O Aedes (Stegomyia) aegypti (DIPTERA: CULICIDAE) L. 1735, ANTE OS HÁBITOS CULTURAIS HUMANOS EM DOIS BAIRROS DA CIDADE DE CAMPINA GRANDE - PB

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1 O Aedes (Stegomyia) aegypti (DIPTERA: CULICIDAE) L. 1735, ANTE OS HÁBITOS CULTURAIS HUMANOS EM DOIS BAIRROS DA CIDADE DE CAMPINA GRANDE - PB Carlo Rivero Moura Fernandes 1 ; Renata da Silva Leandro 2, Humberto Silva 3, Francisco Pires de Castro Júnior 2. 1 Doutorando em Ciências Biológicas/UFPB; 2 Mestranda em Ciências e Tecnologias do Ambiente/UEPB; 3 Professor Doutor da Universidade Estadual da Paraíba; 4 Mestre em Ciências e Tecnologias do Ambiente/ UEPB Resumo O comportamento social humano tem impacto marcante na presença do Aedes aegypti nos centros urbano. Este trabalho objetivou verificar, a importância dos hábitos culturais humanos na ocorrência desse mosquito nos centros urbanos e, relacionar o nível de conhecimento da população humana sobre como evitar a dengue com os cuidados que são tomados para atingir tal propósito. A pesquisa foi feita em cem domicílios, através de entrevistas semi-estruturadas, nos bairros da Prata e invasão do Tambor em Campina Grande, PB. Após a realização da entrevista procedeu-se uma vistoria no entorno das residências, para se relacionar as respostas dadas pelos entrevistados com o que era visto encontrada. Os dados foram tabulados em planilha do Excel (versão 2003), com a confecção de gráficos e analisados com estatística descritiva. 63% dos moradores entrevistados no bairro da Prata e 58% na invasão do Tambor afirmam ter cuidados em não deixar água em recipientes abertos, enquanto 27% e 39%, respectivamente, afirmam fazer limpeza regular em locais de risco. Quanto ao nível educacional, a Prata apresentou maior grau de escolaridade, tendo 17 % de moradores com nível superior, enquanto no Tambor nenhum dos entrevistados disse ter grau superior. O entorno dos 97% de domicílios visitados apresentaram condições favoráveis para o desenvolvimento do mosquito. Os resultados corroboram a ideia corrente na literatura de que os hábitos culturais humanos são determinantes para a permanência e infestação do A. aegypti no Ambiente urbano. Palavras-chave: Aedes aegypti, Hábitos culturais, Ambiente Urbano, Ecologia. Abstract The human social behavior has impact in the presence of Aedes aegypti in the centers urban. This work objectified to verify the importance of the human cultural habits for infestation and establishment of the populations of the A. aegypti in the cities. The research was made in one hundred domiciles, through half-structuralized interviews, in the quarters of the Prata and Tambor in Campina Grande, PB, Brazil. After the accomplishment of the interview proceeded, an inspection in was proceeded from the residences to become related the answers given for the interviewed ones with what he was seen. The data had been tabulated in spread sheet of Excel (version 2003), with the confection of analyzed graphs and with descriptive statistics. 63% of the inhabitants interviewed in the quarter of Prata and 58% in the Tambor affirm to have cares in not leaving water in opened containers, while 27% and 39%, respectively, affirm to make regular cleanness in risk places. How much to the educational level, the residents of Prata had a higher education degree having 17% of inhabitants with superior level, while in the Tambor none of the interviewed ones said to have superior degree. 97% of visited domiciles had presented favorable conditions for the development of the mosquito. The results corroborate the current idea in the literature of that the human cultural habits are determinative for the permanence and infestation of the A. aegypti in the urban environment. Keywords: Aedes aegypti, Cultural habits, Urban environment, Ecology. 104

2 1 INTRODUÇÃO Volume 2 / Número 1 / Jan-Mar Aedes (Stegomyia) aegypti (Linnaeus, 1762) (Diptera: Culicidae) é vetor de grande importância em saúde pública devido ao seu papel como transmissor da dengue e da febre amarela. É um mosquito com ampla distribuição geográfica, predominando nas áreas tropicais e subtropicais entre os paralelos de latitudes 45 Norte e 40 Sul (FORATTINI, 2002) e as zonas isotermais intermediadas a 20 ºC (GADELHA, 1985), estando presente em diferentes hábitats florestais, rurais e, principalmente urbanos onde se encontram perfeitamente adaptados, co-habitando o peri e o intra domicílio com os humanos (MARCONDES, 2001). Nas cidades brasileiras é encontrado nos locais de maior concentração humana, sendo mais rara a sua presença em ambientes semi silvestres ou onde a população de seres humanos é menos concentrada (CONSOLI; LOURENÇO-DE- OLIVEIRA, 1994). Possui grande capacidade de adaptação a criadouros artificiais o que possibilita o aumento de sua população e, por conseguinte, o aparecimento de epidemias de dengue (LOZOVEI, 2001). A ampla distribuição desse Culicídeo ao redor do planeta, deve-se em boa medida, à ação humana, especialmente nos países do terceiro mundo, onde as condições de infra-estrutura social são muito deficientes (FORATTINI, 2002). O alto grau de adaptação do principal vetor da dengue nas Américas ao ambiente urbano tornou-se viável graças às relações destes com a espécie humana, uma vez que esta última propicia aquele, ótima condições de desenvolvimento quando deixam recipientes, com água, acessíveis à atividade de oviposição pela fêmea. Hoje o A. aegypti encontra-se altamente dependente dos invólucros manufaturados pelos humanos, já que estes, ao serem utilizados, tornam-se descartáveis, constituindo-se em potenciais criadouros das formas imaturas do mosquito (NATAL, 2002). Decorre daí que o comportamento social humano tem impacto marcante na presença do A. aegypti nos centros urbanos. Com isso, este estudo objetivou verificar a importância dos hábitos culturais humanos para infestação e estabelecimento das populações do Aedes aegypti na cidade de Campina Grande-PB, avaliando o nível de conhecimento da população humana de dois bairros da cidade de Campina Grande - PB sobre como evitar o Aedes aegypti e não ter dengue e relacionando o conhecimento das pessoas entrevistadas com o que dizem e o que fazem para não ter dengue e o que realmente ocorre no entorno de suas residências. 2. MATERIAL E MÉTODOS 2.1 A área de estudo O trabalho foi realizado em 2 bairros, Prata e Tambor (região do Catolé) do município de Campina Grande ( Sul e Longitude 35 54' 15 Oeste). O município apresenta duas estações climáticas bem definidas; o período chuvoso que compreende os meses de abril a agosto e o período quente e seco que ocorre entre os meses de setembro a março, (Departamento de meteorologia e sensoriamento remoto da Universidade Federal de Campina Grande UFCG), com população de habitantes (IBGE, 2005). O Bairro da Prata apresenta uma população de habitantes e apresenta domicílios, sendo todos servidos com abastecimento de água na rede geral e coleta de lixo. A renda média geral por chefe de domicílio é de R$ 1718,50 (IBGE, 2000). O Tambor (região do bairro do Catolé) apresenta uma subdivisão que corresponde a área 67(657 habitantes) e 68(853 habitantes), que refere-se a região Invasão do Tambor. Nesta área a população é de habitantes e apresenta 354 domicílios, dos quais 264 têm abastecimento de água na rede geral e 177 têm esgotamento sanitário pela rede geral. A renda média mensal do chefe 105

3 de família é de R$ 406,12 (SEPLAN-CG - Secretaria de planejamento do município de Campina Grande, 2002). 2.2 Estudo prévio Foi realizado um estudo prévio, junto com a SEPLAN-CG - Secretaria de planejamento do município de Campina Grande - PB e à Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) visando a obtenção de informações acerca dos bairros com perfil adequados à pesquisa. A entrevista foi elaborada com cincos perguntas. A mesma foi realizada no bairro do Zé Pinheiro localizado no município de Campina Grande - PB. Esta população possui características semelhantes a um dos bairros estudados, a fim de serem encontrados erros de interpretações referentes às questões apresentadas podendo, assim aperfeiçoar as mesmas, assegurando confiança e validade aos dados obtidos na pesquisa. O resultado do pré-teste demonstrou que os moradores compreenderam as questões propostas, e tiveram uma boa receptividade. 2.3 Amostragem A coleta dos dados se deu através de entrevistas abertas e semi-estruturadas, com cem moradores de cada bairro, entre os dias 18 a 21 de setembro de 2007 no bairro da Prata e 02 a 05 de Outubro de 2007 na Invasão do Tambor. Antes do início da entrevista foi explicado aos moradores o objetivo e a natureza da pesquisa, dando-lhes a liberdade de participar ou não da entrevista, assim como garantindo-lhes o anonimato. Após a realização da entrevista procedeu-se uma observação no entorno da residência (jardim, beco ou quintal) para se relacionar as respostas dadas pelos entrevistados com a realidade encontrada. Nas entrevistas abertas e semi-estruturadas o informante falava livremente sobre o tema proposto. Para Gil (1991) pode-se definir entrevista como técnica em que o investigador se apresenta ao investigado e lhe formula perguntas, com o objetivo de obtenção de dados que interessam a investigação. A entrevista é, portanto, uma forma de interação social. Especificamente, é uma forma de diálogo assimétrico, em que uma das partes busca coletar dados e a outra se apresenta como fonte de informação. 2.4 Análise dos dados O estudo das representações sociais foi abordado através de pesquisa qualitativa e quantitativa. Os dados foram tabulados em planilha do Excel (versão 2003), com a confecção de gráficos e analisados com estatística descritiva a partir de porcentagens. A estatística descritiva tem por objetivo reduzir um universo de informações, até o ponto em que se possa interpretá-las de forma mais clara. Possibilita, portanto, reduzir os dados a proporções mais facilmente interpretáveis. Entretanto, deve-se tomar cuidado, pois através deste procedimento, muita informação poderá se perder, além de ser provável a obtenção de resultados distorcidos, a menos que eles sejam interpretados com muita precaução, segundo sugere Barreta (2003). 106

4 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO Volume 2 / Número 1 / Jan-Mar Nível educacional e qualidade de infra-estrutura das cidades apresentam do ponto de vista social, grande importância no estabelecimento do Aedes aegypti no ambiente urbano e, consequentemente, na epidemiologia da dengue. Quanto ao nível educacional, os moradores do bairro da Prata apresentaram maior grau de escolaridade, tendo 17 % dos entrevistados com nível superior, enquanto no Tambor 51% tem apenas o ensino fundamental e nenhum entrevistado afirmou ter, pelo menos frequentado a Universidade (Figura 1). Figura 1 Distribuição Percentual das respostas dos entrevistados da Prata e invasão do Tambor, Campina Grande, Paraíba, no período de setembro a outubro de 2007, com relação ao nível educacional do entrevistado. 51% 0 a 60% 17% 40% 21% 34% 28% 9% 0% Superior Ensino Médio Ensino Fundamental Analfabeto As entrevistas com os 100 moradores de cada área de estudo, produziram os seguintes resultados: 62% dos entrevistados do bairro da Prata acreditam que se contrai dengue através da picada do mosquito, enquanto 47 % dos entrevistados da invasão do Tambor acreditam que a água funciona como veículo de transmissão da Dengue. Na Prata, 3% acreditam em outras formas de transmissão (Figura 2). Percebe-se, que há falta de entendimento dos entrevistados da invasão do Tambor acerca de como se contrai a dengue, ao afirmarem que o homem é infectado por essa arbovirose através da água. Isto pode ser justificado pelo fato das pessoas deste bairro apresentarem nível educacional inferior ao dos moradores do bairro da Prata. O que está de acordo com Forattini (2002) que afirma que fatores sociais são fundamentais para o estabelecimento da dengue nas cidades, sendo o fator educacional aquele que apresenta maior grau de importância, pois quando o índice educacional de uma população é baixo, constitui-se em um importante entrave para que a informação das campanhas de controle do vetor, promovidas pelos órgãos públicos, sejam compreendidas adequadamente. Por outro lado, as respostas mostram que há uma compreensão de que a dengue tem relação com o mosquito e com a água, o que deixa claro, que a informação está chegando aos lares. Segundo Tauil (2002) a informação é o ponto de partida para desencadear ações de controle. 107

5 Figura 2 Distribuição Percentual das respostas dos entrevistados da Prata e invasão do Tambor, Campina Grande, Paraíba, no período de setembro a outubro de 2007 a respeito de como se contrai a dengue. 62% 44% 47% 0% a 70% 24% 11% 9% 3% 0% Através de picada de mosquito Através de água Não sei Outras respostas Quando se questionou sobre qual a melhor maneira de se evitar a dengue, foi verificado que 74% e 63% das respostas obtidas na Prata e invasão do Tambor, respectivamente, apontaram para o cuidado com a água acumulada em recipientes abertos, outros 18% e 37% das pessoas entrevistadas, respectivamente na Prata e Tambor, afirmaram que procuravam evitar a dengue, tomando cuidados com a higiene (Figura 3). Essa relação do mosquito e da dengue com a água está evidenciada também pela grande maioria das respostas voltadas para o cuidado com a água acumulada em recipientes abertos como a melhor maneira de evitar a dengue, o que revela a eficiência da informação, mesmo, muitas vezes, incompreendida. Segundo Brassolatti e Andrade (2002) os trabalhos educativos no controle do A. aegypti têm sido os da veiculação pela mídia, outdoors, faixas, painéis, cartazes, folhetos, ou palestras em escolas e outros núcleos sociais. Figura 3 Distribuição Percentual das respostas dos entrevistados nos bairros da Prata e Tambor, Campina Grande, Paraíba, no período de setembro a outubro de 2007, a respeito de qual a melhor maneira de se evitar a dengue. 74% 63% 0% a 80% 18% 37% 8% 0% 0% 0% Ter cuidado com a água ter higiene Não sei Outras respostas 108 FERNANDES, C. R.M.; LEANDRO, R. S.; SILVA, H.; CASTRO JÚNIOR, F. P. O Aedes (Stegomyia) aegypti (DIPTERA:

6 Em outro ponto da entrevista foi perguntado sobre quais os cuidados que eram tomados, nas residências, para se evitar a dengue. 63% dos moradores entrevistados no bairro da Prata e 58% na invasão do Tambor responderam que tomam todos os cuidados para não deixar água acumulada em recipientes abertos (Figura 4), demonstrando que os mesmos têm uma boa noção acerca de como se deve proceder para evitar a dengue. Entretanto, quando foi realizada a vistoria no entorno das residências, verificou-se que grande parte dos domicílios visitados apresentava condições favoráveis ao desenvolvimento do A. eagypti e, consequentemente, da dengue, tanto no bairro da Prata como no do Tambor. Este último foi o que apresentou as melhores condições para a ocorrência do mosquito com 74 % dos domicílios apresentando potenciais criadouros, nos becos, quintais, jardins e, em muitos casos, dentro das próprias residências. No bairro da Prata 56% dos domicílios visitados também apresentavam condições ambientais adequadas ao desenvolvimento do mosquito, a despeito do melhor nível educacional dos moradores desse bairro em relação aos daquele último (Figura 5) e das respostas de 26% e 38% dos entrevistados do bairro da Prata ao afirmarem que dispensam relevantes cuidados no ambiente interno e externo de suas casas para afastar o mosquito do ambiente em que vivem, assim como 71% e 29% dos moradores entrevistados do bairro do Tambor afirmaram que tomavam os mesmos cuidados no ambiente interno e externo, respectivamente, de suas residências. (Figura 6). Figura 4 Distribuição Percentual das respostas dos entrevistados da Prata do Tambor, Campina Grande, Paraíba, no período de setembro a outubro de 2007, a respeito do que é feito, nos seus domicílios, para evitar a dengue. 63% 58% 0 a 70% 27% 39% 8% 3% 2% 0% Tomo todos os cuidados para não deixar água em recipientes abertos Fazer limpeza regular em locais de risco Não sei Outras respostas Fica evidente que os hábitos culturais humanos em manter entulhos, garrafas, recipientes abertos com água (usados para uso doméstico), dentre outros, são, de fato, determinantes para o estabelecimento de criadouros favoráveis ao desenvolvimento do mosquito, independente do nível cultural. O que corrobora os relatos de Oliveira e Vala (2001) de que o problema nas favelas e conjuntos habitacionais de bairros populares do Rio de Janeiro, era a falta de serviços regulares de abastecimento de água e coleta de lixo, que obrigava a população a adotar medidas de acondicionamento de água e destinação de lixo criando hábitos culturais que dão condições para a reprodução do vetor da dengue. Segundo Silva et al. (2003) por hábito, por falta de serviços de saneamento ou por questões financeiras, os indivíduos jogam o lixo no fundo dos quintais, gerando entulhos e condições propícias para o desenvolvimento de vetores de doenças no Peri domicílio. 109

7 Figura 5. Vistoria no entorno das residências vistoriadas (jardim, beco, quintal) no bairro da Prata e Tambor, em Campina Grande, Paraíba, entre setembro e outubro de % 26% 74% Condições desfavoráveis ao mosquito e a dengue. Condições favoráveis ao mosquito e a dengue. 56% Figura 6: Distribuição Percentual das respostas dos entrevistados da Prata e invasão do Tambor, Campina Grande, Paraíba, no período de setembro a outubro de 2007 a respeito do local da residência onde há o maior controle do mosquito. 38% 29% 71% Ambiente externo 26% Ambiente interno Brassolatti e Andrade (2002) avaliando a intervenção educativa na prevenção da Dengue referenciam que o processo educativo, como medida importante no controle dos vetores da dengue, teve um percentual muito baixo (7%), indicando que a educação associada com a mudança de hábitos, poderia ser muito importante para se evitarem criadouros do mosquito da dengue nas casas, bairros e cidades. 110

8 Segundo Donalísio e Glasser (2002) o comportamento da população humana exerce pressão seletiva sobre a população do vetor no processo de domiciliação, o que está de acordo com os resultados obtidos neste trabalho. 5. CONCLUSÕES O hábito cultural de deixar entulhos no entorno das residências e de acumular água em recipientes abertos da população entrevistada mostrou ter grande importância no estabelecimento de condições favoráveis à ocorrência do Aedes aegypti no ambiente. A população entrevistada revelou ter assimilado relativo grau de conhecimento de como evitar a dengue, mas negligencia esse conhecimento, criando condições para a proliferação de potenciais criadouros do mosquito nas suas residências 6 REFERÊNCIAS AGRELO, R.S. Aedes aegypti, Aedes albopictus (Diptera, Culicidae) y su papel como vectores em las Américas. La situación de Uruguay p. Disponível em: < > Acesso em: 19 maio de ALDAMA, P.C.; GARCIA, F.J.H. Ciclo de vida del Aedes aegypti y manifestaciones Clínicas del dengue. Acta Pediátrica de México, v. 22, n 2. México: DF, p BARRETA, P.A. Estatística Aplicada às Ciências Sociais. 5. ed. Ed. UFSC, p BELO HORIZONTE, Prefeitura Municipal de. Secretaria Municipal de Saúde Seção de Vigilância Epidemiológica, Disponível em: <http://www.pbh.gov.br/smsa/bhdengue/>. Acesso em: abril de BESERRA, E. B.; CASTRO-JÚNIOR, F. P.; SANTOS, W. dos; SANTOS, T. da S. & FERNANDES, C. R. M. Biologia e exigências térmicas de Aedes aegypti (Diptera: Culicidae) provenientes de quatro regiões bioclimáticas da Paraíba. Neotropical Entomology, v. 35, p BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional da Saúde. Manual do dengue: vigilância epidemiológica e atenção ao doente. Brasília, BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Dengue - Manual de Normas Técnicas, Instrução para pessoal de combate ao vetor. Brasília: BRASSOLATTI, R. C.; ANDRADE, C. S. F. Avaliação de uma intervenção educativa na prevenção da dengue. Ciênc. saúde coletiva.v. 7. n CARRERA, M. Insetos de interesse médico e veterinário. Paraná: UFPR, p CONSOLI, R. A. G. B.; LOURENÇO-DE-OLIVEIRA, R. Principais Mosquitos de Importância Sanitária no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz,

9 CHIARAVALLOTI NETO, F. Descrição da colonização de Aedes aegypti na Região de São José do Rio Preto, São Paulo. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 30(4): CHIEFFI, P. P. Algumas questões decorrentes da reintrodução do Aedes aegypti no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 1: , 198. DEPARTAMENTO DE METEOROLOGIA E SENSORIAMENTO REMOTO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE UFCG, DONALISIO, M. R. D; GLASSER, C. MORENO. Vigilância Entomológica e controle de Vetores do Dengue. Rev. Bras. Epidemiol. v. 5. n. 3, FERNANDES, C. R. M. Efeito da densidade, da temperatura e da qualidade da água no ciclo biológico do Aedes (stegomyia) aegypti f. (Trabalho de Dissertação de Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente (Prodema) - Universidade Federal da Paraíba (UFPB), João Pessoa, FORATTINI, O. P. Culicidologia Médica. São Paulo: Edusp, p. FRANCO, O. História da Febre Amarela no Brasil. Rio de Janeiro: Ministério da Saúde FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE (FUNASA). Controle de vetores: procedimentos de segurança. Ministério da Saúde/ FUNASA, Brasília: 2001, 204 p. GADELHA, D. T. A. Biologia e comportamento do A. aegypti. Revista Brasileira de Malariologia Tropical. v. 37, p , GIL, A.C. Métodos e técnicas em pesquisa social. 3ª Edição.São Paulo: Atlas, p. GUBLER, D. J. Dengue and dengue hemorragic fever: Its history and resurgence as a global health problem. In: Dengue and Dengue and Hemorragic Fever (D. J. Gubler & G. Kuno, eds.), p. 1-22, New York: CAB International IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística LOZOVEI, A. L. Culicideos (Mosquitos). In: MARCONDES, C. B. (Org.). Entomologia Médica e Veterinária. 1. ed. São Paulo: Atheneu, cap. 6. p MARCONDES, C. B. Entomologia Médica e Veterinária. 1. ed. São Paulo: Atheneu, p. NATAL, D. Bioecologia do Aedes aegypti. Biológico. São Paulo, v. 64, n. 2, p , OLIVEIRA, R. M.; VALLA, V. V. As condições e as experiências de vida de grupos populares no Rio de Janeiro: repensando a mobilização popular no controle da dengue. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 17, p , SEPLAN-CG. Secretaria de planejamento do município de Campina Grande

10 SILVA, A. A; MIRANDA, C.F.; FERREIRA, J.R.; ARAÚJO, E. J. A. Fatores sociais e ambientais que podem ter contribuído para a proliferação da dengue em Umuarama, estado do Paraná. Maringá, v. 25, n. 1, p , SILVA, H. H. G.; SILVA, I. G.; Influência do período de quiescência dos ovos sobre o ciclo de vida de Aedes aegypti (Linnaeus, 1762) (Diptera, Culicidae) em condições de laboratório. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. v. 32, n. 4, p , SILVA, H. H. G.; SILVA, I. G.; LIRAIK, S. Metodologia de criação, manutenção de adultos e estocagem de ovos de Aedes aegypti em laboratório. Revista de Patologia Tropical. v. 27, p b. SILVEIRA NETO, S.; NAKANO, O.; BARBIN, D.; VILLA NOVA, N. Manual de ecologia dos insetos. São Paulo: Agronômica Ceres p. TEXEIRA, M. DA G.; BARRETO, M. L.; COSTA, M. DA C. N.; FERREIRA, L. D. A.; VASCONCELOS, P. Dinâmica de Circulação do Vírus da Dengue em uma área Metropolitana do Brasil. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 12(2): p ,

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