Prefácio e Argumento Básico

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prefácio e Argumento Básico"

Transcrição

1 Palestra de Stanley Gacek Congresso Internacional de Direito Sindical, Fortaleza, Ceará Sindicalismo, Estado e Serviço Público Sindicalismo e Estado: A Visão da OIT 14 horas, 11 de abril do 2013 Introdução 1- A Ilustre Dra. Christianne Diógenes, Juíza do Trabalho, Mestre e Presidenta da Amatra VII, O Ilustre Dr. Luís Antônio Camargo de Melo, Presidente de Honra e o Procurador Geral do Trabalho da República Federativa do Brasil, O Ilustre Dr. Francisco Gérson Marques de Lima, o Organizador e o Procurador Regional do Trabalho, O Ilustre Dr. Nicodemos Fabrício Maia, Procurador-Chefe/PRT 7ª Região, O Ilustre Lelio Bentes Corrêa, Ministro do TST e Membro da Comissão dos Peritos da OIT, Ministros e Ministras, Juízes, Magistrados, Desembargadores, Procuradores, Promotores, Professores e Professoras de Direito, Companheiros e Companheiras Sindicalistas, etc. 2- Realmente é uma honra ímpar para nosso Escritório da OIT em Brasília (e também um grande privilégio pessoal) estar presente neste Congresso Internacional de Direito Sindical, e falar no Eixo 2 dessa conferência, intitulado Sindicalismo, Estado e Serviço Público. Saudações da Dra. Laís Abramo, da Dra. Elizabeth Tinoco, do Diretor-Geral Guy Ryder. 3- Também tenho a honra de representar a Dra. Cleópatra Doumbia-Henry, Diretora do Departamento de Normas da OIT. Na verdade é impossível substituir à Dra. Cleópatra em termos do conhecimento e da perícia incomparável dela sobre o sistema normativo da OIT, mas vou tentar lhes transmitir algumas reflexões humildes da minha parte sobre o tema Sindicalismo e Estado: A Visão da OIT. 1

2 Prefácio e Argumento Básico 4- Na verdade esse tema de hoje Sindicalismo e o Estado A Visão da OIT merece um seminário de alguns dias, e tenho apenas 20 minutos. 5- No entanto, gostaria de registrar a seguinte mensagem: o sindicalismo, ou seja, a representação e a organização coletiva de trabalhadores e de trabalhadoras, é fundamental à visão e ao conceito da OIT sobre o Estado por duas razões básicas: i- Trabalhadores, trabalhadoras e suas organizações fazem uma parte imprescindível da governança e do direito internacional produzido pela OIT. O sindicalismo é um dos legisladores fundamentais na construção do sistema internacional de normas trabalhistas que tem uma aplicação aos Estados do mundo (185 estados membros na comunidade global da OIT), e uma aplicação vinculante no caso de convenções ratificadas pelos estados membros. Com outras palavras, no sistema tripartite da OIT, o sindicalismo - a organização coletiva dos trabalhadores e trabalhadoras - é um parceiro igual aos empregadores e ao Estado. Não apenas os governos são responsáveis pela criação desse direito do trabalho internacional a ser incorporado pelos Estados do mundo, mas também os empregadores e os trabalhadores representados por sindicatos. 2

3 ii- Outra razão básica: para a OIT, além do papel fundamental do sindicalismo na construção do sistema normativo, o sindicalismo é um parceiro fundamental e indispensável ao diálogo social com o Estado em si, inclusive com os empregadores, em todas as instâncias: ao nível nacional, regional e internacional. Na verdade o diálogo social envolvendo uma relação direta do sindicalismo com o Estado é um alicerce da OIT e tem tudo a ver com a fundação da organização em Com essas duas razões básicas pela importância da relação do sindicalismo com o Estado na ótica da OIT, há três eixos básicos para caracterizar a relação do Estado com o sindicalismo na visão da OIT: i- O respeito e o cumprimento pelo Estado (através dos 3 poderes executivo, judiciário, e legislativo) com os direitos sindicais reconhecidos e protegidos nas normas da OIT garantindo a liberdade sindical, a organização sindical, a negociação coletiva e o direito de greve. (Explique como o direito de greve oriundo da jurisprudência da liberdade sindical e da Convenção 87 a respeito, desde os anos 50). ii- Sindicalismo como parceiro/constituinte (também com os empregadores) no diálogo social tripartite em todos os níveis. iii- Relação do sindicalismo com o Estado na capacidade do Estado como empregador. Aí entram todas as modalidades relevantes de relações de trabalho, inclusive as classificações de empregados públicos, servidores públicos e empregados das empresas públicas. E embora que vários estados membros da OIT 3

4 excluam alguns trabalhadores e trabalhadoras do setor público da definição de serviço público por exemplo, empregados de empresas públicas para a OIT, o setor público em geral, inclusive as empresas públicas, etc., deveria respeitar as normas de liberdade sindical, organização sindical e negociação coletiva. Relação do Sindicalismo com o Estado na Capacidade do Estado como Empregador Gostaria de focalizar nessa terceira dimensão: a relação do sindicalismo com o Estado na capacidade do Estado como empregador. 8- Há dois desdobramentos recentes significativos em relação ao esse tema: i- Primeiro, uma faceta fundamental do tema será um foco de prioridade na próxima Conferência (102ª) da OIT agora em junho, pois o relatório/especial da Comissão de Peritos a ser revisado pelo Comitê de Aplicação das Normas, um comitê permanente e tripartite de todas as conferências internacionais da OIT, é sobre a negociação coletiva na administração pública; ii- Segundo, através do Decreto Nº 7,994 de 6 de março, a Presidenta Dilma promulgou a Convenção 151 e a Recomendação 159 sobre as Relações de Trabalho na Administração Pública, fazendo a ratificação da Convenção 151 inteiramente completa depois da aprovação pelo Congresso Nacional em junho do

5 9- Para fechar minhas observações de hoje, gostaria de finalizar com comentários rápidos em relação ao seguinte: 1- um sumário muito breve do trajeto normativo da OIT em relação aos direitos sindicais dos trabalhadores e trabalhadoras no setor público (e o Dr. Furtado vai fazer uma analise bem mais detalhada sobre C. 151 na próxima sessão); 2- o que o Comitê de Peritos da OIT fala sobre os valores de negociação no serviço público; e 3- as oportunidades e os desafios que enfrentam o sindicalismo público no Brasil e no mundo inteiro na época da crise econômica global. Trajeto Normativo da OIT Direitos Sindicais no Setor Público 10- É muito importante começar com a norma que é considerada a Magna Carta da liberdade sindical, a Convenção 87 adotada por uma maioria avassaladora na CIT de Convenção 87 reconhece e protege o direito de organização sindical sem a ingerência do Estado tanto para os trabalhadores do setor público, quanto para os trabalhadores do setor privado, inclusive todos os servidores públicos, inclusive na administração pública, pois o Artigo 2 da Convenção fala que os trabalhadores e as entidades patronais, sem distinção de qualquer espécie, têm o direito, sem autorização prévia, de constituírem organizações da sua escolha, assim como o de se filiarem nessas organizações Segundo o Artigo 9 da C. 87, apenas a polícia e os militares nas forças armadas podem ser excluídos das aquelas garantias, conforme a legislação nacional. 12- (Mencionar como Brasil pode ser revisado pelo Comitê de Liberdade Sindical da OIT, mesmo sem a ratificação da C. 87.) 5

6 13- Para complementar e reforçar os princípios da C. 87, a Conferência de 1949 adotou a Convenção 98 sobre o Direito de Organização Sindical e de Negociação Coletiva. As proibições da discriminação sindical contra o indivíduo, a proibição da ingerência das organizações dos empregadores nas organizações dos trabalhadores, e vice versa, e as garantias de negociação coletiva, são inteiramente aplicáveis aos setores público e privado, com a ressalva do Artigo 6 da Convenção, que estipula: 14- A presente Convenção não trata da situação dos servidores públicos na administração do Estado e não poderá ser interpretada para prejudicar seus direitos ou seu status. (A Convenção 98 foi ratificada pelo Brasil em 1952.) 15- Mas finalmente, em abril de 1975, e com o ditame do Conselho da Administração da OIT do ano anterior, uma conferência técnica sobre o serviço público foi convocada para tampar esse buraco da Convenção 98 em relação à administração pública. E em 1978, quase 30 anos depois da adoção da Convenção 98, a CIT adotou a Convenção 151 e a Recomendação Convenção 151, nos artigos 4 e 5, reforça os requerimentos contra a discriminação e a ingerência anti sindical que se constam na C. 98, e também protege os direitos civis e políticos essenciais dos servidores públicos como o exercício de liberdade sindical no artigo E embora que não haja nenhuma referência explícita ao direito de greve na C. 151, como no caso da C. 87, há uma jurisprudência assim oriunda das referências explícitas à liberdade sindical e aos direitos civis na Convenção. 6

7 18- E quanto à questão da negociação coletiva na administração pública, a C. 151 estipula o seguinte no artigo 7: Deverão ser adotadas, sendo necessário, medidas adequadas às condições nacionais para estimular e fomentar o pleno desenvolvimento e utilização de procedimentos de negociação entre as autoridades públicas competentes e as organizações de empregados públicos sobre as condições de emprego, ou de quaisquer outros métodos que permitam aos representantes dos empregados públicos participar na determinação de tais condições. 19- Nos termos literais da Convenção 151, o direito de negociação coletiva na administração pública obviamente está reconhecido, mas também, como os Peritos comentaram no relatório especial para a próxima conferência internacional da OIT, os Estados Membros às vezes tentam evitar a obrigação de negociação coletiva com a referência na Convenção as quaisquer outros métodos Portanto, segundo os Peritos, é muito importante ler e aplicar a Convenção 151 com a Convenção 154 adotada pela CIT em 1981, e que promove a negociação coletiva em todos os ramos da economia, tanto no setor público quanto no setor privado, inclusive na administração do Estado. Uma leitura do Artigo 7 da Convenção 151 com a Convenção 154 significa claramente a prioridade da negociação coletiva para resolver as questões coletivas e individuais na administração pública. 21- E há um detalhe muito importante: este país ratificou a Convenção 154 em 1992, 21 anos atrás, e portanto, fazendo 7

8 uma leitura e uma aplicação conjunta das duas convenções será absolutamente viável e fundamentada no Brasil. O que os Peritos falam sobre a negociação coletiva na Administração Pública e no Serviço Público ---- uma observação inteiramente positiva 22- A Comissão quer destacar que a negociação coletiva, longe de prejudicar a qualidade dos serviços públicos e o interesse geral (nacional), pode contribuir ao estabelecimento de relações de trabalho harmoniosas, contribuir à maior eficácia e efetividade dos serviços, e sobretudo, criar as condições de um trabalho decente, no qual se respeita a dignidade humana dos empregados públicos. De fato, os países que têm a negociação coletiva na administração pública demonstram também uma evolução positiva, que é reconhecida pelos próprios governos. Uma palavra final sobre os desafios e as oportunidades para o sindicalismo público 23- Há uma grande oportunidade para o sindicalismo público quanto ao processo de negociação coletiva na administração pública: enquanto o sindicalismo público tentar a negociação das suas próprias demandas e melhorias nas condições do trabalho, também ele poderá pautar ideias sobre melhorias na qualidade dos serviços públicos e mais investimentos e melhores instrumentos para efetuar políticas públicas básicas. 24- É assim que o sindicalismo público poderiam promover mais transparência e mais discussão sobre a aplicação dos investimentos públicos, ganhando também o apoio da sociedade em geral, mudando o senso comum que o 8

9 sindicalismo público só pensa nos interesses corporativos dele. 25- Mas os óbvios desafios e ameaças ao sindicalismo público de hoje têm tudo a ver com a crise econômica global, e com todas as pressões para cortar os orçamentos públicos com o objetivo de reduzir os enormes déficits fiscais. Agora é notória a grande ameaça ao sindicalismo público na Europa e na América do Norte por conta dessa situação. 26- E muito antes da grande eclosão da crise global em 2008, o sindicalismo público estava enfrentando os desafios de privatizações sistemáticas e da desregulamentação dos serviços públicos através dos acordos de livre comércio, como no caso do TLC entre EUA, Canada, e México, o NAFTA, uma situação que eu conheço bem como um norte-americano. 27- Não tenho nenhuma receita pronta para os desafios mencionados. Mas também acredito que a promoção de melhores práticas sistematizadas de relações de trabalho no setor público, e especialmente na administração pública, e com o apoio do sistema normativo da OIT a respeito, pode ser parte da solução. Tomara. 9

4ª CONFERÊNCIA NACIONAL DAS CARREIRAS TÍPICAS DE ESTADO. DIREITOS DO TRABALHADOR DO SERVIÇO PÚBLICO Brasília, 17 de junho de 2015

4ª CONFERÊNCIA NACIONAL DAS CARREIRAS TÍPICAS DE ESTADO. DIREITOS DO TRABALHADOR DO SERVIÇO PÚBLICO Brasília, 17 de junho de 2015 STANLEY GACEK OFICIAL ENCARREGADO - OIT BRASIL 4ª CONFERÊNCIA NACIONAL DAS CARREIRAS TÍPICAS DE ESTADO DIREITOS DO TRABALHADOR DO SERVIÇO PÚBLICO Brasília, 17 de junho de 2015 TRAJETO NORMATIVO DA OIT

Leia mais

Fomento à Negociação Coletiva

Fomento à Negociação Coletiva 1 CONVENÇÃO N. 154 Fomento à Negociação Coletiva I Aprovada na 67ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho (Genebra 1981), entrou em vigor no plano internacional em 11.8.83. II Dados referentes

Leia mais

CONVENÇÃO N Liberdade Sindical e Proteção ao Direito de Sindicalização

CONVENÇÃO N Liberdade Sindical e Proteção ao Direito de Sindicalização CONVENÇÃO N. 87 1 Liberdade Sindical e Proteção ao Direito de Sindicalização Aprovada na 31ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho (São Francisco 1948), entrou em vigor no plano internacional

Leia mais

Também gostaria de reconhecer, como estrangeiro, o extraordinário compromisso do Brasil com o trabalho

Também gostaria de reconhecer, como estrangeiro, o extraordinário compromisso do Brasil com o trabalho Depoimento/Palestra de Stanley Gacek, Diretor Adjunto/Oficial Encarregado do Escritório da OIT no Brasil, sobre a PEC No. 18/2011, redução da idade mínima dos 16 para os 14 anos, 14 de julho de 2015, às

Leia mais

NACIONAL DE TRABALHO DECENTE - PNTD

NACIONAL DE TRABALHO DECENTE - PNTD SEMINÁRIO SINDICAL SOBRE O PLANO NACIONAL DE TRABALHO DECENTE - PNTD Paulo Sergio Muçouçah Coordenador dos Programas de Trabalho Decente e Empregos Verdes Escritório da OIT no Brasil Roteiro da apresentação

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Direito do Trabalho II Código da Disciplina: JUR256 Curso: Direito Semestre de oferta da disciplina: 8 Faculdade responsável: Direito Programa em vigência a partir de:

Leia mais

ABRIL DE Apoio

ABRIL DE Apoio PROPOSTA DE TRABALHO CAMPANHA CONTRA AS PRÁTICAS ANTI-SINDICAIS ABRIL DE 2008 Apoio I. IDENTIFICAÇÃO DO PROJ ETO Título: Campanha Sindical contra as Práticas Anti-Sindicais (PAS) Duração do Projeto: 24

Leia mais

DISCRIMINAÇÃO EM MATÉRIA DE EMPREGO E PROFISSÃO CONVENÇÃO 111

DISCRIMINAÇÃO EM MATÉRIA DE EMPREGO E PROFISSÃO CONVENÇÃO 111 DISCRIMINAÇÃO EM MATÉRIA DE EMPREGO E PROFISSÃO DECRETO N o 62.150, DE 19 DE JANEIRO DE 1968. Promulga a Convenção nº 111 da OIT sobre discriminação em matéria de emprego e profissão. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

Conferência Internacional do Trabalho

Conferência Internacional do Trabalho Conferência Internacional do Trabalho PROTOCOLO À CONVENÇÃO 29 PROTOCOLO À CONVENÇÃO SOBRE TRABALHO FORÇADO, 1930, ADOTADA PELA CONFERÊNCIA EM SUA CENTÉSIMA TERCEIRA SESSÃO, GENEBRA, 11 DE JUNHO DE 2014

Leia mais

Convenção Relativa à Liberdade Sindical e à Proteção do Direito de Sindicalização

Convenção Relativa à Liberdade Sindical e à Proteção do Direito de Sindicalização Convenção Relativa à Liberdade Sindical e à Proteção do Direito de Sindicalização Convenção nº 87/OIT A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho: Convocada em São Francisco pelo Conselho

Leia mais

ESTATUTO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS TÉCNICOS EM MEIO AMBIENTE DO ESTADO DO PARANÁ SINDITTEMA-PR

ESTATUTO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS TÉCNICOS EM MEIO AMBIENTE DO ESTADO DO PARANÁ SINDITTEMA-PR ESTATUTO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS TÉCNICOS EM MEIO AMBIENTE DO ESTADO DO PARANÁ SINDITTEMA-PR TÍTULO I DA INSTITUIÇÃO, PRERROGATIVAS, DIREITOS E DEVERES DOS ASSOCIADOS Capítulo I

Leia mais

Suplente Roberto Luis Lopes Nogueira

Suplente Roberto Luis Lopes Nogueira R E L A Ç Õ E S I N T E R N A C I O N A I S Órgão Ministério do Trabalho e Emprego - MTE Representação Efetiva Comissão Tripartite de Relações Internacionais - CTRI Representantes: Titular Darci Piana

Leia mais

O conceito de Trabalho Decente

O conceito de Trabalho Decente O Trabalho Decente O conceito de Trabalho Decente Atualmente a metade dos trabalhadores de todo o mundo (1,4 bilhão de pessoas) vive com menos de 2 dólares ao dia e portanto, é pobre quase 20% é extremamente

Leia mais

autoridades competentes do Brasil para os propósitos deste Memorando, doravante referidos como a "Parte brasileira",

autoridades competentes do Brasil para os propósitos deste Memorando, doravante referidos como a Parte brasileira, Memorando de Entendimento entre o Ministério da Ciência e Tecnologia e o Ministério do Meio Ambiente da República Federativa do Brasil e o Ministério do Meio Ambiente e Território da República da Itália

Leia mais

Quadro geral relativo à informação e à consulta dos funcionários e empregados públicos da administração central do Estado. Acordo (Tradução) Preâmbulo

Quadro geral relativo à informação e à consulta dos funcionários e empregados públicos da administração central do Estado. Acordo (Tradução) Preâmbulo TUNED Trade Union s National and European Delegation EUPAE European Public Administration Employers Quadro geral relativo à informação e à consulta dos funcionários e empregados públicos da administração

Leia mais

Disciplina: Direito e Processo do Trabalho 3º Semestre Professor Donizete Aparecido Gaeta Resumo de Aula

Disciplina: Direito e Processo do Trabalho 3º Semestre Professor Donizete Aparecido Gaeta Resumo de Aula 1. Fontes materiais e formais. 2. Normas Jurídicas de Direito do Trabalho. Constituição, Leis, Atos do Poder Executivo, Sentença normativa, Convenções e Acordos Coletivos, Regulamentos de empresa, Disposições

Leia mais

CONVENÇÃO N 98 SOBRE A APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DO DIREITO DE SINDICALIZAÇÃO E DE NEGOCIAÇÃO COLETIVA

CONVENÇÃO N 98 SOBRE A APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DO DIREITO DE SINDICALIZAÇÃO E DE NEGOCIAÇÃO COLETIVA CONVENÇÃO N 98 SOBRE A APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DO DIREITO DE SINDICALIZAÇÃO E DE NEGOCIAÇÃO COLETIVA A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho: Convocada em Genebra pelo Conselho de

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES

CADERNO DE ATIVIDADES CADERNO DE ATIVIDADES PRIORIDADES DO PLANO DIRETOR 4 ANOS Considerando os... Desafios Desafios Desafios Desafios Desafios Defina em grupo as prioridades, segundo os critérios de... PRIORIDADES DO PLANO

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO CEBC COMO SE ASSOCIAR 2014

APRESENTAÇÃO DO CEBC COMO SE ASSOCIAR 2014 APRESENTAÇÃO DO CEBC 201 QUEM SOMOS FUNDADO EM 200, O CONSELHO EMPRESARIAL BRASIL CHINA CEBC É UMA INSTITUIÇÃO BILATERAL SEM FINS LUCRATIVOS FORMADA POR DUAS SEÇÕES INDEPENDENTES, NO BRASIL E NA CHINA,

Leia mais

CONVENÇÃO N.º CONVENÇÃO RESPEITANTE À READAPTAÇÃO PROFISSIONAL E AO EMPREGO DE DEFICIENTES

CONVENÇÃO N.º CONVENÇÃO RESPEITANTE À READAPTAÇÃO PROFISSIONAL E AO EMPREGO DE DEFICIENTES Resolução da Assembleia da República n.º 63/98 Convenção n.º 159 da Organização Internacional do Trabalho, respeitante à readaptação profissional e ao emprego de deficientes Aprova, para ratificação, a

Leia mais

O papel do médico autônomo e o médico empregado (CLT) no SUS. Claudia Bezerra Batista Neves advogada do Sindimed/BA

O papel do médico autônomo e o médico empregado (CLT) no SUS. Claudia Bezerra Batista Neves advogada do Sindimed/BA O papel do médico autônomo e o médico empregado (CLT) no SUS Claudia Bezerra Batista Neves advogada do Sindimed/BA Sistema Único de Saúde SUS Institucionalização Constitucionalizada ( art. 197 a 200, CF)

Leia mais

II SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE INTEGRAÇÃO DOS TRABALHADORES UNIVERSITÁRIOS A Importância dos Trabalhadores Universitários no Sindicalismo Internacional

II SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE INTEGRAÇÃO DOS TRABALHADORES UNIVERSITÁRIOS A Importância dos Trabalhadores Universitários no Sindicalismo Internacional STANLEY GACEK DIRETOR ADJUNTO E OFICIAL A CARGO - OIT BRASIL II SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE INTEGRAÇÃO DOS TRABALHADORES UNIVERSITÁRIOS A Importância dos Trabalhadores Universitários no Sindicalismo Internacional

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES 2013

PLANO DE ATIVIDADES 2013 PLANO DE ATIVIDADES 2013 Legenda: Atividades previstas Atividades confirmadas Atividades realizadas MÊS EVENTO PÚBLICO-ALVO MODALIDADE Janeiro 7 a 31 XXII Curso de Formação Inicial Básica para Juízes do

Leia mais

Desenvolvimento, Trabalho Decente e Igualdade Racial

Desenvolvimento, Trabalho Decente e Igualdade Racial Desenvolvimento, Trabalho Decente e Igualdade Racial Lais Abramo Diretora do Escritório da OIT no Brasil Brasília, julho de 2012 Esquema da Apresentação 1. Trabalho decente e estratégia de desenvolvimento

Leia mais

Base territorial, Itajaí, Navegantes, CARTILHA DA GREVE

Base territorial, Itajaí, Navegantes, CARTILHA DA GREVE CARTILHA DA GREVE INTRODUÇÃO A greve é um direito inalienável dos trabalhadores, públicos ou privados. O seu exercício envolve uma série de condições e implicações, que devem ser consideradas pelo movimento

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30.10.2013 COM(2013) 750 final 2013/0364 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO que estabelece a posição a adotar pela União Europeia no âmbito do 9.ª Conferência Ministerial

Leia mais

Impactos da legislação trabalhista no desenvolvimento de empresas e pessoas

Impactos da legislação trabalhista no desenvolvimento de empresas e pessoas Impactos da legislação trabalhista no desenvolvimento de empresas e pessoas 24 de Junho de 2015 André Cremasco Atuando como Manager Legal & Compliance na Takata Brasil S.A. Formado em Direito pela Universidade

Leia mais

POLÍTICA DE DIREITOS HUMANOS

POLÍTICA DE DIREITOS HUMANOS POLÍTICA DE DIREITOS HUMANOS Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir uns para com os outros com espírito de fraternidade.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JARAGUÁ DO SUL SECRETARIA DA HABITAÇÃO E REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA CONSELHO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE JARAGUÁ DO SUL SECRETARIA DA HABITAÇÃO E REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA CONSELHO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE JARAGUÁ DO SUL SECRETARIA DA HABITAÇÃO E REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA CONSELHO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO LEIS DO CMH LEI Nº 4372/2006 Jaraguá do Sul, 08 de agosto de 2006. (Revogada pela

Leia mais

Reconhecendo a importância e a significativa contribuição da aviação civil para o desenvolvimento sócio econômico de seus países e

Reconhecendo a importância e a significativa contribuição da aviação civil para o desenvolvimento sócio econômico de seus países e Memorando de Entendimento sobre a Parceria em Aviação entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo

Leia mais

Natureza Jurídica. Características. Gerações.

Natureza Jurídica. Características. Gerações. Natureza Jurídica. Características. Gerações. Direitos humanos estão relacionados com a importância da própria pessoa humana. A pessoa humana, que é o bem mais valioso da humanidade, estará acima de qualquer

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO Parlamento Europeu 2014-2019 Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros 15.12.2016 2017/0000(INI) PROJETO DE RELATÓRIO que contém uma proposta de recomendação do Parlamento Europeu ao Conselho

Leia mais

18º CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE PROCURADOR do TRABALHO

18º CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE PROCURADOR do TRABALHO 18º CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE PROCURADOR do TRABALHO TITULARES: 1. Doutor Luís Antônio Camargo De Melo 2. Doutor Ronaldo Curado Fleury - Presidente 3. Doutor Ronaldo Lima dos Santos

Leia mais

Sistemas de Controle das empresas estatais

Sistemas de Controle das empresas estatais Sistemas de Controle das empresas estatais Alexandre Luis Bragança Penteado Gerente Setorial do Jurídico Corporativo de Órgãos Externos da Petróleo Brasileiro S.A. - PETROBRAS Sistemas de controle do Estado

Leia mais

NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL

NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL 1 Constituição. 1.1 Conceito, classificações, princípios fundamentais. 2 Direitos e garantias fundamentais. 2.1 Direitos e deveres individuais e coletivos, Direitos sociais,

Leia mais

PRONUNCIAMENTO SOBRE REGULAMENTAÇÃO DOS DIREITOS DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS

PRONUNCIAMENTO SOBRE REGULAMENTAÇÃO DOS DIREITOS DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS PRONUNCIAMENTO SOBRE REGULAMENTAÇÃO DOS DIREITOS DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Senadores, Amigos que nos assistem e nos ouvem pela Rádio Senado e pela TV Senado O Congresso

Leia mais

PPLE - Partido Popular de Liberdade de Expressão

PPLE - Partido Popular de Liberdade de Expressão COMISSÃO EXECUTIVA MUNICIPAL do PPLE Nome do Município/UF Vice- Geral Organização Jurídico Finanças Formação Comunicação Secretária da Mulher da Juventude A Comissão Executiva será eleita pelo Diretório,

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 2.750, DE 2011.

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 2.750, DE 2011. COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 2.750, DE 2011. Fixa piso salarial nacional dos médicos. Autor: Deputado ANDRE MOURA Relatora: Deputada FLÁVIA MORAIS I - RELATÓRIO

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DA I CONFERENCIA NACIONAL DE EMPREGO E TRABALHO DECENTE

RELATÓRIO FINAL DA I CONFERENCIA NACIONAL DE EMPREGO E TRABALHO DECENTE RELATÓRIO FINAL DA I CONFERENCIA NACIONAL DE EMPREGO E TRABALHO DECENTE Realizada de 08 a 11 de agosto de 2012 MÁRIO DOS SANTOS BARBOSA Assessor Especial para Assuntos Internacionais Coordenador da I CNETD

Leia mais

Política Comercial e de Direitos Humanos. 1 Introdução 2 Comprometimento 3 Entrega 4 Controle

Política Comercial e de Direitos Humanos. 1 Introdução 2 Comprometimento 3 Entrega 4 Controle Política Comercial e de Direitos Humanos 1 Introdução 2 Comprometimento 3 Entrega 4 Controle BP 2013 Política Comercial e de Direitos Humanos 1. Introdução Disponibilizamos energia para o mundo. Encontramos,

Leia mais

INSPETOR. defesa da sociedade. Importante aliado na DO CREA SP ANOS INSPETORES

INSPETOR. defesa da sociedade. Importante aliado na DO CREA SP ANOS INSPETORES INSPETOR DO CREA SP Importante aliado na defesa da sociedade ANOS C O M V O C Ê INSPETORES 1 Inspetor do Crea-SP: nosso importante aliado na defesa da sociedade Para garantir a segurança da sociedade e

Leia mais

Direito Constitucional TJ/RJ Prof. Carlos Andrade

Direito Constitucional TJ/RJ Prof. Carlos Andrade Direito Constitucional TJ/RJ Prof. Carlos Andrade 19. Segundo a Constituição Federal, os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional,

Leia mais

INFORMAÇÃO. liberdade sindical (cfr. Art. 55º nº 2 al. d) da Constituição da República Portuguesa), concretizado no artigo

INFORMAÇÃO. liberdade sindical (cfr. Art. 55º nº 2 al. d) da Constituição da República Portuguesa), concretizado no artigo INFORMAÇÃO O Direito de reunião dos trabalhadores é uma concretização da garantia constitucionalmente imposta da liberdade sindical (cfr. Art. 55º nº 2 al. d) da Constituição da República Portuguesa),

Leia mais

O ESTADO E A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

O ESTADO E A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA O ESTADO E A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA ESTADO Conjunto de regras, pessoas e organizações que se separam da sociedade para organizá-la. - Só passa a existir quando o comando da comunidade

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE ARAÇOIABA DA SERRA

PREFEITURA MUNICIPAL DE ARAÇOIABA DA SERRA DECRETO Nº. 1491, DE 10 DE JANEIRO DE 2013. Institui a Mesa Permanente de Negociação com os Servidores Municipais - MESA e dá outras providências.. MARA LÚCIA FERREIRA DE MELO, Prefeita Municipal da Cidade

Leia mais

CONVENÇÃO OIT 170 Segurança na Utilização de Produtos Químicos no Trabalho

CONVENÇÃO OIT 170 Segurança na Utilização de Produtos Químicos no Trabalho SEMINÁRIO DE MEIO AMBIENTE CONVENÇÃO OIT 170 Segurança na Utilização de Produtos Químicos no Trabalho GERALDO FONTOURA BAYER S.A. 11 de junho de 2002 ROTEIRO A Organização Internacional do Trabalho - OIT

Leia mais

Jornal Oficial nº L 225 de 12/08/1998 p

Jornal Oficial nº L 225 de 12/08/1998 p Directiva 98/59/CE do Conselho de 20 de Julho de 1998 relativa à aproximação das legislações dos Estados-membros respeitantes aos despedimentos colectivos Jornal Oficial nº L 225 de 12/08/1998 p. 0016-0021

Leia mais

PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário quais as prerrogativas do sindicato.

PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário quais as prerrogativas do sindicato. Ações do PIS/PASEP (Programa de Integração Social/ Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público e FGTS Detalhes no site www.fsindical.org.br - www.sindicatodosaposentados.org.br PPP Perfil Profissiográfico

Leia mais

Dispõe sobre a criação do Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br, sobre o modelo de governança da Internet no Brasil, e dá outras providências.

Dispõe sobre a criação do Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br, sobre o modelo de governança da Internet no Brasil, e dá outras providências. Decreto Nº 4.829, de 3 de setembro de 2003 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Dispõe sobre a criação do Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br, sobre o modelo de

Leia mais

CONVENÇÃO Nº 138 SOBRE A IDADE MÍNIMA DE ADMISSÃO AO EMPREGO

CONVENÇÃO Nº 138 SOBRE A IDADE MÍNIMA DE ADMISSÃO AO EMPREGO CONVENÇÃO Nº 138 SOBRE A IDADE MÍNIMA DE ADMISSÃO AO EMPREGO A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho: Convocada em Genebra pelo Conselho de Administração do Secretariado da Organização

Leia mais

CÓDIGO DO TRABALHO. CAPÍTULO I - Fontes do direito do trabalho CAPÍTULO II - Aplicação do direito do trabalho. CAPÍTULO I - Disposições gerais

CÓDIGO DO TRABALHO. CAPÍTULO I - Fontes do direito do trabalho CAPÍTULO II - Aplicação do direito do trabalho. CAPÍTULO I - Disposições gerais CÓDIGO DO TRABALHO Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro LIVRO I - Parte geral TÍTULO I - Fontes e aplicação do direito do trabalho CAPÍTULO I - Fontes do direito do trabalho CAPÍTULO II - Aplicação do direito

Leia mais

Política Empresarial e Direitos Humanos. 1 Introdução 2 Compromisso 3 Aplicação 4 Governação

Política Empresarial e Direitos Humanos. 1 Introdução 2 Compromisso 3 Aplicação 4 Governação Política Empresarial e Direitos Humanos 1 Introdução 2 Compromisso 3 Aplicação 4 Governação BP 2013 Política Empresarial e Direitos Humanos 1. Introdução Distribuímos energia por todo o mundo. Localizamos,

Leia mais

Direitos, integração e mobilidades: Desafios no mercado de trabalho

Direitos, integração e mobilidades: Desafios no mercado de trabalho Direitos, integração e mobilidades: Desafios no mercado de trabalho Stanley Gacek 1 Boa tarde a todos e todas. Antes de prosseguir com meus comentários, gostaria de cumprimentar os palestrantes ilustres

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA AsBEA Fundada em 1973, a AsBEA Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura é uma entidade independente, que congrega empresas de arquitetura

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: ETEC Paulino Botelho Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Habilitação Profissional Técnica

Leia mais

Em defesa do Brasil e da CLT

Em defesa do Brasil e da CLT Em defesa do Brasil e da CLT Audiência Pública, Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal Brasília, 22 de novembro de 2012 Foto trabalhadores saudando Getúlio CONSOLIDAÇÃO

Leia mais

Palestra do Stanley Gacek Seminário Agenda Social do Trabalho CEAT 29 de abril do 2013, Auditório da Arquidiocese do Rio de Janeiro.

Palestra do Stanley Gacek Seminário Agenda Social do Trabalho CEAT 29 de abril do 2013, Auditório da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Palestra do Stanley Gacek Seminário Agenda Social do Trabalho 2013- CEAT 29 de abril do 2013, Auditório da Arquidiocese do Rio de Janeiro Introdução 1- Bom dia a todos e todas, companheiros e companheiras.

Leia mais

Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul

Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul Marcelo De Nardi Porto Alegre, 04 de julho de 2011. CONTEXTUALIZAÇÃO Poder Judiciário no Contexto da Gestão Pública Nacional Processos

Leia mais

Fundação de Cultura, Esporte e Turismo de Fortaleza FUNCET GECOPA Gerência Executiva da Copa.

Fundação de Cultura, Esporte e Turismo de Fortaleza FUNCET GECOPA Gerência Executiva da Copa. Fundação de Cultura, Esporte e Turismo de Fortaleza FUNCET GECOPA Gerência Executiva da Copa O Processo Participativo na Construção do Legado da Copa do Mundo FIFA Brasil 2014 O Processo Participativo

Leia mais

DR. AUGUSTO POMBAL CENTRO POLIVALENTE DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO MAPTSS 26 DE JUNHO DE 2015

DR. AUGUSTO POMBAL CENTRO POLIVALENTE DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO MAPTSS 26 DE JUNHO DE 2015 O REGIME DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS NO ÂMBITO DA CONVENÇÃO E DA RECOMENDAÇÃO SOBRE O TRABALHO DECENTE PARA OS TRBALHADORAS E OS TRABALHADORES DOMÉSTICOS DR. AUGUSTO POMBAL CENTRO POLIVALENTE DE FORMAÇÃO

Leia mais

Programa de Proteção ao Emprego PPE

Programa de Proteção ao Emprego PPE Programa de Proteção ao Emprego PPE Ministério de Trabalho e Emprego MTE Grupo Técnico da Secretaria Executiva do Comitê do PPE Previsão Legal Medida Provisória n 680, de 6 de julho de 2015; Decreto n

Leia mais

Terra de Quilombo Boletim 04 julho 2008

Terra de Quilombo Boletim 04 julho 2008 Terra de Quilombo Boletim 04 julho 2008 A Convenção 169 da OIT No mês de abril, ocorreu a consulta aos quilombolas convocada pelo governo federal para discutir a mudança da instrução normativa do Incra

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2012 Ensino Técnico Etec Monsenhor Antonio Magliano Código: 088 Município: Garça / SP EIXO Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio

Leia mais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais A. ENQUADRAMENTO GERAL 1. O CRL foi criado, no seguimento de acordos de concertação social, para apoio técnico à negociação coletiva. É um organismo

Leia mais

DIREITOS HUMANOS. Prof. Ricardo Torques. fb.com/direitoshumanosparaconcursos. periscope.tv/rstorques.

DIREITOS HUMANOS. Prof. Ricardo Torques. fb.com/direitoshumanosparaconcursos. periscope.tv/rstorques. DIREITOS HUMANOS Prof. Ricardo Torques fb.com/direitoshumanosparaconcursos periscope.tv/rstorques rst.estrategia@gmail.com Teoria Geral dos Direitos Humanos Características, Eficácia e Classificação de

Leia mais

METODOLOGIA NA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CLASSIFICAÇÃO E TABELA DE TEMPORALIDADE DE DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS DO PODER JUDICIÁRIO PCTTDA

METODOLOGIA NA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CLASSIFICAÇÃO E TABELA DE TEMPORALIDADE DE DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS DO PODER JUDICIÁRIO PCTTDA O Plano de Classificação e Tabela de Temporalidade de Documentos Administrativos(PCTTDA) do Poder Judiciário é um instrumento que visa classificar a documentação administrativa produzida e recebida pelos

Leia mais

O que é terceirização?

O que é terceirização? TERCEIRIZAÇÃO A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (8) o projeto de lei 4330/2004, que regulamenta contratos de terceirização no mercado de trabalho. Agora, o projeto será encaminhado diretamente

Leia mais

O GT de Conflitos Fundiários Urbanos do Conselho das Cidades apresenta para uma primeira discussão pública a seguinte proposta:

O GT de Conflitos Fundiários Urbanos do Conselho das Cidades apresenta para uma primeira discussão pública a seguinte proposta: DOCUMENTO DE REFERÊNCIA DA POLÍTICA NACIONAL DE PREVENÇÃO E MEDIAÇÃO DE CONFLITOS FUNDIÁRIOS URBANOS Esta proposta preliminar é resultado de um esforço coletivo do Grupo de Trabalho de Conflitos Fundiários

Leia mais

Seminário Nacional do Contencioso Administrativo Fiscal TRANSPARÊNCIA: Dicotomia entre o dever de resguardar o sigilo fiscal e a necessidade de

Seminário Nacional do Contencioso Administrativo Fiscal TRANSPARÊNCIA: Dicotomia entre o dever de resguardar o sigilo fiscal e a necessidade de Seminário Nacional do Contencioso Administrativo Fiscal TRANSPARÊNCIA: Dicotomia entre o dever de resguardar o sigilo fiscal e a necessidade de transparência. Conselho de Fazenda Estadual Estado da Bahia

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Declaração Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável das áreas onde atuamos e das

Leia mais

O SISTEMA FEDERATIVO E A INTERVENÇÃO FEDERAL

O SISTEMA FEDERATIVO E A INTERVENÇÃO FEDERAL O SISTEMA FEDERATIVO E A INTERVENÇÃO FEDERAL GUSTAVO GUSMÃO O SISTEMA FEDERATIVO E A INTERVENÇÃO FEDERAL INTRODUÇÃO: O Brasil é uma República Federativa, isto é, uma Federação composta de Estados- membros

Leia mais

Atividades não legislativas

Atividades não legislativas Conselho da União Europeia Bruxelas, 16 de junho de 2016 (OR. en) 10063/16 S A 52 LISTA DE PONTOS "A" Assunto: 3475.ª reunião do CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA (Assuntos Económicos e Financeiros) Data: 17

Leia mais

REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO Nº (Do Deputado Ivan Valente)

REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO Nº (Do Deputado Ivan Valente) REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO Nº 2013 (Do Deputado Ivan Valente) Solicita aos Exmo Sr. Ministros da Saúde e a Exma. Sra. Ministra-chefe da Casa Civil informações sobre a regulamentação da lei 12.546/2011

Leia mais

BASES CONCEITUAIS - SISTEMA DE NEGOCIAÇÃO PERMANENTE da Administração Pública Federal - SINP/FEDERAL

BASES CONCEITUAIS - SISTEMA DE NEGOCIAÇÃO PERMANENTE da Administração Pública Federal - SINP/FEDERAL BASES CONCEITUAIS - SISTEMA DE NEGOCIAÇÃO PERMANENTE da Administração Pública Federal - SINP/FEDERAL 1- As bases conceituais do Sistema de Negociação Permanente da Administração Pública Federal - SINP/FEDERAL

Leia mais

RESOLUÇÃO CNSP N 25, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2000.

RESOLUÇÃO CNSP N 25, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2000. RESOLUÇÃO CNSP N 25, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2000. Dispõe sobre escritório de representação, no País, de ressegurador admitido, e dá outras providências. A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, no

Leia mais

Capacitação de Lideranças Empresariais Sindicais. Módulo VI. Legislação Sindical

Capacitação de Lideranças Empresariais Sindicais. Módulo VI. Legislação Sindical 2009 Capacitação de Lideranças Empresariais Sindicais Módulo VI Legislação Sindical Iconografia: Conceitos e pontos de vista Organograma e Fluxograma Exemplos e exposições Comparação Atores e responsáveis

Leia mais

Sindicato e Organização das OCEMG

Sindicato e Organização das OCEMG Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de MG - OCEMG Funções do sindicato patronal: Assistencial: no âmbito dos sindicatos patronais, essencialmente, e a assessoria na área jurídica e econômica.

Leia mais

SEMINÁRIO SOBRE AS MODALIDADES DE GESTÃO NO SUS GESTÃO E LEGISLAÇÃO II ENANESP 07/06/16. Carlos Neder

SEMINÁRIO SOBRE AS MODALIDADES DE GESTÃO NO SUS GESTÃO E LEGISLAÇÃO II ENANESP 07/06/16. Carlos Neder SEMINÁRIO SOBRE AS MODALIDADES DE GESTÃO NO SUS II ENANESP GESTÃO E LEGISLAÇÃO 07/06/16 Carlos Neder I SUS enquanto política de Estado - Reforma do Estado e relação público privado - Estudos do Ministério

Leia mais

RECOMENDAÇÃO nº 03/2014

RECOMENDAÇÃO nº 03/2014 Autos nº 1.14.009.000349/2014-24 Espécie: Procedimento Preparatório PP Assunto: Recomenda ao Município de Guanambi a instalação de instrumentos que permitam o controle social do horário de atendimento

Leia mais

MÁRIO ELESBÃO LIMA DA SILVA

MÁRIO ELESBÃO LIMA DA SILVA MÁRIO ELESBÃO LIMA DA SILVA 2016 Silva-Regimento Interno da Camara dos Deputados Comentado-1ed.indd 3 08/08/2016 08:12:26 Resolução nº 17, de 1989 REGIMENTO INTERNO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS TÍTULO I DISPOSIÇÕES

Leia mais

CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A AÇÃO CIVIL PÚBLICA... 23

CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A AÇÃO CIVIL PÚBLICA... 23 SUMÁRIO Capítulo I CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A AÇÃO CIVIL PÚBLICA... 23 1. Previsão normativa... 23 1.1. A tradição individualista na tutela dos direitos... 23 1.2. Surgimento e consolidação da tutela

Leia mais

NIVELAMENTO PARA PÓS GRADUAÇÃO. - Direito Individual do Trabalho - (aula 08/11)

NIVELAMENTO PARA PÓS GRADUAÇÃO. - Direito Individual do Trabalho - (aula 08/11) NIVELAMENTO PARA PÓS GRADUAÇÃO - Direito Individual do Trabalho - (aula 08/11) CUSTÓDIO NOGUEIRA Advogado militante especializado em Direito Civil e Processo Civil; Sócio da Tardem e Nogueira Assessoria

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DE FRANCA PLANO DE ENSINO

FACULDADE DE DIREITO DE FRANCA PLANO DE ENSINO FACULDADE DE DIREITO DE FRANCA PLANO DE ENSINO - 2015 1. INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 PROFESSOR: Iara Marthos Águila 1.2 DEPARTAMENTO: Direito Privado 1.3 DISCIPLINA: Direito do Trabalho 1.4 SÉRIE: 5º. Ano TURMAS:

Leia mais

Processo do Trabalho I

Processo do Trabalho I Processo do Trabalho I»Aula 5 Jurisdição e Competência Parte 1 Introdução Jurisdição Competência Em razão da Matéria Competência Funcional Jurisdição e competência da Justiça a do Trabalho I Introdução

Leia mais

Prioridades e Recomendações ( ) Relações do Trabalho

Prioridades e Recomendações ( ) Relações do Trabalho Prioridades e Recomendações (2011-2014) Relações do Trabalho Documento de Trabalho SESSÃO TEMÁTICA Relações do Trabalho Indicador de importância das prioridades (Resultado da pesquisa de opinião realizada

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA BASE DE PESQUISA ESTUDOS DO HABITAT - GRUPO DE ESTUDOS EM HABITAÇÃO ARQUITETURA E URBANISMO GEHAU

DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA BASE DE PESQUISA ESTUDOS DO HABITAT - GRUPO DE ESTUDOS EM HABITAÇÃO ARQUITETURA E URBANISMO GEHAU UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA BASE DE PESQUISA ESTUDOS DO HABITAT - GRUPO DE ESTUDOS EM HABITAÇÃO ARQUITETURA E URBANISMO GEHAU OBSERVATÓRIO

Leia mais

Comissão Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Desertificação

Comissão Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Desertificação Comissão Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Desertificação Maria José Roxo O papel do Comité de Ciência e Tecnologia Estabelecido pelo artigo 24 da Convenção Mandato e termos de referência adoptados

Leia mais

exercitado redação Estudado REVISÕES Ponta da língua DISCIPLINA ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO:

exercitado redação Estudado REVISÕES Ponta da língua  DISCIPLINA ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO: www.estrategiasdeaprovacao.com.br Bibliografia DISCIPLINA 1 2 3 4 5 ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO: Estudado REVISÕES exercitado redação Ponta da língua bizu 1 Código de Ética Profissional do Servidor Público

Leia mais

FISIOTERAPIA DO TRABALHO

FISIOTERAPIA DO TRABALHO FISIOTERAPIA DO TRABALHO - UFJF PNE e Fisioterapia do Trabalho Promover a inclusão das pessoas portadoras de deficiência requer um processo global em que todas as nações estejam envolvidas. A globalização

Leia mais

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 Política de Controles Internos Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 OBJETIVO Garantir a aplicação dos princípios e boas práticas da Governança Corporativa, e que

Leia mais

DESTAQUE PARA OS EXEMPLOS PRÁTICOS ENVOLVENDO AS EMPRESAS E O GOVERNO

DESTAQUE PARA OS EXEMPLOS PRÁTICOS ENVOLVENDO AS EMPRESAS E O GOVERNO DESTAQUE PARA OS EXEMPLOS PRÁTICOS ENVOLVENDO AS EMPRESAS E O GOVERNO ACESSO À INFORMAÇÃO PÚBLICA NO BRASIL A Lei 12.527, sancionada em 18 de novembro de 2011, pela Presidenta da República, Dilma Rousseff,

Leia mais

Empresa de consultoria, especializada em pessoas, com foco em soluções empresariais de alta complexidade e impacto, com a missão de promover a paz

Empresa de consultoria, especializada em pessoas, com foco em soluções empresariais de alta complexidade e impacto, com a missão de promover a paz Empresa de consultoria, especializada em pessoas, com foco em soluções empresariais de alta complexidade e impacto, com a missão de promover a paz nas relações no trabalho. PROJETO DESENVOLVIMENTO DAS

Leia mais

Sumário CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988... 21 PREÂMBULO... 21. TÍTULO III Da Organização do Estado... 39

Sumário CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988... 21 PREÂMBULO... 21. TÍTULO III Da Organização do Estado... 39 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988... 21 PREÂMBULO... 21 TÍTULO I Dos Princípios Fundamentais... 21 TÍTULO II Dos Direitos e Garantias

Leia mais

Controladoria-Geral da União: Zelando pela boa aplicação dos recursos públicos. VALDIR AGAPITO TEIXEIRA Secretário Federal de Controle Interno

Controladoria-Geral da União: Zelando pela boa aplicação dos recursos públicos. VALDIR AGAPITO TEIXEIRA Secretário Federal de Controle Interno Controladoria-Geral da União: Zelando pela boa aplicação dos recursos públicos VALDIR AGAPITO TEIXEIRA Secretário Federal de Controle Interno Maio de 2013 O desafio do Controle é do tamanho do Brasil!

Leia mais

PARTICIPAÇÃO DO SINAL EM ATIVIDADES POLÍTICAS CIDADANIA. Relatores da proposta: Paulo Eduardo de Freitas Laerte Silveira Porto

PARTICIPAÇÃO DO SINAL EM ATIVIDADES POLÍTICAS CIDADANIA. Relatores da proposta: Paulo Eduardo de Freitas Laerte Silveira Porto PARTICIPAÇÃO DO SINAL EM ATIVIDADES POLÍTICAS CIDADANIA Relatores da proposta: Paulo Eduardo de Freitas Laerte Silveira Porto EDUCAÇÃO FINANCEIRA PROPOSTA AUTOR: Laerte Silveira Porto Participação efetiva

Leia mais

Economia e Finanças Públicas Aula T17. Bibliografia. Conceitos a reter. Cap. 5 - Orçamento do Estado (OE) Livro EFP, Cap. 12. Orçamento do Estado

Economia e Finanças Públicas Aula T17. Bibliografia. Conceitos a reter. Cap. 5 - Orçamento do Estado (OE) Livro EFP, Cap. 12. Orçamento do Estado Economia e Finanças Públicas Aula T17 Cap. 5 - Orçamento do Estado (OE) 5.1 Noção de orçamento e ciclo orçamental 5.1.1 Noção, âmbito e importância do OE 5.1.2 O conteúdo da Proposta de Lei do OE 5.1.3

Leia mais

DECRETO Nº , DE 05 DE OUTUBRO DE Convenção n.º 127 da OIT

DECRETO Nº , DE 05 DE OUTUBRO DE Convenção n.º 127 da OIT DECRETO Nº 67.339, DE 05 DE OUTUBRO DE 1970 O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, HAVENDO sido aprovada, pelo Decreto-lei nº 662, de 30 de junho de 1969, a Convenção nº 127, da Organização Internacional do Trabalho,

Leia mais

Hugo Goes Direito Previdenciário Módulo 02 Aula Direito Previdenciário para o Concurso do INSS

Hugo Goes Direito Previdenciário Módulo 02 Aula Direito Previdenciário para o Concurso do INSS Hugo Goes Direito Previdenciário Módulo 02 Aula 001-005 Direito Previdenciário para o Concurso do INSS Fontes Hierarquia (ordem de graduação) Autonomia (entre os diversos ramos) Aplicação (conflitos entre

Leia mais

11. Ciclo de Gestão do Governo Federal

11. Ciclo de Gestão do Governo Federal Marco Legal: Constituição de 1988 11. Ciclo de Gestão do Governo Federal Instrumentos: Planejamento Orçamento Finanças Controle LDO PPA LOA Elementos Normativos: Plano Plurianual - PPA, Lei de Diretrizes

Leia mais

Nove áreas temáticas do programa

Nove áreas temáticas do programa Nove áreas temáticas do programa Com base no Plano de Ação FLEGT da União Europeia, a gerência do programa estabeleceu nove áreas temáticas apoiadas pelo programa. Sob cada tema, há uma lista indicativa

Leia mais