ÍNDICE. Biografia. Dra. Gudrun Burkhard. Turismo. Botucatu. Medicamentos Entenda como são feitos. Terapia Artística A cura pela arte.

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2 EDITORIAL Não é fácil escrever um artigo, ainda mais quando pensamos em quem irá ler. Começa na escolha de um tema que desperte interesse, depois vem o desenvolvimento dessa idéia e, finalmente, tentar colocar no papel alguma coisa que mais se aproxime com aquele projeto inicial. Se já é difícil escrever, o desafio se torna ainda maior quando o conteúdo se relaciona com as diversas áreas de atuação da Antroposofia, colocando o foco nas questões que geram a saúde no ser humano. Então, seja por ousadia, seja por acreditar que esse também é um modo de contribuir na divulgação da Antroposofia e de seus vários segmentos para um público menos acostumado a ela, reunimos essas idéias nesse segundo número da revista. E fomos atrás de uma entrevista com a Dra. Gudrun, que através de suas lembranças e de sua atividade atual, nos conta um pouco da própria história da Antroposofia no Brasil; tem ainda a idéia da interdisciplinaridade discutida entre cinco profissionais que estão acostumados a essa troca de experiências dentro da Pedagogia Waldorf; o Dr. Wesley nos traz suas impressões de seu contato com o Xingu, um passeio em Botucatu e ainda Terapia Artística. Enfim, vários e diversificados assuntos tentando abranger o maior número de interesses. Esse continua sendo o principal objetivo dessa revista da ABMA, dirigida não apenas para os profissionais de saúde e seus pacientes, como também à comunidade não antroposófica: tentar acolher o maior número de segmentos que existem sob a orientação antroposófica e mostrar que podem existir assuntos e temas pertinentes e interessantes dentro desse campo tão vasto e multifacetado e, portanto, muito rico e curioso. Estamos ainda inaugurando um espaço para o leitor expressar sua opinião, seus elogios, suas críticas e sugestões, escrevam para nós. Boa leitura e nos encontraremos no próximo número. COMPARTILHE ESSA IDÉIA, BAIXE A REVISTA ATP no. 2 através do site 2 RECICLE ESSAS IDÉIAS: OFEREÇA ESSA REVISTA, DEPOIS DE TER LIDO, PARA ALGUÉM QUE AINDA NÃO LEU. ÍNDICE Biografia 3 Dra. Gudrun Burkhard Turismo 6 Botucatu Medicamentos Entenda como são feitos 9 Terapia Artística A cura pela arte 14 Crônica 16 Xingu Literatura 18 Indicações de livros DESTAQUE EXPEDIENTE ATP é uma publicação da ABMA (Associação Brasileira de Medicina Antroposófica). Distribuição gratuita. Tiragem 5 mil exemplares. Presidente: Dr. Ronaldo José de Lima Perlatto Vice-Presidente: Dr. José Carlos Neves Machado Tesoureiro: Dr. Luiz Carlos Nascimento Secretário: Dr. Francisco Antônio Braz Conselho Fiscal: Dr. José Luiz Amuratti Gonçalves Dr. José Roberto Kater Dr. Paulo Roberto Volkmann Regionais ABMA - Rio Grande do Sul - Pres.: Dra. Jaqueline de Aguiar Volkmann Amaral ABMA - Rio de Janeiro Pres.: Dra. Sheila P. C. Grande ABMA - Santa Catarina Pres.: Dr. Cláudio Fernando Werlang ABMA - São Paulo Pres.: Dr. Vitor Manuel Costa Ferreira da Silva ABMA - Minas Gerais Pres.: Maria Regina Reis Cançado ABMA - Sergipe Pres.: Elizabeth de Albuquerque Cotrim ABMA - Brasília - Distrito Federal Pres.: Dr. Paulo Sérgio M. Tavares Pedagogia Waldorf Uma escola que deixa a criança ser criança Criação RMC Design Editora Priscila Lanaro Treguer MTB Marketing e publicidade Alessandro Treguer Direção de Arte Rosemeire M. Cavalheiro Impressão Ananda Digital Capa: Lisa Vilela Gomes Fotógrafo: Marcos Muzi 11 Imagem gentilmente cedida pelo Colégio Waldorf Micael de São Paulo Mande suas críticas, sugestões e/ou elogios para a nossa redação. Teremos enorme prazer em conhecer sua opinião sobre nosso trabalho. Carta: A/C Revista ATP Rua Regina Badra São Paulo - CEP

3 ^ Personalidade Dra. Gudrun Burkhard ATP: Como foi o seu primeiro contato com a Antroposofia? Dra. Gudrun: Através dos meus pais, que aos vinte e um anos me levaram para uma palestra do Dr. Mayen sobre Goethe, numa casa onde os antropósofos daquela época (1951) se reuniam para estudos. Após esta palestra, fui freqüentando outras palestras, e por ocasião da fundação da Escola Waldorf no Brasil, eu me candidatei à médica escolar. Conseqüentemente, fui fazer um curso de medicina antroposófica, seguido de estágio, na Clínica Ita Wegman na Suíça, no ano de Biografia E A mãe da Medicina Antroposófica la já fundou duas clínicas e escreveu vários e do Trabalho Biográfico no Brasil. livros sobre Biografia Humana,um dos campos em que atua há trinta anos. Saiba mais sobre o trabalho e formação da Dra. Gudrun Burkhard, a principal responsável pela introdução da Medicina Antroposófica no Brasil. ATP: Como foi o processo de introdução da Medicina Antroposófica no Brasil? Personalidade Dra. Gudrun: De volta da Suíça, comecei a clinicar no Instituto Weka de fisioterapia, no centro de São Paulo (na época, na Rua Marconi) e ia para a Escola Higienópolis, a atual Escola Waldorf Rudolf Steiner. Após algum tempo, foi necessário iniciar a fabricação dos medicamentos da Weleda, fundando-se, para tanto, em 1957, a empresa Weleda. ATP: A senhora encontrou algum tipo de resistência neste processo? Como as pessoas,em geral, receberam a novidade? Dra. Gudrun: Não tive nenhum problema por parte de parentes ou colegas com a introdução dessa medicina aqui no Brasil. A Medicina Antroposófica, porém, só se tornou mais visível para o público 3

4 Dra. Gudrun: A importância da alimentação é fundamental para a saúde. Existem dietas especiais para doenças específicas, e um cardápio geral saudável, para pessoas de trabalho mais intelectual, diferente da dieta de um trabalhador braçal. 4 a partir de 1969 com a fundação da Clínica Tobias, em São Paulo. ATP: Como funciona a Clínica Tobias? Quais são as especialidades médicas de tratamento que ela oferece? Dra. Gudrun: A Clínica Tobias e outras clínicas, como a Clínica Vialis, em Florianópolis, a Vivenda Sant Ana, em Juiz de Fora e outras, hoje funcionam na base de associações terapêuticas, multidisciplinares, tendo pediatras, clínicos gerais, obstetras e ginecologistas, ou mesmo especialistas como ortopedistas, oftalmologistas, médicos de famí-lia, etc. A parte médico-terapêutica é complementada com atividades terapêutico-artísticas, euritmia, arte da fala, massagens e especialmente, banhos e aplicações externas, ampliando todo o arsenal da medicina antroposófica. ATP: A senhora acredita que o Brasil tem condições de aplicar e difundir os conceitos da Medicina Antroposófica de uma maneira mais ampla? Como ampliar essa difusão? Dra. Gudrun: Acredito que a difusão da Medicina Antroposófica depende dos médicos antroposóficos e dos cursos oferecidos para médicos, de ser um bom médico, no sentido clássico, e assim poder ser um bom médico antroposófico em seus conhecimentos e no seu caminho de autodesenvolvimento. O paciente quer tratar a sua doença, para muitos, não importa a metodologia, o que o paciente quer é sarar. Sempre constatei que os nossos medicamentos são ótimos, para casos agudos e crônicos, o importante é saber usá-los de maneira adequada e com coragem. ATP: Em que consiste o seu curso de Biografia Humana? Quais são os tipos de profissionais que podem fazer uso dos conceitos aprendidos neste curso? Dra. Gudrun: O trabalho biográfico é feito com pacientes em crises de vida, doentes crônicos ou simplesmente pessoas que queiram mudar o rumo de suas vidas. A formação biográfica é de caráter modular (cerca de quinze módulos) ao longo de três anos. Ela se direciona a médicos, terapeutas diversos, psicólogos, consultores (coaching), sociólogos e outros interessados, que irão utilizar os conceitos e práticas posteriormente. ATP: Qual a importância da alimentação para a boa manutenção da saúde? ATP: De que maneira a Antroposofia vê a instalação da doença no corpo humano? Dra. Gudrun: A Antroposofia vê o ser humano como uma entidade de corpo, alma e espírito. O corpo consta da parte anatômica palpável, o corpo físico, e da parte vital que desencadeia processos vitais (ou fisiológicos). A alma, ou a psique, se manifesta no ser humano a partir do pensar, sentir e querer humano, responsável pelo desencadeamento de processos psicológicos sadios ou alterados, conforme a atuação conjunta e equilibrada desses três elementos. A parte espiritual é a instância regente do corpo e alma, responsável pela nossa biografia desde o nascimento até a morte e que elabora através de várias encarnações a sublimação do ser humano. A doença se manifesta através de insultos físicos, desvitalização de origens diversas (inclusive constitucional hereditária), desequilíbrios psicológicos que afetam o vital e o físico (por exemplo, situações difíceis ou perdas não elaboradas) ou causas biográficas (a pessoa sendo, por exemplo, impedida de realizar o que se propôs na vida terrena). Esta última podemos denominar também de causas cármicas. ATP: Distúrbios psicológicos podem mesmo afetar a saúde física? Como tratar estes dois problemas de maneira efetiva? (e definitiva!) Dra. Gudrun: Já dissemos que

5 distúrbios psicológicos podem afetar a saúde física. Estes distúrbios podem ser abordados pela terapêutica biográfica, psicoterapêutica ou terapia artística. O efetivo e definitivo da cura dependem de mudanças externas e internas que o paciente se dispõe a fazer. ATP: Na sua opinião, como os médicos antroposóficos devem se dirigir aos pacientes que os procuram, mas não sabem que praticam este tipo de medicina? Como explicar as diferenças entre os dois tipos de tratamento? Dra. Gudrun: Cada médico deverá achar a sua forma de explicar ao paciente, ao longo do tratamento, as diferentes abordagens. Mas, para muitos casos, nem é necessário dar explicações ao paciente. Gudrun K. Burkhard nasceu em São Paulo, formou-se em medicina pela USP em 1953, especializando-se em Medicina Antroposófica na Ita Wegman Klinik, na Suíça. Trouxe essa medicina para o Brasil, fundando em 1969, com seu primeiro marido, Pedro Schmidt, a Clínica Tobias, em São Paulo. Desde 1975, ministra cursos sobre a biografia humana, acumuando trinta anos de experiência nesta área. Fundou com seu segundo marido, Daniel Burkhard, a Artemísia, Centro de Desenvolvimento Humano, em Parelheiros, São Paulo. A partir de 1988, começou a dar cursos de formação biográfica em vários países da Europa e no Brasil, publicando nesse campo vários livros traduzidos para mais de dez línguas. Atualmente, reside em Florianópolis, Santa Catarina, onde fundou a Clínica Vialis e presidiu a Associação Sagres desde o seu início, em 2001, até março de

6 Viagem Turismo Botucatu Botucatu 6 Uma cidade que consegue unir progresso científico e a tranqüilidade de sua exuberante paisagem natural como características marcantes. Será por isso que os adeptos da Antroposofia gostam tanto de Botucatu? De origem tupi, o nome Ybytu-Katu (Botucatu) significa bons ares. As terras desta cidade do interior paulista já foram fazendas de jesuítas, condes e morada de povos de diversas nações. Hoje, Botucatu é um importante pólo de grande potencial turístico e científico, mas suas ruas ainda preservam um clima de tranqüilidade graças às riquezas naturais da região. Botucatu integra o Pólo Cuesta, reunião de dez cidades que têm em comum uma formação geológica com grande potencial de exploração para o ecoturismo. Estas cidades são: Areiópolis, Anhembi, Bofete, Conchas, Itatinga, Pardinho, Pratânia, Paranapanema e São Manuel. A cuesta é uma espécie de serra, só difere dela por não se manter constantemente elevada (após a ascensão, vai declinando). ATRATIVOS TURÍSTICOS Entre as diversas atrações turísticas que a cidade oferece, está uma formação rochosa chamada de Gigante Adormecido. Três Pedras formam os pés da criatura, que parece estar deitada com a barriga para cima. A cidade ainda se destaca por seus roteiros turísticos diferenciados, cada um voltado a um tipo específico de grupo. Um dos passeios que se destacam é o Roteiro da Biodinâmica, em que o visitante tem a oportunidade de

7 conferir a qualidade superior dos produtos originados do cultivo biodinâmico. A diferença vem do método de cultivo da terra, e o turista pode conhecer este processo neste passeio. Esse caminho diferenciado, chamado agricultura biodinâmica, estrutura e trata da propriedade como um organismo vivo, auto-sustentável e integrado que, pelo manejo, ativa e equilibra as forças da natureza gerando fertilidade e alimentos vitalizados. BAIRRO DEMÉTRIA Esse bairro surgiu com o objetivo de englobar a Fazenda Demétria, que foi criada para produzir alimentos biodinâmicos, alicerçada nos ideais antroposóficos. Dois grupos de pessoas uniram-se para dar nascimento à Estância Demétria em 1973/74. De um lado os fundadores da Giroflex e da Associação Tobias em São Paulo e, de outro, um grupo de jovens que assumiria o dia-a-dia da Estância Demétria. O primeiro grupo criou as condições, retirando as terras da esfera patrimonial privada e viabilizando os investimentos necessários no decorrer de vários anos. O segundo grupo encontrou nestas condições especiais a oportunidade para realizar os ideais que motivavam esses dois grupos. A Antroposofia como caminho de conhecimento, com ênfase na agricultura biodinâmica e na busca por inovação social, foi o ingrediente principal a deixar a sua marca nessa semente que queria brotar. Neste local, surgem diversas iniciativas concretizando os ideais antroposóficos: a escola Aitiara, Associação de produtos biodinâmicos, o Instituto Biodinâmico, Casa Somé, Associação Adão e Ema, Congregação de Cristãos, DADOS GERAIS Localização: Região Centro-sul do Estado de São Paulo. Área do Município: km ². População Estimada: habitantes. Temperatura Média: 19. À noite constantemente sopra sobre a cidade uma brisa vinda da Serra. Vegetação: Na Cuesta, Mata Pluvial do Paraná. No topo da Cuesta, Cerrado com manchas de mata. Relevo: compreende três regiões distintas: Baixada, Topo da Serra e Frente de Cuesta. Tipos de Solo: Terra arisca (Arenito de Botucatu), terra roxa de campo, terra e tantas outras iniciativas que merecem ser conhecidas e prestigiadas. E é no Bairro Demétria que o turista pode vivenciar todas as etapas da produção de alimentos orgânicos e curtir tudo o que a natureza pode oferecer, com total tranqüilidade. O Instituto Elo dispõe de uma sugestão de roteiro para quem deseja conhecer um pouco mais sobre a Agricultura Biodinâmica e ouvir histórias e causos sobre o Bairro Demétria. roxa legítima, vermelha arenosa, arenosa. Bacias Hidrográficas: Rio Pardo e Rio Tietê. Vias de Acesso Rodovias Castelo Branco (SP-280) e Marechal Rondon (SP-300). Há também acesso para Piracicaba pela rodovia Geraldo Pereira de Barros e para Jaú pela rodovia João Melão, através da Marechal Rondon. Distâncias da Capital e Principais Cidades S. Paulo: 240 km Brasília: 898 km Jaú: 81 km Bauru: 92 km Rio Claro151 km Curitiba: 557 km Atividades Econômicas: Indústria, comércio, agropecuária 7

8 ROTEIRO DEMÉTRIA Paisagem, Pessoas e Arte SEXTA 17h30 - Chegada Chegada na Casa Somé, acomodação e recepção. 18h30/19h30 - HISTÓRICO Histórico do Bairro Demétria com Marco Bertalot-Bay (economista do Instituto Elo) e O Cerrado e a Paisagem Local imagens com Maria Bertalot (bióloga e pesquisadora da Associação Biodinâmica). 19h30/20h15 Jantar 20h30/21h30 ASTRONO- MIA: observações e dinâmicas com Pedro Jovchelevic (agrônomo e diretor da Associação Biodinâmica). Eventualmente: NOITE MUSICAL. Música popular instrumental e vocal dançante com toques eruditos com o grupo Casa Forte (sanfona, violino, flauta e pandeiro). SÁBADO 7h40/7h45 Café da Manhã 08h00/09h00 DINÂMICAS 1 : Ritmos, percepção musical e canto com Gloria Bertalot (professora de música da Escola Aitiara) 09h15/12h00 PASSEIO DA TERRA Cerrado, Agrossilvicultura, uma nascente na mata e a paisagem local com Maria e Marco. Um laticínio diferente. Uma trilha encantada. Uma horta biodinâmica. Qual é o ouro do agricultor? Como fazer um composto? 12h15h Almoço 14h00/15h15 OUVIRATIVO: Vivências musicais com Marcelo Petraglia 15h30/18h30 PASSEIO DOS HABITANTES - A Escola Aitiara. Um museu de pedras. Onde vai parar o lixo dos moradores? A Bioloja da Estância Demétria com padaria, sorvetes e algumas coisinhas mais. Um condomínio de moradores. 19:00h Jantar 20h00 DINÂMICAS 2: Fogueira, violão e canto com Glória. DOMINGO 07h45 Café da Manhã 08h00/09h00 DINÂMICAS3: Ritmos, percepção musical e canto com Glória. 09h15/12h00 PLANTAR A MINHA ÁRVORE - Um viveiro de mudas. Outra trilha encantada. Cada um planta sua árvore. 12h15h Almoço 13h30 Encerramento e Partida. É possível adaptar a programação para grupos com interesses específicos. INSTITUTO ELO O Instituto Elo tem por objetivo promover atividades para o desenvolvimento de uma Economia Associativa e de uma Trimembração do Organismo Social com base na geração de conhecimentos, técnicas, habilidades e práticas de Gestão Empreendedor Associativa. Para a realização do seu objetivo, o Instituto Elo desenvolve atividades de pesquisa e desenvolvimento, publicações, cursos, consultoria e projetos e para a formação de uma Rede Associativa, visando fomentar parcerias econômico-associativas; o comércio justo; a função social do uso do solo; do capital financeiro e de instalações industriais; a geração de recursos para o desenvolvimento educacional e profissionalizante; a concessão de créditos; realização de feiras, de eventos culturais e de educação sócio-ambiental que, entre outros, promovam a demanda e a conseqüente oferta de produtos e serviços cada vez mais ecológicos e humanos. Maiores informações: 8

9 O que são medicamentos Antroposóficos? Quando alguém começa um tratamento com a medicina antroposófica, uma das primeiras perguntas que surge é: o que é um medicamento antroposófico? Quais as diferenças em relação aos outros medicamentos? Afarmácia antroposófica começou a ser desenvolvida há cerca de 100 anos, por Rudolf Steiner, fundador da antroposofia, e Oskar Schmiedel, químico austríaco, em colaboração com médicos especialmente Ita Wegman, fundadora da medicina antroposófica. Os primeiros produtos medicinais antroposóficos datam de 1921, quando o primeiro laboratório farmacêutico antroposófico foi criado na Suíça, a Weleda. Todos os medicamentos antroposóficos são obtidos da natureza, a partir de sustâncias minerais, vegetais ou animais. Não há medicamento antroposófico sintético, embora o médico antroposófico recorra aos chamados medicamentos alopáticos quando necessário. Tampouco se concebe um medicamento antroposófico obtido de uma planta geneticamente modificada, ou que em seu processo de cultivo foram usados agrotóxicos, fertilizantes químicos ou herbicidas sintéticos. A razão é simples: os processos normais ou doentios que ocorrem no organismo humano encontram na natureza algum processo correlato ou oposto. De acordo com cada caso, a medicina antroposófica indicará um medicamento para estimular no ser humano uma reação que levará à cura ou alívio da enfermidade. O fundamental no medicamento antroposófico é que ele estimula as forças autocurativas do organismo. Um medicamento antroposófico pode agir, de acordo com sua composição, de três modos: (1) estimulando um processo contrário à doença esta é a maneira alopática de ação, por exemplo, para uma inflamação pode-se usar uma planta que Medicamentos estimule no organismo suas atividades antiinflamatórias; (2) agindo de modo igual à doença e provocando uma reação contrária maior do organismo no sentido da cura este é um princípio homeopático de ação: aquilo que provoca também pode curar; (3) proporcionando um modelo orientador para o órgão ou sistema doente, levando à sua atividade sadia este princípio é exclusivo dos medicamentos antroposóficos. Muitos medicamentos antroposóficos são dinamizados, isto é, diluídos e agitados de modo rítmico várias vezes. Esse processo farmacêutico serve para despertar na substância seu potencial curativo, que estava como que adormecido. Mas também existem remédios feitos 9 Tira-dúvidas

10 a partir de tinturas de plantas, extratos secos e chás, ou seja, medicamentos não dinamizados. Há uma grande preocupação com a qualidade da substância que será usada para se fazer o medicamento antroposófico, pois se entende que a substância é a fase final de um processo. Então, o processo precisa ser tão valorizado quanto a substância em si. Alguns exemplos práticos: a calêndula é uma planta conhecida como cicatrizante e vitalizante desde a Idade Média. Além do cultivo orgânico (sem agrotóxicos ou fertilizantes químicos), para que as flores da calêndula sejam usadas em um medicamento ou cosmético antroposófico, elas são colhidas nas primeiras horas da manhã, quando na natureza as forças de vitalização são mais intensas. As tenras folhas da bétula, usadas como rejuvenescedoras desde o século I, são colhidas na Primavera, justamente a época em que a natureza se rejuvenesce. Entre um mineral natural e um derivado de uma reação química sintética ainda que ambos tenham a mesma composição o mineral natural será o escolhido para compor um medicamento antroposófico justamente porque ele trará consigo todo o seu processo natural que culminou na substância. Isso significa que existe um cuidado especial com tudo o que cerca o futuro medicamento, inclusive influências de longe. A prata, mineral de grande aplicação terapêutica na medicina antroposófica, é dinamizada de acordo com a fase da lua, pois existe uma clara influência deste astro com o metal já demonstrada em diversos experimentos científicos. As principais vias de administração dos medicamentos antroposóficos são a oral, a injetável subcutânea e a tópica (compressas externas de pomadas, cremes ou óleos). De acordo com o que se pretende estimular, o médico optará por uma ou outra via. Oficialmente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), reconhece os medicamentos antroposóficos como uma categoria de medicamentos dinamizados. Portanto, existe uma identidade própria de tais remédios no Brasil. A farmácia antroposófica é reconhecida pelo Conselho Federal de Farmácia, que também atribui ao farmacêutico antroposófico suas principais tarefas. Agora você já conhece os princípios que regem os medicamentos antroposóficos. Quando receber a prescrição de seu médico antroposófico, você saberá que dentro daquele frasco, nas gotas, glóbulos, ampolas ou pomadas, existe uma parte da natureza pronta para lhe ajudar a recuperar ou manter sua saúde, de forma harmônica, suave e profunda. Parabéns pela opção! 10 Nilo Gardin Médico responsável pelo departamento médico-científico da Weleda do Brasil.

11 Pedagogia Waldorf Nas Escolas Waldorf, não basta ensinar a ler e a contar. O desenvolvimento da criança é acompanhado por diversos profissionais, das mais diferentes áreas, tudo isso com a finalidade de educar uma criança, levando em consideração seus sentimentos, seus desejos e aptidões naturais. Deixar a criança ser mais criança. Pode parecer redundância, mas esta frase, tão simples, representa um dos principais objetivos da Pedagogia Waldorf, um método de ensino que tem como base os fundamentos da Antroposofia. De acordo com Maria Chantal, professora do Jardim da Escola Jardim Waldorf Colibri, em São Paulo, o que difere a pedagogia Waldorf dos demais métodos tradicionais é a maneira como as atividades são trabalhadas, de forma criativa, útil e com um sentido maior, respeitando o desenvolvimento da criança e suas necessidades mentais, anímicas, físicas e espirituais. Outro fator que diferencia as Escolas Waldorf entre as instituições de ensino tradicionais é a sua grade curricular. Além de todas as disciplinas exigidas pela lei no Brasil, fazem parte do currículo dos Jardins diferentes atividades artísticas, histórias adequadas para cada idade (currículo do cordão de ouro da pedagogia Waldorf), trabalho de respiração durante as aulas e atividades manuais. Já no Ensino Fundamental, além das matérias básicas que compõem o currículo de toda escola, existem matérias específicas de ciências, como: zoologia, botânica, mineralogia, antropologia e astronomia. Matérias específicas de Artes, como: tricô, pintura, desenho com carvão, modelagem, marcenaria, costura, arte da fala, teatro, etc. No Ensino Médio lecionam-se matérias como: Filosofia, Astronomia, Ecologia, Agrimensura, Noções de Agricultura Biodinâmica, Culinária, Projeto Social, entre outras. As Escolas Waldorf recebem crianças de diferentes perfis, de todo o tipo de família. Aliás, segundo Cecília Bonna, coordenadora e professora do Jardim Espaço Bem Viver, em Cotia, São Paulo, quem define o perfil do aluno que vai estudar em uma Escola Waldorf é a própria família, pois as crianças Matéria de Capa interdisciplinaridade Educação ~ 11

12 Waldorf para tornar a criança mais atenta, mais presente nas aulas, melhorar sua concentração, sua cognição, desenvolver sua motricidade e sua flexibilidade. Maria Elisabeth Canelada é euritmista curativa e trabalha numa clínica que atende crianças indicadas pela escola e pelos médicos. Ela acredita que sempre que o professor perceber que o processo de aprendizagem, assim como o relacionamento social do aluno com os colegas de classe e 12 estão em desenvolvimento e se submetem ao que as famílias lhes ofertam. Em geral, estas famílias têm uma preocupação um pouco maior em proteger seus filhos quanto ao que vêem e ouvem na mídia, buscam uma alimentação saudável, um ritmo de vida mais tranqüilo, assim como um brincar sem violência ou muita agitação, define Cecília. Neste tipo de pedagogia, existe ainda uma maior abertura para a interdisciplinaridade, ou seja, a relação entre as diversas disciplinas com a finalidade de promover um melhor e mais completo desenvolvimento para o aluno Waldorf. Na opinião de Maria Chantal, um médico escolar e uma euritmista são profissionais que devem estar sempre presentes no acompanhamento do processo de aprendizagem e desenvolvimento global. Mas o que representa a figura do médico escolar e qual sua função? Este é mais um diferencial da pedagogia Waldorf. O doutor José Carlos Neves Machado, médico escolar do Colégio Waldorf Micael, de São Paulo, define sua função como ter sob o ponto de vista médico-terapêutico um olhar abrangente sobre a criança e o seu mundo e auxiliar, através de orientações e indicações, a criança, sua família e o professor, a fim de conduzi-la da melhor forma possível dentro de suas capacidades e acreditar que isso é absolutamente viável. Desta maneira, o médico escolar é um aliado do professor na tarefa de observar a criança em seus múltiplos aspectos. Já a Euritmia, através de seus exercícios, com belos poemas e músicas, é usada nas Escolas da escola e com os professores não transcorre de forma satisfatória, ele deve apontar o problema para os pais, para o médico escolar e qualquer outro profissional, se for o caso. O mais importante é que o aluno seja olhado pelos di-ferentes lados, do professor, do médico, do euritmista, e até de um ortodontista, e que a impressão de cada um seja trocada com os outros. Dessa forma, a imagem do aluno ficará mais rica e o problema poderá ser mais facilmente corrigido, afirma Elisabeth. Outro fato muito interessante dentro da interdisciplinaridade deste tipo de pedagogia é perceber que o aluno Waldorf é um ser privilegiado, pois é cuidado como um ser em desenvolvimento e que precisa ser conduzido com bondade, beleza e verdade, dependendo da fase em que se encontra. Assim sendo, até mesmo a Odontologia pode contribuir neste processo. De acordo com a doutora Viviana Faria, dentista e ortodontista, os dentes são considerados sinalizadores de desenvolvimento integral da criança. Através deles, pode-se fazer a leitura se a criança está ou não pronta para ser alfabetizada. O profissional da odontologia pode auxiliar detectando, prevenindo e removendo qualquer alteração no desenvolvimento orofacial da criança. Os dentes, além de

13 instrumentos da mastigação, têm estreita relação com a postura corporal, com a respiração. Desta forma, desvios posturais podem ter relação com a disposição dos dentes nos arcos dentários, alterações respiratórias como a respiração bucal, presença de adenóides hipertrofiadas e que influenciam no desenvolvimento e posição dos dentes, tudo isto terá conseqüências para a saúde como um todo, pois a boca está inserida dentro de um corpo, portanto, há uma relação de interdependência entre o todo e as partes e vice-versa, explica a doutora Viviana. Portanto, a interdisciplinaridade dentro da Pedagogia Waldorf tem como objetivo primordial o desenvolvimento da criança de maneira plena, levando em consideração todos os aspectos de sua vida. Segundo o doutor José Carlos, a interdisciplinaridade precisa ser estimulada e devidamente cobrada entre os profissionais que irão lidar com a criança. É comum que três ou mais terapeutas (euritmista, médico, ortodontista, fonoaudiólogo, etc.), trabalhem com a criança e nunca tenham trocado suas experiências, cada um dentro de sua especialidade e de seu narcisismo não tenha compartilhado com o outro a sua visão. Isso além de não trazer nenhum benefício, torna o processo mais doente ainda. Dentro de uma proposta antroposófica, observa-se a criança de um modo mais amplo. Podemos, assim, dispor de uma série de terapias e de enfoques que em determinadas situações podem ser extremamente valiosos, cabe ao médico, como observador indicar esta ou aquela terapia como complemento no processo de trabalhar um determinado aspecto, conclui o doutor José Carlos. Maria Chantal Amarante: Formada em Artes Plásticas; pós-graduação em Psico-Pedagogia; Seminário de Pedagogia Waldorf; Formação em Terapia Biográfica e Artística; professora de classe do Colégio Waldorf Micael de São Paulo; professora de jardim na Escola Waldorf João Guimarães Rosa, de Ribeirão Preto, coordenadora pedagógica e professora na Associação C. Monte Azul de SP; atualmente, professora de jardim no Jardim Waldorf Colibri, de São Paulo, secretária dos jardins na Federação das Escolas Waldorf no Brasil e colaboradora e palestrante da Aliança pela Infância. Maria Elisabeth Mansano Canelada: Fisioterapeuta com especialização em RPG. Estudou Euritmia Artística e Curativa em Dornach, na Suíça, de 1983 a Fez a Formação em Biografia, em São Paulo. Atualmente, trabalha como fisioterapeuta, euritmista curativa e dá assistência biográfica individual e em grupos na Clínica Tobias. Maria Cecília Bonna: Professora Waldorf desde Iniciou como Professora de Jardim por três anos e depois tornou-se professora de classe por dezesseis anos, acompanhando duas turmas no colégio Micael, em São Paulo. Lecionou ainda no Ensino Médio do colégio Waldorf Micael. Em 2005, fundou um Jardim, Espaço Bem viver, em Cotia, São Paulo. Formada como Assistente Social, Pedagoga e Psicodramatista e Sociodramatista (SP). Formação em Pedagogia Waldorf (SP), (1982 e 1983) Quirofonética (1988 a 1990), Estudos Goetheanísticos ( Sacramento, CA) (1996). Trabalha atualmente como coordenadora e professora no Jardim que fundou, como tutora na Escola Pólen, em Belo Horizonte, Minas Gerais, e dando Parsifal para os jovens do Ensino Médio em algumas escolas do Brasil: São Paulo, Botucatu, Bauru e Ribeirão Preto. Dr. José Carlos Neves Machado: Médico Pediatra com especialização em Homeopatia, Medicina Chinesa e Acupuntura e Medicina Antroposófica. Médico Escolar do Colégio Waldorf Micael de São Paulo. Vice-Presidente da ABMA ( ). Conferencista e orientador junto a FEWB a atividades ligadas ao trabalho com professoras do Jardim-de-Infância. Em formação como especialista em Psiquiatria Infantil e da Adolescência (IPPIA). Trabalha como médico pediatra em consultório particular e na Associação Três Fontes em Campinas, São Paulo. Palestrante de temas ligados à Medicina Escolar e Orientação de Pais em várias escolas e faculdades no Brasil. Dra. Viviana Cristina Martins Faria: Bióloga com bacharelado em Fisiologia e especialização em Bioquímica Clínica. Fez Odontologia, começou a trabalhar com Ortodontia e, na busca de aperfeiçoamento e de melhores recursos para atender o paciente, especializou-se em Ortopedia Funcional dos Maxilares. Mestrado na Escola Paulista de Medicina na área de Ciências Pneumológicas. Trabalha com os conteúdos da Antroposofia desde 1995, quando começou a formação em Odontologia Antroposófica pela ABMA. 13

14 Arte e Saúde Terapia Artística Artes 14 Uma grande aliada para a Medicina Antroposófica. ATerapia Artística é fundamentada na visão artística, médica e terapêutica ampliada pela Antroposofia, ciência espiritual fundada por Rudolf Steiner. Cor, forma, volumes, disposição espacial, luz e sombra: são estes os instrumentos da Terapia Artística. Enfim, todos os elementos das artes plásticas que são vivenciados através da pintura, da modelagem e do desenho. O enfoque terapêutico está no próprio processo artístico, onde as forças arquetípicas desses elementos entram em consonância com as forças internas que constituem o ser humano e que podem estar bloqueadas ou em desarmonia. Beleza, ritmo, harmonia e o entusiasmo na observação da natureza, são qualidades também presentes no processo artístico terapêutico. O paciente de terapia artística é, de fato, um agente da sua própria transformação, buscando em um processo contínuo, a expressão de seu equilíbrio. Seja trazendo a forma onde é pouco estruturado, dissolvendo onde há rigidez, trazendo precisão onde tudo está vago ou permitindo que a fantasia encante a mente endurecida. Diante da prática artística enfrentam-se limites e superam-se obstáculos na procura criativa de soluções. As dificuldades são

15 acolhidas e superadas, desenvolvendo-se assim a auto-estima e a confiança. Os pensamentos, as ações e os sentimentos tornam-se mais conscientes. O que a diferencia de um processo apenas artístico é o caminho terapêutico que tem a intenção de transformar cada dificuldade em exercícios que possibilitem os processos de mudança, havendo sempre um propósito, um método e uma atitude interior. A Terapia Artística pode ser aplicada a todos os casos de doenças ou como um processo de auto-conhecimento e desenvolvimento. Origem da Terapia Artística A origem da Terapia Artística vem do trabalho que a doutora Ita Wegmann desenvolveu com Rudolf Steiner, no qual a pintura era eventualmente prescrita como parte do tratamento médico. Em RECOMENDAÇÕES MÉDICAS Indico a Terapia Artística, principalmente nos casos de doenças crônicas, câncer, quadros de esclerose e doenças auto-imunes. Minha impressão pessoal é que ela pode agir em três níveis: um mais perceptivo, onde o paciente relaciona-se com um novo conteúdo para sua alma, e aprende a colocar-se de um modo diferente no mundo. Isto, no entanto só é possível se o terapeuta for experiente e conseguir captar a necessi dade do paciente. Um segundo nível é aquele em que a Terapia Artística pode ser integrada com o trabalho biográfico e ambos se enriquecem e se complementam (...) O terceiro nível, o mais específico, é onde ela é utilizada como instrumento de influência clara no estado orgânico do paciente (...) A Terapia Artística não depende só de domínio de uma técnica por parte do terapeuta, mas da maturidade e do envolvimento que ele tem no processo com o paciente Dr. Bernardo Kaliks Médico Antroposófico. Clínico Geral com formação em Neurologia e Medicina Interna Vejo a terapia Artística fundamentada na Antroposofia como uma outra via de promoção da cura do paciente, além da via medicamentosa. Médico e terapeuta artístico trabalhando em conjunto visam despertar no paciente as forças curativas que estão desequilibradas no organismo doente (...) Dr. Luiz Fernando de Carvalho MédicoAntroposófico. Clínico Geral e Pediatra 1925, a doutora Margarethe Hauschka (fundadora da Terapia Artística Antroposófica; escreveu seus primeiros artigos em 1930) foi à clínica de Arlesheim (Suíça), encontrou-se com duas pintoras, Sofia Baurer e Maria Kleiner, que pintavam com os pacientes. Em 1940, foi para a Áustria e durante vinte e dois anos trabalhou e deu cursos no país e no exterior. No Brasil, a Terapia Artística surgiu graças ao impulso dado por Ada Jens, enfermeira e fisioterapeuta que teve como mestra Margarethe Hauschka. De volta ao Brasil, Ada foi responsável pela Terapia Artística na clínica Tobias por vinte anos e criadora do primeiro curso de formação em São Paulo, no Centro Paulus de Estudos Goethenísticos, em 1986, junto à Sociedade Brasileira de Médicos Antroposóficos e com apoio da Associação Tobias. Coletânea de textos organizados por Márcia Abumansur, artista plástica, terapeuta artística, terapeuta transpessoal e docente de pintura e desenho 15

16 Brasil indígena Afro-Europeu Indígena Cultura Crônica i 16 Confira as impressões de Wesley Aragão de Moraes sobre as diferenças culturais entre o mundo ocidental e etnias indígenas. Será que existem mesmo dois mundos tão distintos? Como parte de minha pesquisa de campo em antropologia, estive por duas vezes no Alto Xingu, após uma longa viagem de avião até Brasília, carro e caminhão até a cidadezinha matogrossense de Canarana e, finalmente, treze horas de barco nas águas infestadas de jacarés, piranhas e sucuris do rio Kuluene (afluente do rio Xingu, por sua vez, afluente do grandioso rio Amazonas), perfazendo dois dias de ida e, depois, dois dias de volta até Minas Gerais. Além disto, convivi, em minha própria casa, com alguns amigos indígenas, visitantes, por meses, e os acompanhei em suas andanças pela cidade dos brancos. O que vi foi uma cultura em mudança (para não dizer em agonia modo de dizer que me traria críticas da parte de colegas antropólogos). Rapidamente, a cultura urbana do Brasil ocidentalizado vai suplantando os hábitos tradicionais indígenas. A canoa de madeira de jatobá vai sendo substituída pelo barco a motor. A panela de barro vai sendo substituída pela de alumínio. O silêncio magnífico de uma aldeia indígena, que permite se ouvir uma infinidade de pássaros e os gritos dos macacos nas árvores, vai sendo substituído pelo ruído de motores, de rádios de pilha, que veiculam programas musicais de mau gosto, e até por aparelhos de TV ligados na bateria, que veiculam telenovelas e partidas de futebol. O machado de pedra é substituído pelo som ensurdecedor da moto-serra. Jovens índios se envergonham de sê-lo e adotam

17 modismos dos jovens urbanos e dos ídolos do cinema americano e da televisão nacional, para desespero dos anciãos que desejam preservar sua língua e sua cultura tradicionais. Mas é assim mesmo. Nenhuma cultura é estática. A cultura é dinâmica e vai mudando, às vezes para pior, às vezes para melhor... Apesar disto, pude presenciar coisas incríveis. Meu objeto de pesquisa foi o pajé e suas práticas de cura. Vi como a vida espiritual é presente em seu cotidiano. Vi como se pode passar da realidade física empírica para um universo mágico, para um outro mundo onde vivem os espíritos e os deuses criadores, apenas através do canto, da dança e de algumas baforadas de fumo selvagem. Vi como a doença pode ter uma explicação espiritual e como o pajé a retira como se a dor tivesse substância e como se a angústia fosse palpável, manipuláveis a um toque de mão. Enfim, vi o contraste entre o mundo do branco, visto como material e sem magia, e o do índio, ainda um mundo encantado onde os seres naturais são dotados de alma e de fala. Talvez a teoria darwinista do século XIX de que há povos mais evoluídos e outros mais primitivos (que justificou o massacre e a colonização de povos diversos por parte de impérios europeus) tenha que ser revista, como propõem os antropólogos. Talvez não seja esta a questão. Não há mais evoluídos ou menos evoluídos (evoluídos em relação a que aspecto?) - há apenas homens diferentes, culturas diferentes. Em termos de solidariedade, de consciência social e de ética, vi índios superiores à maioria dos brancos que conheço. Por outro lado, o branco desenvolveu benefícios diversos que os índios não desenvolveram. A maioria dos índios tem enorme desconfiança em relação aos brancos ( caraíbas ), pois o comportamento destes últimos se mostrou, ao longo do tempo, selvagem, agressivo, ganancioso, predatório, interesseiro, mentiroso, lascivo e incivilizado. Por outro lado, os índios são fascinados pelos bens tecnológicos dos brancos. Somos condicionados a pensar, desde a escola, que somos uma filial da cultura européia, que é grandiosa e fascinante. Mas, quando saímos destes gigantescos guetos ocidentalizados que denominamos grandes cidades e então viajamos pelo interior das terras americanas, não parece ser esta a verdade humana, geográfica, cultural e histórica e espiritual. Teorizo que o estudo das culturas indígenas, assim como dos africanismos locais, além do que já vivenciamos do europeu, nos possibilitaria uma identificação mais clara da verdadeira essência da Terra. Não se trata de nenhuma proposta nacionalista. Ao contrário, trata-se de evidenciar, como indivíduos cidadãos do mundo, qual é a nossa tarefa local, cultural a um nível regional. Outra boa razão para isto é que a nossa Terra, física ou etericamente, ainda guarda segredos e mistérios que, conhe-cidos, podem ser de tremenda utilidade para o médico do futuro, para o terapeuta do futuro, para a humanidade do futuro. A antropologia, uma ciência respeitada no meio acadêmico, tem esta possibilidade de elaborar conexões e de decifrar caminhos de vida, entre diferentes culturas humanas. Acredito, porém, que não seja possível conhecimento, sabedoria, sem a aventura do abrirse para um Todo Infinito cognoscível. Ao se fechar o saber dentro de um corpus encerra-se o Espírito em esquemas e ele se torna desencantado, cristalizado, petrificado. Será preciso um xamã dançante vir reencantá-lo... Wesley Aragão de Moraes é médico, mestre em ciência da religião, doutor em antropologia, artista plástico e docente universitário. 17

18 Indicações Literárias Antroposófica Literatura Lendas da Infância de Jesus Nascimento e Infância Jakob Streit Jakob Streit inspirou-se em lendas antigas, recolhidas da tradição popular e nos Evangelhos, para escrever estas lendas. Apoiado em sua longa experiência como professor, desenvolveu as histórias que podem ser contadas às crianças ou lidas por elas a partir dos nove anos de idade. Nós convivemos com Rudolf Steiner Autores Diversos Indivíduos ligados às diversas iniciativas antroposóficas e que conheceram Rudolf Steiner pessoalmente apresentam seus relatos. Este livro relata contato com aspectos possíveis de serem vivenciados apenas diretamente. Calendário da Alma Este calendário contém 52 versos meditativos, um para cada semana do ano. Ele é descrito por Rudolf Steiner como um caminho de desenvolvimento feito através do sentir, aberto a todas as pessoas que desejam vincular-se à autoeducação. Centro de Mistérios na Idade Média Rudolf Steiner A Antroposofia começou a ser divulgada publicamente ao final do século XIX e início do século XX, no entanto, pode-se dizer que ela faz parte de uma corrente de conhecimento, cujos antecedentes na História são abordados neste ciclo de palestras, principalmente em relação ao período da Idade Média. Cultura 102 páginas, 7 ilustrações. Preço: R$ 35, páginas, 6 ilustrações. Preço: R$ 48, páginas, sem ilustrações. Preço: R$18,00 95 páginas, 14 ilustrações. Preço: R$ 36,00 Todos estes livros podem ser encontrados na Editora João de Barro. A Editora João de Barro é voltada, em especial, Pedra Fundamental Rudolf Steiner Este livreto apresenta a versão falada e a escrita da Meditação da Pedra Fundamental, acompanhadas dos originais em alemão, além de outras traduções recolhidas em português. 71 páginas, sem ilustrações. Preço: R$ 10,00 Eu Sou a Favor de Progredir Peter Selg Neste livro notável, Peter Selg nos mostra de forma viva, embora sóbria, as experiências e o exemplo de trabalho da Dra. Ita Wegman, tornado-a, até hoje, a representante mais importante do impulso médico-terapêutico antroposófico. 185 páginas, sem ilustrações. Preço: R$ 50,00 A Alma Humana Karl König O autor deste livro é conhecido por suas descrições de fenômenos, simples e mesmo assim, verdadeiros. Aborda a psique em suas várias manifestações e atributos.uma leitura indispensável para todos que buscam ampliar sua compreensão do ser humano. 181 páginas, sem ilustrações. Preço: R$ 43,00 à publicação de livros sobre Antroposofia, principalmente aqueles destinados a ampliar o conhecimento das diferentes áreas de atuação profissional, seja da Medicina, das Terapias, como da Antropologia Antroposófica. Maiores informações: Tel: (55) (11)

19 Associação Brasileira de Terapeutas Artísticos Antroposóficos Rua da Fraternidade, São Paulo/SP (11) Adélia Baião Glória R. República do Iraque, Brooklin (11) Adriana Venuto R. Jericó, 255 conj Vila Madalena (11) Clínica Tobias R. Regina Badra, Alto da Boavista (11) Alice Nobre Martins R. Regina Badra, Alto da Boa Vista (11) Camila Vieira R. Conceição Marcondes Silva, Campo Belo (11) e (11) Dulcinéia Montico Espaço SOFIA R. Verbo Divino, 597 (11) Edna Andrade R. Jericó, 255 cj Vila Madalena (11) Clínica Tobias Rua Regina Badra Alto da Boa Vista (11) Fernando Abrão Terapeuticum Raphael R. Mal. Deodoro 225/ Juiz de Fora (32) e (32) Gabriela Seltz R. Escobar Ortiz, V. Nova Conceição (11) R. Marjorie Prado, 191- Jardim Marajoara (11) Goudy Le Berre R. Marechal Deodoro, Alto da Boa Vista (11) José Amadeu Piovani R. Caminha do Amorim, Vila Madalena (11) / (11) Helena Urben R. Estado de Israel, Vila Mariana (11) / (11) Leila Buquera Bujaldon R. Relíquia Casa Verde (11) / (11) Márcia Abumansur R. Pedro de Toledo, Ibirapuera (11) R. Ana Catarina Randi, 44 - Broklin (11) / (11) Marilena Mamprim R.Conde de Porto alegre Campo Belo (11) Mary Porto R. Virgilio Carvalho Pinto, Pinheiros (11) Melba Echenique Proutiere Clínica Vialis R. Macela 80 - Novo Campeche R. Tavares, Florianópolis, SC (48) e Simone Ornelas R. Regina Badra, Alto da Boa Vista (11) Vera Orgolini R. Sincorá, Chácara Flora (11) / (11)

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