Bases Moleculares da Obesidade e Diabetes

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Bases Moleculares da Obesidade e Diabetes"

Transcrição

1 Bases Moleculares da Obesidade e Diabetes Metabolismo Muscular Prof. Carlos Castilho de Barros

2 Atividade muscular Principais fontes de energia: 1- Carboidratos provenientes dos estoques intramusculares de glicogênio provenientes do aumento da captação durante o exercício Obs.: o músculo esquelético é responsável por até 80% da captação de glicose no período pós-prandial (insulina translocação de GLUT4 - é captação). Obs.2: durante o exercício há liberação de grandes quantidades de adrenalina a qual inibe a secreção de insulina pelo pâncreas. Mesmo assim o músculo em atividade consegue captar 6 x mais glicose do que quando em repouso. 2- Lipídeos ácidos graxos tanto de estoques intracelulares como da captação de lipídeos circulantes provenientes de diferentes estoques.

3 FORNECIMENTO DE AGL PARA O MÚSCULO Lipoproteínas TA músculo LLP AGL FABP AGL-alb LLP - lipase lipoprotéica FABP- fatty-acid-biding protein CPT carnitine palmitoyltransferase Acil-CoA CPT β-oxidação TG TG CK Acetil-Coa

4 Utilização de AGL Acil-Coa AGL CoA Glicose / aa Acil carnitina Acil carnitina CPT Carnitina Carnitina CoA OAA Acetil-Coa CK Citrato Acetil-Coa Acil-Coa β - OX HAD

5 PASSOS DA OXIDAÇÃO DE AGL 1. Lipólise do TA 2. Circulação de AGL 3. Captação pelo músculo esquelético 4. Disponibilidade e taxa de hidrólise do TG intramuscular 5. Ativação do AG 6. Transporte através da membrana mitocondrial 7. Religação da CoA no grupo acil 8. Beta oxidação Adaptado: Nutrition in Sport, 2000, c.13

6

7 Nomenclatura variada dos tipos de fibras Característica Tipo I Vermelhas Tônicas Resistência Lentas Slow twitch fibers (ST) Tipo II Brancas Fásicas Rápidas Força e velocidade Tipo II A rápida oxidativa Tipo II B rápida glicolítica Fast twitch fibers (FT)

8 Conceito - VO 2 máximo VO2 max é a capacidade máxima do corpo de um indivíduo em transportar e fazer uso de oxigênio durante um exercício físico incremental, que reflete a aptidão física desse indivíduo.

9

10 Substratos energéticos Predominantes carboidratos: R = 1,00 C 6 H 12 O O 2 6 CO H 2 O lipídeos: R = 0,69 R = 6 CO 2 / 6 O 2 = 1,00 C 16 H 32 O O 2 16 CO H 2 O R = 16 CO 2 / 23 O 2 = 0,69

11

12

13

14 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% M I Glucose Glycogen FAT Moderado 80% Gordura 15% Glicogênio 5% Glicose Intenso 50% Gordura 40% Glicogênio 10% Glicose

15 Glucose Glycogen FAT M I Moderado -350Kcal Gordura: 280Kcal (80%) Glicogênio: 52,5Kcal (15%) Glicose: 17,5 Kcal (5%) Intenso - 600Kcal Gordura: 300Kcal (50%) Glicogênio:240kcal(40%) Glicose: 60 Kcal (10%)

16

17 Intensidade versus Duração Está demonstrado que 20 minutos de exercício aeróbio de alta intensidade realizado 3 vezes por semana melhora o sistema cardiovascular. Essa prescrição irá melhorar agudamente a ação da insulina e o perfil lipídico por até horas e a próxima sessão de exercício irá contribuir para reestabelecer e manter esse efeito favorável mesmo na ausência da perda de peso. Entretanto, o exercício a 50% VO 2máx (correspondente à intensidade de uma caminhada rápida) por min quase todos os dias da semana terá maior impacto no gasto energético e no perfil metabólico de risco.

18 Músculo Esquelético e Obesidade

19 Massa Muscular Total

20 Massa Muscular Total Alguns estudos reportaram que a massa isenta de gordura é maior em indivíduos obesos. Em geral, um indivíduo obeso com 100 quilos e IMC entre kg/m 2 tem ~ 5 kg de massa isenta de gordura a mais que um indivíduo com 70 Kg e IMC 25 kg/m 2 (essa diferença é pequena para afirmar que obesos têm uma massa muscular maior). Dependendo da tecnologia usada os resultados podem ser contraditórios. Ross e col. (1994) utilizando RM demonstraram que mulheres obesas tinham menos tecido magro.

21 Gordura Intramuscular

22 Massa Muscular Total Pesquisas com biópsia (Landin et al, 1988), TC (Kelley et al., 1991; Bulcke et al. 1981; Simoneau et al. 1995) reportaram que homens e mulheres obesos apresentam maior conteúdo de gordura intramuscular em comparação a não obesos. No músculo esquelético a gordura pode ser encontrada dentro do tecido conjuntivo entre as fibras musculares ou pode ser estocada diretamente dentro das fibras musculares.

23 Massa Muscular Total O acúmulo de gordura dentro da fibra muscular pode sugerir a existência de um defeito metabólico que impede a entrada de ácidos graxos dentro da mitocôndria e, portanto, favorece a reesterificação dos ácidos graxos e seu consequente acúmulo. A agregação de gordura no músculo está relacionada negativamente com a sensibilidade à insulina e à obesidade visceral (Simoneau et al. 1995).

24 Membrana da Fibra Muscular

25 Membrana da Fibra Muscular A obesidade promove alteração na composição de fosfolípidios da membrana mitocondrial e da sarcolema. A alteração da fluidez de membrana afetaria a sensibilidade à insulina e o metabolismo de substratos.

26 Proporção dos Tipos de Fibra Muscular

27 Proporção dos Tipos de Fibra Muscular Existe a proposta de que o predomínio de fibras musculares do tipo II seria um determinante da obesidade. Estudos demonstraram que indivíduos que apresentam alta porcentagem de gordura corporal total possuem menor porcentagem de fibras do tipo I no vasto lateral (Lillioja et al. 1987; Wade et al. 1990; Simoneau e Bouchard, 1989).

28 Oxidação de ácidos graxos

29 Oxidação de Ácidos Graxos Na realidade parte da expressão da resistência à insulina no músculo esquelético na obesidade é devido a menor capacidade de utilizar ácidos graxos livres do plasma (ciclo de Randle reverso). A obesidade visceral está negativamente correlacionada (r = -0,60) com o uso de ácidos graxos no músculo (basal).

Bioenergética. Trabalho Biológico. Bioenergetica. Definição. Nutrição no Esporte. 1

Bioenergética. Trabalho Biológico. Bioenergetica. Definição. Nutrição no Esporte. 1 Bioenergética Trabalho Biológico Contração muscular * Digestão e Absorção Função glandular Manter gradientes de concentração Síntese de novos compostos Profa. Raquel Simões M. Netto 4 Exercício para saúde

Leia mais

BE066 - Fisiologia do Exercício BE066 Fisiologia do Exercício. Bioenergética. Sergio Gregorio da Silva, PhD

BE066 - Fisiologia do Exercício BE066 Fisiologia do Exercício. Bioenergética. Sergio Gregorio da Silva, PhD BE066 Fisiologia do Exercício Bioenergética Sergio Gregorio da Silva, PhD Objetivos Definir Energia Descrever os 3 Sistemas Energéticos Descrever as diferenças em Produção de Energia Bioenergética Estuda

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA GLICÓLISE Dra. Flávia Cristina Goulart CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus de Marília flaviagoulart@marilia.unesp.br Glicose e glicólise Via Ebden-Meyerhof ou Glicólise A glicólise,

Leia mais

Profa. Alessandra Barone.

Profa. Alessandra Barone. Profa. Alessandra Barone www.profbio.com.br Quando é acionada a lipólise no organismo? ATP? Glicose? Glicólise? Glicogênese? Gliconeogênese? Via das pentoses? Lipídeo: reserva energética em forma de triacilglicerol

Leia mais

Sistema glicolítico ou metabolismo anaeróbio lático

Sistema glicolítico ou metabolismo anaeróbio lático Sistema glicolítico ou metabolismo anaeróbio lático Quando a molécula de glicose entra na célula para ser utilizada como energia, sofre uma série de reações químicas que coletivamente recebe o nome de

Leia mais

Pâncreas O Pâncreas é um órgão do sistema digestivo e endócrino. Tem uma função exócrina (segregando suco pancreático que contém enzimas digestivas) e

Pâncreas O Pâncreas é um órgão do sistema digestivo e endócrino. Tem uma função exócrina (segregando suco pancreático que contém enzimas digestivas) e Projecto Tutorial - Diabetes Trabalho realizado por: Carlos Bernardo 2 º Ano Bioquímica No âmbito da Cadeira de M.E.T. III Ano Lectivo: 2007/2008 Pâncreas O Pâncreas é um órgão do sistema digestivo e endócrino.

Leia mais

exercício físico na obesidade e síndrome metabólica

exercício físico na obesidade e síndrome metabólica exercício físico na obesidade e síndrome metabólica CONCEITOS Atividade Física é qualquer movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos que resultam em gasto energético; Exercício é uma atividade

Leia mais

TREINAMENTO Processo repetitivo e sistemático composto de exercícios progressivos que visam o aperfeiçoamento da performance.

TREINAMENTO Processo repetitivo e sistemático composto de exercícios progressivos que visam o aperfeiçoamento da performance. TREINAMENTO Processo repetitivo e sistemático composto de exercícios progressivos que visam o aperfeiçoamento da performance. TREINAMENTO FÍSICO Repetição sistemática de exercícios que produz fenômenos

Leia mais

Profa. Ms. e Drd. Luiz Carlos Carnevali

Profa. Ms. e Drd. Luiz Carlos Carnevali METABOLISMO DE LIPÍDIOS Profa. Ms. e Drd. Luiz Carlos Carnevali E-mail: lucarjr@ig.com.br Estrutura e função de lipídios Classificação OBJETIVO DO CURSO Digestão e absorção Oxidação esterificação Metabolismo

Leia mais

Metabolismo e produção de calor

Metabolismo e produção de calor Fisiologia 5 Metabolismo e produção de calor Iniciando a conversa Apenas comer não é suficiente: o alimento precisa ser transformado (metabolizado) para ser aproveitado por nosso organismo. Açúcares (carboidratos),

Leia mais

Substratos Energéticos Para Exercício Físico

Substratos Energéticos Para Exercício Físico Substratos Energéticos Para Exercício Físico INTRODUÇÃO A especificidade metabólica do exercício (e do treino) é baseada na compreensão da produção de energia (e da sua utilização) pelos sistemas energéticos

Leia mais

Teoria e Prática do Treinamento Aplicada na Corrida de Rua

Teoria e Prática do Treinamento Aplicada na Corrida de Rua Teoria e Prática do Treinamento Aplicada na Corrida de Rua Prof. Ricardo Freitas M.Sc. CREF 008822-G/MG. Formação Acadêmica Atuação Profissional Linha de Pesquisa E-mail: ricardo.dias@upe.pe.gov.br www.lifegroup.com.br

Leia mais

DIETA PARA ENDURANCE. Endurance é o tipo de exercício de alta intensidade por tempo prolongado.

DIETA PARA ENDURANCE. Endurance é o tipo de exercício de alta intensidade por tempo prolongado. Lídia B. Loyola DIETA PARA ENDURANCE Endurance é o tipo de exercício de alta intensidade por tempo prolongado. As diferenças estruturais de cada tipo de fibra muscular determinam que tipo de nutriente

Leia mais

Energia: medidas e. necessidade

Energia: medidas e. necessidade Energia: medidas e necessidade Bioenergética Energia é quantitativamente o item mais importante da dieta do animal. Todos os padrões alimentares se baseiam nas necessidades energéticas. Definição => energia

Leia mais

METABOLISMO DE LIPÍDEOS

METABOLISMO DE LIPÍDEOS METABOLISMO DE LIPÍDEOS 1. Β-oxidação de ácidos graxos - Síntese de acetil-coa - ciclo de Krebs - Cadeia transportadora de elétrons e fosforilação oxidativa 2. Síntese de corpos cetônicos 3. Síntese de

Leia mais

Bioenergética FONTES ENERGÉTICAS. BE066 Fisiologia do Exercício. Sergio Gregorio da Silva, PhD. Definição de Energia! Capacidade de realizar trabalho

Bioenergética FONTES ENERGÉTICAS. BE066 Fisiologia do Exercício. Sergio Gregorio da Silva, PhD. Definição de Energia! Capacidade de realizar trabalho BE066 Fisiologia do Exercício Bioenergética Sergio Gregorio da Silva, PhD FONTES ENERGÉTICAS Definição de Energia! Capacidade de realizar trabalho Definição de Trabalho! Aplicação de força através de uma

Leia mais

CONTRAÇÃO MUSCULAR: NO ANIMAL VIVO NO PÓS-ABATE: ALTERAÇÕES BIOQUÍMICAS E HISTOLÓGICAS RELAÇÃO COM A QUALIDADE DA

CONTRAÇÃO MUSCULAR: NO ANIMAL VIVO NO PÓS-ABATE: ALTERAÇÕES BIOQUÍMICAS E HISTOLÓGICAS RELAÇÃO COM A QUALIDADE DA CONTRAÇÃO MUSCULAR: NO ANIMAL VIVO NO PÓS-ABATE: ALTERAÇÕES BIOQUÍMICAS E HISTOLÓGICAS RELAÇÃO COM A QUALIDADE DA CARNE Sandra R. S. T. de Carvalho Departamento de Zootecnia UFSC Transporte de íons cálcio

Leia mais

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. sgrillo.ita@ftc.br

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. sgrillo.ita@ftc.br Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo sgrillo.ita@ftc.br Lipídeos são compostos guardados em grandes quantidades como triglicerídeos neutros e representam 90% da dieta. São altamente insolúveis, podendo ser

Leia mais

Minha Saúde Análise Detalhada

Minha Saúde Análise Detalhada MODELO DE RELATÓRIO / Identificação de cliente: 1980M32 Data: 07/03/2016 Seu Peso = 79,0 kg Minha Saúde Análise Detalhada Seu peso está na categoria: Saudável sua altura é 180 cm, você tem 35 anos de idade

Leia mais

NERVITON MEGA Ômega Vitaminas + 8 Minerais

NERVITON MEGA Ômega Vitaminas + 8 Minerais M.S. 6.6969.0023.001-6 NERVITON MEGA Ômega 3 + 13 Vitaminas + 8 Minerais NERVITON MEGA é um produto inovador no Brasil, pois possui em sua fórmula o óleo de peixe ( ÔMEGA 3 ) e diversas vitaminas e minerais

Leia mais

Como evitar os riscos e aumentar os benefícios??

Como evitar os riscos e aumentar os benefícios?? Como evitar os riscos e aumentar os benefícios?? RISCOS BENEFÍCIOS RISCO DE MORTE POR DOENÇAS 100 % CARDIOVASCULARES 80 Diminuição de 34% 66% 60 40 20 0 AGITA São Paulo Sedentário Pouco Ativo Ativo Muito

Leia mais

Profa. Angélica Pinho Zootecnista. Dpto de Zootecnia Fones:

Profa. Angélica Pinho Zootecnista. Dpto de Zootecnia Fones: Profa. Angélica Pinho Zootecnista Dpto de Zootecnia Fones: 3243-7070 Email: angelicapinho@unipampa.edu.br UNIDADE 1 INTRODUÇÃO AO METABOLISMO 1.1 Visão geral do metabolismo. 1.2 Catabolismo e anabolismo.

Leia mais

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE DOENÇA METABÓLICA

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE DOENÇA METABÓLICA O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE DOENÇA METABÓLICA ENTENDENDO a doença metabólica A doença metabólica, também chamada de síndrome metabólica ou ainda de plurimetabólica, em geral faz parte de um conjunto de

Leia mais

BIOQUÍMICA 1º ano de Medicina Ensino teórico 2010/2011

BIOQUÍMICA 1º ano de Medicina Ensino teórico 2010/2011 BIOQUÍMICA 1º ano de Medicina Ensino teórico 2010/2011 17ª aula teórica 23 Novembro 2010 Metabolismo dos Lípidos - Principais classes de lípidos - Catabolismo dos ácidos gordos - Cetogénese Objectivos:

Leia mais

Biomassa de Banana Verde Polpa - BBVP

Biomassa de Banana Verde Polpa - BBVP Biomassa de Banana Verde Polpa - BBVP INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS Porção de 100g (1/2 copo) Quantidade por porção g %VD(*) Valor Energético (kcal) 91 4,55 Carboidratos 21,4 7,13 Proteínas 2,1 2,80 Gorduras

Leia mais

RECOMENDAÇÃO ATIVIDADE FÍSICA X NÚMEROS DE PASSOS - PEDÔMETRO PEDÔMETRO

RECOMENDAÇÃO ATIVIDADE FÍSICA X NÚMEROS DE PASSOS - PEDÔMETRO PEDÔMETRO 1 2 RECOMENDAÇÃO ATIVIDADE FÍSICA X NÚMEROS DE PASSOS - PEDÔMETRO PEDÔMETRO 3 CARNITINA OUTROS RECUROS UTILIZADOS Cadeia curta do ácido carboxílico, contém N 2 É um composto semelhante as vitaminas hidrossolúveis

Leia mais

Balança Digital BEL - 00237

Balança Digital BEL - 00237 Balança Digital BEL - 00237 l l! Instrumento não submetido a aprovação de modelo/verifi cação. Não legal para uso no comércio. Não legal para prática médica. Conforme portaria INMETRO 236/94 Plebal Plenna

Leia mais

Corpos cetônicos e Biossíntese de Triacilglicerois

Corpos cetônicos e Biossíntese de Triacilglicerois Corpos cetônicos e Biossíntese de Triacilglicerois Formação de Corpos Cetônicos Precursor: Acetil-CoA Importante saber!!!!!!!!!!!! http://bloglowcarb.blogspot.com.br/2011/06/o-que-acontece-com-os-lipidios.html

Leia mais

NUT-A80 -NUTRIÇÃO ESPORTIVA

NUT-A80 -NUTRIÇÃO ESPORTIVA NUT-A80 -NUTRIÇÃO ESPORTIVA Ementa Nutrição na atividade física: A atividade física na promoção da saúde e na prevenção e recuperação da doença. Bases da fisiologia do exercício e do metabolismo energético

Leia mais

AULA: 5 - Assíncrona TEMA: Cultura- A pluralidade na expressão humana.

AULA: 5 - Assíncrona TEMA: Cultura- A pluralidade na expressão humana. : 5 - Assíncrona TEMA: Cultura- A pluralidade na expressão humana. Conteúdo: Doenças relacionadas ao sedentarismo Diabetes. Doenças relacionadas ao sedentarismo Hipertensão arterial e dislipidemias. Habilidades:

Leia mais

Fisiologia do Esforço

Fisiologia do Esforço Fisiologia do Esforço Curso Desporto e BemEstar 3º Semestre 008/09 Capítulo II Bases da Bioenergética Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Leiria 7 Out 08 ATP-CP e energia O sistema ATP-CP

Leia mais

Curso: Integração Metabólica

Curso: Integração Metabólica Curso: Integração Metabólica Aula 9: Sistema Nervoso Autônomo Prof. Carlos Castilho de Barros Sistema Nervoso Sistema Nervoso Central Sistema Nervoso Periférico Sensorial Motor Somático Autônomo Glândulas,

Leia mais

NUTRIÇÃO APLICADA À FARMÁCIA

NUTRIÇÃO APLICADA À FARMÁCIA NUTRIÇÃO APLICADA À FARMÁCIA METABOLISMO BASAL GASTO ENERGÉTICO TOTAL Profª. Alcinira Furtado Farias METABOLISMO BASAL Conjunto de processos por meio dos quais o organismo vivo recolhe e transforma as

Leia mais

OXIDAÇÕES BIOLÓGICAS: Cadeia respiratória e fosforilação oxidativa

OXIDAÇÕES BIOLÓGICAS: Cadeia respiratória e fosforilação oxidativa OXIDAÇÕES BIOLÓGICAS: Cadeia respiratória e fosforilação oxidativa Metabolismo: integração entre catabolismo e anabolismo Assimilação ou processamento da mat. Orgânica Síntese de Substâncias Estágio 1

Leia mais

11/05/2015 INTER-RELAÇÕES METABÓLICAS INTEGRAÇÃO DO METABOLISMO PRINCÍPIOS QUE GOVERNAM O METABOLISMO

11/05/2015 INTER-RELAÇÕES METABÓLICAS INTEGRAÇÃO DO METABOLISMO PRINCÍPIOS QUE GOVERNAM O METABOLISMO INTER-RELAÇÕES METABÓLICAS Plano de Aula -Visão geral e principais mecanismos de regulação -Especificidade metabólica nos diferentes tecidos do organismo humano -Relações metabólicas entre tecidos nos

Leia mais

CADEIA DE TRANSPORTE DE ELÉTRONS E FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA COMO AS CÉLULAS SINTETIZAM ATP

CADEIA DE TRANSPORTE DE ELÉTRONS E FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA COMO AS CÉLULAS SINTETIZAM ATP CADEIA DE TRANSPORTE DE ELÉTRONS E FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA OU COMO AS CÉLULAS SINTETIZAM ATP SINTETIZAM ATP ÀS CUSTAS DA OXIDAÇÃO DAS COENZIMAS NADH E FADH 2 PELO OXIGÊNIO AS COENZIMAS REDUZIDAS SÃO PRODUZIDAS

Leia mais

02/10/2014 BETA-OXIDAÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS. Fontes de carnitina

02/10/2014 BETA-OXIDAÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS. Fontes de carnitina UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS II MOBILIZAÇÃO DOS DEPÓSITOS DE GORDURA E OXIDAÇÃO DOS ÁCIDOS GRAXOS LIPÓLISE E BETA-

Leia mais

Fisiologia do sistema endócrino: hormônio do crescimento (GH)

Fisiologia do sistema endócrino: hormônio do crescimento (GH) Fisiologia do sistema endócrino: hormônio do crescimento (GH) Prof. Kellen Brunaldi Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Ciências Fisiológicas Curso: Odontologia GH (growth hormone) hormônio

Leia mais

NUTRIÇÃO DESPORTIVA - ACSM

NUTRIÇÃO DESPORTIVA - ACSM NUTRIÇÃO DESPORTIVA - ACSM RECOMENDAÇÕES DO ACSM PARA NUTRIÇÃO RECOMENDAÇÃO ACSM 6-10g/kg por dia HCO PELAS RAZÕES ABAIXO REFERIDAS, DEVEM SER PRIVILEGIADOS OS ALIMENTOS RICOS EM AMIDO E CELULOSE (POLISSACARIDEOS)

Leia mais

ALTERAÇÕES METABÓLICAS NA GRAVIDEZ

ALTERAÇÕES METABÓLICAS NA GRAVIDEZ ALTERAÇÕES METABÓLICAS NA GRAVIDEZ CUSTO ENERGÉTICO DA GRAVIDEZ CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO FETAL SÍNTESE DE TECIDO MATERNO 80.000 kcal ou 300 Kcal por dia 2/4 médios 390 Kcal depósito de gordura- fase

Leia mais

Trabalho de biologia. Nome: Naiheverton e wellinton. Turma:103

Trabalho de biologia. Nome: Naiheverton e wellinton. Turma:103 Trabalho de biologia Nome: Naiheverton e wellinton Turma:103 VITAMINAS São compostos orgânicos imprescindível para algumas reações metabólicas especificas,requeridos pelo corpo em quantidade minimas para

Leia mais

Bases Moleculares da Obesidade e Diabetes Sistema Nervoso Autônomo Prof. Carlos Castilho de Barros

Bases Moleculares da Obesidade e Diabetes Sistema Nervoso Autônomo Prof. Carlos Castilho de Barros Bases Moleculares da Obesidade e Diabetes Sistema Nervoso Autônomo Prof. Carlos Castilho de Barros http://wp.ufpel.edu.br/obesidadediabetes/ Sistema Nervoso Sistema Nervoso Central Sistema Nervoso Periférico

Leia mais

Prof. Dr. Bruno Pena Couto Teoria do Treinamento Desportivo. Encontro Multiesportivo de Técnicos Formadores Solidariedade Olímpica / COI

Prof. Dr. Bruno Pena Couto Teoria do Treinamento Desportivo. Encontro Multiesportivo de Técnicos Formadores Solidariedade Olímpica / COI Prof. Dr. Bruno Pena Couto Teoria do Treinamento Desportivo Encontro Multiesportivo de Técnicos Formadores Solidariedade Olímpica / COI Visão Geral - Princípios do Treinamento - Métodos de Treinamento

Leia mais

Matéria: Biologia Assunto: Respiração celular Prof. Enrico blota

Matéria: Biologia Assunto: Respiração celular Prof. Enrico blota Matéria: Biologia Assunto: Respiração celular Prof. Enrico blota Biologia 1. Moléculas, células e tecidos - Fotossíntese e respiração - Respiração celular Fermentação Organismos que só vivem na presença

Leia mais

DIETAS DE ESPORTISTAS

DIETAS DE ESPORTISTAS DIETAS DE ESPORTISTAS dieta ideal energia nutrientes reparo crescimento massa corporal deficiência função termorreguladora disponibilidade substratos energéticos capacidade de exercitar-se recuperação

Leia mais

Hormonas e mensageiros secundários

Hormonas e mensageiros secundários Hormonas e mensageiros secundários Interrelação entre os tecidos Comunicação entre os principais tecidos Fígado tecido adiposo hormonas sistema nervoso substratos em circulação músculo cérebro 1 Um exemplo

Leia mais

Consumo Máximo de Oxigênio

Consumo Máximo de Oxigênio Consumo Máximo de Oxigênio Prof. Sergio Gregorio da Silva, PhD BE066 Consumo Máximo de Oxigênio VO2max BE066 Sistema Portátil K4b 2 BE066 VO2max Definição: É a razão máxima de O2 que uma pessoa pode absorver,

Leia mais

Mecanismo de transporte dos grupos acetil da mitocôndria para o citosol.

Mecanismo de transporte dos grupos acetil da mitocôndria para o citosol. BIOSSÍNTESE DE LIPÍDIOS BIOSSÍNTESE DOS ÁCIDOS GRAXOS - A biossíntese dos ácidos graxos ocorre por vias totalmente diferentes da sua oxidação. - A biossíntese dos ácidos graxos ocorre no citosol. - O acetil-coa

Leia mais

ESTRUTURA FREQUÊNCIA CARDÍACA 09/06/2013. O número de batimentos cardíacos por unidade de tempo, geralmente expresso em batimentos por minuto (bpm).

ESTRUTURA FREQUÊNCIA CARDÍACA 09/06/2013. O número de batimentos cardíacos por unidade de tempo, geralmente expresso em batimentos por minuto (bpm). Revisar alguns conceitos da fisiologia cardiovascular; Revisar alguns conceitos da fisiologia do exercício do sistema cardiovascular; Estudar as adaptações do treinamento aeróbico e de força no sistema

Leia mais

OMELETE DE CLARAS. Uma opção proteica metabolizada para seu póstreino. Informações Técnicas. SINÔNIMOS: Albumina

OMELETE DE CLARAS. Uma opção proteica metabolizada para seu póstreino. Informações Técnicas. SINÔNIMOS: Albumina Informações Técnicas OMELETE DE CLARAS Uma opção proteica metabolizada para seu póstreino SINÔNIMOS: Albumina O omelete trata-se de uma opção proteica com 22g de proteína na porção. Uma excelente alternativa

Leia mais

EDUCAÇÃO REVISÃO 2 REVISÃO 3

EDUCAÇÃO REVISÃO 2 REVISÃO 3 FÍSICA REVISÃO 1 REVISÃO 2 REVISÃO 3 UNIDADE II - CULTURA: A pluralidade na expressão humana Aula 4.1 Lazer: conceitos Aula 4.2 Atividade física e exercício físico: uma questão cultural? Aula 5.1 Doenças

Leia mais

ARTIGO SOBRE OS PERSONAGENS MARCANTES DA HISTÓRIA DA FISIOLOGIA

ARTIGO SOBRE OS PERSONAGENS MARCANTES DA HISTÓRIA DA FISIOLOGIA ARTIGO SOBRE OS PERSONAGENS MARCANTES DA HISTÓRIA DA FISIOLOGIA Adaptação Ponto de vista evolutivo Exemplos: gado Zebu X gado europeu Aclimatação Alteração fisiológica, bioquímica ou anatômica a partir

Leia mais

COMPONENTES ORGÂNICOS: CARBOIDRATOS. Glicídios ou Açúcares

COMPONENTES ORGÂNICOS: CARBOIDRATOS. Glicídios ou Açúcares COMPONENTES ORGÂNICOS: CARBOIDRATOS Glicídios ou Açúcares COMPOSIÇÃO DOS CARBOIDRATOS Compostos constituídos principalmente de: Carbono, Hidrogênio Oxigênio Principal fonte de energia para os seres vivos.

Leia mais

6.2. Composição das Lipoproteínas 6.3 Metabolismo do quilomícra 6.4/ 6.5/ 6.6 Metabolismo das lipoproteínas de densidade alta, baixa e muito baixa

6.2. Composição das Lipoproteínas 6.3 Metabolismo do quilomícra 6.4/ 6.5/ 6.6 Metabolismo das lipoproteínas de densidade alta, baixa e muito baixa 6.2. Composição das Lipoproteínas 6.3 Metabolismo do quilomícra 6.4/ 6.5/ 6.6 Metabolismo das lipoproteínas de densidade alta, baixa e muito baixa Lipoproteínas: São associações entre Proteínas e Lipídios

Leia mais

Lista de Exercícios: Estruturas celulares

Lista de Exercícios: Estruturas celulares 01. (PUC-RJ) As células animais diferem das células vegetais porque estas contêm várias estruturas e organelas características. Na lista abaixo, marque a organela ou estrutura comum às células animais

Leia mais

Nutrição Aplicada à Educação Física. Cálculo da Dieta e Recomendações dietéticas. Ismael F. Freitas Júnior Malena Ricci

Nutrição Aplicada à Educação Física. Cálculo da Dieta e Recomendações dietéticas. Ismael F. Freitas Júnior Malena Ricci Nutrição Aplicada à Educação Física Cálculo da Dieta e Recomendações dietéticas Ismael F. Freitas Júnior Malena Ricci ARROZ 100 gramas CÁLCULO DE DIETA CH 25,1 PT 2,0 Lip 1,2 Consumo 300 gramas 100 gr

Leia mais

Pr P o r f o a f Al A essan a d n r d a r a B ar a o r n o e n

Pr P o r f o a f Al A essan a d n r d a r a B ar a o r n o e n Profa Alessandra Barone www.profbio.com.br Metabolismo Conjunto de reações realizadas a partir da transformação de substâncias com a finalidade de suprimento de energia, renovação de moléculas e manutenção

Leia mais

SOPA PROTEICA DE ERVILHAS

SOPA PROTEICA DE ERVILHAS Informações Técnicas SOPA PROTEICA DE ERVILHAS Uma opção proteica metabolizada para seu póstreino SINÔNIMOS: Proteína de ervilha A sopa de ervilha trata-se de uma opção proteica com 22g de proteína na

Leia mais

Aula: Sistemas Reguladores II. Sistema Endócrino

Aula: Sistemas Reguladores II. Sistema Endócrino Aula: Sistemas Reguladores II Sistema Endócrino PROFESSOR: Brenda Braga DATA:29/05/2014 Sistema Endócrino Formado pelo conjunto de Glândulas Endócrinas Responsáveis pela secreção de hormônios. Apenas algumas

Leia mais

MÓDULO 2 - METABOLISMO. Bianca Zingales IQ-USP

MÓDULO 2 - METABOLISMO. Bianca Zingales IQ-USP MÓDULO 2 - METABOLISMO Bianca Zingales IQ-USP INTRODUÇÃO AO METABOLISMO CARACTERÍSTICAS DO SER VIVO 1- AUTO-REPLICAÇÃO Capacidade de perpetuação da espécie 2- TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA O ser vivo extrai

Leia mais

AVALIAÇÃO BIOQUÍMICA NO IDOSO

AVALIAÇÃO BIOQUÍMICA NO IDOSO C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O C AT Ó L I C O S A L E S I A N O A U X I L I U M C U R S O D E N U T R I Ç Ã O - T U R M A 6 º T E R M O D I S C I P L I N A : N U T R I Ç Ã O E M G E R I AT R I A

Leia mais

ALTO VALOR ENERGÉTICO DOS LIPÍDEOS

ALTO VALOR ENERGÉTICO DOS LIPÍDEOS METABLISM DS TRIGLICERÍDES A. METABLISM DEGRADATIV s triglicerídeos representam a quase totalidade da fração lipídica de uma dieta ou ração animal, pois que correspondem aos óleos vegetais e à gordura

Leia mais

1. o ANO ENSINO MÉDIO PROF.ª SABRINA ARAÚJO PROF.ª SARAH SANTOS

1. o ANO ENSINO MÉDIO PROF.ª SABRINA ARAÚJO PROF.ª SARAH SANTOS 1. o ANO ENSINO MÉDIO PROF.ª SABRINA ARAÚJO PROF.ª SARAH SANTOS Unidade III Metabolismo Energético. 2 Aula 9.1 Conteúdo Glicólise. 3 Habilidade Compreender que os seres vivos possuem mecanismos de obtenção

Leia mais

TRABALHO DE BIOLOGIA A Química da Vida

TRABALHO DE BIOLOGIA A Química da Vida TRABALHO DE BIOLOGIA A Química da Vida Nomes: Leonardo e Samuel Turma: 103 Para iniciar o estudo das células (citologia) devemos primeiramente ter uma noção das estruturas básicas da célula ou as estruturas

Leia mais

2º trimestre Biologia Sala de estudos Data: Agosto/2015 Ensino Médio 1º ano classe: Profª Elisete Nome: nº

2º trimestre Biologia Sala de estudos Data: Agosto/2015 Ensino Médio 1º ano classe: Profª Elisete Nome: nº 2º trimestre Biologia Sala de estudos Data: Agosto/2015 Ensino Médio 1º ano classe: Profª Elisete Nome: nº Valor: 10 Nota:.. Conteúdo: A química da vida 1) A principal substância INORGÂNICA que encontramos

Leia mais

1. Explique por que o macarrão saiu da base e foi para o topo da nova pirâmide e a atividade física ficou na base da pirâmide nova.

1. Explique por que o macarrão saiu da base e foi para o topo da nova pirâmide e a atividade física ficou na base da pirâmide nova. 8º Biologia Leda Aval. Rec. Par. 20/08/12 1. Explique por que o macarrão saiu da base e foi para o topo da nova pirâmide e a atividade física ficou na base da pirâmide nova. A GORDURA DO BEM [...] Em quantidade

Leia mais

INTESTINO DELGADO SECREÇÕES ENTÉRICAS E PANCREÁTICAS

INTESTINO DELGADO SECREÇÕES ENTÉRICAS E PANCREÁTICAS INTESTINO DELGADO SECREÇÕES ENTÉRICAS E PANCREÁTICAS PÂNCREAS Glândula mista PÂNCREAS PÂNCREAS ENDÓCRINA Glândula mista EXÓCRINA PÂNCREAS ENDÓCRINA (Ilhotas de Langerhans) Glândula mista EXÓCRINA PÂNCREAS

Leia mais

CITOPLASMA E ORGANELAS CITOPLASMÁTICAS. Instituto Federal de Santa Catarina Curso de Biotecnologia Prof. Paulo Calixto

CITOPLASMA E ORGANELAS CITOPLASMÁTICAS. Instituto Federal de Santa Catarina Curso de Biotecnologia Prof. Paulo Calixto CITOPLASMA E ORGANELAS CITOPLASMÁTICAS Instituto Federal de Santa Catarina Curso de Biotecnologia Prof. Paulo Calixto 1943 1944 1953 1956 1961-66 1973 1975 1982 1988 1990 1996 2000-03 Biotecnologia Algumas

Leia mais

Conceitos. Conceitos. Catabolismo. Anabolismo. Metabolismo: Anabolismo + Catabolismo

Conceitos. Conceitos. Catabolismo. Anabolismo. Metabolismo: Anabolismo + Catabolismo Conceitos Metabolismo: Anabolismo + Catabolismo Alunas: Bruna, Deise, Luciane, Viviane, Daniela, Cíntia e Graziela rof. ablo Fabrício Flôres Dias Anabolismo É a ação a de incorporar nutrientes para processar

Leia mais

BIOQUÍMICA GERAL. Prof. Dr. Franciscleudo B. Costa UATA/CCTA/UFCG. Aula 10 Metabolismo Geral FUNÇÕES ESPECÍFICAS. Definição

BIOQUÍMICA GERAL. Prof. Dr. Franciscleudo B. Costa UATA/CCTA/UFCG. Aula 10 Metabolismo Geral FUNÇÕES ESPECÍFICAS. Definição Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar Unidade Acadêmica de Tecnologia de Alimentos BIOQUÍMICA GERAL Campus de Pombal Pombal - PB Definição Funções específicas

Leia mais

ENERGIA PARA ATIVIDADE CELULAR BIOENERGÉTICA

ENERGIA PARA ATIVIDADE CELULAR BIOENERGÉTICA ENERGIA PARA ATIVIDADE CELULAR BIOENERGÉTICA Fontes Energéticas Bioenergética Fontes de Energia A energia define-se como a capacidade de realizar trabalho. Neste sentido, assumimos o conceito de trabalho

Leia mais

NUTRIENTES. Profª Marília Varela Aula 2

NUTRIENTES. Profª Marília Varela Aula 2 NUTRIENTES Profª Marília Varela Aula 2 NUTRIENTES NUTRIENTES SÃO SUBSTÂNCIAS QUE ESTÃO INSERIDAS NOS ALIMENTOS E POSSUEM FUNÇÕES VARIADAS NO ORGANISMO. PODEM SER ENCONTRADOS EM DIFERENTES ALIMENTOS, POR

Leia mais

METABOLISMO ENERGÉTICO

METABOLISMO ENERGÉTICO CURSO TÉCNICO INTEGRADO DE INFORMÁTICA E ELETROMECÂNICA - 2º ANO DICIPLINA: BIOLOGIA METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO E FERMENTAÇÃO Prof.ª Carla Pereira Nascimento METABOLISMO ENERGÉTICO Todo ser vivo

Leia mais

PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA PARA PORTADORES DE DIABETES MELLITUS

PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA PARA PORTADORES DE DIABETES MELLITUS PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA PARA PORTADORES DE DIABETES MELLITUS Acadêmica de medicina: Jéssica Stacciarini Liga de diabetes 15/04/2015 Benefícios do exercício físico em relação ao diabetes mellitus:

Leia mais

Metabolismo dos Carboidratos

Metabolismo dos Carboidratos Metabolismo dos Carboidratos síntese de glicogênio a partir da glicose Glicogenólise síntese de glicose a partir do glicogênio Lipogênese excesso de glicose convertido em gordura Prof. M.Sc. Renata Fontes

Leia mais

Glândulas endócrinas:

Glândulas endócrinas: SISTEMA ENDÓCRINO Glândulas endócrinas: Funções: Secreções de substâncias (hormônios) que atuam sobre célula alvo Regulação do organismo (homeostase) Hormônios: Substâncias químicas que são produzidas

Leia mais

R4 Nicole Balster Romanzini Orientadores: Dra. Rosana Radominski Dr. Henrique Suplicy

R4 Nicole Balster Romanzini Orientadores: Dra. Rosana Radominski Dr. Henrique Suplicy R4 Nicole Balster Romanzini Orientadores: Dra. Rosana Radominski Dr. Henrique Suplicy Introdução Objetivos da dieta Tipo de dietas - Prudente - Baixo Teor de Gorduras (Low-fat) - Baixo Teor de Carboidratos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO NO TRATAMENTO DA DIABETES TIPO II

A IMPORTÂNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO NO TRATAMENTO DA DIABETES TIPO II A IMPORTÂNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO NO TRATAMENTO DA DIABETES TIPO II Lucas Domingos Pereira de Oliveira Licenciado no Curso de Educação Física. UNAERP Universidade de Ribeirão Preto Campus Guarujá lucasdpo@hotmail.com

Leia mais

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE ATIVIDADE FÍSICA

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE ATIVIDADE FÍSICA O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE ATIVIDADE FÍSICA 1 a Atividade Física 2013.indd 1 09/03/15 16 SEDENTARISMO é a falta de atividade física suficiente e pode afetar a saúde da pessoa. A falta de atividade física

Leia mais

Sarcopenia e Risco Cardiovascular Fernanda S. Bortolon CRN

Sarcopenia e Risco Cardiovascular Fernanda S. Bortolon CRN Sarcopenia e Risco Cardiovascular Fernanda S. Bortolon CRN-2 6210 Envelhecimento da População Projeção da População Brasileira Projeção da População Brasileira Estima-se que, de 1996 a 2025, o percentual

Leia mais

BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 07 CÉLULAS:MITOCÔNDRIA E RESPIRAÇÃO CELULAR AERÓBIA

BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 07 CÉLULAS:MITOCÔNDRIA E RESPIRAÇÃO CELULAR AERÓBIA BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 07 CÉLULAS:MITOCÔNDRIA E RESPIRAÇÃO CELULAR AERÓBIA Ácido pirúvico H 2 O NAD + NAD 2H Acetil Co A CO 2 Co A Co A Ácido oxalacético Ácido cítrico Ácido máltico H 2 O Ácido fumárico

Leia mais

TECIDO MUSCULAR. 1º ANO 2013 Prof a. Rose Lopes. na oca traz corpos humanos reais plastificados/

TECIDO MUSCULAR. 1º ANO 2013 Prof a. Rose Lopes.  na oca traz corpos humanos reais plastificados/ TECIDO MUSCULAR 1º ANO 2013 Prof a. Rose Lopes http://aletp.com/2007/02/21/exposicao na oca traz corpos humanos reais plastificados/ O tecido muscular é formado por: Fibras musculares (células contráteis);

Leia mais

Transformação e utilização de energia respiração aeróbia

Transformação e utilização de energia respiração aeróbia Transformação e utilização de energia respiração aeróbia A maioria dos seres vivos é capaz de aproveitar com maior eficácia a energia dos compostos orgânicos realizado respiração aeróbia. Na respiração

Leia mais

Veja as dicas de como baixar os triglicérides do sangue Praticar exercícios e parar de fumar já é um bom começo

Veja as dicas de como baixar os triglicérides do sangue Praticar exercícios e parar de fumar já é um bom começo Veja as dicas de como baixar os triglicérides do sangue Praticar exercícios e parar de fumar já é um bom começo Matéria publicada em 07 de Maio de 2014 Receber o diagnóstico de colesterol alto vira alvo

Leia mais

BIOSSINTESE E OXIDAÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS BREVE EXPLICAÇÃO

BIOSSINTESE E OXIDAÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS BREVE EXPLICAÇÃO BIOSSINTESE E OXIDAÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS BREVE EXPLICAÇÃO Onde ocorre? Biossíntese de Ácidos graxos Ácidos graxos saturados de cadeia longa são sintetizados a partir do acetil-coa por um complexo citosólico

Leia mais

CARBOIDRATOS Classificação: De acordo com o número de moléculas em sua constituição temos: I- MONOSSACARÍDEOS ( CH 2 O) n n= varia de 3 a 7 Frutose Ga

CARBOIDRATOS Classificação: De acordo com o número de moléculas em sua constituição temos: I- MONOSSACARÍDEOS ( CH 2 O) n n= varia de 3 a 7 Frutose Ga CARBOIDRATOS Os carboidratos são as biomoléculas mais abundantes na natureza. Para muitos carboidratos, a fórmula geral é: [C(H2O)]n, daí o nome "carboidrato", ou "hidratos de carbono" -São moléculas que

Leia mais

Química e Bio Química Aplicada METABOLISMO ENZIMOLOGIA. Metabolismo Energético Respiração Celular e Fermentação

Química e Bio Química Aplicada METABOLISMO ENZIMOLOGIA. Metabolismo Energético Respiração Celular e Fermentação Química e Bio Química Aplicada METABOLISMO ENZIMOLOGIA Adriano Silva maestroabs@hotmail.com adrianoabs.silva@gmail.com 88105041 34843610 Metabolismo Energético Respiração Celular e Fermentação Metabolismo

Leia mais

Biologia. Alexandre Bandeira (Rebeca Khouri) Citologia

Biologia. Alexandre Bandeira (Rebeca Khouri) Citologia Citologia Citologia 1. pois é um componente importante ao organismo. Porém, o aumento das partículas LDL (lipoproteína de baixa densidade), que transportam o colesterol no plasma sanguíneo, leva à formação

Leia mais

Respostas hormonais ao exercício Mecanismos do emagrecimento e da hipertrofia. Prof. Ms. Alexandre Sérgio Silva www.aulalivre.com

Respostas hormonais ao exercício Mecanismos do emagrecimento e da hipertrofia. Prof. Ms. Alexandre Sérgio Silva www.aulalivre.com Respostas hormonais ao exercício Mecanismos do emagrecimento e da hipertrofia Prof. Ms. Alexandre Sérgio Silva www.aulalivre.com ADAPTAÇÕES AGUDAS Metabolismo energético e mobilização de substrato EXERCÍCIO

Leia mais

Metabolismo celular. É o conjunto de todas as reacções químicas que ocorrem numa célula.

Metabolismo celular. É o conjunto de todas as reacções químicas que ocorrem numa célula. FERMENTAÇÃO Metabolismo celular 3 É o conjunto de todas as reacções químicas que ocorrem numa célula. Metabolismo celular 4 Anabolismo reacções de síntese de moléculas complexas a partir de moléculas simples.

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS DE BIOFÍSICA Prof. Eduardo Blando

LISTA DE EXERCÍCIOS DE BIOFÍSICA Prof. Eduardo Blando LISTA DE EXERCÍCIOS DE BIOFÍSICA Prof. Eduardo Blando Caros Alunos: esta lista de exercícios leva em consideração todos os temas abordados em aula, bem como tópicos especiais a eles relacionados. Muitas

Leia mais

SISTEMA CARDIOVASCULAR. Prof. Jair

SISTEMA CARDIOVASCULAR. Prof. Jair SISTEMA CARDIOVASCULAR Prof. Jair FUNÇÕES Transporte de gases dos pulmões aos tecidos e dos tecidos aos pulmões Transporte dos nutrientes das vias digestivas aos tecidos Transporte de toxinas Distribuição

Leia mais

Interferência. Mecanismos???? Efeito de Interferência 30/07/2015. Definição Treinamento concorrente. Na força máxima (1RM) Na TDF.

Interferência. Mecanismos???? Efeito de Interferência 30/07/2015. Definição Treinamento concorrente. Na força máxima (1RM) Na TDF. Definição Treinamento concorrente Realização de exercícios que desenvolvam a força muscular e a resistência aeróbia dentro da mesma unidade de treino X Interferência Efeito de Interferência Na força máxima

Leia mais

COLCHA! A FISIOLOGIA É UMA COLCHA DE RETALHOS... A FISIOLOGIA É O ESTUDO DA VIDA EM AÇÃO MAS OS RETALHOS FORMAM UMA... O QUE É A FISIOLOGIA?

COLCHA! A FISIOLOGIA É UMA COLCHA DE RETALHOS... A FISIOLOGIA É O ESTUDO DA VIDA EM AÇÃO MAS OS RETALHOS FORMAM UMA... O QUE É A FISIOLOGIA? O QUE É A FISIOLOGIA? A FISIOLOGIA É UMA COLCHA DE RETALHOS... Biologia Molecular Bioquímica Psicologia Histologia Biologia Celular Anatomia Genética Medicina Biofísica MAS OS RETALHOS FORMAM UMA... A

Leia mais

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE ATIVIDADE FÍSICA

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE ATIVIDADE FÍSICA O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE ATIVIDADE FÍSICA 1 2 SEDENTARISMO é a falta de atividade física suficiente e pode afetar a saúde da pessoa. A falta de atividade física não está ligada a não praticar esportes.

Leia mais

Determinação de parâmetros bioquímicos algumas considerações

Determinação de parâmetros bioquímicos algumas considerações Determinação de parâmetros bioquímicos algumas considerações Como vimos anteriormente, são feitas análises ao sangue porque: papel de transporte através do organismo resposta rápida em termos de flutuações

Leia mais

4/5/2010. De que forma utilizamos a energia química dos Macronutrientes? Lipídios. Macronutrientes. Carboidratos. Adenosina Trifosfato.

4/5/2010. De que forma utilizamos a energia química dos Macronutrientes? Lipídios. Macronutrientes. Carboidratos. Adenosina Trifosfato. De que forma utilizamos a energia química dos Macronutrientes? Macronutrientes Lipídios Carboidratos roteínas Adenosina Trifosfato 1 O que é o AT? Molécula altamente energética que após a sua hidrólise

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS EDITAL Nº 02 DE 29/04/2016

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS EDITAL Nº 02 DE 29/04/2016 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS EDITAL Nº 02 DE 29/04/2016 CONCURSO DE MONITORIA VOLUNTÁRIA O Departamento de Educação Física

Leia mais

BIOLOGIA CELULAR. Membrana Plasmática e Organelas Celulares Prof. João Mendanha

BIOLOGIA CELULAR. Membrana Plasmática e Organelas Celulares Prof. João Mendanha BIOLOGIA CELULAR Membrana Plasmática e Organelas Celulares Prof. João Mendanha MEMBRANA PLASMÁTICA Estrutura que limita a célula; É fronteira entre o meio externo do meio interno; Tem papel fundamental

Leia mais

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo.

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo Sgrillo.ita@ftc.br Processo pelo qual os organismos vivos adquirem e usam energia livre para realizar suas funções. É tradicionalmente dividido em: CATABOLISMO ou degradação

Leia mais