A N N UAL REPORT AND ACCOUNTS

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2 A N N UAL REPORT AND ACCOUNTS C O N S O L I DATED FINANCIAL STATEMENTS A Word from the Chairperson of the Executive Committee Group Structure and Corporate Boards Report of the Board of Directors Macro-economic developments in The Portuguese Automobile Market in Business Report C o m m e rc e Automobile Distribution Automobile Retail - new ve h i c l e s Automobile Retail - semi-new and used ve h i c l e s S e rv i c e s Automobile Services Financial Services E - B u s i n e s s A c t ivities of the Holding Company Economic and Financial A n a l y s i s Outlook for Macro-economic Prospects in Outlook for the Automobile Market in Po r t u g a l Outlook for the Group s Business A c t iv i t i e s Automobile Distribution and Sales Automobile and Financial Services Financial Services E - B u s i n e s s Consolidated Financial Statements Consolidated Balance Sheet Consolidated Income Statement Consolidated Statement of Cash Flow s Notes to the Consolidated Statement of Cash Flow s Consolidated Operating Income Statement Notes to the Consolidated Balance Sheet and Profit and Loss Account Statutory Au d i t o r s Opinion and Report of the External Au d i t o r SAG - Annual Report 2002

3 R E L ATÓRIO E CONTA S C O N TAS CONSOLIDA DA S Pa l av ras da Presidente da Comissão Executiva E s t r u t u ra do Grupo e Corpos Sociais Relatório do Conselho de A d m i n i s t ra ç ã o E volução Macro-económica em O Mercado Au t o m ó vel Português em Relatório de A c t iv i d a d e s C o m é rc i o Distribuição Au t o m ó ve l Retalho Au t o m ó vel - viaturas nova s Retalho Au t o m ó vel - viaturas semi-novas e usadas S e rv i ç o s Serviços Au t o m ó ve l Serviços Fi n a n c e i r o s E - B u s i n e s s A c t ividade da Holding Análise Económica e Fi n a n c e i ra Pe r s p e c t ivas para Pe r s p e c t ivas de Evolução Macro-económica em Pe r s p e c t ivas de Evolução do Mercado Au t o m ó vel em Po r t u g a l Pe r s p e c t ivas de Evolução das A c t ividades do Grupo Distribuição e Comércio Au t o m ó ve l Serviços Au t o m ó vel e Serviços Fi n a n c e i r o s Serviços Fi n a n c e i r o s E - B u s i n e s s D e m o n s t rações Fi n a n c e i ras Consolidadas Balanço Consolidado D e m o n s t ração Consolidada dos Resultados D e m o n s t ração Consolidada dos Fluxos de Caixa Anexo à Demonstração Consolidada dos Fluxos de Caixa D e m o n s t ração Consolidada dos Resultados por Funções Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados Documentos Legais Certificação Legal das Contas e Relatório do Auditor Externo Relatório do Fiscal Único SAG - Relatório e Contas

4 I N D I V I D UAL AC C O U N T S Report of the Board of Dire c t o r s Business Report Outlook for C o m p a ny s Own Shares Management Report Proposal for the Appropriation of Profits A t t a chment to the Board of Director s Report I n d ividual Financial Statements Balance Sheet I n d ividual Profit and Loss A c c o u n t s Statement of Cash Flow s Notes to the Statement of Cash Flow s O p e rating Income Statement Notes to the Balance Sheet and Profit and Loss A c c o u n t Statutory Au d i t o r s Opinion and Report of the External Au d i t o r SAG - Annual Report 2002

5 C O N TAS INDIVIDUA I S Relatório do Conselho de A d m i n i s t ra ç ã o Relatório da A c t ividade Desenvo l v i d a Pe r s p e c t ivas para Informação sobre Acções Próprias Relatório sobre o Governo da Sociedade Proposta de Aplicações de Resultados Anexo ao Relatório do Conselho de A d m i n i s t ra ç ã o D e m o n s t rações Fi n a n c e i ra s B a l a n ç o D e m o n s t ração dos Resultados D e m o n s t ração dos Fluxos de Caixa Anexo à Demonstrações dos Fluxos de Caixa D e m o n s t ração dos Resultados por Funções Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Documentos Legais Certificação Legal das Contas e Relatório do Auditor Externo Relatório do Fiscal Único Parecer do Fiscal Único (Contas Individuais e Consolidadas) SAG - Relatório e Contas

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8 A WO R D F R O M T H E C H A I R P E R S O N OF THE EXECUTIVE COMMITEE 2002 was, without a doubt, a year that challenged the sustainability of corporate structures, considering the d e t e r i o ration of the economic situation and the increase in international instability. The automobile sector in g e n e ral and the Portuguese market in particular were among those affected most by the circumstances. In spite of the situation, how e ve r, the Group s consolidated turnover in 2002 was EUR 811 million, with E B I T DA going up from 9.9% of turnover in 2001 to 11.2% in 2002, boosted by the increased weight of services in the Group s ove rall business activities. The passenger car market in Portugal fell again in 2002, with 305,387 units sold, wh i ch was 13.7% less than in Neither distribution, the Group s core business, nor retail were immune to this drop, and SIVA sold a total of 40,912 passenger cars, 15% less than in 2001, wh i ch resulted in a slight reduction in its market share from 13.6% in 2001 to 13.4% at the end of SIVA s sales volume reached EUR 677 million, wh i ch was only 7.8% down on the year before, thanks to the good performance of after-sales services, whose grow t h partially compensated for the fall in vehicle sales on the part of both SIVA and the retailers. The car rental market was ch a racterised by a sharp drop in business, worsened further by the ongoing aftermath of the events of 11 September 2001, wh i ch are still having a serious effect on the tourism sector, wh i ch is essential to this business. This situation, aggravated further by the extremely fragmented car hire sector in Portugal, also exerted great pressure on prices. The number of rental days sold and the prices charged by Globalrent in 2002 were well below our estimates. On the other hand, the excess supply in the used vehicle market was reflected by the negative performance in 2002 not only of Globalrent but also of Usado OK / Globalcar, even though the latter practically quadrupled its sales. It is important to mention the excellent results of the fleet management and operational leasing business, reflected by an increase of more than 90% in the production of Multirent, with a 58% rise in the total portfolio under its management. Where the international area is concerned, we are pleased to be able to report the healthy growth of Unidas, wh i ch contributed EUR 6 million to the Group s consolidated profit in spite of the political and economic uncertainty in Brazil. Increased attention to some of the company s competitive advantages, such as quality of service, geographical cove rage and its outlets at all the main airports, will mean that we can face the future with confidence. There can be no doubt that this was a crucial move in ensuring the future growth of our Group. In the area of financial services, Interbanco continued to assert itself as the unchallenged leader in the market for the finance of new vehicles, with a market share of 17%. We do not doubt that 2003 will be a year placing even greater demands on the Group than in 2002, mainly due to factors beyond SAG s control, with special emphasis on the current economic stagnation. 8 SAG - Annual Report 2002

9 PA L AVRAS DA PRESIDENTE DA COMISSÃO E X E C U T I VA O ano de 2002 foi sem dúvida um ano que desafiou a sustentabilidade das estruturas empresariais dado o a g ravamento da situação económica e o aumento da instabilidade internacional. Neste contexto, o sector a u t o m ó vel foi um dos mais afectados, especialmente no mercado português. Não obstante esta conjuntura, o volume de negócios consolidado do Grupo em 2002 atingiu os 811 milhões de euros, com EBITDA a crescer de 9,9% do volume de negócios em 2001 para 11,2% em 2002, sustentado no aumento do peso relativo das áreas de serviços na actividade global do Grupo. O mercado automóvel de ligeiros em Portugal voltou a cair em 2002, com 305,387 mil unidades vendidas, menos 13,7% do que em A Distribuição, área nuclear do Grupo, bem como o Retalho, não conseguiram ficar imunes a esta evolução tendo a SIVA vendido um total de veículos ligeiros, menos 15% que em 2001, o que se traduziu numa ligeira q u e b ra da sua quota de mercado de 13,6% em 2001 para os 13,4% no final do ano transacto. O volume de vendas da SIVA atingiu 677 milhões, apenas com uma quebra de 7,8% face ao ano anterior, resultante da boa performance da área de pós-venda, cujo crescimento compensou parcialmente a evo l u ç ã o n e g a t iva na venda de viaturas, quer ao nível da SIVA quer ao nível do Retalho. O mercado de Rent-a-Car caracterizou-se por uma acentuada retracção ampliada neste caso pelos efeitos p r ovocados ainda pelos acontecimentos de 11 de Setembro de 2001, que continuam a afectar fortemente o segmento de Turismo fundamental para esta actividade. Este contexto, potenciado por ser um sector extremamente f ragmentado em Portugal, gerou, adicionalmente, fortes pressões sobre o nível de preços praticados. O número de dias de aluguer vendidos, bem como as tarifas praticadas em 2002 pela Globalrent, ficara m c l a ramente aquém das nossas estimativas. Por outro lado, o excesso de oferta no mercado de usados reflectiu-se não só no desempenho negativo da Globalrent em 2002 como na Usado OK / Globalcar, não obstante esta ter praticamente quadruplicado o seu volume de ve n d a s. Importa salientar o excelente resultado da actividade de Gestão de Frotas / Aluguer Operacional reflectido no crescimento superior a 90% da produção da Multirent, com a carteira total sob gestão a aumentar 58%. No que respeita à Área Internacional, é de realçar o crescimento saudável apresentado pela Unidas, que contribuiu já com 6 milhões para o resultado consolidado do Grupo, apesar do contexto de indefinição político-económico v ivido no Bra s i l. A potenciação de algumas das vantagens competitivas da empresa, nomeadamente, qualidade do serviço prestado, c o b e r t u ra geográfica e presença nos principais aeroportos, permitem-nos encarar o futuro com confiança, sendo p a ra nós inquestionável que se tratou de uma aposta crucial para assegurar o crescimento futuro do nosso Grupo. Na área de Serviços Financeiros, o Interbanco continuou a afirmar-se como o líder incontestado no mercado de financiamento de viaturas novas com uma quota de 17%. Não temos dúvidas que o ano de 2003 vai ser para o Grupo mais exigente do que o ano 2002, em grande parte devido a factores exógenos à SAG, onde releva a estagnação económica. SAG - Relatório e Contas

10 A WORD FROM THE CHAIRPERSON OF THE EXECUTIVE COMMITEE We are convinced, how e ve r, that in the present scenario it is essential to maintain the right perspective. Most of our business areas are profitable and we continue to believe in the pertinence and aptness of the stra t e g i c options we have taken and in the growth potential of our businesses. Where distribution is concerned, SIVA s strategy and efforts will be focussed on increasing the levels of service p r ovided, coming closer and closer to the end user, increasing differentiation and thus asserting our leadership. In the semi-new and used market, the first Globalcar automobile centre with its novel, pioneer concept has been a great success. We will be therefore be committing to expanding this concept in On the other hand, the growth in automobile services is far from being exhausted. While it is true that Unidas and Multirent have shown a truly exceptional commercial performance in spite of the unfavo u ra b l e c i rcumstances, it is also true that they can go further and still have a lot of untapped potential. Where car rentals in Portugal are concerned, the present climate of uncertainty means that activities will have to be reorganised in 2003, substantially reducing the operating costs of Globalrent, and particularly fleet and reconditioning costs, in order to improve its operating efficiency. We are absolutely sure that the quality of management and business can basically be measured by their ability to reposition in difficult times and by their flexibility in adjusting to new situations. This is, without a doubt, the great challenge that we have to face in 2003 and towards wh i ch we have been working tirelessly with the i nvaluable help and commitment of all our employees. We have nothing but praise for the professionalism with wh i ch they have embraced the project. Fi n a l l y, our thanks go to our customers for continuing to place their faith in us and to our shareholders and business partners for their confidence. We are counting on all to unequivocally beat the challenges to come. E s m e ralda Doura d o 1 0 SAG - Annual Report 2002

11 PA L AVRAS DA PR ESIDENTE DA C O MISSÃ O EX ECU TIVA Contudo é essencial, em nosso entender, num contexto como o actual manter a perspectiva correcta; as nossas áreas de negócio são na sua maioria rentáveis e nós continuamos convencidos da relevância e acerto das opções e s t ratégicas tomadas e do potencial de crescimento das nossas activ i d a d e s. Na Distribuição, a estratégia e o esforço da SIVA irão concentra r-se no aumento dos níveis de serviço prestados, aproximando-nos cada vez mais do cliente final, aumentando a nossa diferenciação e impondo por essa via a nossa l i d e ra n ç a. No negócio de semi-novos e usados, a abertura do primeiro centro automóvel Globalcar, com um conceito pioneiro e inova d o r, tem tido um sucesso assinalável. Assim, estaremos já em 2003 empenhados na expansão deste c o n c e i t o. Por outro lado, o crescimento evidenciado na área dos Serviços Au t o m ó vel está longe de estar esgotado. Se é verdade que a Unidas e a Multirent, apesar do actual contexto desfavo r á vel, têm apresentado desempenhos c o m e rciais ve r d a d e i ramente excepcionais, não é menos verdade que ainda têm um longo caminho e potencial a r e a l i z a r. Na vertente de rent-a-car em Portugal, o actual contexto de incerteza exige um redimensionamento da activ i d a d e em 2003, reduzindo de forma expressiva os custos opera t ivos da Globalrent, em particular os custos de frota e de recondicionamento, melhorando assim a sua eficiência operacional. Estamos absolutamente convencidos que a qualidade da gestão e dos negócios se medem, fundamentalmente, pela capacidade de reposicionamento em momentos difíceis e pela sua flexibilidade para se ajustar a novos contextos. Este é certamente o grande desafio que temos pela frente em 2003 e para o qual estamos incansavelmente a tra b a l h a r com a preciosa ajuda e empenhamento de todos os nossos colaboradores, sendo de louvar o profissionalismo com que têm abraçado este projecto. Finalmente, os agradecimentos aos nossos clientes por continuarem a apostar em nós e aos nossos accionistas e p a rceiros de negócio pela confiança demonstrada. Contamos com todos para inequivocamente ganhar os fortes desafios dos tempos vindouros. E s m e ralda Doura d o SAG - Relatório e Contas

12 GROUP STRUCTURE AND CORPORATE BOA R D S THE GROUP S STRUCTURE C O R P O R ATE BOA R D S B OARD OF THE SHAREHOLDERS MEETING C h a i r p e r s o n Rui Eduardo Fe r r e i ra Rodrigues Pe n a C o m p a ny Secretary Maria do Carmo Gomes Te i x e i ra B OARD OF DIRECTO R S Chairperson D i r e c t o r s João Manuel de Quevedo Pe r e i ra Coutinho E s m e ralda da Silva Santos Dourado Carlos Alexandre Antão Valente Coutinho Fernando Jorge Cardoso Monteiro António Carlos Romeiras de Lemos Manuel Ferro da Silva Meneses Rui Eduardo Fe r r e i ra Rodrigues Pena EXECUTIVE COMMITTEE C h a i r p e r s o n M e m b e r s E s m e ralda da Silva Santos Doura d o Carlos Alexandre Antão Valente Coutinho Fernando Jorge Cardoso Monteiro António Carlos Romeiras de Lemos Manuel Ferro da Silva Meneses Statutory Auditor: Ernst & Young Audit & Associados - SROC, SA, (SROC nº. 178) representada por João Carlos Miguel A l ve s A l t e r n a t ive auditor: Óscar Manuel Machado Figueiredo (SROC nº. 653) 1 2 SAG - Annual Report 2002

13 ESTRUTURA DO GRUPO E CORPOS SOCIAIS ESTRUTURA DO GRUPO C O R P O S S O C I A I S MESA DA ASSEMBLEIA GERAL P r e s i d e n t e Secretária da Sociedade Rui Eduardo Fe r r e i ra Rodrigues Pe n a Maria do Carmo Gomes Te i x e i ra CONSELHO DE A D M I N I S T R A Ç Ã O Presidente João Manuel de Quevedo Pe r e i ra Coutinho Vo g a i s E s m e ralda da Silva Santos Dourado Carlos Alexandre Antão Valente Coutinho Fernando Jorge Cardoso Monteiro António Carlos Romeiras de Lemos Manuel Ferro da Silva Meneses Rui Eduardo Fe r r e i ra Rodrigues Pena COMISSÃO EXECUTIVA P r e s i d e n t e M e m b r o s E s m e ralda da Silva Santos Doura d o Carlos Alexandre Antão Valente Coutinho Fernando Jorge Cardoso Monteiro António Carlos Romeiras de Lemos Manuel Ferro da Silva Meneses Fiscal Único ROC: Ernst & Young Audit & Associados - SROC, SA, (SROC nº. 178) representada por João Carlos Miguel A l ve s S u p l e n t e : Óscar Manuel Machado Figueiredo (SROC nº. 653) SAG - Relatório e Contas

14 R E P O RT OF THE BOARD OF DIRECTO R S As required by law and the articles of association, we hereby submit to the shareholders for their scrutiny the Consolidated Annual Report and consolidated financial statements for the financial year ending on 31 December The information contained in these documents refers to the consolidated activities of the SAG Group. Th e information about the individual activities of SAG GEST Soluções Au t o m ó vel Global, SGPS, S.A., as the G r o u p s parent company, has been presented separa t e l y. 1. MACRO-ECONOMIC DEVELOPMENTS IN 2002 A) INTERNAT I O NAL FRAMEWO R K The development of the external fra m e work of the Portuguese economy was highly unfavo u rable in As in 2001, the growth rate of the economy in the euro zone, with wh i ch we conduct more than 2/3 of our foreign transactions, decelerated once again. According to the OECD, the GDP grew only 0.8%, as opposed to 3.6% in 2000 and 1.5% in Doubts as to the rhythm and sustainability of the economic revival have increased, while the confidence of most of the economic agents has been persistently eroded. The conditions in the financial markets continued to deteriorate substantially and the main stock exch a n g e indicators fell considerably in a highly volatile environment. As in 2001, the inflation rate in the euro zone remained above the 2% limit defined by the ECB almost all ye a r. There were, how e ve r, no serious signs of inflation, and the official interest rates of the main economies went d own again, in spite of their already low levels. Both the Fe d e ral Reserve (USA) and the ECB lowered their refinance rates by half a point in 2002 to 1.25% and 2.75% respective l y. These measures were taken at the end of the year (November and December, respectively), a year after the previous changes. The euro reversed its trend in relation to the US dollar going up to USD at the end of the ye a r, wh i l e it was USD at the end of 2001, wh i ch represented a compara t ive appreciation of 19%. In terms of the annual ave rage, the appreciation was 5.6%, after a depreciation of 3% in The price of oil went up in 2002, and quite sharply at the end of the year due to the threat of war with Ira q 1 4 SAG - Annual Report 2002

15 R E L ATÓRIO DO CONSELHO DE A D M I N I S T R A Ç Ã O EXERCÍCIO DE 2002 De acordo com as disposições legais em vigor, e o Pacto Social, submetemos à apreciação dos Exmos. Senhores Accionistas o Relatório de Gestão Consolidado e as Demonstrações Fi n a n c e i ras Consolidadas r e l a t ivas ao exercício económico findo em 31 de Dezembro de A informação contida nestes documentos refere-se à actividade consolidada do Grupo SAG. A informação r e l a t iva à actividade individual da SAG GEST Soluções Au t o m ó vel Global, SGPS, S.A., enquanto Sociedade- Mãe do Grupo, é apresentada separadamente, em local próprio. 1. EVOLUÇÃO MAC R O - E C O N Ó M I CA EM 2002 A) ENQUADRAMENTO INTERNAC I O NA L O enquadramento externo da economia portuguesa evoluiu em 2002 de uma forma claramente desfavo r á ve l. A economia da zona euro com a qual se realizam mais de 2/3 das nossas transacções com o exterior registou, à semelhança do verificado no ano anterior, uma nova desaceleração do seu ritmo de crescimento. Segundo a OCDE, o PIB terá crescido apenas 0,8%, contra 3,6% em 2000 e 1,5% em As dúvidas quanto ao ritmo e sustentabilidade da recuperação económica têm-se avolumado, a par de uma erosão persistente nos níveis de confiança da generalidade dos agentes económicos. Continuou a assistir-se a uma deterioração acentuada das condições dos mercados financeiros, tendo os principais índices bolsistas registado quedas substanciais num ambiente de elevada vo l a t i l i d a d e. A taxa de inflação da zona euro manteve-se durante quase todo o ano acima do limite de 2% definido pelo BCE, à semelhança do que se havia já registado durante todo o ano anterior. No entanto, não se identificaram sérias tensões inflaccionistas, pelo que as taxas de juro oficiais das principais economias vo l t a ram a descer, apesar dos níveis já baixos em que se encontravam. Quer o Fe d e ra l R e s e r ve (EUA) quer o BCE baixaram, em 2002, as taxas de refinanciamento em meio ponto, respectiva m e n t e p a ra 1,25% e 2,75%. Tais medidas ocorreram no final do ano (Nov. e Dez., respectivamente), um ano após as anteriores altera ç õ e s. O euro inverteu a tendência em relação ao dólar, recuperando para 1,0487 US$ no final do ano, quando se c o t ava a 0,8813 US$ no final de 2001, o que representou uma valorização, em termos homólogos, de 19%. Em termos de média anual, a apreciação foi de 5,6%, após a depreciação de 3% registada em O preço do petróleo registou uma subida em 2002, acentuada no final do ano, em virtude da ameaça de SAG - Relatório e Contas

16 R E P O RT OF TH E BOAR D OF D IRECTO R S and the instability in Venezuela. The price of Brent oil went up to over USD 30, while it had been about USD 21 at the beginning of the ye a r. B) THE PORTUGUESE ECONOMY The Portuguese GDP practically stagnated in 2002, in its fourth year of deceleration. This poor performance was recorded in all the components of expenditure and sectors of production, with special emphasis on investment (GFCF), wh i ch fell sharply (-4,25% according to the Bank of Po r t u g a l ). Domestic demand made a negative contribution to the growth of the GDP for the first time since the last recession in P r ivate consumption hardly grew at all, accentuating the deceleration of the two previous years (in 1999 it had grown by 5.3%), while the growth rate of public consumption went down from 2.9% to 1.1%. Foreign demand made a positive contribution to growth, with exports almost maintaining the rhythm (+1.5%) of the year before, alongside a fall in real terms in imports for the first time since 1993 (-1.5%). Inflation went down from an annual ave rage of 4.4% to 3.6% (2.9% in 2000). Interest rates on the money and bank markets remained relatively stable during the ye a r, after having fallen between the fourth quarter of 2000 and the end of The public deficit appears to have ach i e ved the important goal of not exceeding 2.8% of the GDP, wh i ch represents a substantial reduction compared to 2001 (4.1% of the GDP). S P E N D I N G P r ivate spending grew by only 0.4% in real terms after growth of 5.3% in 1999, 2.8% in 2000 and 1% in 2001, according to the Bank of Po r t u g a l. This development was due to the slow d own in the growth rate of real disposable income, wh i ch wa s marginally positive or nil, to the high level of family indebtedness and to the ongoing deterioration in consumer confidence, wh i ch hit new all-time lows, beating the record of the last recession in 1993/94. One of the factors contributing to this was the negative growth of the labour market, where unemploy m e n t r o s e. Sales of passenger cars, including off-road vehicles (-11.4%), and of durable goods in general, were hit particularly hard by this context. The magnitude of the drop (-24% since 1999), aggravated by the changes in c o m m e rcial vehicles actually caused a decrease, for the second year running, of about 3.6%, in revenue from car tax. It is worth noting that this revenue had increased regularly since the tax was created in I nvestment (GFCF) dropped substantially in relation to 2001 (-4% according to the Bank of Portugal, -3.5% according to the OECD). The reduction was common to all its components and was due to the env i r o n m e n t 1 6 SAG - Annual Report 2002

17 R E L ATÓRIO D O C ONSELHO DE A D M I N I S T R A Ç Ã O g u e r ra contra o Iraque e da instabilidade na Venezuela. O brent ultrapassou os 30 US$, quando no início do ano rondava os 21 US$. B) ECONOMIA PORT U G U E S A O PIB quase estagnou em Portugal em 2002, registando o quarto ano consecutivo de abra n d a m e n t o. Este fraco desempenho abrangeu todas as componentes da despesa e sectores produtivos, com destaque para o investimento (FBCF), que registou uma forte quebra (-4,25% segundo o BdP). A procura interna contribuiu negativamente para o crescimento do PIB, pela primeira vez desde a última recessão, em O consumo privado praticamente não cresceu, acentuando a desaceleração dos dois anos anteriores (em 1999 havia crescido 5,3%), enquanto que a taxa de crescimento do consumo público se reduziu de 2,9% p a ra 1,1%. A procura externa deu um contributo positivo para o crescimento, com as exportações a quase manterem o ritmo (+1,5%) de evolução do ano anterior, em paralelo com uma quebra, em termos reais, e pela primeira vez desde 1993, das importações (-1,5%). A inflação diminuiu de 4,4% para 3,6% em média anual (2,9% em 2000). As taxas de juro do mercado monetário e bancárias mantive ram-se relativamente estáveis durante o ano, após a descida verificada entre o 4º trimestre de 2000 e o final de O défice público terá atingido o importante objectivo de não ultrapassar 2,8% do PIB, representando uma forte diminuição face a 2001 (4,1% do PIB). D E S P E S A O consumo privado cresceu em termos reais apenas 0,4%, após crescimentos de 5,3% em 1999, 2,8% em 2000 e 1% em 2001, segundo o BdP. Essa evolução deveu-se à desaceleração do ritmo de crescimento do rendimento disponível real que terá sido marginalmente positivo ou nulo -, ao elevado nível de endividamento das famílias e à continuação da d e t e r i o ração da confiança dos consumidores, que bateu novos mínimos históricos, superando os da anterior recessão de 1993/94. Pa ra este facto contribuiu a evolução negativa do mercado de trabalho, onde se verifica um aumento do d e s e m p r e g o. As vendas de veículos de passageiros, incluindo todo-o-terreno (-11,4%) - e em geral de bens duradouros - f o ram particularmente afectadas por este contexto. Uma tal amplitude de quebra (-24% desde 1999), a g ravada pela evolução nos veículos comerciais, originou mesmo uma descida, pelo 2º ano consecutivo, da ordem de 3,6%, nas receitas de imposto automóvel. Recorde-se que estas receitas vinham aumentando regularmente desde a criação do imposto, em O investimento (FBCF) diminuiu fortemente face a 2001 (-4% segundo o BdP, -3,5% segundo a OCDE). SAG - Relatório e Contas

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