ASSOCIAÇÃO INDU STRIAL PORTU GU ESA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL. Análise de Conjuntura

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1 ASSOCIAÇÃO INDU STRIAL PORTU GU ESA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL Análise de Conjuntura Maio 2008

2 Indicador de Sentimento Económico O clima económico na União Europeia volta a deteriorar-se em Abril. Comparativamente a Março, o indicador de sentimento económico regista uma quebra quer na UE (-2.8) quer na Área Euro (-2.5). Independentemente do sector de actividade em que se inserem, as empresas na Área Euro apontam para um clima menos favorável. Os consumidores mantêem a opinião efectuada no mês anterior Gráfico I - Indicador de Sentimento Económico Abr-00 Abr-01 Abr-02 Abr-03 Abr-04 Abr-05 Abr-06 Abr-08 Área Euro Portugal Fonte: Comissão Europeia Em Portugal, o indicador de sentimento económico de Abril de 2008 aponta também para um clima económico menos favorável (-4.0). Contribuíram para esta avaliação as empresas do sector da construção, do comércio a retalho, dos serviços e da indústria. Os consumidores mantiveram a sua opinião sobre o clima económico. Índice de Produção Industrial Em Março de 2008, o índice de produção industrial registou uma variação homóloga negativa de -5.2% na indústria em geral e de -2.7% na indústria transformadora. 1

3 Por agrupamentos industriais registaram-se as seguintes taxas de variação: os bens intermédios (+1.1%), bens de consumo (-7.9%), bens de investimento (-5.3%), e produção de energia (-20.1%). 5,0 Gráfico II - Índice de Produção Industrial - Indústria Transformadora 4,0 3,0 2,0 1,0 0,0 +2,3 +3,2-1,0-2,0-3,0-0,8-1,5-4,0 IT-04 IIT-04 IIIT-04 IVT-04 IT-05 IIT-05 IIIT-05 IVT-05 Variação homóloga trimestral IT-06 IIT-06 IIIT-06 IVT-06 Fev-07 IT-07 IIT-07 Ago-07 IIIT-07 IVT-07 Fev-08 Variação média últimos 12 meses Fonte: INE Nos últimos 12 meses, o crescimento médio da produção industrial foi de +0.1% (+2.0% na indústria transformadora). Índice de Produção Industrial Março 2008 Variação média nos últimos 12 meses Indústria em Geral +0.1% Indústria Extractiva +9.0% Indústria Transformadora +2.0% Electricidade, Gás e Água -13.1% Os ramos da indústria que mais contribuíram para o crescimento do índice de produção industrial da indústria transformadora foram as indústrias de equipamentos de rádio TV e comunicação, produtos metálicos e outros produtos minerais não metálicos com 33%, 24% e 20% da variação total registada, respectivamente. 2

4 Os ramos alimentares e bebidas, borracha e matérias plásticas e veículos automóveis continuam a registar contributos positivos relevantes. Entre os ramos com contributos negativos destacam-se os têxteis, o mobiliário e outras indústrias, os produtos petrolíferos e o calçado. 1,2 1,0 0,8 0,6 0,4 0,2 0,0-0,2-0,4 Gráfico III - Índice de Produção Industrial - Indústria Transformadora (Principais contributos para a variação do Índice (2.0 p.p.) por ramos Março 2008) (p.p.) Principais contributos positivos Principais contributos negativos 32. Equipamentos de rádio TV e comunicação 28. Produtos Metálicos 26. Outros Produtos minerais não metálicos 15. Alimentares e bebidas 25. Borracha e matérias plásticas 34. Veículos automóveis 24. Produtos Químicos 18. Vestuário 17.Têxteis 36. Mobiliário e outras indústrias 23. Produtos Petrolíferos 19. Calçado 31. Máquinas eléctricas 22.Edição e Impressão 35 Outro Material de Transporte Taxa de Utilização da Capacidade Produtiva No 1º trimestre de 2008, a taxa de utilização da capacidade produtiva na indústria transformadora registou um valor de 80.6% (mais 0.8 pontos percentuais do que a verificada em igual trimestre de 2007). Taxa de utilização da capacidade produtiva, por tipo de bens 1º Trim.08 1º Trim.07 VH VMA Bens de Consumo 77.5% 78.5% p.p p.p. Bens Intermédios 83.6% 81.7% p.p p.p. Fabricação de Automóveis 70.6% 71.2% p.p p.p. Outros Bens de Equipamento 86.1% 82.0% p.p p.p. Total Indústria Transformadora 80.6% 79.8% p.p p.p. 3

5 Em termos de variação média anual verifica-se que a utilização da capacidade produtiva terá aumentado no sector dos bens de consumo, dos bens intermédios e na fabricação de outros bens de equipamento e diminuído na fabricação de automóveis. Índice de Novas Encomendas No trimestre terminado em Março de 2008, as novas encomendas à Indústria 1 registaram um crescimento homólogo positivo de +0.8% (+3.2% no mercado nacional; -2.6% no mercado externo). % Gráfico IV - Índice de Novas Encomendas na Indústria (variação média nos últimos 12 meses) 18,0 13,0 8,0 3,0-2,0-7, Mar-07 Jun-07 Ago-07 Set-07 Dez-07 Fev-08 Total Mercado Nacional Mercado Externo Fonte: INE O crescimento médio das novas encomendas à indústria, nos últimos 12 meses, registou um aumento de +5.9% (+8.8% nas encomendas do mercado nacional; +2.2% nas encomendas do mercado externo). 1 Este índice cobre apenas os sectores de Têxteis e Vestuário, Pasta de Papel e Papel, Produtos Químicos, Metalurgia e Produtos Metálicos, Máquinas, Equipamento Eléctrico e de Óptica, Material de Transporte. 4

6 Índice de Novas Encomendas Março 2008 Variação média nos últimos 12 meses Total Mercado Nacional Mercado Externo Total +5.9% +8.8% +2.2% Bens de Consumo -0.3% -1.0% +1.3% Bens de Intermédios +4.0% +10.0% -2.6% Bens de Investimento +13.7% +15.1% +12.1% Nas encomendas à indústria apenas os bens de investimento (+13.7%) registaram taxas de crescimento positivas no mercado nacional (+15.1%) e no mercado externo (+12.1%). Índice de Volume de Negócios na Indústria Em Março de 2008, o volume de negócios na indústria transformadora registou uma taxa de variação homóloga de -3.9%. Este decréscimo terá resultado de uma variação de -8.0% do volume de vendas do mercado externo e de -1.1% do mercado nacional. 16,0 Gráfico V - Volume de Negócios na Indústria Transformadora (variação média últimos 12 meses) 14,0 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0 Mar-06 Abr-06 Mai-06 Jun-06 Ago-06 Set-06 Out-06 Nov-06 Dez-06 Fev-07 Mar-07 Jun-07 Ago-07 Set-07 Dez-07 Fev-08 Total Mercado Nacional Mercado Externo Fonte: INE Nos últimos 12 meses, o volume de negócios na indústria transformadora cresceu +5.2% (+5.8% no mercado nacional e +4.3% no mercado externo). 5

7 Índice de Produção na Construção e Obras Públicas O sector da construção e obras públicas apresenta um crescimento negativo, de -2.7%, no primeiro trimestre de 2008 comparativamente a igual trimestre de O comportamento dos segmentos Obras de Engenharia e Construção de Edifícios terá sido distinto, com o primeiro a crescer +2.1%, enquanto o segundo, a registar um decréscimo de -5.0%. 1,0 0,0-1,0-2,0-3,0-4,0-5,0-6,0-7,0-8,0 Gráfico VI Índice de produção na construção e obras públicas (variação média últimos 12 meses) Mar-06 Abr-06 Mai-06 Jun-06 Ago-06 Set-06 Out-06 Nov-06 Dez-06 Fev-07 Mar-07 Jun-07 Ago-07 Set-07 Dez-07 Fev-08 Fonte: INE Obras de engenharia Construção de edifícios Total Em termos de crescimento médio anual da produção, tendo em conta os últimos 12 meses terminados em Março de 2008, regista-se uma quebra de -2.9% no conjunto do sector da construção (-0.2% nas obras de engenharia ;-4.1% na construção de edifícios ). Índice de Volume de Negócios nos Serviços Em Março de 2008, o índice de volume de negócios nos serviços registou uma variação homóloga negativa de -3.8%. A variação média do índice, nos últimos 12 meses, foi de +4.4%, tendo a classe transportes, armazenagem e comunicações registado uma variação de +5.7% e a classe actividades imobiliárias, alugueres e serviços prestados às empresas de +1.7%. Nos transportes por água, a variação do índice foi de +12.9% e nos correios e telecomunicações de +3.2%. 6

8 7,0 Gráfico VII - Volume de Negócios nos Serviços (variação média últimos 12 meses) 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0,0-1,0-2,0 Mar-04 Mai-04 Jul-04 Set-04 Nov-04 Jan-05 Mar-05 Mai-05 Jul-05 Set-05 Nov-05 Jan-06 Mar-06 Mai-06 Set-06 Nov-06 Mar-07 Set-07 Fonte: INE No 1º trimestre de 2008, o índice de volume de negócios nos serviços registou uma variação homóloga de +2.8%. Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho Em Março de 2008, as vendas no comércio a retalho, a preços correntes, cresceram +0.4% em termos homólogos. A variação média nos últimos 12 meses foi de +2.1% (+2.6% nos produtos alimentares ; +1.7% nos não alimentares ). 6,0 Gráfico VIII Volume de negócios no Comércio a Retalho (variação média últimos 12 meses) (preços correntes) 4,0 2,0 0,0-2,0-4,0 Mar-04 Mai-04 Jul-04 Set-04 Nov-04 Jan-05 Mar-05 Mai-05 Jul-05 Set-05 Nov-05 Jan-06 Mar-06 Mai-06 Set-06 Nov-06 Mar-07 Set-07 Geral Alimentar Não Alimentar Fonte: INE 7

9 Comércio Internacional De acordo com as estatísticas do Comércio Internacional do INE, nos primeiros dois meses de 2008 comparativamente a igual período em 2007, as exportações de bens terão crescido +10.3% e as importações de bens +16.4%, a preços correntes. Retirando o valor do comércio dos combustíveis minerais, o total das exportações cresceu +7.8% e as importações +10.6%. No comércio intra-comunitário regista-se um variação de +8.4% nas saídas e de +10.8% nas entradas de bens. No comércio com países terceiros regista-se uma variação de +17.2% nas exportações de bens e de +34.8% nas importações. Índice de Preços no Consumidor Em Abril, a taxa de inflação homóloga em Portugal, medida pelo IPC, foi de +2.5%, -0.6 p.p. que o valor verificado no mês anterior. A taxa de variação média dos últimos 12 meses manteve-se em +2.6%. A variação do IPC em Março, comparativamente a Fevereiro, foi de +0.3%. 5 Gráfico IX Índice de Preços no Consumidor Jan-06 Fev-06 Mar-06 Abr-06 Mai-06 Jun-06 Ago-06 Set-06 Out-06 Nov-06 Dez-06 Fev-07 Mar-07 Jun-07 Ago-07 Set-07 Dez-07 Fev-08 Abr-08 Fonte: INE Variação Homóloga Variação média nos últimos 12 meses 8

10 Entre os contributos mais significativos a taxa da variação homóloga em Abril destacam-se os produtos alimentares e bebidas não alcoólicas, a habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis, os transportes e os restaurantes e hotéis. Índice Harmonizado de Preços no Consumidor De acordo com o Índice Harmonizado dos Preços no Consumidor (IHPC), em Abril a taxa de variação homóloga foi de +2.5% em Portugal (-0.6 p.p. que a verificada no mês anterior), e de +3.3% na Área Euro (-0.3 p.p. que a registada em Março). A variação média do IHPC nos últimos 12 meses terminados em Abril reduziu 0.1 p.p. em Portugal, fixando-se em +2.5% e aumentou 0.1 p.p. na Área Euro, para +2.6%. O diferencial de inflação entre Portugal e a Área Euro passou de -0.1 p.p.. 4 Gráfico X - IHPC em Portugal e na Área Euro (variação média nos últimos 12 meses) Jan-06 Fev-06 Mar-06 Abr-06 Mai-06 Jun-06 Ago-06 Set-06 Out-06 Nov-06 Dez-06 Fev-07 Mar-07 Jun-07 Ago-07 Set-07 Dez-07 Fev-08 Abr-08 Fonte: Eurostat Área Euro Portugal Índice de Preços na Produção Industrial Em Março de 2008, os preços na produção industrial registaram uma variação homóloga de +6.9% na indústria em geral e de +7.9% na indústria transformadora. Os preços nos agrupamentos energia (+10.6%), bens intermédios (+5.3%) e bens de consumo não duradouro (+5.3%) foram os que mais contribuíram para a variação positiva do índice. 9

11 3,4 3,7 5,3 3,8 3,4 1,6 Gráfico XI Índice de Preços na Produção Industrial 12 11,6 9,0 10,2 10 6,0 4,4 2, ºsem 2ºsem 1ºsem 2ºsem 1ºsem 2ºsem 1ºsem 2ºsem 1ºsem 2ºsem 1ºsem 2ºsem Indústria transformadora Energia 2 0 Fev 07 Mar 07 Abr 07 Mai 07 Jun 07 Jul 07 Ago 07 Set 07 Out 07 Nov 07 Dez 07 Jan 08 Fev 08 Mar 08 Ind. Transf.-VM12 Energia-VM12 Ind. Transf.-VH Energia-VH Fonte: INE O crescimento médio nos últimos 12 meses dos preços na produção industrial foi de +4.1% (+3.9% na indústria transformadora). Preço Médio do Petróleo O preço médio mensal do barril do brent (spot) em Abril aumentou para USD, 5.34 USD/barril acima do valor médio do mês anterior. Em euros, o valor médio mensal em Abril (69.06 euros) superou o valor médio de Março em 2.3 euros/barril Gráfico XII Preço do petróleo (Brent spot) (valor médio do período) 15 Mai: 121,86 USD 78,75 EUR Fev-05 Abr-05 Jun-05 Ago-05 Out-05 Dez-05 Fev-06 Abr-06 Jun-06 Ago-06 Out-06 Dez-06 Fev-07 Jun-07 Ago-07 Dez-07 Fev-08 Abr-08 Fonte: Ministério das Finanças US$/barril /barril 10

12 Em 15 de Maio a cotação do barril do brent era de USD, (68.01 USD um ano antes), correspondendo a euros (50.1 euros um ano antes). Taxas de Juro do Mercado Monetário Em Abril, a média mensal das taxas Euribor a 3, 6 e 12 meses voltou a subir em relação ao valor médio do mês anterior, fixando-se em cerca de 4.8% para as várias maturidades, aproximadamente +0.2 p.p. que em Março. A taxa Eónia atingiu em Abril o valor médio mensal de 3.987%, reduzindo-se em cerca de -0.1 p.p. em relação ao mês anterior. Comparativamente aos valores verificados um ano antes, em Abril a Euribor a 3 meses situava-se 0.8 p.p. acima do valor médio de Abril de 2007, sendo esta diferença de +0.7 p.p. no caso da Euribor a 6 meses, +0.6 p.p. na Euribor a 12 meses e +0.2 p.p. na Eónia. Nos primeira metade do mês de Maio mantém-se a tendência de subida das taxas Euribor. Em 15 de Maio, a taxa Euribor a 3 e 6 meses fixou-se em torno dos 4.9% (+0.1 p.p. que no mesmo dia do mês anterior) e em 4.99% a 12 meses (+0.2 p.p. que o valor verificado um mês antes), fixando-se a Eónia em 4.02%, valor superior em 0.24 p.p. ao de 15 de Abril último. O mercado de futuros para as taxas de juro de curto prazo continua a apontar no sentido da descida durante os próximos 12 meses, tanto para as taxas de juro do euro como do dólar americano. Em 12 de Maio, a negociação da taxa de juro a 3 meses para daí a 12 meses indicava um valor inferior ao verificado nessa data em cerca de 1.2 p.p. para a taxa de juro do euro e menos 0.3 p.p. para o dólar americano. Taxas de Juro Activas Em Fevereiro, o valor médio das taxas de juro activas praticadas nos empréstimos a sociedades não financeiras diminuiu em relação ao mês anterior. A taxa de juro média dos empréstimos a 1 ano foi de 6.53% em Fevereiro (6.64 em Janeiro), sendo de 5.94% nos empréstimos de 1 a 5 11

13 anos (6.01% um mês antes) e 5.84% nos empréstimos a mais de 5 anos (5.95% no mesmo mês anterior). Em termos médios mensais, a taxa média dos empréstimos a 1 ano superava, em Fevereiro, em +0.7 p.p. o valor médio de Fevereiro de 2007, sendo esta diferença de +0.6 para empréstimos de 1 a 5 anos e a mais de 5 anos. 6,5 Gráfico XIII Taxas de juro activas e Euribor 6,5 5,5 5,5 4,5 4,5 3,5 3,5 2,5 2,5 1,5 1,5 Mar-03 Mai-03 Jul-03 Set-03 Nov-03 Jan-04 Mar-04 Mai-04 Jul-04 Set-04 Nov-04 Jan-05 Mar-05 Mai-05 Jul-05 Set-05 Out-05 Jan-06 Abr-06 Out-06 Abr-08 Euribor 6 meses Sociedades : até 1 ano (saldo empréstimos) Fonte: Banco de Portugal Sociedades : + de 5 anos (saldo empréstimos) Mercado de crédito O inquérito trimestral aos bancos sobre o mercado de crédito, realizado pelo Banco de Portugal, revela que no 1º trimestre de 2008, comparativamente com o trimestre anterior, os critérios de concessão de empréstimos ou linhas de crédito a empresas e particulares tornaram-se mais restritivos. Dos factores que justificam uma política mais restritiva de concessão de crédito, referem-se para além do aumento do custo do financiamento e restrições de balanço dos bancos, as perspectivas de deterioração da actividade económica em geral. 12

14 Em consequência, ao nível das condições contratuais praticadas, ter-se-á verificado um aumento dos spreads aplicados, quer nas classes de maior risco quer nas de risco médio, e simultaneamente uma maior exigência relativa a outras elementos que não as taxas de juro, nomeadamente, a redução da maturidade dos contratos e dos montantes concedidos. Segundo os bancos a procura de empréstimos e linhas de crédito não se alterou substancialmente no 1º trimestre de 2008 comparativamente ao último trimestre de 2007, tendo no entanto um banco reportado uma ligeira diminuição. No segmento empresas, enquanto as necessidades de financiamento de projectos de fusões/aquisições ou reestruturação empresarial diminuíram, as necessidades de financiamento relativas a reestruturação de dívidas, existências e fundo de maneio aumentaram. Já a procura de empréstimos para investimento ter-se-á mantido inalterada. No segmento dos particulares, a procura de empréstimos para aquisição de habitação terá diminuído enquanto para consumo e outros fins ter-se-á mantido. Para o segundo trimestre de 2008, os bancos pensam continuar a adoptar critérios de concessão de crédito mais restritivos. Antecipam também a manutenção da procura de empréstimos por parte das empresas e uma redução dos empréstimos a particulares. Taxa de Câmbio do Euro Em termos médios mensais, em Abril verificou-se nova apreciação nominal do euro em relação ao dólar americano, comparativamente ao mês anterior (+1.4%), fixando-se a cotação média mensal em USD/EUR. Em relação ao mês homólogo de 2007, a apreciação nominal foi de +16.5%. Em 15 de Maio, a cotação do euro atingia o valor de dólares por euro ligeiramente abaixo do valor verificado um mês antes ( dólares). 13

15 O mercado de futuros para a taxa de câmbio entre o euro e o dólar americano apontava, em 12 de Maio, no sentido de uma ligeira desvalorização do euro nos 12 meses seguintes. Nessa data, a negociação da taxa de câmbio para daí a 12 meses indicava uma depreciação nominal do euro de -1.7% em relação ao dólar americano. 1,70 1,60 1,50 1,40 1,30 Gráfico XIV Taxas de Câmbio dólar / euro 1,70 1,60 1,50 1,40 1,30 Max - 1, Abril ,20 1,10 1,00 0,90 Min - 0,853 Junho de ,20 1,10 1,00 0,90 0,80 0,80 Jan-98 Jan-99 Jan-00 Jan-01 Jan-02 Jan-03 Jan-04 Jan-05 Jan-06 Jan-06 Abr-06 Out-06 Abr-08 Fonte: Banco de Portugal Em Abril, o comportamento do euro em relação a outras das principais moedas foi igualmente no sentido da apreciação. Em termos médios mensais, e comparativamente aos valores do mês anterior, o euro apresentou uma apreciação nominal de +3.2% face ao iene, +2.6% face à libra estrelina, +1.5% em relação ao franco suíço e +0.6% em relação ao real. Evolução das principais taxas de câmbio do euro Médias anuais Médias mensais Var. % Abr-08 Var. % USD/EUR 1,256 1,371 9,2% 1,352 1,575 16,5% JPY/EUR 146,1 161,2 10,4% 160,7 161,6 0,5% GBP/EUR 0,682 0,685 0,4% 0,679 0,795 17,1% BRL/EUR 2,731 2,654-2,8% 2,748 2,660-3,2% CHF/EUR 1,573 1,643 4,5% 1,637 1,596-2,5% Fonte: Banco de Portugal 14

16 Comparativamente ao valor médio do mês homólogo de 2007, a evolução do euro foi misto, tendo-se valorizado, em termos nominais, em relação ao dólar americano (+16.5%), ao iene (+0.5%) e à libra estrelina (+17%) e desvalorizado face ao real (-3.2%) e ao franco suíço (-2.5%). A taxa nominal efectiva do euro, em Março, voltou a apresentar uma apreciação nominal efectiva em relação ao mês homólogo do ano anterior (+8.0%), tendência que vem registando desde meados de O índice cambial efectivo nominal para Portugal mantém idêntico comportamento, verificando, em Março, uma apreciação homóloga de +1.8%. Índice Bolsista Em Abril, o índice PSI-20 valorizou-se em +3.5% em relação ao mês anterior, mas desvalorizou-se em -10.8% em relação a Abril do ano anterior (valores de fim de período). Entre 2 de Janeiro e 15 de Maio o PSI- 20 desvalorizou -14.5%. Entre 2 e 15 de Maio, o PSI-20 desvalorizou -0.7%. Gráfico XV Índice PSI Max Março Min Outubro Mai 2008: , Nov-99 Mai-00 Nov-00 Mai-01 Nov-01 Mai-02 Nov-02 Mai-03 Nov-03 Mai-04 Nov-04 Mai Jul-05 Set-05 Nov-05 Jan-06 Mar-06 Mai-06 Set-06 Nov-06 Mar-07 Set-07 Mai-08 Fonte: BVLP 15

17 Emprego e desemprego O inquérito ao emprego do INE revela que, no primeiro trimestre de 2008 o volume de emprego cresceu +1.1% face a trimestre homólogo de 2007 e +0.1% face 4º trimestre de No 1º trimestre de 2008 a população activa cresce +0.2% face a trimestre homólogo de 2007 e decresce em -0.2% no último trimestre de A população desempregada no 1º trimestre 2008 decresce, quer face ao trimestre anterior (-2.8%) quer face ao 1º trimestre de 2007 (-9.1%), atingindo os 427 mil indivíduos. A taxa de desemprego desce para 7.6% no 1º trimestre de 2008 (-0,8 p.p. face ao valor registado em igual trimestre de 2007 e de -0.2 p.p. face ao último trimestre de 2007). (Elaborado com informação disponível até 16 de Maio de 2008) 16

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