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1 Faculdades Integradas de Itararé FAFIT-FACIC Itararé SP Brasil v. 02, n. 01, jan./jun. 2011, p REVISTA ELETRÔNICA FAFIT/FACIC A carga de treinamento e competição dos tenistas infantis paranaenses: um estudo comparativo sobre tenistas com diferentes níveis de desempenhos máximos The training load and competition of Parana s infantile tennis players: a comparative study about tennis players with different level of peak performance Caio Correa Cortela Federação Paranaense de Tênis FPT Curitiba Brasil Ronaldo José Nascimento Universidade Estadual de Londrina UEL Londrina Brasil Cesar Kist Confederação Brasileira de Tênis CBT São Paulo Brasil Débora Navarro Rocha Faculdades Integradas de Itararé FAFIT-FACIC Itararé Brasil Resumo O presente estudo teve como objetivo principal estabelecer a carga competitiva e de treino suportada pelos tenistas infantis paranaenses. Para isto, foram observados 27 jogos oficiais e entrevistados os 21 atletas que participaram destes confrontos. Em posse dos dados foram produzidas estatísticas de tendência central, de dispersão e correlações de Pearson para as variáveis observadas. Complementarmente realizou-se o teste Mann- Whitney com o nível de significância estabelecido em p 0,05 no intuito de verificar se haviam diferenças nos jogos entre tenistas com diferentes níveis de desempenhos máximos. Os resultados demonstraram que os jogos dos tenistas infantis paranaenses apresentam um volume médio de 70 minutos de duração, 120 pontos e uma média de quatro trocas de bolas por ponto. Verificou-se que para todas as variáveis observadas os jogos entre dois tenistas Top 10 do ranking estadual apresentaram diferenças estatisticamente significativas, demonstrando haver uma maior carga competitiva e um maior equilíbrio nas partidas entre este grupo de atletas. Constatou-se ainda que os tenistas Top 10 apresentam maior experiência competitiva e um maior volume de treino semanal e diário do que os demais atletas o que justificaria em tese os melhores resultados apresentados nesta etapa da preparação desportiva a longo prazo. Os dados em apreciação reforçaram a necessidade de se estabelecer normas específicas para cada etapa da preparação, no intuito de não se especializar precocemente os tenistas, uma vez que, os resultados apresentados pelos mesmos encontraram-se abaixo dos referenciados pela literatura específica para tenistas adolescentes e adultos. Palavras-chave: tênis, tênis infantil, média de trocas de bolas.

2 Abstract The main goal of this study was to establish the competitive load and training supported by infantile Parana s tennis players. For this, was observed 27 official matches and interviewed 21 athletes who participated in those matches. In possession of the data, were produced by statistical central scatter, Pearson's correlations and dispersion for all variables were observed. In addition, was applied the Mann-Whitney test with significance level set at p 0,05 in order to verify if there were differences in the matches between players with different levels of peak performance. Results demonstrated that Parana s tennis players had a volume of time average 70 minutes, 120 points and an average of four rallies per point. It was found, that for all variables observed, the matches between two top players from the top 10 state ranking differed significant statistically, demonstrating a greater competitive load and a better balance in the matches among this group of athletes. It was also found those Top 10 ranking players presents a higher competitive experience. However, a more intense weekly and daily training volume was observed, what was justify in thesis the better performance and results at this stage of long term athlete development. The data in question reinforced the need to establish specific standards for each stage of preparation in order to not specialize early the tennis players, since the results presented by them were found below the referenced literature for specific tennis for teens and adults. Key-words: tennis, infantile tennis, rally average. 1. Introdução Num desporto complexo, como é o caso do tênis, conhecer quais são as demandas fisiológicas exigidas pela competição bem como outros fatores que influenciam a performance desportiva (capacidades físicas predominantes, entre outros) tem se mostrado um atributo indispensável para aqueles treinadores que almejam trabalhar com tenistas de nível internacional (KÖNIG et al., 2001). Nesta mesma direção, Smekal et al. (2001), Fuertes (1999a) e Elliott (2006), apontam que o sucesso no tênis tem origem multifatorial. Assim, não se pode deixar de discorrer, mesmo que brevemente, sobre os principais fatores que influenciam a performance e o percurso dos atletas de alta competição nesta modalidade, atentando-nos especialmente as exigências encontradas na alta competição. Por força dos regulamentos, o tênis é caracterizado como um desporto de oposição, sem contato físico, jogado individualmente ou em pares, numa superfície com tamanho predefinido em função da variante escolhida: singulares ou pares (FUERTES, 1999b). O tempo total de duração de um jogo (TTJ) é muito variável, sendo influenciado principalmente pelo número de sets proposto pelo torneio em questão (melhor de três ou cinco sets), pelo tipo de superfície em que se irá competir e pelo nível técnico dos atletas que irão se defrontar (SKORODUMOVA, 1998; CABELLO; TORRES, 2004; TORRES; CARRASCO, 2004). Apesar de não haver um tempo limite para se finalizar uma partida de tênis, os tenistas de alta competição têm um tempo preestabelecido de 25 segundos para colocarem a bola novamente em jogo após a finalização de um ponto e de 90 segundos nas viradas entre os games ímpares. Esta particularidade caracteriza o tênis como sendo um desporto intermitente, com um elevado número de jogadas e ações de grande intensidade, seguidas sucessivamente por intervalos (Cabello e Torres, 2004). Para além disto, há no regulamento a obrigatoriedade de golpear a bola através de um instrumento (a raquete), que é desenhada basicamente para ser usada por um dos braços ou por ambos de forma simultânea (o que é comum ultimamente no backhand, não sendo 2

3 usual no forehand), caracterizando o tênis claramente como um desporto assimétrico (FUERTES, 1999b). Segundo Skorodumova (1998) a carga está relacionada à atividade suplementar do organismo durante a realização de um determinado trabalho a fim de superar as dificuldades impostas, sendo desta forma, uma medida para avaliar o efeito quantitativo da competição ou do treino. Para o organismo do atleta, a carga possui características externas e internas. As externas estão relacionadas basicamente, com o volume e a intensidade do trabalho, enquanto que as internas dizem respeito às mudanças ocorridas no organismo em função do trabalho executado tais como: alteração da frequência cardíaca, quantidade de ácido láctico no sangue, percentagem do VO 2máx, entre outros. No tênis, volume está relacionado com a frequência de golpes, com as distâncias percorridas durante os pontos, os games, os sets ou a partida. Já a intensidade diz respeito ao ritmo de jogo, a relação trabalho/repouso, a velocidade dos deslocamentos, a intensidade dos golpes, entre outros (SKORODUMOVA, 1998). Neste sentido, conhecer as relações existentes entre o tempo total e o tempo real de jogo; o tempo de descanso entre os pontos; tempo de duração dos pontos; o número de trocas de bolas por pontos e as distâncias percorridas pelos tenistas durante a partida parecem ser relevantes para se compreender a carga de trabalho suportada pelos tenistas durante os treinos e as competições. De acordo com Torres (2004) um dos maiores problemas encontrados na hora de definir a dinâmica do tênis é que dependendo das características da amostra, fundamentalmente da idade e nível de jogo, verificam-se diferenças significativas nas cargas competitivas. De acordo com a autora, existem escassos estudos realizados neste tipo de análises com tenistas adolescentes, sendo que a maior parte destes trabalhos não é realizada em situações reais de competição. Mendes (2005) acrescenta que no caso particular do tênis as publicações, de um modo geral, têm sido realizadas pelas próprias federações sendo baseadas puramente no empirismo dos treinadores de sucesso. Frente a este panorama atual, o presente trabalhou procurou levantar informações relevantes quanto às cargas competitivas e de treino na categoria infantil da Federação Paranaense de Tênis (FPT), tendo em vista que esta faixa etária enquadra-se como uma das mais importantes dentro do processo de formação desportiva a longo prazo (SEGAL, 1997). Especificamente, foram coletadas informações em situações reais de partida relacionadas ao volume de trabalho a ser suportado pelos tenistas desta faixa etária (número de trocas de bolas por ponto, número total de pontos, tempo total de jogo, entre outros). 2. Marco conceitual Como visto anteriormente o tempo total de jogo (TTJ) pode variar bastante em função do tipo de superfície em que irá se competir, do nível técnico dos atletas em confronto e do número de sets a serem jogados para se vencer a partida (SKORODUMOVA, 1998; CABELLO; TORRES, 2004; TORRES; CARRASCO, 2004). Para além destes fatores, O Donoghue e Ingram (2001) salientam que o número de trocas de bolas por pontos e o gênero dos tenistas que estão se enfrentando também pode influenciar o tempo total de disputa. A Tabela 1 apresenta os resultados de alguns estudos para as variáveis em questão. Tabela 1 - A carga competitiva no tênis. Tipo de superfície (Tsuper), tempo total de jogo (TTJ), e número de trocas de bolas por porto (NTBP). Autor/es Amostra Nível TSuper TTJ (min) NTBP Christmass et al. (1998) 8 homens 24 anos Nacional Dura Preestabe lecido 90 4,6 3

4 Schönborn (1999) Tenistas masculinos Distintos Grama, duras e saibro 90 Grama 2,1 Duras 5,1 Saibro 6,8 Semekal et al. (2001) 20 homens 26 anos Top e 200 da Áustria Saibro Indoor Preestabe lecido 50 42,6 47,1 (golpes. min -1 ) O Donogohue e Ingram, (2001) Torres (2004) Collazante (2007) 107 homens observa- dos em 107 jogos 16 meninos com idades entre 14 e 17 anos 24 homens 20,7 anos Participantes de eventos do Grand Slam 3 anos de atividade sistemática e um mínimo de 15 torneios por temporada Semifinalista e finalistas de torneios Futures Grama, duras e saibro Wimbledon 3,13 Australian 4,58 Dura 108,33 5,45 Saibro 112 Mediana 101,5 Na opinião de Cabello e Torres (2004) o TTJ em quadras duras e de grama variam em média de 90 a 120 minutos, enquanto que o TTJ no saibro varia de 120 a 180 minutos, em partidas disputadas na melhor de 3 sets. Em seu trabalho Schönborn (1999) relatou as diferenças no tempo de duração dos pontos e o número de trocas de bolas por pontos nos diferentes tipos de superfícies. Segundo o autor, as partidas disputadas em quadras de saibro tendem a apresentar um tempo de duração dos pontos e um número de trocas de bolas por pontos mais elevados do que os jogos ocorridos nas demais superfícies. Da mesma forma, as quadras duras também apresentaram um valor superior para as variáveis em questão quando comparadas às quadras de grama. O autor ainda especifica que independentemente do tipo de superfície, as mulheres tendem a apresentar valores superiores aos dos homens para ambas às variáveis. Nesta mesma direção os achados de O Donoghue e Ingram (2001) apontam que o tempo de duração dos pontos em torneios do Grand Slam para mulheres são superiores aos dos homens, possivelmente explicado pela maior proporção de jogadoras que optam pelo jogo de fundo de quadra e pela capacidade significativamente inferior das mulheres de golpearem a bola dentro de um determinado espaço de tempo, quando comparadas aos homens, para todos os tipos de superfícies. Em concordância com os achados de Schönborn (1999) com relação ao campo de jogo, os autores relatam que o torneio de Roland Garros, jogado sobre as quadras de saibro, demonstra um tempo de duração dos pontos superior aos Australian e US Opens (que são jogados em quadras duras), sendo que, estes ainda apresentam diferenças significativas para esta mesma variável quando comparados ao torneio de Wimbledon, que é disputado na grama. Como visto, o estilo de jogo foi citado como sendo uma possível explicação para o maior tempo de duração dos pontos no tênis feminino. O estudo desenvolvido por Smekal et al. (2001) pode nos ajudar a compreender melhor a influência do estilo de jogo do tenista nas variáveis tempo real de jogo, tempo de duração dos pontos e número de golpes num determinado espaço de tempo. Segundo os autores, os confrontos entre dois tenistas considerados defensivos (jogadores que preferem atuar no fundo de quadra) apresentam um tempo real de jogo e um tempo de duração dos pontos significativamente mais elevados do que os confrontos entre um tenista defensivo e um tenista considerado ofensivo (jogadores que preferem jogar próximos a rede), o que pode ser parcialmente explicado pela menor capacidade dos tenistas defensivos em golpearem a bola dentro de um determinado espaço de tempo. 4

5 Os números de sets jogados, de games jogados por sets e de pontos jogados por game, são outras variáveis que estão associadas ao volume competitivo no tênis, devendo neste sentido ser conhecidas pelos envolvidos no processo de treino. Numa partida a melhor de três sets normais, ou seja, com vantagem e tie-break, a amplitude de sets a serem jogados varia de dois a três. Da mesma forma, a amplitude existente para o número de games a serem jogados neste mesmo tipo de competição, podem oscilar entre 12, no caso de uma vitória com placar de 6x0 6x0, e 39 no caso de uma vitória por 7x6 6x7 7x6. Segundo Collazante (2007), o número médio de sets disputados numa partida a melhor de três é de 2,4 sets. Este mesmo autor relata, que em média, dentro de um set são jogados 9,66 games, enquanto que dentro de um game são disputados 6,61 pontos. Nesta mesma direção, Christmass et al. (1998) apontam que o número de pontos jogados por game é de 6,9 pontos. Os deslocamentos realizados no tênis não são lineares: eles são realizados nas mais diferentes direções sempre buscando o reequilíbrio e o melhor posicionamento para a bola seguinte. Os resultados do estudo realizado por Skorodumova (1998) demonstram que os deslocamentos durante uma partida de tênis variam entre 0,5m e 19m. Segundo a autora, 57% destes deslocamentos ocorrem com distâncias próximas a 5m, enquanto que 35% dos deslocamentos ocorrem em distâncias entre 5,5m e 10m. No saibro, durante um game, os tenistas deslocam-se em média 99,3m, sendo que esta distância aumentou para 1113,8m quando a autora observou os deslocamentos ocorridos durante um set. Neste contexto Schönborn (1999) advoga que os deslocamentos ocorridos dentro dos pontos, em sua maioria, ocorrem em distâncias entre 3m e 7m, apresentando valores de deslocamentos médios próximos a 15m ao final de cada ponto. Desta forma, em partidas a melhor de três sets, os tenistas percorrem uma distância média de 1800 a 2200m, com uma amplitude que varia de 1300 a 2500m. 3. Metodologia 3.1 Caracterização da amostra Para a realização deste trabalho foram observadas 27 partidas de tênis realizadas a melhor de três sets. Em uma população de 96 tenistas, do sexo masculino, que pertenciam à categoria infantil no período de coleta (tenistas que completaram ou completariam 11 ou 12 anos na temporada desportiva de 2006) foram observados 21 atletas. Através do calculo da idade decimal, verificou-se uma idade média para os tenistas em questão de 11,9 anos, tendo o tenista mais jovem 10,7 anos e o mais velho 12,4 anos. Todos os tenistas demonstraram estar enquadrados nas classes A1, A2 e B1, dos quais segundo a Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP) fazem parte apenas nove por cento da população brasileira. Ressalta-se ainda que quatro tenistas pertencentes ao Top 10 deste estudo estiveram enquadrados entre os 10 melhores dos rankings da Confederação Brasileira de Tênis (CBT), tendo dois deles atingido simultaneamente o Top 10 do ranking da Confederação Sul-americana de Tênis (COSAT) nos escalões etários subsequentes, o que reforça a qualidade da amostra em questão. 3.2 Coleta de dados O critério para que o torneio pudesse vir a fazer parte deste estudo foi que o mesmo precisaria possuir em sua lista de inscritos ao menos três tenistas classificados no Top 10 do ranking paranaense (tenistas classificados entre os 10 melhores do estado do Paraná nesta categoria). Ao todo foram observadas 27 partidas (13 contendo dois tenistas classificados entre os 10 melhores do ranking estadual e 14 contando com a participação 5

6 de apenas um tenista pertencente ao Top 10). Estas partidas foram realizadas em três eventos distintos ocorridos nas cidades de Ponta Grossa, Londrina e Curitiba. Todos os eventos ocorreram em superfícies de saibro, no período compreendido entre os meses de maio e junho de Para seleção dos jogos a serem observados, foi exigida a presença de ao menos um tenista pertencente ao Top 10 em cada confronto. Em cada evento foram escolhidos aleatoriamente três tenistas para serem observados. Estes tenistas foram acompanhados até vencerem o torneio ou serem derrotados. Sempre que os tenistas sorteados foram derrotados por outro atleta pertencente ao Top 10, estes passaram a ser acompanhados até o final da sua participação no evento. Através de uma ficha de observação especificamente elaborada para este trabalho foram coletadas, de forma direta, informações referentes ao número de troca de bolas por ponto e ao tempo total de duração da partida. Complementarmente foram aplicados dois questionários para uma melhor compreensão das características da amostra. O primeiro instrumento foi o questionário socioeconômico da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP, 2003). O questionário dois, de cunho técnico, levantou informações referentes à experiência apresentada enquanto tenistas participantes do circuito paranaense (tempo de prática, ao volume de treino semanal, ao tempo e período e ao âmbito de competição e resultados desportivos obtidos). Ambos os instrumentos foram respondidos anonimamente, com o consentimento dos tenistas e responsáveis e em um local devidamente destinado para que os mesmos estivessem à vontade para o preenchimento. 3.3 Tratamento dos dados Através da utilização do software SPSS versão 15.0, foram produzidas estatísticas de tendência central e de dispersão sobre todas as variáveis observadas. Adicionalmente, os jogos foram divididos em dois grupos com diferentes níveis de desempenho máximo. O grupo um (G1) foi composto pelos jogos onde disputavam a partida, dois tenistas pertencentes ao Top 10 do ranking paranaense da categoria infantil. O grupo dois (G2) foi integrado pelos jogos realizados entre um tenista enquadrado no Top 10 e um atleta classificado fora deste marco da carreira desportiva. Nas provas estatísticas de comparação entre os grupos, em função do tamanho da amostra, utilizouse o teste Mann-Whitney, com o nível de significância estabelecido em p 0,05. Por fim, foram estabelecidas correlações de Pearson com níveis de significância de p 0.01 e p 0.05 entre as variáveis: pontos totais, tempo total de partida e percentagem de pontos vencidos pelos tenistas Top Análise e discussão dos dados Ao analisar o perfil socioeconômico apresentado pelos tenistas participantes deste estudo, verificou-se que os 21 atletas enquadraram-se entre as classes A1, A2 e B1. A maior parte dos tenistas inquiridos (76%) pertencia à classe socioeconômica A2, que segundo a ABEP (2003), representa apenas cinco por cento da população brasileira. Estes dados sugerem que mesmo após as grandes conquistas obtidas pelo tenista Gustavo Küerten na chamada Era Guga, onde segundo Mueller e Miranda (2006) observou-se um incremento significativo no número de adeptos e na venda de matérias desportivos relacionados a esta modalidade, o tênis competitivo ainda hoje parece estar restrito a uma pequena parcela da população brasileira. De acordo com Crespo (2006), a falta de recursos financeiros tem sido apontada pelas nações como o principal fator limitador para o desenvolvimento de tenistas de elite uma vez que o financiamento influencia direta ou indiretamente todos os demais componentes do processo de formação 6

7 de atletas de elite. Em um país tão grande como o Brasil, a falta de recursos acaba impedindo a participação dos atletas no circuito competitivo, pois as despesas com transporte, alimentação e hospedagem tornam-se inviáveis as famílias com menor renda per capita. Assim como sugerido pela literatura especializada, verificou-se que a grande maioria dos entrevistados iniciou a sua participação na modalidade até os seis anos de idade (SEGAL, 1997; CRESPO; MILEY, 1999; FUENTES; VILLAR, 2003; COUTINHO, 2008). Rasicci (1986) advoga que, em função das características específicas do tênis, é importante que as crianças comecem a se familiarizar desde cedo com a modalidade, a fim de evitar possíveis perdas de eficiência durante as etapas do treino. Para o autor, há algumas diferenças básicas entre esta familiarização e a especialização precoce: a primeira permite à criança uma participação na modalidade sem ter que praticá-la de modo sistemático e formal, diminuindo com isto as pressões físicas e psicológicas oriundas da especialização precoce, onde são propostas altas cargas de treino e de habilidades específicas. Os valores encontrados referentes ao número de sessões e a carga horária de treinos semanais apresentam algumas particularidades quanto ao que é referenciado pela literatura. De acordo com Fuentes e Villar (2003) para a etapa do planejamento de carreira desportiva denominada de Aperfeiçoamento (11 a 12) os tenistas deveriam realizar em média quatro sessões de treinos semanais. De acordo com o autor esta sessões de treino deveriam apresentar um volume integrado de duas a quatro horas por sessão para as distintas áreas (técnica, tática, psicológica e treinamento físico). Neste sentido, percebeu-se que apenas 19% dos tenistas em questão apresentam uma frequência de treino em conformidade com a literatura, observando-se que a maior parte dos atletas tende a subestimar ou superestimar o número de sessões de treino semanais, verificando uma maior frequência para as categorias três e cinco dias respectivamente com 43% e 33% dos casos. Por outro lado, 95% da amostra apresentam um volume diário de treino condizente com o preconizado para a faixa etária em questão, relatandose sessões de treino entre duas e no máximo quatro horas para esta variável. A importância da competição no desenvolvimento de tenistas de sucesso tem sido amplamente relatada na literatura (MILEY; NESBITT, 1995; VICARIO, 2003; REID et al., 2007). Para a faixa etária delimitada neste estudo os tenistas deveriam participar prioritariamente em torneios de âmbito estadual e nacional, dando especial atenção para os torneios em superfície de saibro (CRESPO; MILEY, 1999). Todos os tenistas inquiridos participam ativamente das competições em âmbito estadual, porém, não foi possível evidenciar esta mesma percentagem quando levantou-se a participação e eventos nacionais onde apenas 62% da amostra relataram participar ativamente. Mais da metade das dos tenistas já estiveram entre os 10 melhores colocados no escalão etário anterior (até 10 anos de idade). Atualmente poucos países ainda elaboram um ranking e realizam competições formais para esta faixa etária (10 anos), uma vez que este tipo de conduta estimula a especialização precoce na busca por resultados e pontos em curto prazo. Após a realização da reunião da International Tennis Federation (ITF) ocorrida em 2009 em Washington estabeleceu-se que a partir de 2012 todos os países filiados à instituição deverão modificar os equipamentos, as quadras de jogos e os formatos de disputa para as competições entre tenistas com até 10 anos. Tal medida visa reduzir as pressões advindas das competições formais, procurando desta forma, minimizar o abandono da prática desportiva principalmente pelos tenistas menos aptos. Antecipando-se a esta tendência a FPT desde abril de 2010 acatou as modificações regulamentarias para as competições até 10 anos. Ao se analisar os dados apresentados na Tabela 2, constatou-se que para todas as variáveis selecionadas, os jogos entre dois tenistas Top 10 (G1) apresentam valores significativamente superiores aos jogos com a participação de apenas um tenista 7

8 pertencente a este grupo (G2), ressaltando o maior equilíbrio nas partidas entre os indivíduos com melhor classificação no ranking. De um modo geral observa-se que nos jogos envolvendo dois tenistas Top 10 (G1) o tempo total de partida é mais elevado, constatando-se valores similares aos apresentados por Schönborn (1999), onde segundo o autor, verifica-se um tempo médio para partidas jogadas a melhor de três sets de 90 minutos. Nesta mesma direção, ao fazer as análises da média de trocas de bolas por pontos, foram encontrados valores superiores, estatisticamente significativos para esta variável nos jogos do G1. Como era de se esperar, ao serem comparados os resultados obtidos por ambos os grupos de jogos com os valores de referencia apresentados pela literatura verificou-se que os mesmos encontram-se abaixo dos valores estabelecidos para tenistas adultos Schönborn (1999) e para tenistas adolescentes Torres (2004) em quadras de saibro, ressaltando-se a necessidade de realização de um maior número de estudos com crianças e jovens no intuito de se estabelecerem normas de referência específicas para cada uma das faixas etárias no intuito de não se aplicar cargas excessivas de treino especializado precocemente com o intuito de se reproduzir os padrões de jogos apresentados pelos tenistas adultos de sucesso. Tão importante quanto a definição do número de trocas de bolas por pontos é o estabelecimento da frequência de trocas de bolas em intervalos predeterminados. Neste sentido, averiguou-se que a média de trocas de bolas por pontos nos jogos do G1 é influenciada não só pelo maior número de trocas em um único ponto, como também pela maior ocorrência de pontos jogados com um número mais elevado de intercâmbios. Desta forma constatou-se que nos jogos do G2 a grande maioria dos pontos (74%) encerraramse com um máximo de quatro trocas de bolas, relatando-se frequências de 17% e 5% para os intervalos de trocas entre cinco a oito bolas e mais de nove intercâmbios respectivamente. Por outro lado, nos jogos do G1 verificou-se que 40% dos pontos apresentaram um volume de trocas de bolas superiores às cinco trocas de bolas, ressaltando-se que em 14% das ocasiões estes tenistas intercambiaram mais de nove bolas durante um mesmo ponto. O número de pontos totais realizados por partida encontra-se em similaridade com os apresentados por Skorodumova (1998). De acordo com a autora os tenistas realizam em média 62 pontos por set. Seguindo a mesma tendência relatada anteriormente para as demais variáveis observa-se nos jogos do G1 valores estatisticamente superiores, reforçando que os jogos entre este grupo de atletas demonstram um grau de equilíbrio superior aos demais. Tabela 2 Comparação entre os jogos com tenistas de diferentes níveis de desempenhos máximos relativamente à carga competitiva. Amostra Total Top 10 x Top 10 Top 10 x fora (G1) (G2) p Média Dp Média Dp Média Dp Tempo Total de partida (min.) 69,9 30,5 85,8 30, ,8 0,01 Número de trocas de bolas por pontos 3,8 1,3 4, ,9 0,00 Pontos Totais por partida ,2 139,1 43,5 100,3 34,7 0,02 Pontos vencidos pelo tenista Top 10 (%) 60,7 8,4 57,6 7,4 63,7 8,4 0,04 Pontos perdidos pelo tenista Top 10 (%) 39,3 8,4 42,5 7,4 36,3 8,4 0,04 Por fim, ao se analisar as variáveis pontos vencidos e perdidos pelos tenistas Top 10 nos diferentes agrupamentos de jogos, constatou-se que nos jogos do G1 os tenistas vencedores dos confrontos apresentaram percentagens de pontos vencidos inferiores estatisticamente aos pontos vencidos pelos tenistas Top 10 nos confrontos do G2. Da 8

9 mesma forma foi possível averiguar que nos confrontos do G1 o tenista derrotado foi capaz de vencer um maior número de pontos o que é traduzido pela maior percentagem de pontos perdidos pelos tenistas vencedores nos jogos desta população. Com base nos argumentos oferecidos pela literatura e nas respostas obtidas nos questionários técnicos centrou-se a discussão nos motivos que poderiam influenciar este melhor desempenho observado nos jogos entre dois tenistas do Top 10. Unierzyski (2003) através de dados obtidos retrospectivamente equacionou quais eram os fatores que mais influenciavam a performance destes atletas quando os mesmos ainda competiam no Circuito Europeu para tenistas com idades entre 12 e 13 anos. De acordo com o autor, os fatores que mais afetaram os resultados nesta etapa do desenvolvimento desportivo a longo prazo foram o estágio maturacional e o nível de experiência acumulada pelos tenistas. Os atletas que eram considerados jovens campeões eram geralmente mais altos, mais pesados e mais potentes do que os seus adversários. Da mesma forma, os tenistas que possuíam as melhores classificações relataram um maior volume de treino e de competições do que os seus pares. Tendo em vista a ausência de informações concretas referentes ao estágio maturacional apresentado pelos tenistas no período de coletas, procurou-se focar as atenções relativamente à experiência apresentada pelos tenistas com diferentes níveis de desempenhos máximos. Neste sentido foi possível observar que os tenistas pertencentes ao Top 10 apresentam uma experiência na modalidade bastante superior aos demais atletas o que justificaria os melhores resultados apresentados pelos menos no circuito paranaense. Analisando em primeira instância o tempo de prática apresentados por ambas as populações, averiguou-se que enquanto 80% dos tenistas Top 10 já praticavam a modalidade há mais de cinco anos, aproximadamente 64% dos demais, iniciaram a prática a menos de três anos. Tendência similar pode ser observada quando se observou o tempo de treinamento apresentado pelos tenistas inquiridos. Para 80% dos tenistas Top 10 os treinamentos começaram ao menos há três anos, constatando-se que somente 18% dos tenistas não pertencentes a este grupo apresentavam resultados homogêneos. Em contraste com os resultados encontrados por Balbinotti et al. (2004), onde segundo os autores não foi possível observar um maior volume de treino semanais por parte dos tenistas Top 10 do ranking nacional, no presente trabalho observou-se que os tenistas Top 10 do ranking paranaense apresentam uma maior frequência de treinos semanais. A grande maioria dos tenistas Top 10 (70%) realizam quatro ou cinco dias de treinamentos semanais, ao passo que apenas 36% dos demais participantes praticam este mesmo número de sessões. No que tange o volume horário de cada sessão, verificou-se que metade dos tenistas Top 10 treinavam entre duas e quatro horas, valor bastante superior à porcentagem apresentada pelos demais participantes (9%). Este maior volume de treino permite aos tenistas melhores classificados obterem maior consistência nos gestos técnicos. Balbinotti et al. (2003, 2005, 2008) relatam que os tenistas brasileiros infanto-juvenis têm dedicado a maior parte das suas sessões de treinos-técnicos ao desenvolvimento dos Golpes de Preparação (GP), independentemente da classificação no ranking nacional, do gênero e do número de horas de treinos semanais. Os GP caracterizam-se pelo controle e regularidade no domínio da bola, sendo muitas vezes capazes de levar o adversário ao erro sem a necessidade de utilizar a potência e a precisão (BALBINOTTI et al., 2003). Corroborando com a afirmação de Balbinotti et al. (2005) de que no tênis infanto-juvenil os tenistas que simplesmente cometem menos erros acabam por apresentar melhores resultados, fator este que poderia justificar os melhores resultados demonstrados pelos tenistas Top 10 e a maior capacidade de manter a bola em jogo, refletida na maior média de trocas de bolas por pontos apresentada por este grupo de atletas. 9

10 No que diz respeito à experiência competitiva, todos os tenistas inquiridos relataram participar ativamente das competições. Acredita-se que as principais diferenças parecem centrar-se no tempo em que os mesmo já participavam ativamente do circuito, bem como o âmbito de competição. De um modo geral observou-se que a grande maioria dos tenistas de melhor classificação (80%) já competia em torneios frequentemente há mais de três anos, enquanto apenas 18% dos demais atletas apresentam esta mesma experiência no circuito. Nesta mesma direção a análise qualitativa do âmbito competitivo permitiu relatar que todos os tenistas do Top 10 já se destacavam a ponto de participarem em competições em nível nacional, diferentemente dos tenistas que não pertenciam a esta população, onde somente 27% destes participavam em eventos de âmbito nacional. Por fim, verificou-se que apenas um dos tenistas Top 10 entrevistados não havia, até o momento, vencido algum torneio ou estado entre os 10 melhores classificados no escalão etário anterior (até 10 anos de idade). Por outro lado, a maior parte dos atletas que não faziam parte deste grupo não haviam vencido nenhum torneio da FPT ou CBT ou estado entre os melhores classificados do ranking paranaense. As fortes correlações (-0,87 e -0,82) existentes entre as variáveis, número de pontos totais e tempo total de jogo, com a variável percentagem de pontos vencidos pelos tenistas Top 10 observada na Tabela 3 sugerem que quanto menor é o número de pontos totais disputados e o tempo de duração da partida, maior é a percentagem de pontos vencidos pelos tenistas de melhor classificação no ranking. Estes dados associados ao maior número de trocas de bolas por pontos e o maior número de pontos jogados em um mesmo confronto reforçam o maior equilíbrio existente nos jogos entre tenistas Top 10, justificando o maior tempo total de jogo nos jogos do G1. Tabela 3 - Correlação bivariada simples entre o número total de pontos, tempo total de jogo e a percentagem de pontos vencidos pelo tenista Top 10. Percentagem de Pontos Totais Tempo Total pontos vencidos pelo tenista Top 10 r p r p r p Pontos Totais Tempo Total +0,92 0,01 Percentagem de pontos vencidos pelo tenista Top 10-0,87 0,01-0,82 0,01 5. Considerações finais Os resultados encontrados neste estudo reforçam a necessidade de se estabelecerem valores normativos para as diferentes etapas da preparação desportiva a longo prazo, uma vez que as cargas competitivas a serem suportadas pelos tenista infantis diferiram em geral das apresentadas pela literatura. Relativamente aos jogos realizados entre tenistas com diferentes níveis de desempenhos máximos, verificou-se que os valores encontrados para todas as variáveis observadas diferiram significativamente nos jogos realizados entre dois tenistas classificados no Top 10 da FPT e nos jogos que continham apenas um tenista, constatando-se maior equilíbrio nos jogos observados entre dois tenistas de melhor classificação no ranking. Deste modo, os tenistas que desejarem vencer os confrontos com os melhores classificados do ranking paranaense da categoria infantil deverão estar preparados para suportarem em média 86 minutos de partida, onde serão realizados 139 pontos com média de aproximadamente cinco trocas de bolas por pontos devendo os mesmos vencerem 58% dos pontos para saírem vitoriosos do confronto. 10

11 Por fim, ressalta-se a necessidade de um maior número de pesquisas estendendo estes dados a outros escalões etários e aumentando o número de observações no intuito de minimizar as variações nos valores médios. Referências ABEP. Critérios de classificação econômica no Brasil. Market analisys Disponível em: <http://www.marketanalysis.com.br/arquivos-download/biblioteca/cceb-1.pdf>. Acesso em: 13 fev BALBINOTTI, M. A. A. et al. Estudo descritivo do inventário do treino técnico-desportivo do tenista: resultados parciais segundo o sexo. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto. Porto, v. 3, n.3, p. 7-17, BALBINOTTI, M. A. A. et al. O treino técnico-desportivo de jovens tenistas brasileiros. Revista Brasileira de Ciência do Esporte. Porto Alegre, v. 18, n.3, p , set BALBINOTTI, M. A. A. et al. Estudo descritivo do inventário do treino técnico-desportivo do tenista: resultados parciais segundo o ranking. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto. Porto, v. 5, n. 1, p , BALBINOTTI, M. A. A. et al. O treino técnico-desportivo do tenista infanto-juvenil- um estudo descritivo-exploratório com três grupos submetidos a diferentes cargas horárias de treino semanais. Revista Brasileira de Ciência do Esporte. Porto Alegre, v. 29, n 2, p , jan CABELLO, D.; TORRES, G. Características de la competición en tenis y bádminton. In: TORRES, G.; CARRASCO, L. (Org.). Investigación en deportes de raqueta: tenis y bádminton. Múrcia: Universidad Católica San Antonio editora, p CHRISTMASS, M. et al. Exercise intensity and metabolic response in singles tennis. Journal of Sports Sciences. v. 16, n. 8, p , COLLAZANTE, R. Modelação competitiva do tempo de estímulo e pausa, deslocamentos e fundamentos realizados por tenistas participantes de torneios futures f. Dissertação (Mestrado em Educação Física) Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade Metodista de Piracicaba, Piracicaba. COUTINHO, C. Sucesso no ténis: a ciência por trás dos resultados. Lisboa: Ard-Cor, CRESPO, M.; MILEY, D. Manual para entrenadores avanzados. England: International Tennis Federation Ltd, CRESPO, M. Las potencias mundiales del tenis: razones del éxito. International Tennis Federation Disponível em: <http://www.itftennis.com/shared/medialibrary/pdf/original/io_7238_original.pdf>. Acesso em: 20 ago ELLIOTT, B. Biomechanics and tennis. British Journal of Sports Medicine. v. 40, n. 5, p

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