watsonwyatt.com.br Novembro 2007 Club Survey Energia Elétrica 2ª Edição Strategic Compensation Survey 5ª Edição

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1 watsonwyatt.com.br Novembro 2007 Club Survey Energia Elétrica 2ª Edição Strategic Compensation Survey 5ª Edição

2 Watson Wyatt Brasil Ltda. Acordo de Licença Pela abertura deste relatório, você concorda com os termos estabelecidos neste Acordo de Licença. Se você não concorda com esses termos, você deverá devolver esta publicação à Watson Wyatt Brasil Ltda. para a restituição integral de quaisquer honorários pagos. Este Acordo de Licença é celebrado entre Watson Wyatt Brasil Ltda. (Watson Wyatt) e a Licenciada. Em consideração as mútuas avenças deste Acordo a Watson Wyatt e a Licenciada concordam com o seguinte: Concessão de Licença. Esta publicação da Watson Wyatt contém a compilação das informações sobre remuneração e materiais fornecidos à Watson Wyatt, por seus participantes da pesquisa, em dados analisados e tabulados ( Dados Tabulados ). A Watson Wyatt concede à Licenciada a licença limitada, não exclusiva e não transferível para o uso dos Dados Tabulados conforme permitido por este acordo. A licença de qualquer forma dos Dados Tabulados constitui aceitação pela Licenciada dos seguintes termos e condições: A Licenciada tem o direito de manipular e modificar os Dados Tabulados e reproduzi-los e apresentá-los em relatórios e memorandos criados pela Licenciada no curso regular dos negócios. A Licenciada não poderá utilizar os Dados Tabulados para qualquer outra finalidade. Deverá constar a fonte dos Dados Tabulados como sendo a Watson Wyatt em qualquer uso dos Dados Tabulados que esteja incluído em qualquer relatório ou análise para partes externas ou internas no curso regular dos negócios. Limitações de Uso. Exceto se expressamente estabelecido neste Acordo, a Licenciada não poderá, sob qualquer forma, reproduzir, mostrar, alugar, emprestar ou revender, licenciar, explorar comercialmente, adaptar ou redistribuir de qualquer maneira os Dados. A Licenciada não permitirá o acesso público aos Dados Tabulados. A Licenciada não deverá ceder, sub-licenciar, ou de outra maneira transferir este acordo de licença sem o prévio consentimento por escrito da Watson Wyatt. A Licenciada não deverá usar os Dados Tabulados, sob qualquer forma, bem como o nome dos relatórios dos Dados Tabulados ou o nome Watson Wyatt em qualquer tipo de atividade de marketing ou venda. Direito Sobre a Informação. Os Dados Tabulados são confidenciais e de propriedade da Watson Wyatt e não devem ser reproduzidos, expostos, adaptados, revendidos ou redistribuídos sem o prévio consentimento por escrito da Watson Wyatt. Este Acordo de Licença não confere à Licenciada qualquer direito de propriedade ou domínio sobre os Dados Tabulados. A Licenciada tem conhecimento de que a Watson Wyatt detém a propriedade dos Dados Tabulados, incluindo todos os direitos autorais, patentes, segredo comercial e outros direitos de propriedade a eles relacionados. Isenção de Garantias. A WATSON WYATT NÃO ASSUME RESPONSABILIDADE DE QUALQUER NATUREZA, VERBALMENTE OU POR ESCRITO, EXPLÍCITA OU IMPLICITAMENTE, INCLUINDO, MAS NÃO SE LIMITANDO A, ADAPTAÇÃO PARA USO PARTICULAR, EXATIDÃO, OMISSÕES, INTEGRALIDADE E DESATUALIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES. A WATSON WYATT NÃO DEVERÁ, EM QUALQUER HIPÓTESE SER CONSIDERADA RESPONSÁVEL PERANTE A LICENCIADA OU QUALQUER TERCEIRO POR QUAISQUER DANOS INDIRETOS, ESPECIAIS, IMPREVISTOS, EMERGENTES OU SIMILARES, INCLUSIVE POR DANOS DECORRENTES DE PERDA DE INFORMAÇÃO OU PERDA ECONÔMICA, MESMO NOS CASOS EM QUE A WATSON WYATT TENHA SIDO NOTIFICADA DA POSSIBILIDADE DE TAL PERDA. ALGUMAS JURISDIÇÕES NÃO PERMITEM A EXCLUSÃO OU LIMITAÇÃO DE GARANTIAS OU RESPONSABILIDADE POR DANOS IMPREVISTOS OU EMERGENTES, CASO EM QUE TAIS DISPOSIÇÕES NÃO SERÃO TOTALMENTE APLICÁVEIS. ESTE PARÁGRAFO DEVERÁ SUBSISTIR AO TÉRMINO DESTE ACORDO DE LICENÇA. Prazo. Este contrato de licença terá prazo de vigência de 10 anos. A Watson Wyatt reserva o direito de terminar este acordo de licença por meio de notificação por escrito à Licenciada, se esta descumprir qualquer disposição deste Acordo. Ademais, se Watson Wyatt, a seu exclusivo critério, acreditar que os Dados Tabulados estão sendo usados para finalidade não aprovada pela Watson Wyatt, em que os direitos da Watson Wyatt estiverem sendo prejudicados, ou que a Licenciada estiver inadimplente nos termos deste Acordo, a Watson Wyatt poderá imediatamente terminar este acordo e a Licenciada deverá devolver, imediatamente, todos os Dados Tabulados, sob qualquer forma, à Watson Wyatt. Lei Aplicável. Este Acordo de Licença deve ser regido e interpretado de acordo com as leis da República Federativa do Brasil, sendo eleito o foro da cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, como o único competente para dirimir quaisquer dúvidas oriundas deste instrumento. Integralidade do Contrato. Este Acordo de Licença constitui o entendimento integral entre as partes. Este Acordo de Licença substitui todo e qualquer acordo ou entendimento prévio, ou outras comunicações entre as partes concernentes ao objeto deste Acordo de Licença. Se qualquer disposição deste Acordo de Licença for declarada inválida, tal disposição deverá ser extinta deste Acordo de Licença e as outras disposições aqui contidas deverão permanecer em pleno vigor e efeito. 1

3 watsonwyatt.com.br Watson Wyatt Worldwide A Introdução

4 A Introdução A equipe de Human Capital da Watson Wyatt tem a satisfação de apresentar os resultados da 2ª edição do Club Survey de Energia Elétrica. Este Relatório Técnico contém informações detalhadas sobre práticas e políticas de remuneração total, considerando um amplo conjunto de empresas e abrangendo mais de 400 posições, do Presidente à menor posição operacional. Esta edição do Club Survey de Energia Elétrica contou com a participação de 46 empresas do segmento de Energia Elétrica e 148 empresas da Strategic Compensation Survey, que reunidas empregam por volta de funcionários e possuem um faturamento líquido total superior a US$ 282 bilhões. A database da pesquisa é novembro de 2007 e todas as informações expressas neste relatório estão em Reais (R$), em bases mensais. Agradecemos aos profissionais de Recursos Humanos das empresas participantes por sua valiosa contribuição e empenho durante o projeto. Estamos à disposição para discutir com sua empresa os resultados apresentados neste relatório e também para esclarecer quaisquer dúvidas. Para isto, entrem em contato com a Watson Wyatt através do ou diretamente com o consultor que atendeu sua empresa. Watson Wyatt Brasil Ltda. Rua Arizona, º andar São Paulo SP Tel. (11) Fax. (11)

5 watsonwyatt.com.br Watson Wyatt Worldwide B Sumário Econômico

6 B Sumário Econômico 2007 A aceleração do crescimento econômico em 2007 esteve associada ao desempenho da demanda interna, tendo em vista a redução no superávit comercial. A consistência do processo de crescimento da economia é reforçada pela trajetória dos investimentos, seja em termos de resultados recentes, seja em relação às expectativas empresariais. A evolução do consumo persiste favorecida pelas melhores condições de crédito, pelo crescimento da massa salarial real e por indicadores de confiança positivos. O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) registrou aumento de 5,4% em 2007, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), configurando o décimo quinto ano consecutivo de crescimento da economia. A evolução do mercado de trabalho segue o dinamismo da atividade econômica, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do IBGE. O crescimento do emprego com carteira assinada manteve-se em crescimento acentuado em relação a Mas ao mesmo tempo em que a contratação de trabalhadores no mercado formal segue em ritmo intenso nos diversos segmentos da economia, a taxa de desemprego segue tendência declinante e alguns setores se ressentem da falta de mão-de-obra qualificada. As operações de crédito registram crescimento significativo e as expectativas apontam para a continuidade desse processo ao longo de Os desenvolvimentos favoráveis no mercado de crédito estão em linha com a evolução positiva do mercado de trabalho, com o quadro de estabilidade macroeconômica. Essa avaliação encontra suporte, por exemplo, na redução das taxas de juros para empréstimos e no alongamento dos prazos, o que favorece a sustentação do consumo das famílias e dos investimentos das empresas. A inflação medida pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrou o ano de 2007 em 4,46%, 1,32 p.p. acima da taxa verificada em 2006, e próxima do valor central de 4,50% para a meta de inflação. O aumento da inflação ao consumidor em 2007 deveu-se, em parte, a choques observados em escala global nos preços de commodities agrícolas. Esses aumentos se devem a fatores estruturais, como a maior demanda por parte de grandes países asiáticos, e ao deslocamento da produção de algumas culturas para a indústria de biocombustíveis.

7 B Sumário Econômico Perspectivas 2008 O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2007 ratificou a importância que a demanda interna vem tendo como principal elemento propulsor da atividade econômica nos últimos anos. A projeção de continuidade da trajetória expansionista dos investimentos em 2008 envolve aspectos como o fortalecimento dos fundamentos da economia brasileira. Essa melhora concorre, por exemplo, para a manutenção do risco-país em patamar reduzido, estimulando assim o ingresso de investimentos externos. Adicionalmente, a apreciação do real favorece a intensificação das importações de bens de capital, relevantes para o reaparelhamento do parque industrial atualmente operando com alto nível de utilização da capacidade instalada com conseqüências positivas sobre a produtividade. A esses fatores deve se somar a contribuição dos desembolsos relativos às obras de infra-estrutura previstas no cronograma do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O crescente dinamismo da atividade econômica também encontra respaldo nos desdobramentos positivos, em termos quantitativos e qualitativos, que se observam no mercado de trabalho. Esse processo deverá persistir em 2008, conforme antecipado pelos resultados de janeiro, quando a taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do país atingiu 8%, menor percentual registrado no período desde o início da série, em março de A demanda por crédito permanecerá aquecida em 2008, a despeito da elevação das taxas de juros das principais modalidades de empréstimos, em grande parte decorrente do recrudescimento das incertezas nos mercados financeiros internacionais e de alterações introduzidas na estrutura tributária do país. Esse comportamento reforça a percepção de que o mercado de crédito tende a continuar oferecendo suporte à sustentação do nível de atividade econômica. A condução da política fiscal segue garantindo a manutenção de trajetória descendente da razão entre Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) e PIB. No início do ano, foram introduzidas alterações na estrutura tributária a fim de contrabalançar a perda de arrecadação decorrente da extinção da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), bem como garantir o alcance das metas de superávit fiscal definidas anteriormente. Paralelamente, registra-se menor vulnerabilidade do endividamento público, traduzida em elevação dos prazos de maturação da dívida, redução do seu custo financeiro e menor exposição aos riscos externos.

8 B Sumário Econômico Perspectivas 2008 A contínua redução da vulnerabilidade externa da economia brasileira ganha contornos ainda mais relevantes ao se considerar o processo de fragilização a que os mercados financeiros internacionais vêm sendo submetidos, que pode inclusive se intensificar. De fato, ainda permanece elevado o grau de incerteza acerca dos desdobramentos da crise no mercado subprime sobre a confiança dos agentes, traduzido tanto em reduções adicionais na liquidez quanto em aumento na volatilidade dos preços de praticamente todos os ativos financeiros. Em outra perspectiva, as incertezas predominantes nos mercados financeiros internacionais impactaram negativamente o setor real das principais economias maduras, em especial da norte-americana. Nesse cenário, a evolução das demandas domésticas na Europa e no Japão, assim como na China e nas demais economias emergentes de grande porte, passa a ter maior importância para o crescimento econômico global e, em particular, para o comércio internacional. As contas externas do país deverão registrar, em 2008, o primeiro déficit em transações correntes dos últimos cinco anos. Esse resultado, influenciado pelas reduções no saldo comercial e pelo aumento nas remessas líquidas de serviços e rendas, em especial de lucros e dividendos, deverá ser financiado com os ingressos líquidos da conta financeira do balanço de pagamentos, com ênfase para os investimentos estrangeiros diretos. Dessa maneira, a despeito do retorno de pequenos déficits em transações correntes, considerados como percentual do produto, não se antecipam alterações relevantes na sustentabilidade das contas externas do país. Note-se, em particular, que a taxa de câmbio flutuante constitui um mecanismo de ajuste fundamental para mitigar os efeitos de movimentos inesperados nessas contas. As perspectivas relativas à evolução da economia mundial seguem indefinidas, mas com viés negativo. As incertezas do ambiente internacional podem impactar os cenários projetados para os preços internacionais das commodities, os fluxos de capitais, bem como para o crescimento do comércio e do produto mundial. Ainda assim, as perspectivas para 2008 incorporam a permanência das condições favoráveis de financiamento do balanço de pagamentos, expectativa fundamentada, em parte, pela experiência vivenciada pela economia brasileira na segunda metade de 2007, quando a volatilidade nos mercados financeiros internacionais, decorrente da inadimplência no mercado subprime, exerceu impacto residual sobre a economia brasileira.

9 B Sumário Econômico Indicadores de Atividade Econômica IPCA O IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo é utilizado pelo Banco Central do Brasil para realizar o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação, adotado a partir de julho de 1999, para o balizamento da política monetária. O IPCA é produzido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) desde 1980 e reflete a variação dos preços das cestas de consumo das famílias com renda mensal entre 01 e 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte de renda. Composição do IPCA 8,8% 8,1% 25,2% 10,9% 12,5% 18,8% Alimentação Despesas Pessoais Habitação Artigos de Residência 15,7% Transportes e Comunicação Vestuário Saúde e Cuidados Pessoais

10 B Sumário Econômico Indicadores de Atividade Econômica INPC O INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor tem como população alvo as famílias com chefes assalariados e rendimento mensal entre um e oito salários mínimos. Produzido pelo IBGE desde 1979, assim como o IPCA, mede as variações de preços ao consumidor ocorridas nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, além de Brasília e Goiânia. Composição do INPC 8,9% 7,6% 33,1% 11,4% 12,5% 13,2% Alimentação Vestuário Transporte e Comunicação Saúde e Cuidados Pessoais 13,3% Despesas Pessoais Habitação Artigos de Residência

11 B Sumário Econômico Indicadores de Atividade Econômica ICV Elaborado pelo DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio- Econômicos, mede a variação do custo de vida das famílias com renda de 1 a 30 salários mínimos do município de São Paulo. O índice é calculado em três extratos distintos: Extrato 1 - Famílias com menor renda, 01 a 03 salários mínimos (1/3); Extrato 2 - Famílias com renda intermediária, 01 a 05 salários mínimos (1/3); Extrato 3 - Famílias de maior poder aquisitivo, 01 a 30 salários mínimos (1/3); O Índice Geral engloba todas as famílias e o cálculo começou a ser efetuado pelo DIEESE em Janeiro de Composição do ICV 6,9% 6,1% 4,0% 27,4% 7,9% 8,2% 0,3% 13,6% 2,1% 23,5% Alimentação Habitação Transporte Vestuário Equipamentos Domésticos Despesas Diversas Recreação Saúde Educação e Leitura Despesas Pessoais

12 B Sumário Econômico Indicadores de Atividade Econômica Produto Interno Bruto (PIB) Principal indicador da atividade econômica, o PIB - Produto Interno Bruto - exprime o valor da produção realizada dentro das fronteiras geográficas de um país, num determinado período, independentemente da nacionalidade das unidades produtoras. Em outras palavras, o PIB sintetiza o resultado final da atividade produtiva, expressando monetariamente a produção, sem duplicações, de todos os produtores residentes nos limites da nação avaliada. A soma dos valores é feita com base nos preços finais de mercado. A produção da economia informal não é computada no cálculo do PIB nacional. Pesquisa Mensal de Emprego (PME) Produz indicadores do mercado de trabalho sobre a condição de atividade da população residente de 10 anos ou mais de idade, ocupação e desocupação das pessoas economicamente ativas (taxa de desemprego), rendimento médio nominal e real, posição na ocupação, posse de carteira de trabalho assinada das pessoas ocupadas e a taxa de desocupação, acompanhando a dinâmica conjuntural da ocupação e desocupação, tendo como unidade de coleta os domicílios.

13 B Sumário Econômico Indicadores de Atividade Econômica Indicadores Previsão IPCA 5,69% 3,14% 4,46% 4,44% 4,30% INPC 5,05% 2,81% 5,16% 4,00% 4,14% IGP-M 1,20% 3,85% 7,75% 5,43% 4,40% ICV (DIEESE) 4,54% 2,57% 4,79% n/d n/d PIB (Variação real %) 2,90% 3,70% 5,40% 4,80% 4,50% Selic 18,52% 13,25% 12,04% 11,25% 10,50% Câmbio de Fechamento (3) 2,33 2,14 1,77 1,75 1,82 Risco País (1) n/d Taxa de Desemprego (PME) 9,80% 10,00% 7,40% 8,70% (2) n/d Fontes: Banco Central do Brasil, IBGE, DIEESE, ATAS DO COPOM Previsão de INPC com base na proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (1) Valor de 27 de Março de (2) Dados acumulados até fevereiro de (3) Câmbio de Fechamento no dia 31 de Dezembro de cada ano. n/d não disponibilizado

14 watsonwyatt.com.br Watson Wyatt Worldwide C Práticas de Remuneração

15 C Práticas de Remuneração A seguir, apresentamos os resultados referentes às principais Práticas de Remuneração reportadas pelas empresas participantes da 2ª edição do Club Survey Energia Elétrica, comparando-os com as empresas participantes da 5ª edição da Strategic Compensation Survey. Estrutura Salarial Formal Não 4% Não 14% Sim 96% Sim 86% Das empresas da, apenas 01 não inclui os executivos na estrutura formal e 02 não agregam cargos operacionais. Já nas empresas do, podemos verificar que metade das empresas não inclui a alta direção e todas agregam cargos operacionais. Referência de Mercado Adotada para Definição da Estrutura Salarial A maioria absoluta das empresas utiliza como referencial a média ou mediana de mercado, tanto no mercado como. A adoção do 3º quartil é restrita aos níveis executivos na, conforme demonstrado no gráfico abaixo. Alta Dir 38% 62% 0% Alta Dir 18% 65% 14% 3% Ger 50% 44% 6% Ger 24% 61% 12% 3% Coord / Prof 53% 43% 5% Coord / Prof 27% 64% 3% 6% Operac 48% 48% 5% Operac 33% 61% 6% Média Mediana 3º Quartil Outros Média Mediana 3º Quartil Outros

16 C Práticas de Remuneração Amplitude de Faixas A amplitude das faixas salariais (diferença percentual entre o valor máximo e o valor mínimo) encontrada com maior freqüência nas empresas é de 50% conforme apresentado no gráfico abaixo. 13% 8% 23% 10% 64% 3% 10% 46% 15% 8% < 30% 31% a 49% 50% 51% a 60% > 60% < 30% 31% a 49% 50% 51% a 60% > 60% Referência de Mercado Adotada para Definição da Remuneração Direta (REM3) Para definir o posicionamento da empresa perante o mercado, com base na remuneração em dinheiro (inclui Bônus e PLR), a maioria das empresas adota a Mediana. Alta Dir 29% 46% 21% 4% Alta Dir 19% 52% 15% 7% 7% Ger 33% 44% 15% 7% Ger 20% 52% 14% 7% 7% Coord / Prof 31% 48% 17% 3% Coord / Prof 20% 58% 7% 7% 8% Operac 31% 48% 17% 3% Operac 21% 60% 5% 7% 7% Média Mediana 3º Quartil Não Possui Outros Média Mediana 3º Quartil Não Possui Outros

17 C Práticas de Remuneração Tabelas Salariais Diferenciadas Considerando-se São Paulo Capital como base 100%, apresentamos os percentuais médios de relatividade para as demais regiões. Tipicamente, a diferenciação da tabela salarial é aplicável para cargos administrativos, operacionais e, em alguns casos, para o nível de supervisão. Para os executivos a tendência é a utilização de uma tabela nacional. 79% (2) 76% 78% (1) São Paulo Interior (2) Manaus (3) Distrito Federal (4) Salvador / Camaçari 81% 94% (3) 87% (1) 87% 83% 86% 81% (4) 84% 85% 93%

18 C Práticas de Remuneração Reajustes Salariais Coletivos O gráfico abaixo apresenta os aumentos salariais gerais aplicados nos últimos 12 meses em relação à inflação acumulada no período. Encontramos entre dezembro de 2006 e novembro de 2007 um cenário semelhante ao identificado nos 12 meses anteriores: reajustes gerais superiores aos índices de inflação, propiciando um ganho real aos empregados, principalmente quando comparado ao INPC, que constitui o principal índice de referência para negociações salariais. % de aumento 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% Aumento Médio ICV IGP-M INPC IPCA 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% 0% 0% dez/06 jan/07 fev/07 mar/07 abr/07 mai/07 jun/07 jul/07 ago/07 set/07 out/07 nov/07 % de aumento 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% Aumento Médio ICV IGP-M INPC IPCA 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% 0% 0% dez/06 jan/07 fev/07 mar/07 abr/07 mai/07 jun/07 jul/07 ago/07 set/07 out/07 nov/07

19 C Práticas de Remuneração Reajustes Salariais Coletivos A aplicação do acordo coletivo pode assumir diferentes configurações, conforme apresentado a seguir. O reajuste é extensivo aos executivos? Forma de aplicação Linear Escalonado Sim 46% 33% 2% 28% Não 43% 21% 9% 18% Linear: percentual ou valor aplicável a todos os empregados independentemente do nível hierárquico. Escalonado: percentuais e/ou valores aplicados somente sobre determinados intervalos salariais ou níveis organizacionais. Em substituição aos reajustes coletivos, as participantes da que excluem os executivos destas práticas adotam revisão salarial individual uma única vez ao ano. Abril é o mês mais utilizado e o aumento salarial médio concedido em 2007 foi de 7%. A previsão para 2008 é de 5%. Já na empresas do, o mês mais utilizado é março e o aumento médio concedido em 2007 foi de 6%. A previsão para 2008 também é de 6%.

20 C Práticas de Remuneração Reajustes Salarias Coletivos Os gráficos abaixo demonstram a prática das empresas da, comparada às empresas participantes do : Forma de Concessão 100% das empresas do realizam reajuste único para os executivos. 3% 97% Reajuste Único Dois ou Mais Reajustes Número de Pagamentos ao Ano 10% 7% 90% 93% Concentrado em um Único Mês Distribuído ao Longo do Ano Concentrado em um Único Mês Distribuído ao Longo do Ano

21 C Práticas de Remuneração Programas de Mérito Quatro em cada cinco empresas concedem aumentos salariais por mérito, tanto para as participantes da quanto às participantes do. Comparando-se a concessão por níveis hierárquicos, verifica-se uma maior concessão para níveis operacionais no do que da. Entre as participantes, tanto da, como das empresas do, as verbas destinadas aos programas de mérito variam tipicamente entre 1% e 3% da folha de pagamento. Programa Formal de Mérito Não 22% Não 22% Sim 78% Sim 78% Verba Destinada para Mérito (% Folha Pagamento) 60% 59% 61% 57% 20% 23% 16% 14% 4% 5% 8% 5% 23% 21% 12% 13% 0% a 1% 1,1% a 3% 3,1% a 5% Acima de 5% % a 1% 1,1% a 3% 3,1% a 5% Acima de 5%

22 C Práticas de Remuneração Programas de Mérito Processos de Avaliação de Desempenho Individual é o critério mais utilizado para concessão de mérito, que geralmente é concedido anualmente, conforme demonstrado nos gráficos seguintes. Critérios para Concessão de Mérito Avaliação de Desempenho 84% Avaliação de Desempenho 90% Avaliação de Potencial 11% Avaliação de Potencial 30% Tempo de Casa 8% Tempo de Casa 5% Tempo de Cargo 3% Tempo de Cargo 7% Posição na Faixa 7% Posição na Faixa 38% Outro 11% Respostas Múltiplas Outro 7% Respostas Múltiplas Outros critérios encontrados: Avaliação de Competências Avaliação Informal do superior imediato Periodicidade de Concessão de Mérito 28% 8% 0% 86% 6% 72% Semestral Anual Outra Semestral Anual Outra Outra periodicidade: Trimestral Quadrimestral Bienal

23 C Práticas de Remuneração Programas de Mérito Os programas estão tipicamente concentrados em único mês, sendo abril o mais utilizado para as empresas, tanto da quanto do. Data de Concessão 64% 64% 36% 36% Concentrado em um único mês Distribuído ao longo do ano Concentrado em um único mês Distribuído ao longo do ano Mês da Concessão de Mérito 35% 36% 22% 4% 4% 0% 13% 0% 9% 4% 4% 4% 0% 16% 11% 11% 6% 4% 8% 4% 2% 2% Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

24 C Práticas de Remuneração Previsão de Crescimento de Folha de Pagamento O gráfico abaixo demonstra o percentual de crescimento previsto para a folha de salários nominal, incluindo acordo coletivo e aumentos individuais. 57% 7% 11% 11% 14% Até 1% Entre 1,1% a 3% Entre 3,1% e 5% Entre 5,1% e 8% Acima de 8% 44% 24% 20% 0% 12% Até 1% Entre 1,1% a 3% Entre 3,1% a 5% Entre 5,1% a 8% Acima 8%

25 watsonwyatt.com.br Watson Wyatt Worldwide D Painel de Empresas

26 D Painel de Empresas Energia (Geração, Transmissão e Distribuição) - 46 Empresas (23,7%) AES Eletropaulo CELTINS EEB AES Sul CEMAR Elektro Ampla CEMAT Endesa Bandeirante CEMIG Energias do Brasil Boa Vista CENF ENERGIPE Caiuá CESP ENERGISA Cataguazes CFLO ENERSUL Catleo CNEE ESCELSA CEAL COELBA Itaipu CEB COELCE Light CEEE COPEL RGE CELB COSERN SAELPA CELESC CPFL Jaguariúna Santa Maria CELG CPFL Terna CELPA CTEEP CELPE EDVP Químico / Petroquímico - 19 Empresas (9,8%) 3M DuPont Purac BASF FMC Química Carbocloro Foseco Rhodia Ciba Henkel Syngenta Clariant Klüber Tredegar Dow Brasil Lanxess Unipar Monsanto Oxiteno Bens de Consumo - 18 Empresas (9,3%) Avon Johnson & Johnson Philip Morris Bunge Alimentos Kraft Foods Procter & Gamble Cargill MARS Reckitt Benckiser Coca-Cola Natura Sadia Colgate - Palmolive Nestlé Souza Cruz Danone Pepsico Unilever Novembro/2007

27 D Painel de Empresas Serviços de Petróleo e Gás - 18 Empresas (9,3%) Acergy Group Halliburton Smith Baker Hughes Hanover Subsea 7 BJ Services Marine Technip Cooper Cameron M-I Swaco Vetco Gray FMC Technologies Power Well Weatherford Fugro OceansatPeg Schlumberger Wellstream Petróleo e Derivados - 18 Empresas (9,3%) Air BP El Paso Petrobrás Anadarko EnCana Repsol YPF (Downstream) Castrol Eni Oil Repsol YPF (Upstream) Chevron (Downstream) Esso Shell (Downstream) Chevron (Upstream) Ipiranga Shell (Upstream) Devon Maersk Oil Statoil Automotivo (Montadoras) - 17 Empresas (8,8%) AGCO Honda Scania CNH - New Holland John Deere Toyota DaimlerChrysler Mitsubishi Valtra Fiat Nissan Volkswagen Ford PSA Peugeot Citroën Volvo General Motors Renault Farmacêutico / Equipamentos Hospitalares - 15 Empresas (7,7%) Abbott Fort Dodge Organon Bayer GlaxoSmithKline Sandoz Bristol-Myers Squibb Merial Schering-Plough Boston Scientific Novartis Saúde Animal Stiefel Eli Lilly Nycomed Pharma Valeant Novembro/2007

28 D Painel de Empresas Telecomunicações / Alta Tecnologia - 10 Empresas (5,2%) Andrew Corporation IBM TIM Brasil Brasil Telecom Net Vivo Claro Oi Embratel Telefônica Automotivo (Autopeças) - 07 Empresas (3,6%) Eaton Automotive Johnson Controls Tyco Electronics Faurecia SKF GKN Tritec Equipamentos Eletro-Eletrônicos - 07 Empresas (3,6%) Electrolux Siemens Embraco Singer Motorola Whirlpool Philips Mineração, Siderurgia e Metalurgia - 04 Empresas (2,1%) Alcoa Cia. Vale do Rio Doce Cia. Siderúrgica Nacional Vesuvius Equipamentos Industriais - 03 Empresas (1,5%) ESAB Newell Rubbermaid Flowserve Fertilizantes - 03 Empresas (1,5%) Bunge Fertilizantes Yara Brasil Mosaic (Cargill Fertilizantes) Serviços Financeiros - 02 Empresas (1,0%) Citibank Liberty Seguros Novembro/2007

29 D Painel de Empresas Demais Segmentos - 07 empresas (3,6%) Aracruz Associação IJCSUD Ecorodovias Gol Grupo SHC Invista Owens Corning (Papel e Celulose) (Associações) (Concessões Rodoviárias) (Transporte Aéreo) (Distribuidores de Veículos) (Têxtil) (Vidreiro) Novembro/2007

30 D Painel de Empresas Características do Painel Vendas Líquidas Anuais (US$ mm) Vendas Líquidas Anuais (US$ mm) º Quartil Mediana Média 3º Quartil 1º Quartil Mediana Média 3º Quartil Número de Empregados Número de Empregados º Quartil Mediana Média 3º Quartil 1º Quartil Mediana Média 3º Quartil Novembro/2007

31 D Painel de Empresas Características do Painel 71% Origem de Capital 7% 9% 9% 2% 2% Brasil Espanha EUA França Itália Portugal 12% 46% Origem de Capital 7% 6% 4% 3% 3% 3% 16% EUA Brasil Alemanha Inglaterra Holanda França Suécia Suiça Outros Localização da Matriz no Brasil 4% 17% 15% Localização da Matriz no Brasil 1% 2% 9% 55% 30% 26% 20% 7% SP MG RJ ES S CO NE N 1% 1% 12% SP MG RJ ES S CO Novembro/2007

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