FONOAUDIOLOGIA E TRANSGENITALIZAÇÃO: A VOZ NO PROCESSO DE REELABORAÇÃO DA IDENTIDADE SOCIAL DO TRANSEXUAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FONOAUDIOLOGIA E TRANSGENITALIZAÇÃO: A VOZ NO PROCESSO DE REELABORAÇÃO DA IDENTIDADE SOCIAL DO TRANSEXUAL"

Transcrição

1 FONOAUDIOLOGIA E TRANSGENITALIZAÇÃO: A VOZ NO PROCESSO DE REELABORAÇÃO DA IDENTIDADE SOCIAL DO TRANSEXUAL Lorena Badaró Drumond Fonoaudióloga Mestranda em Psicologia - UFES 1. Introdução Nos consultórios de Fonoaudiologia é crescente a demanda de transexuais, principalmente masculinos *, em busca da adequação da voz ao gênero pretendido por eles. Segundo Silveira (2006), transexual é o indivíduo que tem convicção de não pertencer ao seu sexo biológico. Rejeita o próprio corpo e suas características genitais por desenvolver uma identidade de gênero relativa ao sexo oposto ao seu. O tema da homossexualidade será abordado a partir do olhar da Fonoaudiologia, mais restrito à questão da saúde, e da Psicologia, no sentido da construção social. Através da revisão de literatura, a presente pesquisa se propôs buscar compreender o papel que a voz ocupa na construção da identidade social dos transexuais masculinos e em que se baseiam as demandas apresentadas por esse público não só na clínica fonoaudiológica mas também em relação à estética corporal. 2. Olhar Fonoaudiológico do corpo e da voz na transexualidade O indivíduo transexual caracteriza-se por apresentar incompatibilidade entre sexo e gênero (SILVEIRA, 2006). São como mulheres em corpos biológicos de homens. Muitos transexuais submetem-se a tratamentos hormonais e a cirurgias para adequar seu corpo biológico à identidade feminina. Baseiam-se em uma regra sócio-cultural que segrega características femininas e masculinas. Em 1997 o Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou experimentalmente a realização da cirurgia de transgenitalização no Brasil. Trata-se de um procedimento para a mudança do sexo. A opção pela cirurgia é criteriosa, baseada em diagnóstico realizado por uma equipe multiprofissional. Esse diagnóstico é realizado a partir da constatação da presença de desconforto com o sexo anatômico natural, desejo de eliminar os genitais, de perder as características primárias e secundárias do próprio sexo para ganhar as do sexo oposto, da permanência desses distúrbios de forma contínua e consistente por, no mínimo, dois anos e da ausência de outros transtornos mentais (CFM, 1997). Essa resolução foi revogada em 2002 (CFM, 2002). Silveira (2006) aponta relevância para a cirurgia de transgenitalização por compatibilizar sexo e gênero, auxiliando na confirmação social da identidade do transexual. Além da mudança de sexo podem ser realizadas outras cirurgias como rinoplastia, mamoplastia e cirurgia na laringe (ATHAYDE, 2001). Baseado nas resoluções do CFM, o Ministério da Saúde (MS) passou a custear as cirurgias e definiu diretrizes para o processo transexualizador pelo Sistema Único de Saúde (SUS) através da Portaria nº 1.707/ A Portaria nº 457/2008 do MS estabelece os procedimentos para tratamento hormonal, cirúrgico e acompanhamento terapêutico. As cirurgias cobertas pelo SUS são a do aparelho geniturinário e a cirurgia na laringe. O acompanhamento proposto deve ser realizado por uma * O presente estudo trata apenas do transexual masculino (homens que se sentem como mulheres internamente). Emprego dos artigos masculinos com referência aos transexuais masculinos por uma questão de concordância nominal.

2 equipe multiprofissional composta por médico psiquiatra, endocrinologista, psicólogo e assistente social. A divulgação das legislações contribuiu para o início de vários serviços especializados voltados aos transexuais. Dentre as possibilidades de tratamentos encontradas no Brasil, as clínicas fonoaudiológicas têm recebido cada vez mais transexuais na tentativa de modificarem a voz. O fonoaudiólogo é o profissional responsável pelo aperfeiçoamento dos padrões da fala e da voz (BRASIL, 1981). A voz, além de ser resultado de uma função neurofisiológica inata, também carrega parte da personalidade do indivíduo, revelando aspectos relacionados a seu estado psicoemocional e transmitindo um significado além do conteúdo do discurso que acompanha (DRUMOND; GAMA, 2006, p. 50). A voz assume papel importante na identificação dos gêneros principalmente após a puberdade. A partir da muda vocal, na adolescência, a ação hormonal ocasiona alterações no aparelho fonador que resultam em qualidades vocais distintas entre os sexos (BEHLAU, 2001). Esse dado coincide com o período em que os transexuais iniciam as buscas pelas transformações corporais (ARÁN; ZAIDHAFT; MURTA, 2008). Homens possuem laringe maior, trato vocal e pregas vocais mais longas, o que produz voz com freqüência mais baixa que nas mulheres, dando a sensação auditiva de tom grave. A freqüência fundamental da voz é citada como um dos itens responsáveis pela diferenciação entre o padrão vocal masculino e feminino (VASCONCELLOS; GUSMÃO, 2001). Apesar dos parâmetros que as distinguem estarem em estudo, qualquer ouvinte é capaz de julgar uma voz de mulher ou uma voz de homem. Possuímos um padrão de voz que reflete a identidade masculina e feminina. Para o transexual, a voz é mais um aspecto a ser modificado e adaptado ao gênero. Nos poucos estudos realizados no Brasil sobre o assunto observamos que as intervenções cirúrgicas realizadas na laringe não garantem isoladamente uma voz identificada como feminina (BERGEL, 1999; VASCONCELLOS; GUSMÃO, 2001). Günzburger (1995), Bergel (1999) e Vasconcellos e Gusmão (2001) afirmam que as características vocais dos transexuais masculinos são resistentes a mudanças convincentes apenas com a ingestão de hormônios femininos, embora sejam importantes para a feminilização do corpo. Günzburger (1995) considera a intervenção cirúrgica como um suplemento para a fonoterapia, que deve estar contida no processo de reabilitação dos transexuais. Além disso, Vasconcellos e Gusmão (2001) retratam que microcirurgias laríngeas apresentam riscos e nem sempre apresentam resultados positivos. Para Bergel (1999) a fonoterapia é uma conduta importante para orientação. Para a voz se tornar mais feminina cita ser necessário modificar os parâmetros de entonação, de ressonância, de elevação da freqüência fundamental, o vocabulário, a gramática, o enunciado e os gestos durante a fala. Para Günzburger (1995) não só os fatores biológicos, mas os padrões culturais, a pressão social e os meios de comunicação de massa influenciam nas imagens vocais de determinados grupos de pessoas. Verificou que os indivíduos são capazes de adotar intuitivamente uma série de características vocais femininas. Bergel (1999) afirma que esforços espontâneos nem sempre são suficientes para caracterizar o gênero escolhido. Vasconcellos e Gusmão (2001) apresentam o caso clínico de três transexuais em que a elevação da freqüência fundamental não foi suficiente para tornar a voz feminina, sendo necessário um trabalho com a modulação. Entretanto, discordam da idéia de Bergel (1999) quanto às mudanças no conteúdo semântico e de comportamento corporal. Acreditam que os transexuais já desenvolvem esses parâmetros por sentirem-se mulheres desde muito jovens. A Fonoaudiologia é uma profissão ainda recente no Brasil e foram encontrados poucos estudos científicos com o público transexual desenvolvidos pela área. Ainda assim, identificase a importância da fonoterapia para a adequação da voz e da fala dos transexuais. Ressalta-se

3 que a Portaria nº 457/2008 do MS não inclui fonoaudiólogos na equipe multiprofissional, mesmo com a cirurgia na laringe sendo coberta pelo SUS. Daí pode-se inferir o desconhecimento do trabalho realizado por esses profissionais e de sua aplicabilidade. Historicamente, características físicas, psicológicas e sociais foram eleitas como definidoras das diferenças de gênero. Essas marcas identitárias expressas no corpo do indivíduo servirão para classificá-lo. Preocupados com essa classificação, os transexuais submetem-se a várias intervenções para se sentirem fisicamente como mulheres e serem identificados como tais. O corpo e a voz tornam-se o reflexo do que carregam internamente. 3. O homem não nasce pronto! Para compreendermos a demanda dos transexuais partimos de um olhar em que o homem não pode ser tratado como um ser puramente biológico. Ele se constrói e elabora seus julgamentos porque se encontra inserido em uma cultura. Ele é produto da natureza social, e o que o torna homem é a sua relação com a sociedade e com a cultura (LEONTIEV, 2004). A ontogênese humana proposta por Leontiev (2004) diz que o homem atual já nasce com as propriedades biológicas que permitem sua sobrevivência. O que passa a reger sua evolução são as leis sócio-históricas. Para o autor as aptidões e os caracteres que distanciam o homem dos outros animais não podem ser transmitidos hereditariamente, pois são adquiridos ao longo da vida através da apropriação dos resultados da atividade cognitiva e da cultura criada pelas gerações precedentes. Tal apropriação é mediada pelas relações entre os indivíduos em um processo educativo, de transmissão de experiências sociais. Cada indivíduo aprende a ser um homem (LEONTIEV, 2004, p. 285). 4. A construção social dos gêneros Uma vez que o homem não nasce pronto, logo não nascemos homens ou mulheres, mas nos tornamos como tais (BEAUVOIR, 1980). Ainda na gestação o gênero da criança é fixado ao seu sexo. Nascemos em uma cultura que distingue roupas, brinquedos, comportamentos, maneiras de andar, de falar que caracterizam o feminino ou o masculino. Silveira (2006) diz que a família e a sociedade se comportam de acordo com os seus valores, dando a direção do que é masculino e feminino. As diferenças e as desigualdades entre homens e mulheres, hetero e homossexuais foram construindo-se historicamente. Na sociedade ocidental, há uma valorização do homem e do masculino. Mulheres e homossexuais têm lugar restrito na política, na economia, no mercado de trabalho. Algumas teorias são usadas para justificar a categorização dos gêneros e a hierarquização social entre eles. A perspectiva Biológica, por exemplo, lança mão das diferenciações anatomofisiológicas entre machos e fêmeas para fundamentar a história de valorização do homem. Assim, o fato de ser biologicamente mais frágil, dotada de menos força muscular e capacidade respiratória e de instabilidades emocionais decorrentes das variações hormonais, acaba por conferir à mulher uma situação de inferioridade em relação ao homem (BEAUVOIR, 1980). Na perspectiva marxista pode-se inferir que as desigualdades entre homens e mulheres são um reflexo do surgimento da divisão social do trabalho, em função da criação de novos instrumentos. A expansão da agricultura demandou a força do trabalho de homens para operar instrumentos mais pesados (BEAUVOIR, 1980; MEYER, 2003); e a presença das mulheres dentro das fábricas no período industrial não promoveu a valorização social das mesmas. O movimento feminista defende que tais teorias, isoladamente, não explicam as desigualdades em questão. O argumento é que o modo como as características femininas e masculinas são distinguidas e valorizadas em uma cultura em determinado momento histórico

4 é que vai constituir o que será definido e vivido como tal (MEYER, 2003). Foi com o movimento feminista o termo gênero passou a ser utilizado no intuito de complementar a noção de sexo, distinguindo-se dela (MEYER, 2003). Gênero seria a construção social do sexo. Refere-se aos comportamentos, às atitudes que a cultura imprime ao corpo sexuado. Ou seja, uma forma de nomear o que já era observado na realidade ocidental. Ressaltamos que sexo é uma manifestação biológica, enquanto gênero e sexualidade tratam-se de construções culturais. Conforme Silveira (2006), natureza e cultura compõem o processo de construção social da identidade de gênero. 5. A construção social da sexualidade Não há comprovações acerca das origens da homossexualidade na história, mas desde a Roma Antiga e ainda no início da sociedade moderna já acontecia o homoerotismo masculino (ADELMAN, 2000). O comportamento sexual, porém, não era tomado como marcador da identidade. Não existiam conceitos acerca da sexualidade. O termo sexualidade é relativamente recente, surgido no século XIX. Até o século XVIII, o sexo era apenas umas das várias características que distinguiam o homem da mulher. No final do século XIX, apropriando a ideologia burguesa de limites de liberdade e de dominação do homem sobre a mulher, o discurso médico-científico em voga passa a construir idéias sobre padrões normais e patológicos (LEITE JÚNIOR, 2008). Surge um discurso marcador de diferenças morais entre os comportamentos masculinos e femininos que, aliado ao pensamento cristão, valoriza a família nuclear composta pelo pai-homem e pela mãemulher. Aí os homens são naturalmente atraídos por mulheres e as práticas sexuais têm finalidade de procriação. Afastar-se desse padrão significa um desvio. Inicia-se a produção da homossexualidade. A sexualidade passa a atribuir identidade, como se definisse a essência do indivíduo a partir do sexo (ADELMAN, 2000; LEITE JÚNIOR, 2008). Esse comportamento que não obedece a função natural da prática sexual passa a ser moralmente diferente do normal e, portanto, patológico. Daí em diante houve grande preocupação em se diagnosticar as origens ou possíveis causas da homossexualidade, que precisava ser tratada. Como a comunicação é condição necessária para a transmissão cultural (LEONTIEV, 2004) e tem na linguagem seu veículo, é compreensível que essa visão preconceituosa acerca dos homossexuais exista ainda no século XXI, pois a linguagem carrega o discurso ideológico dominante em seu interior (FIORIN, 2007). Por isso a exclusão moral e social está presente na vida dos homossexuais, demonstrando a postura de negação da alteridade dessa categoria (SOUZA, 2008). Assim, é possível compreender um pouco mais a crescente demanda dos transexuais por alterações corporais e vocais que os aproxime do gênero feminino. 6. A pluralidade sexual No Brasil, o movimento homossexual surgiu na década de 70 composto basicamente pelas categorias gays e lésbicas e, posteriormente, pelas travestis, transexuais e bissexuais. Em 1999 a sigla GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros) passou a ser usada para denominar o sujeito político do movimento. O termo transgênero foi uma tendência mundial para agrupar travestis e transexuais, que se diferenciam por assumirem uma postura de mudança de gênero e não apenas de orientação sexual (FRANÇA, 2006). Dentro da idéia de homossexualidade destacamos os transexuais justamente pela marcante busca pela identidade de gênero. No presente estudo nota-se que essa busca se dá a partir de uma construção social dos atributos físicos e vocais entendidos como femininos. Dentro da categoria trans os transexuais se diferem das travestis e das drag-queens pois, além de assumirem a identidade feminina, recorrem à transgenitalização devido a insatisfação com seus órgãos sexuais, dentre outras modificações (BENEDETTI, 2006;

5 SILVEIRA, 2006; ARÁN; ZAIDHAFT; MURTA, 2008). Valorizam as intervenções em seus corpos e em sua voz para revelarem externamente aquilo que julgam ser internamente. Nem sempre a busca pela transgenitalização tem como objetivo principal a satisfação na vida sexual (ATHAYDE, 2001; ARÁN; ZAIDHAFT; MURTA, 2008). A maior demanda pela cirurgia parte da necessidade de adequar o corpo ao gênero. O que se destaca é o desejo de obter uma identidade feminina e não necessariamente de ter relações sexuais (ARÁN; ZAIDHAFT; MURTA, 2008, p. 75). A construção da identidade social é um processo contínuo dentro de uma complexa dinâmica entre o encontro e a valorização da diferença, tendo como pano de fundo as relações de alteridade o encontro com o outro (SAWAIA, 2001; SOUZA, 2005, 2008). O nome, o trabalho, o corpo, a voz, as preferências de lazer, as relações afetivas, cada detalhe servirá para a afinidade ou o distanciamento entre as pessoas. É o olhar do Outro que dá o sentimento de pertença ou não a determinado grupo social. Conforme Souza (2005), o sentir-se identificado é uma das características fundamentais do processo identitário. A busca pela transformação do corpo e da voz para se tornar mulher reflete, portanto, o intuito do transexual de sentir-se reconhecido e aceito como tal (VASCONCELLOS; GUSMÃO, 2001). O corpo acaba por funcionar como um suporte onde a identidade se expressa. Inferimos que tudo o que está impresso internamente no sujeito passou pela apropriação de significados construídos pela sociedade. A realidade social se projeta e se reproduz nos elementos que compõem a identidade transexual (SILVEIRA, 2006). Portanto externar essa identidade invisível é conhecer e dar sentido ao que se entende por feminino e masculino. Voltamos à relação dialética do homem com sua cultura. Ao passo em que as características culturais têm sua gênese no homem, o homem tem a gênese de seus valores, moralidades, verdades, civilidades e crenças na própria cultura. 7. Considerações finais No Brasil existem poucas pesquisas envolvendo voz e transexualidade. O transexual procura modelar seu corpo e adequar sua voz para se identificar e ser identificado como elemento integrante de um grupo/categoria social. Todas as modificações às quais recorrem demonstra uma reafirmação de uma norma heterossexual já enraizada na cultura ocidental. Quando buscam características que os identifiquem como mulheres e femininas, estão assumindo a polarização entre os gêneros que vem sendo construída historicamente. Compreende-se que gênero e estética de gênero são produtos culturais continuamente apropriados e reforçados pelos próprios indivíduos. Conclui-se que identidade sexual e de gênero são produtos de uma relação dialética entre o homem e sua cultura e que a voz contribui de forma relevante no processo de construção social da identidade dos transexuais. Tendo em vista que a transgenitalização já é realizada no Brasil via SUS, incluindo a cirurgia para feminilização vocal, e que compete ao fonoaudiólogo tratar e aperfeiçoar a comunicação humana, torna-se importante a presença desse profissional na equipe de acompanhamento ao longo do processo de redesignação sexual, bem como o desenvolvimento de mais pesquisas na área. Referências: ADELMAN, Míriam. Paradoxos da identidade: a política de orientação sexual no século XX. Revista de Sociologia e Política, Curitiba, n. 14, p , jun ARÁN, Márcia; ZAIDHAFT, Sérgio; MURTA, Daniela. Transexualidade: corpo, subjetividade e saúde coletiva. Psicologia & Sociedade, Porto Alegre, v. 20, n. 1, p , 2008.

6 ATHAYDE, Amanda Valéria Luna. Transexualismo Masculino. Arquivos Brasileiros Endocrinologia & Metabologia, São Paulo, v. 45, n. 4, p , ago BEAUVOIR, Simone. (1949). O Segundo Sexo. Tradução de S. Milliet. 7. ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, BEHLAU, Mara (Org.). Voz: o livro do especialista. Rio de Janeiro: Revinter, v. 1. BENEDETTI, Marcos Renato. (Trans)formação do corpo e feitura do gênero entre travestis de Porto Alegre, Brasil. In: Cáceres, Carlos. et al. (Org.). Sexualidad, Estigma y Derechos Humanos. 1 ed. Lima: UPCH, 2006, v. 1, p Disponível em < htm>. Acesso em: 10 de jun BERGEL, Sirlei. Voz do Transexual Masculino f. Monografia (Curso de Especialização em Voz) - Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica, Porto Alegre, BRASIL. Lei Federal n 6.965, de 09 de Dezembro de Dispõe sobre a regulamentação da Profissão de Fonoaudiólogo, e determina outras providências. Brasília, Ministério da Saúde. Portaria n , de 18 de agosto de Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o Processo Transexualizador, a ser implantado nas unidades federadas, respeitadas as competências das três esferas de gestão. In: MS. Saúde Legis. Brasília, Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/ saudelegis/gm/2008/prt1707_18_08_2008.html>. Acesso em: 29 de jul Ministério da Saúde. Portaria n. 457, de 19 de agosto de Aprova, na forma dos anexos desta portaria a seguir descritos, a regulamentação do Processo Transexualizador no âmbito do Sistema Único de Saúde SUS. In: MS. Saúde Legis. Brasília, Disponível em <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2008/ prt0457_19_08_2008.html>. Acesso em: 29 de jul CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Resolução nº 1.482/1997. Autoriza a título experimental, a realização de cirurgia de transgenitalização do tipo neocolpovulvoplastia, neofaloplastia e/ou procedimentos complementares sobre gônadas e caracteres sexuais secundários como tratamento dos casos de transexualismo. In: CFM. Legislação. Brasília, Disponível em: < Acesso em: 29 de jul Resolução nº 1.652/2002. Dispõe sobre a cirurgia de transgenitalismo e revoga a Resolução CFM nº 1.482/97. In: CFM. Legislação. Brasília, Disponível em: < Acesso em: 29 de jul DRUMOND, Lorena Badaró; GAMA, Ana Cristina Cortes. Correlação entre dados espectrográficos e perceptivo-auditivos de vozes disfônicas. Fono Atual, São Paulo, v. 35, n.8, p , FIORIN, José Luiz. Linguagem e ideologia. São Paulo: Ática, FRANÇA, Isadora Lins. Cada macaco no seu galho? Poder, identidade e segmentação de mercado no movimento homossexual. Revista Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo, v. 21, n. 60, p , fev GÜNZBURGER, Deborah. Acoustic and perceptual implications of the transsexual voice. Archives of Sexual Behavior, v. 24, p , LEITE JÚNIOR, Jorge. Nossos corpos também mudam : sexo, gênero e a invenção das categorias travesti e transexual no discurso científico f. Tese (Doutorado em Ciências Sociais) Faculdade de Filosofia e Ciências da Religião, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, LEONTIEV, Alexei. O desenvolvimento do Psiquismo. Tradução de Rubens Eduardo Frias. 2. ed. São Paulo: Centauro, 2004.

7 MEYER, Dagmar Estermann. Gênero e educação: teoria e política. In: LOURO, Guacira Lopes et al. (Org.). Corpo, gênero e sexualidade: um debate contemporâneo na educação. Petrópolis: Vozes, p SAWAIA, Bader. Identidade uma ideologia separatista? In: SAWAIA, Bader. (Org.). As artimanhas da exclusão Análise psicossocial e ética da desigualdade social. Petrópolis: Vozes, p SILVEIRA, Esalba Maria Carvalho. De tudo fica um pouco: a construção social da identidade do transexual f. Tese (Doutorado em Serviço Social) Faculdade de Serviço Social, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, SOUZA, Lídio. Processos de identidade social: da intolerância e violência à utopia solidária. In: Simpósio Nacional de Psicologia Social e do Desenvolvimento, 2005, Vitória. Violência e Desenvolvimento Humano: textos completos. Vitória: Programa de Pós-Graduação em Psicologia/PROCAD-CAPES, v. 1. p Alteridade, processos identitários e violência acadêmica. In: ROSA, Edinete Maria; SOUZA, Lídio; AVELLAR, Luziane Zacche. (Org.). Psicologia Social: temas em debate. Vitória: UFES/Abrapso/GM Editora, p VASCONCELLOS, Leda; GUSMÃO, Reinaldo J. Terapia fonoaudiológica para Transexuais masculinos: relato de três casos. Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, São Paulo, v. 67, n. 1, p , jan./fev

RESOLUÇÃO CFM nº 1.955/10

RESOLUÇÃO CFM nº 1.955/10 RESOLUÇÃO CFM nº 1.955/10 Dispõe sobre a cirurgia de transgenitalismo e revoga a Resolução CFM nº 1.652/02 O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de

Leia mais

Atividades Acadêmico-Científico- -Culturais: Diversidade Cultural. Contextualização. Gênero. Teleaula 2. Letras. Diversidade de Gênero

Atividades Acadêmico-Científico- -Culturais: Diversidade Cultural. Contextualização. Gênero. Teleaula 2. Letras. Diversidade de Gênero Atividades Acadêmico-Científico- -Culturais: Diversidade Cultural Teleaula 2 Diversidade de Gênero Profa. Dra. Marcilene Garcia de Souza tutorialetras@grupouninter.com.br Letras Contextualização Por que

Leia mais

TRANSEXUALIDADE E SAÚDE PÚBLICA: ACÚMULOS CONSENSUAIS DE PROPOSTAS PARA ATENÇÃO INTEGRAL

TRANSEXUALIDADE E SAÚDE PÚBLICA: ACÚMULOS CONSENSUAIS DE PROPOSTAS PARA ATENÇÃO INTEGRAL 1. Em setembro de 1997, o Conselho Federal de Medicina - CFM, através da Resolução 1482/97, aprovou a realização de cirurgias de transgenitalização nos hospitais públicos universitários do Brasil, a título

Leia mais

Transexualismo e Cirurgia de Troca de Sexo no Brasil: diálogo entre a Medicina e o Direito

Transexualismo e Cirurgia de Troca de Sexo no Brasil: diálogo entre a Medicina e o Direito Transexualismo e Cirurgia de Troca de Sexo no Brasil: diálogo entre a Medicina e o Direito Por Elizabeth Zambrano Introdução A composição da sociedade, do ponto de vista da classificação sexual, apresenta-se,

Leia mais

LANÇANDO OLHARES SOBRE UM CORPO MODIFICADO NA PERSPECTIVA DO TRANSEXUALISMO

LANÇANDO OLHARES SOBRE UM CORPO MODIFICADO NA PERSPECTIVA DO TRANSEXUALISMO LANÇANDO OLHARES SOBRE UM CORPO MODIFICADO NA PERSPECTIVA DO TRANSEXUALISMO MARIA DO CARMO BRAGA DE SOUSA (UEPB) KHADIDJA DE BRITO CARTAXO (UEPB) Introdução Esse trabalho visa mostrar um pouco da realidade

Leia mais

PANORAMA CONCEITUAL: e DIVERSIDADE SEXUAL. Prof. Roney Polato de Castro

PANORAMA CONCEITUAL: e DIVERSIDADE SEXUAL. Prof. Roney Polato de Castro PANORAMA CONCEITUAL: SEXUALIDADE e DIVERSIDADE SEXUAL Prof. Roney Polato de Castro 1. Sexualidade é natural? A sexualidade tem sido interpretada como um aspecto natural do ser humano, como uma essência,

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

DOS ESTUDOS DE GÊNERO ÀS TEORIAS QUEER: DESDOBRAMENTOS DO FEMINISMO E DO MOVIMENTO LGBT NA PSICOLOGIA SOCIAL

DOS ESTUDOS DE GÊNERO ÀS TEORIAS QUEER: DESDOBRAMENTOS DO FEMINISMO E DO MOVIMENTO LGBT NA PSICOLOGIA SOCIAL DOS ESTUDOS DE GÊNERO ÀS TEORIAS QUEER: DESDOBRAMENTOS DO FEMINISMO E DO MOVIMENTO LGBT NA PSICOLOGIA SOCIAL Profª Drª Juliana Perucchi Universidade Federal de Juiz de Fora Desde os primeiros estudos que

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional

Leia mais

QUEIXAS E SINTOMAS VOCAIS PRÉ FONOTERAPIA EM GRUPO

QUEIXAS E SINTOMAS VOCAIS PRÉ FONOTERAPIA EM GRUPO QUEIXAS E SINTOMAS VOCAIS PRÉ FONOTERAPIA EM GRUPO [ALMEIDA, Anna Alice Figueirêdo de; SILVA, Priscila Oliveira Costa; FERNANDES, Luana Ramos; SOUTO, Moama Araújo; LIMA-SILVA, Maria Fabiana Bonfim] Centro

Leia mais

AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT

AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT RELATO DE EXPERIÊNCIA Introdução Marcos Serafim Duarte

Leia mais

GÊNERO E EDUCAÇÃO: DISCUTINDO A DOCILIZAÇÃO DOS CORPOS INFANTIS

GÊNERO E EDUCAÇÃO: DISCUTINDO A DOCILIZAÇÃO DOS CORPOS INFANTIS GÊNERO E EDUCAÇÃO: DISCUTINDO A DOCILIZAÇÃO DOS CORPOS INFANTIS TAINARA GUIMARÃES ARAÚJO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ (UESC) Resumo A construção das identidades de gênero constitui todo um processo

Leia mais

Artigo 1º - Fica autorizado o Poder Executivo a criar o Programa de Acessibilidade e Segurança da População LGBTT no Estado de São Paulo.

Artigo 1º - Fica autorizado o Poder Executivo a criar o Programa de Acessibilidade e Segurança da População LGBTT no Estado de São Paulo. PROJETO DE LEI Nº 173, DE 2015 Autoriza a criação do Programa Estadual de Acessibilidade e Segurança da População LGBTT no Estado de São Paulo e dá outras providências. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO

Leia mais

DOCENTE INTERLOCUTOR DE LIBRAS-LÍNGUA PORTUGUESA NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE SÃO PAULO: ANÁLISE DE UMA NOVA FUNÇÃO

DOCENTE INTERLOCUTOR DE LIBRAS-LÍNGUA PORTUGUESA NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE SÃO PAULO: ANÁLISE DE UMA NOVA FUNÇÃO 1 DOCENTE INTERLOCUTOR DE LIBRAS-LÍNGUA PORTUGUESA NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE SÃO PAULO: ANÁLISE DE UMA NOVA FUNÇÃO Mara Aparecida de Castilho Lopes 1 Ida Lichtig 2 Universidade de São Paulo - USP Resumo:

Leia mais

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO Autor (unidade 1 e 2): Prof. Dr. Emerson Izidoro dos Santos Colaboração: Paula Teixeira Araujo, Bernardo Gonzalez Cepeda Alvarez, Lívia Sousa Anjos Objetivos:

Leia mais

A PERFORMATIVIDADE DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PROBLEMÁTICAS E PROPOSIÇÕES NA CONSTITUIÇÃO DE LIVROS DIDÁTICOS

A PERFORMATIVIDADE DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PROBLEMÁTICAS E PROPOSIÇÕES NA CONSTITUIÇÃO DE LIVROS DIDÁTICOS A PERFORMATIVIDADE DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PROBLEMÁTICAS E PROPOSIÇÕES NA CONSTITUIÇÃO DE LIVROS DIDÁTICOS OLIVEIRA, Márcio de (UEM) MAIO, Eliane Rose (UEM) INTRODUÇÃO A proposta central desse

Leia mais

Anais do VII Seminário Fazendo Gênero 28, 29 e 30 de 2006

Anais do VII Seminário Fazendo Gênero 28, 29 e 30 de 2006 Gênero e Sexualidade nas Práticas Escolares ST 07 Priscila Gomes Dornelles i PPGEdu/UFRGS Educação Física escolar - aulas separadas entre meninos e meninas - relações de gênero Distintos destinos : problematizando

Leia mais

A SATISFAÇÃO DA APARÊNCIA CORPORAL MASCULINA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

A SATISFAÇÃO DA APARÊNCIA CORPORAL MASCULINA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA A SATISFAÇÃO DA APARÊNCIA CORPORAL MASCULINA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Emília Amélia Pinto Costa da Silva;Priscilla Pinto Costa da Silva; Petrucio Venceslau de Moura;Talita Grazielle Pires de Carvalho;

Leia mais

marcadores sociais Várias formas de diferença e desigualdade convivem 13 SOCIOLOGIA ESPECIAL

marcadores sociais Várias formas de diferença e desigualdade convivem 13 SOCIOLOGIA ESPECIAL marcadores sociais Várias formas de diferença e desigualdade convivem na sociedade contemporânea. Ao longo de suas trajetórias de vida, os indivíduos se identificam e se diferenciam dos outros das mais

Leia mais

O Setor de Fonoaudiologia funciona sob a coordenação da Fonoaudióloga Mestra Gerissa Neiva de Moura Santos Cordeiro, conforme programa apresentado a

O Setor de Fonoaudiologia funciona sob a coordenação da Fonoaudióloga Mestra Gerissa Neiva de Moura Santos Cordeiro, conforme programa apresentado a O Setor de Fonoaudiologia funciona sob a coordenação da Fonoaudióloga Mestra Gerissa Neiva de Moura Santos Cordeiro, conforme programa apresentado a seguir. COLÉGIO NOTRE DAME FONOAUDIOLOGIA PREVENTIVA

Leia mais

Olá a todos! Atenciosamente, Justus. Ter visão e não agir é sonhar acordado. Agir sem ter visão é um pesadelo.

Olá a todos! Atenciosamente, Justus. Ter visão e não agir é sonhar acordado. Agir sem ter visão é um pesadelo. Olá a todos! Envio uma apresentação a que assisti em Nova Iorque no mês passado feita por Katie Douglas e Gal Mayer do Callen-Lorde Community Health Center (Centro Comunitário de Saúde Callen-Lorde). Acredito

Leia mais

3 Travestilidade, Transexualidade: revisão da literatura recente das Ciências Sociais

3 Travestilidade, Transexualidade: revisão da literatura recente das Ciências Sociais 3 Travestilidade, Transexualidade: revisão da literatura recente das Ciências Sociais [...] não nos esqueçamos que basta inventar novos nomes, novas apreciações e novas probabilidades para criar pouco

Leia mais

29 DE JANEIRO DIA NACIONAL DA VISIBILIDADE DE TRAVESTIS E TRANSEXUAIS. Jaqueline Gomes de Jesus* 1

29 DE JANEIRO DIA NACIONAL DA VISIBILIDADE DE TRAVESTIS E TRANSEXUAIS. Jaqueline Gomes de Jesus* 1 29 DE JANEIRO DIA NACIONAL DA VISIBILIDADE DE TRAVESTIS E TRANSEXUAIS Jaqueline Gomes de Jesus* 1 Uma história única cria estereótipos, e o problema com os estereótipos não é que eles sejam mentirosos,

Leia mais

Glossário do Programa Pró-equidade

Glossário do Programa Pró-equidade Glossário do Programa Pró-equidade Assédio Moral no Trabalho É a vivência de situações humilhantes e constrangedoras no ambiente de trabalho, caracterizadas por serem repetitivas e prolongadas ao longo

Leia mais

O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1

O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1 O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1 Nathália Sene GARIERI/ Licenciada em História Aline Rafaela Portílio LEMES Aline Aparecida SILVA Samuel Douglas Farias COSTA RESUMO A propaganda ocupa um largo

Leia mais

Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas, lugares ou tradições diferentes

Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas, lugares ou tradições diferentes Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas, lugares ou tradições diferentes daqueles que consideramos nossos. Costuma indicar desconhecimento

Leia mais

Palavras-chave: Medicalização da educação, Fracasso escolar e Problemas de Aprendizagem.

Palavras-chave: Medicalização da educação, Fracasso escolar e Problemas de Aprendizagem. A MEDICALIZAÇÃO DO FRACASSO ESCOLAR EM ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE VITÓRIA-ES Elizabete Bassani UFES Mirela Santos Bleidão UFES Resumo Esta pesquisa documental teve como objetivo

Leia mais

Palavras-chave: criança de rua; distúrbios da comunicação; voz profissional.

Palavras-chave: criança de rua; distúrbios da comunicação; voz profissional. Distúrbios da comunicação e audição entre escolares com queixas vocais, com e sem história de situação de rua, em Aracaju, Brasil. Autor: Neuza Josina Sales, Ricardo Queiroz Gurgel. Instituição: Universidade

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

PLURALIDADE CULTURAL E INCLUSÃO NA ESCOLA Uma pesquisa no IFC - Camboriú

PLURALIDADE CULTURAL E INCLUSÃO NA ESCOLA Uma pesquisa no IFC - Camboriú PLURALIDADE CULTURAL E INCLUSÃO NA ESCOLA Uma pesquisa no IFC - Camboriú Fernando Deodato Crispim Junior 1 ; Matheus dos Santos Modesti 2 ; Nadia Rocha Veriguine 3 RESUMO O trabalho aborda a temática da

Leia mais

Diversidade Sexual: uma visão arejada e crítica da. Lula Ramires Serra Negra, SP Junho de 2010

Diversidade Sexual: uma visão arejada e crítica da. Lula Ramires Serra Negra, SP Junho de 2010 Diversidade Sexual: uma visão arejada e crítica da homofobia nas escolas Lula Ramires Serra Negra, SP Junho de 2010 Lula Ramires Formado em Filosofia pela USP Mestre em Educação pela F.E. USP Tradutor

Leia mais

Conselho Resolução Situação Ementa

Conselho Resolução Situação Ementa CFM 1845/2008 Integra Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.785/2006, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre o Conselho Federal de Medicina

Leia mais

VIVÊNCIAS AFETIVO-SEXUAIS DE PARCEIROS DE TRANSEXUAIS 1

VIVÊNCIAS AFETIVO-SEXUAIS DE PARCEIROS DE TRANSEXUAIS 1 VIVÊNCIAS AFETIVO-SEXUAIS DE PARCEIROS DE TRANSEXUAIS 1 Milene Soares 2 Maria Alves de Toledo Bruns 3 Na década de 90, com o surgimento das Teorias Queer e a proposta de refletir a construção histórica

Leia mais

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE Av. Castelo Branco, 170 -CEP 88.509-900 - Lages - SC - Cx. P. 525 - Fone (0XX49) 251-1022 Fax 251-1051

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE Av. Castelo Branco, 170 -CEP 88.509-900 - Lages - SC - Cx. P. 525 - Fone (0XX49) 251-1022 Fax 251-1051 UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE Av. Castelo Branco, 170 -CEP 88.509-900 - Lages - SC - Cx. P. 525 - Fone (0XX49) 251-1022 Fax 251-1051 EDITAL N.º 149/2005 Publica o sorteio dos ítens das ementas disciplinas

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA 1º SEMESTRE Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo-funcional de estruturas orgânicas na relação com manifestações emocionais.

Leia mais

REPRESENTAÇÕES DE GÊNERO, TRABALHO E FAMÍLIA NAS IMAGENS DE LIVROS DIDÁTICOS DE CIÊNCIAS

REPRESENTAÇÕES DE GÊNERO, TRABALHO E FAMÍLIA NAS IMAGENS DE LIVROS DIDÁTICOS DE CIÊNCIAS REPRESENTAÇÕES DE GÊNERO, TRABALHO E FAMÍLIA NAS IMAGENS DE LIVROS DIDÁTICOS DE CIÊNCIAS Zaida Barros Dias 1 Este texto tem como objetivo analisar as representações de gênero, trabalho e família nas imagens

Leia mais

A EDUCAÇÃO ESCOLAR: UMA POSSIBILIDADE REAL DE COMBATE AO PRECONCEITO DE IDENTIDADE DE GÊNERO

A EDUCAÇÃO ESCOLAR: UMA POSSIBILIDADE REAL DE COMBATE AO PRECONCEITO DE IDENTIDADE DE GÊNERO A EDUCAÇÃO ESCOLAR: UMA POSSIBILIDADE REAL DE COMBATE AO PRECONCEITO DE IDENTIDADE DE GÊNERO Luciana do Carmo Ferreira UFMS lu_dcf@hotmail.com Drª. Inara Barbosa Leão UFMS inarableao@hotmail.com Lívia

Leia mais

APROPRIAÇÃO DAS TEORIAS DE VYGOTSKY POR PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CURITIBA

APROPRIAÇÃO DAS TEORIAS DE VYGOTSKY POR PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CURITIBA APROPRIAÇÃO DAS TEORIAS DE VYGOTSKY POR PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CURITIBA Roberta Ferreira Cavalcanti Solange Regina Silva Almeida Rosangela Alves de Godoy Nilson Fernandes Dinis (Universidade

Leia mais

Feminilidade e Violência

Feminilidade e Violência Feminilidade e Violência Emilse Terezinha Naves O tema sobre a violência e a feminilidade apresenta-se, nas mais diversas áreas do conhecimento, como um tema de grande interesse, quando encontramos uma

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

PROGRAMA DE SAÚDE SEXUAL GOVERNAMENTAL: CONTRIBUIÇÕES, DIFICULDADES E LIMITAÇÕES

PROGRAMA DE SAÚDE SEXUAL GOVERNAMENTAL: CONTRIBUIÇÕES, DIFICULDADES E LIMITAÇÕES PROGRAMA DE SAÚDE SEXUAL GOVERNAMENTAL: CONTRIBUIÇÕES, DIFICULDADES E LIMITAÇÕES MARTYRES, Thais Raffaela dos Faculdade de Ensino Superior Dom Bosco Acadêmica do Curso de Farmácia Membro do Grupo de Bolsista

Leia mais

TÉCNICAS COMPORTAMENTAIS NO ÂMBITO DA SAÚDE

TÉCNICAS COMPORTAMENTAIS NO ÂMBITO DA SAÚDE ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 TÉCNICAS COMPORTAMENTAIS NO ÂMBITO DA SAÚDE Amanda Gargantini Ferreira 1 ; Roberta Yuri Komatsu 1

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA DE ALUNOS E PORTADOR DE DIPLOMA DE GRADUAÇÃO PRIMEIRO SEMESTRE - 2016 ANEXO VI CURSO DE PSICOLOGIA 1º PERÍODO

PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA DE ALUNOS E PORTADOR DE DIPLOMA DE GRADUAÇÃO PRIMEIRO SEMESTRE - 2016 ANEXO VI CURSO DE PSICOLOGIA 1º PERÍODO 1 Conteúdos conceituais ANEXO VI CURSO DE PSICOLOGIA 1º PERÍODO CONSTRUÇÃO DO PENSAMENTO PSICOLÓGICO Definição dos conceitos de conhecimento científico e de senso comum; Estudo do processo de obtenção

Leia mais

Questões de gênero. Masculino e Feminino

Questões de gênero. Masculino e Feminino 36 Questões de gênero Masculino e Feminino Pepeu Gomes Composição: Baby Consuelo, Didi Gomes e Pepeu Gomes Ôu! Ôu! Ser um homem feminino Não fere o meu lado masculino Se Deus é menina e menino Sou Masculino

Leia mais

A PSICANÁLISE E OS MODERNOS MOVIMENTOS DE AFIRMAÇÃO HOMOSSEXUAL 1

A PSICANÁLISE E OS MODERNOS MOVIMENTOS DE AFIRMAÇÃO HOMOSSEXUAL 1 A PSICANÁLISE E OS MODERNOS MOVIMENTOS DE AFIRMAÇÃO HOMOSSEXUAL 1 Este artigo trata da difícil relação entre a teoria psicanalítica, que tradicionalmente considerava os comportamentos eróticos entre pessoas

Leia mais

Transexualidade e Saúde: condições de acesso e cuidado integral

Transexualidade e Saúde: condições de acesso e cuidado integral Transexualidade e Saúde: condições de acesso e cuidado integral IMS-UERJ/MCT/CNPq/MS/SCTIE/DECIT Coordenadora: Márcia M Arán Pesquisadoras: Daniela Murta, Fátima F Lima Pesquisadora Colaboradora: Tatiana

Leia mais

Judith Sonja Garbers Psicóloga Jörg Garbers Ms. De Teologia

Judith Sonja Garbers Psicóloga Jörg Garbers Ms. De Teologia A Discussão sobre Homofobia Como se posicionar Judith Sonja Garbers Psicóloga Jörg Garbers Ms. De Teologia Introdução Os homossexuais...?! A polarização Simplesmente tudo é lícito e Deus ama tudo. Tudo

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ PARECER Nº 2511/2015 ASSUNTO: INCLUSÃO DO NOME SOCIAL A TRANSEXUAIS NOS REGISTROS ESCOLARES INTERNOS PACIENTES MENORES DE 18 ANOS PARECERISTA: CONS.º AFRANIO BENEDITO SILVA BERNARDES EMENTA: Inclusão de

Leia mais

JOVEM HOMOSSEXUAL substituir por JOVENS GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS E TRANSGÊNEROS (GLBT) ou por JUVENTUDE E DIVERSIDADE SEXUAL

JOVEM HOMOSSEXUAL substituir por JOVENS GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS E TRANSGÊNEROS (GLBT) ou por JUVENTUDE E DIVERSIDADE SEXUAL JOVEM HOMOSSEXUAL substituir por JOVENS GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS E TRANSGÊNEROS (GLBT) ou por JUVENTUDE E DIVERSIDADE SEXUAL OBJETIVOS E METAS 1. Prover apoio psicológico, médico e social ao jovem em

Leia mais

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL Escola Secundária com 3º CEB de Coruche 0 EDUCAÇÃO SEXUAL INTRODUÇÃO A Educação da sexualidade é uma educação moral porque o ser humano é moral. É, também, uma educação das atitudes uma vez que, com base

Leia mais

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 (Orientador) Profa. Dra. Tatiana Machiavelli Carmo Souza 2 RESUMO O presente trabalho

Leia mais

O ENVELHECIMENTO SOB A ÓTICA MASCULINA

O ENVELHECIMENTO SOB A ÓTICA MASCULINA O ENVELHECIMENTO SOB A ÓTICA MASCULINA Por: DANIELA NASCIMENTO AUGUSTO (Técnica em Gerontologia e Terapeuta Ocupacional) DIEGO MIGUEL (Artista Plástico, Técnico em Gerontologia e Coordenador do NCI Jova

Leia mais

HOMOSSEXUALIDADE INFANTO JUVENIL: FATORES QUE INTERFEREM NO CONTEXTO SOCIAL E DA APRENDIZAGEM EM ADOLESCENTES ABRIGADAS

HOMOSSEXUALIDADE INFANTO JUVENIL: FATORES QUE INTERFEREM NO CONTEXTO SOCIAL E DA APRENDIZAGEM EM ADOLESCENTES ABRIGADAS HOMOSSEXUALIDADE INFANTO JUVENIL: FATORES QUE INTERFEREM NO CONTEXTO SOCIAL E DA APRENDIZAGEM EM ADOLESCENTES ABRIGADAS FRANGIE ISKANDAR Frangiepsico55@hotmail.com Resumo Eixo Temático: Diversidade e Inclusão

Leia mais

Pesquisada Perseu Abramo mostra preconceito contra comunidade LGTB

Pesquisada Perseu Abramo mostra preconceito contra comunidade LGTB Pesquisada Perseu Abramo mostra preconceito contra comunidade LGTB Acaba de sair do forno a mais recente pesquisa social do Núcleo de Opinião Pública (NOP), intitulada Diversidade Sexual e Homofobia no

Leia mais

Direitos LGBT: do casamento ao enfrentamento da discriminação

Direitos LGBT: do casamento ao enfrentamento da discriminação Direitos LGBT: do casamento ao enfrentamento da discriminação Publicado em 28/06/2015, às 15h26 Atualizado em 28/06/2015, às 15h58 Sérgio Costa Floro* Especial para o NE10 #LoveWins tomou conta do discurso

Leia mais

RESOLUÇÃO. Bragança Paulista, 30 de maio de 2005. Prof. Milton Mayer Presidente

RESOLUÇÃO. Bragança Paulista, 30 de maio de 2005. Prof. Milton Mayer Presidente RESOLUÇÃO CONSEAcc-BP 9/2005 ALTERA AS EMENTAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho Acadêmico por Câmpus, do câmpus de Bragança

Leia mais

MESTRADO E DOUTORADO EM FISIOTERAPIA

MESTRADO E DOUTORADO EM FISIOTERAPIA MESTRADO E DOUTORADO EM FISIOTERAPIA A UNASUR UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DEL SUR em parceria com a Master Assessoria Educacional criou o Curso de Mestrado em Fisioterapia, o qual procura enfatizar a Intervenção

Leia mais

OFICINA: SEXUALIDADE

OFICINA: SEXUALIDADE OFICINA: SEXUALIDADE Daniele Costa Tatiane Fontoura Garcez APRESENTAÇÃO A oficina tem como tema a Sexualidade, será realizado no Instituto Estadual de Educação Bernardino Ângelo, no dia 25/08/2014, segunda-feira,

Leia mais

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA Juliana Fabbron Marin Marin 1 Ana Maria Dietrich 2 Resumo: As transformações no cenário social que ocorreram

Leia mais

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL Prof. José Junior O surgimento do Serviço Social O serviço social surgiu da divisão social e técnica do trabalho, afirmando-se

Leia mais

PRÁTICA DISCURSIVA, PRÁTICA SOCIAL O NÃO DITO EM CARTAZES DE CAMPANHA CONTRA AIDS. 1. Palavras- Chaves: AIDS Análise do Discurso- Heteronormatividade

PRÁTICA DISCURSIVA, PRÁTICA SOCIAL O NÃO DITO EM CARTAZES DE CAMPANHA CONTRA AIDS. 1. Palavras- Chaves: AIDS Análise do Discurso- Heteronormatividade PRÁTICA DISCURSIVA, PRÁTICA SOCIAL O NÃO DITO EM CARTAZES DE CAMPANHA CONTRA AIDS. 1 Camila do Nascimento Carmo 2 Resumo O aparecimento da AIDS provocou um clima de grande pânico coletivo na sociedade.

Leia mais

APRENDENDO A SER MULHER COM A REVISTA NOVA ESCOLA

APRENDENDO A SER MULHER COM A REVISTA NOVA ESCOLA APRENDENDO A SER MULHER COM A REVISTA NOVA ESCOLA Tatiana da Silva Silveira - IFSUL Angela Dillmann Nunes Bicca - IFSUL Resumo: Neste texto, desenvolvido sob a perspectiva dos Estudos Culturais de inspiração

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N.º 1.736, de 2003 Proíbe a realização de cirurgia plástica de transformação plástico-reconstrutiva da genitália nos casos de transexualidade, na

Leia mais

PROJETO DE LEI N O, DE 2016

PROJETO DE LEI N O, DE 2016 PROJETO DE LEI N O, DE 2016 (Da Sra. Deputada Federal LAURA CARNEIRO) Acresce dispositivo à Lei n o 6.015, de 31 de dezembro de 1973, para dispor sobre substituição de prenome e alteração de sexo no registro

Leia mais

Ser mãe hoje. Cristina Drummond. Palavras-chave: família, mãe, criança.

Ser mãe hoje. Cristina Drummond. Palavras-chave: família, mãe, criança. Ser mãe hoje Cristina Drummond Palavras-chave: família, mãe, criança. Hoje em dia, a diversidade das configurações familiares é um fato de nossa sociedade. Em nosso cotidiano temos figuras cada vez mais

Leia mais

DA REFLEXÃO À ACÇÃO - UMA PROPOSTA DE TRABALHO

DA REFLEXÃO À ACÇÃO - UMA PROPOSTA DE TRABALHO DA REFLEXÃO À ACÇÃO - UMA PROPOSTA DE TRABALHO - Grupo de reflexão na área de psicologia sobre questões relativas à orientação sexual - Artigo apresentado no Colóquio de Estudos G(ay)L(ésbicos)Q(ueer)

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CONCEITO DE GÊNERO NA RACIONALIDADE MODERNA 1

A CONSTRUÇÃO DO CONCEITO DE GÊNERO NA RACIONALIDADE MODERNA 1 A CONSTRUÇÃO DO CONCEITO DE GÊNERO NA RACIONALIDADE MODERNA 1 Rejane de Oliveira 2 - Brasil Maria da Luz Alves Ferreira 3 RESUMO O objetivo central deste trabalho foi entender a construção do conceito

Leia mais

Ministério do Esporte

Ministério do Esporte A CULTURA CORPORAL DO MOVIMENTO HUMANO E O ESPORTE EDUCACIONAL Ministério do Esporte OBJETIVOS: 1. Reivindicar e demarcar as fronteiras da cultura corporal do movimento humano (CCMH) como um espaço próprio

Leia mais

Entendendo o que é Gênero

Entendendo o que é Gênero Entendendo o que é Gênero Sandra Unbehaum 1 Vila de Nossa Senhora da Piedade, 03 de outubro de 2002 2. Cara Professora, Hoje acordei decidida a escrever-lhe esta carta, para pedir-lhe ajuda e trocar umas

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

Sexualidade e Poder segundo Foucault

Sexualidade e Poder segundo Foucault Sexualidade e Poder segundo Foucault SUPERSABER Fenômeno cultural, social FREUD: Desconhecimento do sujeito sobre seu desejo ou de sua sexualidade FOCAULT: Problema da produção de teorias sobre sexualidade

Leia mais

PERFIL VOCAL DA PESSOA COM DISFONIA: ANÁLISE DO ÍNDICE DE DESVANTAGEM VOCAL.

PERFIL VOCAL DA PESSOA COM DISFONIA: ANÁLISE DO ÍNDICE DE DESVANTAGEM VOCAL. PERFIL VOCAL DA PESSOA COM DISFONIA: ANÁLISE DO ÍNDICE DE DESVANTAGEM VOCAL. Marina Bizigato Faculdade de Fonoaudiologia Centro de Ciências da Vida mabizi19@hotmail.com Iara Bittante de Oliveira Grupo

Leia mais

TEMAS TRANSVERSAIS DOS PCNs: o que ensinar sobre gênero e sexualidade?

TEMAS TRANSVERSAIS DOS PCNs: o que ensinar sobre gênero e sexualidade? Maria de Fátima da Cunha. UEL/Londrina. Docente TEMAS TRANSVERSAIS DOS PCNs: o que ensinar sobre gênero e sexualidade? Para Tomaz Tadeu da Silva, as narrativas dos currículos podem, explícita ou implicitamente,

Leia mais

REPRESENTAÇÃO DO MEIO AMBIENTE MAPAS MENTAIS UMA LINGUAGEM NO ENSINO DA GEOGRAFIA

REPRESENTAÇÃO DO MEIO AMBIENTE MAPAS MENTAIS UMA LINGUAGEM NO ENSINO DA GEOGRAFIA REPRESENTAÇÃO DO MEIO AMBIENTE MAPAS MENTAIS UMA LINGUAGEM NO ENSINO DA GEOGRAFIA Kelli Carvalho Melo Mestre em Geografia - PPGG/UNIR. Pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisas Modos de Vidas e Culturas

Leia mais

O GUIA COMPLETO TIRE TODAS SUAS DÚVIDAS SOBRE ANDROPAUSA

O GUIA COMPLETO TIRE TODAS SUAS DÚVIDAS SOBRE ANDROPAUSA O GUIA COMPLETO TIRE TODAS SUAS DÚVIDAS SOBRE ANDROPAUSA O QUE É ANDROPAUSA? Problemas hormonais surgidos em função da idade avançada não são exclusivos das mulheres. Embora a menopausa seja um termo conhecido

Leia mais

Transcrição da Entrevista - Entrevistado do grupo amostral constituído por indivíduos com orientação heterossexual 5 (online)

Transcrição da Entrevista - Entrevistado do grupo amostral constituído por indivíduos com orientação heterossexual 5 (online) Transcrição da Entrevista - Entrevistado do grupo amostral constituído por indivíduos com orientação heterossexual 5 (online) [Sexo: homem] Entrevistador: Boa tarde. Entrevistado: olá, boa tarde Entrevistador:

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638, DE 10 DE JULHO DE 2002

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638, DE 10 DE JULHO DE 2002 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638, DE 10 DE JULHO DE 2002 Define prontuário médico e torna obrigatória a criação da Comissão de Revisão de Prontuários nas instituições de saúde. O CONSELHO

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO SABER PSI ACERCA DA TRANSEXUALIDADE: NOTAS PARA DISCUSSÃO DA INSERÇÃO DX PSICÓLOGX NO PROCESSO TRANSEXUALIZADOR

CONSTRUÇÃO DO SABER PSI ACERCA DA TRANSEXUALIDADE: NOTAS PARA DISCUSSÃO DA INSERÇÃO DX PSICÓLOGX NO PROCESSO TRANSEXUALIZADOR CONSTRUÇÃO DO SABER PSI ACERCA DA TRANSEXUALIDADE: NOTAS PARA DISCUSSÃO DA INSERÇÃO DX PSICÓLOGX NO PROCESSO TRANSEXUALIZADOR Gabriela Boldrini da Silva 1 Rebeca Valadão Bussinger 2 RESUMO A partir da

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80 Disciplina: Metodologia Científica SERVIÇO SOCIAL Ementa: Finalidade da metodologia científica. Importância da metodologia Número âmbito das ciências. Metodologia de estudos. O conhecimento e suas formas.

Leia mais

AS INTERFACES ENTRE A PSICOLOGIA E A DIVERSIDADE SEXUAL: UM DESAFIO ATUAL 1

AS INTERFACES ENTRE A PSICOLOGIA E A DIVERSIDADE SEXUAL: UM DESAFIO ATUAL 1 AS INTERFACES ENTRE A PSICOLOGIA E A DIVERSIDADE SEXUAL: UM DESAFIO ATUAL 1 CHRISTO, Aline Estivalet de 2 ; MOTTA, Roberta Fin 3 1 Trabalho de Pesquisa referente ao Projeto de Trabalho Final de Graduação

Leia mais

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles)

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles) FACULDADE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Curso de Bacharel em Direito Turma A Unidade: Tatuapé Ana Maria Geraldo Paz Santana Johnson Pontes de Moura Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular

Leia mais

A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde

A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde Tatiana Thiago Mendes Psicóloga Clínica e do Trabalho Pós-Graduação em Saúde e Trabalho pelo HC FM USP Perita Judicial em Saúde Mental Panorama da Saúde dos Trabalhadores

Leia mais

PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes.

PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes. MARCELA GARCIA MANOCHIO PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes. Projeto de Estágio extracurricular em Processos Educativos, desenvolvido para

Leia mais

AVANÇOS NA POLÍTICA DE SAÚDE E A LUTA POR DIREITOS: UMA REALIDADE PARA TRAVESTIS E TRANSEXUAIS 1

AVANÇOS NA POLÍTICA DE SAÚDE E A LUTA POR DIREITOS: UMA REALIDADE PARA TRAVESTIS E TRANSEXUAIS 1 AVANÇOS NA POLÍTICA DE SAÚDE E A LUTA POR DIREITOS: UMA REALIDADE PARA TRAVESTIS E TRANSEXUAIS 1 LUIZA CARLA CASEMIRO 2 Resumo: O presente trabalho tem como objetivo identificar as demandas de travestis

Leia mais

Transexualidade e saúde pública no Brasil. Transsexuality and public health in Brazil

Transexualidade e saúde pública no Brasil. Transsexuality and public health in Brazil 1141 Transexualidade e saúde pública no Brasil Transsexuality and public health in Brazil ARTIGO ARTICLE Márcia Arán 1 Daniela Murta 1 Tatiana Lionço 2 1 Departamento de Políticas e Instituições de Saúde,

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos

Leia mais

1.4 Objeto e Metodologia

1.4 Objeto e Metodologia 1.4 Objeto e Metodologia O objeto a pesquisa cujos dados serão apresentados foi definido juntamente com a SAS- Secretaria de Assistência Social de Presidente Prudente em especial com a equipe do CREAS

Leia mais

O papel do Psicólogo junto ao movimento LGBTTT

O papel do Psicólogo junto ao movimento LGBTTT Anais do I Simpósio sobre Estudos de Gênero e Políticas Públicas, ISSN 2177-8248 Universidade Estadual de Londrina, 24 e 25 de junho de 2010 GT 1. Gênero e políticas públicas Coord. Silvana Mariano O papel

Leia mais

CAPÍTULO II: REVISÃO DE LITERATURA. 2.1 Conceito de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

CAPÍTULO II: REVISÃO DE LITERATURA. 2.1 Conceito de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade CAPÍTULO I: INTRODUÇÃO O Transtorno de Déficit de Atenção (TDAH) pode ser definido como um transtorno neurobiológico, normalmente detectado ainda na infância. Podendo ser caracterizada pela desatenção,

Leia mais

A TRANSEXUALIDADE NA ATUALIDADE: DISCURSO CIENTÍFICO, POLÍTICO E HISTÓRIAS DE VIDA

A TRANSEXUALIDADE NA ATUALIDADE: DISCURSO CIENTÍFICO, POLÍTICO E HISTÓRIAS DE VIDA A TRANSEXUALIDADE NA ATUALIDADE: DISCURSO CIENTÍFICO, POLÍTICO E HISTÓRIAS DE VIDA Liliana Lopes Pedral Sampaio 1 Maria Thereza Ávila Dantas Coelho 2 No cenário brasileiro atual, no tocante à transexualidade,

Leia mais

Novas configurações familiares: A homoparentalidade em questão

Novas configurações familiares: A homoparentalidade em questão Novas configurações familiares: A homoparentalidade em questão Rodriguez, Brunela Gomes, Isabel Cristina Diante da diversidade de modelos familiares da contemporaneidade nos deparamos com a dificuldade

Leia mais

(In)visibilidades fotográficas do mundo do trabalho: representações visuais e lacunas do visível nas imagens da Revista do Globo.

(In)visibilidades fotográficas do mundo do trabalho: representações visuais e lacunas do visível nas imagens da Revista do Globo. Mesa 24 (In)visibilidades fotográficas do mundo do trabalho: representações visuais e lacunas do visível nas imagens da Revista do Globo. Cláudio de Sá Machado Júnior Dentre as várias tipologias fotográficas

Leia mais

Porque o homem não muda. Evolui. Um estudo sobre a relação entre masculinidade, paternidade e publicidade na sociedade contemporânea

Porque o homem não muda. Evolui. Um estudo sobre a relação entre masculinidade, paternidade e publicidade na sociedade contemporânea Fazendo Gênero 8 - Corpo, Violência e Poder Florianópolis, de 25 a 28 de agosto de 2008 Porque o homem não muda. Evolui. Um estudo sobre a relação entre masculinidade, paternidade e publicidade na sociedade

Leia mais

Resumos. Seminário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica

Resumos. Seminário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica Seminário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica Inovação em psicanálise: rumos e perspectivas na contemporaneidade Quarta-feira 10/6 10h30-12h Mesa-redonda Saúde mental e psicanálise

Leia mais

60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos PROGRAMAÇÃO

60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos PROGRAMAÇÃO VIII Semana do Assistente Social 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos 12 a 15 de maio de 2008 Escola de Serviço Social da PUC Minas Apoio: Núcleo de Direitos Humanos - Pró-Reitoria de Extensão

Leia mais

POLÍTICAS DE SAÚDE PARA OS SURDOS E O PRINCÍPIO DE UNIVERSALIDADE

POLÍTICAS DE SAÚDE PARA OS SURDOS E O PRINCÍPIO DE UNIVERSALIDADE Eixo temático: - Políticas de tradução/interpretação de língua de sinais. Modalidade: ( ) comunicação oral/sinais (X) pôster POLÍTICAS DE SAÚDE PARA OS SURDOS E O PRINCÍPIO DE UNIVERSALIDADE Autores: Débora

Leia mais

MIGUEL, L. F.; BIROLLI, F. Feminismo e política: uma introdução. São Paulo: Boitempo, 2014

MIGUEL, L. F.; BIROLLI, F. Feminismo e política: uma introdução. São Paulo: Boitempo, 2014 MIGUEL, L. F.; BIROLLI, F. Feminismo e política: uma introdução. São Paulo: Boitempo, 2014 Karen Capelesso 4 O livro Feminismo e política: uma introdução, de Luis Felipe Miguel e Flávia Biroli, se vincula

Leia mais

SAÚDE, SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO ESCOLAR: CONCEPÇÕES DE PAIS DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO

SAÚDE, SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO ESCOLAR: CONCEPÇÕES DE PAIS DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO SAÚDE, SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO ESCOLAR: CONCEPÇÕES DE PAIS DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO Edenilse Batista Lima i (SEED/SE) João Rogério de Menezes ii RESUMO Uma medida promissora para a promoção da saúde do

Leia mais

FISIOTERAPIA DERMATO-FUNCIONAL: UM PERFIL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DO ESTADO DO PARANÁ

FISIOTERAPIA DERMATO-FUNCIONAL: UM PERFIL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DO ESTADO DO PARANÁ 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 FISIOTERAPIA DERMATO-FUNCIONAL: UM PERFIL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DO ESTADO DO PARANÁ Ana Paula Serra de Araújo 1, Maristela Lopes Cabral 2 RESUMO:

Leia mais