Palavras-chaves: Problematizações teóricas Prática textual Poeticidade estética

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Palavras-chaves: Problematizações teóricas Prática textual Poeticidade estética"

Transcrição

1 Quadrinhos, memória e realidade textual * Prof. Moacy Cirne 1 Palavras-chaves: Problematizações teóricas Prática textual Poeticidade estética Resumo: A produção crítica e teórica sobre as histórias-em-quadrinhos: a memória de suas problematizações e de sua prática textual. Os primeiros estudos sociológicos; os primeiros estudos no campo da estética; os primeiros ensaios marcados pela semiótica. O modelo teórico apontado por Umberto Eco. Os quadrinhos e a teoria da linguagem cinematográfica: a importância de Christian Metz. Teoria e crítica dos quadrinhos, hoje, e a questão da poeticidade estético-libertária. 1. Durante muito tempo, na primeira metade do século passado, as histórias em quadrinhos não despertavam maiores interesses críticos por parte da comunidade acadêmica. No máximo, algum tipo de interesse sociológico, a partir de alguma perspectiva cultural nem sempre adequada para a sua compreensão como discurso gráfico-narrativovisual. O contexto social da comunicação de massa servia de base para as críticas que lhes eram dirigidas, como se a comunicação de massa, por si só, justificasse toda uma estética cuja origem remontava ao século XIX. Os equívocos que terminavam por gerar preconceitos muitas vezes partiam de teóricos famosos. Tomemos como exemplo maior Theodor W. Adorno, que em seu famoso ensaio dos anos 40 (A indústria cultural: O esclarecimento como mistificação das massas), escrito em parceria com Max Horkheimer e incluído em Dialética do esclarecimento 2, embora voltado basicamente para questões que dizem respeito ao cinema, critica com Trabalho enviado para o NP 16 Histórias em Quadrinhos do XXVII Congresso da Intercom. 1 Moacy Cirne é professor-aposentado do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense, com vários livros publicados sobre histórias em quadrinhos, entre os quais A explosão criativa dos quadrinhos (1970), Para ler os quadrinhos (1972), História e crítica dos quadrinhos brasileiros (1990, Prêmio La Palma Real, de Cuba) e Quadrinhos, sedução e paixão (2000). Sua obra mais recente é A invenção de Caicó (2004). 2 ADORNO, Theodor W. & Max Horkheimer. Dialética do esclarecimento; fragmentos filosóficos. Trad. Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1985.

2 ênfase os mecanismos da comunicação de massa. Indiretamente, os quadrinhos são atingidos em sua fúria demolidora. Algumas passagens, ainda hoje, merecem uma reflexão mais apurada de nossa parte. Por exemplo: A indústria cultural não sublima, mas reprime.... As obras de arte são ascéticas e sem pudor, a indústria cultural é pornográfica e puritana 3. Quer nos parecer, antes de tudo, que Adorno e Horkheimer ignoravam o melhor da indústria cultural, até aquele momento (1946/47): o cinema de Renoir, Murnau, Lang, Pabst, Vigo, Ford e Orson Welles (com exceção para Chaplin); os quadrinhos de McCay, Herriman, Raymond, Capp e Will Eisner (com exceção para Disney); a ficção científica de Lewis e o romance policial de Chandler ou Hammett, entre outros. Só assim podemos entender a sua afirmação genérica, sem fundamento histórico, de que a indústria cultural reprime e que não passa de pornografia, sendo, paradoxalmente, puritana. É verdade que por trás de todo puritanismo, com sua dupla face de conservadorismo e moralismo, está um profundo sentido pornográfico: a pornografia que, em nome da própria moral e dos bons costumes (burgueses), não ousa transgredir o que de fato merece ser transgredido os valores da velha sociedade capitalista, seja a americana, seja a européia. A indústria cultural só reprime aquilo que nasce para ser reprimido, em sua lógica interna de merdiocrização do pensamento; na verdade, ela se auto-reprime na medida de seus interesses moldados pelo capital. A indústria cultural só é pornográfica quando ela faz da pornografia não-dita a sua meta de consumo. Costumamos dizer: nada mais pornográfico do que a fome, a injustiça social, a exclusão cultural, as obras de artistas que, em nome desse ou daquele discurso modernoso, enfatizam direta ou indiretamente o primado do capital sobre a consciência crítica. Afinal, dez minutos de qualquer filme de Bresson, Bergman, Antonioni ou Straub valem mais do que toda a superprodução hollywoodiana dos últimos dez anos; qualquer música de Paulinho da Viola, Hermeto Paschoal, Tom Jobim ou Naná Vasconcelos vale mais do que toda a produção da bundaxé music & similares. Titanic pode ser um filme pornográfico; O império dos sentidos, jamais. O início da série quadrinhística do Super-Homem, em 1938, pode ser medíocre e certamente o é; o Batman de Frank Miller, nos anos 80 do século passado, não, decididamente não. 3 ADORNO, Theodor W. & Max Horkheimer, obra citada, p.131.

3 Há outros pontos discutíveis no pensamento de Adorno e Horkheimer. Por que A fusão atual da cultura e do entretenimento não se realiza apenas como depravação da cultura, mas igualmente como espiritualização forçada da diversão 4? Ora, diante de filmes como Luzes da cidade (Chaplin, 1931), Depois do vendaval (Ford, 1952), Cantando na chuva (Kelly & Donen, 1952), Mon oncle (Tati, 1958) e Quanto mais quente melhor (Wilder, 1959) ou de quadrinhos como Ferdinando (Capp, 1934), Spirit (Eisner, 1940), Pererê (Ziraldo, 1959), Mafalda (Quino, 1964) e Zeferino & Graúna (Henfil, 1972), não podemos falar em depravação da cultura, em sendo obras que, sabiamente, uniram o valor cultural (aqui entendido da forma a mais ampla e conceitual possível) ao valor do prazer de uma determinada leitura, seja a filmológica, seja a quadrinhográfica, e assim por diante. Poder-se-á dizer: Adorno e Horkheimer são autores datados, isto é, superados. Nem tanto continuam sendo representativos do pensamento marxista retrabalhado pela Escola de Frankfurt. Contudo, neste particular, naquilo que diz respeito à compreensão da arte e da literatura, Walter Benjamin desponta como um autor mais atual e mesmo mais instigante. Além do mais, Benjamin não trazia as marcas de nenhuma espécie de elitismo intelectual. Como acontecia com Adorno e Horkheimer. 2. Se os primeiros estudos sociológicos sobre as histórias-em-quadrinhos contêm elementos mais culturais, sejam preconceituosos ou não, sejam apologéticos ou não, os primeiros estudos no campo da estética e os primeiros ensaios marcados pela semiótica, com raras exceções, caem no campo do formalismo. Mas já estamos nos anos 60, ou mesmo nos 70: a época oscilava entre o comprometimento político mais radical (resultando, em alguns casos, em ação armada sob o filtro de guerrilhas urbanas e rurais) e o formalismo crítico e teórico a partir dos centros de saber acadêmico (resultando, em muitos casos, no ensaísmo fundado em atividades e leituras estruturalistas). Nos anos 60 do século XX, quando maior era o preconceito e, ao mesmo tempo, contraditoriamente, mais rica era a descoberta de suas potencialidades criadoras, surge um autor que, já sendo importante como teórico, conhecido no meio vanguardístico das artes plásticas e musicais desde A obra aberta, de 1962, vai cristalizar uma série de 4 ADORNO, Theodor W. & Max Horkheimer, obra citada, p.134.

4 preocupações, acadêmicas ou não, reveladoras de um novo olhar sobre o mundo dos quadrinhos: o italiano Umberto Eco. Neste sentido, há um livro-marco, um livro-signo, desse novo olhar: Apocalípticos e integrados 5, originalmente publicado na Itália em 1964, traduzido no Brasil em Vivíamos uma etapa da história da humanidade particularmente rica, seja culturalmente, seja politicamente. Vejamos um rápido balanço, exatamente entre 1964 e1970, no Brasil e no exterior, através de acontecimentos das mais diversas ordens culturais, políticas e artísticas, considerando que a significação histórica de Apocalípticos e integrados é indiscutível, reconheçamos ou não a sua importância, hoje: 1964 Nos quadrinhos:mafalda (Quino) e O gaúcho (Júlio Shimamoto); No humor gráfico: Fradinhos (Henfil); No cinema: Deus e o diabo na terra do sol (Glauber Rocha); No teatro: Opinião (com Zé Keti, Nara Leão e João do Vale); Na música: Choros imortais (por Altamiro Carrilho); No pensamento crítico: Apocalípticos e integrados (Umberto Eco); Na política: Golpe militar no Brasil Nos quadrinhos: Valentina (Crepax) e Vizunga (Flávio Colin); No cinema: Simão do Deserto (Luís Buñuel); Na televisão: o I Festival de Música Popular, na TV Excelsior (São Paulo); No teatro: Liberdade, liberdade (Flávio Rangel & Millôr Fernandes); Na Política: AI-2 institui eleição indireta para Presidente do Brasil Nos quadrinhos: Philémon (Fred); No cinema: Persona (Bergman) e Blow-up (Antonioni); Na poesia: A educação pela pedra (João Cabral de Melo Neto); No pensamento crítico: As palavras e as coisas (Foucault) e Pour Marx (Althusser); No jornalismo: coluna sobre quadrinhos, por Sérgio Augusto, no Jornal do Brasil; Na política: início da Revolução Cultural Chinesa. 5 ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. Trad. Pérola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva, 1970, 388p.

5 1967 Nos quadrinhos: Corto Maltese (Pratt) e comix underground (USA); No cinema: Terra em transe (Glauber) e A chinesa (Godard); No teatro: O rei da vela (pelo Grupo Oficina, de São Paulo); Na música: Vibrações (Jacob do Bandolim), Beatles e Tropicalismo (Caetano, Gil); Na poesia: fundação do Poema/Processo (Rio e Natal); Na literatura: Cem anos de solidão (García Márquez); Nas artes plásticas: Nova Objetividade Brasileira (Rio); Na política: Carlos Marighela funda a ALN Nos quadrinhos: Capitão Cipó (Daniel Azulay) e O Pato (Ciça); No cinema: 2001: uma odisséia no espaço (Kubrick); Na política: Maio Francês, Vietnam, Passeata dos 100 Mil (Rio) e o AI Nos quadrinhos: Lobo Solitário (Koike & Kojima); No humor gráfico e textual: O Pasquim, editado por Ziraldo, Jaguar e outros; No cinema: Macunaíma (Joaquim Pedro de Andrade); No pensamento crítico: Teoria da cultura de massa, editado por Luiz Costa Lima; Na política: seqüestro do embaixador americano no Brasil Nos quadrinhos: Paulette (Wolinski & Pichard) e a revista Mônica (Maurício); Na crítica de HQs: A explosão criativa dos quadrinhos (Cirne) e Shazam (Moya); No pensamento crítico: edição brasileira de Apocalípticos e integrados; Na poesia: Convergência (Murilo Mendes); No futebol: Brasil campeão mundial pela terceira vez, no México; Na política: repressão política e militar cada vez maior em nosso país. 3. Com Apocalípticos e integrados, Umberto Eco lança as bases de uma crítica estético-semiótica das histórias-em-quadrinhos ao fazer detalhada análise da página inicial de Steve Canyon, conhecida série quadrinhística americana de 1947 (criada por Milton

6 Caniff) 6. Sua análise abrange enquadramento por enquadramento; imagem por imagem, portanto. Mais rigorosa do que qualquer outra crítica feita até então, em se tratando da linguagem e semioticidade dos quadrinhos, a leitura do teórico italiano tem o fulgor das grandes idéias. E surge num momento de fascinantes debates políticos e os mais diversos questionamentos artísticos, literários e culturais: a própria contracultura ensaiava seus primeiros passos. E o cinema vivia seu melhor momento criador: na Europa, nos Estados Unidos, na Ásia, na América Latina. Não por acaso, Umberto Eco recorre ao jargão crítico do cinema para analisar o primeiro enquadramento: Em termos cinematográficos poderemos defini-lo como um enquadramento subjetivo, como se a câmara estivesse colocada sobre os ombros do protagonista 7. Não por acaso, a relação cinema/quadrinhos sempre atravessou a prática e a teoria das duas linguagens. E o modelo teórico fundado por Umberto Eco, ao ser reativado pela crítica de quadrinhos em sua fase heróica de afirmação intelectual e acadêmica, vai encontrar resposta, para o crítico de HQs, num livro capital sobre a chamada sétima arte, publicado em 1971: Langage et cinéma, de Christian Metz 8, à procura de uma especificidade cinematográfica, como depois, ao lado de Fresnault-Deruelle e outros, vamos procurar uma especificidade quadrinhográfica, fazendo da relação estéticaideologia-semiótica, sob o prisma do marxismo, a base estrutural de nossas pesquisas quadrinhísticas. E se o cinema é uma linguagem aberta a todos os simbolismos, a todas as representações coletivas, a todas as ideologias 9, os quadrinhos também o são. Ou se o cinema, como quer outro teórico Barthélemy Amengual em livro coincidentemente também publicado em 1971 em sua versão original (Clefs pour le cinéma 10 ), multiplica a narrativa pelo espetáculo 11, os quadrinhos também o fazem, embora, aqui, a noção de espetáculo passe por outras instâncias narrativas e visuais. Mas voltemos a Umberto Eco. Depois de analisados os 11 enquadramentos da página inaugural de Steve Canyon, há uma série de propostas críticas para aquilo que o autor chama de semântica dos 6 Apocalípticos e integrados, edição citada, p Obra citada, p METZ, Christian. Langage et cinema. Paris: Larousse, 1971, 224p. 9 METZ, Christian, obra citada, p AMENGUAL, Barthélemy. Chaves do cinema. Trad. Joel Silveira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1973, 172p. 11 AMENGUAL, Barthélemy, obra citada, p.89.

7 quadrinhos, em se tratando da sua linguagem, quando poderia ter dito com mais precisão semiótica dos quadrinhos, ou mesmo estética dos quadrinhos. Que propostas são essas, tomando como referência a série americana? Vejamos, em suas quatro formulações iniciais, de um total de oito, quando, algumas críticas, hoje, se fazem necessárias: 1. Individualmente, nessa página, os elementos de uma iconografia que, mesmo quando nos reporta a estereótipos já realizados em outros ambientes (o cinema, por exemplo), usa de instrumentos gráficos próprios do gênero.... esses elementos iconográficos compõem-se numa trama de convenções mais ampla, que passa a constituir um verdadeiro repertório simbólico, e de tal forma que se pode falar numa semântica da estória em quadrinhos 12. Nossos comentários: Apesar do equívoco teórico de se referir às HQs como gênero, no geral a formulação é adequada e será importante para que, a seguir, haja uma orientação na teoria e crítica dos quadrinhos no sentido de compreender o que representa essa iconograficidade. Por outro lado, em se tratando do seu repertório simbólico, preferimos falar em ideologia dos quadrinhos. 2. Elemento fundamental dessa semântica é, antes de mais nada, o signo convencional da nuvenzinha (que é precisamente a fumacinha, o ectoplasma, o balloon ), o qual, se traçado segundo algumas convenções, terminando numa lâmina que indica o rosto do falante, significa discurso expresso ; se unido ao falante por uma série de bolinhas, significa discurso pensado.... Outro elemento é o signo gráfico usado em função sonora, com livre ampliação dos recursos onomatopaicos de uma língua 13. Comentemos: O balão é um elemento fundamental, em termos. Grandes clássicos das HQs dispensaram o uso do balão. Exemplo maior: Príncipe Valente (1937), de Hal Foster. Também o dispensaram quadrinhos marcados pela modernidade, como Lanterna mágica (Crepax) e Arzach (Moebius). Diríamos melhor: o balão 12 ECO, Umberto, obra citada, p ECO, Umberto, obra citada, p.145.

8 pode ser fundamental, mas nem sempre o é. Haja vista as realizações de Feiffer, Wolinski e Henfil, para citar apenas alguns poucos nomes. 3. Os elementos semânticos compõem-se numa gramática do enquadramento, de que tivemos alguns exemplos comprobatórios em Steve Canyon 14. Há que comentar: Se, neste caso, cabe falar em elementos semânticos, acrescente-se que toda gramática do enquadramento gerada no interior da banda desenhada pressupõe, é necessário dizê-lo, uma estética do enquadramento, estética essa que se dá com maior ou menor voltagem criativa. Em Steve Canyon, com voltagem criativa de inegável intensidade. 4. A relação entre os sucessivos enquadramentos mostra a existência de uma sintaxe específica, melhor ainda, de uma série de leis de montagem. Dissemos leis de montagem, mas o apelo ao cinema não nos pode fazer esquecer de que a estória em quadrinhos monta de modo original, quando mais não seja porque a montagem da estória em quadrinhos não tende a resolver uma série de enquadramentos imóveis num fluxo contínuo, como no filme, mas realiza uma espécie de descontinuidade ideal através de uma fatual descontinuidade 15. Comentando: São colocações que permanecem atuais, 40 anos depois. Sem dúvida, são muitas as diferenças entre a montagem no cinema e a montagem/decupagem nos quadrinhos. A própria leitura da revistinha ou do álbum pressupõe uma descontinuidade espacial que se faz temporal, ao contrário da leitura de um filme: a sua temporalidade se faz espacial. Decerto, ler Umberto Eco, hoje, é ler contextualizando-o, resgatando a memória que marca a passagem crítica, nos quadrinhos, da leitura impressionista para a leitura semiótica. Não queremos dizer com isso que estejamos renegando a leitura impressionista (que nos deu grandes nomes, como o espanhol Luis Gasca e o brasileiro Alvaro de Moya), mas que, simplesmente, estamos mapeando o lugar de uma nova leitura. 14 ECO, Umberto, obra citada, p ECO, Umberto, obra citada, p.147.

9 4. Nos últimos tempos, a questão da poeticidade estético-libertária surge como uma possibilidade concreta para o universo crítico que procura compreender os mecanismos criativos das histórias-em-quadrinhos: seus desdobramentos, suas vertentes, seus caminhos. Tentamos vislumbrá-lo em Quadrinhos, sedução e paixão 16. Na verdade, trata-se de uma leitura teórica e produtiva aberta às mais diferentes vertentes do pensamento ocidental do século XX, além de seus desdobramentos criativos: a epistemologia bachelardiana, o marxismo neo-humanista, o existencialismo sartreano, o impressionismo crítico, os estudos culturais, a antropofagia oswaldiana, a literatura e a arte populares, as fontes matrizes do poema/processo 17. E a poeticidade libertária propriamente dita, como resultado e soma de valores inerentes à curiosidade e à inquietação do ser humano. Seria o caso de repetir, parafraseando Fernando Pessoa, mais uma vez: Tudo vale a pena, se a crítica não é pequena. Se a leitura de uma revista de quadrinhos começa e termina na sua capacidade de gerar prazer& prazeres (mesmo quando levam à reflexão), a leitura de um texto crítico e/ou teórico também deve ser uma atividade mental prazerosa. A própria escrita ensaística, ou qualquer outra escrita o ato de sua particular elaboração, não pode fugir ao prazer. É necessário que exista uma sensualidade da escrita para o leitor e para o autor. Que se veja, na Europa, o caso modelar de Gaston Bachelard: livros como A poética do espaço, A psicanálise do fogo, A poética do devaneio, A chama de uma vela e O direito de sonhar, entre outros, são a essência madrugadora de uma prosa que se faz luminosa poesia, mesmo sendo ensaio, puro ensaio, com palavras e pensamentos que sabem sonhar. Nestes últimos 40 anos, muita coisa mudou: na política mundial, no comportamento e na moral das pessoas, nas artes, na crítica, no modo menos preconceituoso de se ver e analisar as HQs. E, claro, os próprios quadrinhos mudaram. A sua renovação gráfica, narracional e conteudística culminou, ainda nos anos 60, com a instauração da novela 16 CIRNE, Moacy. Quadrinhos, sedução e paixão. Petrópolis: Vozes, O poema/processo, apesar das leituras equivocadas que se fazem dele em função da poesia concreta, continua sendo uma fonte criadora inesgotável para os poetas que pretendem dizer algo de novo no cenário poético nacional ou internacional.

10 gráfica 18. Depois vieram as bédés de corte fantástico e, mais recentemente, para os ocidentais, os mangás de extração japonesa. Hoje, mesmo entre alguns de nossos pesquisadores mais atuantes e entre os nossos quadrinhistas mais inquietos, já se pensa numa HQ atravessada criadoramente pelos mecanismos cibernéticos do mundo virtual. Um ciberquadrim ou outro nome que seja consagrado pelo uso da comunidade quadrinheira. Neste caso, repitamos o poeta português já citado, sem maiores interferências parafraseadoras e/ou metaplagiadoras: Tudo vale a pena, se a alma não é pequena. 18 Para nós, ao contrário de muitos estudiosos, a verdadeira novela gráfica começa na França nos anos 60: Jodelle (Bartier & Pellaert, 1966) e, sobretudo, Saga de Xam (Rollin & Devil, 1967) seriam seus desencadeadores.

para um estúdio terceirizado (Variety Artworks), responsável por todo o trabalho de arte. É por isso que os títulos não trazem créditos de roteirista

para um estúdio terceirizado (Variety Artworks), responsável por todo o trabalho de arte. É por isso que os títulos não trazem créditos de roteirista Clássicos adaptados em mangá Alexandre Boide* Com seus mais de cem títulos publicados, a coleção Manga de Dokuha (algo como Aprendendo em mangá ) é uma espécie de ponto fora da curva entre as coleções

Leia mais

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Carga Horária Semestral por Disciplina Disciplinas 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Total Obrigatórias Optativas Fundamentos

Leia mais

Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à obra!

Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à obra! ROTEIRO DE ESTUDOS DE LITERATURA PARA A 3ª ETAPA 2ª SÉRIE Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à

Leia mais

CONSIDERANDO que os estudos apresentados para o desdobramento desse Departamento atendem a política universitária traçada por este Conselho;

CONSIDERANDO que os estudos apresentados para o desdobramento desse Departamento atendem a política universitária traçada por este Conselho; RESOLUÇÃO N o 10/92, DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO Desdobra, com novas denominações, Departamento do Centro de Ciências Humanas e Artes. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA, no uso

Leia mais

Vamos começar nossos estudos e descobertas????????

Vamos começar nossos estudos e descobertas???????? Aula 07 RESUMO E RESENHA Vamos iniciar nossos estudos???? Você já deve ter observado que pedimos que leia determinados textos e escreva o que entendeu, solicitamos que escreva o que o autor do texto quis

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO (X ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com Entrevista ENTREVISTA 146 COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com * Dra. em Letras pela PUC/RJ e professora do Colégio de Aplicação João XXIII/UFJF. Rildo Cosson Mestre em Teoria

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Design 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Design 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Design 2011-1 DESENVOLVENDO A IDENTIDADE VISUAL DE UMA POUSADA EM CONSERVATÓRIA Alunos: OLIVEIRA,

Leia mais

edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro

edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro sumário 9 prefácio. A lição aristotélica de Poe [Pedro Süssekind] 17 A filosofia da composição

Leia mais

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE Juliana Stedille 1 Richelly de Macedo Ramos 2 Edi Jussara Candido Lorensatti 3 Resumo Este artigo busca verificar quais os procedimentos adotados por professores da disciplina

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Prof. Dr. Cássio Tomaim Departamento de Ciências da Comunicação Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)/Cesnors Adaptação: Prof. Claudio Luiz Fernandes

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS PROJETO DE PESQUISA AVALIAÇÃO EM ARTE

JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS PROJETO DE PESQUISA AVALIAÇÃO EM ARTE UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL CENTRO DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO PROJETO NOSSA ESCOLA PESQUISA SUA OPINIÃO - PÓLO RS CURSO ESCOLA E PESQUISA: UM ENCONTRO POSSÍVEL JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS

Leia mais

PNBE Programa Nacional Biblioteca da Escola: análise descritiva e crítica de uma política de formação de leitores

PNBE Programa Nacional Biblioteca da Escola: análise descritiva e crítica de uma política de formação de leitores PNBE Programa Nacional Biblioteca da Escola: análise descritiva e crítica de uma política de formação de leitores EMENTA Apresentação e discussão do processo de avaliação e seleção de obras de literatura

Leia mais

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e Apresentação Este livro tem o objetivo de oferecer aos leitores de diversas áreas do conhecimento escolar, principalmente aos professores de educação infantil, uma leitura que ajudará a compreender o papel

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL Élcio Aloisio Fragoso 1 INTRODUÇÃO Neste texto, faremos algumas considerações acerca do discurso simbolista no Brasil, relativamente à história

Leia mais

400 anos do cavaleiro sonhador

400 anos do cavaleiro sonhador 400 anos do cavaleiro sonhador Há 400 anos, Miguel de Cervantes publicava a primeira parte de Dom Quixote, livro que marcou a história da literatura. Críticos e estudiosos retomam a efeméride para discutir

Leia mais

Considerações sobre Walter Benjamin e a Reprodutibilidade Técnica. mais possível. Com efeito, uma certeza acerca do conceito de arte é sua indefinição

Considerações sobre Walter Benjamin e a Reprodutibilidade Técnica. mais possível. Com efeito, uma certeza acerca do conceito de arte é sua indefinição Considerações sobre Walter Benjamin e a Reprodutibilidade Técnica Danilo L. Brito (UFRJ) A arte tem sido alvo de discussões de diferentes teóricos ao longo da história, desde os gregos, com sua concepção

Leia mais

Exposição nas redes sociais: uma análise à luz da Semiótica

Exposição nas redes sociais: uma análise à luz da Semiótica Exposição nas redes sociais: uma análise à luz da Semiótica Aline Akar Daniela Paula Cardoso Sandra Rocha Ribeiro Neste artigo, abordaremos uma realidade que tem ocorrido com frequência nas redes sociais:

Leia mais

Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua

Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua É a palavra que identifica o ser humano, é ela seu substrato que possibilitou a convivência humana

Leia mais

O QUE FOI A POESIA MARGINAL

O QUE FOI A POESIA MARGINAL O QUE FOI A POESIA MARGINAL A poesia marginal ou a geração Mimeógrafo surgiu na década de 70 no Brasil, de forma a representar o movimento sociocultural que atingiu as artes e principalmente a literatura.

Leia mais

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles)

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles) FACULDADE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Curso de Bacharel em Direito Turma A Unidade: Tatuapé Ana Maria Geraldo Paz Santana Johnson Pontes de Moura Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular

Leia mais

Como a comunicação e a educação podem andar de mãos dadas 1

Como a comunicação e a educação podem andar de mãos dadas 1 Como a comunicação e a educação podem andar de mãos dadas 1 Entrevista com Ricardo de Paiva e Souza. Por Flávia Gomes. 2 Flávia Gomes Você acha importante o uso de meios de comunicação na escola? RICARDO

Leia mais

WORKSHOP Sanguecine Sanguecine

WORKSHOP Sanguecine Sanguecine WORKSHOP Sanguecine é um workshop sobre a história, a produção e o mercado de cinema de gênero em âmbito mundial. Ele é derivado de um cineclube dedicado exclusivamente ao cinema fantástico e de gênero

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES Silvia Eula Muñoz¹ RESUMO Neste artigo pretendo compartilhar os diversos estudos e pesquisas que realizei com orientação do Prof. Me. Erion

Leia mais

Anna Catharinna 1 Ao contrário da palavra romântico, o termo realista vai nos lembrar alguém de espírito prático, voltado para a realidade, bem distante da fantasia da vida. Anna Catharinna 2 A arte parece

Leia mais

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte A Bandeira Brasileira e Augusto Comte Resumo Este documentário tem como ponto de partida um problema curioso: por que a frase Ordem e Progresso, de autoria de um filósofo francês, foi escolhida para constar

Leia mais

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2008 página 1 Atenção ao olhar crítico dos professores Maria Malta Campos: Há uma enorme demanda reprimida por creches nas periferias das grandes cidades,

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

A LITERATURA COMO DESIGN GRÁFICO: DA POESIA CONCRETA AO. Autor: Angelo Mazzuchelli Garcia (mazzuchelli@bol.com.br)

A LITERATURA COMO DESIGN GRÁFICO: DA POESIA CONCRETA AO. Autor: Angelo Mazzuchelli Garcia (mazzuchelli@bol.com.br) Tese de Doutorado A LITERATURA COMO DESIGN GRÁFICO: DA POESIA CONCRETA AO POEMA-PROCESSO DE WLADEMIR DIAS PINO Autor: Angelo Mazzuchelli Garcia (mazzuchelli@bol.com.br) Orientadora: Profª. Drª. Vera Lúcia

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

SUPLEMENTO DE ATIVIDADES

SUPLEMENTO DE ATIVIDADES SUPLEMENTO DE ATIVIDADES NOME: N O : ESCOLA: SÉRIE: 1 Considerado um dos mais importantes escritores de todos os tempos, Edgar Allan Poe se inscreveu na história da literatura mundial com seu estilo inconfundível.

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

Universidade Federal Fluminense IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social Departamento de Comunicação Social Curso de Publicidade e Propaganda

Universidade Federal Fluminense IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social Departamento de Comunicação Social Curso de Publicidade e Propaganda Universidade Federal Fluminense IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social Departamento de Comunicação Social Curso de Publicidade e Propaganda Disciplinas Optativas Publicidade Carga horária total

Leia mais

Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais

Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais Renê Forster 1 Resumo: Este artigo apresenta uma das cartilhas desenvolvidas pelo Programa Surdez com informações sobre a LIBRAS e as línguas de sinais

Leia mais

SEMANA DO SERVIDOR PÚBLICO sugestão de palestrantes. Otimize seu orçamento e mantenha um bom nível de palestrantes.

SEMANA DO SERVIDOR PÚBLICO sugestão de palestrantes. Otimize seu orçamento e mantenha um bom nível de palestrantes. SEMANA DO SERVIDOR PÚBLICO sugestão de palestrantes Otimize seu orçamento e mantenha um bom nível de palestrantes. resultados positivos para os servidores? qualidade de vida fernando rocha wesley schunk

Leia mais

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1 Fotografia e Escola Marcelo Valle 1 Desde 1839, ano do registro da invenção da fotografia na França, quase tudo vem sendo fotografado, não há atualmente quase nenhuma atividade humana que não passe, direta

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate )

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate ) 1 Roteiro de Áudio Episódio 1 A língua, a ciência e a produção de efeitos de verdade Programa Hora de Debate. Campanhas de prevenção contra DST: Linguagem em alerta SOM: abertura (Vinheta de abertura do

Leia mais

MÓDULO 5 O SENSO COMUM

MÓDULO 5 O SENSO COMUM MÓDULO 5 O SENSO COMUM Uma das principais metas de alguém que quer escrever boas redações é fugir do senso comum. Basicamente, o senso comum é um julgamento feito com base em ideias simples, ingênuas e,

Leia mais

As esferas acústicas da cena e o cinema

As esferas acústicas da cena e o cinema As esferas acústicas da cena e o cinema César Lignelli Programa de Pós-Graduação em Educação UnB Doutorando Educação e Comunicação Or. Profa. Dra. Laura Coutinho Professor Assistente do Departamento de

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

TEORIAS DA COMUNICAÇÃO ENADE VOLUME

TEORIAS DA COMUNICAÇÃO ENADE VOLUME CADERNO PEDAGÓGICO TEORIAS DA COMUNICAÇÃO ENADE VOLUME 4 ISBN: 2015/1 ALUNO(A): APOIO PEDAGÓGICO: NUCLEO DE FORMAÇÃO GERAL ANNA PAULA SOARES LEMOS JOAQUIM HUMBERTO COELHO DE OLIVEIRA LUCIMAR LEVEGNHAGEN

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º MU096- CANTO 1A OBRIG 0 60 60 2.0 Fórmula: MU055 MU055- PERCEPCAO RITMICA MU271- CANTO CORAL 1 OBRIG 0 30 30 1.0 Fórmula: MU096 MU096- CANTO 1A PRÁTICA DA POLIFONIA VOCAL A DUAS E TRÊS VOZES.

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

Missão. Objetivo Geral

Missão. Objetivo Geral SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO Curso: CINEMA E AUDIOVISUAL Missão O Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estácio de Sá tem como missão formar um profissional humanista, com perfil técnico e artístico

Leia mais

Ciências Sociais. Objetivos. Max Weber, Alemanha 1864-1920. Visão de mundo e pressupostos metodológicos Max Weber. Prof.

Ciências Sociais. Objetivos. Max Weber, Alemanha 1864-1920. Visão de mundo e pressupostos metodológicos Max Weber. Prof. Ciências Sociais Prof. Paulo Barrera Visão de mundo e pressupostos metodológicos Max Weber Objetivos a) Discutir conceitos básicos da sociologia weberiana, tais como ação social, racionalização, tipos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

FERNANDO PESSOA [Professor de filosofia da UFES e organizador dos Seminários Internacionais Museu Vale]

FERNANDO PESSOA [Professor de filosofia da UFES e organizador dos Seminários Internacionais Museu Vale] Os Seminários Internacionais Museu Vale FERNANDO PESSOA [Professor de filosofia da UFES e organizador dos Seminários Internacionais Museu Vale] O propósito desta introdução, além de apresentar a oitava

Leia mais

GRADE CURRICULAR DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS: ESTUDOS LITERÁRIOS DA UFMG

GRADE CURRICULAR DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS: ESTUDOS LITERÁRIOS DA UFMG GRADE CURRICULAR DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS: ESTUDOS LITERÁRIOS DA UFMG DISCIPLINAS DAS ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO Área de concentração: TEORIA DA LITERATURA - NÍVEL MESTRADO DISCIPLINAS CRÉDITOS

Leia mais

O MUNDO É A CASA DO HOMEM

O MUNDO É A CASA DO HOMEM O MUNDO É A CASA DO HOMEM Nichan Dichtchekenian Há dois motivos principais que me levam a fazer esta apresentação: O primeiro é fazer um esclarecimento e uma defesa da Fenomenologia, buscando, este esclarecimento,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 17 Discurso após a cerimónia de assinatura

Leia mais

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. ANA PAULA CORDEIRO ARTE ARTE? O QUE É? QUAL SUA NECESSIDADE? QUAL SUA FUNÇÃO? ARTE: O QUE É? ARTE Uma forma de criação de linguagens- a linguagem visual,

Leia mais

UFV Catálogo de Graduação 2014 383 COMUNICAÇÃO SOCIAL - JORNALISMO. COORDENADORA Mariana Lopes Bretas marianabretas@ufv.br

UFV Catálogo de Graduação 2014 383 COMUNICAÇÃO SOCIAL - JORNALISMO. COORDENADORA Mariana Lopes Bretas marianabretas@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2014 383 COMUNICAÇÃO SOCIAL - JORNALISMO COORDENADORA Mariana Lopes Bretas marianabretas@ufv.br 384 Currículos dos Cursos do CCH UFV Bacharelado ATUAÇÃO O jornalista é um profissional

Leia mais

MisturaBOA. Uma seleção de boas notícias e boas ideias para se viver melhor. Revista SAÚDE BOAS NOTICIAS E BOAS IDEIAS PARA SE VIVER MELHOR

MisturaBOA. Uma seleção de boas notícias e boas ideias para se viver melhor. Revista SAÚDE BOAS NOTICIAS E BOAS IDEIAS PARA SE VIVER MELHOR Revista MisturaBOA BOAS NOTICIAS E BOAS IDEIAS BOAS NOTICIAS PARA SE VIVER MELHOR E BOAS IDEIAS PARA SE VIVER MELHOR Uma seleção de boas notícias e boas ideias para se viver melhor Projeto 2015 conceito

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987)

O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987) O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987) Blanca de Souza Viera MORALES (UFRGS) Para Pêcheux e Gadet a lingüística não pode reduzir-se

Leia mais

Faltam boas entrevistas ao jornalismo diário brasileiro

Faltam boas entrevistas ao jornalismo diário brasileiro 1 www.oxisdaquestao.com.br Faltam boas entrevistas ao jornalismo diário brasileiro Texto de CARLOS CHAPARRO A complexidade dos confrontos da atualidade, em especial nos cenários políticos, justificaria

Leia mais

A criança e as mídias

A criança e as mídias 34 A criança e as mídias - João, vá dormir, já está ficando tarde!!! - Pera aí, mãe, só mais um pouquinho! - Tá na hora de criança dormir! - Mas o desenho já tá acabando... só mais um pouquinho... - Tá

Leia mais

Arte como mercadoria: crítica materialista desde Benjamin. A comunicação propõe discutir a idéia de que entre Walter Benjamin e Siegfried Kracauer

Arte como mercadoria: crítica materialista desde Benjamin. A comunicação propõe discutir a idéia de que entre Walter Benjamin e Siegfried Kracauer Arte como mercadoria: crítica materialista desde Benjamin Francisco Alambert 1 Resumen: A comunicação propõe discutir a idéia de que entre Walter Benjamin e Siegfried Kracauer formulou-se uma chave dialética

Leia mais

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005.

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. 1 RESENHA Mónica Santos Pereira Defreitas 1 SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. O livro de Lúcia Santaella, Por que as comunicações e as artes estão

Leia mais

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA Juliany Teixeira Reis 1 Judite Gonçalves Albuquerque 2 Esta pesquisa foi inicialmente objeto de uma monografia de graduação

Leia mais

A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação

A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação Beatrice Rossotti rossottibeatrice@gmail.com Instituto de História, 9º período

Leia mais

universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I

universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: a escolha do tema. Delimitação, justificativa e reflexões a cerca do tema.

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Centro de Comunicação e Letras Curso de Letras

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Centro de Comunicação e Letras Curso de Letras ÁREAS DE ORIENTAÇÕES DOS PROFESSORES DO CURSO DE LETRAS (Licenciatura e Bacharelado) DOCENTE Área(s) de orientação Temas preferenciais de orientação Alexandre - Literatura - Elaboração de propostas Huady

Leia mais

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística?

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? Universidade de São Paulo benjamin@usp.br Synergies-Brésil O Sr. foi o representante da Letras junto à CAPES. O Sr. poderia explicar qual

Leia mais

célia collet mariana paladino kelly russo

célia collet mariana paladino kelly russo Apresentação Este livro é produto de uma inquietação resultante de nossas pesquisas e de práticas docentes e de extensão universitária, ao apreender o modo como as culturas e as histórias indígenas são

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO Sequência de aulas de História Autora: Professora Vanessa Maria Rodrigues Viacava

Leia mais

Um forte elemento utilizado para evitar as tendências desagregadoras das sociedades modernas é:

Um forte elemento utilizado para evitar as tendências desagregadoras das sociedades modernas é: Atividade extra Fascículo 3 Sociologia Unidade 5 Questão 1 Um forte elemento utilizado para evitar as tendências desagregadoras das sociedades modernas é: a. Isolamento virtual b. Isolamento físico c.

Leia mais

Bordas e dobras da imagem teatral Angela Materno Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Bordas e dobras da imagem teatral Angela Materno Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro Bordas e dobras da imagem teatral Angela Materno Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro RESUMO: A autora problematiza a questão da imagem teatral, vista além do pictórico que se inscreve no tempo

Leia mais

Colégio Cenecista Dr. José Ferreira

Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Colégio Cenecista Dr. José Ferreira QUADRINHOS NA CIÊNCIAS Área de Concentração: Ciências Naturais Disciplina de Concentração: Ciências Professores: Maria José Lima, Polyana Noronha e Thaianne Lopes Uberaba

Leia mais

difusão de idéias AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM

difusão de idéias AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM Celso João Ferretti: o processo de desintegração da educação atingiu em menor escala as escolas técnicas.

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2003

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2003 RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2003 1 Índice: 1. Março 1.1. Sarau Poético: POESIA, Substantivo Feminino 2. Abril 2.1. Mostra de Cinema Infantil: TAINÁ Uma Aventura na Amazônia 2.2. Exposição de Quadros PONTE

Leia mais

Yahoo Grupos e Educação Matemática. Meios Computacionais no Ensino da Matemática. Professor: Dr. Jaime Carvalho e Silva

Yahoo Grupos e Educação Matemática. Meios Computacionais no Ensino da Matemática. Professor: Dr. Jaime Carvalho e Silva Yahoo Grupos e Educação Matemática Meios Computacionais no Ensino da Matemática Professor: Dr. Jaime Carvalho e Silva Débora Naiure Araujo Costa Mestrado em Ensino da Matemática 2012-2013 Introdução Vendo

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS ANEXO II DA RESOLUÇÃO CEPEC nº 680 EMENTAS DAS DISCIPLINAS DISCIPLINAS DA ÁREA DE PORTUGUÊS: Introdução aos estudos da Linguagem Panorama geral dos fenômenos da linguagem e suas abordagens científicas.

Leia mais

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS BRASÍLIA ECHARDT VIEIRA (CENTRO DE ATIVIDADES COMUNITÁRIAS DE SÃO JOÃO DE MERITI - CAC). Resumo Na Baixada Fluminense, uma professora que não está atuando no magistério,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS TEXTO DE APOIO

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS TEXTO DE APOIO AULA 2.2 - A SIGNIFICAÇÃO NA ARTE TEXTO DE APOIO 1. A especificidade da informação estética Teixeira Coelho Netto, ao discutir a informação estética, comparando-a à semântica, levanta aspectos muito interessantes.

Leia mais

CURIOSIDADE É UMA COCEIRA QUE DÁ NAS IDÉIAS

CURIOSIDADE É UMA COCEIRA QUE DÁ NAS IDÉIAS PAUTA DO ENCONTRO Início : 13hs30 1. Parte teórica 20 2. Oficina elaboração de mapas conceituais e infográficos ( processo) 40 3. Socialização dos resultados ( produto) 40 4. Avaliação geral da proposta

Leia mais

CRIARCONTEXTO: ANÁLISE DO DISCURSO NAS LETRAS DE MÚSICA 1. Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás, CEP - 74001-970, Brasil

CRIARCONTEXTO: ANÁLISE DO DISCURSO NAS LETRAS DE MÚSICA 1. Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás, CEP - 74001-970, Brasil CRIARCONTEXTO: ANÁLISE DO DISCURSO NAS LETRAS DE MÚSICA 1 Juliana Dionildo dos Santos 2 e Eliane Marquez da Fonseca Fernandes 3 Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás, CEP - 74001-970, Brasil

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PROGRAD

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PROGRAD LETRAS CURRÍCULO 4 Matriz Curricular 2014/2 Mariana Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) LICENCIATURA EM LÍNGUA PORTUGUESA CÓDIGO DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS PRÉ-REQUISITO PER LET701 Estudos Clássicos

Leia mais

Educação familiar e escolar para o terceiro milênio. nosso tema

Educação familiar e escolar para o terceiro milênio. nosso tema Prefácio As pessoas já têm mil noções feitas bem antigas! com relação à palavra educação. Os pais e a escola têm de ensinar para as crianças, em palavras e só com palavras, quase tudo sobre os conhecimentos

Leia mais

Shusterman insere cultura pop na academia

Shusterman insere cultura pop na academia São Paulo, quinta, 21 de maio de 1998 Shusterman insere cultura pop na academia PATRICIA DECIA da Reportagem Local O filósofo americano leva a cultura pop à academia. Em "Vivendo a Arte - O Pensamento

Leia mais

AÇOUGUE CULTURAL T-BONE LER PARA CRESCER

AÇOUGUE CULTURAL T-BONE LER PARA CRESCER AÇOUGUE CULTURAL T-BONE LER PARA CRESCER BRASÍLIA / DF 1 APRESENTAÇÃO O Açougue Cultural T-Bone desenvolve desde 2003 vários projetos na área da cultura, o principal é a Biblioteca Comunitária T-Bone,

Leia mais

Palestra Virtual. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org.br

Palestra Virtual. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org.br Palestra Virtual Promovida pelo http://www.irc-espiritismo.org.br Tema: Mediunidade (Consciência, Desenvolvimento e Educação) Palestrante: Vania de Sá Earp Rio de Janeiro 16/06/2000 Organizadores da palestra:

Leia mais

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL RESUMO Caroline Ferreira 1 O objetivo deste artigo é falar sobre Noticia institucional e o interesse cada vez maior das empresas em cuidar da sua imagem institucional.

Leia mais

O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA

O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA Fernanda Mara Cruz (SEED/PR-PG-UFF) Introdução Os processos de ensinar e aprender estão a cada dia mais inovadores e com a presença de uma grande variedade

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE INDIVÍDUO, NATUREZA E CULTURA: ELEMENTOS PARA PENSAR A RELAÇÃO INSTRUMENTAL COM O MEIO AMBIENTE.

A RELAÇÃO ENTRE INDIVÍDUO, NATUREZA E CULTURA: ELEMENTOS PARA PENSAR A RELAÇÃO INSTRUMENTAL COM O MEIO AMBIENTE. A RELAÇÃO ENTRE INDIVÍDUO, NATUREZA E CULTURA: ELEMENTOS PARA PENSAR A RELAÇÃO INSTRUMENTAL COM O MEIO AMBIENTE. Juliana de Castro Chaves 1 ; Zuzy dos Reis Pereira 2 1 Professora Doutora da UnUCSEH-UEG

Leia mais

um TCC sem cometer PLÁGIO?

um TCC sem cometer PLÁGIO? Aula Reforço com base na NBR 10520 (ABNT) Prof. MSc Ricardo Aureliano Como transcrever textos para um TCC sem cometer PLÁGIO? Não há problema algum de se recortar e colar textos que se encontram na internet

Leia mais

O PROGRAMA. Colunistas fixos irão falar sobre moda, gastronomia, tecnologia, cinema e estilo.

O PROGRAMA. Colunistas fixos irão falar sobre moda, gastronomia, tecnologia, cinema e estilo. O PROGRAMA Claquete, sua revista eletrônica de entretenimento. Claquete: Sua revista eletrônica de entretenimento. Com seu bom humor e curiosidade característicos, Otávio Mesquita apresenta os bastidores

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO Igor Guterres Faria¹ RESUMO: Este estudo é parte integrante do projeto de pesquisa de iniciação científica

Leia mais

A Busca pela Construção do Conhecimento e a Transformação das Realidades

A Busca pela Construção do Conhecimento e a Transformação das Realidades A Busca pela Construção do Conhecimento e a Transformação das Realidades Como vimos na unidade anterior, é próprio do homem buscar e produzir conhecimento para tentar melhorar sua realidade. Portanto,

Leia mais

Aula 2: Projeto de pesquisa

Aula 2: Projeto de pesquisa 1 Metodologia da Pesquisa Científica Aula 2: Projeto de pesquisa 1 O projeto de pesquisa O projeto de pesquisa é a base da organização do seu trabalho de pesquisa. Ao elaborar o projeto você organiza suas

Leia mais

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90.

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90. porta aberta Nova edição Geografia 2º ao 5º ano O estudo das categorias lugar, paisagem e espaço tem prioridade nesta obra. 25383COL05 Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4,

Leia mais

TÍTULO / TÍTULO: A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA AUDIOVISUAL ENTRE O TELEJORNALISMO E O CINEMA

TÍTULO / TÍTULO: A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA AUDIOVISUAL ENTRE O TELEJORNALISMO E O CINEMA TÍTULO / TÍTULO: A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA AUDIOVISUAL ENTRE O TELEJORNALISMO E O CINEMA AUTOR / AUTOR: Iara Cardoso INSTITUIÇÃO / INSTITUCIÓN: Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) Unicamp,

Leia mais

Como resultado da preparação desse I Workshop foram formalizadas orientações básicas para formatação de um projeto cultural que seguem abaixo.

Como resultado da preparação desse I Workshop foram formalizadas orientações básicas para formatação de um projeto cultural que seguem abaixo. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO CULTURAIS A Fundação Cultural do Estado da Bahia tem como missão fomentar o desenvolvimento das Artes Visuais, Dança, Música, Teatro, Circo, Audiovisual, Culturas

Leia mais

Entendendo a Nova Ordem Digital. Há uma nova Ordem Mundial, a Ordem Digital.

Entendendo a Nova Ordem Digital. Há uma nova Ordem Mundial, a Ordem Digital. 1 2 Entendendo a Nova Ordem Digital Há uma nova Ordem Mundial, a Ordem Digital. Responsável por uma revolução jamais vista, afeta todas as nossas formas de relacionamento, das pessoais às COMERCIAIS. Surge

Leia mais

Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho Psicologia Integral Disciplina: Antropologia II. Sexualidade, Desvio e Norma Permissões e Limites

Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho Psicologia Integral Disciplina: Antropologia II. Sexualidade, Desvio e Norma Permissões e Limites Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho Psicologia Integral Disciplina: Antropologia II Sexualidade, Desvio e Norma Permissões e Limites Mariana Cervi Marques Fernandes RA 922901 Resumo Dos

Leia mais