NUT-A80 -NUTRIÇÃO ESPORTIVA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NUT-A80 -NUTRIÇÃO ESPORTIVA"

Transcrição

1 NUT-A80 -NUTRIÇÃO ESPORTIVA

2 Ementa Nutrição na atividade física: A atividade física na promoção da saúde e na prevenção e recuperação da doença. Bases da fisiologia do exercício e do metabolismo energético na atividade física. Avaliação nutricional e recomendações alimentares e nutricionais para praticantes de atividade física e atletas. Uso de suplementos em atividades físicas e em esportes.

3 Objetivos Situar o aluno quanto os diferentes tipos de atividade física, focando nos aspectos metabólicos e sua importância para o desempenho físico, saúde e modificações na composição corporal. Discutir sobre as demandas nutricionais e cuidados com o atleta e praticante de atividade física.

4 Metodologia Aulas teóricas serão ministradas, com a participação de Professores de Educação Física, utilizando recurso áudio-visual (data-show) e haverá a tentativa de executar atividades práticas para que os alunos tenham a oportunidade de perceber as peculiaridades do atendimento do atleta e/ou praticante de atividade física. Haverá apresentação e discussão de seminários, artigos científicos, estudos de caso, trabalhos individuais e em grupo.

5 Avaliações 03 Provas Seminário Estudo de caso

6 Cronograma Dia Data Aula Conteúdo módulo I Quarta 30/11/2016 Apresentação da disciplina Quarta 30/11/2016 Fisiologia do exercício, efeitos dos diferentes tipos de exercícios e suas demandas metabólicas. Sexta 02/12/2016 Importância do exercício físico no envelhecimento Sexta 02/12/2016 Quarta 07/12/2016 Exercício e sistema imunológico Quarta 07/12/2016 Sexta 09/12/2016 Importância e metabolismo dos Carboidratos Sexta 09/12/2016 Quarta 14/12/2016 Importância e metabolismo dos Lipídios Quarta 14/12/2016 Sexta 16/12/2016 Importância e metabolismo das Proteínas Sexta 16/12/2016 Quarta 21/12/2016 I Avaliação Quarta 21/12/2016 Sexta 23/12/2016 Recesso Sexta 23/12/2016 Quarta 28/12/2016 Recesso Quarta 28/12/2016 Sexta 29/12/2016 Recesso Sexta 29/12/2016

7 Cronograma Dia Data Aula Conteúdo módulo II Quarta 04/01/2017 Importância da hidratação na atividade física (estratégias nos esportes de luta) Quarta 04/01/2017 Sexta 06/01/2017 Exercício e situações especiais (mergulho / altitude) Sexta 06/01/2017 Quarta 11/01/2017 Importância e metabolismo de Vitaminas Quarta 11/01/2017 Sexta 13/01/2017 Importância e metabolismo de Minerais Sexta 13/01/2017 Quarta 18/01/2017 Radicais Livres Quarta 18/01/2017 Sexta 20/01/2017 Suplementação Nutricional, o quê e quando utilizar. Sexta 20/01/2017 Quarta 23/01/2017 Avaliação nutricional do atleta. Quarta 23/01/2017 Sexta 25/01/2017 Exames laboratorias Sexta 25/01/2017 Quarta 30/01/2017 Atualização em Hipertrofia (Seminário) / grupo de 5 alunos Quarta 30/01/2017 Sexta 02/02/2017 Atualização em fracionamento alimentar (Seminário) / grupo de 5 alunos Sexta 02/02/2017 Quarta 08/02/2017 Atualização em avaliação antropométrica (Seminário) / grupo de 5 alunos Quarta 08/02/2017 Sexta 10/02/2017 Atualização em avaliação termogênicos (Seminário) / grupo de 5 alunos Sexta 10/02/2017 Quarta 15/02/2017 Atualização em avaliação dietas alternativas (Seminário) / grupo de 5 alunos Quarta 15/02/2017 Sexta 17/02/2017 II Avaliação

8 Cronograma Sexta 17/02/2017 Quarta 22/02/2017 Quarta 22/02/2017 Sexta 24/02/2017 Carnaval Sexta 24/02/2017 Carnaval Quarta 01/03/2017 Carnaval Quarta 01/03/2017 Carnaval Dia Data Aula Conteúdo módulo III Sexta 03/03/2017 Sexta 03/03/2017 Quarta 08/03/2017 Atendimento Nutricional equipe 1-3 Quarta 08/03/2017 Sexta 10/03/2017 Apresentação e discussão das condutas 1-3 Sexta 10/03/2017 Quarta 15/03/2017 Atendimento Nutricional equipe 4-5 Quarta 15/03/2017 Sexta 17/03/2017 Apresentação e discussão das condutas 4-5 Sexta 17/03/2017 Quarta 22/03/2017 Retorno 1 equipe 1-3 Quarta 22/03/2017 Sexta 24/03/2017 Apresentação e discussão dos retornos equipes 1-3 Sexta 24/03/2017 Quarta 29/03/2017 Retorno 1 equipe 4-5 Quarta 29/03/2017 Sexta 31/03/2017 Apresentação e discussão dos retornos equipes 4-5 Sexta 31/03/2017 Quarta 05/04/2017 Quarta 05/04/2017 Sexta 07/04/2017 Ultimo dia de aula / Divulgação dos resultados Sexta 07/04/2017 Ultimo dia de aula / Divulgação dos resultados

9 Cronograma O cronograma poderá sofrer alterações a critério do professor.

10 BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica 1- LANCHA JR., ANTONIO HERBERT. Suplementação Nutricional no Esporte. Guanabara Koogan, TIRAPEGUI, J. Nutrição, Metabolismo e Suplementação na Atividade Física. São Paulo: Ed. Atheneu, BACURAU, R. F. Nutrição e Suplementação Esportiva. São Paulo: Ed. Phorte, MCARDLE, W. D.; KATCH, I. K. Nutrição para o exercício e o desportivo. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, MAUGHAN, R.; GLEESON, M. GREENNHAFF, P. L. Bioquímica do Exercício e do Treinamento. São Paulo: Manole, Bibliografia Complementar 1- MCARDLE, W. D.; KATCH, I. K. Fisiologia do Exercício: energia, nutrição e desempenho humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, POWERS, S. K.; HOWLEY, E. T. Fisiologia do Exercício. São Paulo: Manole, LANCHA JUNIOR, A. H. Nutrição e Metabolismo Aplicados á Atividade Motora. São Paulo: Ed. Atheneu, 2002.

11 Conteúdo Programático 1. Fisiologia e efeito dos diferentes tipos de exercício sobre a demanda metabólica. 2. Importância e metabolismo de Carboidrato. 3. Proteínas. 4. Lipídios. 5. Uso calorimetria indireta no esporte. 6. Vitaminas e Minerais. 7. Radicais Livres. 8. Avaliação nutricional do atleta. 9. Recomendações internacionais. nutricionais para atletas segundo diretrizes nacionais e 10. Suplementação Nutricional, quando utilizar. 11. Hidratação durante a prática do exercício. 12. Exercício físico no envelhecimento.

12 1. Fisiologia e efeito dos diferentes tipos de exercício sobre a demanda metabólica.

13 Aspectos anatômicos

14 Aspectos anatômicos EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Año 17, Nº 167, Abril de 2012.

15 Unidade motora

16 Contração Muscular

17 Efeitos do Treinamento

18 Efeitos do Treinamento 100% do Vo2 85% do Vo2 70% do Vo2 50% do Vo2 40% do Vo2

19 Aspectos anatômicos

20 Modalidades Esportivas

21 Especificidade do treinamento

22 Classificação do Exercício. Arq. Bras. Cardiol. vol.69 n.4 São Paulo Oct. 1997

23 Intensidade

24 Intensidade

25 VO 2 máx Consumo Máximo de O 2

26 ERGOESPIROMETRIA

27

28

29

30

31 Classificação do Exercício. Moderado : nota de 5-6 numa escala até 10 Intenso : nota de 7-8 numa escala até 10 Dietary Guidelines for Americans (2010)

32 Índice de Percepção de Esforço (Borg,, 1982) Muito, muito leve Muito leve Moderadamente leve Algo pesado Pesado Muito pesado Muito, muito pesado LEEFS Laboratório de Estudos em Educação Física e Saúde

33

34 Exercício e Hormônios

35 Efeitos do treinamento de força Arq. Bras. Cardiol. vol.84 no.5 São Paulo May 2005

36 Efeitos do treinamento de endurance Aumento: Número de glóbulos vermelhos. Capilarização dos pulmões. Número de mitocôndrias. Fibras oxidativas Capilaridade das fibras musculares Aumento de enzimas oxidativas

37 Avaliação Calorimétrica no Atleta Thiago Onofre Freire

38 Prescrição do treinamento Prescrição da dieta Avaliação Calorimétrica no Atleta Avaliação da capacidade física

39 Conceitos Básicos

40 Necessidade Energética 15 c 1 ml H2O 1 Caloria 14 c 15 c 1000 ml H2O 1000 Calorias = 14 c 1kcal

41 Calorimetria Direta Volume e Temperatura de H2O conhecido 1 ml H2O 15 c 14 c 1 Caloria 1000 ml H2O 15 c 14 c 1kcal

42 Calorimetria Indireta CO2 O2 O2 O2 O2 O2 O2 O2 O2 CO2 CO2 CO2 CO2 CO2 CO2 CO2 CO2 1 Litro de 0 2 consumido 5kcal

43 Quociente Respiratório (QR) QR = CO 2 Expirado O 2 Inspirado Glicose + Oxigênio = água + Gás carbônico + Energia C 6 H 12 O 6 + 6O 2 = 6CO 2 + 6H 2 O + CALOR QR = 6CO 2 /6O 2 QR = 1

44 Quociente Respiratório Gordura + Oxigênio = água + Gás carbônico + Energia C 16 H 32 O O 2 = 16CO H 2 O + CALOR QR = 16CO 2 /23O 2 QR = 0,696

45 Quociente Respiratório (QR)

46 Calorimetria Indireta CO2 O2 O2 O2 O2 O2 O2 O2 O2 CO2 CO2 CO2 CO2 CO2 CO2 CO2 CO2 3,5ml /kg/min 1MET (Metabolic Equivalent of Tasks)

47 Ergoespirometria VO 2 max

48

49 Classificação de Capacidade Aeróbica em METS até 60 min de acordo com a faixa etária - ACSM,1998 Muito Leve Jovem anos Meia idade (40-64) Velho (65-79) <2,4 <2,0 <1,6 Muito Velho (80 anos) < ou igual a 1,0 Leve 2,4-4,7 2,0-3,9 1,6-3,1 1,1-1,9 Moderada 4,8-7,1 4,0-5,9 3,2-4,7 2,0-2,9 Intensa 7,2-10,1 6,0-8,4 4,8-6,7 3,0-4,25 Muito Intensa Intensidade das Atividades >ou igual a 10,2 > ou igual a 8,5 > ou igual a 6,8 > ou igual a 4,25 Máximo

50 Ergoespirometria VO 2 max

51 Treinamento x bpm

52 VO 2 max X Lactato 50% 85% 100% x bpm Z bpm y bpm

53

54

55

56

57

58 Treinamento

59 Treinamento

60 Treinamento

61 Prática / Estudo de caso

62 Dados do paciente R.G.T VO 2 max 50 ml.kg -1.min -1 Peso 68kg Altura 1,72 Idade 45 anos IRONMAN Triathlon Quantas calorias serão gastas na competição? Qual a quantidade de carboidratos (em gramas) que devemos ofertar (a cada hora) para que haja um balanço glicídico neutro?

63 IRONMAN Triathlon VO 2 max 50 ml.kg -1.min -1 //// Peso 68kg 3,8km em 60 minutos 1 Litro de 0 2 consumido 5kcal 180km em 300 minutos 42km em 180 minutos 80% do VO 2 max 70% do VO 2 max 80% do VO 2 max VO 2 40 ml.kg -1.min -1 VO VO 2 40 ml.kg -1.min ml.kg -1.min -1

64 1000 5kcal 3,8km em 60 minutos IRONMAN Triathlon 180km em 300 minutos 42km em 180 minutos VO 2 40 ml.kg -1.min -1 VO VO 2 40 ml.kg -1.min ml.kg -1.min -1 0,2kcal ,175kcal ,2kcal kcal 3570kcal 2448kcal 6834kcal

65 3,8km em 60 minutos IRONMAN Triathlon 180km em 300 minutos 42km em 180 minutos 6834kcal QR- 0,9 / 67,5% de carboidrato 6834kcal x 67,5% = 4612,95kcal 4612,95kcal / 4kcal = 1153,23g de CHO 2,13g x 60 = 128,13g a cada hora 1153,23g de CHO / 540 minutos = 2,13g de cho / minuto

66 Ação do Exercício Nutrientes Corretos

67 Ação do Exercício - Estoque energético + Energia + Acidifica a célula + Estresse oxidativo + Inflamação +Lesão Tecidual (degradação protéica) + Desidratação

68 Estoque Energético Duração 10s 02:10h Intensidade

69 Exercícios de Explosão Aqueles de curta duração (<5 minutos), em única ou várias sessões, associados à alta intensidade (>90% VO²max.).

70 Gasto Energético Gasto Energético Estoque Energético ATP ADP Intensidade Duração

71 Estoque Energético ATP Moeda Energética = $$$$

72 Estoque Energético De onde vem o ATP? Carboidratos Gordura Glicólise Ciclo de Krebs ATP Pi ADP Proteínas??? Creatina ~ Fosfato

73 Importância dos Carboidratos Estoque Energético Gordura Carboidrato Quando os estoques de carboidratos acabam ocorre drástica queda no desempenho!!!

74 ADP Glicólise Glicose Gordura - oxigênio NADH 2 ATP NAD + Piruvato Lactato Oxalacetato FAD + NAD + Acetil-CoA NADH 2 FADH 2 + oxigênio ATP

75 Condicionamento Físico CO 2 O 2 O 2 O 2 O 2 O 2 O 2 O 2 O 2 O 2 ATP ADP

76 Condicionamento Físico CO 2 O 2 O 2 O 2 O 2 O 2 O 2 O 2 O 2 O 2 ATP ADP

77 Condicionamento Físico

78 Tempo de exercício Estoque Energético Dias 2h 80g 5s 10g 3s 350g ATP Fosfocreatina Glicogênio 440 x 4 kcal = 1760 kcal Gorduras 10% x 70kg = 7000g x 9 = 63,000 kcal

Bioenergética. Trabalho Biológico. Bioenergetica. Definição. Nutrição no Esporte. 1

Bioenergética. Trabalho Biológico. Bioenergetica. Definição. Nutrição no Esporte. 1 Bioenergética Trabalho Biológico Contração muscular * Digestão e Absorção Função glandular Manter gradientes de concentração Síntese de novos compostos Profa. Raquel Simões M. Netto 4 Exercício para saúde

Leia mais

BE066 - Fisiologia do Exercício BE066 Fisiologia do Exercício. Bioenergética. Sergio Gregorio da Silva, PhD

BE066 - Fisiologia do Exercício BE066 Fisiologia do Exercício. Bioenergética. Sergio Gregorio da Silva, PhD BE066 Fisiologia do Exercício Bioenergética Sergio Gregorio da Silva, PhD Objetivos Definir Energia Descrever os 3 Sistemas Energéticos Descrever as diferenças em Produção de Energia Bioenergética Estuda

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA GLICÓLISE Dra. Flávia Cristina Goulart CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus de Marília flaviagoulart@marilia.unesp.br Glicose e glicólise Via Ebden-Meyerhof ou Glicólise A glicólise,

Leia mais

- Definir os termos trabalho, potência, energia e eficiência mecânica, dar uma breve explicação sobre o método utilizado para calcular o trabalho

- Definir os termos trabalho, potência, energia e eficiência mecânica, dar uma breve explicação sobre o método utilizado para calcular o trabalho PLANO DE CURSO CURSO: Curso de Fisioterapia DEPARTAMENTO: RECURSOS TERAPÊUTICOS E FÍSICO FUNCIONAIS CRÉDITOS: 4 (2 2) DISCIPLINA: FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO PROFESSOR: RODRIGO DELLA MEA PLENTZ EMENTA: Esta

Leia mais

Nutrição Aplicada à Educação Física. Cálculo da Dieta e Recomendações dietéticas. Ismael F. Freitas Júnior Malena Ricci

Nutrição Aplicada à Educação Física. Cálculo da Dieta e Recomendações dietéticas. Ismael F. Freitas Júnior Malena Ricci Nutrição Aplicada à Educação Física Cálculo da Dieta e Recomendações dietéticas Ismael F. Freitas Júnior Malena Ricci ARROZ 100 gramas CÁLCULO DE DIETA CH 25,1 PT 2,0 Lip 1,2 Consumo 300 gramas 100 gr

Leia mais

Fisiologia do Esforço

Fisiologia do Esforço Fisiologia do Esforço Curso Desporto e BemEstar 3º Semestre 008/09 Capítulo II Bases da Bioenergética Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Leiria 7 Out 08 ATP-CP e energia O sistema ATP-CP

Leia mais

Matéria: Biologia Assunto: Respiração celular Prof. Enrico blota

Matéria: Biologia Assunto: Respiração celular Prof. Enrico blota Matéria: Biologia Assunto: Respiração celular Prof. Enrico blota Biologia 1. Moléculas, células e tecidos - Fotossíntese e respiração - Respiração celular Fermentação Organismos que só vivem na presença

Leia mais

DIETA PARA ENDURANCE. Endurance é o tipo de exercício de alta intensidade por tempo prolongado.

DIETA PARA ENDURANCE. Endurance é o tipo de exercício de alta intensidade por tempo prolongado. Lídia B. Loyola DIETA PARA ENDURANCE Endurance é o tipo de exercício de alta intensidade por tempo prolongado. As diferenças estruturais de cada tipo de fibra muscular determinam que tipo de nutriente

Leia mais

PROFESSOR (A): Emerson Back CRÉDITOS: 2 PLANO DE ENSINO. Quinta - feira. 20:00 21:40

PROFESSOR (A): Emerson Back CRÉDITOS: 2 PLANO DE ENSINO. Quinta - feira. 20:00 21:40 CURSO: Graduação em Engenharia de Alimentos ANO/SEMESTRE: 2012/01 DISCIPLINA: Educação Física Curricular FASE: 2ª CARGA HORÁRIA: 36h TURNO: Matutino PROFESSOR (A): Emerson Back CRÉDITOS: 2 PLANO DE ENSINO

Leia mais

Sistema glicolítico ou metabolismo anaeróbio lático

Sistema glicolítico ou metabolismo anaeróbio lático Sistema glicolítico ou metabolismo anaeróbio lático Quando a molécula de glicose entra na célula para ser utilizada como energia, sofre uma série de reações químicas que coletivamente recebe o nome de

Leia mais

BIOQUÍMICA GERAL. Prof. Dr. Franciscleudo B. Costa UATA/CCTA/UFCG. Aula 10 Metabolismo Geral FUNÇÕES ESPECÍFICAS. Definição

BIOQUÍMICA GERAL. Prof. Dr. Franciscleudo B. Costa UATA/CCTA/UFCG. Aula 10 Metabolismo Geral FUNÇÕES ESPECÍFICAS. Definição Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar Unidade Acadêmica de Tecnologia de Alimentos BIOQUÍMICA GERAL Campus de Pombal Pombal - PB Definição Funções específicas

Leia mais

CURSO DE CAPACITAÇÃO ABRAN EM NUTROLOGIA DO EXERCÍCIO

CURSO DE CAPACITAÇÃO ABRAN EM NUTROLOGIA DO EXERCÍCIO CURSO DE CAPACITAÇÃO ABRAN EM NUTROLOGIA DO EXERCÍCIO Prof. Dr. Milton Mizumoto MD Prof. Dr. Guilherme Giorelli MD, MSc Médico Nutrólogo pela ABRAN Especialização em Medicina do Esporte pela Sociedade

Leia mais

CURSO: Bioquímica. INFORMAÇÕES BÁSICAS Unidade curricular Bioquímica Metabólica Carga Horária Prática - Habilitação / Modalidade Bacharelado

CURSO: Bioquímica. INFORMAÇÕES BÁSICAS Unidade curricular Bioquímica Metabólica Carga Horária Prática - Habilitação / Modalidade Bacharelado Turno: Integral CURSO: Bioquímica Currículo 2010 Período 4º Tipo Obrigatória Teórica 90 h INFORMAÇÕES BÁSICAS Unidade curricular Bioquímica Metabólica Carga Horária Prática - Habilitação / Modalidade Bacharelado

Leia mais

Química e Bio Química Aplicada METABOLISMO ENZIMOLOGIA. Metabolismo Energético Respiração Celular e Fermentação

Química e Bio Química Aplicada METABOLISMO ENZIMOLOGIA. Metabolismo Energético Respiração Celular e Fermentação Química e Bio Química Aplicada METABOLISMO ENZIMOLOGIA Adriano Silva maestroabs@hotmail.com adrianoabs.silva@gmail.com 88105041 34843610 Metabolismo Energético Respiração Celular e Fermentação Metabolismo

Leia mais

Consumo Máximo de Oxigênio

Consumo Máximo de Oxigênio Consumo Máximo de Oxigênio Prof. Sergio Gregorio da Silva, PhD BE066 Consumo Máximo de Oxigênio VO2max BE066 Sistema Portátil K4b 2 BE066 VO2max Definição: É a razão máxima de O2 que uma pessoa pode absorver,

Leia mais

METABOLISMO ENERGÉTICO

METABOLISMO ENERGÉTICO CURSO TÉCNICO INTEGRADO DE INFORMÁTICA E ELETROMECÂNICA - 2º ANO DICIPLINA: BIOLOGIA METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO E FERMENTAÇÃO Prof.ª Carla Pereira Nascimento METABOLISMO ENERGÉTICO Todo ser vivo

Leia mais

Bioenergética FONTES ENERGÉTICAS. BE066 Fisiologia do Exercício. Sergio Gregorio da Silva, PhD. Definição de Energia! Capacidade de realizar trabalho

Bioenergética FONTES ENERGÉTICAS. BE066 Fisiologia do Exercício. Sergio Gregorio da Silva, PhD. Definição de Energia! Capacidade de realizar trabalho BE066 Fisiologia do Exercício Bioenergética Sergio Gregorio da Silva, PhD FONTES ENERGÉTICAS Definição de Energia! Capacidade de realizar trabalho Definição de Trabalho! Aplicação de força através de uma

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS EDITAL Nº 02 DE 29/04/2016

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS EDITAL Nº 02 DE 29/04/2016 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS EDITAL Nº 02 DE 29/04/2016 CONCURSO DE MONITORIA VOLUNTÁRIA O Departamento de Educação Física

Leia mais

Profa. Angélica Pinho Zootecnista. Dpto de Zootecnia Fones:

Profa. Angélica Pinho Zootecnista. Dpto de Zootecnia Fones: Profa. Angélica Pinho Zootecnista Dpto de Zootecnia Fones: 3243-7070 Email: angelicapinho@unipampa.edu.br UNIDADE 1 INTRODUÇÃO AO METABOLISMO 1.1 Visão geral do metabolismo. 1.2 Catabolismo e anabolismo.

Leia mais

Bases Moleculares da Obesidade e Diabetes

Bases Moleculares da Obesidade e Diabetes Bases Moleculares da Obesidade e Diabetes Metabolismo Muscular Prof. Carlos Castilho de Barros http://wp.ufpel.edu.br/obesidadediabetes/ Atividade muscular Principais fontes de energia: 1- Carboidratos

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLÓGIA EM ESTÉTICA E COSMÉTICA Autorizado pela Portaria MEC nº 433 de , DOU de

CURSO SUPERIOR DE TECNOLÓGIA EM ESTÉTICA E COSMÉTICA Autorizado pela Portaria MEC nº 433 de , DOU de CURSO SUPERIOR DE TECNOLÓGIA EM ESTÉTICA E COSMÉTICA Autorizado pela Portaria MEC nº 433 de 21.10.11, DOU de 24.10.11 Componente Curricular: Princípios Básicos da Nutrição Código: Pré-requisito: Período

Leia mais

MÓDULO 2 - METABOLISMO. Bianca Zingales IQ-USP

MÓDULO 2 - METABOLISMO. Bianca Zingales IQ-USP MÓDULO 2 - METABOLISMO Bianca Zingales IQ-USP INTRODUÇÃO AO METABOLISMO CARACTERÍSTICAS DO SER VIVO 1- AUTO-REPLICAÇÃO Capacidade de perpetuação da espécie 2- TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA O ser vivo extrai

Leia mais

TREINAMENTO Processo repetitivo e sistemático composto de exercícios progressivos que visam o aperfeiçoamento da performance.

TREINAMENTO Processo repetitivo e sistemático composto de exercícios progressivos que visam o aperfeiçoamento da performance. TREINAMENTO Processo repetitivo e sistemático composto de exercícios progressivos que visam o aperfeiçoamento da performance. TREINAMENTO FÍSICO Repetição sistemática de exercícios que produz fenômenos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS PROGRAMA DE ENSINO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS PROGRAMA DE ENSINO Curso: Nutrição (04) Ano: 2013 Semestre: 2 Período: 2 Disciplina: Composição de Alimentos (Food Composition) Carga Horária Total: 45 Teórica: 45 Atividade Prática: 0 Prática Pedagógica: 0 Aulas Compl.

Leia mais

METABOLISMO ENERGÉTICO

METABOLISMO ENERGÉTICO SILVIA ALIX, MAJ VÂNIA E TEN LUCIANA ARAÚJO METABOLISMO ENERGÉTICO 1. Metabolismo: Anabolismo e Catabolismo. 2. ATP Adenosina trifosfato. 3. Respiração celular: Glicólise, Ciclo de Krebs e Transporte de

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Disciplina: BIOQUÍMICA BÁSICA Código da Disciplina: NDC 119

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Disciplina: BIOQUÍMICA BÁSICA Código da Disciplina: NDC 119 PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: BIOQUÍMICA BÁSICA Código da Disciplina: NDC 119 Curso: Medicina Veterinária Período de oferta da disciplina: 1 p Faculdade responsável: Núcleo de Disciplinas Comuns (NDC)

Leia mais

MODELO FORMATIVO. DATA DE INíCIO / FIM / HORARIO Manhã - 9:00 às 13:00 Tarde - 14:00 às 17:00

MODELO FORMATIVO. DATA DE INíCIO / FIM / HORARIO Manhã - 9:00 às 13:00 Tarde - 14:00 às 17:00 NUTRIçãO E SUPLEMENTAçãO NO DESPORTO (SET 2016) LISBOA A nutrição é um dos fatores com maior peso na saúde e, aliada à atividade física, contribui para a manutenção de um peso e composição corporal adequados,

Leia mais

CONTRAÇÃO MUSCULAR: NO ANIMAL VIVO NO PÓS-ABATE: ALTERAÇÕES BIOQUÍMICAS E HISTOLÓGICAS RELAÇÃO COM A QUALIDADE DA

CONTRAÇÃO MUSCULAR: NO ANIMAL VIVO NO PÓS-ABATE: ALTERAÇÕES BIOQUÍMICAS E HISTOLÓGICAS RELAÇÃO COM A QUALIDADE DA CONTRAÇÃO MUSCULAR: NO ANIMAL VIVO NO PÓS-ABATE: ALTERAÇÕES BIOQUÍMICAS E HISTOLÓGICAS RELAÇÃO COM A QUALIDADE DA CARNE Sandra R. S. T. de Carvalho Departamento de Zootecnia UFSC Transporte de íons cálcio

Leia mais

Avaliação da Composição Corporal. Profª Tatianne Estrela

Avaliação da Composição Corporal. Profª Tatianne Estrela Avaliação da Composição Corporal Profª Tatianne Estrela Constituição, Tamanho e Composição Corporais Constituição: Muscularidade; Linearidade; Gordura. Tamanho: Estatura; Massa. Constituição, Tamanho e

Leia mais

MODELO FORMATIVO. DATA DE INíCIO / FIM / HORARIO Manhã - 9:00 às 13:00 Tarde - 14:00 às 17:00

MODELO FORMATIVO. DATA DE INíCIO / FIM / HORARIO Manhã - 9:00 às 13:00 Tarde - 14:00 às 17:00 NUTRIçãO E SUPLEMENTAçãO NO DESPORTO (OUT 2015) PORTO A nutrição é um dos fatores com maior peso na saúde e, aliada à atividade física, contribui para a manutenção de um peso e composição corporal adequados,

Leia mais

OMELETE DE CLARAS. Uma opção proteica metabolizada para seu póstreino. Informações Técnicas. SINÔNIMOS: Albumina

OMELETE DE CLARAS. Uma opção proteica metabolizada para seu póstreino. Informações Técnicas. SINÔNIMOS: Albumina Informações Técnicas OMELETE DE CLARAS Uma opção proteica metabolizada para seu póstreino SINÔNIMOS: Albumina O omelete trata-se de uma opção proteica com 22g de proteína na porção. Uma excelente alternativa

Leia mais

Introdução e apresentação geral do metabolismo da glicose

Introdução e apresentação geral do metabolismo da glicose Introdução e apresentação geral do metabolismo da glicose Índice 1- O transporte transmembranar e a fosforilação da glicose...1 2- A glicólise e a oxidação da glicose a CO 2...1 3- A oxidação da glicose-6-fosfato

Leia mais

NUTRIÇÃO DESPORTIVA - ACSM

NUTRIÇÃO DESPORTIVA - ACSM NUTRIÇÃO DESPORTIVA - ACSM RECOMENDAÇÕES DO ACSM PARA NUTRIÇÃO RECOMENDAÇÃO ACSM 6-10g/kg por dia HCO PELAS RAZÕES ABAIXO REFERIDAS, DEVEM SER PRIVILEGIADOS OS ALIMENTOS RICOS EM AMIDO E CELULOSE (POLISSACARIDEOS)

Leia mais

Substratos Energéticos Para Exercício Físico

Substratos Energéticos Para Exercício Físico Substratos Energéticos Para Exercício Físico INTRODUÇÃO A especificidade metabólica do exercício (e do treino) é baseada na compreensão da produção de energia (e da sua utilização) pelos sistemas energéticos

Leia mais

SOPA PROTEICA DE ERVILHAS

SOPA PROTEICA DE ERVILHAS Informações Técnicas SOPA PROTEICA DE ERVILHAS Uma opção proteica metabolizada para seu póstreino SINÔNIMOS: Proteína de ervilha A sopa de ervilha trata-se de uma opção proteica com 22g de proteína na

Leia mais

Pr P o r f o a f Al A essan a d n r d a r a B ar a o r n o e n

Pr P o r f o a f Al A essan a d n r d a r a B ar a o r n o e n Profa Alessandra Barone www.profbio.com.br Metabolismo Conjunto de reações realizadas a partir da transformação de substâncias com a finalidade de suprimento de energia, renovação de moléculas e manutenção

Leia mais

Energia: medidas e. necessidade

Energia: medidas e. necessidade Energia: medidas e necessidade Bioenergética Energia é quantitativamente o item mais importante da dieta do animal. Todos os padrões alimentares se baseiam nas necessidades energéticas. Definição => energia

Leia mais

COMO CHEGAR De metro: estação Saldanha (linha amarela ou vermelha), ou estação S. Sebastião (linha Azul ou vermelha)

COMO CHEGAR De metro: estação Saldanha (linha amarela ou vermelha), ou estação S. Sebastião (linha Azul ou vermelha) NUTRIçãO E SUPLEMENTAçãO NO DESPORTO (MAR 2016) LISBOA A nutrição é um dos fatores com maior peso na saúde e, aliada à atividade física, contribui para a manutenção de um peso e composição corporal adequados,

Leia mais

NUTRIÇÃO. Problemas nutricionais associados à pobreza: Desnutrição /Hipovitaminose / Bócio

NUTRIÇÃO. Problemas nutricionais associados à pobreza: Desnutrição /Hipovitaminose / Bócio NUTRIÇÃO NUTRIÇÃO Problemas nutricionais associados à pobreza: Desnutrição /Hipovitaminose / Bócio Problemas nutricionais associados à hábitos alimentares inadequados: Dislipdemias / Anemia / Obesidade

Leia mais

1. o ANO ENSINO MÉDIO PROF.ª SABRINA ARAÚJO PROF.ª SARAH SANTOS

1. o ANO ENSINO MÉDIO PROF.ª SABRINA ARAÚJO PROF.ª SARAH SANTOS 1. o ANO ENSINO MÉDIO PROF.ª SABRINA ARAÚJO PROF.ª SARAH SANTOS Unidade III Metabolismo Energético. 2 Aula 9.1 Conteúdo Glicólise. 3 Habilidade Compreender que os seres vivos possuem mecanismos de obtenção

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO DE FORÇA PARA A MELHORIA DO VO2 MÁXIMO DOS CORREDORES DE RUA

A INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO DE FORÇA PARA A MELHORIA DO VO2 MÁXIMO DOS CORREDORES DE RUA A INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO DE FORÇA PARA A MELHORIA DO VO2 MÁXIMO DOS CORREDORES DE RUA CEAFI- GOIÂNIA-GOIÁS-BRASIL vitor_alvesmarques@hotmail.com RESUMO VITOR ALVES MARQUES Este trabalho teve como objetivo

Leia mais

Transformação e utilização de energia respiração aeróbia

Transformação e utilização de energia respiração aeróbia Transformação e utilização de energia respiração aeróbia A maioria dos seres vivos é capaz de aproveitar com maior eficácia a energia dos compostos orgânicos realizado respiração aeróbia. Na respiração

Leia mais

AVALIAÇÃO BIOQUÍMICA NO IDOSO

AVALIAÇÃO BIOQUÍMICA NO IDOSO C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O C AT Ó L I C O S A L E S I A N O A U X I L I U M C U R S O D E N U T R I Ç Ã O - T U R M A 6 º T E R M O D I S C I P L I N A : N U T R I Ç Ã O E M G E R I AT R I A

Leia mais

CITOLOGIA IV (UECE/ENEM) Profa Eduarda de Souza

CITOLOGIA IV (UECE/ENEM) Profa Eduarda de Souza CITOLOGIA IV (UECE/ENEM) Profa Eduarda de Souza Alimentos e Energia Ligações químicas Metabolismo Metabolismo capacidade de transformar substâncias de acordo com o interesse Anabolismo: produção de novas

Leia mais

METABOLISMO CELULAR PROCESSOS E MOLÉCULAS ESPECÍFICAS 06/08/2015. Oxidação: ocorre a saída de um átomo H; Redução: envolve o ganho de um átomo H.

METABOLISMO CELULAR PROCESSOS E MOLÉCULAS ESPECÍFICAS 06/08/2015. Oxidação: ocorre a saída de um átomo H; Redução: envolve o ganho de um átomo H. METABOLISMO CELULAR É o conjunto de reações químicas que ocorrem na célula para que ela possa desempenhar suas atividades. + Pi + Energia As moléculas de não podem ser estocadas, desse modo, as células

Leia mais

Componente Curricular: Fisioterapia Ortopedia e Traumatologia. Titulação: Especialista em Terapia Manual e Postural, CESUMAR/ PR PLANO DE CURSO

Componente Curricular: Fisioterapia Ortopedia e Traumatologia. Titulação: Especialista em Terapia Manual e Postural, CESUMAR/ PR PLANO DE CURSO CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Fisioterapia Ortopedia e Traumatologia Código: Fisio 213 Pré-Requisito: -------

Leia mais

NERVITON MEGA Ômega Vitaminas + 8 Minerais

NERVITON MEGA Ômega Vitaminas + 8 Minerais M.S. 6.6969.0023.001-6 NERVITON MEGA Ômega 3 + 13 Vitaminas + 8 Minerais NERVITON MEGA é um produto inovador no Brasil, pois possui em sua fórmula o óleo de peixe ( ÔMEGA 3 ) e diversas vitaminas e minerais

Leia mais

RECURSOS ERGOGÊNICOS. Nutti. MSc. Elton Bicalho de Souza

RECURSOS ERGOGÊNICOS. Nutti. MSc. Elton Bicalho de Souza RECURSOS ERGOGÊNICOS Nutti. MSc. Elton Bicalho de Souza Definição Recursos ergogênicos são substâncias ou artifícios utilizados visando a melhora da performance do esportista. A palavra ergogênico derivada-se

Leia mais

NUTRIÇÃO ESPORTIVA. Thiago Onofre Freire

NUTRIÇÃO ESPORTIVA. Thiago Onofre Freire NUTRIÇÃO ESPORTIVA Thiago Onofre Freire Nutrição Esportiva Prevenção de doenças Desempenho Atlético Estética Nutrição Esportiva Desempenho / Performance / Estética 1941 História História 1943 / Recomended

Leia mais

aaa Bento Gonçalves/RS 1

aaa Bento Gonçalves/RS 1 a FISIOLOGIA E NUTRIÇÃO DA VIDEIRA aaa Respiração Celular Prof. Leonardo Cury Bento Gonçalves/RS 1 Equação Geral (Respiração celular (Aeróbica)) ATP C 6 H 12 O 6 + 6O 2 6CO 2 + 6H 2 O G = + 2.880 kj -Compostos

Leia mais

ISO WHEY É MAIS. definição muscular e força.

ISO WHEY É MAIS. definição muscular e força. ISO WHEY É MAIS definição muscular e força. ISO WHEY é um suplemento hiperproteico desenvolvido a partir das proteínas isoladas do soro do leite (WPI) de alto valor biológico. Fornece um excelente aporte

Leia mais

Bioenergética. Profa. Kalyne de Menezes Bezerra Cavalcanti

Bioenergética. Profa. Kalyne de Menezes Bezerra Cavalcanti Bioenergética Profa. Kalyne de Menezes Bezerra Cavalcanti Natal/RN Fevereiro de 2011 Substratos para o exercício O corpo utiliza nutrientes carboidratos, gorduras e proteínas consumidos diariamente para

Leia mais

Dieta refere-se aos hábitos alimentares individuais. Cada pessoa tem uma dieta específica. Cada cultura costuma caracterizar-se por dietas

Dieta refere-se aos hábitos alimentares individuais. Cada pessoa tem uma dieta específica. Cada cultura costuma caracterizar-se por dietas Dieta Dieta refere-se aos hábitos alimentares individuais. Cada pessoa tem uma dieta específica. Cada cultura costuma caracterizar-se por dietas particulares. Contudo, popularmente, o emprego da palavra

Leia mais

Hoje precisaremos de um pouco mais de atenção, pois veremos um tema complexo, mas de grande importância. Bons estudos!

Hoje precisaremos de um pouco mais de atenção, pois veremos um tema complexo, mas de grande importância. Bons estudos! Aula: 08 Temática: Metabolismo dos carboidratos Hoje precisaremos de um pouco mais de atenção, pois veremos um tema complexo, mas de grande importância. Bons estudos! Metabolismo Metabolismo é o conjunto

Leia mais

MITOCÔNDRIA. Mariana Machado, Ruth Janice Guse Schadeck. Navegue na mitocôndria:

MITOCÔNDRIA. Mariana Machado, Ruth Janice Guse Schadeck. Navegue na mitocôndria: MITOCÔNDRIA Mariana Machado, Ruth Janice Guse Schadeck Navegue na mitocôndria: http://ufpr.sistemaspibid.com.br/site/projects/35/paginas/654 Metodologia Na construção da mitocôndria utilizou-se o Programa

Leia mais

Metabolismo celular. É o conjunto de todas as reacções químicas que ocorrem numa célula.

Metabolismo celular. É o conjunto de todas as reacções químicas que ocorrem numa célula. FERMENTAÇÃO Metabolismo celular 3 É o conjunto de todas as reacções químicas que ocorrem numa célula. Metabolismo celular 4 Anabolismo reacções de síntese de moléculas complexas a partir de moléculas simples.

Leia mais

Hipertrofia Muscular Uma abordagem didática

Hipertrofia Muscular Uma abordagem didática Hipertrofia Muscular Uma abordagem didática Muitas pessoas, pesquisadores, professores, atletas e treinadores já falaram sobre a hipertrofia muscular. Seu conceito técnico e fisiológico está ligado ao

Leia mais

CORRIDA DE BELÉM 400 ANOS.

CORRIDA DE BELÉM 400 ANOS. CORRIDA DE BELÉM 400 ANOS. A Corrida de Belém foi idealizada e organizada, inicialmente, apenas pela Prefeitura de Belém, como parte das comemorações do aniversário da Cidade. Desde 2010, o jornal O Liberal

Leia mais

EDITAL DE TURMA ESPECIAL. Bioquímica 60h Fisioterapia Juliana F. Oenning de Souza

EDITAL DE TURMA ESPECIAL. Bioquímica 60h Fisioterapia Juliana F. Oenning de Souza Edital N 038/ 206. Cacoal, 4 de Novembro de 206. EDITAL DE TURMA ESPECIAL A Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal FACIMED, no uso de suas atribuições legais, e tendo presente o disposto no Art. 53,

Leia mais

Prática Clínica Nutrição Esportiva

Prática Clínica Nutrição Esportiva Estratégias nutricionais para perda, manutenção e ganho de peso Profa. Raquel Simões Prática Clínica Nutrição Esportiva Manutenção do peso Saúde Desempenho esportivo Perda de peso (mais comum) Estética

Leia mais

RESPIRAÇÃO. Katia Christina Zuffellato-Ribas

RESPIRAÇÃO. Katia Christina Zuffellato-Ribas RESPIRAÇÃO Katia Christina Zuffellato-Ribas RESPIRAÇÃO RESPIRAÇÃO C 6 H 12 O 6 + 6 O 2 6 CO 2 + 6 H 2 O + energia FOTOSSÍNTESE H + RESPIRAÇÃO C 6 H 12 O 6 + 6 O 2 6 CO 2 + 6 H 2 O RESPIRAÇÃO (OXIDAÇÃO

Leia mais

Nutrição, digestão e sistema digestório. Profª Janaina Q. B. Matsuo

Nutrição, digestão e sistema digestório. Profª Janaina Q. B. Matsuo Nutrição, digestão e sistema digestório Profª Janaina Q. B. Matsuo 1 2 3 4 Nutrição Nutrição: conjunto de processos que vão desde a ingestão do alimento até a sua assimilação pelas células. Animais: nutrição

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO PROGRAMA DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA NOME COLEGIADO CÓDIGO SEMESTRE ENGENHARIA AGRO0010 DRAULIO COSTA DA SILVA AGRONÔMICA 2016.1 CARGA HORÁRIA TEÓR: 30h PRÁT: 30h HORÁRIOS: Seg 08-10h / Ter 14-16 -18h CURSOS ATENDIDOS

Leia mais

Plano de ensino. 1) Identificação Curso

Plano de ensino. 1) Identificação Curso Plano de ensino 1) Identificação Curso Nutrição Disciplina Fisiopatologia e Dietoterapia II Carga horária 136h Semestre letivo 1 /2012 Professores Cristina M. Bragança de Moraes (Anne y Castro) e Thiago

Leia mais

Metabolismo do Exercício -1ª parte

Metabolismo do Exercício -1ª parte Metabolismo do Exercício -1ª parte INTRODUÇÃO Nenhum outro estresse a que o corpo é normalmente exposto, sequer se aproxima dos estresses extremos decorrente do exercício vigoroso. INTRODUÇÃO De fato,

Leia mais

CURSO DE EXTENSÃO TURMA 02. Nutrientes, Substâncias Isoladas e Exercício Físico. Prof. Me. Paulo Marconi

CURSO DE EXTENSÃO TURMA 02. Nutrientes, Substâncias Isoladas e Exercício Físico. Prof. Me. Paulo Marconi CURSO DE EXTENSÃO TURMA 02 Nutrientes, Substâncias Isoladas e Exercício Físico Prof. Me. Paulo Marconi Compêndio de Atividades Físicas: uma contribuição aos pesquisadores e profissionais em Fisiologia

Leia mais

CADEIA DE TRANSPORTE DE ELÉTRONS E FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA COMO AS CÉLULAS SINTETIZAM ATP

CADEIA DE TRANSPORTE DE ELÉTRONS E FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA COMO AS CÉLULAS SINTETIZAM ATP CADEIA DE TRANSPORTE DE ELÉTRONS E FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA OU COMO AS CÉLULAS SINTETIZAM ATP SINTETIZAM ATP ÀS CUSTAS DA OXIDAÇÃO DAS COENZIMAS NADH E FADH 2 PELO OXIGÊNIO AS COENZIMAS REDUZIDAS SÃO PRODUZIDAS

Leia mais

NUTRIENTES. Profª Marília Varela Aula 2

NUTRIENTES. Profª Marília Varela Aula 2 NUTRIENTES Profª Marília Varela Aula 2 NUTRIENTES NUTRIENTES SÃO SUBSTÂNCIAS QUE ESTÃO INSERIDAS NOS ALIMENTOS E POSSUEM FUNÇÕES VARIADAS NO ORGANISMO. PODEM SER ENCONTRADOS EM DIFERENTES ALIMENTOS, POR

Leia mais

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 COMPONENTE CURRICULAR: Fisioterapia Preventiva CÓDIGO: Fisio 212 PRÉ-REQUISITO: ------- PERÍODO LETIVO:

Leia mais

Catálogo Virtual CHROMIUM PICOLINATO. Televendas: (21) Site:

Catálogo Virtual CHROMIUM PICOLINATO. Televendas: (21) Site: CHROMIUM PICOLINATO Maça e Banana Ref.: KA341 COLLAGEN HIDROLYSATE COLLAGEN HIDROLYSATE Sabores: Uva Laranja com Acerola. Maça e Banana Ref.: KA341 EVOLUTION WHEY NO2 COLLAGEN Whey Protein é derivado do

Leia mais

Agrupamento Escolas de Figueiró dos Vinhos

Agrupamento Escolas de Figueiró dos Vinhos Agrupamento Escolas de Figueiró dos Vinhos Disciplina de Estudo do Movimento Professor Ricardo Ramos Ano letivo 2014/2015 Módulo 4 Qualidades Físicas Técnico de Apoio à Gestão Desportiva Aluno: N.º : Classificação:

Leia mais

PLANO DE DISCIPLINA ANATOMIA SISTÊMICA E SEGMENTAR

PLANO DE DISCIPLINA ANATOMIA SISTÊMICA E SEGMENTAR PLANO DE DISCIPLINA ANATOMIA SISTÊMICA E SEGMENTAR 2º Semestre de 2012 1. Identificação Departamento: Formação de Ciências Básicas (FCB) Disciplina: Anatomia Sistêmica e Segmentar Cód.: FCB00090 Período

Leia mais

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Fisioterapia em Uroginecologia Código: Fisio 216 Pré-requisito: ------- Período

Leia mais

1. o ANO ENSINO MÉDIO PROF.ª SABRINA ARAÚJO PROF.ª SARAH SANTOS

1. o ANO ENSINO MÉDIO PROF.ª SABRINA ARAÚJO PROF.ª SARAH SANTOS 1. o ANO ENSINO MÉDIO PROF.ª SABRINA ARAÚJO PROF.ª SARAH SANTOS Unidade III Metabolismo Energético. 2 Aula 9.2 Conteúdo Respiração Celular. 3 Habilidade Compreender como ocorre o processo da respiração

Leia mais

PLANO DE ESTUDO TRIMESTRE: 3º

PLANO DE ESTUDO TRIMESTRE: 3º C O L É G I O K E N N E D Y / R E D E P I T Á G O R A S PLANO DE ESTUDO TRIMESTRE: 3º DISCIPLINA : Biologia TURMA: DATA: PROFESSORA: Lúcia Elena ANO/SÉRIE: 1º ano EM NOME DO(A) ALUNO(A): CONTEÚDO(S) A

Leia mais

Profa. Alessandra Barone.

Profa. Alessandra Barone. Profa. Alessandra Barone www.profbio.com.br Quando é acionada a lipólise no organismo? ATP? Glicose? Glicólise? Glicogênese? Gliconeogênese? Via das pentoses? Lipídeo: reserva energética em forma de triacilglicerol

Leia mais

BIOSSINTESE E OXIDAÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS BREVE EXPLICAÇÃO

BIOSSINTESE E OXIDAÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS BREVE EXPLICAÇÃO BIOSSINTESE E OXIDAÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS BREVE EXPLICAÇÃO Onde ocorre? Biossíntese de Ácidos graxos Ácidos graxos saturados de cadeia longa são sintetizados a partir do acetil-coa por um complexo citosólico

Leia mais

Prazo Normal - entre e Prazo Tardio - entre e Inscrição Normal ( ) 99.00

Prazo Normal - entre e Prazo Tardio - entre e Inscrição Normal ( ) 99.00 TREINO PARA PERDA DE MASSA GORDA (OUT 2016) - PORTO A perda de peso é uma das principais razões para as pessoas se inscreverem num ginásio ou iniciarem a prática de exercício físico, pelo que cabe ao profissional

Leia mais

MONSTER EXTREME BLACK Suplementos Para Atletas

MONSTER EXTREME BLACK Suplementos Para Atletas MONSTER EXTREME BLACK Suplementos Para Atletas Descrição: Objetivo: MONSTER EXTREME BLACK é um suplemento composto por diversos nutrientes essenciais para otimizar o ganho de massa muscular e energia.

Leia mais

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Fisioterapia em Neonatologia Código: Fisio 223 Pré-requisito: Desenvolvimento Humano

Leia mais

Cadeia Respiratória (Fosforilação Oxidativa)

Cadeia Respiratória (Fosforilação Oxidativa) Cadeia Respiratória (Fosforilação Oxidativa) Bioquímica Prof. Dr. Vagne Oliveira 1 Cadeia de Transporte de Elétrons Consiste em uma série de transportadores de elétrons que atuam sequencialmente, sendo

Leia mais

M E T B O L I S M O CATABOLISMO ANABOLISMO

M E T B O L I S M O CATABOLISMO ANABOLISMO METABOLISMO É o conjunto das reações químicas que ocorrem num organismo vivo com o fim de promover a satisfação de necessidades estruturais e energéticas. ...metabolismo Do ponto de vista físico-químico,

Leia mais

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO I BIOENERGÉTICA: CICLO DE KREBS

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO I BIOENERGÉTICA: CICLO DE KREBS FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO I BIOENERGÉTICA: CICLO DE KREBS Ciclo de Krebs Considerações Gerais Esta denominação decorre da homenagem ao bioquímico Hans Krebs, a qual lhe valeu o Prémio Nobel de Fisiologia

Leia mais

Profº André Montillo www.montillo.com.br

Profº André Montillo www.montillo.com.br Profº André Montillo www.montillo.com.br Definição: É a soma de todas as reações químicas envolvidas na manutenção do estado dinâmico das células, onde milhares de reações ocorrem ao mesmo tempo, determinando

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA MÍDIA NA CONCEPÇÃO DO USO DE SUPLEMENTOS ESPORTIVOS ENTRE ALUNOS DE ESCOLA PÚBLICA EM NATAL/RN

A INFLUÊNCIA DA MÍDIA NA CONCEPÇÃO DO USO DE SUPLEMENTOS ESPORTIVOS ENTRE ALUNOS DE ESCOLA PÚBLICA EM NATAL/RN A INFLUÊNCIA DA MÍDIA NA CONCEPÇÃO DO USO DE SUPLEMENTOS ESPORTIVOS ENTRE ALUNOS DE ESCOLA PÚBLICA EM NATAL/RN Victor Henrique dos Santos Silva 1 ; Adriana Moura de Lima 2 Resumo: Perante a abordagem da

Leia mais

III Ciclo de Atualização do Cavalo Atleta. Marcos Jun Watanabe

III Ciclo de Atualização do Cavalo Atleta. Marcos Jun Watanabe Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro UFRRJ Escola de Equitação do Exército - EsEqEx III Ciclo de Atualização do Cavalo Atleta Marcos Jun Watanabe Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Universidade

Leia mais

Prescrição Dietética

Prescrição Dietética Prescrição Dietética Quantitativo Cálculo de Dietas Cálculo de dietas estimar as necessidades energéticas de um indivíduo (atividade física, estágio da vida e composição corporal) Necessidades energéticas

Leia mais

Prof. Dr. Bruno Pena Couto Teoria do Treinamento Desportivo. Encontro Multiesportivo de Técnicos Formadores Solidariedade Olímpica / COI

Prof. Dr. Bruno Pena Couto Teoria do Treinamento Desportivo. Encontro Multiesportivo de Técnicos Formadores Solidariedade Olímpica / COI Prof. Dr. Bruno Pena Couto Teoria do Treinamento Desportivo Encontro Multiesportivo de Técnicos Formadores Solidariedade Olímpica / COI Visão Geral - Princípios do Treinamento - Métodos de Treinamento

Leia mais

Ficha Técnica de Produtos BLEND WHEY

Ficha Técnica de Produtos BLEND WHEY Descrição: É um alimento protéico para atletas que possui em sua formulação uma junção de proteínas de rápida absorção e time release, com acréscimo de enzimas digestivas para auxiliar na digestibilidade

Leia mais

Teoria e Prática do Treinamento Aplicada na Corrida de Rua

Teoria e Prática do Treinamento Aplicada na Corrida de Rua Teoria e Prática do Treinamento Aplicada na Corrida de Rua Prof. Ricardo Freitas M.Sc. CREF 008822-G/MG. Formação Acadêmica Atuação Profissional Linha de Pesquisa E-mail: ricardo.dias@upe.pe.gov.br www.lifegroup.com.br

Leia mais

FATORES INTERVENIENTES NO GANHO DA MASSA MUSCULAR Jakeline Castro de Oliveira Ana Maria da Silva Rodrigues

FATORES INTERVENIENTES NO GANHO DA MASSA MUSCULAR Jakeline Castro de Oliveira Ana Maria da Silva Rodrigues FATORES INTERVENIENTES NO GANHO DA MASSA MUSCULAR Jakeline Castro de Oliveira Ana Maria da Silva Rodrigues RESUMO: O presente trabalho, de cunho bibliográfico, tem como objetivo discutir os fatores intervenientes

Leia mais

Programa de Controle de Peso Corporal

Programa de Controle de Peso Corporal 15 Programa de Controle de Peso Corporal Denis Marcelo Modeneze Mestre em Educação Física na Área de Atividade Física, Adaptação e Saúde na UNICAMP principal objetivo de desenvolver este tema com os alunos

Leia mais

ESTRESSE OXIDATIVO EM JOGADORES DE FUTEBOL

ESTRESSE OXIDATIVO EM JOGADORES DE FUTEBOL ESTRESSE OXIDATIVO EM JOGADORES DE FUTEBOL Prof. Msc. Moisés Mendes Teresina, 2011 Futebol China, 3000 A.C Charles Miller 1895 Séc XIX ( PIMENTEL, 2004; TIRAPEGUI;GUERRA,2005) Caracterização do Futebol

Leia mais

ESTRUTURA FREQUÊNCIA CARDÍACA 09/06/2013. O número de batimentos cardíacos por unidade de tempo, geralmente expresso em batimentos por minuto (bpm).

ESTRUTURA FREQUÊNCIA CARDÍACA 09/06/2013. O número de batimentos cardíacos por unidade de tempo, geralmente expresso em batimentos por minuto (bpm). Revisar alguns conceitos da fisiologia cardiovascular; Revisar alguns conceitos da fisiologia do exercício do sistema cardiovascular; Estudar as adaptações do treinamento aeróbico e de força no sistema

Leia mais

DIETAS DE ESPORTISTAS

DIETAS DE ESPORTISTAS DIETAS DE ESPORTISTAS dieta ideal energia nutrientes reparo crescimento massa corporal deficiência função termorreguladora disponibilidade substratos energéticos capacidade de exercitar-se recuperação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA - IMPERATRIZ. CURSO DE ENFERMAGEM PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA - IMPERATRIZ. CURSO DE ENFERMAGEM PLANO DE ENSINO UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA - IMPERATRIZ. CURSO DE ENFERMAGEM PLANO DE ENSINO DISICIPLINA FISIOLOGIA HUMANA Período 2º PROFESSOR (a) Alexandre Batista

Leia mais

A Bioquímica Da Célula. Alternar entre páginas 0/1 Página Anterior Próxima página

A Bioquímica Da Célula. Alternar entre páginas 0/1 Página Anterior Próxima página A Bioquímica Da Célula Alternar entre páginas 0/1 Página Anterior Próxima página A importância da água em nossa vida A água é indispensável para o nosso planeta. Foi através dela que surgiram as primeiras

Leia mais

ESTUDANDO OS NUTRIENTES

ESTUDANDO OS NUTRIENTES E.M.E.F. JEAN PIAGET DISCIPLINA DE CIÊNCIAS TURMA: T6 ESTUDANDO OS NUTRIENTES ALUNOS: ANA PAULA SILVANO MARÌLIA VARGAS PROF.: ANELISE VOLKWEISS PORTO ALEGRE, 27 DE OUTUBRO DE 2010 SUMÁRIO I) INTRODUÇÃO...3pg

Leia mais

Minha Saúde Análise Detalhada

Minha Saúde Análise Detalhada MODELO DE RELATÓRIO / Identificação de cliente: 1980M32 Data: 07/03/2016 Seu Peso = 79,0 kg Minha Saúde Análise Detalhada Seu peso está na categoria: Saudável sua altura é 180 cm, você tem 35 anos de idade

Leia mais

Universidade Ibirapuera Arquitetura e Urbanismo CONFORTO AMBIENTAL: ERGONOMIA E ANTROPOMETRIA. AULA 8 Metabolismo

Universidade Ibirapuera Arquitetura e Urbanismo CONFORTO AMBIENTAL: ERGONOMIA E ANTROPOMETRIA. AULA 8 Metabolismo Universidade Ibirapuera Arquitetura e Urbanismo CONFORTO AMBIENTAL: ERGONOMIA E ANTROPOMETRIA 06.04.2015 AULA 8 Metabolismo Profª Mª Claudete Gebara J. Callegaro claudete.callegaro@ibirapuera.edu.br http://claucallegaro.wordpress.com

Leia mais