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1 1 Análise de comparação dos resultados dos alunos/atletas do Atletismo, categoria infanto, nos Jogos Escolares Brasiliense & Olimpíadas Escolares Brasileira. Autora: Betânia Pereira Feitosa Orientador: Prof. Msc. Rolando José Ventura Dumas RESUMO O Atletismo desenvolve uma série de habilidades fundamentais ao homem: o andar, o correr, o saltar e o arremessar. É considerado como esporte base devido ao fato de desenvolver habilidades necessárias para prática de outras modalidades esportivas. A necessidade de materiais específicos nas escolas em algumas modalidades fez com que fosse criado o Centro de Iniciação Desportiva (CID). Os alunos do CID participam de competições desportivas tais como: Jogos Escolares do Distrito Federal (JEDF) e Olimpíadas Escolares Brasileira. O presente estudo foi elaborado coma finalidade de realizar uma análise de comparação dos resultados dos Jogos Escolares do Distrito Federal & Olimpíadas Escolares Brasileira, no ano de 2009, nas provas de 100m, 400m, 800m, 3000m, lançamento de dardo, arremesso de peso, salto em altura e salto em distância. Os resultados tiveram diferenças bem significativas. Palavra chave: Atletismo, Jogos Escolares Brasiliense e Olimpíadas Escolares Brasileira.

2 2 INTRODUÇÃO O inicio do Atletismo se cruza com o aparecimento do homem primitivo observando sua prática para sobrevivência que, de forma natural, executava movimentos nas atividades de caça e em sua defesa própria, tais como saltar, correr, lançar, que eram desenvolvidas e hoje estão relacionadas com as diversas provas de uma competição de atletismo (JUSTINO e RODRIGUES, 2007). Segundo Filóstrato (2008) a origem do atletismo como prática esportiva pode ser situada na Grécia em torno do ano 1225 a.c., quando, ocorreu uma competição com cinco provas (corrida, lutas, saltos em distância e arremesso de disco e dardo). Os jogos olímpicos, que se realizaram a partir de 776 a.c., proporcionaram, a cada quatro anos, o melhor cenário possível para a prática das diversas categorias. Hoje os esportes de pista e campo são modalidades importantes com práticas específicas, com técnicas próprias de execução, com seus próprios métodos de aprendizagem e com suas regras próprias (SCHMOLINSKY, 1982). No entendimento de Justino e Rodrigues (2007), o atletismo pode ser considerado o esporte-base, por sua capacidade de testar todas as características do homem em três tipos de provas, individuais como as corridas, os saltos e os lançamentos que são provenientes de atividades naturais e fundamentais do homem desde seus primórdios. O atletismo se afirma como esporte base devido ao fato de o desenvolvimento dessas habilidades serem essencialmente necessárias para a prática de outras modalidades esportivas. (JUSTINO E RODRIGUES, 2007).

3 3 O atletismo tem muito a contribuir na construção da identidade e auto-estima, vivenciando aspectos próximos das técnicas, com orientações e descobertas adaptando espaços e, equipamentos na criação de jogos e brincadeiras, podendo vivenciar individualmente e coletivamente dentro de um contexto participativo, competitivo e criador. (OLIVEIRA, 2006). A escola, como afirma Lima (1988), necessita dispor de espaços que permitam realizar com eficácia o ato pedagógico nas atividades físicas e desportivas curriculares, tanto na formação desportiva dos jovens como na aquisição das destrezas motoras básicas. Para Feijão (2002) o Atletismo nas escolas no Distrito Federal sempre foi pouco considerado. Os motivos são vários entre eles podemos destacar falta de materiais esportivos, e por necessitarem de materiais específicos que não estão disponíveis nas escolas, as provas técnicas e aquelas que precisam de implementos são relegadas segundo plano. Diante das dificuldades de materiais específicos em algumas modalidades de esporte foi criado o Centro de Iniciação Desportiva (CID), e implantado em Cada cidade satélite possui um CID, com várias modalidades, dentre ela o atletismo, nessas localidades ocorre um trabalho de aprimoramento da técnica de acordo com as características do aluno, sendo hoje a única via de formação e qualificação do aluno da rede pública de ensino do Distrito Federal. Quando um aluno se destaca, este é encaminhado ao CID mais próximo da localidade em que reside, ou o próprio aluno também poderá ir até o CID por sua livre escolha, ou professor do CID também poderá ir até as escolas para convidar os alunos para que sejam feitos alguns testes, onde serão selecionados os que mais se destacarem. Os alunos do CID

4 4 participam de competições desportivas realizadas a nível local, regional e nacional (CID, HISTÓRICO. S.D). O CID é voltado para os alunos de escolas públicas, e foi criado para proporcionar o desenvolvimento biológico, social, psicológico e cultural do desporto, onde são desenvolvidas atividades básicas de aprendizagem desportiva, iniciação, aperfeiçoamento e conhecimentos de regras, entre outras (COSTA e SILVA 2007). Jogos Escolares do Distrito Federal (JEDF) são realizados anualmente e tiveram sua origem no ano de Em 18 de agosto de 1966, passou a denominarse Jogos Colegiais, em 6 de outubro de 1972 passou a chamar-se Jogos Escolares do Distrito Federal. (FEIJÃO, 2002, p.20). O objetivo do (JEDF) é exercitar a prática do Desporto Escolar na rede pública e particular de ensino. A partir de 2000 com a política de desenvolvimento do desporto escolar, tornou-se como objetivo maior a seleção de alunos/atletas representante do Distrito Federal nas Olimpíadas Escolares Nacionais (CIEF, HISTÓRICO, S.D). Jogos Escolares Brasileiro (JEB s), foi criando em 1969 pela antiga Divisão de Educação Física do Ministério da Educação e Cultura. Em 1995 o nome foi mudado para Jogos da Juventude (JJ). Em 2000, a Secretaria Nacional dos Esportes, recriaram novamente os JEB s. (FEIJÃO,2002, p.22). A partir de 2005 seu nome foi mudado para Olimpíadas Escolares. Para participar da Etapa Nacional das Olimpíadas Escolares, as instituições de ensino devem se qualificar na Seletiva Municipal e, posteriormente, na Seletiva Estadual. As Olimpíadas Escolares são o maior evento estudantil esportivo do Brasil, e reúne milhares de alunos-atletas de instituições de ensino públicas e privadas para uma competição de abrangência nacional.

5 5 O evento é realizado em duas etapas, em cidades diferentes, com faixas etárias distintas (de 12 a 14, e de 15 a 17 anos), e atualmente são 12 modalidades (Atletismo, Judô, Natação, Tênis de Mesa, Xadrez, Basquetebol, Futsal, Handebol, Voleibol, Ciclismo, Ginástica Rítmica e Taekwondo). As Olimpíadas Escolares, têm o objetivo de promover a inclusão social a partir do esporte, detectar novos talentos e criar um novo ambiente favorável à continuidade da prática esportiva no país. (COMITÊ OLÍMPICO BRASILEIRO, 2005). Diante de todas as questões acima citadas, as quais se referem aos aspectos relativos à prática do atletismo, levaram à elaboração do presente estudo, o qual tem por objetivo fazer uma análise de comparação dos resultados dos alunos/atletas, nos Jogos Escolares Brasiliense & Olimpíadas Escolares Brasileira no ano 2009, na modalidade de Atletismo. METODOLOGIA A amostra foi coletada no Centro de Integração de Educação Física de Brasília (CIEF), nos Boletins oficiais do JEDF e Olimpíadas Escolares Brasileira do ano de 2009, na Categoria Infanto com faixa etária de 15 à 17 anos, Masculino e Feminino. A escolha das provas analisadas foi feita baseada no número de participantes no JEDF, ou seja, foram escolhidas as provas em que havia maior número de participantes. Os dados foram coletados das provas de pista dos 100m, 400m, 800m, 3000m e das de campo foram o lançamento de dardo, arremesso de peso, e das de saltos foram o de altura e distância.

6 6 Após a realização da coleta os dados foram agrupados em tabelas e analisados por estatística de teste t não pareado com base na literatura apropriada, a fim de justificar os resultados encontrados. RESULTADOS Os dados são apresentados como média ± desvio padrão ou n de acordo com a estrutura de cada variável. A tabela 1 mostra os resultados dos atletas na prova de 100 metros rasos. São descritas com tempo em metros (m/s). Tabela 1 Prova dos 100 m rasos Média do tempo Desvio padrão n Brasiliense Masc ± 0,769 8 Brasileiro Masc ± 0,096 * 8 Brasiliense Fem ± 0,473 8 Brasileiro Fem ± 0,212 * 8 Significativo * = houve diferença. A figura 1 mostra os resultados dos atletas da tabela 1 em forma de gráfico de coluna. A análise dos resultados permite dizer que há diferença significativa entre os grupos, sendo que os grupos brasileiros masculinos e femininos apresentam melhores resultados quando comparado ao grupo brasiliense masculino e feminino. A tabela 2 mostra os resultados dos atletas na prova de 400 metros rasos. São descritas com tempo em metros (m/s).

7 7 Tabela 2 Prova dos 400 m rasos Média do tempo Desvio padrão n Brasiliense Masc ± 3,248 8 Brasileiro Masc ± 1,151 * 8 Brasiliense Fem ± 3,1 8 Brasileiro Fem ± 1,248 * 8 A figura 2 mostra os resultados dos atletas da tabela 2 em forma de gráfico de coluna. A análise dos resultados permite dizer que há diferença significativa entre os grupos, sendo que o grupo brasileiro masculino e feminino apresenta melhores resultados quando comparado aos grupos brasiliense masculino e feminino. A tabela 3 mostra os resultados dos atletas na prova de 800 metros rasos. São descritas com tempo em metros (m/s). Tabela 3 Prova dos 800 m rasos Média do tempo Desvio padrão n Brasiliense Masc 2 04 ± 0,197 8 Brasileiro Masc 2 05 ± 0,394 8 Brasiliense Fem 2 51 ± 0,265 8 Brasileiro Fem 2 21 ± 0,035 * 8 A figura 3 mostra os resultados dos atletas da tabela 3 em forma de gráfico de coluna. A análise dos resultados permite dizer que não há diferença significativa

8 8 entre os grupos brasileiros masculinos e brasiliense masculino, sendo que o grupo brasileiro masculino apresenta igual resultados quando comparado ao grupo brasiliense masculino. Já feminino a análise dos resultados permite dizer que há diferenças significativas entre o grupo brasileiro e brasiliense, sendo que o grupo brasileiro apresenta melhor resultado quando comparado ao grupo brasiliense. A tabela 4 mostra os resultados dos atletas na prova de 3000 metros rasos. São descritas com tempo em metros (m/s). Tabela 4 Prova dos 3000m Média do tempo Desvio padrão n Brasiliense Masc 9 66 ± 0,44 4 Brasileiro Masc 8 90 ± 0,217 * 4 Brasiliense Fem ± 0,942 4 Brasileiro Fem ± 0,336 * 4 A figura 4 mostra o resultado dos atletas da tabela 4, em forma de gráfico de colunas. A análise dos resultados permite dizer que há diferença significativa entre os grupos, sendo que os grupos brasileiros masculinos e femininos apresentam melhores resultados quando comparado ao grupo brasiliense masculino e feminino. A tabela 5 mostra os resultados dos atletas na prova do Lançamento de Dardo. São descritas metros (m).

9 9 Tabela 5 Prova do lançamento de Dardo Média Desvio padrão n Brasiliense Masc 31,88 m ± 3,786 4 Brasileiro Masc 59,77 m ± 5,391 * 4 Brasiliense Fem 28,79 m ± 2,619 4 Brasileiro Fem 36,99 m ± 2,485 * 4 Na figura 5 mostra o resultado dos atletas da tabela 5, em forma de gráfico de colunas. A análise dos resultados permite dizer que há diferença significativa entre os grupos, sendo que os grupos brasileiros masculinos e femininos apresentam melhores resultados quando comparado ao grupo brasiliense masculino e feminino. A tabela 6 mostra os resultados dos atletas na prova do Arremesso de Peso. São descritas em metros (m). Tabela 6 Prova do arremesso de Peso Média Desvio padrão n Brasiliense Masc 9,29 m ± 0,448 7 Brasileiro Masc 10,93 m ± 0,081 * 7 Brasiliense Fem 7,38 m ± 1,118 7 Brasileiro Fem 11,52 m ± 0,437 * 7 Na figura 6 mostra o resultado dos atletas da tabela 6, em forma de gráfico de colunas. A análise dos resultados permite dizer que não há diferença significativa entre os grupos, sendo que o grupo brasileiro masculino quando comparado ao grupo brasiliense masculino, apresentam resultados iguais. Já no feminino a análise dos resultados permite dizer que há diferença significativa entre os grupos, sendo

10 10 que o grupo brasileiro feminino apresenta melhor resultado quando comparado ao grupo brasiliense feminino. A tabela 7 mostra os resultados dos atletas na prova do Salto em Distância. São descritas metros (m). Tabela 7 Prova do Salto em Distância Média Desvio padrão n Brasiliense Masc 5,55 m ± 0,238 7 Brasileiro Masc 6,42 m ± 0,213 * 7 Brasiliense Fem 4,19 m ± 0,489 7 Brasileiro Fem 5,32 m ± 0,247 * 7 Na figura 7 mostra o resultado dos atletas da tabela 7, em forma de gráfico de colunas. A análise dos resultados permite dizer que há diferença significativa entre os grupos, sendo que os grupos brasileiros masculinos e femininos apresentam melhores resultados quando comparado ao grupo brasiliense masculino e feminino. A tabela 8 mostra os resultados dos atletas na prova do Salto em Altura. São descritas em metros (m). Tabela 8 Prova do Salto em Altura Média Desvio padrão n Brasiliense Masc 1,66 ± 0, Brasileiro Masc 20,02 ± 0,0458 a 3 Brasiliense Fem 1,26 ± 0, Brasileiro Fem 1,62 ± 0,0346 c 3

11 11 Na figura 8 mostra o resultado dos atletas da tabela 8, em forma de gráfico de colunas. A análise dos resultados permite dizer que há diferença significativa entre os grupos, sendo que os grupos brasileiros masculinos e femininos apresentam melhores resultados quando comparado ao grupo brasiliense masculino e feminino. DISCUSSÃO Diante da análise comparativa do presente estudo, podemos verificar que há diferenças significativas entre os grupos brasileiros e brasilienses tanto no masculino como no feminino, ficando somente as provas de 800m e Peso masculino sem diferenças significativas. Mediante a essas diferenças fica evidente que os alunos atletas brasiliense possuem resultados inferiores, e com isso surge à pergunta devido a que ou o que causa um resultado como esse? Devido a dificuldades enfrentadas pelos mesmos, como a falta de materiais específicos para o treinamento de certas provas como salto em altura, lançamento de dardo que necessitam de materiais específicos, ou até mesmo de um espaço físico para treinamento das provas de corrida, que não estão disponíveis nas escolas brasilienses. Como afirma Feijão (2002), observa-se uma elevada carência de instalações e materiais esportivos e de Educação Física, ficando seriamente comprometido o atendimento às necessidades dos alunos. E com isso podemos perceber que a falta de uma adequada política esportiva para direcionar verbas destinadas a construir ou equipar centros esportivos já existentes.

12 12 CONSIDERAÇÕES FINAIS Com a análise comparativa dos alunos-atletas brasiliense e brasileiros, ficou claro que os atletas apresentam enorme potencial e progresso técnico nas provas dos Jogos Escolares Brasileiros masculinos e femininos, com resultados bem superiores aos dos Jogos Escolares Brasiliense. Com esses resultados podemos perceber que o nível dos alunos-atletas do Brasileiro é bem superior ao brasiliense.

13 13 REFERÊNCIAS 1. ATLETISMO na escola. 2007, Disponível em: <www.educacaofisica.org/joomla/index.php?itemid=2&id=186&option=com_content&t ask=view >: Acesso em 10 junho CENTRO DE INICIAÇÃO DESPORTIVA. Histórico. Disponível em Acesso em 02 maio COMITÊ OLIMPICO BRASILEIRO, Organização o evento, Disponível em <www.olimpiadasescolares.com.br/organizacao/oevento.asp> Acesso em 18 de outubro COSTA, E R e SILVA, N B, Avaliação da qualidade de instalações e materiais esportivos, utilizados para a prática de atletismo escolar no Distrito Federal.: Brasília TCC (Curso de Educação Física), Universidade Católica de Brasília, FEIJÃO, Antônio Carlos. Fatores que favorecem o surgimento de atletas de nível técnico elevado no Distrito Federal. Brasília: Universidade Católica de Brasília, Dissertação(Mestrado em Educação Física). 6. FILOSTRATO, Disponível em acesso em 15 de agosto JUSTINO, E, O ; RODRIGUES, W. Atletismo na Escola: é possível?, Educação Física.org,..5.. Minas Gerais, LIMA, T. Uma perspectiva sobre as instalações escolares. Revistas UFG, Horizonte, vol. V, n 28, , OLIVEIRA, Maria Cecília Mariano de. Atletismo Escolar, Rio de Janeiro, Editora Sprint. 10. SCHMOLINSKY, G. Atletismo. Lisboa: Estampa 1982.

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