ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL"

Transcrição

1 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL Élcio Aloisio Fragoso 1 INTRODUÇÃO Neste texto, faremos algumas considerações acerca do discurso simbolista no Brasil, relativamente à história das ideias linguísticas no Brasil, tendo como nosso referencial teórico-metodológico a Análise de Discurso de linha francesa, na perspectiva de Michel Pêcheux. Pretenderemos, aqui, compreender o(s) sentido(s) do discurso simbolista brasileiro. Por que, em seus discursos, os poetas simbolistas recorreram ao intuitivo, ao sugestivo, ao subjetivo, ao misticismo, ao espiritualismo, ao sonho, ao inconsciente, à religiosidade, à musicalidade, etc.? Qual a justificativa para isso? Sabemos que o Simbolismo constituiu um discurso, relativo à literatura 2, produzido no final do século XIX, em que seus autores imprimiam em suas obras (por meio de uma linguagem poética que se manifestava na musicalidade/sonoridade, na sinestesia, na sugestão sensorial, etc.) 3 um certo descontentamento, em relação à visão de mundo cientificista/positivista defendida pelo discurso realista/naturalista, na prosa e pelo discurso parnasiano, na poesia. 1 Doutor em Linguística, com ênfase em Análise de Discurso, pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Professor Adjunto da Universidade Federal de Rondônia UNIR Departamento de Línguas Vernáculas. para contato: 2 Em nossos trabalhos, concebemos a literatura em sua articulação à língua, que intervém na relação entre a língua, o sujeito e o Estado (FRAGOSO, 2001, p. 43). 3 De nosso ponto de vista, não ficaremos na evidência do sentido poético, instituído pelo discurso literário, uma vez que não entendemos a linguagem literária como sendo inerente a este discurso, ou seja, que nasce com ele, mas sim enquanto um efeito de sentido produzido pelo funcionamento ideológico deste discurso (o discurso literário). O discurso literário sustenta o efeito de sentido literário em seu funcionamento próprio. 1

2 Como este discurso significava a nossa língua, a nossa literatura, o cidadão brasileiro e a sociedade brasileira que estava se constituindo com o advento da Proclamação da República (sua implementação)? O que este acontecimento representou em termos de constituição de uma cidadania brasileira? Qual o sentido de cidadania que vemos funcionando no discurso simbolista brasileiro? O discurso simbolista brasileiro deslocava sentidos para nossa sociedade que era significada, neste discurso, como não tendo um referente constituído e instituído. Um dos efeitos de sentido mais interessantes, produzido pelo discurso simbolista brasileiro consiste em evidenciá-lo como não tendo relação nenhuma com o social, com o histórico. Seria uma espécie de discurso em que não existiria uma conjuntura histórica. Um acontecimento sem história, sem memória. Este efeito está evidenciado no fato de que o discurso simbolista brasileiro definiu-se pelo isolamento do autor da sociedade em que ele está inserido, bem como por este discurso recorrer ao espiritual, ao místico, ao transcendental, ao subconsciente, ao existencial, etc. Esses sentidos aparecem como evidentes nas produções de nossos autores simbolistas. Entretanto, essa transparência precisa ser desfeita, quando se propõe uma análise, do ponto de vista discursivo, que introduz conceitos como: história, ideologia, sujeito, língua, memória discursiva, entre outros. Portanto, buscaremos compreender esse efeito de sentido produzido por este discurso, a fim de descrever o funcionamento da ideologia nas práticas sociais do final do século XIX. O discurso simbolista brasileiro como um todo se constituiu sob o efeito de um discurso sem referente. Como explicar isso? Que fenômeno linguístico-discursivo é este? A FORMA MATERIAL DO ESTILO LITERÁRIO SIMBOLISTA BRASILEIRO A seguir, faremos uma breve explanação das condições de produção, no sentido mais geral, do discurso simbolista. Mas não ficaremos nessa relação lógica entre os fatos históricos e a forma material do estilo literário simbolista. 2

3 Para nós, o discurso não é um reflexo da situação, nem está mecanicamente determinado por ela (ORLANDI, 2012, p. 73). O advento da Segunda Revolução Industrial reclamou transformações urgentes nas civilizações europeias que, consequentemente, tiveram que modificar a sua organização social, econômica e política. Ou seja, com o progresso científico e tecnológico nascia também a emergência da formação de um pensamento voltado para os benefícios que essa revolução trazia consigo. Portanto, pensava-se que esses avanços científicos e tecnológicos resolveriam os problemas da humanidade, ou promoveriam o seu crescimento e o seu progresso. Temos, então, a instalação da filosofia positivista como decorrência do discurso científico/tecnológico. Não se tratava de uma relação de causa e consequência entre este acontecimento da Segunda Revolução Industrial e a forma de organização social que resultou a partir dele. De nossa perspectiva, queremos entender como este acontecimento significou a organização social e de qual forma. Por outro lado, com a instalação desse pensamento científicotecnológico nas civilizações europeias (o científico como instrumento de dominação) 4 surge também o interesse destas em novos mercados (consumidores e produtores de matéria-prima) e de estender os seus domínios ao resto do mundo (África e Ásia). A industrialização levou as nações europeias à concorrência econômica. Porém, o pensamento em alargar os seus domínios e em lucrar com fontes primárias, acaba desencadeando a Primeira Guerra Mundial, ou seja, essas buscas iniciadas pelas civilizações industriais europeias pelo mundo africano e asiático determinaram o acontecimento da Primeira Guerra Mundial. Esse processo científico e tecnológico (essa forma de significar a sociedade), advindo da Revolução Industrial, que, como já dissemos, determinou uma nova ordem para o pensamento social, vai conduzir também 4 Estamos interpretando esse acontecimento da forma como Pêcheux (1994, p. 56) nos propõe uma reflexão acerca da evidência que recobre o abismo (o distanciamento) criado entre a cultura literária e a científica, ao longo de toda uma história das ideias que vai do século XVIII ao século XX. 3

4 para uma nova divisão social, ou seja, a divisão social que é instaurada pelo capitalismo: a classe burguesa x a classe proletária, o dominante x o dominado, o rico x o pobre, a elite x a maioria da população (classe média e proletariado), os empreendedores capitalistas x a classe trabalhadora, etc. Com o progresso industrial vai surgir uma nova classe dominadora: a burguesia industrial (a elite dirigente). Desse modo, o final do século XIX é marcado por essa tensão provocada pelos efeitos de sentido produzidos por este discurso científicotecnológico, pois as transformações decorrentes desse acontecimento discursivo, que exigia uma mudança em relação ao modo de pensar e viver (a instalação de um pensamento/sentido sustentado na esperança positivista e nas promessas de bem-estar social), confrontaram-se com outras posições que defendiam outro ponto de vista em relação à compreensão deste discurso científico-tecnológico. Sentidos estes que têm sua constituição em outro lugar, em outra(s) formação(ões) discursiva(s) 5. Dessa forma, entram outros sentidos em circulação que levam à intranquilidade, ao pessimismo, ao niilismo, ao cansaço, à depressão, à crise, etc., visto que problemas sociais como a miséria e as doenças aumentavam. O discurso simbolista ocorreu paralelamente ao discurso que dominou toda essa época, o discurso técnico-científico que despontava como o discurso que realizaria a humanidade. Era o final de um século, e por isso mesmo o medo de que o mundo fosse acabar, as angústias, o misticismo, a religiosidade, etc., eram sentidos retomados pelos sujeitos através de uma memória discursiva. O pensamento filosófico de Schopenhauer, expresso, sobretudo, na obra O mundo como vontade e representação 6 (1819), a Filosofia do inconsciente 5 Segundo Orlandi, a formação discursiva se define como aquilo que numa formação ideológica dada (isto é, a partir de uma posição dada em uma conjuntura sócio-histórica dada) determina o que pode e deve ser dito. (ORLANDI, 2012, p. 77). 6 Concluo aqui a segunda parte capital da minha exposição na esperança de que (...) terei logrado comunicar a certeza distinta de que este mundo, no qual vivemos e existimos, é, 4

5 (1869), de Eduardo Von Hartmann, a teoria fisiológica da música (1863), de Helmotz, as ideias de Wagner acerca da fusão das artes, a Física de Einstein e, posteriormente, as ideias de Bergson acerca da intuição e da oposição dos tempos psicológico e cronológico vão marcar, singularmente, o discurso simbolista. Também as produções de Freud (1899/1900, 1905), relativas à descoberta pelo eu nas zonas mais profundas que habita o ser: o inconsciente e o subconsciente e às relativas ao sonho, constituem referências para a produção do discurso simbolista. Tendo em vista estes elementos históricos, queremos compreender a perspectiva defendida pelo discurso simbolista e o porquê dessa tomada de posição e não outra. Podemos afirmar, então, que foram estas as condições que permitiram a produção do discurso simbolista. Um discurso, cujo sentido, apoia-se na religiosidade, no misticismo, no espiritualismo, no subjetivismo, no sonho, etc. Para nós, o sentido defendido pelo discurso simbolista resulta das ideias decorrentes daquela época. Ressaltamos que a constituição das ideias em uma determinada época não resulta de fatores lógicos, de uma relação em que o histórico entraria como moldura ou contorno para a criação de ideias. De nossa perspectiva, a constituição das ideias envolve fatores ideológicos e históricos que são determinantes das práticas teóricas, próprias de uma formação social. Nesse sentido, o discurso simbolista tem uma espessura histórico/temporal, passível de ser descrita, isto é, não se trata de um sentido que é inerente ao próprio discurso. Este discurso, portanto, não está vinculado à ideia do vago, da essência, do transcendental, etc., como tendo origem nele mesmo, como sendo próprio dele (do discurso simbolista). Estamos afirmando que o sentido do discurso simbolista não deve ser procurado nele mesmo (o sentido sendo ele mesmo). Segundo o que pensamos, é preciso procurar segundo toda a sua natureza, absolutamente VONTADE e absolutamente REPRESENTAÇÃO. (SCHOPENHAUER, 2005, p. 228). 5

6 entender o porquê de um sentido e não outro, ou seja, deve-se procurar saber por que se diz uma coisa e não outra. É por isso que entendemos que é necessário alargar a nossa compreensão acerca de um certo objeto. O que pretendemos com esta análise é mostrar as filiações discursivas assumidas pelo discurso simbolista para compreender o que é dito neste discurso. Os autores simbolistas brasileiros produziram suas obras (seus discursos) a partir de um gesto de interpretação de caráter ideológico. Não há sentido sem interpretação e não há interpretação sem a presença da ideologia (ORLANDI, 1996, p. 84). O momento histórico em que este acontecimento discursivo irrompeu conta decisivamente na compreensão do acontecimento em si mesmo. Pensamos que é preciso apontar às relações para chegarmos ao(s) sentido(s) de um determinado discurso. Portanto, para compreender o(s) sentido(s) do discurso simbolista, tivemos que nos perguntar, primeiramente, o que estava sendo dito nestas produções e o momento histórico em que isto foi feito, a fim de que pudéssemos ouvir os motivos que estavam funcionando através desse discurso. Estamos diante de um acontecimento linguístico-discursivo que fez estremecer / vibrar a língua, trabalhando a sua própria materialidade, que fez significar esta materialidade significante, em outras palavras, que expôs o real da língua (PÊCHEUX, 2002, p. 51). Dessa perspectiva, o discurso simbolista, tendo em vista o momento histórico em que foi produzido, deu visibilidade para sentidos específicos, como o de religiosidade, espiritualidade, subjetividade, etc. Estes sentidos foram silenciados pelo discurso científico-tecnológico predominante nesta época. Não acreditamos que estes sentidos nasceram na cabeça dos autores simbolistas, temos aí processos de significação em que conta a posição assumida pelo sujeito do discurso para a construção do significado. 6

7 Certamente que estes sentidos têm suas singularidades. Não se trata de uma religiosidade qualquer, ou de uma subjetividade aparentemente igual à de uma outra época. É nesse ponto que entendemos que as teorias que sustentaram o discurso simbolista se relacionam, constituindo suas filiações discursivas específicas. Por exemplo, a subjetividade pretendida pelo discurso simbolista fundamentava-se na busca do próprio eu (do mundo interior, que é invisível e impalpável), do desconhecido, da essência do ser humano, do inconsciente, do subconsciente. No caso, o que pretendemos mostrar é a singularidade do discurso simbolista brasileiro, relativamente à história da língua no Brasil, é este o recorte que estamos fazendo neste trabalho. Qual a singularidade deste discurso, em relação à constituição de uma língua/literatura no Brasil e que efeitos de sentidos estão em jogo nesse processo histórico de construção de nossa cidadania, nossa identidade? CONCLUSÃO Para concluir, ressaltaremos (e retomaremos) alguns pontos decisivos que foram discutidos neste texto, acerca de nosso objeto de estudo, a saber: o discurso simbolista brasileiro. Procuramos compreender o funcionamento deste discurso relativamente à constituição da história das ideias linguísticas no Brasil e verificamos que este discurso, no seu modo mesmo de (se) significar, realizou deslocamentos de sentidos no que se refere à construção da singularidade/individualidade da nossa língua. Este discurso construía uma língua cujo referente encontrava-se no interior do próprio falante desta língua, isto é, este discurso, ao buscar expressar a nossa interioridade, o nosso eu, a nossa essência, a nossa espiritualidade, construía uma língua que expressava a nossa natureza humana, as nossas angústias, frente aos nossos problemas sócio-políticos do final do século XIX. Entretanto, observamos que o cidadão brasileiro se significava numa relação com a nossa constituição humana, a nossa essência humana e não social. Este foi o efeito de língua nacional que pudemos observar com a análise que empreendemos acerca do discurso 7

8 simbolista brasileiro. Essa nossa língua refletia a complexidade de expressar a nossa essência, o nosso lado humano, o espiritual, e, resulta disso, o apelo à valorização da materialidade significante em detrimento do significado na produção de sentidos para esta língua (a nacional), sentidos estes que se filiam à teoria filosófica de Schopenhauer (1819), bem como às descobertas de Freud (1899/1900, 1905) acerca do inconsciente. Essa nossa análise mostrou a construção de uma língua na sua articulação à literatura em território nacional, na conjuntura histórica de produção do discurso simbolista brasileiro. Este discurso, de nossa perspectiva, explicitou a relação constitutiva em que se deu a construção de uma sociedade, e de suas instituições, do Estado, do sujeito em um dado momento histórico, o final do século XIX e início do século XX, no Brasil. Outra noção que problematizamos neste texto foi a de estilo, à luz da Análise de Discurso materialista. Por estilo, entendemos a forma como se trabalha a língua, discursiva e historicamente falando, para produzir efeitos de sentidos sobre ela mesma (FRAGOSO, 2001, p. 36). Pela noção de estilo, pudemos compreender a forma como o discurso simbolista brasileiro (enquanto um processo discursivo) trabalhou a língua portuguesa produzindo efeitos de sentido próprios à nossa individualidade, pensando essa relação constitutiva entre língua, sociedade, discurso, sujeito, Estado e identidade. REFERÊNCIAS AUROUX, S. A revolução tecnológica da gramatização. Campinas: Editora da Unicamp, BILAC, Olavo. Poesias. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, FRAGOSO, É. A. A relação entre língua (escrita) e literatura (escritura) na perspectiva da história da língua no Brasil. Dissertação de mestrado, Campinas, SP: IEL-UNICAMP, FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. São Paulo: Edições Loyola,

9 FREUD, Sigmund. Os chistes e sua relação com o inconsciente Vol. VIII. In: Obras completas. Rio de Janeiro: Imago Editora Ltda, FREUD, Sigmund. Além do princípio do prazer, psicologia de grupo e a análise do Ego. In: Obras completas. Rio de janeiro: Imago Editora Ltda, LACAN, J. A instância da Letra no inconsciente ou a razão desde Freud. In: LACAN, J. Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, Conferência proferida em 1955 (original publicado em 1957). MEDEIROS E ALBUQUERQUE, José J. de Campos da Costa. Pecados. Rio de Janeiro: Papelaria Parisiense, ORLANDI, E. P. Interpretação: autoria, leitura e efeitos do trabalho simbólico. Petrópolis: Editora Vozes, ORLANDI, E. P. Língua e conhecimento linguístico para uma história das ideias no Brasil. São Paulo: Cortez, ORLANDI, E. P. (Org.). Discurso e políticas públicas urbanas a fabricação do consenso. Campinas, Editora RG, ORLANDI, E. P. Discurso e leitura. 9ª ed. São Paulo: Cortez, PÊCHEUX, M. O discurso: estrutura ou acontecimento. Campinas: Pontes Editores, PÊCHEUX, M. Ler o arquivo hoje. In: ORLANDI, E. P. (org.) [et al.]. Gestos de leitura da história no discurso. Tradução: Bethania S. C. Mariani [et al.], Campinas: Editora da UNICAMP, RODRÍGUEZ-ALCALÁ, Carolina. Língua, nação e nacionalismo um estudo sobre o Guarani no Paraguai. Tese de Doutorado, Campinas: IEL-UNICAMP, SCHOPENHAUER, Arthur. O mundo como vontade e como representação. São Paulo: Editora UNESP, 2005 (original publicado em 1819). SOUSA, Cruz e. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, SOUSA, Cruz e. Poesias completas de Cruz e Sousa: Broquéis, Faróis e Últimos Sonetos. São Paulo: Ediouro,

UMA ANÁLISE DISCURSIVA DE DICIONÁRIOS* Joelma Aparecida Bressanin joelmaab@hotmail.com Doutoranda Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT)

UMA ANÁLISE DISCURSIVA DE DICIONÁRIOS* Joelma Aparecida Bressanin joelmaab@hotmail.com Doutoranda Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) Introdução UMA ANÁLISE DISCURSIVA DE DICIONÁRIOS* Joelma Aparecida Bressanin joelmaab@hotmail.com Doutoranda Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) O projeto História das Ideias Linguísticas 1

Leia mais

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 FORMAÇÃO

Leia mais

O FUNCIONAMENTO DA INCLUSÃO/EXCLUSÃO, EM RECORTES DE DISCURSOS DE SUJEITOS COTISTAS, NA UNEMAT

O FUNCIONAMENTO DA INCLUSÃO/EXCLUSÃO, EM RECORTES DE DISCURSOS DE SUJEITOS COTISTAS, NA UNEMAT O FUNCIONAMENTO DA INCLUSÃO/EXCLUSÃO, EM RECORTES DE DISCURSOS DE SUJEITOS COTISTAS, NA UNEMAT 1. Introdução Adelita Balbinot 1 Olímpia Maluf-Souza 2 As condições de produção dos discursos em torno das

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS Jorge Ferreira da Silva Filho Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Viegas Ribas Pesquisador e Consultor Psicopedagógico

Leia mais

A emergência da ideologia, da história e das condições de produção no. prefaciamento dos dicionários

A emergência da ideologia, da história e das condições de produção no. prefaciamento dos dicionários A emergência da ideologia, da história e das condições de produção no prefaciamento dos dicionários Verli PETRI vpetri@terra.com.br Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) O processo de prefaciamento/apresentação

Leia mais

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA Juliany Teixeira Reis 1 Judite Gonçalves Albuquerque 2 Esta pesquisa foi inicialmente objeto de uma monografia de graduação

Leia mais

Aula8 HETEROGENEIDADE DISCURSIVA: OS MODOS DE REPRESENTAÇÃO DO OUTRO NO DISCURSO. Eugênio Pacelli Jerônimo Santos Flávia Ferreira da Silva

Aula8 HETEROGENEIDADE DISCURSIVA: OS MODOS DE REPRESENTAÇÃO DO OUTRO NO DISCURSO. Eugênio Pacelli Jerônimo Santos Flávia Ferreira da Silva Aula8 HETEROGENEIDADE DISCURSIVA: OS MODOS DE REPRESENTAÇÃO DO OUTRO NO DISCURSO META Discutir a heterogeneidade discursiva como constitutiva da linguagem. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá:

Leia mais

A fala freada Bernard Seynhaeve

A fala freada Bernard Seynhaeve Opção Lacaniana online nova série Ano 1 Número 2 Julho 2010 ISSN 2177-2673 Bernard Seynhaeve Uma análise é uma experiência de solidão subjetiva. Ela pode ser levada suficientemente longe para que o analisante

Leia mais

ANÁLISE DO DISCURSO AULA 01: CARACTERIZAÇÃO INICIAL DA ANÁLISE DO DISCURSO TÓPICO 01: O QUE É A ANÁLISE DO DISCURSO MULTIMÍDIA Ligue o som do seu computador! OBS.: Alguns recursos de multimídia utilizados

Leia mais

JOGOS NAS AULAS DE HISTÓRIA ATRAVÉS DO PIBID: UMA POSSIBILIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO E DE INTERAÇÃO

JOGOS NAS AULAS DE HISTÓRIA ATRAVÉS DO PIBID: UMA POSSIBILIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO E DE INTERAÇÃO JOGOS NAS AULAS DE HISTÓRIA ATRAVÉS DO PIBID: UMA POSSIBILIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO E DE INTERAÇÃO Rayssa Eutália Gurjão Coutinho Borges 1 Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) E-mail: rayssagurjao@hotmail.com

Leia mais

Integração social e Segregação real: uma questão para as medidas socioeducativas no Brasil

Integração social e Segregação real: uma questão para as medidas socioeducativas no Brasil Integração social e Segregação real: uma questão para as medidas socioeducativas no Brasil Fídias Gomes Siqueira 1 Andréa Maris Campos Guerra 2 [...] a gente carecia de querer pensar somente nas coisas

Leia mais

Obesidade: um sintoma convertido no corpo. Os sentidos e os destinos do sintoma em indivíduos que se submeteram à cirurgia bariátrica.

Obesidade: um sintoma convertido no corpo. Os sentidos e os destinos do sintoma em indivíduos que se submeteram à cirurgia bariátrica. Obesidade: um sintoma convertido no corpo. Os sentidos e os destinos do sintoma em indivíduos que se submeteram à cirurgia bariátrica. REI, Vivian Anijar Fragoso [1] ; OLIVEIRA, Paula Batista Azêdo de

Leia mais

A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1

A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1 A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1 Patrícia Guedes 2 Comemorar 150 anos de Freud nos remete ao exercício de revisão da nossa prática clínica. O legado deixado por ele norteia a

Leia mais

ESCUTANDO DISCURSIVAMENTE A ESCRITA DE SUJEITOS ADOLESCENTES SOBRE QUESTÕES DE CORPO: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA

ESCUTANDO DISCURSIVAMENTE A ESCRITA DE SUJEITOS ADOLESCENTES SOBRE QUESTÕES DE CORPO: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA ESCUTANDO DISCURSIVAMENTE A ESCRITA DE SUJEITOS ADOLESCENTES SOBRE QUESTÕES DE CORPO: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA Rubens Prawucki (Centro Universitário - Católica de SC) 1- Iniciando as reflexões: O objetivo

Leia mais

O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA. Élcio Aloisio FRAGOSO 1

O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA. Élcio Aloisio FRAGOSO 1 1 O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA Élcio Aloisio FRAGOSO 1 Resumo O novo acordo ortográfico já rendeu uma série de discussões sob pontos de vistas bem distintos. O acordo

Leia mais

FANTASIAS SEXUAIS INFANTIS, AS CRIANÇAS FALAM. A intenção deste trabalho foi escutar crianças pequenas a respeito da

FANTASIAS SEXUAIS INFANTIS, AS CRIANÇAS FALAM. A intenção deste trabalho foi escutar crianças pequenas a respeito da FANTASIAS SEXUAIS INFANTIS, AS CRIANÇAS FALAM Maria Elisa França Rocha A intenção deste trabalho foi escutar crianças pequenas a respeito da sexualidade, bem como conhecer suas fantasias e as teorias que

Leia mais

O REAL DO DISCURSO NA REPRESENTAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA NA ESCRITA DA CIÊNCIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS.

O REAL DO DISCURSO NA REPRESENTAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA NA ESCRITA DA CIÊNCIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS. O REAL DO DISCURSO NA REPRESENTAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA NA ESCRITA DA CIÊNCIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS. Carolina de Paula Machado 1 A análise semântica de uma palavra, que não se paute por uma visão formal,

Leia mais

CINEMA, CULTURA E TRANSMISSÃO DA PSICANÁLISE. aspecto, a Arte e, principalmente, o Cinema, percebemos uma questão recorrente entre

CINEMA, CULTURA E TRANSMISSÃO DA PSICANÁLISE. aspecto, a Arte e, principalmente, o Cinema, percebemos uma questão recorrente entre CINEMA, CULTURA E TRANSMISSÃO DA PSICANÁLISE Tereza Raquel Tomé Adeodato Laéria Bezerra Fontenele Miguel Fernandes Vieira Filho Orlando Soeiro Cruxên Quando nos deparamos com a interseção entre Psicanálise

Leia mais

MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política

MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política ////////////////////////// Ficha de Leitura * ////////////////////////// MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política Introdução [À Crítica da Economia Política] Prefácio [Para a Crítica da Economia

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DO SUJEITO PESQUISADOR NAS AULAS DE LEITURA: CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS ATRAVÉS DAS IMAGENS

AS CONTRIBUIÇÕES DO SUJEITO PESQUISADOR NAS AULAS DE LEITURA: CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS ATRAVÉS DAS IMAGENS AS CONTRIBUIÇÕES DO SUJEITO PESQUISADOR NAS AULAS DE LEITURA: CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS ATRAVÉS DAS IMAGENS INTRODUÇÃO Ângela Mª Leite Aires (UEPB) (angelamaryleite@gmail.com) Luciana Fernandes Nery (UEPB)

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO E INSTITUIÇÕES DO SISTEMA DE JUSTIÇA PPGDIR

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO E INSTITUIÇÕES DO SISTEMA DE JUSTIÇA PPGDIR Disciplina: LINGUAGEM, DISCURSO E INSTITUIÇÕES DO SISTEMA DE JUSTIÇA. Regente: Profa. Dra. Mônica da Silva Cruz Carga horária: 60h Número de créditos: 04 Semestre letivo: 2013.2 1. EMENTA Bases epistemológicas

Leia mais

IV Congresso Internacional de Psicopatologia Fundamental X Congresso Brasileiro de Psicopatologia Fundamental. Curitiba, de 04 a 07 de Julho de 2010.

IV Congresso Internacional de Psicopatologia Fundamental X Congresso Brasileiro de Psicopatologia Fundamental. Curitiba, de 04 a 07 de Julho de 2010. IV Congresso Internacional de Psicopatologia Fundamental X Congresso Brasileiro de Psicopatologia Fundamental. Curitiba, de 04 a 07 de Julho de 2010. Os nomes dos modos de sofrimentos atuais, ou, Transtornos

Leia mais

AS REPRESENTAÇÕES DISCURSIVAS DE ALUNOS DE LÍNGUA ESPANHOLA EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL

AS REPRESENTAÇÕES DISCURSIVAS DE ALUNOS DE LÍNGUA ESPANHOLA EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL AS REPRESENTAÇÕES DISCURSIVAS DE ALUNOS DE LÍNGUA ESPANHOLA EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Élida Cristina de Carvalho Castilho 1 INTRODUÇÃO Indubitavelmente, questões sociais e econômicas sempre

Leia mais

(Re)formulação e diferença: um processo parafrástico discursivo

(Re)formulação e diferença: um processo parafrástico discursivo (Re)formulação e diferença: um processo parafrástico discursivo Greciely Cristina da Costa * Resumo: A noção de paráfrase é abordada sob distintas perspectivas lingüísticas. Neste trabalho aponto três

Leia mais

HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE

HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE Prof. Pablo Antonio Lago Hegel é um dos filósofos mais difíceis de estudar, sendo conhecido pela complexidade de seu pensamento

Leia mais

Colégio Pedro II Departamento de Filosofia Programas Curriculares Ano Letivo: 2010 (Ensino Médio Regular, Ensino Médio Integrado, PROEJA)

Colégio Pedro II Departamento de Filosofia Programas Curriculares Ano Letivo: 2010 (Ensino Médio Regular, Ensino Médio Integrado, PROEJA) Colégio Pedro II Departamento de Filosofia Programas Curriculares Ano Letivo: 2010 (Ensino Médio Regular, Ensino Médio Integrado, PROEJA) Considerações sobre o Programa de Filosofia do Ensino Médio Regular

Leia mais

Violência Simbólica: possíveis lugares subjetivos para uma criança diante da escolha materna

Violência Simbólica: possíveis lugares subjetivos para uma criança diante da escolha materna Violência Simbólica: possíveis lugares subjetivos para uma criança diante da escolha materna Henrique Figueiredo Carneiro Liliany Loureiro Pontes INTRODUÇÃO Esse trabalho apresenta algumas considerações,

Leia mais

OS DESDOBRAMENTOS DE SENTIDOS PARA O IDOSO INSTITUCIONALIZADOS

OS DESDOBRAMENTOS DE SENTIDOS PARA O IDOSO INSTITUCIONALIZADOS OS DESDOBRAMENTOS DE SENTIDOS PARA O IDOSO INSTITUCIONALIZADOS Geralda Maria de Carvalho Zaidan Universidade Estadual de Campinas-UNICAMP Introdução Este trabalho pretende constituir-se numa síntese da

Leia mais

IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo.

IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo. IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo. Rorty e o realismo como instrumento da emancipação humana Alguns filósofos 1

Leia mais

O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES

O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES Aline Patrícia da Silva (Departamento de Letras - UFRN) Camila Maria Gomes (Departamento de Letras - UFRN) Orientadora: Profª Dra.

Leia mais

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS Victória Junqueira Franco do Amaral -FFCLRP-USP Soraya Maria Romano Pacífico - FFCLRP-USP Para nosso trabalho foram coletadas 8 redações produzidas

Leia mais

UM OLHAR SOBRE A IDENTIDADE SURDA

UM OLHAR SOBRE A IDENTIDADE SURDA UM OLHAR SOBRE A IDENTIDADE SURDA Márcia do Socorro E. da Silva 1 INTRODUÇÃO Há uma luta pela prevalência sobre os poderes e os saberes que operam nas sociedades e o palco desta luta é o meio social como

Leia mais

BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS

BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS Petrilson Alan Pinheiro (petrilsonpinheiro@yahoo.com.br petripinheiro@yahoo.com) RESUMO O grande interesse por questões acerca das

Leia mais

REPRESENTAÇÕES DE CULTURA SURDA DE ALUNOS DA DISCIPLINA FUNDAMENTOS DE LIBRAS

REPRESENTAÇÕES DE CULTURA SURDA DE ALUNOS DA DISCIPLINA FUNDAMENTOS DE LIBRAS Introdução REPRESENTAÇÕES DE CULTURA SURDA DE ALUNOS DA DISCIPLINA FUNDAMENTOS DE LIBRAS Ana Rachel Carvalho Leão 1 Este trabalho tem por objetivo apresentar algumas representações sobre cultura surda

Leia mais

DE NOEL ROSA E A CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ENUNCIATIVO DA DIRETIVIDADE ARGUMENTATIVA NO PROCESSO DE LEITURA

DE NOEL ROSA E A CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ENUNCIATIVO DA DIRETIVIDADE ARGUMENTATIVA NO PROCESSO DE LEITURA A MÚSICA POSITIVISMO DE NOEL ROSA E A CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ENUNCIATIVO DA DIRETIVIDADE ARGUMENTATIVA NO PROCESSO DE LEITURA Josegleide Elioterio dos Santos gleideelioterio@hotmail.com

Leia mais

A MEMÓRIA DISCURSIVA DE IMIGRANTE NO ESPAÇO ESCOLAR DE FRONTEIRA

A MEMÓRIA DISCURSIVA DE IMIGRANTE NO ESPAÇO ESCOLAR DE FRONTEIRA A MEMÓRIA DISCURSIVA DE IMIGRANTE NO ESPAÇO ESCOLAR DE FRONTEIRA Lourdes Serafim da Silva 1 Joelma Aparecida Bressanin 2 Pautados nos estudos da História das Ideias Linguísticas articulada com Análise

Leia mais

O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987)

O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987) O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987) Blanca de Souza Viera MORALES (UFRGS) Para Pêcheux e Gadet a lingüística não pode reduzir-se

Leia mais

Introdução. La historia no es un frígido museo; es la trampa secreta de la que estamos hechos, el tiempo. En el hoyestán los ayeres

Introdução. La historia no es un frígido museo; es la trampa secreta de la que estamos hechos, el tiempo. En el hoyestán los ayeres Introdução La historia no es un frígido museo; es la trampa secreta de la que estamos hechos, el tiempo. En el hoyestán los ayeres (Jorge Luis Borges) O objeto de estudo desta pesquisa consiste na história

Leia mais

Quando a educação constrói identidades: Brasil e Argentina no transcorrer dos séculos XIX e XX

Quando a educação constrói identidades: Brasil e Argentina no transcorrer dos séculos XIX e XX ASCOLANI, Adrián; VIDAL, Diana Gonçalves (orgs.). Reformas educativas no Brasil e na Argentina - ensaios de História Comparada da Educação (1820-2000). São Paulo: Cortez, 2009. Quando a educação constrói

Leia mais

A SOCIEDADE QUE MORREU(VIVEU) DE RIR Um estudo discursivo do riso como dispositivo de exercício de poder

A SOCIEDADE QUE MORREU(VIVEU) DE RIR Um estudo discursivo do riso como dispositivo de exercício de poder A SOCIEDADE QUE MORREU(VIVEU) DE RIR Um estudo discursivo do riso como dispositivo de exercício de poder Waldênia Klésia Maciel Vargas SOUSA (FL/UFG) Bolsista CAPES waldeniaklesia10@hotmail.com Eliane

Leia mais

A DISCURSIVIDADE NO NÃO-VERBAL 1

A DISCURSIVIDADE NO NÃO-VERBAL 1 A DISCURSIVIDADE NO NÃO-VERBAL 1 Geiza da Silva Gimenes Gomes 1. Introdução Segundo Orlandi (1998), ler é atribuir sentidos. Partindo deste princípio e adotando como quadro de referência a Análise de Discurso,

Leia mais

Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação na Clínica Extensa Leila Souza Alves de Araújo

Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação na Clínica Extensa Leila Souza Alves de Araújo Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação na Clínica Extensa Leila Souza Alves de Araújo Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação é o que se busca promover a partir da realização do Projeto Transformador:

Leia mais

Introdução. instituição. 1 Dados publicados no livro Lugar de Palavra (2003) e registro posterior no banco de dados da

Introdução. instituição. 1 Dados publicados no livro Lugar de Palavra (2003) e registro posterior no banco de dados da Introdução O interesse em abordar a complexidade da questão do pai para o sujeito surgiu em minha experiência no Núcleo de Atenção à Violência (NAV), instituição que oferece atendimento psicanalítico a

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento Jéssica Albino 1 ; Sônia Regina de Souza Fernandes 2 RESUMO O trabalho

Leia mais

A HISTÓRIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NOS LIVROS DIDÁTICOS BRASILEIROS EM DOIS TEMPOS: A OBRA DE HERMÍNIO SARGENTIM (1974 E 1999)

A HISTÓRIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NOS LIVROS DIDÁTICOS BRASILEIROS EM DOIS TEMPOS: A OBRA DE HERMÍNIO SARGENTIM (1974 E 1999) A HISTÓRIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NOS LIVROS DIDÁTICOS BRASILEIROS EM DOIS TEMPOS: A OBRA DE HERMÍNIO SARGENTIM (1974 E 1999) Ioná Vieira Guimarães Venturi * Décio Gatti Júnior RESUMO O presente

Leia mais

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com 803 AS CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaela Reginato Hosokawa, Andréia Cristiane Silva Wiezzel Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de

Leia mais

RESENHA. Magali Aparecida Silvestre. Universidade Federal de São Paulo Campus Guarulhos e-mail: magali.silvestre@unifesp.br

RESENHA. Magali Aparecida Silvestre. Universidade Federal de São Paulo Campus Guarulhos e-mail: magali.silvestre@unifesp.br RESENHA Magali Aparecida Silvestre Universidade Federal de São Paulo Campus Guarulhos e-mail: magali.silvestre@unifesp.br Resenha da obra: Didática: embates contemporâneos Maria Amélia Santoro Franco (org.)

Leia mais

Exercícios de Revisão - 1

Exercícios de Revisão - 1 Exercícios de Revisão - 1 1. Sobre a relação entre a revolução industrial e o surgimento da sociologia como ciência, assinale o que for incorreto. a) A consolidação do modelo econômico baseado na indústria

Leia mais

APRE(E)NDENDO A PSICOLOGIA: UMA ANÁLISE CURRICULAR A PARTIR DAS RELAÇÕES SABER-PODER E PODER-SABER

APRE(E)NDENDO A PSICOLOGIA: UMA ANÁLISE CURRICULAR A PARTIR DAS RELAÇÕES SABER-PODER E PODER-SABER APRE(E)NDENDO A PSICOLOGIA: UMA ANÁLISE CURRICULAR A PARTIR DAS RELAÇÕES SABER-PODER E PODER-SABER Isaac Alencar Pinto 1 isaacalencar@gmail.com Segundo Foucault (2002), saber é poder. Ambos estão correlacionados

Leia mais

Atualmente a responsabilidade na adolescência tem sido alvo de amplas

Atualmente a responsabilidade na adolescência tem sido alvo de amplas Título: Adolescência, violência e responsabilidade Atualmente a responsabilidade na adolescência tem sido alvo de amplas discussões nos meios de comunicação. O estudo teórico deste tema vem sendo recebido

Leia mais

UMA ANÁLISE DISCURSIVA DE SUJEITOS AFÁSICOS EM GRUPO DE CONVIVÊNCIA

UMA ANÁLISE DISCURSIVA DE SUJEITOS AFÁSICOS EM GRUPO DE CONVIVÊNCIA UMA ANÁLISE DISCURSIVA DE SUJEITOS AFÁSICOS EM GRUPO DE CONVIVÊNCIA Érika Maria Asevedo Costa 1 Nadia Pereira G. de Azevedo 2 INTRODUÇÃO A Análise do Discurso de linha francesa (AD) é uma teoria, que trabalha

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ PROGRAMA DE APOIO AO ENSINO E GRADUAÇÃO - PAEG

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ PROGRAMA DE APOIO AO ENSINO E GRADUAÇÃO - PAEG UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ PROGRAMA DE APOIO AO ENSINO E GRADUAÇÃO - PAEG PROJETO DE ENSINO PORTUGUÊS COMO SEGUNDA LÍNGUA: PRÁTICAS DOCENTES E MATERIAIS DIDÁTICOS IDENTIFICAÇÃO DA AÇÃO: COORDENADOR

Leia mais

TEORIA SOCIAL CLÁSSICA E MODERNIDADE: REFLEXÃO À LUZ DE KARL MARX RESUMO

TEORIA SOCIAL CLÁSSICA E MODERNIDADE: REFLEXÃO À LUZ DE KARL MARX RESUMO TEORIA SOCIAL CLÁSSICA E MODERNIDADE: REFLEXÃO À LUZ DE KARL MARX Iara Barbosa de Sousa 1 RESUMO A presente reflexão tem enfoque no debate acerca de um clássico autor nas Ciências Sociais e sua relação

Leia mais

O SUJEITO EM FOUCAULT

O SUJEITO EM FOUCAULT O SUJEITO EM FOUCAULT Maria Fernanda Guita Murad Foucault é bastante contundente ao afirmar que é contrário à ideia de se fazer previamente uma teoria do sujeito, uma teoria a priori do sujeito, como se

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 MODERNA

Leia mais

Teologia e Prática da Espiritualidade. Unidade 01: Espiritualidade e espiritualidades. Introdução

Teologia e Prática da Espiritualidade. Unidade 01: Espiritualidade e espiritualidades. Introdução Teologia e Prática da Espiritualidade Unidade 01: Espiritualidade e espiritualidades Introdução Esta primeira unidade se trata de uma tentativa de encontrar definições possíveis para a espiritualidade,

Leia mais

CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I

CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I 15201-04 Introdução ao Estudo da História Introdução ao estudo da constituição da História como campo de conhecimento, ao longo dos séculos XIX e XX,

Leia mais

escrita como condicionante do sucesso escolar num enfoque psicanalítico

escrita como condicionante do sucesso escolar num enfoque psicanalítico escrita como condicionante do sucesso escolar num enfoque psicanalítico Meu objetivo aqui é estabelecer um ponto de convergência entre a apropriação da linguagem escrita, o fracasso escolar e os conceitos

Leia mais

AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA A PARTIR DO DESENHO INFANTIL. Otília Damaris Psicopedagoga

AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA A PARTIR DO DESENHO INFANTIL. Otília Damaris Psicopedagoga AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA A PARTIR DO DESENHO INFANTIL Otília Damaris Psicopedagoga AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA A PARTIR DO DESENHO INFANTIL O desenho é uma das formas de expressão

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA ATUAÇÃO EM AMBIENTE INFORMATIZADO: RELATO DE EXPERIÊNCIA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA ATUAÇÃO EM AMBIENTE INFORMATIZADO: RELATO DE EXPERIÊNCIA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA ATUAÇÃO EM AMBIENTE INFORMATIZADO: RELATO DE EXPERIÊNCIA Resumo BALADELI, Ana Paula Domingos UEM annapdomingos@yahoo.com.br ALTOÉ, Anair UEM aaltoe@uem.br Eixo temático: Comunicação

Leia mais

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. ANA PAULA CORDEIRO ARTE ARTE? O QUE É? QUAL SUA NECESSIDADE? QUAL SUA FUNÇÃO? ARTE: O QUE É? ARTE Uma forma de criação de linguagens- a linguagem visual,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 A MATERIALIZAÇÃO

Leia mais

(Re)buscando Pêcheux: algumas reflexões in-certas 1

(Re)buscando Pêcheux: algumas reflexões in-certas 1 (Re)buscando Pêcheux: algumas reflexões in-certas 1 Beatriz Maria ECKERT-HOFF 2 Doutoranda em Lingüística Aplicada/UNICAMP Este texto se insere no painel 04, intitulado Mises au point et perspectives à

Leia mais

SUJEITO(S), REPRESENTAÇÕES, DISCURSOS E IDENTIDADE(S) POLIFÔNICA(S): ENTRELAÇANDO CONCEITOS

SUJEITO(S), REPRESENTAÇÕES, DISCURSOS E IDENTIDADE(S) POLIFÔNICA(S): ENTRELAÇANDO CONCEITOS SUJEITO(S), REPRESENTAÇÕES, DISCURSOS E IDENTIDADE(S) POLIFÔNICA(S): ENTRELAÇANDO CONCEITOS Maximiano Martins de Meireles/UEFS 1 Resumo: O presente texto toma como centralidade as discussões voltadas aos

Leia mais

Psicanálise: técnica para discernir e descobrir os processos psíquicos.

Psicanálise: técnica para discernir e descobrir os processos psíquicos. O conhecimento da psicanálise para o administrador, pode estar facilitando a compreensão das reações e comportamentos das pessoas com quem ele vai estar lidando no seu dia-dia. Temas discutidos nesta aula:

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO MATEMÁTICO E O PROCESSO CIVILIZADOR

O DESENVOLVIMENTO MATEMÁTICO E O PROCESSO CIVILIZADOR O DESENVOLVIMENTO MATEMÁTICO E O PROCESSO CIVILIZADOR Autor: Danilo Wagner de Souza Gomes Galdino; Co- autor: Prof. Ms. Adeilson Silva Tavares; Orientador: Prof. Dr. José Lamartine Barbosa Universidade

Leia mais

UMA LEITURA SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 1980

UMA LEITURA SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 1980 UMA LEITURA SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 1980 ELAINE RODRIGUES (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ), ALLINE MIKAELA PEREIRA (PPE/UEM). Resumo Por

Leia mais

CRIARCONTEXTO: ANÁLISE DO DISCURSO EM LETRA DE ROCK 1. Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás, CEP - 74001-970, Brasil

CRIARCONTEXTO: ANÁLISE DO DISCURSO EM LETRA DE ROCK 1. Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás, CEP - 74001-970, Brasil CRIARCONTEXTO: ANÁLISE DO DISCURSO EM LETRA DE ROCK 1 Larissa Nogueira de Oliveira 2 e Eliane Marquez da Fonseca Fernandes 3 Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás, CEP - 74001-970, Brasil

Leia mais

CURIOSIDADE É UMA COCEIRA QUE DÁ NAS IDÉIAS

CURIOSIDADE É UMA COCEIRA QUE DÁ NAS IDÉIAS PAUTA DO ENCONTRO Início : 13hs30 1. Parte teórica 20 2. Oficina elaboração de mapas conceituais e infográficos ( processo) 40 3. Socialização dos resultados ( produto) 40 4. Avaliação geral da proposta

Leia mais

COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA

COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA Maria Eliane Gomes Morais (PPGFP-UEPB) Linduarte Pereira Rodrigues (DLA/PPGFP-UEPB) Resumo: Os textos publicitários

Leia mais

Considerações sobre a elaboração de projeto de pesquisa em psicanálise

Considerações sobre a elaboração de projeto de pesquisa em psicanálise Considerações sobre a elaboração de projeto de pesquisa em psicanálise Manoel Tosta Berlinck Um projeto de pesquisa é um objeto escrito que resulta de um processo de elaboração, esclarecimento e precisão.

Leia mais

Palavras-chave: Memória, Patrimônio, Discurso. INTRODUÇÃO

Palavras-chave: Memória, Patrimônio, Discurso. INTRODUÇÃO AQUI TEM HISTÓRIA : LUGARES DE MEMÓRIA Adriely M. de Oliveira (C. Sociais UEL/ Bolsista IC/Fundação Araucária). Orientadora: Ana Cleide Chiarotti Cesário. Palavras-chave: Memória, Patrimônio, Discurso.

Leia mais

Seminário do 16º COLE vinculado: 10

Seminário do 16º COLE vinculado: 10 Kelly Cristina Ducatti da Silva. Doutoranda UNICAMP/Campinas-SP, Professora do Ensino Fundamental (Prefeitura Municipal de Bauru) e Docente UNESP/BAURU kellyducatti@hotmail.com RELATO DE EXPERIÊNCIA: UM

Leia mais

QUESTÕES FILOSÓFICAS CONTEMPORÂNEAS: HEIDEGGER E O HUMANISMO

QUESTÕES FILOSÓFICAS CONTEMPORÂNEAS: HEIDEGGER E O HUMANISMO QUESTÕES FILOSÓFICAS CONTEMPORÂNEAS: HEIDEGGER E O HUMANISMO Bernardo Goytacazes de Araújo Professor Docente de Filosofia da Universidade Castelo Branco Especialista em Filosofia Moderna e Contemporânea

Leia mais

ALUNOS SURDOS E INTÉRPRETES OUVINTES NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO COMO PRÁTICA DISCURSIVA

ALUNOS SURDOS E INTÉRPRETES OUVINTES NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO COMO PRÁTICA DISCURSIVA 00929 ALUNOS SURDOS E INTÉRPRETES OUVINTES NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO COMO PRÁTICA DISCURSIVA SANTOS, Joaquim Cesar Cunha dos 1 Universidade Federal do Espírito Santo UFES NOGUEIRA, Fernanda dos Santos

Leia mais

Cultura Juvenil e as influências musicais: pensando a música afro-brasileira e a sua utilização entre os jovens na escola

Cultura Juvenil e as influências musicais: pensando a música afro-brasileira e a sua utilização entre os jovens na escola Cultura Juvenil e as influências musicais: pensando a música afro-brasileira e a sua utilização entre os jovens na escola Patrícia Cristina de Aragão Araújo 1 Thaís de Oliveira e Silva 2 A escola existe

Leia mais

A presença dos japoneses no Piauí. Anderson Michel de Sousa Miura Áurea da Paz Pinheiro

A presença dos japoneses no Piauí. Anderson Michel de Sousa Miura Áurea da Paz Pinheiro 1 A presença dos japoneses no Piauí Anderson Michel de Sousa Miura Áurea da Paz Pinheiro O tema deste artigo é a migração japonesa no Piauí, com destaque para as sobrevivências e rupturas na contemporaneidade

Leia mais

FUNÇÕES DA LINGUAGEM. Professor Jailton www.professorjailton.com.br

FUNÇÕES DA LINGUAGEM. Professor Jailton www.professorjailton.com.br FUNÇÕES DA LINGUAGEM Professor Jailton www.professorjailton.com.br Comunicação e Intencionalidade discursiva / Funções Intrínsecas do Texto Elementos básicos da comunicação; Texto e discurso/ a intenção

Leia mais

A LÍNGUA INGLESA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: INVESTIGANDO AS REPRESENTAÇÕES DOS ALUNOS DOS CURSOS TÉCNICOS INTEGRADOS SOBRE O INGLÊS

A LÍNGUA INGLESA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: INVESTIGANDO AS REPRESENTAÇÕES DOS ALUNOS DOS CURSOS TÉCNICOS INTEGRADOS SOBRE O INGLÊS A LÍNGUA INGLESA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: INVESTIGANDO AS REPRESENTAÇÕES DOS ALUNOS DOS CURSOS TÉCNICOS INTEGRADOS SOBRE O INGLÊS Resumo Pauliana Duarte Oliveira IFG 1 Grupo de trabalho: Cultura,

Leia mais

A CORAGEM DE TOMAR A PALAVRA: REPRESSÃO, EDUCAÇÃO E PSICANÁLISE

A CORAGEM DE TOMAR A PALAVRA: REPRESSÃO, EDUCAÇÃO E PSICANÁLISE A CORAGEM DE TOMAR A PALAVRA: REPRESSÃO, EDUCAÇÃO E PSICANÁLISE Autores: Gleici Kelly de LIMA, Mário Ferreira RESENDE. Identificação autores: Bolsista IN-IFC; Orientador IFC-Videira. Introdução Qual seria

Leia mais

A Necessidade da Vigilância Epistemológica em Pierre Bordieu

A Necessidade da Vigilância Epistemológica em Pierre Bordieu Ano III Número 08 OUT-DEZ ISSN: 2178-2008 A Necessidade da Vigilância Epistemológica em Pierre Bordieu Gustavo Javier Castro Silva 1 Para Pierre Bourdieu, a sociologia tem uma vocação para criticar todos

Leia mais

Rudolf Steiner. Londres, 2 de Maio de 1913

Rudolf Steiner. Londres, 2 de Maio de 1913 Rudolf Steiner Londres, 2 de Maio de 1913 O Mistério do Gólgota é o mais difícil de se compreender de todos os Mistérios, mesmo para aqueles que alcançaram um estágio avançado no conhecimento oculto. Entre

Leia mais

AFORISMOS DE JACQUES LACAN

AFORISMOS DE JACQUES LACAN AFORISMOS DE JACQUES LACAN Marco Antonio Coutinho Jorge (org.) O texto de Lacan, assim como o de Swedenborg, segundo Borges, é daqueles que expõe tudo com autoridade, com uma tranqüila autoridade. Ciente,

Leia mais

ASPECTOS EPISTEMOLÓGICOS DA CONSTITUIÇÃO DA PRIMEIRA TÓPICA DO APARELHO PSÍQUICO EM FREUD

ASPECTOS EPISTEMOLÓGICOS DA CONSTITUIÇÃO DA PRIMEIRA TÓPICA DO APARELHO PSÍQUICO EM FREUD ASPECTOS EPISTEMOLÓGICOS DA CONSTITUIÇÃO DA PRIMEIRA TÓPICA DO APARELHO PSÍQUICO EM FREUD Eloy San Carlo Maximo Sampaio- IP-USP Psicólogo, mestrando em Psicologia Clínica IP- USP, Bolsista FAPESP 2011/2013

Leia mais

Contando histórias, construindo o passado: memórias da Escola Politécnica da. Este trabalho é um dos resultados do projeto de pesquisa Organização e

Contando histórias, construindo o passado: memórias da Escola Politécnica da. Este trabalho é um dos resultados do projeto de pesquisa Organização e Contando histórias, construindo o passado: memórias da Escola Politécnica da Paraíba. Rosilene Dias Montenegro * - UFCG Este trabalho é um dos resultados do projeto de pesquisa Organização e Preservação

Leia mais

O apelo contemporâneo por laços narcísicos

O apelo contemporâneo por laços narcísicos O apelo contemporâneo por laços narcísicos Ângela Buciano do Rosário Psicóloga, Doutoranda em Psicologia PUC-MG. Bolsista da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais - FAPEMIG. Mestre em

Leia mais

Megalomania: amor a si mesmo Raquel Coelho Briggs de Albuquerque 1

Megalomania: amor a si mesmo Raquel Coelho Briggs de Albuquerque 1 Megalomania: amor a si mesmo Raquel Coelho Briggs de Albuquerque 1 Alfredo estava na casa dos 30 anos. Trabalhava com gesso. Era usuário de drogas: maconha e cocaína. Psicótico, contava casos persecutórios,

Leia mais

CHARGES ELETRÔNICAS: SOM, ANIMAÇÃO, HUMOR E CRÍTICAS

CHARGES ELETRÔNICAS: SOM, ANIMAÇÃO, HUMOR E CRÍTICAS CHARGES ELETRÔNICAS: SOM, ANIMAÇÃO, HUMOR E CRÍTICAS Larissa Fávaro de Oliveira Souza Camila Aparecida Baptista (G - CLCA - UENP/CJ) Vera Maria Ramos Pinto (Orientadora - CLCA - UENP/CJ) Introdução Inserida

Leia mais

ALTERNATIVAS APRESENTADAS PELOS PROFESSORES PARA O TRABALHO COM A LEITURA EM SALA DE AULA

ALTERNATIVAS APRESENTADAS PELOS PROFESSORES PARA O TRABALHO COM A LEITURA EM SALA DE AULA ALTERNATIVAS APRESENTADAS PELOS PROFESSORES PARA O TRABALHO COM A LEITURA EM SALA DE AULA RAQUEL MONTEIRO DA SILVA FREITAS (UFPB). Resumo Essa comunicação objetiva apresentar dados relacionados ao plano

Leia mais

LEITURAS E LEITORES DA COLEÇÃO BIBLIOTECA DAS MOÇAS. PONTOS PARA UMA PESQUISA A PARTIR DAS MARCAS DE LEITURA FEITAS POR NORMALISTAS i

LEITURAS E LEITORES DA COLEÇÃO BIBLIOTECA DAS MOÇAS. PONTOS PARA UMA PESQUISA A PARTIR DAS MARCAS DE LEITURA FEITAS POR NORMALISTAS i LEITURAS E LEITORES DA COLEÇÃO BIBLIOTECA DAS MOÇAS. PONTOS PARA UMA PESQUISA A PARTIR DAS MARCAS DE LEITURA FEITAS POR NORMALISTAS i Cássia Aparecida Sales M Kirchner ii Faculdade de Educação Unicamp

Leia mais

A DOENÇA O REAL PARA O SUJEITO

A DOENÇA O REAL PARA O SUJEITO A DOENÇA O REAL PARA O SUJEITO 2014 Olga Cristina de Oliveira Vieira Graduada em Psicologia pela Universidade Presidente Antônio Carlos. Docente no Centro Técnico de Ensino Profissional (CENTEP). Especialização

Leia mais

HISTÓRIA. 1. TURNO: Noturno HABILITAÇÃO: Licenciatura. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos

HISTÓRIA. 1. TURNO: Noturno HABILITAÇÃO: Licenciatura. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos HISTÓRIA 1. TURNO: Noturno HABILITAÇÃO: Licenciatura GRAU ACADÊMICO: Licenciado em História PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos Máximo = 8 anos 2. OBJETIVO/PERFIL DO PROFISSIONAL A SER FORMADO A definição

Leia mais

O FUNCIONAMENTO DISCURSIVO DO ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA (ELE) EM LIVROS DIDÁTICOS (LDS) PARA O MUNDO DO TRABALHO

O FUNCIONAMENTO DISCURSIVO DO ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA (ELE) EM LIVROS DIDÁTICOS (LDS) PARA O MUNDO DO TRABALHO O FUNCIONAMENTO DISCURSIVO DO ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA (ELE) EM LIVROS DIDÁTICOS (LDS) PARA O MUNDO DO TRABALHO Luciana de Carvalho 1 Este estudo propõe refletir sobre o funcionamento discursivo

Leia mais

A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1

A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1 A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1 Daiana Marques Sobrosa 2 1. Introdução Em 26 de março de 1991, Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai assinaram o Tratado de Assunção

Leia mais

DOS ESTUDOS DE GÊNERO ÀS TEORIAS QUEER: DESDOBRAMENTOS DO FEMINISMO E DO MOVIMENTO LGBT NA PSICOLOGIA SOCIAL

DOS ESTUDOS DE GÊNERO ÀS TEORIAS QUEER: DESDOBRAMENTOS DO FEMINISMO E DO MOVIMENTO LGBT NA PSICOLOGIA SOCIAL DOS ESTUDOS DE GÊNERO ÀS TEORIAS QUEER: DESDOBRAMENTOS DO FEMINISMO E DO MOVIMENTO LGBT NA PSICOLOGIA SOCIAL Profª Drª Juliana Perucchi Universidade Federal de Juiz de Fora Desde os primeiros estudos que

Leia mais

História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema

História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema Luciana Ferreira Pinto 1 1.Introdução Desde o início da Escola dos Anais, na França, os objetos de estudo da História vêm se modificando, exigindo

Leia mais

RELEVÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

RELEVÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA 1 RELEVÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Catharine Prata Seixas (PIBIC/UFS) Aline Grazielle Santos Soares Pereira (PIBIX/UFS) INTRODUÇÃO Vygotsky (1991), diz que o pensamento e a linguagem

Leia mais

Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações.

Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações. Família e Escola construindo valores. Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações. Autor: Fábio Henrique Marques Instituição: Colégio Metodista de Ribeirão Preto

Leia mais

INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 1

INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 1 INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 1 Marilena Bittar, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Sheila Denize Guimarães, Universidade Federal de

Leia mais