanhamento do paciente do Sinan. TABELA 1. INDICADORES EPIDEMIOLÓGICOS E OPERACIONAIS DA HANSENÍASE, BRASIL, 2001 A Indicadores / Ano 0-14 anos 0-14 anos por 100 mil Geral Geral por 100 mil avaliados quanto ao GIF no pacientes com GIF 2 no Avaliados quanto ao GIF na cura Contatos Examinados cura nas coortes , ,61 84,7 6,0 64,7 67,9 81, , ,33 84,2 5,9 63,1 68,0 75, , ,37 84,9 5,6 60,9 52,7 69, , ,24 84,8 5,8 60,4 43,9 67, , ,86 85,5 5,8 58,9 45,5 69, , ,37 86,6 5,7 60,6 49,7 85, , ,19 83,0 9,4 55,1 49,8 81, , ,56 88,2 7,7 67,8 54,3 79,4 Dados disponibilizados em 17/07/2009. PARÂMETROS EM < 15 ANOS 10,00/ hab. Muito 5,00 a 9,99/ hab. 2,50 a 4,99/ hab. 0,50 a 2,49/ hab. < 0,50/ hab. POP. GERAL 40,00/ hab. Muito 20,00 a 39,99/ hab. 10,00 a 19,99/ hab. 2,00 a 9,99/ hab. < 2,00/ hab. % DE AVALIAÇÃO DE INCAPACIDADES FÍSICAS % DE GRAU 2 DE INCAPACIDADE FÍSICA 10,0% 5,0 a 9,9% < 5,0% % DE CONTATOS EXAMINADOS 75,0% 50,0 a 74,9% < 50,0 % DE CURA NAS COORTES 8 SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE / MS

10 AC ACRE O estado do Acre, segundo estudo de tendência realizado por Penna, 2008 (http://portal.saude.gov.br/ portal/arquivos/pdf/postertrend.pdf), apresenta tendência decrescente, estatisticamente significativa no tempo para as séries temporais de coeficientes de detecção. Entretanto, no período de 1990 a 2008, esse coeficiente oscilou entre 99,38/ em 1992 e 37,64/ em 2008 apresentando classificação de hiperendêmica para muito alta, segundo parâmetros oficiais, muito acima da encontrada no Brasil. A região Norte, apresenta coeficientes com valor médio de 67,57/ , tendo classificação hiperendêmica, variando de 84,40/ em 1997 e 54,34/ em 2007, no período, ainda que tenha tendência decrescente para o coeficiente de detecção. GRÁFICO 1. DE HANSENÍASE NA POPULAÇÃO GERAL, ACRE, REGIÃO NORTE E BRASIL, 1990 A 2008*. 110 de detecção por 100 mil Região Norte Acre Brasil * A redução de casos em menores de 15 anos é prioridade do PNCH, sendo o indicador da hanseníase no PAC - Mais Saúde. A detecção de casos nessa faixa etária tem relação com doença recente e focos de transmissão ativos e seu acompanhamento epidemiológico é relevante para o controle da hanseníase (Brasil, 2008). O coeficiente de detecção do Acre nessa faixa etária, no período de 2001 a 2008, apresentou classificação hiperendêmica (tabela 1). A distribuição espacial dos casos em menores de 15 anos, em 2008 demonstra que houve notificação de crianças em 09 (40,9%) municípios do estado, que estão cercados por áreas silenciosas ou sem casos. Vale salientar que os municípios desse estado estão inseridos nas dez áreas de maior risco de detecção de casos de hanseníase, definidos pelo estudo de clusters. HANSENÍASE NO BRASIL DADOS E INDICADORES SELECIONADOS 9

11 FIGURA 1. DISTRIBUIÇÃO DOS COEFICIENTES DE DETECÇÃO DE HANSENÍASE EM MENORES DE 15 ANOS POR MUNICÍPIO DE RESIDÊNCIA, ACRE, 2008*. Dos parâmetros inseridos na Programação de Ações Prioritárias de Vigilância em Saúde PAVS observa-se que a média do percentual de avaliados quanto ao grau de incapacidade física (GIF) no foi 96,6% para o período, considerado bom. O GIF 2, importante indicador de detecção precoce, oscilou entre 7,2% e 3,2%, apresentando variação na classificação média, segundo parâmetros. A avaliação do GIF na cura foi considerada regular no período, com média de 83,5 avaliados. Capital Hiperendêmico (>=10) Muito alto (5,00-9,99) Alto (2,50-4,99) Médio (0,50-2,49) Baixo (< 0,50) A proporção de contatos examinados apresenta média de 67,5 examinados, oscilando entre 33,5% em 2001 e 66,4% em 2008, mantendo-se com classificação regular. O percentual de cura nas coortes apresentou média de 68,8%, considerado precária, oscilando entre 33,3% em 2001 e 97,8% em Vale salientar que o resultado desse indicador é fortemente influenciado por fatores relacionados à atualização do acompanhamento do paciente do Sinan. TABELA 1. INDICADORES EPIDEMIOLÓGOCOS E OPERACIONAIS DE HANSENÍASE, ACRE, 2001 A 2008*. Indicadores / Ano 0-14 anos 0-14 anos por 100 mil Geral Geral por 100 mil avaliados quanto ao GIF no pacientes com GIF 2 no Avaliados quanto ao GIF na cura Contatos Examinados cura nas coortes , ,16 100,0 7,2 98,9 33,5 33, , ,50 99,4 4,2 96,8 32,0 42, , ,60 99,0 4,8 95,7 4,8 32, , ,94 96,2 7,2 88,0 18,5 84, , ,05 95,3 3,5 61,3 15,2 71, , ,75 95,8 3,2 48,8 13,7 96, , ,38 91,0 7,9 48,4 53,7 97, , ,64 95,7 6,9 72,4 66,4 93,5 PARÂMETROS EM < 15 ANOS 10,00/ hab. Muito 5,00 a 9,99/ hab. 2,50 a 4,99/ hab. 0,50 a 2,49/ hab. < 0,50/ hab. POP. GERAL 40,00/ hab. Muito 20,00 a 39,99/ hab. 10,00 a 19,99/ hab. 2,00 a 9,99/ hab. < 2,00/ hab. % DE AVALIAÇÃO DE INCAPACIDADES FÍSICAS % DE GRAU 2 DE INCAPACIDADE FÍSICA 10,0% 5,0 a 9,9% < 5,0% % DE CONTATOS EXAMINADOS 75,0% 50,0 a 74,9% < 50,0 % DE CURA NAS COORTES 10 SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE / MS

12 AL ALAGOAS O estado Alagoas, segundo estudo de tendência realizado por Penna, 2008 (http://portal.saude.gov.br/ portal/arquivos/pdf/postertrend.pdf), não apresenta tendência estatisticamente significativa no tempo para as séries temporais de coeficientes de detecção. Entretanto, no período de 1990 a 2008, esse coeficiente oscilou entre 5,15/ em 1993 e 17,96/ em 2003, apresentando classificação alta, segundo parâmetros oficiais, menor que a encontrada no Brasil. A região nordeste, apresenta coeficientes com valor médio de 29,90/ , variando de 19,60/ em 1990 e 38,75/ em 2004, tendo classificação muito alta no período, ainda que tenha tendência decrescente no final do período para o coeficiente de detecção. GRÁFICO 1. DE HANSENÍASE NA POPULAÇÃO GERAL, ALAGOAS, REGIÃO NORDESTE E BRASIL, 1990 A 2008*. 50,00 de detecção por 100 mil 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 Região Nordeste Brasil Alagoas * A redução de casos em menores de 15 anos é prioridade do PNCH, sendo o indicador da hanseníase no PAC - Mais Saúde. A detecção de casos nessa faixa etária tem relação com doença recente e focos de transmissão ativos e seu acompanhamento epidemiológico é relevante para o controle da hanseníase (Brasil, 2008). O coeficiente de detecção de Alagoas nessa faixa etária, no período de 2001 a 2008, apresentou classificação alta (tabela 1). A distribuição espacial dos casos em menores de 15 anos, em 2008 demonstra que houve notificação de crianças em 11 (10,8%) municípios do estado, que estão cercados por áreas silenciosas ou sem casos. Vale salientar que municípios desse estado estão inseridos nas dez áreas de maior risco de detecção de casos de hanseníase, definidos pelo estudo de clusters. HANSENÍASE NO BRASIL DADOS E INDICADORES SELECIONADOS 11

13 FIGURA 1. DISTRIBUIÇÃO DOS COEFICIENTES DE DETECÇÃO DE HANSENÍASE EM MENORES DE 15 ANOS POR MUNICÍPIO DE RESIDÊNCIA, ALAGOAS, 2008*. Dos parâmetros inseridos na Programação de Ações Prioritárias de Vigilância em Saúde PAVS observa-se que a média do percentual de avaliados quanto ao grau de incapacidade física (GIF) no foi 76,9% para o período, considerado regular. O GIF 2, importante indicador de detecção precoce, oscilou entre 3,8% e 12,4%, apresentando classificação de baixa para alta, segundo parâmetros. A avaliação do GIF na cura foi considerada precária no período, com média de 47,2 avaliados. Capital Hiperendêmico (>=10) Muito alto (5,00-9,99) Alto (2,50-4,99) Médio (0,50-2,49) Baixo (< 0,50) A proporção de contatos examinados apresenta média de 59,7 examinados, oscilando entre 94% em 2001 e 40,7% em 2004, mantendo-se com classificação regular. O percentual de cura nas coortes apresentou média de 78%, considerado regular, oscilando entre 85,2% em 2006 e 66,2% em Vale salientar que o resultado desse indicador é fortemente influenciado por fatores relacionados à atualização do acompanhamento do paciente do Sinan. TABELA 1. INDICADORES EPIDEMIOLÓGOCOS E OPERACIONAIS DE HANSENÍASE, ALAGOAS, 2001 A 2008*. Indicadores / Ano 0-14 anos 0-14 anos por 100 mil Geral Geral por 100 mil avaliados quanto ao GIF no pacientes com GIF 2 no Avaliados quanto ao GIF na cura Contatos Examinados cura nas coortes , ,95 60,3 5,8 33,7 94,0 83, , ,03 71,6 3,8 43,3 60,8 84, , ,96 79,2 5,8 48,4 71,8 73, , ,89 64,5 4,9 41,0 40,7 70, , ,95 76,5 8,1 37,5 59,9 66, , ,32 87,0 6,3 51,2 46,7 85, , ,61 91,0 6,7 51,6 53,5 82, , ,44 84,8 12,4 70,8 50,3 77,9 PARÂMETROS EM < 15 ANOS 10,00/ hab. Muito 5,00 a 9,99/ hab. 2,50 a 4,99/ hab. 0,50 a 2,49/ hab. < 0,50/ hab. POP. GERAL 40,00/ hab. Muito 20,00 a 39,99/ hab. 10,00 a 19,99/ hab. 2,00 a 9,99/ hab. < 2,00/ hab. % DE AVALIAÇÃO DE INCAPACIDADES FÍSICAS % DE GRAU 2 DE INCAPACIDADE FÍSICA 10,0% 5,0 a 9,9% < 5,0% % DE CONTATOS EXAMINADOS 75,0% 50,0 a 74,9% < 50,0 % DE CURA NAS COORTES 12 SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE / MS

14 AP AMAPÁ O estado do Amapá, segundo estudo de tendência realizado por Penna, 2008 (http://portal.saude.gov. br/portal/arquivos/pdf/postertrend.pdf), apresenta tendência decrescente, estatisticamente significativa no tempo para as séries temporais de coeficientes de detecção. Entretanto, no período de 1990 a 2008, esse coeficiente oscilou entre 56,40/ em 1996 e 9,64/ em 2000, tendo como média no período 36,43/ , considerada hiperendêmica, segundo parâmetros oficiais, acima da encontrada no Brasil (24,62). A região Norte, apresenta coeficientes com valor médio de 67,57/ , tendo classificação hiperendêmica, variando de 84,40/ em 1997 e 54,34/ em 2007, no período, ainda que tenha tendência decrescente para o coeficiente de detecção. GRÁFICO 1. DE HANSENÍASE NA POPULAÇÃO GERAL, AMAPÁ, REGIÃO NORTE E BRASIL, 1990 A 2008*. 90,00 de detecção por 100 mil 80,00 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 Região Norte Amapá Brasil 0, * A redução de casos em menores de 15 anos é prioridade do PNCH, sendo o indicador da hanseníase no PAC - Mais Saúde. A detecção de casos nessa faixa etária tem relação com doença recente e focos de transmissão ativos e seu acompanhamento epidemiológico é relevante para o controle da hanseníase (Brasil, 2008). O coeficiente de detecção do Amapá, nessa faixa etária, no período de 2001 a 2008, apresentou classificação muito alta (tabela 1). A distribuição espacial dos casos em menores de 15 anos, em 2008 demonstra que houve notificação de crianças em 07 (43,8%) municípios do estado, que estão cercados por áreas silenciosas ou sem casos. Vale salientar que municípios desse estado estão inseridos nas dez áreas de maior risco de detecção de casos de hanseníase, definidos pelo estudo de clusters. HANSENÍASE NO BRASIL DADOS E INDICADORES SELECIONADOS 13

15 FIGURA 1. DISTRIBUIÇÃO DOS COEFICIENTES DE DETECÇÃO DE HANSENÍASE EM MENORES DE 15 ANOS POR MUNICÍPIO DE RESIDÊNCIA, AMAPÁ, 2008*. Capital Hiperendêmico (>=10) Muito alto (5,00-9,99) Alto (2,50-4,99) Médio (0,50-2,49) Baixo (< 0,50) Dos parâmetros inseridos na Programação de Ações Prioritárias de Vigilância em Saúde PAVS observa-se que a média do percentual de avaliados quanto ao grau de incapacidade física (GIF) no foi 83,9% para o período, considerado regular. O GIF 2, importante indicador de detecção precoce, oscilou entre 3,3% em 2006 e 9,2% em 2007, apresentando variação na classificação de baixa para média, segundo parâmetros. A avaliação do GIF na cura foi considerada precária no período, com média de 42,1 avaliados. A proporção de contatos examinados apresenta média de 5,7 examinados, oscilando entre 0,0% em 2001 e 18,2% em 2002, mantendo-se com classificação precária. O percentual de cura nas coortes apresentou média de 30,9%, considerado precário, oscilando entre 0,0% em 2002 e 69,0% em Vale salientar que o resultado desse indicador é fortemente influenciado por fatores relacionados à atualização do acompanhamento do paciente do Sinan. TABELA 1. INDICADORES EPIDEMIOLÓGOCOS E OPERACIONAIS DE HANSENÍASE, AMAPÁ, 2001 A 2008*. Indicadores / Ano 0-14 anos 0-14 anos por 100 mil Geral Geral por 100 mil avaliados quanto ao GIF no pacientes com GIF 2 no Avaliados quanto ao GIF na cura Contatos Examinados cura nas coortes , ,47 77,5 5,5 44,9 0,0 9, , ,82 91,4 4,7 42,9 18,2 0, , ,21 93,5 4,8 72,1 1,7 0, , ,45 82,2 7,2 28,5 1,3 40, , ,92 69,3 6,1 27,5 4,6 12, , ,05 82,7 3,3 28,6 1,4 69, , ,63 85,8 9,2 33,8 1,2 52, , ,68 89,0 7,4 58,8 16,9 63,4 PARÂMETROS EM < 15 ANOS 10,00/ hab. Muito 5,00 a 9,99/ hab. 2,50 a 4,99/ hab. 0,50 a 2,49/ hab. < 0,50/ hab. POP. GERAL 40,00/ hab. Muito 20,00 a 39,99/ hab. 10,00 a 19,99/ hab. 2,00 a 9,99/ hab. < 2,00/ hab. % DE AVALIAÇÃO DE INCAPACIDADES FÍSICAS % DE GRAU 2 DE INCAPACIDADE FÍSICA 10,0% 5,0 a 9,9% < 5,0% % DE CONTATOS EXAMINADOS 75,0% 50,0 a 74,9% < 50,0 % DE CURA NAS COORTES 14 SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE / MS

16 AM AMAZONAS O estado do Amazonas, segundo estudo de tendência realizado por Penna, 2008 (http://portal.saude.gov. br/portal/arquivos/pdf/postertrend.pdf), apresenta tendência decrescente, estatisticamente significativa no tempo para as séries temporais de coeficientes de detecção. Entretanto, no período de 1990 a 2008, esse coeficiente oscilou entre 79,97/ em 1991 e 21,25/ em 2008, apresentando classificação de hiperendêmica para muito alta, segundo parâmetros oficiais, aproximandose da encontrada no Brasil. A região Norte, apresenta coeficientes com valor médio de 67,57/ , tendo classificação hiperendêmica, variando de 84,40/ em 1997 e 54,34/ em 2007, no período, ainda que tenha tendência decrescente para o coeficiente de detecção. GRÁFICO 1. DE HANSENÍASE NA POPULAÇÃO GERAL, AMAZONAS, REGIÃO NORTE E BRASIL, 1990 A 2008*. 90,00 de detecção por 100 mil 80,00 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 Região Norte Amazonas Brasil * A redução de casos em menores de 15 anos é prioridade do PNCH, sendo o indicador da hanseníase no PAC - Mais Saúde. A detecção de casos nessa faixa etária tem relação com doença recente e focos de transmissão ativos e seu acompanhamento epidemiológico é relevante para o controle da hanseníase (Brasil, 2008). O coeficiente de detecção do Amazonas, nessa faixa etária, no período de 2001 a 2008, apresentou classificação Hipirendêmico até 2003, passando a partir de 2004 para muito alta (tabela 1). A distribuição espacial dos casos em menores de 15 anos, em 2008 demonstra que houve notificação de crianças em 19 (30,6%) municípios do estado, que estão cercados por áreas silenciosas ou sem casos. Vale salientar que os municípios desse estado estão inseridos nas dez áreas de maior risco de detecção de casos de hanseníase, definidos pelo estudo de clusters. HANSENÍASE NO BRASIL DADOS E INDICADORES SELECIONADOS 15

17 FIGURA 1. DISTRIBUIÇÃO DOS COEFICIENTES DE DETECÇÃO DE HANSENÍASE EM MENORES DE 15 ANOS POR MUNICÍPIO DE RESIDÊNCIA, AMAZONAS, 2008*. Dos parâmetros inseridos na Programação de Ações Prioritárias de Vigilância em Saúde PAVS observa-se que a média do percentual de avaliados quanto ao grau de incapacidade física (GIF) no foi 95,5% para o período, considerada bom. O GIF 2, importante indicador de detecção precoce, oscilou entre 5,5% e 8,4%, apresentando classificação média, segundo parâmetros. A avaliação do GIF na cura foi considerada regular no período, com média de 79,8 avaliados. Capital Hiperendêmico (>=10) Muito alto (5,00-9,99) Alto (2,50-4,99) Médio (0,50-2,49) Baixo (< 0,50) A proporção de contatos examinados apresenta média de 57,7 examinados, oscilando entre 140,4% em 2002 e 26,8% em 2008, mantendo-se com classificação precária desde O percentual de cura nas coortes apresentou média de 77,1%, considerado regular, oscilando entre 86,6% em 2001 e 68,4% em Vale salientar que o resultado desse indicador é fortemente influenciado por fatores relacionados à atualização do acompanhamento do paciente do Sinan. TABELA 1. INDICADORES EPIDEMIOLÓGOCOS E OPERACIONAIS DE HANSENÍASE, AMAZONAS, 2001 A 2008*. Indicadores / Ano 0-14 anos 0-14 anos por 100 mil Geral Geral por 100 mil avaliados quanto ao GIF no pacientes com GIF 2 no Avaliados quanto ao GIF na cura Contatos Examinados cura nas coortes , ,45 96,9 8,4 97,5 107,9 86, , ,18 93,6 6,5 96,2 140,4 84, , ,78 94,8 7,0 80,5 46,3 74, , ,16 97,3 7,3 70,9 40,1 69, , ,76 95,5 5,5 72,9 37,6 68, , ,61 96,7 7,4 75,2 27,2 77, , ,96 93,3 8,1 66,3 35,7 78, , ,25 96,1 8,1 79,0 26,8 78,8 PARÂMETROS EM < 15 ANOS 10,00/ hab. Muito 5,00 a 9,99/ hab. 2,50 a 4,99/ hab. 0,50 a 2,49/ hab. < 0,50/ hab. POP. GERAL 40,00/ hab. Muito 20,00 a 39,99/ hab. 10,00 a 19,99/ hab. 2,00 a 9,99/ hab. < 2,00/ hab. % DE AVALIAÇÃO DE INCAPACIDADES FÍSICAS % DE GRAU 2 DE INCAPACIDADE FÍSICA 10,0% 5,0 a 9,9% < 5,0% % DE CONTATOS EXAMINADOS 75,0% 50,0 a 74,9% < 50,0 % DE CURA NAS COORTES 16 SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE / MS

18 BA BAHIA O estado da Bahia, segundo estudo de tendência realizado por Penna, 2008 (http://portal.saude.gov. br/portal/arquivos/pdf/postertrend.pdf), apresenta tendência decrescente mais tardia, estatisticamente significativa no tempo para as,séries temporais de coeficientes de detecção. Entretanto, no período de 1990 a 2008, esse coeficiente oscilou entre 7,52/ em 1991 e 29,32/ em 2003, apresentando classificação alta para o período, segundo parâmetros oficiais, menor que a encontrada no Brasil. A região nordeste, apresenta coeficientes com valor médio de 29,90/ , variando de 19,60/ em 1990 e 38,75/ em 2004, tendo classificação muito alta no período, ainda que tenha tendência decrescente no final do período para o coeficiente de detecção. GRÁFICO 1. DE HANSENÍASE NA POPULAÇÃO GERAL, BAHIA, REGIÃO NORDESTE E BRASIL, 1990 A 2008*. 50,00 de detecção por 100 mil 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 Região Nordeste Brasil Bahia * A redução de casos em menores de 15 anos é prioridade do PNCH, sendo o indicador da hanseníase no PAC - Mais Saúde. A detecção de casos nessa faixa etária tem relação com doença recente e focos de transmissão ativos e seu acompanhamento epidemiológico é relevante para o controle da hanseníase (Brasil, 2008). O coeficiente de detecção na Bahia nessa faixa etária, no período de 2001 a 2008, apresentou classificação alta (tabela 1). A distribuição espacial dos casos em menores de 15 anos, em 2008 demonstra que houve notificação de crianças em 65 (15,6%) municípios do estado, que estão cercados por áreas silenciosas ou sem casos. Vale salientar que municípios desse estado estão inseridos nas dez áreas de maior risco de detecção de casos de hanseníase, definidos pelo estudo de clusters. HANSENÍASE NO BRASIL DADOS E INDICADORES SELECIONADOS 17

19 FIGURA 1. DISTRIBUIÇÃO DOS COEFICIENTES DE DETECÇÃO DE HANSENÍASE EM MENORES DE 15 ANOS POR MUNICÍPIO DE RESIDÊNCIA, BAHIA, 2008*. Dos parâmetros inseridos na Programação de Ações Prioritárias de Vigilância em Saúde PAVS observa-se que a média do percentual de avaliados quanto ao grau de incapacidade física (GIF) no foi 87,3% para o período, considerado regular. O GIF 2, importante indicador de detecção precoce, oscilou entre 3,1% e 8,5%, apresentando classificação de baixa para média no período, segundo parâmetros. A avaliação do GIF na cura foi considerada precária no período, com média de 47,7 avaliados. Capital Hiperendêmico (>=10) Muito alto (5,00-9,99) Alto (2,50-4,99) Médio (0,50-2,49) Baixo (< 0,50) A proporção de contatos examinados apresenta média de 40 examinados, oscilando entre 69,7% em 2001 e 30,2% em 2008, mantendo-se com classificação precária. O percentual de cura nas coortes apresentou média de 68,7%, considerado precário, oscilando entre 60,% em 2003 e 80,2% em Vale salientar que o resultado desse indicador é fortemente influenciado por fatores relacionados à atualização do acompanhamento do paciente do Sinan. TABELA 1. INDICADORES EPIDEMIOLÓGOCOS E OPERACIONAIS DE HANSENÍASE, BAHIA, 2001 A 2008*. Indicadores / Ano 0-14 anos 0-14 anos por 100 mil Geral Geral por 100 mil avaliados quanto ao GIF no pacientes com GIF 2 no Avaliados quanto ao GIF na cura Contatos Examinados cura nas coortes , ,04 86,2 4,4 74,3 69, , ,38 86,6 4,2 42,7 39,8 60, , ,06 87,6 3,1 41,8 40,5 60, , ,32 91,8 3,4 43,1 36,8 63, , ,38 87,2 3,9 41,9 33,6 65, , ,44 87,4 4,3 46,0 31,8 80, , ,05 86,2 8,5 35,2 37,6 76, , ,28 85,2 6,7 56,7 30,2 69,0 PARÂMETROS EM < 15 ANOS 10,00/ hab. Muito 5,00 a 9,99/ hab. 2,50 a 4,99/ hab. 0,50 a 2,49/ hab. < 0,50/ hab. POP. GERAL 40,00/ hab. Muito 20,00 a 39,99/ hab. 10,00 a 19,99/ hab. 2,00 a 9,99/ hab. < 2,00/ hab. % DE AVALIAÇÃO DE INCAPACIDADES FÍSICAS % DE GRAU 2 DE INCAPACIDADE FÍSICA 10,0% 5,0 a 9,9% < 5,0% % DE CONTATOS EXAMINADOS 75,0% 50,0 a 74,9% < 50,0 % DE CURA NAS COORTES 18 SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE / MS

20 CE CEARÁ O estado do Ceará, segundo estudo de tendência realizado por Penna, 2008 (http://portal.saude.gov. br/portal/arquivos/pdf/postertrend.pdf), apresenta tendência decrescente, estatisticamente significativa no tempo para as séries temporais de coeficientes de detecção. Entretanto, no período de 1990 a 2008, esse coeficiente oscilou entre 24,89/ em 1991 e 37,58/ em 2003, apresentando classificação muito alta, segundo parâmetros oficiais, acima da encontrada no Brasil. A região nordeste, apresenta coeficientes com valor médio de 29,90/ , variando de 19,60/ em 1990 e 38,75/ em 2004, tendo classificação muito alta no período, ainda que tenha tendência decrescente no final do período para o coeficiente de detecção. GRÁFICO 1. DE HANSENÍASE NA POPULAÇÃO GERAL, CEARÁ, REGIÃO NORDESTE E BRASIL, 1990 A 2008*. 60,00 de detecção por 100 mil 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 Região Nordeste Ceará Brasil * A redução de casos em menores de 15 anos é prioridade do PNCH, sendo o indicador da hanseníase no PAC - Mais Saúde. A detecção de casos nessa faixa etária tem relação com doença recente e focos de transmissão ativos e seu acompanhamento epidemiológico é relevante para o controle da hanseníase (Brasil, 2008). O coeficiente de detecção no Ceará nessa faixa etária, no período de 2001 a 2008, apresentou classificação muito alta (tabela 1). A distribuição espacial dos casos em menores de 15 anos, em 2008 demonstra que houve notificação de crianças em 39 (21,2%) municípios do estado, que estão cercados por áreas silenciosas ou sem casos. Vale salientar que municípios desse estado estão inseridos nas dez áreas de maior risco de detecção de casos de hanseníase, definidos pelo estudo de clusters. HANSENÍASE NO BRASIL DADOS E INDICADORES SELECIONADOS 19

21 FIGURA 1. DISTRIBUIÇÃO DOS COEFICIENTES DE DETECÇÃO DE HANSENÍASE EM MENORES DE 15 ANOS POR MUNICÍPIO DE RESIDÊNCIA, CEARÁ, 2008*. Dos parâmetros inseridos na Programação de Ações Prioritárias de Vigilância em Saúde PAVS observa-se que a média do percentual de avaliados quanto ao grau de incapacidade física (GIF) no foi 89,5% para o período, considerado regular. O GIF 2, importante indicador de detecção precoce, oscilou entre 5,4% e 10,7, apresentando classificação de baixa para alta, segundo parâmetros. A avaliação do GIF na cura foi considerada precária no período, com média de 64,6 avaliados. Capital Hiperendêmico (>=10) Muito alto (5,00-9,99) Alto (2,50-4,99) Médio (0,50-2,49) Baixo (< 0,50) A proporção de contatos examinados apresenta média de 54,5 examinados, oscilando entre 91,5% em 2002 e 39,6% em 2006, mantendo-se com classificação precária desde O percentual de cura nas coortes apresentou média de 80,7%, considerado regular, oscilando entre 68,6% em 2003 e 90% em Vale salientar que o resultado desse indicador é fortemente influenciado por fatores relacionados à atualização do acompanhamento do paciente do Sinan. TABELA 1. INDICADORES EPIDEMIOLÓGOCOS E OPERACIONAIS DE HANSENÍASE, CEARÁ, 2001 A 2008*. Indicadores / Ano 0-14 anos 0-14 anos por 100 mil Geral Geral por 100 mil avaliados quanto ao GIF no pacientes com GIF 2 no Avaliados quanto ao GIF na cura Contatos Examinados cura nas coortes , ,70 89,5 6,7 75,2 70,9 86, , ,84 91,0 6,0 69,3 91,5 85, , ,58 91,6 6,6 57,3 41,8 68, , ,67 92,5 6,6 68,0 47,0 73, , ,76 92,0 5,4 62,4 47,2 79, , ,07 90,3 6,0 64,9 39,6 90, , ,17 83,1 10,7 59,9 49,8 81, , ,58 86,3 7,6 60,1 48,2 82,2 PARÂMETROS EM < 15 ANOS 10,00/ hab. Muito 5,00 a 9,99/ hab. 2,50 a 4,99/ hab. 0,50 a 2,49/ hab. < 0,50/ hab. POP. GERAL 40,00/ hab. Muito 20,00 a 39,99/ hab. 10,00 a 19,99/ hab. 2,00 a 9,99/ hab. < 2,00/ hab. % DE AVALIAÇÃO DE INCAPACIDADES FÍSICAS % DE GRAU 2 DE INCAPACIDADE FÍSICA 10,0% 5,0 a 9,9% < 5,0% % DE CONTATOS EXAMINADOS 75,0% 50,0 a 74,9% < 50,0 % DE CURA NAS COORTES 20 SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE / MS

22 DF DISTRITO FEDERAL O Distrito Federal, segundo estudo de tendência realizado por Penna, 2008 (http://portal.saude.gov.br/ portal/arquivos/pdf/postertrend.pdf), apresenta tendência decrescente, estatisticamente significativa no tempo para as séries temporais de coeficientes de detecção. Entretanto, no período de 1990 a 2008, esse coeficiente oscilou entre 28,82/ em 1992 e 10,25/ em 2008, apresentando classificação alta, segundo parâmetros oficiais, menor que a encontrada no Brasil. A região Centro-Oeste, apresenta coeficientes com valor médio de 61,74/ , variando de 41,19/ em 2007 a 72,68/ em 1993, tendo classificação hiperendêmica no período, ainda que, com tendência decrescente. GRÁFICO 1. DE HANSENÍASE NA POPULAÇÃO GERAL, DISTRITO FEDERAL, REGIÃO CENTRO-OESTE E BRASIL, 1990 A 2008*. 80,00 de detecção por 100 mil 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 Região Centro-Oeste Brasil Distrito Federal * A redução de casos em menores de 15 anos é prioridade do PNCH, sendo o indicador da hanseníase no PAC - Mais Saúde. A detecção de casos nessa faixa etária tem relação com doença recente e focos de transmissão ativos e seu acompanhamento epidemiológico é relevante para o controle da hanseníase (Brasil, 2008). O coeficiente de detecção do Distrito Federal nessa faixa etária, no período de 2001 a 2008, apresentou classificação média (tabela 1). A distribuição espacial dos casos em menores de 15 anos, em 2008 demonstra que houve notificação de crianças no Distrito Federal, que está cercado por áreas silenciosas ou sem casos. Vale salientar que o Distrito Federal não está inserido nas dez áreas de maior risco de detecção de casos de hanseníase, definidos pelo estudo de clusters. HANSENÍASE NO BRASIL DADOS E INDICADORES SELECIONADOS 21

23 FIGURA 1. DISTRIBUIÇÃO DOS COEFICIENTES DE DETECÇÃO DE HANSENÍASE EM MENORES DE 15 ANOS POR MUNICÍPIO DE RESIDÊNCIA, DISTRITO FEDERAL, 2008*. Dos parâmetros inseridos na Programação de Ações Prioritárias de Vigilância em Saúde PAVS observa-se que a média do percentual de avaliados quanto ao grau de incapacidade física (GIF) no foi 91,3% para o período, considerado bom. O GIF 2, importante indicador de detecção precoce, oscilou entre 7,5% e 17,7%, apresentando classificação de média para alta no período, segundo parâmetros. A avaliação do GIF na cura foi considerada regular no período, com média de 82,3 avaliados. Capital Hiperendêmico (>=10) Muito alto (5,00-9,99) Alto (2,50-4,99) Médio (0,50-2,49) Baixo (< 0,50) A proporção de contatos examinados apresenta média de 54,9 examinados, oscilando entre 35,6% em 2006 e 64,4% em 2007, mantendo-se com classificação regular. O percentual de cura nas coortes apresentou média de 82,2%, considerado regular, oscilando entre 87,8% em 2002 e 72,6% em Vale salientar que o resultado desse indicador é fortemente influenciado por fatores relacionados à atualização do acompanhamento do paciente do Sinan. TABELA 1. INDICADORES EPIDEMIOLÓGOCOS E OPERACIONAIS DE HANSENÍASE, DISTRITO FEDERAL, 2001 A 2008*. Indicadores / Ano 0-14 anos 0-14 anos por 100 mil Geral Geral por 100 mil avaliados quanto ao GIF no pacientes com GIF 2 no Avaliados quanto ao GIF na cura Contatos Examinados cura nas coortes , ,30 92,2 9,5 89,3 63,2 83, , ,26 91,4 7,5 87,6 58,1 87, , ,26 88,2 8,6 88,4 61,0 83, , ,85 96,5 10,5 78,9 54,6 72, , ,26 90,9 10,8 82,7 56,2 79, , ,78 91,1 9,0 80,8 35,6 87, , ,64 87,6 16,4 70,5 64,4 82, , ,25 92,7 17,7 79,9 46,1 80,8 PARÂMETROS EM < 15 ANOS 10,00/ hab. Muito 5,00 a 9,99/ hab. 2,50 a 4,99/ hab. 0,50 a 2,49/ hab. < 0,50/ hab. POP. GERAL 40,00/ hab. Muito 20,00 a 39,99/ hab. 10,00 a 19,99/ hab. 2,00 a 9,99/ hab. < 2,00/ hab. % DE AVALIAÇÃO DE INCAPACIDADES FÍSICAS % DE GRAU 2 DE INCAPACIDADE FÍSICA 10,0% 5,0 a 9,9% < 5,0% % DE CONTATOS EXAMINADOS 75,0% 50,0 a 74,9% < 50,0 % DE CURA NAS COORTES 22 SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE / MS

24 ES ESPÍRITO SANTO O estado do Espírito Santo, segundo estudo de tendência realizado por Penna, 2008 (http://portal.saude. gov.br/portal/arquivos/pdf/postertrend.pdf), apresenta tendência decrescente, estatisticamente significativa no tempo para as séries temporais de coeficientes de detecção. Entretanto, no período de 1990 a 2008, esse coeficiente oscilou entre 53,57/ em 2002 e 31,28/ em 2008, apresentando classificação alta, segundo parâmetros oficiais, muito acima da encontrada no Brasil. A região Sudeste, apresenta coeficientes com valor médio de 13,71/ , variando de 16,16/ em 1997 e 8,81/ em 2008, tendo classificação alta no período, ainda que tenha tendência decrescente para o coeficiente de detecção. GRÁFICO 1. DE HANSENÍASE NA POPULAÇÃO GERAL, ESPÍRITO SANTO, REGIÃO SUDESTE E BRASIL, 1990 A 2008*. 60,00 de detecção por ,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 Espírito Santo Brasil Região Sudeste * A redução de casos em menores de 15 anos é prioridade do PNCH, sendo o indicador da hanseníase no PAC - Mais Saúde. A detecção de casos nessa faixa etária tem relação com doença recente e focos de transmissão ativos e seu acompanhamento epidemiológico é relevante para o controle da hanseníase (Brasil, 2008). O coeficiente de detecção do Espírito Santo nessa faixa etária, no período de 2001 a 2008, apresentou classificação hiperendêmica (tabela 1). A distribuição espacial dos casos em menores de 15 anos, em 2008 demonstra que houve notificação de crianças em 27 (34,6%) municípios do estado, que estão cercados por áreas silenciosas ou sem casos. Vale salientar que municípios desse estado estão inseridos nas dez áreas de maior risco de detecção de casos de hanseníase, definidos pelo estudo de clusters. HANSENÍASE NO BRASIL DADOS E INDICADORES SELECIONADOS 23

25 FIGURA 1. DISTRIBUIÇÃO DOS COEFICIENTES DE DETECÇÃO DE HANSENÍASE EM MENORES DE 15 ANOS POR MUNICÍPIO DE RESIDÊNCIA, ESPÍRITO SANTO, 2008*. Dos parâmetros inseridos na Programação de Ações Prioritárias de Vigilância em Saúde PAVS observa-se que a média do percentual de avaliados quanto ao grau de incapacidade física (GIF) no foi 92,6% para o período, considerado regular. O GIF 2, importante indicador de detecção precoce, oscilou entre 6,5% e 4%, apresentando classificação média, segundo parâmetros. A avaliação do GIF na cura foi considerada regular no período, com média de 83,7 avaliados. Capital Hiperendêmico (>=10) Muito alto (5,00-9,99) Alto (2,50-4,99) Médio (0,50-2,49) Baixo (< 0,50) A proporção de contatos examinados apresenta média de 75,5 examinados, oscilando entre 81,3% em 2005 e 65,7% em 2008, mantendo-se com classificação bom até O percentual de cura nas coortes apresentou média de 90%, considerado bom, oscilando entre 94,4% em 2001 e 86,9% em Vale salientar que o resultado desse indicador é fortemente influenciado por fatores relacionados à atualização do acompanhamento do paciente do Sinan. TABELA 1. INDICADORES EPIDEMIOLÓGOCOS E OPERACIONAIS DE HANSENÍASE, ESPÍRITO SANTO, 2001 A 2008*. Indicadores / Ano 0-14 anos 0-14 anos por 100 mil Geral Geral por 100 mil avaliados quanto ao GIF no pacientes com GIF 2 no Avaliados quanto ao GIF na cura Contatos Examinados cura nas coortes , ,23 89,6 6,5 86,0 75,6 94, , ,57 92,5 4,8 87,4 76,0 92, , ,13 92,5 6,2 86,9 78,6 89, , ,45 96,4 5,6 89,7 78,2 84, , ,39 94,7 4,1 87,7 81,3 85, , ,93 95,4 4,0 86,8 73,6 94, , ,52 89,7 5,4 69,5 75,3 92, , ,27 89,8 4,9 75,7 65,7 86,9 PARÂMETROS EM < 15 ANOS 10,00/ hab. Muito 5,00 a 9,99/ hab. 2,50 a 4,99/ hab. 0,50 a 2,49/ hab. < 0,50/ hab. POP. GERAL 40,00/ hab. Muito 20,00 a 39,99/ hab. 10,00 a 19,99/ hab. 2,00 a 9,99/ hab. < 2,00/ hab. % DE AVALIAÇÃO DE INCAPACIDADES FÍSICAS % DE GRAU 2 DE INCAPACIDADE FÍSICA 10,0% 5,0 a 9,9% < 5,0% % DE CONTATOS EXAMINADOS 75,0% 50,0 a 74,9% < 50,0 % DE CURA NAS COORTES 24 SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE / MS

26 GO GOIÁS O Estado de Goiás, segundo estudo de tendência realizado por Penna, 2008 (http://portal.saude.gov.br/ portal/arquivos/pdf/postertrend.pdf), apresenta tendência decrescente, estatisticamente significativa no tempo para as séries temporais de coeficientes de detecção. Entretanto, no período de 1990 a 2008, esse coeficiente oscilou entre 44,34/ em 1990 e 83,9/ em 1993, apresentando classificação hiperendêmica, segundo parâmetros oficiais, maior que a encontrada no Brasil. A região Centro-Oeste, apresenta coeficientes com valor médio de 61,74/ , variando de 41,19/ em 2007 a 72,68/ em 1993, tendo classificação hiperendêmica no período, ainda que, com tendência decrescente. GRÁFICO 1. DE HANSENÍASE NA POPULAÇÃO GERAL, GOIÁS, REGIÃO CENTRO-OESTE E BRASIL, 1990 A 2008*. 90,00 de detecção por 100 mil 80,00 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 Região Centro-Oeste Goiás Brasil * A redução de casos em menores de 15 anos é prioridade do PNCH, sendo o indicador da hanseníase no PAC - Mais Saúde. A detecção de casos nessa faixa etária tem relação com doença recente e focos de transmissão ativos e seu acompanhamento epidemiológico é relevante para o controle da hanseníase (Brasil, 2008). O coeficiente de detecção em Goiás nessa faixa etária, no período de 2001 a 2008, apresentou classificação hiperendêmica (tabela 1). A distribuição espacial dos casos em menores de 15 anos, em 2008 demonstra que houve notificação de crianças em 54 (22%) municípios do estado, que estão cercados por áreas silenciosas ou sem casos. Vale salientar que municípios desse estado estão inseridos nas dez áreas de maior risco de detecção de casos de hanseníase, definidos pelo estudo de clusters. HANSENÍASE NO BRASIL DADOS E INDICADORES SELECIONADOS 25

27 FIGURA 1. DISTRIBUIÇÃO DOS COEFICIENTES DE DETECÇÃO DE HANSENÍASE EM MENORES DE 15 ANOS POR MUNICÍPIO DE RESIDÊNCIA, GOIÁS, 2008*. Dos parâmetros inseridos na Programação de Ações Prioritárias de Vigilância em Saúde PAVS observa-se que a média do percentual de avaliados quanto ao grau de incapacidade física (GIF) no foi 89,6% para o período, considerado regular. O GIF 2, importante indicador de detecção precoce, oscilou entre 3,2% e 7,1%, apresentando classificação de baixa para média no período, segundo parâmetros. A avaliação do GIF na cura foi considerada precária no período, com média de 69,7 avaliados. Capital Hiperendêmico (>=10) Muito alto (5,00-9,99) Alto (2,50-4,99) Médio (0,50-2,49) Baixo (< 0,50) A proporção de contatos examinados apresenta média de 56,1 examinados, oscilando entre 72,3% em 2001 e 46,8% em 2006, mantendo-se com classificação regular. O percentual de cura nas coortes apresentou média de 72,3%, considerado precária, oscilando entre 83,9% em 2002 e 53,2% em Vale salientar que o resultado desse indicador é fortemente influenciado por fatores relacionados à atualização do acompanhamento do paciente do Sinan. TABELA 1. INDICADORES EPIDEMIOLÓGOCOS E OPERACIONAIS DE HANSENÍASE, GOIÁS, 2001 A 2008*. Indicadores / Ano 0-14 anos 0-14 anos por 100 mil Geral Geral por 100 mil avaliados quanto ao GIF no pacientes com GIF 2 no Avaliados quanto ao GIF na cura Contatos Examinados cura nas coortes , ,65 88,9 3,3 74,8 72,3 83, , ,73 83,5 4,2 72,1 62,2 83, , ,22 87,2 3,2 70,8 51,9 73, , ,62 89,1 5,3 72,0 49,9 60, , ,79 91,5 4,7 74,8 54,1 53, , ,33 94,1 5,0 73,7 46,8 82, , ,49 90,2 5,5 49,0 54,5 73, , ,41 92,7 7,1 70,8 57,5 68,1 PARÂMETROS EM < 15 ANOS 10,00/ hab. Muito 5,00 a 9,99/ hab. 2,50 a 4,99/ hab. 0,50 a 2,49/ hab. < 0,50/ hab. POP. GERAL 40,00/ hab. Muito 20,00 a 39,99/ hab. 10,00 a 19,99/ hab. 2,00 a 9,99/ hab. < 2,00/ hab. % DE AVALIAÇÃO DE INCAPACIDADES FÍSICAS % DE GRAU 2 DE INCAPACIDADE FÍSICA 10,0% 5,0 a 9,9% < 5,0% % DE CONTATOS EXAMINADOS 75,0% 50,0 a 74,9% < 50,0 % DE CURA NAS COORTES 26 SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE / MS

28 MA MARANHÃO O estado do Maranhão, segundo estudo de tendência realizado por Penna, 2008 (http://portal.saude.gov. br/portal/arquivos/pdf/postertrend.pdf), apresenta tendência decrescente mais tardia, estatisticamente significativa no tempo para as séries temporais de coeficientes de detecção. Entretanto, no período de 1990 a 2008, esse coeficiente oscilou entre 44,29/ em 1990 e 94,83/ em 1999, apresentando classificação hiperendêmica, segundo parâmetros oficiais, muito acima da encontrada no Brasil. A região nordeste, apresenta coeficientes com valor médio de 29,90/ , variando de 19,60/ em 1990 e 38,75/ em 2004, tendo classificação muito alta no período, ainda que tenha tendência decrescente no final do período para o coeficiente de detecção. GRÁFICO 1. DE HANSENÍASE NA POPULAÇÃO GERAL, MARANHÃO, REGIÃO NORDESTE E BRASIL, 1990 A 2008*. 100,00 de detecção por ,00 80,00 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 Maranhão Região Nordeste Brasil * A redução de casos em menores de 15 anos é prioridade do PNCH, sendo o indicador da hanseníase no PAC - Mais Saúde. A detecção de casos nessa faixa etária tem relação com doença recente e focos de transmissão ativos e seu acompanhamento epidemiológico é relevante para o controle da hanseníase (Brasil, 2008). O coeficiente de detecção do Maranhão nessa faixa etária, no período de 2001 a 2008, apresentou classificação hiperendêmica (tabela 1). A distribuição espacial dos casos em menores de 15 anos, em 2008 demonstra que houve notificação de crianças em 90 (41,5%) municípios do estado, que estão cercados por áreas silenciosas ou sem casos. Vale salientar que os municípios desse estado estão inseridos nas dez áreas de maior risco de detecção de casos de hanseníase, definidos pelo estudo de clusters. HANSENÍASE NO BRASIL DADOS E INDICADORES SELECIONADOS 27

29 FIGURA 1. DISTRIBUIÇÃO DOS COEFICIENTES DE DETECÇÃO DE HANSENÍASE EM MENORES DE 15 ANOS POR MUNICÍPIO DE RESIDÊNCIA, MARANHÃO, 2008*. n/svs-ms Capital Hiperendêmico (>=10) Muito alto (5,00-9,99) Alto (2,50-4,99) Médio (0,50-2,49) Baixo (< 0,50) Dos parâmetros inseridos na Programação de Ações Prioritárias de Vigilância em Saúde PAVS observa-se que a média do percentual de avaliados quanto ao grau de incapacidade física (GIF) no foi 77,6% para o período, considerado regular. O GIF 2, importante indicador de detecção precoce, oscilou entre 5,1% e 9,6%, apresentando classificação média, segundo parâmetros. A avaliação do GIF na cura foi considerada precária no período, com média de 50,8 avaliados. A proporção de contatos examinados apresenta média de 44,4 examinados, oscilando entre 67% em 2001 e 35,6% em 2006, mantendo-se com classificação precária desde O percentual de cura nas coortes apresentou média de 73,9%, considerado precário, oscilando entre 63,9% em 2004 e 87,8% em Vale salientar que o resultado desse indicador é fortemente influenciado por fatores relacionados à atualização do acompanhamento do paciente do Sinan. TABELA 1. INDICADORES EPIDEMIOLÓGOCOS E OPERACIONAIS DE HANSENÍASE, MARANHÃO, 2001 A 2008*. Indicadores / Ano 0-14 anos 0-14 anos por 100 mil Geral Geral por 100 mil avaliados quanto ao GIF no pacientes com GIF 2 no Avaliados quanto ao GIF na cura Contatos Examinados cura nas coortes , ,94 80,0 6,8 55,6 67,0 74, , ,76 79,0 6,2 57,1 48,0 67, , ,54 75,4 5,1 55,6 38,7 70, , ,28 70,2 5,3 50,0 39,3 63, , ,00 74,2 5,7 43,2 44,7 67, , ,39 81,9 5,8 46,2 35,6 87, , ,75 80,9 9,6 44,9 42,4 81, , ,26 79,3 8,1 53,4 39,5 78,2 PARÂMETROS EM < 15 ANOS 10,00/ hab. Muito 5,00 a 9,99/ hab. 2,50 a 4,99/ hab. 0,50 a 2,49/ hab. < 0,50/ hab. POP. GERAL 40,00/ hab. Muito 20,00 a 39,99/ hab. 10,00 a 19,99/ hab. 2,00 a 9,99/ hab. < 2,00/ hab. % DE AVALIAÇÃO DE INCAPACIDADES FÍSICAS % DE GRAU 2 DE INCAPACIDADE FÍSICA 10,0% 5,0 a 9,9% < 5,0% % DE CONTATOS EXAMINADOS 75,0% 50,0 a 74,9% < 50,0 % DE CURA NAS COORTES 28 SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE / MS

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