Política lingüística, mitos e concepções lingüísticas em áreas bilíngües de imigrantes (alemães) no Sul do Brasil

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Política lingüística, mitos e concepções lingüísticas em áreas bilíngües de imigrantes (alemães) no Sul do Brasil"

Transcrição

1 RILI3-01 3/5/04 23:17 Página 83 Cléo Vilson Altenhofen* Política lingüística, mitos e concepções lingüísticas em áreas bilíngües de imigrantes (alemães) no Sul do Brasil 1. Quadro histórico: tratamento das línguas de imigrantes pelo Estado Ao lado das questões lingüísticas ligadas ao ensino de português, aos direitos das populações indígenas no Brasil e às relações entre os países membros do Mercosul, as questões ligadas às línguas de imigrantes talvez sejam as que mais se encontram em aberto, no contexto brasileiro, tanto em termos da necessidade de uma educação mais adequada às situações de bilingüismo, quanto em relação à própria defesa dos direitos lingüísticos e à carência de pesquisas que dêem conta da complexidade das relações sociais e lingüísticas presentes nessas áreas. Historicamente, pode-se dizer, a política lingüística para essas populações de imigrantes alternou entre momentos de indiferença e de imposição severa de medidas prescritivas e proscritivas. Essa ambivalência pode ser exemplificada em depoimentos como o seguinte, de um falante de alemão de Brusque, Santa Catarina: O clima era de terror. Ninguém tinha coragem de falar em público com medo de ir para a cadeia. Nessa tal de nacionalização queriam que todos falassem português da noite para o dia. Prenderam até velhos que nada queriam com a política só porque falavam alemão em público. Mas antigamente o governo não proibiu falar alemão, não providenciou escolas ou coisas semelhantes, que ensinasse as pessoas o português. Agora, depois de todos esses anos de indiferença, queriam que a gente falasse português sem sotaque. (citado por Seyferth 1982: 188) De fato, a visão histórica das políticas lingüísticas para as línguas minoritárias no Brasil mostra um predomínio de decisões coibitivas. No século XVIII, o Marquês de Pom- * Cléo V. Altenhofen é docente da área de germanística e romanística na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil. Seu Doutorado, realizado na Univ. de Mainz, resultou em um amplo estudo do contato Hunsrückisch-português, publicado com o título Hunsrückisch in Rio Grande do Sul: Ein Beitrag zur Beschreibung einer deutschbrasilianischen Dialektvarietät im Kontakt mit dem Portugiesischen. Stuttgart: Steiner, Desde 2000, atua como coordenador geral do projeto Atlas Lingüístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil (ALERS) e um de seus autores, responsáveis pela publicação, em 2002, dos volumes 1 (Introdução) e 2 (Cartas Fonéticas e Morfossintáticas) do ALERS. Atualmente, colabora também como membro da equipe do ALiB (Atlas lingüístico do Brasil). Principais áreas de pesquisa são: bilingüismo e línguas em contato, línguas minoritárias no Brasil, contato lingüístico alemão-português, geolingüística, variação lingüística, dialetologia e sociolingüística. RILI II (2004), 1 (3), 83-93

2 RILI3-01 3/5/04 23:17 Página Cléo Vilson Altenhofen bal, na sua ação contra a língua geral, de base tupi, proibia, através do Diretório dos Índios (1758), qualquer manifestação lingüística que não fosse em português. De outro lado, a perda das línguas africanas, não obstante a contribuição inexorável dos africanos à constituição da população e da cultura brasileiras, constitui outra evidência da força monolingualizadora do português como língua nacional. 1 No que diz respeito aos imigrantes, que a partir do séc. XIX começaram a vir ao extremo sul alemães, a partir de 1824; italianos, 1875; poloneses, 1891 identificam-se já por volta de 1830, entre os políticos do Império, preocupações com a assimilação ou adoção, pelos imigrantes alemães [primeiro grupo imigrado], do português como língua oficial (Willems 1980: 46). Os governos da República (depois de 1889) adotaram medidas mais concretas, como por exemplo o abrasileiramento, segundo Delhaes-Guenther (1980: 163), de topônimos da língua dos imigrantes para o português (p.ex. Nova Pádua torna-se Flores da Cunha), ou, como ressalta Roche (1969: 131), o assentamento de colônias mistas, esperando que a convivência de línguas diferentes e de difícil intercompreensão levasse forçosamente ao uso do português como língua comum. O clima tenso criado pelas duas guerras mundiais serviu para acirrar as medidas de assimilação forçada dos imigrantes ao monolingüismo em português, especialmente diante da alegação do chamado perigo alemão, de que se criasse um estado alemão no sul do Brasil (Roche 1969: 113, v. também Seyferth 1982, Luna 2000). O auge dessa política repressiva é atingido com a política de nacionalização do ensino implementada a partir de 1938 pelo governo do Estado Novo, de Getúlio Vargas, que levou ao fechamento de escolas e à proibição do uso das línguas dos imigrantes, principalmente alemão e italiano. Muito se tem escrito sobre essa fase e as eventuais conseqüências da política de nacionalização para a evolução das áreas colonizadas por imigrantes. O certo é que, em áreas urbanas com forte presença do português, seu efeito levou a perdas irrecuperáveis das línguas de imigrantes e de seu ensino nas escolas criadas. Nas áreas rurais onde predominava a etnia alemã, a política de nacionalização, como expus Altenhofen (1996: 71): 1º. impediu o acesso ao ensino de alemão-padrão e o desenvolvimento de uma cultura letrada, em curso, nessa língua; 2º. exigiu o ensino exclusivo do português, sem dar as condições necessárias para tal; 3º. obrigou a população alóctone a optar entre o silêncio e a variedade dialetal local que restou como língua de comunicação entre os membros do grupo. Na minha interpretação, esse refúgio no dialeto local dos imigrantes contribuiu antes para manter por mais um bom período de tempo a língua de imigrantes, produzindo portanto um efeito contrário ao desejado pelas leis de nacionalização. A substituição da língua de imigrantes pelo português dá-se lentamente, por meio não de leis mas dos mecanismos sociais que ganham impulso com o desenvolvimento dos meios de comunicação de massa, o processo acentuado de urbanização e, conseqüentemente, a penetração maior do português através de elementos exógenos. Esse processo segue até hoje, em ritmo cada vez mais acelerado. 1 Segundo Vandresen (1996: 318) Há referências a uma política lingüística de desestímulo ao uso das línguas africanas, cuidando os feitores para que escravos falantes da mesma língua não ficassem juntos.

3 RILI3-01 3/5/04 23:17 Página 85 Política lingüística, mitos e concepções lingüísticas 85 Paralelamente, pode-se dizer, o tema da diversidade cultural do Brasil começa a ganhar espaço no discurso oficial. O trabalho no âmbito da política lingüística em defesa da educação bilíngüe e dos direitos lingüísticos das comunidades indígenas foi fundamental para os avanços conquistados. Resta, no entanto, alargar essa perspectiva para o terreno das línguas de imigrantes, que sequer são mencionadas na legislação vigente, não obstante a sua representatividade em amplas áreas do sul do Brasil, como atesta o mapa da sua distribuição apresentado pelo ALERS (Atlas Lingüístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil v. Altenhofen 2002a, mapa 2.2). Uma política lingüística específica para as línguas minoritárias de imigrantes, até agora oculta em meio à questão das línguas estrangeiras como línguas de inserção internacional, ainda está por construir. Existe, para tanto, um ponto de partida que precisa ser considerado, representado pela nova LDB (Lei 9.394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional). Merecem destaque três artigos da Lei: Título V, Seção I, cap. II, Art Na parte diversificada do currículo será incluído, obrigatoriamente, a partir da quinta série, o ensino de pelo menos uma língua estrangeira moderna, cuja escolha ficará a cargo da comunidade escolar, dentro das possibilidades da instituição. Título V, Seção III, cap. II, Art O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem. Idem Constituição Federal (1988) Art. 210, 2. Título V, Seção IV (Do Ensino Médio), cap. II, Art. 36 caput III III será incluída uma língua estrangeira moderna, como disciplina obrigatória, escolhida pela comunidade escolar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro das disponibilidades da instituição. Imerso nessa conjuntura, falta às línguas de imigrantes e às situações de bilingüismo, presentes em amplas áreas do Brasil, voz e visibilidade para serem incluídas nos diálogos sobre política lingüística e ensino de línguas. Tem-se, às vezes, a impressão de um corpo estranho e exótico. Tratar desse tema é visto quase como um tabu. O presente artigo pretende contribuir para uma melhor compreensão das prováveis razões desse fato. 2. Por uma política lingüística para o bilingüismo no Brasil Como define Calvet (2002: 145), política lingüística envolve um conjunto de escolhas conscientes referentes às relações entre língua(s) e vida social, sendo o planejamento lingüístico a implementação prática de uma política lingüística, em suma, a passagem ao ato. Ainda segundo Calvet, não importa que grupo pode elaborar uma política lingüística pode ser uma família, pode ser uma entidade menor, mas seria sobretudo o Estado o que teria esse poder e os meios de passar ao estágio do planejamento, de pôr em prática as escolhas lingüísticas. (Calvet 2002: 145) Não obstante a relevância do Estado na definição de políticas lingüísticas, quero apresentar a seguir exemplos que denotam a necessidade de considerar, adicionalmen-

4 RILI3-01 3/5/04 23:17 Página Cléo Vilson Altenhofen te, no caso das situações de contatos lingüísticos entre o português e as línguas de imigrantes, as decisões e escolhas das instâncias menores que o Estado, tais como a escola, a família, a igreja ou a administração local. Estas constituem propriamente as instâncias de aplicação das escolhas governamentais e funcionam, por isso, como uma espécie de tentáculo e distribuidor de tendências mais gerais. Por exemplo, no âmbito da família, quando os pais (bilíngües) decidem ensinar ou não aos seus filhos a língua minoritária não-oficial, assumem uma determinada decisão política. Quando a escola proíbe o uso da língua minoritária em sala de aula, quando ignora o papel da língua do aluno no processo de alfabetização e de socialização, assume uma política nitidamente excludente. Por outro lado, quando parte de um sermão é realizada na língua de imigrantes, ou quando a administração local resolve denominar a festa popular da localidade na língua de imigrantes (p.ex. Kaffeeschneisfest, Septemberfest), adota-se de certa forma uma visão política e mercadológica para a língua local. Em suma, a pergunta que cabe formular é o que motiva essas decisões? O ponto de vista que defendo, aqui, é o de que boa parte do êxito da aplicação de medidas de política lingüística que promovam os direitos lingüísticos das minorias bilíngües depende da compreensão do que efetivamente possa motivar as micro-decisões de cunho político empreendidas pelos membros das comunidades, e que compreendem valores, ideologias, mitos, ressentimentos, concepções e preconceitos lingüísticos presentes na interação diária entre os grupos sociais e os falantes das diversas línguas e variedades em contato. Por exemplo, o currículo da escola, o tipo de material didático utilizado e as práticas didáticas do professor refletem de certo modo a visão desses aspectos. Concordo, enfim, com Vieira/Moura (2000: 124) de que a identificação dos diversos tipos de preconceito lingüístico constitui o primeiro importante passo para tratar do problema: 2 Dentre as características do preconceito lingüístico normalmente citadas pelos estudos, encontram-se. 1º. o fato de passar despercebido (Vieira/Moura 2000: 117); 2º. de o próprio falante não percebê-lo 3º. de ser de difícil remoção, o que justificaria que o professor pelo menos tivesse consciência de suas atitudes, para melhor poder lidar com elas. Há, portanto, um certo antagonismo interno presente no preconceito lingüístico e que pode ser ilustrado pelo seguinte depoimento de um professor de português, em uma comunidade bilíngüe italiano-português, coletado por Paviani (1997): Eu co[r]ijo quando eles falam e[r]ado. Eles [d]izem coraçõ, e é sempre esse bendito coraçõ. Aí eu co[r]ijo e [d]igo: É coraçõ. Como captar essas concepções lingüísticas, em um meio tão complexo como o de uma comunidade multilíngüe? A seguir, pretendo fazer uma síntese das concepções mais relevantes apontadas pelas pesquisas sobre o contato entre o português e as línguas de imigrantes faladas no país. Pelas limitações de espaço, não será possível aprofundar 2 Parece-me, aliás, que o grande êxito do estudo de Bagno (1999) deve-se justamente à limpidez com que visualiza os principais mitos em torno do português brasileiro, na escola.

5 RILI3-01 3/5/04 23:17 Página 87 Política lingüística, mitos e concepções lingüísticas 87 essas questões. Por enquanto, temos que nos contentar em pelo menos identificá-las, através dos diversos discursos nos quais elas se manifestam. 3. Mitos e concepções lingüísticas, ou: O que há por trás da visão da língua de imigrantes em contato com o português, no Brasil? O leque de concepções lingüísticas sobre o fenômeno da língua, sobre sua correção gramatical, sobre línguas de imigrantes e seus usuários, sobre a língua legítima e sua aprendizagem como capital social (Bourdieu 1998), enfim sobre o bilingüismo, segue orientações diversas, conforme os critérios que se adote. Não há, nem poderia haver, na análise a seguir, nenhuma pretenção de esgotar a lista de concepções vigentes nos contextos plurilíngües em estudo, mas antes promover a reflexão sobre os aspectos mais importantes para uma política lingüística aplicada ao bilingüismo no Brasil. a) A visão do Brasil como um país monolíngüe e com uma homogeneidade lingüística incrível Sem dúvida, a imagem do Brasil como um enorme país monolingüe, dominado pelo português em toda a sua extensão, de proporções continentais, e o que é mais incrível! de uma forma tão homogênea, 3 tem contribuído em maior ou menor grau, para ofuscar a presença de populações e áreas bilíngües oriundas da imigração. A idéia de um Brasil com uma única língua parece tão forte, que mesmo o falante bilíngüe, membro de uma comunidade bilíngüe, onde convivem lado a lado com o português uma ou mais línguas de adstrato, é capaz de rotular nosso país de monolíngüe, não enxergando diante do seu nariz a prova cabal de seu equívoco. Segundo Oliveira (2000: 84), o Brasil figura entre os países mais plurilíngües, sendo aí faladas, hoje, por volta de 200 línguas, entre as quais cerca de 170 indígenas e outras 30, línguas alóctones, de imigrantes. b) O mito nacionalista: fale português, você está no Brasil A velha tese romântica de um país com uma única língua, que tantos estragos fez em nome da pureza lingüística e da construção dos estados nacionais, na verdade ainda permanece como uma ideologia forte nas relações sociais dessas comunidades (Oliveira: 2000). É o que atesta o seguinte depoimento de um falante de Hunsrückisch da comunidade bilíngüe alemão-português de Harmonia, Rio Grande do Sul: Inf: Ja, ich sin froh, dass ich die zweu kann, well dann kann mich niemand onscheisse. (lacht) Unn keene vespotte. Do sin vil Bresilioner on de Fabrick hie, né. Do sin re ganz vil, wo 3 À visão de país monolíngüe acrescente-se o que Bagno (1999: 15) identifica como mito nº 1: a língua portuguesa falada no Brasil apresenta uma unidade surpreendente. Ou seja, além de ser visto como essencialmente monolíngüe, o país aparece, na mitologia do preconceito lingüístico, como monodialetal, isto é, sem variação diatópica significativa.

6 RILI3-01 3/5/04 23:17 Página Cléo Vilson Altenhofen wenig Bresilionisch kenne spreche. Hie in Harmonie noch, né. Kenne sich schlecht defendere noch, mechtig schlecht, né. Dann tun die sich beisammer unn spreche Deitsch. Vestehst mich. Dann kommt en Bresilioner, dann tut de Bresilioner, de fengt on, resmungejat mit de Deitsche. Sie sollte Bresilionisch spreche, sie were doch in Brasilie. Tudo bem! das stimmt. Das is wohr, né. Do honn ich deletzt eem mo geantwott... O senhor não leva nada por mal. Eu sou da origem do alemão, né. Mas o senhor é brasileiro, né. Mas se o senhor é um brasileiro legítimo? Eu não sou legítimo brasileiro. Sou meio alemão i meio brasileiro. Mas o senhor não pode falar mal de mim. Eu entendo o senhor, mas o senhor não me entende, né. (Altenhofen: Anotações de campo: Família 17) Tradução: Bom, estou feliz por saber as duas [línguas], porque assim ninguém pode me enganar. (sorri) E também não debochar. Tem vários brasileiros aí na fábrica [cooperativa], né. Tem bastante gente que sabe pouco português. Aqui na Harmonia ainda, né. Podem se defender muito mal, mito mal mesmo, né. Aí eles se reúnem e falam alemão. Me entende. Aí vem um brasileiro, aí esse brasileiro começa a resmungar com os alemães. Que eles deveriam falar português, afinal eles estavam no Brasil. Tudo bem! isso confere. Isso é verdade, né. Outro dia, eu respondi para um... O senhor não leva nada por mal. Eu sou da origem do alemão, né. Mas o senhor é brasileiro, né. Mas se o senhor é um brasileiro legítimo? Eu não sou legítimo brasileiro. Sou meio alemão e meio brasileiro. Mas o senhor não pode falar mal de mim. Eu entendo o senhor, mas o senhor não me entende, né. Em que medida o contexto atual representado pela globalização pode estar desmontando essas relações, ainda permanece uma incógnita. O fato é que se trata de uma questão muito presente na época das guerras mundiais, quando falar português era cobrado como condição para ser brasileiro. Por este viés, o ensino de português por muito tempo assumiu uma espécie de papel cívico de abrasileiramento dos diversos falantes de línguas de imigrantes, fato que pode ser observado nos manuais de ensino da época. Em contrapartida, muitos descendentes de imigrantes tentavam conciliar nacionalidade e uso de sua língua materna, definindo-se como brasileiros de cultura alemã (Seyferth 1982: 73) e argumentando com o exemplo de países como a Suíça, onde a língua não seria condição para a nacionalidade. c) Má-vontade contra valorização da língua materna, ou: eles teimam em manter a língua, não querem se assimilar, não querem aprender português Dito em termos modernos, pode-se interpretar o desejo de falar a língua materna minoritária como um direito lingüístico (v.universal Declaration of Linguistic Rights 1996) ou um direito de expressão (v. Organização das Nações Unidas, Declaração Universal dos Direitos Humanos). Sob a ótica dos aspectos colocados acima, porém, registram-se depoimentos como os seguintes que mostram um tipo de visão extremamente ideologizada, pela qual se acusa o falante da língua minoritária de ser fechado, acharse superior, não querer misturar-se e não aprender português : Na Itoupava Rega (Vila Itoupava) eles cultivam o alemão como se fosse um gueto, com um saudosismo! Parecem [sic] que querem reviver o passado. Mas também nunca saíram de lá, nunca viram outra coisa, têm os olhos um pouco fechados. Eles ainda dizem: Wir Deutschen, wir müssen uns zusammen halten. (...) A vergonha que os alemães tiveram que passar por causa da língua tem resquícios ainda hoje. Os alemães têm culpa porque nunca quiseram

7 RILI3-01 3/5/04 23:17 Página 89 Política lingüística, mitos e concepções lingüísticas 89 se misturar com o povo daqui. Mas o alemão sempre teve um orgulho pela sua capacidade intelectual, pelo seu trabalho. Quando alguém assim se compara com outros povos, ele se sente superior. Por isso era uma sociedade fechada. (Depoimento de um pastor da igreja evangélica luterana de Blumenau, coletado por Mailer 2003: 99) Tal posição desconsidera as condições de isolamento a que foram submetidos os imigrantes, assentados inicialmente nas áreas de floresta ainda não ocupadas pelo elemento luso (Altenhofen 2002a: 130). Desconsidera, além disso, o processo de colonização implementado pelo próprio Estado que não favoreceu a aprendizagem da língua oficial, ou seja, o domínio do capital lingüístico exigido. Inf.: Ja! Do woore kee Bresilioner. In sich wohnt goo keene datt. Unn dann is sowas schon ganz schwer. Unn raus si ma ooch net komm. Heit honn die Kinner dat jo vil leichter. Jeses! Wo woore die schon gewent! Ja, wo mea goo kee Ohnung honn, wo mea hinkomme. Ja, die lenne immer. Here se Bresilionisch, ja das lennt sich immer meh debei. Unn heit die Schul micht ach vil aus. (Altenhofen: Anotações de campo: Família 27) Tradução: Sim! Lá [onde se criou] não havia brasileiros. Na verdade, não mora nenhum lá. E aí uma coisa assim já fica difícil. Além disso, pra fora [da colônia] também não se conseguia ir. Hoje, a situação para as crianças é consideravelmente mais fácil. Jesus que sim! Onde elas já estiveram! Sim, onde nós não fazemos nem idéia que podemos chegar. Sim, eles aprendem sempre. Eles ouvem português, bom isso se aprende cada vez mais. E hoje a escola também tem um peso nisso. d) A proibição da língua minoritária como prática política e didática A proibição do uso da língua de imigrantes na escola representa uma conduta bastante comum até nossos dias, em muitas dessas comunidades bilíngües. Ela surge não apenas como desdobramento dos mitos e ideologias motivados pelas políticas repressivas, mas também como parte de concepções pedagógicas que, mesmo contra toda a evolução dos estudos de aquisição e ensino de línguas, conseguem ver nesse procedimento um recurso válido. Registra-se, por exemplo ainda em 1989, o caso de um prefeito de Santa Maria do Herval, Rio Grande do Sul, baixando um decreto municipal que proibia o uso de alemão nas salas de aula do município (cf. Trezzi 1989). Medidas desse tipo servem, na verdade, apenas para denunciar a incapacidade de resolver educadamente as questões lingüísticas da localidade. Conforme acentua um aluno de outra comunidade, quando o professor proíbe o uso do alemão em sala de aula, os alunos falam assim mesmo. Alguns preferem falar alemão. Outros, que têm dificuldades para falar português, esses ficam na maioria das vezes quietos/em silêncio.(altenhofen: 2002b: 158) A coisa, contudo, vai muito além da simples aplicação de uma sanção contra o uso de uma língua. Envolve, isso sim, relações bastante complexas, como sugere o seguinte diálogo entre um pesquisador e alunos de 1. a série, na comunidade bilíngüe alemão-português de Harmonia (RS) v. também Altenhofen (2002b:158): ENTREVISTADOR: (em tom de brincadeira) Vamos esclarecer as coisas. Vocês não gostariam de aprender alemão porque já sabem?... E português vocês, então, não sabem? (Os alunos reagem enfaticamente, para dizer que sabem.)

8 RILI3-01 3/5/04 23:17 Página Cléo Vilson Altenhofen ALUNOS: (juntos) Sim! ALUNO: Eu sei!!! ALUNO: Eu sei!!! ALUNO: Um não sabe. O Luciano. O Luciano não sabe falar em português. (Os colegas confirmam.) ALUNO: Quem é o Luciano? ALUNO: Aquele que saiu. ALUNO: Eu sempre falo em alemão com ele. ALUNO: Vocês já experimentaram ver se ele entende alguma coisa? ALUNO: Quando ele quer uma coisa, não pode falar pra professora. Ele fala pra profe que não entende. ALUNO: Daí, nós têm que falar com português com a profe. ALUNO: Alemão! (Retruca outro aluno.) ALUNO: PORTUGUÊS! QUE ELA NÃO ENTENDE EM ALEMÃO. O fato mais marcante da entrevista acima é a exclusão de um dos alunos, o Luciano, aquele que saiu, o qual não sabe português, pois sua língua materna ou primeira língua é outra, não prevista pela escola e diferente da língua da professora. Muitos discursos se aplicam a essa situação. O mais freqüente é o que coloca a responsabilidade da exclusão na família, a qual não teria cumprido com o seu papel de proporcionar à criança o acesso à língua majoritária, antes da entrada na escola. Por conta dessa posição, muitos pais bilíngües, especialmente os mais novos, optam por ensinar aos seus filhos apenas o português, sob a alegação de que estes não sofressem os problemas e preconceitos que tiveram que enfrentar na escola. A visão oposta é a que delega à escola (e ao Estado) a responsabilidade da exclusão, uma vez que cabe a ela o papel de promover a escolarização e a socialização, independente das condições do meio e de suas especificidades. Afinal, é ela que deveria ser a especialista em questões de linguagem, e os professores tão bem formados que pudessem dar à realidade bilíngüe o devido tratamento, para garantir o êxito na educação. Enfim, a exclusão do Luciano, o aluno da nossa entrevista, simboliza, em última instância, a exclusão (ou a proibição) da língua materna do aluno. Tal quadro assemelhase ao descrito por Paraíso (1996) em relação a um contexto de contato rural-urbano. Paraíso explica essa situação com a metáfora do campo de silêncio : Assim, com a metáfora campo de silêncio, quero indicar a privação a respeito de algo que, se problematizado, poderia provocar reflexões e atitudes nas pessoas envolvidas no processo ensino-aprendizagem. Quero indicar, também, a existência de um silêncio, imposto mas não respeitado, sobre algo que incomoda, que provoca conflitos e contestação. É um calar sobre algo que se faz presente, pedindo para ser problematizado e trabalhado. É um campo de silêncio porque está ausente no currículo formal e não é problematizado no currículo em ação como um conhecimento digno de ser trabalhado no Curso. (Paraíso 1996: 138) e) O monolingüismo como solução dos problemas de aprendizagem do português Há, na verdade, por trás da proibição do uso da língua minoritária, o princípio de que o monolingüismo em português garantiria uma melhor aprendizagem da língua oficial e

9 RILI3-01 3/5/04 23:17 Página 91 Política lingüística, mitos e concepções lingüísticas 91 que, com isso, estariam resolvidos todos os problemas da escola. Tal princípio é expresso por afirmações como esses alunos aprenderiam português apenas no dia em que deixassem de falar alemão, como ouvi certa vez de um diretor da minha escola. f) A língua de imigrantes como culpada do fracasso escolar e das dificuldades de aprendizagem do português Intimamente ligada à postura anterior está a atitude de culpar a língua do aluno pelos problemas de aprendizagem, nomeando como bode expiatório para explicar um problema que, como vimos, cabe a ela, como instância competente e responsável, resolver. Trata-se, a rigor, de uma atitude discriminatória que se estende igualmente a variedades não-padrão do português, usadas em contextos sociais desfavorecidos. É o que mostra Paraíso (1996: 141), através dos seguintes depoimentos de professores de português de um curso de formação de professores, referindo-se ao meio rural: Eles acham que é só regras, que é muito complicado. Eu fico com raiva porque corrijo, corrijo, e eles continuam falando igual à gente da roça. Agora, aqueles alunos que falam bem, escrevem e lêem bem; mas são poucos. g) A deturpação da língua minoritária ou dialeto de imigrantes São freqüentes e notórios os juízos de valor depreciativos sobre as línguas minoritárias, via de regra representadas por uma variedade dialetal de existência essencialmente oral, como no caso do Hunsrückisch, para o alemão. Essa condição de dialeto, situado abaixo da norma padrão, e de língua marginal, submissa à língua oficial, o português, aliada à posição social dos falantes das variedades de imigrantes, tem dado margem a uma vasta gama de valorações depreciativas acerca do Hunsrückisch, incluindo atributos como verlorene Sproch (língua perdida), vebrochne Deitsch (alemão quebrado), Heckedeitsch (alemão do mato), alemão errado e sem gramática, língua de colono, até a afirmação de que não é alemão, ou sequer uma língua. Tais preconceitos partem não apenas de professores, mas também dos próprios falantes, como efeito de espelho do que supõem seja a visão das classes dominantes sobre sua língua. Por outro lado, apesar da estigmatização a que são submetidas essas variedades de imigrantes, chama a atenção como em determinados contextos é revertido seu papel, a ponto de converter o domínio da variedade dialetal dos imigrantes em marca distintiva de um prestígio local (encoberto). h) O bilíngüe não sabe bem nem uma nem outra língua e O bilíngüe não tem língua materna Registram-se, igualmente, preconceitos em relação ao bilingüismo como condição de um indivíduo que faz uso de duas línguas (Weinreich 1974: 9). Dentre esses preconceitos (v. Kielhöfer/Jonekeit 1983: 9), destacam-se os dois assinalados acima ( O bilín-

10 RILI3-01 3/5/04 23:17 Página Cléo Vilson Altenhofen güe não sabe bem nem uma nem outra língua e O bilíngüe não tem língua materna ), como sendo os mais freqüentes. Falo alemão como hobby, mas nós somos brasileiros. A igreja não necessita mais de pastores que falem alemão e, em algum tempo, todos falarão português. O alemão de Blumenau não é alemão. É muito difícil falar alemão em Blumenau. Eles não conseguem pronunciar o ü, ö etc. Sempre pronunciam errado, já tentei corrigir muitas vezes, mas não adianta. Nós não falamos alemão nem português. Uma vez me encontrei com pessoas do Espírito Santo que logo descobriram que eu era de Santa Catarina, pelo sotaque, por isso não sabemos falar português também. Estive seis anos trabalhando na Alemanha e lá era ridicularizado por falar um alemão diferente. O alemão daqui não tem nada a ver com o alemão falado na Alemanha. Aqui é mais um dialeto. (depoimento de pastor da igreja evangélica luterana de Blumenau, in: Mailer 2003: 95) No entanto, em determinadas circunstâncias que é preciso definir, o fato de saber mais de uma língua é visto como bastante positivo. Assim, por exemplo, alguns pais adotam a alternância de uso da língua oficial e da língua do grupo como princípio didático para a prendizagem simultânea de ambas as línguas. 4. Considerações finais Em síntese, pode-se agrupar as concepções lingüísticas levantadas por nós em três grupos básicos: a) opressão ou distorção do bilingüismo na escola: preconceitos lingüísticos; b) generalização do monolingüismo: ideologias e concepções ligadas à língua oficial e c) omissão ou ausência do bilingüismo no planejamento escolar: a metáfora do campo de silêncio. Acredita-se que uma compreensão melhor dessas questões auxilie na construção de um modelo de educação mais justo e adequado, pautado no respeito aos direitos lingüísticos dos aprendizes e no desenvolvimento pleno de suas capacidades. A política lingüística e a pesquisa em torno de um modelo de educação bilíngüe ajustado às potencialidades e possibilidades dessas situações assumem, sem dúvida, um papel especial nesse processo. Referências bibliográficas Altenhofen, Cléo Vilson (1996): Hunsrückisch in Rio Grande do Sul. Ein Beitrag zur Beschreibung einer deutschbrasilianischen Dialektvarietät im Kontakt mit dem Portugiesischen. Stuttgart: Steiner. (2002a): Áreas lingüísticas do português falado no sul do Brasil: um balanço das fotografias geolingüísticas do ALERS, em: Vandresen, Paulino (org.): Variação e mudança no português falado na Região Sul. Pelotas: EDUCAT, (2002b): O conceito de língua materna e suas implicações para o bilingüismo (em alemão e português), em: Martius-Staden-Jahrbuch 49, Bagno, Marcos (1999): Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Loyola. Bourdieu, Pierre ( ): A economia das trocas lingüísticas: o que falar quer dizer. São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo (EDUSP).

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Bernardete Gatti: o país enfrenta uma grande crise na formação de seus professores em especial, de alfabetizadores.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística?

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? Universidade de São Paulo benjamin@usp.br Synergies-Brésil O Sr. foi o representante da Letras junto à CAPES. O Sr. poderia explicar qual

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS

MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS Prof. Dr. Richard Schütz www.sk.com.br Referência: SCHÜTZ, Ricardo. "Motivação e Desmotivação no Aprendizado de Línguas" English Made in Brazil .

Leia mais

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de PAULO FREIRE E A ALFABETIZAÇÃO Vera Lúcia Queiroga Barreto 1 Uma visão de alfabetização que vai além do ba,be,bi,bo,bu. Porque implica uma compreensão crítica da realidade social, política e econômica

Leia mais

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA: Passar do Discurso para a Ação Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 1º Fórum de Ideias - Cambridge University Press

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

CIRANDA INFANTIL: A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA EM MOVIMENTO

CIRANDA INFANTIL: A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA EM MOVIMENTO CIRANDA INFANTIL: A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA EM MOVIMENTO ADILSON DE ANGELO Desde a sua criação, o MST assegurou na sua agenda política a luta pela educação e por uma escola mais significativa para a família

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

Os encontros de Jesus. sede de Deus

Os encontros de Jesus. sede de Deus Os encontros de Jesus 1 Jo 4 sede de Deus 5 Ele chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, que ficava perto das terras que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Ali ficava o poço de Jacó. Era mais ou

Leia mais

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento A contribuição do interesse e da curiosidade por atividades práticas em ciências, para melhorar a alfabetização de

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

GESTÃO DA SALA DE AULA: NOVOS CONTEXTOS, NOVAS DIFICULDADES, GRANDES DESAFIOS E POSSIBILIDADES. Profa. Aureli Martins Sartori de Toledo Setembro/2012

GESTÃO DA SALA DE AULA: NOVOS CONTEXTOS, NOVAS DIFICULDADES, GRANDES DESAFIOS E POSSIBILIDADES. Profa. Aureli Martins Sartori de Toledo Setembro/2012 GESTÃO DA SALA DE AULA: NOVOS CONTEXTOS, NOVAS DIFICULDADES, GRANDES DESAFIOS E POSSIBILIDADES Profa. Aureli Martins Sartori de Toledo Setembro/2012 A palestra em algumas palavras... Provocações... reflexões...leitura

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este?

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este? Universidade do Sul de Santa Catarina UNISUL maria.schlickmann@unisul.br Palavras iniciais... As reflexões que apresento neste texto são um recorte de estudo que venho realizando na minha tese de doutorado.

Leia mais

GESTÃO ESCOLAR: Motivação para melhorar

GESTÃO ESCOLAR: Motivação para melhorar GESTÃO ESCOLAR: Motivação para melhorar Betina Waihrich Teixeira 1 Sandra Maria do Nascimento de Oliveira 2 Resumo: O gestor escolar deve ter uma boa liderança de comunicação, sabendo interagir com sua

Leia mais

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR?

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? O que dizem as crianças sobre o brincar e a brincadeira no 1 ano do Ensino Fundamental? Resumo JAIRO GEBIEN - UNIVALI 1 Esta pesquisa visa investigar os momentos

Leia mais

Como fazer contato com pessoas importantes para sua carreira?

Como fazer contato com pessoas importantes para sua carreira? Como fazer contato com pessoas importantes para sua carreira? - Tem alguém com quem você gostaria de fazer contato? - Porque você não o fez até agora? - Por que é importante aprender a fazer esses contatos?

Leia mais

Como aconteceu essa escuta?

Como aconteceu essa escuta? No mês de aniversário do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente, nada melhor que ouvir o que acham as crianças sobre a atuação em Educação Integral realizada pela Fundação Gol de Letra!! Conheça um

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA Júlio César Paula Neves Tânia Mayra Lopes de Melo Modalidade: Pôster Sessão Temática 5: Educação e

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA. Élcio Aloisio FRAGOSO 1

O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA. Élcio Aloisio FRAGOSO 1 1 O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA Élcio Aloisio FRAGOSO 1 Resumo O novo acordo ortográfico já rendeu uma série de discussões sob pontos de vistas bem distintos. O acordo

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

Há cabo-verdianos a participar na vida política portuguesa - Nuno Sarmento Morais, ex-ministro da Presidência de Portugal

Há cabo-verdianos a participar na vida política portuguesa - Nuno Sarmento Morais, ex-ministro da Presidência de Portugal Há cabo-verdianos a participar na vida política portuguesa - Nuno Sarmento Morais, ex-ministro da Presidência de Portugal À margem do Fórum promovido pela Associação Mais Portugal Cabo Verde, que o trouxe

Leia mais

Anexo 2.1 - Entrevista G1.1

Anexo 2.1 - Entrevista G1.1 Entrevista G1.1 Entrevistado: E1.1 Idade: Sexo: País de origem: Tempo de permanência 51 anos Masculino Cabo-verde 40 anos em Portugal: Escolaridade: Imigrações prévias : São Tomé (aos 11 anos) Língua materna:

Leia mais

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como Texto de apoio ao Curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Desenvolvimento motor do deficiente auditivo A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada

Leia mais

O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL

O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL Resumo Fabiana Antunes Machado 1 - UEL/PR Rosana Peres 2 - UEL/PR Grupo de trabalho - Comunicação e Tecnologia Agência Financiadora: Capes Objetiva-se

Leia mais

1» A revolução educacional e a educação em valores 11

1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Sumário Introdução 9 1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Introdução 12 As causas da revolução educacional 12 O triplo desafio pedagógico 14 Da transmissão à educação 15 O que pretende

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 4CCHLADLEMPLIC04 OBSERVAÇÃO EM SALA DE AULA E/LE Bruna Mikaele Siquiera (1) María del Pilar Roca (3) Centro de Ciências Humanas, Artes e Letras/ Departamento de Letras Estrangeiras Modernas RESUMO Esse

Leia mais

CULTURA AFRO CULTURA AFRO

CULTURA AFRO CULTURA AFRO CULTURA AFRO ESCOPO Apresentamos o projeto Cultura Afro com o compromisso de oferecer aos alunos do ensino fundamental um panorama completo e diversificado sobre a cultura afro em nosso país. Levamos em

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

QUE ESCOLA QUEREMOS PARA AS NOSSAS CRIANÇAS?

QUE ESCOLA QUEREMOS PARA AS NOSSAS CRIANÇAS? SEMINÁRIO DE PESQUISA OBJETIVO DEBATER E PROBLEMATIZAR QUESTÕES RELACIONADAS ÀS PRÁTICAS DOCENTES NA EDUCAÇÃO INAFANTIL, BEM COMO ESTABELECER DIÁLOGO COM TEÓRICOS DA PEDAGOGIA, DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DAS

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Rafael Marques Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Minha idéia inicial de coaching era a de uma pessoa que me ajudaria a me organizar e me trazer idéias novas,

Leia mais

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA?

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA? 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ENSINO DE

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 17 Discurso após a cerimónia de assinatura

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA

CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA Amanda Aparecida Rocha Machado Universidade Federal do Triângulo Mineiro E-mail: amandamachado_56@hotmail.com

Leia mais

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Fernanda Pimentel Dizotti Academia de Ensino Superior fernandadizotti@gmail.com Norma Suely Gomes Allevato Universidade Cruzeiro do Sul normallev@uol.com.br

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

Educação escolar indígena

Educação escolar indígena Educação escolar indígena O principal objetivo desta apresentação é fazer uma reflexão sobre a cultura indígena kaingang, sobre as políticas educacionais integracionistas e sobre a política atual, que

Leia mais

Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais

Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais Renê Forster 1 Resumo: Este artigo apresenta uma das cartilhas desenvolvidas pelo Programa Surdez com informações sobre a LIBRAS e as línguas de sinais

Leia mais

coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - f o? Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça.

coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - f o? Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça. Eu quero não parar coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - de consigo.o usar que eu drogas f o? aç e Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora

Leia mais

Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos

Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos Luna Abrano Bocchi Laís Oliveira O estudante autônomo é aquele que sabe em que direção deve avançar, que tem ou está em

Leia mais

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações a serem implementadas nos câmpus do Instituto. A identidade

Leia mais

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - Sou so profes r a, Posso m a s n ão parar d aguento m e ai ensinar s? d a r a u la s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A

Leia mais

Não é o outro que nos

Não é o outro que nos 16º Plano de aula 1-Citação as semana: Não é o outro que nos decepciona, nós que nos decepcionamos por esperar alguma coisa do outro. 2-Meditação da semana: Floresta 3-História da semana: O piquenique

Leia mais

Daniel no mundo do silêncio

Daniel no mundo do silêncio Guia para pais Daniel no mundo do silêncio Walcyr Carrasco série todos juntos ilustrações de Cris Eich Daniel perde a audição nos primeiros anos de vida, e sua família dá todo o apoio para ele se comunicar

Leia mais

ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1

ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1 ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1 FILIETAZ, Marta R. Proença, martafilietaz@hotmail.com Face à emergência da obrigatoriedade legal da presença do intérprete

Leia mais

TOBY MENDEL (Consultor Internacional da Unesco): [pronunciamento em outro idioma] INTÉRPRETE: Deixa eu começar agradecendo para os apresentadores.

TOBY MENDEL (Consultor Internacional da Unesco): [pronunciamento em outro idioma] INTÉRPRETE: Deixa eu começar agradecendo para os apresentadores. TOBY MENDEL (Consultor Internacional da Unesco): [pronunciamento em outro idioma] INTÉRPRETE: Deixa eu começar agradecendo para os apresentadores. Aqui, a gente tem uma apresentação muito importante, e

Leia mais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA Seção I Das Disposições Gerais Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe

Leia mais

Formação, Exercício e Compromisso Social

Formação, Exercício e Compromisso Social Formação, Exercício e Compromisso Social Antonio Francisco de Oliveira 1 Vice-Presidente do CAU/BR Coordenador da CEP-CAU/BR A Arquitetura e Urbanismo é, sem sombra de dúvida, uma das profissões cujo exercício

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X DA INVISIBILIDADE AFROBRASILEIRA À VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE

Leia mais

A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA

A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA 1.0 INTRODUÇÃO JUSCIARA LOURENÇO DA SILVA (UEPB) VIVIANA DE SOUZA RAMOS (UEPB) PROFESSOR ORIENTADOR: EDUARDO

Leia mais

CENSO ESCOLAR EDUCACENSO A INFORMAÇÃO DE DISCIPLINAS NO CENSO ESCOLAR

CENSO ESCOLAR EDUCACENSO A INFORMAÇÃO DE DISCIPLINAS NO CENSO ESCOLAR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO GERAL DO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA CENSO ESCOLAR

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores VIVENCIANDO A PRÁTICA ESCOLAR DE MATEMÁTICA NA EJA Larissa De Jesus Cabral, Ana Paula Perovano

Leia mais

Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos

Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA O DIÁLOGO SOCIAL NO BRASIL: O MODELO SINDICAL BRASILEIRO E A REFORMA SINDICAL Zilmara Davi de Alencar * Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos

Leia mais

Sinopse II. Idosos não institucionalizados (INI)

Sinopse II. Idosos não institucionalizados (INI) Sinopse II. Idosos não institucionalizados (INI) II 1 Indicadores Desqualificação Não poder fazer nada do que preciso, quero fazer as coisas e não posso ; eu senti-me velho com 80 anos. Aí é que eu já

Leia mais

Dedico este livro a todas as MMM S* da minha vida. Eu ainda tenho a minha, e é a MMM. Amo-te Mãe!

Dedico este livro a todas as MMM S* da minha vida. Eu ainda tenho a minha, e é a MMM. Amo-te Mãe! Dedico este livro a todas as MMM S* da minha vida. Eu ainda tenho a minha, e é a MMM. Amo-te Mãe! *MELHOR MÃE DO MUNDO Coaching para Mães Disponíveis, www.emotionalcoaching.pt 1 Nota da Autora Olá, Coaching

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

A LINGUAGEM E A AQUISIÇÃO DO PORTUGUÊS COMO LÍNGUA MATERNA

A LINGUAGEM E A AQUISIÇÃO DO PORTUGUÊS COMO LÍNGUA MATERNA A LINGUAGEM E A AQUISIÇÃO DO PORTUGUÊS COMO LÍNGUA MATERNA Flávia Santos Silva * José Mozart de Góis * Isa Ursole Brito** Luiz José da Silva*** Sergio Luiz Malta de Azevedo**** INTRODUÇÃO Constituindo-se

Leia mais

A Educação Bilíngüe. » Objetivo do modelo bilíngüe, segundo Skliar:

A Educação Bilíngüe. » Objetivo do modelo bilíngüe, segundo Skliar: A Educação Bilíngüe Proposta de educação na qual o bilingüismo atua como possibilidade de integração do indivíduo ao meio sociocultural a que naturalmente pertence.(eulália Fernandes) 1 A Educação Bilíngüe»

Leia mais

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2008 página 1 Atenção ao olhar crítico dos professores Maria Malta Campos: Há uma enorme demanda reprimida por creches nas periferias das grandes cidades,

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

TIPOS DE REUNIÕES. Mariangela de Paiva Oliveira. mariangela@fonte.org.br. As pessoas se encontram em diferentes âmbitos:

TIPOS DE REUNIÕES. Mariangela de Paiva Oliveira. mariangela@fonte.org.br. As pessoas se encontram em diferentes âmbitos: TIPOS DE REUNIÕES Mariangela de Paiva Oliveira mariangela@fonte.org.br As pessoas se encontram em diferentes âmbitos: no âmbito do pensar: quando acontece uma troca de idéias, opiniões ou informações;

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA EM COMUNIDADES BI/MULTILÍNGUES

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA EM COMUNIDADES BI/MULTILÍNGUES 110. ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE

Leia mais

2ª SEMANA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA MARÇO

2ª SEMANA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA MARÇO Design & Saúde Financeira para maiores de 50 anos Vera Damazio Laboratório Design Memória Emoção :) labmemo (: O que Design tem a ver com Saúde Financeira para maiores de 50 anos? E o que faz um Laboratório

Leia mais

TRADUTORES-INTÉRPRETES BACHARELANDOS DO CURSO LETRAS- LIBRAS: UMA REFLEXÃO ACERCA DA INFLUÊNCIA DA PRÁTICA DOCENTE E FORMAÇÃO PRECEDENTE AO CURSO

TRADUTORES-INTÉRPRETES BACHARELANDOS DO CURSO LETRAS- LIBRAS: UMA REFLEXÃO ACERCA DA INFLUÊNCIA DA PRÁTICA DOCENTE E FORMAÇÃO PRECEDENTE AO CURSO TRADUTORES-INTÉRPRETES BACHARELANDOS DO CURSO LETRAS- LIBRAS: UMA REFLEXÃO ACERCA DA INFLUÊNCIA DA PRÁTICA DOCENTE E FORMAÇÃO PRECEDENTE AO CURSO Marcos Luchi 1 (UFSC) Fabíola Sucupira Ferreira Sell 2

Leia mais

APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA

APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA Maria Ignez de Souza Vieira Diniz ignez@mathema.com.br Cristiane Akemi Ishihara crisakemi@mathema.com.br Cristiane Henriques Rodrigues Chica crischica@mathema.com.br

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DOS ESTUDOS SOCIOGEOLINGÜÍSTICOS PARA A ESCOLHA LEXICAL NA RECEPÇÃO E PRODUÇÃO DE TEXTOS ORAIS E ESCRITOS

A CONTRIBUIÇÃO DOS ESTUDOS SOCIOGEOLINGÜÍSTICOS PARA A ESCOLHA LEXICAL NA RECEPÇÃO E PRODUÇÃO DE TEXTOS ORAIS E ESCRITOS A CONTRIBUIÇÃO DOS ESTUDOS SOCIOGEOLINGÜÍSTICOS PARA A ESCOLHA LEXICAL NA RECEPÇÃO E PRODUÇÃO DE TEXTOS ORAIS E ESCRITOS Adriana Cristina Cristianini (USP, UNIBAN) dricris@usp.br Márcia Regina Teixeira

Leia mais

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5 Sexo Idade Grupo de Anos de Escola docência serviço Feminino 46 Filosofia 22 Distrito do Porto A professora, da disciplina de Filosofia, disponibilizou-se para conversar comigo sobre o processo de avaliação

Leia mais

coleção Conversas #22 - maio 2015 - Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #22 - maio 2015 - Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #22 - maio 2015 - assistente social. agora? Sou E Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora AfroReggae nasceu com o desejo

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1029 OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES ATRAVÉS DE SUA

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES ATRAVÉS DE SUA Avaliação Da Prática Docente A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES ATRAVÉS DE SUA PRÁTICA DOCENTE Autora: Maria Peregrina de Fátima Rotta Furlanetti Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Estadual

Leia mais

Resumo. Palavras-chave: Matemática; Geometria; Aulas Investigativas. Introdução

Resumo. Palavras-chave: Matemática; Geometria; Aulas Investigativas. Introdução III Seminário sobre Educação Matemática A desigualdade triangular em diferentes mídias Paulo César da Penha pcpenha@terra.com.br GRUCOGEO/USF/ Secretaria da Educação de Itatiba-SP Resumo O relato de experiência

Leia mais

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br Apresentação preparada para: I Congresso de Captação de Recursos e Sustentabilidade. Promovido

Leia mais

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre Sumário I. Apresentação do Manual II. A Prevenção de Acidentes com Crianças III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre IV. Como a Educação pode contribuir para a Prevenção de Acidentes no Trânsito V. Dados

Leia mais

Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola.

Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola. Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola. Chico Poli Algumas vezes, fora da escola há até mais formação do que na própria escola. (M. G. Arroyo) É preciso toda uma

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

LEGISLAÇÃO PERTINENTE À EDUCAÇÃO DOS SURDOS

LEGISLAÇÃO PERTINENTE À EDUCAÇÃO DOS SURDOS EDUCAÇÃO E SURDEZ Daniele Campos Laino Cardoso 1 Sebastiana Rosa da Silva 2 Solange Conceição da Cruz Machado 3 A Língua Brasileira de Sinais (Libras) - embora reconhecida oficialmente em todo o território

Leia mais

PARECER Nº 717/05 APROVADO EM 22.08.05 PROCESSO Nº 34.087

PARECER Nº 717/05 APROVADO EM 22.08.05 PROCESSO Nº 34.087 PARECER Nº 717/05 APROVADO EM 22.08.05 PROCESSO Nº 34.087 Consulta oriunda da Gerência da Educação Básica da FIEMG com pedido de orientações de ordem prática para cumprimento da Lei Federal nº 11.114,

Leia mais

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI Nº 309 DE 2011 VOTO EM SEPARADO

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI Nº 309 DE 2011 VOTO EM SEPARADO COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI Nº 309 DE 2011 Altera o art. 33 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para dispor sobre a obrigatoriedade do ensino religioso nas redes públicas de ensino

Leia mais

difusão de idéias EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO

difusão de idéias EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2007 página 1 EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO Moysés Kuhlmann :A educação da criança pequena também deve ser pensada na perspectiva de

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

PARA ALÉM DOS ESTEREÓTIPOS : RELATOS DE USUÁRIOS DE CRACK 1

PARA ALÉM DOS ESTEREÓTIPOS : RELATOS DE USUÁRIOS DE CRACK 1 PARA ALÉM DOS ESTEREÓTIPOS : RELATOS DE USUÁRIOS DE CRACK 1 GIL, Bruna; BOTTON, Andressa 3 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Psicóloga, formada pelo Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria,

Leia mais

VI Seminário de Iniciação Científica SóLetras - 2009 ISSN 1808-9216

VI Seminário de Iniciação Científica SóLetras - 2009 ISSN 1808-9216 O EMPREGO GRAMATICAL NO LIVRO DIDÁTICO Desiree Bueno TIBÚRCIO (G-UENP/campus Jac.) desiree_skotbu@hotmail.com Marilúcia dos Santos Domingos Striquer (orientadora-uenp/campus Jac.) marilucia.ss@uol.com.br

Leia mais

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA, ÉTICA E SALA DE AULAS Cipriano Carlos Luckesi 1 Nos últimos dez ou quinze anos, muito se tem escrito, falado e abordado sobre o fenômeno da gestão democrática da escola. Usualmente,

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL A língua espanhola na Educação Básica A implantação da língua espanhola por meio da lei federal 11.161, que diz respeito à sua oferta

Leia mais