QG3. Rating SLW CORRETORA DE VALORES E CÂMBIO LTDA. Corretoras FUNDAMENTOS DO RATING

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "QG3. Rating SLW CORRETORA DE VALORES E CÂMBIO LTDA. Corretoras FUNDAMENTOS DO RATING"

Transcrição

1 Relatório Analítico Rating QG3 A corretora de valores apresenta qualidade de gestão e ambiente de controle bons. Data: 14/nov/2012 Validade: 30/set/2013 Sobre o Rating: Perspectiva: Estável Observação: - Histórico: Out/12: Atribuição QG3 (Estável) Dez/10: Elevação A- (Estável) Abr/09: Afirmação BBB+ (Estável) Jul/08: Afirmação BBB+ (Positiva) Mar/07: Atribuição BBB+(Estável) Analistas: Luis Miguel Santacreu Tel.: Grazziella Paiva Tel.: Austin Rating Serviços Financeiros Rua Leopoldo Couto Magalhães, 110 conj. 73 São Paulo SP CEP Tel.: Fax: FUNDAMENTOS DO RATING O Comitê de Classificação de Risco da Austin Rating, em reunião realizada no dia 14 de novembro de 2012, atribuiu o rating de Qualidade de Gestão QG3- para a SLW Corretora de Valores e Câmbio Ltda. ( SLW, corretora ) e manteve a perspectiva da classificação estável. Em conformidade com a alteração da escala de ratings de Qualidade de Gestão de Corretoras de Valores realizada pela Austin Rating em junho passado, a classificação QG3 tem como equivalente a classificação A da escala de ratings anterior. A corretora tem sua origem em uma empresa de consultoria dedicada à gestão de portfólios de pessoas jurídicas e físicas, fundada em 1972, por ex-executivos egressos do Banco Crefisul. Em 1978, com a aquisição de carta patente da Bovespa, dão-se início as atividades da corretora de valores. Em 1986, a SLW torna-se membro fundador da BM&F, passando desde então a atuar nas duas Bolsas. A SLW oferece atendimento a clientes pessoas físicas e jurídicas nas seguintes áreas: i) Mercado de ações - execução de compra e venda de ações, derivativos em ações e índices (operações de opções e a termo) aos clientes; ii) Mercado de balcão - clientes no Bovespa Fix e CETIP; iii) Mercado primário de ações - ofertas públicas e na organização de underwritings;; iv) Mercados de derivativos - ordens na BM&F, contratos de derivativos financeiros (Ibovespa, Dólar Comercial, Ouro, Taxa de juros, Mini Dólar Comercial, Mini de Índice Bovespa) e agrícolas (Açúcar, Algodão, Boi Gordo, Café, Milho); v) Mercado aberto - compra e venda de debêntures, títulos públicos, privados e na modalidade Tesouro Direto; vi) sistema eletrônico de negociação via internet na Bovespa e na BM&F; vii) Câmbio comercial intermediação das operações de importação, exportação, financeiro compra e financeiro venda, assessoria administrativa e legislativa, acompanhamento dos processos de câmbio junto às instituições financeiras e órgãos governamentais; viii) Clubes e fundos de investimento - fundos de renda fixa, multimercado e de ações e administração de clubes de investimento; ix) Análise e orientação de investimentos - análise fundamentalista e setorial aos clientes; x) Formador de mercado de ações Market Maker; xi) Agente fiduciário atua junto a debenturistas na análise de instrumentos legais, auxílio nos trabalhos de aprovação na CVM para colocação primária de debêntures e distribuição de informação sobre relatórios legais, preço unitário dos títulos e nível do controle das garantias. A atribuição do rating encontra-se em conformidade com a metodologia de análise de gestão das sociedades corretoras e reflete a melhoria nos processos e controles nas atividades de front-office e back-office, visando ao aprofundamento da qualidade na execução das ordens, na administração, compensação e liquidação das posições dos clientes. O rating incorpora baixa incidência dos riscos de crédito, de mercado, de liquidação e operacional em suas atividades.

2 Por outro lado, o rating espelha a escala moderada alcançada pelo negócio, traduzida em uma posição de mercado intermediária, sujeita a pressões competitivas e à entrada de novos players no mercado. A corretora perdeu posição nos rankings das Bolsas entre 2008 e Ainda que goze de uma clientela cativa, a SLW encontra-se concentrada nas atividades de execução na Bovespa à vista e em determinados mercados de menor escala na BM&F. A Austin considera moderado o âmbito de atuação da SLW na condição de research broker e na oferta de outros serviços. A corretora registrou queda nas receitas com prestação de serviços e prejuízo líquido nos últimos exercícios e semestre. Da mesma forma, o Patrimônio Líquido da corretora foi reduzido com a distribuição de dividendos em 2009, retirando do seu balanço reservas de lucro sob a forma de ações mantidas a valores históricos no ativo permanente. A classificação de qualidade de gestão realizada pela Austin Rating avalia o modo pelo qual uma corretora de títulos e valores mobiliários, seja independente ou ligada a uma instituição financeira ou a grupo econômico não financeiro, gerencia os serviços prestados e atende a sua clientela. As notas atribuídas pela Austin Rating obedecem a uma escala de classificação nacional e servem como parâmetro de comparação entre instituições atuando em nível local, não sendo comparáveis com aquelas com atividades em outros países. Os ratings desta classe não visam atestar a solidez financeira da instituição em análise, seu nível de risco de crédito de curto e/ou de longo prazo. Tampouco, visa aferir e opinar sobre o desempenho dos instrumentos financeiros intermediados pela corretora, medindo sua rentabilidade, valorização / desvalorização e volatilidade. O processo analítico da Austin Rating leva em conta, além dos fatores políticos, macroeconômicos, setoriais e regulatórios aplicados às corretoras, os aspectos qualitativos (Controle Acionário, Suporte, Grupo Econômico, Administração, Estrutura Operacional e Estratégia de Médio e Longo Prazo, Gestão das Operações, Gestão de Risco e Compliance) e os aspectos quantitativos (análise das demonstrações financeiras, Capitalização, Ativos, Eficiência, Rentabilidade e Liquidez) intrínsecos à instituição financeira em análise. GRUPO ECONÔMICO E CONTROLE ACIONÁRIO A SLW Corretora de Valores e Câmbio Ltda. é uma corretora independente, não pertencente à instituição bancária e/ou conglomerado financeiro. Tem nas pessoas dos Srs. Pedro Sylvio Weil e Peter Thomas Weiss seus controladores diretos. Por meio da SLW Empreendimentos Imobiliários Ltda., o Sr. Pedro Sylvio Weil com 82,13% das cotas e o Sr. Peter Thomas Weiss com 17,82%, detêm 24,98% das cotas da corretora. Em 2005, o Sr. George Pedro Meyer, então detentor de 12,42% das ações ordinárias da SLW, alienou sua participação aos controladores da corretora, segundo partes proporcionais, configurando o atual quadro acionário da instituição. A corretora de seguros SLW, então pertencente aos controladores da SLW, passou para o controle do Sr. George Pedro Meyer. A SLW Empreendimentos e Participações Ltda. têm como atividades, a participação na corretora e em empreendimentos de incorporação imobiliária. A classificação levou em conta o compromisso dos sócios com a continuidade das atividades da corretora. No final de 2010, os controladores contrataram os serviços de uma consultoria externa, responsável pela elaboração de diagnóstico empresarial e por um plano de ação voltado para as áreas comercial, administrativa, operacional e diretiva. Foi contratado profissional de mercado, Sr. Antonio Milano Neto, para o cargo de diretor geral da corretora. Os acionistas passaram a fazer parte de um Conselho de Sócios, não mais exercendo atividades executivas no dia a dia da instituição. Do ponto de vista financeiro, os sócios desembolsaram recursos para a realização de investimentos em infraestrutura elétrica, telecomunicações, segurança de dados, hardware e licenciamentos de softwares visando garantir a melhoria operacional e administrativa da corretora, maior segurança e qualidade nas atividades do front e back-offices. 2

3 ADMINISTRAÇÃO Com o apoio dos acionistas, a corretora passou ao longo do exercício 2011 e 2012 por um profundo processo de profissionalização que culminou com o desligamento de profissionais atuando em diversas áreas da corretora, a redução do quadro de colaboradores e, a contratação de aproximadamente 41 novos funcionários, a substituição e/ou descredenciamento de escritórios de agentes autônomos, a revisão aprofundada da maioria dos processos administrativos culminando com a elaboração e/ou revisão de manuais e políticas, visando a redução de custos e dar maior segurança nas atividades de front e back-offices. No novo organograma funcional da empresa, cabe ao Sr. Antonio Milano Neto a direção geral da SLW conjuntamente com a diretoria comercial. Sob seu comando, fazem parte as seguintes gerências: Wealth Management, Research, Operações Estruturadas, Marketing, Câmbio e Projetos Especiais. Assumiu a Diretoria de Operações o Sr. Luiz Matarazzo Jr., profissional com larga experiência profissional em outras corretoras, bancos e BM&F. Sob seu comando encontram-se as operações de front-office da mesa de renda variável, da mesa de renda fixa, o home broker e, uma superintendência de tecnologia da informação criada no ano passado. Ao Sr. Felipe Coimbra, profissional atuando na SLW desde 2009 compete a responsabilidade pela Diretoria de Compliance. Subordinadas a esta Diretoria, fazem parte uma superintendência administrativa criada em 2011 e uma gerência de compliance. As atividades de custódia, recursos humanos, business inteligence, tesouraria, contabilidade, controladoria e serviços gerais se vinculam a esta superintendência. Já as atividades de gestão de risco, cadastro, jurídico e, riscos e controles internos se reportam à gerência de compliance. Dentro do conjunto de mudanças realizadas pela nova administração, o planejamento estratégico de médio e longo prazo da corretora passou a ser devidamente acompanhado com a criação das gerências de controladoria e de business intelligence. São realizadas reuniões mensais para prestação de contas junto a Diretoria e, reuniões com os gerentes em bases semanais. Afora a criação do Comitê dos Sócios, foram criadas novas instâncias de decisão em âmbito executivo, visando ampliar e disseminar as boas práticas de governança corporativa da instituição: Comitê Financeiro, Comitê Comercial, Comitê de Renda Fixa e Comitê de Fundos e Produtos de Terceiros. No entendimento da Austin, tais elementos, imprescindíveis para garantir uma adequada gestão da corretora, apontam para um melhor direcionamento de suas atividades, posicionamento mercadológico e profissionalização do corpo funcional. Ao longo do período de monitoramento, a Austin acompanhará o impacto destas iniciativas na melhoria dos processos envolvidos ao longo da cadeia de serviços de intermediação financeira realizados pela corretora. ESTRATÉGIA A SLW tem como objetivo consolidar-se como full broker na BOVESPA e na BM&F, recuperar e aumentar o market share que detinha até o ano 2008 quando se situava no 28ª posição no ranking global da Bovespa. A SLW detém uma posição intermediária nos rankings globais das bolsas (em agosto de 2012 se situava na 38ª posição na Bovespa e na 26ª na BM&F). O plano de negócios da SLW contempla apenas o crescimento orgânico, descartando a aquisição de outras corretoras para sua expansão. Da mesma forma, descarta uma atuação mais direta no mercado operando com carteira própria, restringindo-se aos ganhos com corretagem no mercado secundário para terceiros. A corretora conta com destacada participação de pessoas físicas na sua base de clientes ativos e visa aumentar a oferta de serviços para este segmento além do mercado de renda variável com uma plataforma de distribuição de instrumentos financeiros de renda fixa (ex.: CDB, LCI, LF). Com a intenção de diversificar receitas além da atividade de intermediação nas Bolsas, a corretora visa ampliar sua atuação no segmento de gestão de fundos de fundos através da SLW Wealth Management Ltda. Esta empresa, constituída e controlada pela corretora, visa atuar no segmento de gestão patrimonial para clientes, em princípio originados da base da SLW, bem como de agentes 3

4 autônomos que operam com a corretora. Adicionalmente, a administração da SLW visa ampliar as atividades de agente fiduciário à luz do crescimento do número de operações estruturadas observado no mercado de capitais brasileiro. Como elemento a ser explorado em sua estratégia de fidelização e captura de novos clientes, a corretora conta com uma área de research, com ênfase na análise fundamentalista de ações. A equipe conta com a presença de uma Head de Pesquisa e Estratégia, três analistas de investimento em nível sênior e dois assistentes. O nível de cobertura da equipe engloba um universo de 91 empresas e 97 ações, que representam todos os setores de atividade e 100% do IBOVESPA. A administração tem como meta estreitar o relacionamento com o público institucional, capturar suas estratégias e demandas de investimento, bem como atender a seus requerimentos para operar com as sociedades corretoras, a fim de ampliar os volumes transacionados nas bolsas por intermédio da SLW. Em linha com este propósito, foi substituído o sistema de telefonia das mesas, com a atualização para a tecnologia IP, a possibilidade de interligação de escritórios remotos e filiais através do sistema num internet, além da centralização de gravação das ligações. As mudanças deram maior capacidade de comunicação com os clientes e agentes do mercado e melhoria na qualidade de voz. Da mesma forma, foi reformado o andar e reparado o sistema elétrico e de cabeamento das mesas de operação, com a segregação elétrica da rede computacional, iluminação e ar condicionado. A corretora contratou e homologou plataformas de DMA 1, DMA2 e DMA 4, além de ter adquirido licenças para disponibilizar aos clientes de ferramenta de gestão de recursos e tesouraria com o emprego de algoritmos. Recursos foram desembolsados na aquisição de quatro novos servidores, dois novos nobreaks, dois firewalls, dois storages, doze servidores HP e vinte e cinco desktops, além de switches de colocação, de base de dados e de internet, dando à área de operações da corretora, maior capacidade e segurança tecnológica na execução das ordens. Em linha com este propósito, todos os esforços foram despendidos na busca da manutenção do selo Execution (segmento BM&F), dentro do Programa de Qualificação Operacional (PQO) da BM&FBOVESPA uma vez que este certificado tem sido considerado como requisito para a seleção de corretoras como contrapartes de investidores institucionais e estrangeiros. Em novembro de 2012, a SLW obteve junto à BMF&BOVESPA a certificação nos selos Retail (Bovespa e BM&F) e Execution (segmento Bovespa), além de ter mantido o selo Execution (segmento BM&F). A corretora tem buscado melhorar seus processos e tecnologia da informação e reduzir o número de observações apontadas nas auditorias periódicas da BM&FBovespa ante os requisitos determinados nos roteiros básicos e específicos do PQO. A Austin considera como positiva e incorpora em seu rating de qualidade de gestão a estratégia adotada pelos acionistas, a qual visa fortalecer os processos e controles, de modo a garantir aos clientes um ambiente operacional mais seguro e eficiente na corretora. A Austin monitorará o desempenho desta estratégia e seu impacto na qualidade dos serviços prestados, resultado econômico e posicionamento mercadológico. GESTÃO DE RISCOS O controle das atividades realizadas nas mesas de operações é exercido por uma equipe de duas pessoas cabendo, desde o ano passado, a gerência de riscos à Sra. Natália Costa, profissional com qualificação acadêmica e experiência comprovada na área. O processo de gestão de risco se inicia com a adoção de critérios para a seleção dos clientes que venham a operar pela corretora. A área de cadastro da SLW passou por modificações nos últimos semestres, visando adequá-la aos requerimentos dos órgãos de controle e dar maior eficiência nos processos. Conforme comentado pela administração da corretora, foram revistos e publicados novos processos para a área, contratado nova profissional de mercado para a condução das atividades de cadastro e aumentado a equipe da área de 4 para 6 colaboradores. Ademais, foram realizados investimentos em tecnologia de guarda, organização e digitalização documental com a contratação de empresa externa com reputação no segmento. 4

5 A SLW adota critérios conservadores na análise de cadastro dos clientes que venham a operar pela corretora. Para operar com a instituição, bem como no seu monitoramento, exigem-se valores previamente depositados e em nível compatível com a mitigação do risco de mercado da posição em aberto nos mercados. A atribuição dos limites leva em conta os dados patrimoniais e de renda do proponente pessoa física e demonstrações financeiras, no caso das pessoas jurídicas. A corretora se utiliza de consulta on-line no módulo de definição de limites do SINACOR, com vistas a medir a posição global do investidor nas bolsas. Os clientes operam dentro de seu limite individual, com base em garantias de ações (notadamente na Bovespa), títulos públicos, cotas de fundos e outros ativos líquidos, depositados antecipadamente. Para clientes novos e com histórico recente de relacionamento com a corretora, são exigidos, indiscutivelmente, depósitos ou garantias antecipadas, de modo que estes cubram com folga ordens de compra subsequentes. A área de risco se utiliza do sistema gerencial interno da SLW (POSIC), com o qual lhe é permitido, dentre outras facilidades, ter acesso ao histórico de informações e operações do cliente. De forma amigável e eficiente, permite à equipe detectar os riscos no intra-day e intervir tempestivamente impedindo a continuidade de operações de curso anormal ou que, pela sua magnitude, passariam a exigir a utilização, de recursos próprios da corretora. A SLW adquiriu em 2007 o sistema Sisfinance, cujo objetivo é monitorar on line todas as operações e limites dos clientes que se encontram operando pela corretora. A SLW tem buscado aperfeiçoar a medição da volatilidade da posição de seus clientes com a adoção do cálculo do VaR (Value at Risk), a realização de backtesting no sistema POSIC, análise de stress e, estimativas de perdas máximas na carteira de investimentos dos cliente,s com o apoio da consultoria financeira RiskOffice. Os limites operacionais estipulados por cliente têm suportado desvalorizações excessivas no preço dos ativos tomados como garantia, o que tem preservado a solidez financeira da corretora na liquidação forçada destes ativos. A área de gestão de risco exige dos clientes, em tempo hábil, o atendimento de chamadas de margens. Ante uma conjuntura exibindo maior volatilidade no mercado financeiro, com o aumento da oscilação no preço dos ativos, passa a requerer dos clientes, margens de garantia superiores às requeridas para posições em derivativos na BM&F, em derivativos Bovespa, em operações de day trade nas bolsas, aluguel de ações e operações a termo. A equipe de gestão de risco tem como objetivo sistematizar para todos os clientes a atribuição de limites pré-trade, inclusive para as plataformas de DMAs, manualizar procedimentos não descritos, avaliar os riscos envolvidos na conta margem e ajustar os controles desta conta. A corretora tem fortalecido os controles das operações especificadas e não especificadas realizadas na BM&F, alertando, por um lado, os responsáveis internos da corretora, bem como a própria BM&F. A SLW não opera com carteira própria no mercado acionário e de derivativos e sua posição em títulos e valores encontra-se predominantemente em papéis pós-fixados e com ampla negociação, apresentando reduzido risco de mercado. Em conformidade com requerimentos regulatórios, a corretora realiza anualmente análise econômico-financeira que permita avaliar o impacto dos diferentes cenários na condição de liquidez dos fluxos de caixa da SLW, bem como manter políticas de contingência para assegurar a continuidade das atividades em casos de crise de liquidez. A Austin considera como boa a análise de cadastro e gestão de riscos, preservando a solidez financeira da instituição. GESTÃO DE COMPLIANCE E RISCO OPERACIONAL O rating incorpora por um lado a segregação das atividades de compliance com as de gestão de riscos em que pese estarem subordinadas a uma mesma diretoria. Cumpre ressaltar favoravelmente, o status da Diretoria de Compliance dentro do organograma operacional da SLW. Com o intuito de preservar sua independência de atuação, as atividades de compliance, reportam-se diretamente ao Comitê de Sócios da corretora. A Diretoria é exercida pelo Sr. Feipe Coimbra, com o apoio de uma gerente de compliance. A SLW se submete regularmente à inspeção de auditoria interna realizada por empresa terceirizada, auditoria externa, auditoria periódica da Bovespa, da BMF, da CBLC e Banco Central do Brasil. 5

6 A Diretoria tem, dentre suas atribuições, a exigência de deixar a corretora em conformidade com as normas emanadas pelo Conselho Monetário Nacional, Banco Central do Brasil, Comissão de Valores Mobiliários, Bovespa, BM&F, CBLC, Associação Nacional de Corretoras de Valores, Câmbio e Mercadorias (ANCOR), Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (ANBIMA), Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC), dentre outros. A área responsável busca dar apoio, no que toca às novas regulamentações, a todos os departamentos da instituição, com pesquisas diárias nos sites destas entidades. Em linha com a Circular 3854 do Banco Central, que dispõem sobre Controles Internos, os sócios têm apoiado os esforços da Diretoria no aprofundamento da cultura de compliance na instituição. A área normatizou em grande medida a maioria dos procedimentos adotados pelas partes envolvidas nas atividades de front-office e back-office da corretora. Tais procedimentos foram submetidos à apreciação dos sócios e Diretoria e formalizados em manuais de normas internas. Tais manuais são divulgados e ficam disponíveis na rede interna da corretora para conhecimento de todos os funcionários. Além de disponíveis na rede as últimas versões, as atualizações dos manuais são enviadas via comunicados na rede da corretora. O Compliance descreveu e/ou modificou os manuais de cadastro, prevenção à lavagem de dinheiro, ouvidoria, custódia, agente fiduciário, tesouraria, operações de renda fixa, clubes e fundos de investimento, recursos humanos, câmbio comercial, mesas de operações BMF&Bovespa, departamento técnico, contabilidade, tecnologia da informação, oferta pública, comunicação de ocorrências, home broker, risco de liquidez, gerenciamento de riscos, compliance e controles internos, segurança de informação, serviços gerais, escuta de gravações, capacity plan, planejamento de mudanças, administrativo, limites operacionais, contingência de crise de liquidez, política de backup e restore, politia de atualização de updates, guia para agentes autônomos de investimento (AAI) e plano de continuidade de negócios. A corretora dispõe de manual atualizado acerca da política de prevenção e combate a lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo. Segundo as novas regras estabelecidas pela Bovespa, dentro do princípio de conhecer bem seu cliente (know your client), a partir de junho de 2006 os assessores comerciais terceirizados, exercendo atividades nas corretoras, são responsáveis pelas atividades de seus clientes frente às instituições, o que, em tese, reforça a seleção e os critérios de manutenção dos clientes para operar com as corretoras. Desde junho de 2006, a SLW assim como as demais instituições financeiras atuando no Brasil, tem se enquadrado aos requerimentos da resolução 3380 do BACEN que dispõe sobre a gestão dos riscos operacionais. A gestão desta classe de risco tem sido responsabilidade desta Diretoria. Em conformidade com esta resolução, foram mapeados os processos e medidos os riscos segundo a sua gravidade e intensidade, com vistas à alocação de capital para efeitos do Novo Acordo de Basiléia. A corretora formalizou perante o BACEN uma política de gestão de riscos operacionais bem como constituiu um Comitê de risco para seu gerenciamento. No ano 2008, foram auto avaliadas diversas unidades da instituição, levantados macro-processos, processos, atividades e identificados tipos de risco, bem como um cronograma de adequação apresentado ao BACEN. Em linha com as adaptações internas voltadas para atender aos requerimentos do Programa de Qualificação Operacional PQO da BM&F e normas internas, a corretora definiu uma política de atuação nas mesas no caso de pessoas vinculadas e carteira própria, limitou o acesso físico às mesas de operações, estabeleceu critério para a identificação e tempo para identificação das ordens executadas, operações de repasse, etc. Embora seus diretores, gerentes e assessores comerciais sejam autorizados a operar individualmente, dentro de regras e restrições estabelecidas pela CVM, são vedadas as operações de day trade na corretora. A área de Compliance tem se dedicado ao monitoramento de operações que tenham na contraparte a carteira própria ou pessoas vinculadas à corretor. 6

7 Os operadores de mesa e de pregão têm participado dos cursos ministrados pela BOVESPA ou pela BM&F, além de serem obrigados a cumprir as normas da CVM, no que diz respeito à prioridade de execução de ordens e uso de informações privilegiadas. Em linha com os requerimentos do PQO, todos os profissionais da corretora, já realizaram as provas e parcela destacada dos colaboradores de determinadas áreas da corretora já obtiveram as certificações concedidas por este programa. Aqueles que ainda não a obtiveram estão realizando grupos de estudos e estão agendados para novas provas a serem realizadas este ano. Em sintonia com o Compliance, a área de Tecnologia possui divulgada nos canais internos da corretora de uma Política de Segurança da Informação, dispondo sobre o uso de informações confidenciais, acesso a softwares e política de salvaguarda, por meio de back ups frios e quentes, armazenamento com redundância física, dispositivos de firewall, Antispam, Antivírus, etc. As mesas encontram-se equipadas com sistema de telefonia atualizado, conforme comentado acima, segundo as normas exigidas pelas Bolsas, com sistema de gravação. É proibido o uso de aparelhos celulares nas mesas a fim de coibir dentre outras práticas, o insider trading, front running ou condições artificiais de oferta, demanda e preço. As gravações, afora outros benefícios, permitem esclarecer dúvidas quanto às responsabilidades das partes, quando da ocorrência de problemas e irregularidades. A rede de voz e de dados da corretora é ligada por meio de fibra óptica com as operadoras, e consequentemente com as Bolsas, e todas os escritórios parceiros trabalham interligados e on line com os servidores em São Paulo. Todos os equipamentos, servidores, bancos de dados, estações, telefonia, ar condicionado, etc., estão ligados a sistemas de no break, o que permite a continuidade de serviços, no caso da falta de energia, mesmo que por um espaço de tempo prolongado. O sistema de backup é constituído por gravações em fitas processadas diariamente e guardadas em local diferente da sede. A SLW montou um site de contingência em um Data Center externo, garantindo a redundância dos principais serviços e a interoperabilidade da corretora, em linha com os requisitos do PQO. A instituição financeira conta com um plano de continuidade de negócios em funcionamento, contra eventualidades externas que venham a afetar os negócios. A área de Compliance da corretora tem reforçado os controles sobre os agentes autônomos. Por meio de tarefas de amostragem, são avaliadas as atividades destes agentes, e, segundo as situações de desconformidade, recomendase aos sócios da corretora, a descontinuidade da relação de prestação de serviços. Foi elaborado relatório denominado Conheça seu Parceiro para melhorar o nível de conhecimento dos Prestadores de Serviços (agentes autônomos de investimento). A SLW tem aprofundado seus controles junto aos clientes vindos da relação com os agentes autônomos, enviando-lhes por meio de o demonstrativo das operações realizadas imediatamente após a sua concretização. Em se tratando de operações de termo, sinais de alerta advertindo-o sobre o risco envolvido são devidamente enunciados na nota de corretagem. DESEMPENHO O rating levou em conta a solidez financeira intrínseca da instituição, considerada pela Austin como adequada. A corretora não assume posições proprietárias nos mercados, não apresenta inadimplência elevada de seus clientes e registra baixa frequência mensal e tem buscado com sucesso, reduzir a magnitude de erros e falhas de natureza operacional, o que preserva sua solvência financeira. A liquidez da corretora encontra-se resguardada por ativos dotados de ampla negociação no mercado secundário, aliada à custódia dos ativos negociados e garantias requeridas dos clientes, em nível compatível com a variação esperada do preço dos ativos nos mercados. A corretora apurou um resultado bruto da intermediação financeira de R$ 9,2 milhões no exercício 2011, ante um ganho de R$ 7,2 milhões no ano As provisões para créditos de liquidação duvidosa (PDD) cederam substancialmente no ano passado para R$ 254 mil, contra R$ 3,1 milhões no ano anterior. No primeiro semestre de 2012, ao contrário, as provisões montaram R$ 3,3 milhões, levando a uma queda de 89,41% no resultado bruto da intermediação, ante R$ 4 milhões registrados em junho de

8 O total das receitas com prestação de serviços, incluindo principalmente as rendas com corretagem na execução de ordens na Bovespa e BM&F aos clientes montou R$ 23,3 milhões em dezembro de 2011, registrando uma retração de 25,4% com respeito ao montante de R$ 31,2 milhões apurado no ano No primeiro semestre de 2012, a queda nesta classe de receitas foi de 11,7%, montando R$ 10,9 milhões em junho passado. A corretora registrou queda no número de clientes operando nas Bolsas, nos volumes transacionados na Bovespa e na BM&F e, perda de market-share, conforme se observa nas tabelas abaixo. A queda pode ser atribuída por um lado a uma conjuntura mais desfavorável para investimentos em renda variável. Paralelamente, um conjunto de clientes pessoa físicas motivadas pelo IPOs de 2007 e 2008 não deram continuidade em suas operações nos anos seguintes. Ademais, a descontinuidade no relacionamento comercial com alguns escritórios parceiros e agentes autônomos pode ter motivado a migração de clientes para outras corretoras. Por fim, a SLW não reduziu os preços cobrados pelos serviços de corrretagem, mantendo seu ganho percentual nas ordens executadas, podendo ter perdido competitividade perante algumas corretoras que cobraram taxas fixas de corretagem. As despesas de pessoal caíram 0,7% na comparação entre dez./10 e dez./11, montando R$ 13 milhões no final do ano passado. Semelhantemente, as outras despesas administrativas declinaram 10,6% no mesmo período em análise, espelhando a retração das receitas com serviços, por estarem atreladas aos volumes transacionados por agentes autônomos. O indicador de eficiência da corretora (despesas/receitas) piorou na comparação anual, subindo de 101,5% em dez./10 para 111,4% em dez./11. Em junho de 2012, o índice alcançou o patamar de 165,8%, sendo afetado pelas PDDs realizadas no semestre. A SLW registrou prejuízo de R$ 7,1 milhões em dez./11, ante um prejuízo de R$ 624 mil no mesmo período em Até junho de 2012, o prejuízo montava R$ 4,6 milhões. A retração dos volumes operados pela SLW no ano 2011 se fez notar, a título de exemplo, no saldo da rubrica negociação e intermediação de valores. O volume de recursos de terceiros negociados na Bovespa e na BM&F, presente nesta rubrica no ativo, montava R$ 59,7 milhões em dez./09, caindo para R$ 55,9 milhões em dez./10 e R$ 31,7 milhões em dez./11. Em junho de 2012, o saldo evoluiu para R$ 83,4 milhões. Os ativos totais da corretora caíram 37,3% na comparação anual, de R$ 171,0 milhões em dezembro de 2010 para R$ 107,2 milhões em dezembro de 2011, retornando a R$ 170,1 milhões em junho passado. Ante os prejuízos registrados em 2010 e 2011 e no primeiro semestre de 2012, o Patrimônio Líquido da corretora retraiu-se, totalizando R$ 33,1 milhões em junho deste ano (dez./10: R$ 44,5 milhões). Em junho de 2012, o caixa livre da corretora [(disponibilidades + aplicações no mercado aberto + T.V.M. (carteira própria + vinculados a compromisso de recompra)] montava R$ 39,2 milhões. A carteira própria a valor de mercado totalizou R$ 22 milhões. Em sua composição, se destacavam Letras Financeiras do Tesouro LFT e Notas do Tesouro Nacional NTN. A corretora detinha R$ 31,6 milhões sob a forma de LFT e NTN-B, vinculados à prestação de garantias pelos clientes a SLW não possui carteira própria - em suas operações nas Bolsas. Tais garantias, adicionadas ao saldo de R$ 83,4 milhões de créditos pela negociação e intermediação de valores, tinham como contrapartida, no passivo, o saldo de R$ 112,1 milhões de obrigações de liquidação perante clientes. VARIÁVEIS EXÓGENAS O mercado de capitais brasileiro é sofisticado, com boa liquidez, controles exercidos pelo Banco Central, CVM, BM&F Bovespa, bem como sistemas de liquidação e custódia operando com adequada gestão de risco, o que favorece a circulação de recursos e investimentos nas bolsas. A renda variável como alternativa de investimento ainda padece de falta de informação e conscientização para se disseminar junto ao público poupador de varejo, ficando atrelada a momentos marcados por uma euforia de curto prazo. 8

9 Ainda que os fundamentos da economia brasileira tenham melhorado, a globalização dos mercados e o contexto político mundial afetam o volume operacional da corretora, determinando oscilações ano a ano no seu resultado líquido. A volatilidade intrínseca aos investimentos em renda variável, vindo a ocasionar perdas patrimoniais a investidores, pode inibir a volta de pessoas físicas, bem como a entrada de novos investidores, desfavorecendo o projeto de popularização das Bolsas e o aumento da base de clientes da corretora. A abertura do mercado de intermediação de títulos e valores mobiliários, com a desmutualização das bolsas, provocou um período de acomodação entre as instituições, com a saída de alguns players e a entrada de novas corretoras, colocando desafios concorrenciais para os agentes em atividade no Brasil. Já a entrada no mercado acionário brasileiro de grandes corretoras de valores internacionais, capitalizadas, com research, tecnologia e distribuição em âmbito global, requer das corretoras brasileiras, independentes ou ligadas a instituições financeiras, a capacidade de adaptação e resposta, com qualidade do serviço prestado à altura das expectativas de um público que atua em mercados mais maduros. Em paralelo, a popularização do mercado acionário perante o público de pessoas físicas tem sido acompanhada da redução das corretagens cobradas nas operações via home broker, o que, em linhas gerais, não tem sido positivo no resultado econômico de algumas instituições e forçado a uma redução das taxas cobradas dos clientes. Embora dotado de uma escala adequada, os volumes globais negociados pela SLW a colocam em uma posição mais vulnerável à concorrência de outras instituições nacionais e à entrada de grandes players internacionais. Ao não ser focada em outras atividades, por ser corretora independente, e não possuir distribuição internacional, as receitas da SLW ficam mais concentradas e expostas ao movimento das bolsas brasileiras. Em que pese sua atuação ser diversificada em vários mercados, as receitas com renda fixa, câmbio e agente fiduciário por exemplo, possuem menor participação nas receitas totais. Apesar de possuir um nicho específico voltado ao atendimento de clientes domiciliados no Brasil, a corretora não possui divulgação no exterior. O conhecimento de um universo de setores e empresas brasileiras, habitualmente acompanhadas pela maioria das outras corretoras, não serve como um fator diferencial ante seus pares. PERSPECTIVA A perspectiva do rating é estável e sua mudança encontra-se atrelada ao sucesso na estratégia de atuação em curso, visando a incorporação de novos clientes, aumento de volumes e retomar o nível de lucratividade reportado em exercícios anteriores. Considera ainda o contínuo aprimoramento dos controles exercidos nas atividades de frontoffice e back-office, na gestão de riscos, bem como a maior formalização dos processos e nos investimentos em infraestrutura, segurança, equipamentos e software. Em contrapartida, a piora na qualidade dos serviços prestados, na execução das ordens nos mercados, a perda de market share nos mercados em que atua, a queda no resultado econômico e eventos que impactem no risco operacional e de imagem da corretora, como também no risco de mercado e de liquidez, podem levar a perspectiva do rating para o terreno negativo. INFORMAÇÕES UTILIZADAS A Austin levou em conta para a avaliação da qualidade de gestão da SLW, de informações gerenciais disponibilizadas aos analistas, por meio de entrevistas com executivos da instituição, das demonstrações financeiras auditadas publicadas e de informações contábeis e rankings acessíveis ao público. A política de disclosure da SLW é boa, com detalhes sobre a estratégia em curso, gestão das operações, de riscos e compliance, tecnologia e desempenho econômico-financeiro, obtidos na due diligence realizada na instituição. As informações disponibilizadas foram suficientes para a realização da análise da Austin. Os balanços de dezembro de 2009 e junho de 2010 foram publicados sem ressalvas pelos auditores independentes. As demonstrações financeiras para os exercícios findos 9

10 em 31 de dezembro de 2011 e primeiro semestre de 2012, auditadas pela BDO RCS Auditores Independentes foram publicadas sem ressalvas. Em atendimento aos itens 1.4 e 1.7 de seu Código de Conduta, a Austin Rating declara que as informações recebidas foram julgadas como sendo suficientes para o monitoramento do rating de qualidade de gestão da SLW. A presente análise teve por base demonstrações financeiras auditadas, consideradas fidedignas. Desse modo, a Austin Rating não utiliza procedimentos de auditoria para verificação destas informações. A análise considera a premissa de que as demonstrações financeiras apresentadas refletem devidamente a situação patrimonial da instituição. COMPOSIÇÃO SOCIETÁRIA Cotistas % sobre o total Pedro Sylvio Weil 60,39 Peter Thomas G. Weiss 14,63 SLW Empreendimentos e Participações Ltda. 24,98 TOTAL 100,00% ESTRUTURA Dez/08 Dez/09 Dez/10 Dez/11 Ago12 N o de funcionários N o de operadores na mesa BOVESPA N o de operadores de mesa BM&F N o de analistas N o de Escritórios parceiros CLIENTELA TIPO DE CLIENTE Dez/06 Dez/07 Dez/08 Dez/09 Dez/10 Dez/11 Ago12 Pessoas Físicas Institucionais Investidores Estrangeiros Empresas Clubes de Investimento Instituições Financeiras Empresas e Órgãos Públicos Outros

11 BOVESPA VOLUME ANUAL - Janeiro Dezembro /2010 R$ ( mil) Corretora Volume Total Part. (%) Credit Suisse Brasil ,1 Itaú ,4 Morgan Stanley ,2 BTG Pactual XP Investimentos ,9 Link ,6 CS Hedging-Griffo ,9 Ágora ,9 JP Morgan ,3 Interfloat HZ TOV ,9 Merrill Lynch ,9 BRADESCO ,7 CITIGROUP GMB ,6 Gradual ,4 ICAP do Brasil ,4 SANTANDER CCVM S/A ,1 Prosper ,1 Goldman Sachs ,0 SLW ,6 Fonte: BM&FBovespa BOVESPA VOLUME ANUAL - Janeiro Dezembro/2011 R$ ( mil) Corretora Volume Total Part. (%) Credit Suisse Brasil ,8 Morgan Stanley ,6 Link ,4 XP Investimentos ,1 Itaú ,9 BTG Pactual ,6 JP Morgan ,7 CS Hedging-Griffo ,7 Goldman Sachs ,6 Icap do Brasil ,4 Citigroup GMB ,7 Merrill Lynch S/A CTVM ,7 Ágora ,5 Gradual CCTVM S/A ,3 Bradesco ,1 Santander CCVM S/A ,1 Deutsche Bank ,0 Ativa ,9 TOV ,8 Socopa ,7 11

12 Interfloat HZ ,7 Fator ,7 HSBC ,6 Um Investimentos ,4 Prosper ,2 SLW ,5 Fonte: BM&FBovespa RANKING ANUAL BOVESPA Jan. Dez./09 Jan. Dez./10 CORRETORA TOT VIS TER OPC AFT HBR TOT VIS TER OPC AFT HBR CREDIT SUISSE BR ÁGORA MORGAN STANLEY ITAÚ BTG PACTUAL XP INVESTIMENTOS INTERFLOAT HZ CS HEDGING - GRIFFO LINK MERRIL LYNCH BRADESCO TOV JP MORGAN SLW Legenda: TOT: total; VIS: à vista; TER: termo; OPC: opções; AFT: after hours; HBR: home broker Fonte: BM&FBovespa 12

13 RANKING ANUAL BOVESPA Jan. Dez./11 CORRETORA TOT VIS TER OPC AFT HBR CREDIT SUISSE BRASIL MORGAN STANLEY LINK XP INVESTIMENTOS ITAÙ BTG PACTUAL JP MORGAN CS HEDGING-GRIFFO GOLDMAN SACHS ICAP DO BRASIL CITIGROUP GMB MERRIL LYNCH ÁGORA SLW Legenda: TOT: total; VIS: à vista; TER: termo; OPC: opções; AFT: after hours; HBR: home broker Fonte: BM&FBovespa BM&F VOLUME FINANCEIRO JANEIRO DEZEMBRO /2010 Corretora Volume (R$ mil) Part. (%) Link ,01 Convenção ,16 ICAP CTVM ,88 Liquidez ,66 Itaú ,79 BTG Pactual ,05 CM Capital ,89 Fator ,79 Gradual ,02 CM Capital ,57 Votorantim ,09 Ativa ,07 SLW ,12 TOTAL ,00 Fonte: BM&FBovespa 13

14 BM&F VOLUME FINANCEIRO JANEIRO DEZEMBRO /2011 Corretora Volume (R$ mil) Part. (%) Link ,11 Itaú ,65 BTG Pactual ,49 Liquidez ,08 CM Capital ,08 Convenção ,95 ICAP CTVM ,90 Votorantim ,36 Fator ,36 Gradual ,23 Flow Ativa ,18 SLW ,10 TOTAL ,00 Fonte: BM&FBovespa EXTRATO DAS DEMOSTRAÇÕES FINANCEIRAS (Base: Demonstrações Financeiras referentes a 31 de dezembro de 2007, 2008, 2009 e 2010, auditadas pela Horwath Tufani, Reis e Soares Auditores Independentes e publicadas sem ressalvas; exercício 2011 e junho de 2012 pela BDO RCS Auditores Independentes). EXTRATO DO BALANÇO PATRIMONIAL (R$ mil) /2012 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Títulos e Valores Mobiliários Negociação e Intermediação de Valores Total do Ativo Patrimônio Líquido Fonte: Horwath Tufani, Reis & Soares Auditores Independentes e BDO RCS Auditores Independentes. EXTRATO DO DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS (R$ mil) /2012 Resultado Bruto da Intermediação Financeira Receita de Prestação de Serviços Despesas de Pessoal Despesas Administrativas Resultado Operacional Resultado não Operacional Resultado Líquido Fonte: Horwath Tufani, Reis & Soares Auditores Independentes e BDO RCS Auditores Independentes. 14

15 Classificação da Austin Rating Corretora de Valores QG 1 Corretoras de Valores que apresentam qualidade de gestão e ambiente de controle EXCELENTES. QG 2 Corretoras de Valores que apresentam qualidade de gestão e ambiente de controle MUITO BONS. QG 3 Corretoras de Valores que apresentam qualidade de gestão e ambiente de controle BONS. QG 4 Corretoras de Valores que apresentam qualidade de gestão e ambiente de controle REGULARES. QG 5 Corretoras de Valores que apresentam qualidade de gestão e ambiente de controle FRACOS. Sinais (+) mais e (-) menos são utilizados para identificar uma melhor ou pior posição dentro de um mesmo rating, e são aplicáveis apenas para os níveis QG 2, QG 3 e QG 4. Rating é uma classificação de risco, por nota ou símbolo. Esta expressa a capacidade do emitente de título de dívida negociável ou inegociável em honrar seus compromissos de juros e amortização do principal até o vencimento final. O rating pode ser do emitente, refletindo sua capacidade em honrar qualquer compromisso de uma maneira geral, ou de uma emissão específica, onde é considerada apenas a capacidade do emitente em honrar aquela obrigação financeira determinada. As informações obtidas pela Austin Rating foram consideradas como adequadas e confiáveis. As opiniões e simulações realizadas neste relatório constituem-se no julgamento da Austin Rating acerca do emitente, não se configurando, no entanto, em recomendação de investimento para todos os efeitos. Para conhecer nossas escalas de rating e metodologias, acesse: Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida ou transmitida de qualquer modo ou por outro meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia, gravação ou qualquer outro tipo de sistema de armazenamento e transmissão de informação, sem prévia autorização, por escrito, da Austin Rating Serviços Financeiros Ltda. 15

Gerenciamento de Riscos Pilar 3

Gerenciamento de Riscos Pilar 3 Gerenciamento de Riscos Pilar 3 2º Trimestre de 2014 ÍNDICE I - INTRODUÇÃO 3 II OBJETIVO 3 III PERFIL CORPORATIVO 3 IV GOVERNANÇA CORPORATIVA 4 V RISCO DE CRÉDITO 4 VI RISCO DE MERCADO 5 VII RISCO DE LIQUIDEZ

Leia mais

ENTIDADES AUTO-REGULADORAS DO MERCADO ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO

ENTIDADES AUTO-REGULADORAS DO MERCADO ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO BM&FBOVESPA A BM&FBOVESPA é muito mais do que um espaço de negociação: lista empresas e fundos; realiza negociação de ações, títulos, contratos derivativos; divulga cotações; produz índices de mercado;

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RISCOS. Pilar III Basiléia

GERENCIAMENTO DE RISCOS. Pilar III Basiléia GERENCIAMENTO DE RISCOS Pilar III Basiléia 3º Trimestre 2015 ÍNDICE I - INTRODUÇÃO 3 II OBJETIVO 3 III PERFIL CORPORATIVO 3 IV GOVERNANÇA CORPORATIVA 4 V RISCO DE CRÉDITO 4 VI RISCO DE MERCADO 5 VII RISCO

Leia mais

Diretrizes para Seleção e Avaliação de Gestores e/ou Administradores, Custodiantes e Corretoras

Diretrizes para Seleção e Avaliação de Gestores e/ou Administradores, Custodiantes e Corretoras Anexo à Política de Investimento Diretrizes para Seleção e Avaliação de Gestores e/ou Administradores, Custodiantes e Corretoras 2014 a 2018 Novembro de 2013 1 ÍNDICE 1. PROCESSO DE SELEÇÃO E AVALIAÇÃO

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Conselho de Administração Diretoria Geral Gerenciamento de Capital Diretoria de Controladoria, Operações, Jurídico, Ouvidoria e Cobrança Diretoria de Tesouraria, Produtos e Novos Negócios Operações Bancárias

Leia mais

RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução.

RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. A Planner oferece uma linha completa de produtos financeiros e nossa equipe de profissionais está preparada para explicar tudo o que você precisa saber para tomar suas decisões com

Leia mais

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar.

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. FUNDO REFERENCIADO DI Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. Para tal, investem no mínimo 80% em títulos públicos federais

Leia mais

Risk & Permanent Control

Risk & Permanent Control Estrutura Organizacional Risco de Crédito Introdução Este documento apresenta a estrutura organizacional da área de Risco de Crédito do conglomerado CRÉDIT AGRICOLE Brasil e estabelece as suas principais

Leia mais

Relatório. Gestão de Riscos. Conglomerado Cruzeiro do Sul

Relatório. Gestão de Riscos. Conglomerado Cruzeiro do Sul Relatório de Gestão de Riscos Conglomerado Cruzeiro do Sul Data-Base 31/12/2010 Superintendência de Riscos Índice 1. Introdução 3 2. Perímetro 3 3. Estrutura de Gestão de Riscos 3 3.1 Risco de Crédito

Leia mais

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução.

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. A Planner oferece uma linha completa de produtos financeiros e nossa equipe de profissionais está preparada para explicar tudo o que você precisa saber para tomar suas decisões com

Leia mais

COMPRAR E VENDER AÇÕES MERCADO A VISTA

COMPRAR E VENDER AÇÕES MERCADO A VISTA COMPRAR E VENDER AÇÕES MERCADO A VISTA ATENÇÃO ESTE FOLHETO FAZ REFERÊNCIA AO PREGÃO À VIVA VOZ, FORMA DE NEGOCIAÇÃO UTILIZADA ATÉ 30/9/2005. A PARTIR DESSA DATA, TODAS AS OPERAÇÕES FORAM CENTRALIZADAS

Leia mais

Ilmos. Senhores - Diretores e Acionistas da LINK S/A CORRETORA DE CÂMBIO, TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS

Ilmos. Senhores - Diretores e Acionistas da LINK S/A CORRETORA DE CÂMBIO, TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS A-PDF MERGER DEMO PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES São Paulo,04 de agosto de 2006. Ilmos. Senhores - es e Acionistas da LINK S/A CORRETORA DE CÂMBIO, TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS 1. Examinamos os balanços

Leia mais

BICBANCO STOCK INDEX AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS

BICBANCO STOCK INDEX AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS BICBANCO STOCK INDEX AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS (Administrado pelo Banco Industrial e Comercial S.A.) DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AO EXERCÍCIO FINDO EM 30 DE SETEMBRO

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício n 2584/2006/SDE/GAB de 31 de maio de 2006

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício n 2584/2006/SDE/GAB de 31 de maio de 2006 MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer n o 06246/2006/RJ COGAM/SEAE/MF Rio de janeiro, 26 de junho de 2006. Referência: Ofício n 2584/2006/SDE/GAB de 31 de maio de 2006 Assunto:

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO A Um Investimentos S/A CTVM, conforme definição da Resolução nº 3.721/09, demonstra através deste relatório a sua estrutura do gerenciamento de risco de crédito.

Leia mais

Há 30 anos no mercado, a Futura Corretora iniciou suas atividades nos mercados de derivativos, como sócia fundadora da BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros). Desde sua fundação, vem disseminando em todo

Leia mais

Mensagem da Administradora

Mensagem da Administradora Mensagem da Administradora Prezados Cotistas: Submetemos à apreciação de V.S.as. a demonstração da composição e diversificação das aplicações da CSN Invest Fundo de Investimento em Ações, em 31 de dezembro

Leia mais

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução.

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. A Planner oferece uma linha completa de produtos financeiros e nossa equipe de profissionais está preparada para explicar tudo o que você precisa saber para tomar suas decisões com

Leia mais

BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03

BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03 BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03 PROSPECTO AVISOS IMPORTANTES I. A CONCESSÃO DE REGISTRO PARA A VENDA DAS COTAS DESTE FUNDO NÃO IMPLICA, POR PARTE DA

Leia mais

COMPRAR E VENDER AÇÕES MERCADO A VISTA

COMPRAR E VENDER AÇÕES MERCADO A VISTA COMPRAR E VENDER AÇÕES MERCADO A VISTA ATENÇÃO Este texto não é uma recomendação de investimento. Para mais esclarecimentos, sugerimos a leitura de outros folhetos editados pela BOVESPA. Procure sua Corretora.

Leia mais

BICBANCO Stock Index Ações Fundo de Investimento em Títulos e Valores Mobiliários (Administrado pelo Banco Industrial e Comercial S.A.

BICBANCO Stock Index Ações Fundo de Investimento em Títulos e Valores Mobiliários (Administrado pelo Banco Industrial e Comercial S.A. BICBANCO Stock Index Ações Fundo de Investimento em Títulos e Valores Mobiliários (Administrado pelo Banco Industrial e Comercial S.A.) Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício Findo em 30 de

Leia mais

Prazos e Riscos de Mercado

Prazos e Riscos de Mercado Prazos e Riscos de Mercado A Pilla Corretora oferece aos seus clientes uma gama completa de produtos e serviços financeiros. Nossa equipe de profissionais está qualificada para atender e explicar tudo

Leia mais

Respeitamos o fato de que cada cliente tem diferentes necessidades e demandas. Nosso objetivo é simplificar o complexo mercado de capitais e

Respeitamos o fato de que cada cliente tem diferentes necessidades e demandas. Nosso objetivo é simplificar o complexo mercado de capitais e Respeitamos o fato de que cada cliente tem diferentes necessidades e demandas. Nosso objetivo é simplificar o complexo mercado de capitais e proporcionar atendimento personalizado, sem perder de vista

Leia mais

atividade a prática de operações de arrendamento As sociedades de arrendamento mercantil são

atividade a prática de operações de arrendamento As sociedades de arrendamento mercantil são Arrendamento mercantil ou leasing é uma operação em que o proprietário de um bem cede a terceiro o uso desse bem por prazo determinado, recebendo em troca uma contraprestação. No que concerne ao leasing,

Leia mais

Safra Fundo Mútuo de Privatização - FGTS Vale do Rio Doce (C.N.P.J. nº 04.890.401/0001-15) (Administrado pelo Banco J. Safra S.A.

Safra Fundo Mútuo de Privatização - FGTS Vale do Rio Doce (C.N.P.J. nº 04.890.401/0001-15) (Administrado pelo Banco J. Safra S.A. Safra Fundo Mútuo de Privatização - FGTS Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco J. Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 30 de setembro de 2015 e relatório dos auditores independentes Relatório dos

Leia mais

O QUE É A CVM? II - a negociação e intermediação no mercado de valores mobiliários;

O QUE É A CVM? II - a negociação e intermediação no mercado de valores mobiliários; O QUE É A CVM? A CVM - Comissão de Valores Mobiliários é uma entidade autárquica em regime especial, vinculada ao Ministério da Fazenda, com personalidade jurídica e patrimônio próprios, dotada de autoridade

Leia mais

EMPRESAS BRADESCO SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO

EMPRESAS BRADESCO SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO L2 0 0 6 R E L AT Ó R I O A N U A EMPRESAS BRADESCO SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO Prêmio de Seguros Participação no Mercado (em %) Mercado 74,2% Fonte: Susep e ANS Base: Nov/2006 Bradesco 25,8%

Leia mais

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ Introdução O Gerenciamento do Risco de Liquidez no Grupo Didier Levy, considerando as empresas BEXS Banco de Câmbio S/A e BEXS Corretora de Câmbio S/A está

Leia mais

SUPERVISÃO COOPERATIVA Acompanhamento Indireto, acompanhamento dos planos, auditoria e comunicação

SUPERVISÃO COOPERATIVA Acompanhamento Indireto, acompanhamento dos planos, auditoria e comunicação SUPERVISÃO COOPERATIVA Acompanhamento Indireto, acompanhamento dos planos, auditoria e comunicação 1 Acompanhamento Indireto Tratamento das informações Análise intrínseca, evolutiva e comparativa Processos

Leia mais

HSBC Strategy S&P Diversifique seus investimentos com ativos internacionais

HSBC Strategy S&P Diversifique seus investimentos com ativos internacionais HSBC Strategy S&P Diversifique seus investimentos com ativos internacionais HSBC Strategy S&P Diversifique seus investimentos com ativos internacionais Avaliando oportunidades de sucesso através de um

Leia mais

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA.

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Patacão Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. ( Distribuidora ) tem como objetivo atuar no mercado de títulos e valores mobiliários em seu nome ou em nome de terceiros.

Leia mais

a) Prova da inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica; b) Certidão negativa de débitos junto à Seguridade social; 1

a) Prova da inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica; b) Certidão negativa de débitos junto à Seguridade social; 1 Regulamento para Cadastramento de Instituições Financeiras e similares, sociedade corretoras e Distribuidoras, Gestoras e Administradoras de Títulos e Valores Mobiliários junto à ORGANIZAÇÃO MUNICIPAL

Leia mais

Questionário Padrão Due Diligence para Fundos de Investimento Seção 1:

Questionário Padrão Due Diligence para Fundos de Investimento Seção 1: Questionário Padrão Due Diligence para Fundos de Investimento Seção 1: Informações Sobre a Empresa Gestor de recursos de terceiros (Pessoa Jurídica): Questionário preenchido por: Data: (Todos os campos

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE ANEXO I DETALHAMENTO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO APLICÁVEL À PROVA DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA GERAL 10º EXAME DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA 1. LEGISLAÇÃO E ÉTICA PROFISSIONAL. a) A LEGISLAÇÃO SOBRE A ÉTICA PROFISSIONAL

Leia mais

CORRETORA DE CÂMBIO TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S/A REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

CORRETORA DE CÂMBIO TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S/A REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO Esta Sociedade Corretora, em atenção ao disposto no art. 6º da Instrução nº 387/03 da CVM, define através deste documento, suas regras e parâmetros relativos ao recebimento,

Leia mais

RBC BRASIL DTVM LTDA. Confiança que faz a diferença

RBC BRASIL DTVM LTDA. Confiança que faz a diferença RBC BRASIL DTVM LTDA Confiança que faz a diferença Sobre o RBC Brasil O RBC Brasil (RBC Brasil DTVM Ltda) é uma subsidiária integral do Royal Bank of Canada, cuja história de atuação em nosso país remonta

Leia mais

Especialista questiona "ascensão" de bancos brasileiros em ranking

Especialista questiona ascensão de bancos brasileiros em ranking Veículo: Valor Online Data: 13/04/09 Especialista questiona "ascensão" de bancos brasileiros em ranking A crise global colocou os bancos brasileiros em destaque nos rankings internacionais de lucro, rentabilidade

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013 Altera dispositivos da Instrução CVM nº 356, de 17 de dezembro de 2001 e da Instrução CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado,

Leia mais

CNPJ 05.086.234/0001-17 PERIODICIDADE MÍNIMA PARA DIVULGAÇÃO DA CARTEIRA DO FUNDO

CNPJ 05.086.234/0001-17 PERIODICIDADE MÍNIMA PARA DIVULGAÇÃO DA CARTEIRA DO FUNDO BRB FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO EM RENDA FIXA DI LONGO PRAZO 500 FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Competência: 19/01/2016 CNPJ 05.086.234/0001-17 PERIODICIDADE MÍNIMA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.263, DE 05 DE SETEMBRO DE 2013 Dispõe sobre as condições de emissão de Certificado de Operações Estruturadas (COE) pelas instituições

RESOLUÇÃO Nº 4.263, DE 05 DE SETEMBRO DE 2013 Dispõe sobre as condições de emissão de Certificado de Operações Estruturadas (COE) pelas instituições RESOLUÇÃO Nº 4.263, DE 05 DE SETEMBRO DE 2013 Dispõe sobre as condições de emissão de Certificado de Operações Estruturadas (COE) pelas instituições financeiras que especifica. O Banco Central do Brasil,

Leia mais

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012 Ourinvest Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012 KPDS 82388 Ourinvest Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Demonstrações

Leia mais

Letras Financeiras - LF

Letras Financeiras - LF Renda Fixa Privada Letras Financeiras - LF Letra Financeira Captação de recursos de longo prazo com melhor rentabilidade O produto A Letra Financeira (LF) é um título de renda fixa emitido por instituições

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS CAGEPREV - FUNDAÇÃO CAGECE DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA Vigência: 01/01/2013 a 31/12/2017 1. OBJETIVOS A Politica de Investimentos tem como objetivo

Leia mais

POLÍTICAS. Política de Risco de Mercado

POLÍTICAS. Política de Risco de Mercado POLÍTICAS Versão: 1.3 Política Institucional de Risco de Mercado Vigência: 26.02.2009 Atualização: 21.12.2009 1- Introdução Definição: Risco de mercado é a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes

Leia mais

Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos (anteriormente denominado Fundo de Garantia da Bolsa de Valores de São Paulo)

Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos (anteriormente denominado Fundo de Garantia da Bolsa de Valores de São Paulo) 1. Contexto operacional A Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), por força do disposto no regulamento anexo à Resolução no. 2.690, de 28 de janeiro de 2000, do Conselho Monetário Nacional, mantinha um

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS. Introdução

RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS. Introdução - 1 - RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS Introdução A Administração acredita que a gestão efetiva de riscos é vital para o sucesso da Instituição e conseqüentemente mantém um ambiente de gerenciamento de riscos

Leia mais

Retorno dos Investimentos 1º semestre 2011

Retorno dos Investimentos 1º semestre 2011 Retorno dos Investimentos 1º semestre 2011 Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência É responsável também pela gestão dos recursos garantidores dos planos de benefícios administrados pela Sabesprev,

Leia mais

Mercados Futuros (BM&F)

Mercados Futuros (BM&F) Neste segmento de mercado se negociam contratos e minicontratos futuros de ativos financeiros ou commodities. Ou seja, é a negociação de um produto que ainda não existe no mercado, por um preço predeterminado

Leia mais

Supervisão de Mercados

Supervisão de Mercados OFERTAS PÚBLICAS Atraso no protocolo do Anúncio de Encerramento: Banco BTG Pactual S/A, 01 multa, R$ 4.500,00. Recomendação de Formador de Mercado: Link S/A CCTVM, 01 multa, R$ 750,00; Prosper S/A Corretora

Leia mais

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2008.

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2008. Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2008. Mercado / % sobre Aplicações/Especificação Quantidade Realização Patrimônio R$ Mil Líquido 1.DISPONIBILIDADES 8 0,03 Depósitos

Leia mais

31 de março de 2015 e 2014 com Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras

31 de março de 2015 e 2014 com Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras Demonstrações Financeiras Banrisul Multi Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento (Administrado pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - CNPJ: 92.702.067/0001-96) e 2014 com Relatório

Leia mais

Bovespa Supervisão de Mercados - BSM

Bovespa Supervisão de Mercados - BSM 1. C ontexto operacional A Bovespa Supervisão de Mercados BSM (BSM) criada em 16 de agosto de 2007 como uma associação civil sem finalidade lucrativa, em cumprimento ao disposto na regulamentação pertinente

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DO SEGMENTO BOVESPA: AÇÕES, FUTUROS E DERIVATIVOS DE AÇÕES. Capítulo Revisão Data

MANUAL DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DO SEGMENTO BOVESPA: AÇÕES, FUTUROS E DERIVATIVOS DE AÇÕES. Capítulo Revisão Data 4 / 106 DEFINIÇÕES AFTER-MARKET período de negociação que ocorre fora do horário regular de Pregão. AGENTE DE COMPENSAÇÃO instituição habilitada pela CBLC a liquidar operações realizadas pelas Sociedades

Leia mais

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CAIXA VALE DO RIO DOCE Data de Competência: 27/01/2016 1. CNPJ 04.885.820/0001-69 2. PERIODICIDADE MÍNIMA PARA DIVULGAÇÃO DA COMPOSIÇÃO

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas;

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas; CIRCULAR Nº 3.477 Dispõe sobre a divulgação de informações referentes à gestão de riscos, ao Patrimônio de Referência Exigido (PRE), de que trata a Resolução nº 3.490, de 29 de agosto de 2007, e à adequação

Leia mais

COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS

COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS Como Investir no Mercado a Termo 1 2 Como Investir no Mercado a Termo O que é? uma OPERAÇÃO A TERMO É a compra ou a venda, em mercado, de uma determinada quantidade

Leia mais

POLÍTICA DE SUITABILITY

POLÍTICA DE SUITABILITY POLÍTICA DE SUITABILITY VERIFICAÇÃO DA ADEQUAÇÃO DOS PRODUTOS, SERVIÇOS E OPERAÇÕES AO PERFIL DO INVESTIDOR Julho/2015 RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO Este Manual/Relatório foi elaborado pela ATIVA com fins

Leia mais

O que é o Mercado de Capitais. A importância do Mercado de Capitais para a Economia. A Estrutura do Mercado de Capitais Brasileiro

O que é o Mercado de Capitais. A importância do Mercado de Capitais para a Economia. A Estrutura do Mercado de Capitais Brasileiro 1 2 O que é o Mercado de Capitais A importância do Mercado de Capitais para a Economia A Estrutura do Mercado de Capitais Brasileiro O que é Conselho Monetário Nacional (CNM) O que é Banco Central (BC)

Leia mais

COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS

COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS O que é? uma operação A TERMO É a compra ou a venda, em mercado, de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado,

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis Banco do Nordeste Fundo de Investimento Ações Petrobras (Administrado pelo Banco do Nordeste do Brasil S.A. - CNPJ: 07.237.373/0001-20) 31 de março de 2014 com Relatório dos Auditores

Leia mais

1 - BTG Pactual Corporate Office Fund BRCR11

1 - BTG Pactual Corporate Office Fund BRCR11 1 - BTG Pactual Corporate Office Fund BRCR11 O FII BTG Pactual Corporate Office Fund é um fundo de investimento imobiliário do tipo corporativo, ou seja, tem como objetivo investir em ativos imobiliários

Leia mais

Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IRF - M Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.885/0001-45

Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IRF - M Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.885/0001-45 Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IRF - M Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo (Administrado pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - CNPJ: 92.702.067/0001-96) e 2014 com Relatório

Leia mais

Kinea Rendimentos Imobiliários - FII. Relatório de Gestão

Kinea Rendimentos Imobiliários - FII. Relatório de Gestão Kinea Rendimentos Imobiliários - FII Relatório de Gestão Janeiro de 2013 Palavra do Gestor Prezado investidor, O Kinea Rendimentos Imobiliário FII ( Fundo ) é dedicado ao investimento em Ativos de renda

Leia mais

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2007.

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2007. ITAUVEST PERSONNALITÉ CURTO PRAZO FUNDO DE INVESTIMENTO EM Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2007. Mercado / % sobre Aplicações/Especificação Quantidade Realização

Leia mais

REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1

REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1 REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1 Este documento vem em atendimento a Instrução CVM 497, de 03 de junho de 2011 e tem a finalidade de regular as atividades entre os agentes autônomos de investimentos e

Leia mais

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 2 Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras À Administradora e aos Cotistas CSHG Delphos Fundo de Investimento Multimercado - Crédito Privado Investimento no Exterior Examinamos

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA CM CAPITAL MARKETS CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA CM CAPITAL MARKETS CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA CM CAPITAL MARKETS CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA A CM Capital Markets Corretora de Títulos e Valores Mobiliários LTDA, em atenção ao disposto no art.

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 2º Trimestre 2015

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 2º Trimestre 2015 Relatório de Gerenciamento de Riscos Banco Rodobens 2º Trimestre 2015 INTRODUÇÃO O presente Relatório tem por objetivo apresentar as informações do Banco Rodobens para atendimento aos requerimentos do

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 1º Trimestre 2015

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 1º Trimestre 2015 Relatório de Gerenciamento de Riscos Banco Rodobens 1º Trimestre 2015 INTRODUÇÃO O presente Relatório tem por objetivo apresentar as informações do Banco Rodobens para atendimento aos requerimentos do

Leia mais

Unidade III. Operadores. Demais instituições financeiras. Outros intermediários financeiros e administradores de recursos de terceiros

Unidade III. Operadores. Demais instituições financeiras. Outros intermediários financeiros e administradores de recursos de terceiros MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS Unidade III 6 O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL O sistema financeiro nacional é o conjunto de instituições e instrumentos financeiros que possibilita a transferência de recursos

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Risco de Mercado

Gerenciamento de Riscos Risco de Mercado Gerenciamento de Riscos Risco de Mercado 2. Risco de Mercado A divulgação da Resolução 3.464 do CMN pelo BACEN em 26 de junho de 2007 foi o primeiro passo no processo de implementação de uma estrutura

Leia mais

Senior Solution (SNSL3) Conhecendo a empresa

Senior Solution (SNSL3) Conhecendo a empresa Análise XP Fundamentos Senior Solution (SNSL3) Conhecendo a empresa A Empresa A Senior Solution está presente, há mais de 17 anos, no segmento de Tecnologia da Informação no mercado brasileiro, sendo uma

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO Setembro 2013 2 1 INTRODUÇÃO Este documento resume as informações relativas à estrutura de gerenciamento do risco de crédito do BR Partners Banco de Investimentos

Leia mais

A+ A+ A+ AA+ Tel.: 55 11 3377 0708 Tel.: 55 11 3377 0703

A+ A+ A+ AA+ Tel.: 55 11 3377 0708 Tel.: 55 11 3377 0703 Condomínio: CAIXA FIDC CDC VEÍCULOS DO BANCO PANAMERICANO Aberto Administrador: Caixa Econômica Federal Prazo: Indeterminado Custodiante: Banco Itaú S.A. Data de Registro: 25/09/2003 Auditor: Ernest &

Leia mais

Relatório da Administração. 1º Semestre de 2015

Relatório da Administração. 1º Semestre de 2015 Relatório da Administração 1º Semestre de 2015 Sumário 1. Senhores Acionistas... 3 2. Banco Luso Brasileiro S.A.... 3 3. Estrutura Acionária... 3 4. Desempenho Operacional... 3 5. Destaques do Semestre...

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA SITA SOCIEDADE CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S/A

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA SITA SOCIEDADE CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S/A REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA SOCIEDADE CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S/A Esta Sociedade Corretora, em atenção ao disposto no art. 6º da Instrução nº 387/03 da CVM, define através deste

Leia mais

4º Trimestre 2013 1 / 15

4º Trimestre 2013 1 / 15 Divulgação das informações de Gestão de Riscos, Patrimônio de Referência Exigido e Adequação do Patrimônio de Referência. (Circular BACEN nº 3.477/2009) 4º Trimestre 2013 Relatório aprovado na reunião

Leia mais

Demonstrações Financeiras

Demonstrações Financeiras Demonstrações Financeiras Fundo de Aposentadoria Programada Individual Banrisul Conservador CNPJ 04.785.314/0001-06 (Administrado pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - CNPJ 92.702.067/0001-96)

Leia mais

UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco

UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco Responsável: Controle de Riscos Aprovação: BRCC Propósito deste documento Promover transparência quanto à estrutura de gestão de riscos

Leia mais

POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO 1. INTRODUÇÃO A política de Risco de Mercado do Scotiabank Brasil ( Scotiabank ) é baseada na política do grupo de Risk Management Global do Scotiabank

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Informações Adicionais e. Dados Quantitativos

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Informações Adicionais e. Dados Quantitativos Relatório de Gerenciamento de Riscos Informações Adicionais e Dados Quantitativos Avaliação da adequação do Patrimônio de Referência (PR) face à estrutura e contexto operacional O processo de monitoramento

Leia mais

Apresentação Institucional

Apresentação Institucional Apresentação Institucional O Grupo O Grupo MultinvestCapital está inserido no mercado financeiro e de capitais que, ao longo das últimas décadas, vem evoluindo e aprimorando os padrões e procedimentos

Leia mais

Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IMA Geral Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.894/0001-36

Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IMA Geral Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.894/0001-36 Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IMA Geral Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo (Administrado pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - CNPJ: 92.702.067/0001-96) e 2014 com Relatório

Leia mais

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CRÉDITO PRIVADO TRAVESSIA INVESTIMENTO NO EXTERIOR 23.352.

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CRÉDITO PRIVADO TRAVESSIA INVESTIMENTO NO EXTERIOR 23.352. FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CRÉDITO PRIVADO TRAVESSIA INVESTIMENTO NO EXTERIOR 23.352.186/0001-43 Mês de Referência: Novembro de 2015 CLASSIFICAÇÃO ANBIMA:

Leia mais

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA 1- INTRODUÇÃO O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social, por meio do Decreto nº 5.212, de 22 de setembro de 2004, teve o seu Estatuto Social alterado

Leia mais

Kinea Rendimentos Imobiliários - FII. Relatório de Gestão

Kinea Rendimentos Imobiliários - FII. Relatório de Gestão Kinea Rendimentos Imobiliários - FII Relatório de Gestão Maio de 2013 Palavra do Gestor Prezado investidor, O Kinea Rendimentos Imobiliários FII ( Fundo ) é dedicado ao investimento em Ativos de renda

Leia mais

GRADE DE DISCIPLINAS MBA em Gestão de Crédito

GRADE DE DISCIPLINAS MBA em Gestão de Crédito GRADE DE DISCIPLINAS MBA em Gestão de Crédito Disciplinas (*) Modalidade H/A (**) Núcleo Contabilidade Contabilidade Financeira Presencial 24 Contabilidade dos Investimentos em Participações Societárias

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA OABPREV-PR PARA O EXERCÍCIO DE 2007/2009

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA OABPREV-PR PARA O EXERCÍCIO DE 2007/2009 POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA OABPREV-PR PARA O EXERCÍCIO DE 2007/2009 1- OBJETIVOS A Política de Investimentos dos Recursos Garantidores das Reservas Técnicas da OABPrev-PR, tem por objetivo a maximização

Leia mais

Período de 01 de janeiro a 06 de outubro de 2011 (data de extinção do Fundo) com Relatório dos Auditores Independentes

Período de 01 de janeiro a 06 de outubro de 2011 (data de extinção do Fundo) com Relatório dos Auditores Independentes Demonstração da Evolução do Patrimônio Líquido CSHG Realty BC Fundo de Investimento em Participações (Administrado pela Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora de Valores S/A) Período de 01 de janeiro a

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO COM FOCO EM TÍTULOS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO ESTRUTURADO REIT RIVIERA FII

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO COM FOCO EM TÍTULOS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO ESTRUTURADO REIT RIVIERA FII FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO COM FOCO EM TÍTULOS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO ESTRUTURADO REIT RIVIERA FII Crédito lastreado em imóveis, alta rentabilidade e fluxo de caixa constante, com a solidez do concreto.

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SPINELLI FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ 55.075.238/0001-78 SETEMBRO/2015

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SPINELLI FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ 55.075.238/0001-78 SETEMBRO/2015 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o Spinelli Fundo de Investimento em Ações. As informações completas sobre esse fundo podem ser obtidas no Prospecto e no Regulamento do fundo,

Leia mais

ANEXO A. Informe Mensal

ANEXO A. Informe Mensal ANEXO A Informe Mensal Competência: MM/AAAA Administrador: Tipo de Condomínio: Fundo Exclusivo: Todos os Cotistas Vinculados por Interesse Único e Indissociável? Aberto/Fechado Sim/Não Sim/Não ESPECIFICAÇÕES

Leia mais

PSS - Seguridade Social

PSS - Seguridade Social POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PARA 2012 PLANO C 1. Objetivos Esta versão da Política de Investimentos, que estará em vigor durante o ano de 2012, tem como objetivo definir as diretrizes dos investimentos do

Leia mais

Demonstrações Financeiras

Demonstrações Financeiras Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IMA Geral Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.894/0001-36 (Administrado pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - CNPJ: 92.702.067/0001-96)

Leia mais

9) Política de Investimentos

9) Política de Investimentos 9) Política de Investimentos Política e Diretrizes de Investimentos 2010 Plano de Benefícios 1 Segmentos Macroalocação 2010 Renda Variável 60,2% 64,4% 28,7% 34,0% Imóveis 2,4% 3,0% Operações com Participantes

Leia mais

Curso Preparatório CPA20

Curso Preparatório CPA20 Página 1 de 9 Você acessou como Flávio Pereira Lemos - (Sair) Curso Preparatório CPA20 Início Ambiente ) CPA20_130111_1_1 ) Questionários ) Passo 2: Simulado Módulo II ) Revisão da tentativa 1 Iniciado

Leia mais

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 1 Trimestre de 2012 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 PERFIL DO BANCO... 3 3 RESUMO DA ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS... 3 4 RISCO DE CRÉDITO... 3 5 RISCO DE MERCADO... 8 6

Leia mais

Divulgação de Resultados Segundo Trimestre de 2015

Divulgação de Resultados Segundo Trimestre de 2015 Divulgação de Resultados Segundo Trimestre de 2015 Apresentação da Teleconferência 06 de agosto de 2015 Para informações adicionais, favor ler cuidadosamente o aviso ao final desta apresentação. Divulgação

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll)

Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll) Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll) Índice Introdução... 3 Estrutura de Gerenciamento de Riscos... 3 Informações Qualitativas... 4 Risco de Crédito... 4 Risco de Mercado... 5 Risco de Liquidez...

Leia mais

ESTRUTURA E GERENCIAMENTO DE RISCOS NO BRDE

ESTRUTURA E GERENCIAMENTO DE RISCOS NO BRDE ESTRUTURA E GERENCIAMENTO DE RISCOS NO BRDE JULHO/2014 1. Objetivos O gerenciamento de riscos no BRDE tem como objetivo mapear os eventos de riscos, sejam de natureza interna ou externa, que possam afetar

Leia mais