APLICANDO O CÓDIGO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES DO MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS Arq. Fernando Mazzeo Grande

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2 APLICANDO O CÓDIGO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES DO MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS Arq. Fernando Mazzeo Grande Secretaria Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano 2012

3 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS II. EXEMPLOS COMPARATIVOS -Demonstração dos principais artigos -Apresentação dos anexos -Critérios de dimensionamento (recuos, reservatório de retenção e detenção...) -Alternativas proporcionadas pelo COE -Residência Unifamiliar -Residência Multifamiliar III. MODELOS DE APRESENTAÇÃO IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS

4 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS TÍTULO I INTRODUÇÃO DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E DEFINIÇÕES Art. 2º Todos os projetos de obras e edificações deverão atender ao disposto nesta Lei, no Plano Diretor e sua legislação correlata e de regulamentação, na legislação federal e estadual pertinente, nos contratos de compra e venda de lotes dos loteamentos e convenções de condomínios registrados em cartório e nos decretos de aprovação dos loteamentos e condomínios. Art. 4º Das definições I - abertura: qualquer elemento ou vão que possibilite a circulação, ventilação e/ou iluminação IV - altura ou gabarito da edificação (H): distância medida do piso do pavimento mais baixo até o forro do pavimento mais alto, descontando-se os subsolos, as caixas d'água e as coberturas sem ocupação (sem permanência humana) VIII - área computável: área construída considerada no cálculo do Coeficiente de Aproveitamento (CA) e de Ocupação (CO); IX - área construída ou edificada: toda área coberta, projetada em plano horizontal, de cada pavimento de uma edificação, com exceção do beiral e/ou marquise; XIII - área permeável: área que permite a infiltração de água pluvial direta e indiretamente no solo, considerada no cálculo do Coeficiente de Permeabilidade (CP); XV - beiral e ou marquise: prolongamento da cobertura além da prumada das paredes da edificação, até o limite de 1,20 m (um metro e vinte centímetros), não podendo servir de piso para o pavimento superior; LIII - pavimento térreo: pavimento da edificação diretamente acessível ao passeio público; LVIII - recuo: a distância da parede ou projeção da edificação às divisas do terreno ou a distância entre corpos edificados;

5 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS TÍTULO III DAS NORMAS PARA PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES CAPÍTULO I - Regulamentação DA APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS Informações que devem ser representadas no projeto (Art. 63 e 64) -assinaturas do proprietário ou do possuidor do imóvel e dos profissionais; -descrição do perímetro legal do lote; -descrição do perímetro da construção e das projeções dos demais pavimentos -legenda das áreas a construir, regularizar, demolir e existente, residenciais, comerciais e/ou serviços, varanda e garagem; -descrição do perímetro da área permeável e indicação da área de cobertura vegetal; -planta de cobertura; -cotas dos recuos; -quadro de áreas, indicando área do terreno, áreas identificadas na legenda, área livre e coeficientes urbanísticos; -detalhe do poço de infiltração; -detalhe das áreas de circulação e rotas acessíveis -endereço da obra (elementos de identificação cadastral e cartorial); -indicação de aberturas, cortes e elevações quando necessários para análise dos recuos e gabarito;

6 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS Áreas computáveis e não computáveis Art. 65. ÁREAS NÃO COMPUTÁVEIS PARA FINS DE C.O. / C.A. I - garagens e/ou estacionamento de veículos e suas respectivas faixas de circulação e manobra; II - reservatórios, barriletes, casa de máquinas; TÍTULO III DAS NORMAS PARA PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES III - piscinas; IV - repetições das projeções de escadas, fosso de elevadores, dutos e shafts; 1º As escadas, dutos, fossos, shafts e similares serão computados uma única vez na área de projeção da edificação no solo. 2º As piscinas quando descobertas deverão constar em campo independente no quadro de áreas e terão sua área descontada somente da área livre e não somadas à área construída. COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE ÁREAS- RESIDÊNCIA TÉRREA TERRENO = 300m² RESIDÊNCIA = 100m² Computável GARAGEM = 50m² Não Computável PISCINA = 20m² Não Computável TOTAL CONSTRUÍDO = 150m² (100+50) C.O. = 33,3% (100/300) ÁREA LIVRE = 130m² ( ) C.A. = 0,33

7 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS CAPÍTULO III NORMAS GERAIS DAS EDIFICAÇÕES TÍTULO III DAS NORMAS PARA PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES -Dos recuos e sistemas de iluminação e ventilação Art. 77. Os recuos das edificações em relação às divisas ou entre corpos edificados no mesmo lote deverão ter dimensão que permita a inscrição de um círculo com diâmetro mínimo estabelecido na Tabela 2 anexa a esta Lei. 1º A posição da abertura será determinada a partir do seu limite mais próximo à divisa. 2º Quando for o caso, ficam resguardados os recuos obrigatórios dispostos nas convenções de condomínio e contratos de loteamento. 3º Ficam permitidos os sistemas artificiais de iluminação e ventilação, sem prejuízo dos recuos estabelecidos nesta Seção. Simplificação das regras = maior flexibilidade dos projetos

8 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS TÍTULO III DAS NORMAS PARA PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES CAPÍTULO III NORMAS GERAIS DAS EDIFICAÇÕES Dos recuos e sistemas de iluminação e ventilação TABELA 2 DOS ANEXOS Corte Esquemático

9 DIVISA DIVISA DIVISA DIVISA I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS TÍTULO III DAS NORMAS PARA PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES CAPÍTULO III NORMAS GERAIS DAS EDIFICAÇÕES Dos recuos e sistemas de iluminação e ventilação TABELA 2 DOS ANEXOS Corte esquemático

10 Rua 1 Exemplo do dimensionamento residência com altura até 6,00m Recuos: lateral, fundos, Jardim de Inverno I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS TÍTULO III DAS NORMAS PARA PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES CAPÍTULO III NORMAS GERAIS DAS EDIFICAÇÕES Dos recuos e sistemas de iluminação e ventilação TABELA 2 DOS ANEXOS

11 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS

12 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS

13 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS Recuos Estudos

14 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS Recuos - Estudos

15 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS Recuos - Estudos

16 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS Recuos - Estudos

17 CAPÍTULO III - NORMAS GERAIS DAS EDIFICAÇÕES Da Sustentabilidade - Art. 78 a 80 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS TÍTULO III DAS NORMAS PARA PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES INCENTIVO DA UTILIZAÇÃO DE ALTERNATIVAS TECNICAMENTE VIÁVEIS PARA ATENDIMENTO DA LEGISLAÇÃO: ÁREA PERMEÁVEL Utilização de pisos drenantes, ecológicos, permeáveis...

18 CAPÍTULO III - NORMAS GERAIS DAS EDIFICAÇÕES Da Sustentabilidade - Art. 78 a 80 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS TÍTULO III DAS NORMAS PARA PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES INCENTIVO DA UTILIZAÇÃO DE ALTERNATIVAS TECNICAMENTE VIÁVEIS PARA ATENDIMENTO DA LEGISLAÇÃO: ÁREA PERMEÁVEL TETO VERDE, JARDINS SOBRE LAJE MAIOR / MELHOR APROVEITAMENTO DO LOTE Adoção de sistemas conjuntos de detenção / retenção

19 CAPÍTULO III - NORMAS GERAIS DAS EDIFICAÇÕES Da Sustentabilidade - Art. 78 a 80 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS TÍTULO III DAS NORMAS PARA PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES INCENTIVO DA UTILIZAÇÃO DE ALTERNATIVAS TECNICAMENTE VIÁVEIS PARA ATENDIMENTO DA LEGISLAÇÃO: RESERVATÓRIO DE DETENÇÃO / RETENÇÃO = Poço de Infiltração Cálculo: 5 litros x metro quadrado impermeabilizado ITENS OPCIONAIS: REUSO, ENERGIA RENOVÁVEL, MATERIAIS ALTERNATIVOS, ARBORIZAÇÃO URBANA

20 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS TÍTULO III DAS NORMAS PARA PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES CAPÍTULO III NORMAS GERAIS DAS EDIFICAÇÕES Seção VI Do Sistema Viário TABELA 3 DOS ANEXOS TABELA 3 NÚMERO MÍNIMO DE VAGAS DE ESTACIONAMENTO DE VEÍCULOS Tipologia Nº Vagas de Automóveis Nº Vagas de Bicicletas RU RM (1) EHIS (2) 0.5 vaga a cada 50 m²/unidade habitacional 1 vaga a cada até 200 m²/unidade habitacional 2 vagas a cada até 350 m²/unidade habitacional 3 vagas a cada 350 m²/unidade habitacional 1 vaga/unidade habitacional CS (1) (3) (4) (5) 1 vaga a cada 50m² Industrial (1) (3) 1 vaga a cada 100m² 1 vaga a cada 20 vagas de veículos 1 vaga a cada 20 vagas de veículos 1 vaga a cada 20 vagas de veículos 1 vaga a cada 10 vagas de veículos Notas: (1) Serão reservados 2% do total de vagas de automóveis que transportem pessoa com deficiência, sendo assegurada, no mínimo, 1 (uma) vaga; (2) As vagas de automóveis que transportem pessoa com deficiência deverão atender ao disposto no Art. 120 desta lei; (3) De acordo com a necessidade da atividade, deverão ser previstos espaços para guarda ou estacionamento de veículos de carga leves ou médios, micro ônibus ou ônibus, sendo assegurada, no mínimo, 1 (uma) vaga a cada 500m² ; (4) Atividades geradoras de tráfego (shopping center, universidades, salas de espetáculos e congêneres) deverão apresentar 1 (uma) vaga de automóveis para cada 35m² da área construída; (5) Garagens comerciais, postos de abastecimento de veículos, hotéis, motéis ou congêneres deverão dispor de pelo menos 10 vagas de bicicletas apenas quando tiverem área construída acima de 3000 m².

21 I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS PROJETO DAS VAGAS DE ESTACIONAMENTO TABELA 4 DIMENSÕES DE VAGAS E FAIXAS DE MANOBRA Tipo de Veículo Vaga para Estacionamento Faixa de Manobra à Vaga Altura Largura Compr. 45º 46 o a 90 o Automóveis Deficiente Físico 2.30 (1) Moto Bicicletas (2) Caminhão Leve (8t PBT) Notas: (1): vaga acessível para pessoa com deficiência com largura de + espaço adicional de circulação conforme legislação vigente. (2): as vagas para bicicletas poderão ter outras dimensões quando se tratar de bicicletário suspenso. Car Towers Autostad, Wolfsburg, na Alemanha Estacionamento vertical H= 48m Capacidade = 400 automóveis.

22 TÍTULO III DAS NORMAS PARA PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES CAPÍTULO III NORMAS GERAIS DAS EDIFICAÇÕES Seção VI Do Sistema Viário I. PRINCIPAIS DISPOSITIVOS PROJETO DAS VAGAS DE ESTACIONAMENTO TABELAS 3, 4 e 5 DOS ANEXOS OBSERVAÇÃO DE MÚLTIPLOS CRITÉRIOS ART. 97 A 117 Declividades de rampas, rebaixamento de guia, dimensionamento, espaços para circulação e manobras / carga / descarga / embarque / acessibilidade

23 II. EXEMPLOS COMPARATIVOS Residência Unifamiliar Exemplo: Lote 125m², ZONA 1 Ocupação Induzida Quadro de Áreas Residência Unifamiliar Térrea Descrição Computável Não Computável Residência Total Construído 80 - Coeficientes Urbanísticos Terreno 125,00 m² C.A. 0,64 80,00 m² C.O. 64,00% 80,00 m² C.P. 15,00% 18,75 m² Área Livre 45,00 m² Quadro de Áreas - COE Residência Unifamiliar Térrea Descrição Computável Não Computável Residência 80 - Garagem - 25 Total Construído 105 Coeficientes Urbanísticos Terreno 125,00 m² C.A. 0,64 80,00 m² C.O. 64,00% 80,00 m² C.P. 15,00% 18,75 m² Área Livre 20,00 m²

24 II. EXEMPLOS COMPARATIVOS Residência Multifamiliar Exemplo: Lote em declive Legislação Anterior COE Área Não Computável Área Permeável Legislação Anterior -Ocupação de 85% do lote (subsolo para estacionamento) -Parâmetros e critérios de definição do subsolo -C.P. sobre perfil natural do terreno COE -Ocupação de 100% do lote -Regra: Estacionamento Não Computável -C.P. sobre laje (sistema de drenagem) Ilustrações Arq. Renato Toshio Nishimura

25 II. EXEMPLOS COMPARATIVOS Residência Multifamiliar Exemplo: Lote em aclive Legislação Anterior COE Área Não Computável Área Permeável Legislação Anterior COE -Ocupação de 70% do lote -Ocupação de 100% do lote -30% Área Livre -Regra: Estacionamento Não Computável -C.P. sobre perfil natural do terreno -C.P. sobre laje (sistema de drenagem) Ilustrações Arq. Renato Toshio Nishimura

26 II. EXEMPLOS COMPARATIVOS Residência Multifamiliar Exemplo: Recuos COMPARATIVO ENTRE RECUOS CSE = H/6 COE = H/8 H (m) RECUO (m) H (m) RECUO (m) H < 4,00 1,50 H < 6,00 1,50 DE 4,01 A 12,00 2,00 DE 6,01 A 16,00 2,00 15,00 2,50 15,00 2,00 18,00 3,00 18,00 2,25 21,00 3,50 21,00 2,63 24,00 4,00 24,00 3,00 27,00 4,50 27,00 3,38 30,00 5,00 30,00 3,75 33,00 5,50 33,00 4,13 36,00 6,00 36,00 4,50 39,00 6,50 39,00 4,88 42,00 7,00 42,00 5,25 Ilustrações Arq. Renato Toshio Nishimura

27 II. EXEMPLOS COMPARATIVOS Residência Multifamiliar Exemplo: Dimensionamento Espaços Livres Fechados

28 III. MODELOS DE APRESENTAÇÃO Modelos disponíveis no site da prefeitura no link:

29 III. MODELOS DE APRESENTAÇÃO Modelos disponíveis no site da prefeitura no link: Detalhes da acessibilidade Projeto Simplificado Residencial Multifamiliar

30 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS ARQ. ROGÉRIO ALMEIDA Chefe da Div. De Mobilidade e Acessibilidade Urbana Membro do COMDEF e Presidente da CPA Comissão Permanente de Acessibilidade Execução da Calçada

31 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Parágrafo único. É proibida a construção de degraus e rampas na faixa livre do passeio público, sendo que as diferenças de níveis entre o lote e o passeio público, provenientes de movimentação de terra, deverão ser resolvidas na parte interna do lote.

32 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art As calçadas deverão desenvolver-se num plano contínuo, acompanhando a inclinação longitudinal da via pública, obedecendo aos critérios mínimos das faixas correspondentes: faixa de serviços, faixa livre, e faixa de acesso.

33 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art As calçadas deverão desenvolver-se num plano contínuo, acompanhando a inclinação longitudinal da via pública, obedecendo aos critérios mínimos das faixas correspondentes: faixa de serviços, faixa livre, e faixa de acesso.

34 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art As calçadas deverão desenvolver-se num plano contínuo, acompanhando a inclinação longitudinal da via pública, obedecendo aos critérios mínimos das faixas correspondentes: faixa de serviços, faixa livre, e faixa de acesso.

35 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

36 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

37 II. ESTRUTURA DO COE ACESSIBILIDADE Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

38 II. ESTRUTURA DO COE ACESSIBILIDADE NBR 9050 / 2004 A faixa livre :

39 II. ESTRUTURA DO COE ACESSIBILIDADE NBR 9050 / 2004 A faixa livre :

40 II. ESTRUTURA DO COE ACESSIBILIDADE NBR 9050 / 2004 A faixa livre :

41 II. ESTRUTURA DO COE ACESSIBILIDADE NBR 9050 / 2004 A faixa livre :

42 II. ESTRUTURA DO COE ACESSIBILIDADE NBR 9050 / 2004 A faixa livre :

43 II. ESTRUTURA DO COE ACESSIBILIDADE NBR 9050 / 2004 A faixa livre :

44 II. ESTRUTURA DO COE ACESSIBILIDADE NBR 9050 / 2004 A faixa livre :

45 II. ESTRUTURA DO COE ACESSIBILIDADE NBR 9050 / 2004 A faixa livre :

46 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

47 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

48 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

49 II. ESTRUTURA DO COE ACESSIBILIDADE NBR 9050 / 2004 A faixa livre :

50 II. ESTRUTURA DO COE ACESSIBILIDADE NBR 9050 / 2004 A faixa livre :

51 II. ESTRUTURA DO COE ACESSIBILIDADE NBR 9050 / 2004 A faixa livre :

52 II. ESTRUTURA DO COE ACESSIBILIDADE NBR 9050 / 2004 A faixa livre :

53 II. ESTRUTURA DO COE ACESSIBILIDADE NBR 9050 / 2004 A faixa livre :

54 II. ESTRUTURA DO COE ACESSIBILIDADE NBR 9050 / 2004 A faixa livre :

55 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

56 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

57 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

58 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

59 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

60 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

61 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

62 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

63 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

64 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

65 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

66 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

67 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

68 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

69 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art Rebaixamento de Guia (rampa de garagem)

70 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art º Na instalação de portões eletrônicos ou manuais do tipo basculante ou pantográfico não poderá ocorrer a invasão do espaço aéreo do passeio público quando a folha do portão estiver em movimento, devendo todo o percurso acontecer dentro dos limites do lote.

71 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS Art º Na instalação de portões eletrônicos ou manuais do tipo basculante ou pantográfico não poderá ocorrer a invasão do espaço aéreo do passeio público quando a folha do portão estiver em movimento, devendo todo o percurso acontecer dentro dos limites do lote.

72 IV. ACESSIBILIDADE NO PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS ACESSIBILIDADE informação e publicidade Conteúdo disponível em:

73 FUNDAMENTOS E CONCEITOS DO CÓDIGO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES DO MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS APLICANDO O CÓDIGO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES DO MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS Conclusões e Encerramento

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