SUMÁRIO EXAME

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1 Linux Professional

2 SUMÁRIO EXAME Customizar e usar o ambiente shell...2 Customizar ou escrever scripts simples...3 Gestão de Dados SQL...6 Instalar e Configurar o X Configurar um Gerenciador de Janelas...9 Acessibilidade...10 Tarefas Administrativas...10 Automação com Agendamento de Tarefas...14 Localização e Internacionalização...15 Manter a Hora do Sistema...17 Log de Sistema...20 Agente de Transferência de (MTA)...21 Gerenciar Impressoras e Impressão...22 Fundamentos de Protocolos da Internet...23 Configuração Básica de Rede...27 Executar Tarefas de Administração de Segurança...28 Configuração de Segurança do Host...33 Protegendo os Dados com Criptografia

3 EXAME 102 Customizar e usar o ambiente shell /etc/profile Contém várias definições para o perfil de todo o sistema. Este arquivo é lido antes do arquivo de configuração pessoal de cada usuário. Tipicamente contém a definição da variável PS1 e do umask para todos os usuários. Quando o sistema é carregado, o bash procura estes arquivos em seqüência e executa os comandos contidos, caso existam: 1. /etc/profile 2. ~/.bash_profile 3. ~/.bash_login 4. ~/.profile Após o /etc/profile, o bash pesquisa no diretório do usuário na ordem especificada acima e interrompe a pesquisa assim que o primeiro arquivo é encontrado. Ou seja, procura o ~/.bash_profile, se não o achar procura o ~/.bash_login e se não o achar, procura o ~/.profile. Os arquivos ~/.bash_profile, ~/.bash_login e ~/.profile residem no diretório pessoal de cada usuário e dizem respeito à configurações de perfil específicas de cada usuário. São executadas apenas para logins de usuários com shell. O arquivo ~/.bashrc é executado por shells que não requerem autenticação ~/.hushlogin - Faz o bash pular as mensagens do /etc/motd, exibindo imediatamente o aviso de comando após a digitação da senha. ~/.bash_logout Arquivo que é lido e executado toda vez que o usuário sai do shell. /etc/motd - O conteúdo de /etc/motd é exibido por login(1) após um login bem sucedido, antes do shell de login ser executado. O "motd" significa "message of the day" ("mensagem do dia"), e tradicionalmente esse arquivo tem sido usado exatamente para isso. Variáveis de ambiente Variáveis que afetam todo o sistema operacional (ex: PATH). São nomes que contém algum valor e tem a forma Nome=Valor. Para criar uma variável de ambiente basta digitar no shell [nome=valor], para exportá-las para o sistema utilize o comando export. /etc/environment Arquivo do Debian para definição de variáveis de ambiente que serão automaticamente exportadas para o sistema na iniciaçação do sistema. env Rodar um programa em um ambiente modificado ou exibir as variáveis de ambiente atualmente definidas. -i : ignorar as variáveis de ambiente atuais e rodar um comando com o sistema limpo. -u : remover (unset) uma variável de sistema na execução de um comando. export Exportar uma variável local para o sistema inteiro. Pode ser usado juntamente com a 3

4 definição da variável (export VARIAVEL=VALOR) ou com uma variável local já definida (export VARIAVEL). set Mostrar todas as variáveis, incluindo as variáveis locais e de sistema. unset Destrói a variável especificada, sendo ela local ou de sistema. alias Permite criar um apelido para um programa ou comando. Por exemplo para alterar o comportamento do comando cp para preservar automaticamente as permissões dos arquivos, utilize alias cp='cp -p' /etc/skel Esqueleto de diretório pessoal para novos usuários criados. Contém arquivos (tipicamente.bash_profile,.bashrc e.bash_logout) que serão copiados para o diretório pessoal de cada novo usuário criado. Funções Função é um código escrito para resolver uma pequena parte de um problema. Assim sendo, tem uma função na resolução de um problema. No Linux pode ser declarada tipicamente da seguinte forma: function nome_funcao() { comandos; } Para chamar uma função basta digitar o seu nome. Exemplo: nome_funcao Customizar ou escrever scripts simples Scripts utilizam a habilidade natural do Bash de programação, oferecendo uma linguagem padronizada para escrever-se pequenos programas que resolvam problemas. A linguagem de programação do Bash é muito versátil e permite desde a escrita de programas simples a outros bem complexos. Os scripts mais simples são simplesmente um agrupamento de comandos. Para criar um script, o código deve ser escrito em um arquivo à parte. Para executá-lo, existem duas formas básicas: 1. Indiretamente, através do comando source. Uma vez o código digitado em um arquivo, invoca-se o script digitando no shell: source arquivo_de_scripts argumentos. O arquivo não precisa ter permissão de execução. 2. Diretamente, utilizando, na primeira linha do script, o construtor she-bang e dando permissão de execução para o script (chmod +x). No shell, chama-se o script digitando./arquivo_de_scripts. O construtor she-bang constitui-se da seguinte linha: a) #!/bin/bash Para utilizar parâmetros passados para scripts Bash, basta leras as variáveis numéricas $1, $2, $3, etc, que significam sucessivamente o primeiro parâmetro, o segundo, o terceiro e assim por diante. Para listar todos os parâmetros de uma vez, utiliza-se $* Exemplo de um pequeno script para procurar arquivos com uma determinada string no diretório atual: #!/bin/bash find name *$1 Algumas variáveis especiais que podem ser utilizadas dentro de scripts Bash: 4

5 $0 Nome do programa $# - Quantidade de parâmetros passados $* - Contém o conjunto de todos os parâmetros Condicionais para fazer comparações condicionais, utiliza-se o construtor if. if [ "a" = "3" ] [ "a" = "b" ]; then echo "a não é igual a 3 ou b"; elif [ "a" = "c" ] [ "a" = "d" ]; then echo "a não é igual a c ou d"; else echo "A é diferente de 3,c,b,d"; fi Laços Laços executam uma certa sequência de comandos até que uma determinada condição seja satisfeita. While #!/bin/bash CONTADOR=0 while [ $CONTADOR lt 10 ]; do echo "Contador em: $CONTADOR"; let CONTADOR=CONTADOR+1; done For #!/bin/bash for i in $( ls ); do echo item: $i done Until #!/bin/bash CONTADOR=20 until [ $CONTADOR lt 10 ]; do echo CONTADOR $CONTADOR let CONTADOR =1 done test Verifica tipos de arquivos ou compara valores. Nos scripts o comando test pode ser omitindo, fornecendo apenas a expressão. #!/bin/bash if ( test d $1); then echo É um diretório ; fi Expressão Significado ( expressão ) Testa se a expressão é verdadeira (!expressão ) Testa se a expressão é falsa 5

6 Expressão1 -a Expressão2 Expressão1 -o Expressão2 Testa se ambas as expressões são verdadeiras Teste se uma das expressões é verdadeira -n String Se o tamanho da String é maior que zero -z String Se o tamanho da String é zero String1 = String2 String1!= String2 Inteiro1 -eq Inteiro2 Inteiro1 -ge Inteiro2 Inteiro1 -gt Inteiro2 Inteiro1 -le Inteiro2 Inteiro1 -lt Inteiro2 Inteiro1 -ne Inteiro2 Arquivo1 -ef Arquivo2 Arquivo1 -nt Arquivo2 Arquivo1 -ot Arquivo2 Se a String1 é igual à String2 Se a String1 é diferente da String2 Se o Inteiro1 é igual ao Inteiro2 Se o inteiro1 é maior ou igual ao Inteiro2 Se o inteiro1 é maior que o Inteiro2 Se o Inteiro1 é menor ou igual ao Inteiro2 Se o Inteiro1 é menor que o Inteiro2 Se o Inteiro1 não é igual ao Inteiro2 Se o Arquivo1 tem o mesmo inode do Arquivo2 Se o Arquivo1 é mais recente que o Arquivo2 Se o Arquivo1 é mais antigo que o Arquivo2 -d Arquivo Se o Arquivo existe e é um diretório -e Arquivo Se o Arquivo existe -f Arquivo Se o arquivo existe e é do tipo comum -h Arquivo Se o arquivo existe e é um link simbólico -r Arquivo Se o arquivo existe e tem permissão de leitura -s Arquivo Se o arquivo existe e tem tamanho maior que 0 -w Arquivo Se o arquivo existe e tem permissão de escrita -x Arquivo Se o arquivo existe e tem permissão de execução seq Imprime uma sequência de números. -s : Usa outro tipo de separador diferente do padrão (\n) seq [opção] último : começa do 1 e vai até o último, de 1 em 1. seq [opção] primeiro último : começa do primeiro e vai até o último, de 1 em 1 seq [opção] primeiro incremento último : começa do primeiro e vai até o último, usando o incremento. #!/bin/bash for i in `seq 10`; do echo item: $i done Substituição de Comandos O Bash oferece a capacidade de substituir o comando pelo resultado de sua execução. Assim, antes de exibir o comando em si, com a substituição de comandos, exibe-se o resultado da sua execução. Existem duas formas: 1.$(comando) 2.`comando` 6

7 Gestão de Dados SQL SQL (Structured Query Language) - Sql é um conjunto de comandos de manipulação de banco de dados. Inicialmente chamada Sequel Structured English Query Language. Desenvolvida pela IBM baseada num trabalho de E. F. Codd. 1.Primeira versão comercial lançada em 1975 pela Relational Software Inc. (hoje Oracle) 2.Padronizada pela ANSI e ISO. Primeira versão em 86 (SQL-86) 3.Segunda versão em 89 (SQL-89) utilizada pelos bancos de dados atuais. 4.Em 92 recebe aprimoramentos (SQL-92) 5.Em 1999 surge a SQL-99 (ou SQL3) que define um modelo de Banco de Dados Objeto- Relacional Um banco de dados é um conjunto coerente e lógico de dados relacionados que possuem significância intrínseca. Uma tabela é um conjunto de linhas e colunas onde as colunas qualificam cada elemento (linha). Entidade Agrupamento lógico de informações inter-relacionadas necessárias para a execução das atividades do sistema [TABELA]. Atributos Informações básicas que qualificam uma entidade e descreve seus elementos ou características [COLUNA]. Tupla Estrutura de atributos intimamente relacionados e interdependentes que residem em uma entidade [LINHA]. Chave Atributo utilizado para indexar dados: Primária: Permite identificar uma única ocorrência de uma tupla em uma entidade. Estrangeira: Atributo que estabelece a relação de uma entidade com a chave primária de outra entidade e permite a relação entre entidades. Secundária: Utilizada como meio de classificação e pesquisa em entidades. DDL (Data Definition Language) Permite a criação dos componentes do banco de dados. CREATE TABLE, ALTER TABLE, DROP TABLE, CREATE INDEX, ALTER INDEX, DROP INDEX. DML (Data Manipulation Language) Permite a manipulação dos dados armazenados no banco de dados. INSERT, DELETE, UPDATE DQL (Data Query Language) Permite extrair dados do banco de dados SELECT DCL (Data Control Language) Provê a segurança interna do banco de dados CREATE USER, ALTER USER, GRANT, REVOKE, CREATE SCHEMA. Instalar e Configurar o X11 7

8 Xorg Servidor X X11R7. Xorg é um servidor X completo que foi originalmente projetado para sistemas operacionais UNIX e UNIX-like rodando em hardware Intel x86. Agora, ele roda em uma ampla gama de plataformas de hardware e sistema operacional. X é implementado usando-se um modelo cliente-servidor. Os servidores e clientes X podem ser localizados no mesmo computador ou separados em uma rede, de forma que a computação seja trabalhada separadamente da geração da exibição. /etc/x11/xorg.conf Arquivo de configuração para o Servidor X Xorg. Composto por um número de seções que podem estar presentes em qualquer ordem, ou omitidas para usar os valores de configuração padrão. Cada seção tem a forma: Section "NomeSecao" EntradasSecao... EndSection Os nomes das seções são: Files Caminhos de arquivos ServerFlags Flags de servidor Module Carregamento dinâmico de módulos Extensions Habilitação de extenções InputDevice Descrição de dispositivos de entrada InputClass Descrição de classes de entrada Device Descrição de dispositivos gráficos VideoAdaptor Descrição do adaptador de vídeo Monitor Descrição do monitor Modes Descrições dos modos de vídeo Screen Configuração da tela ServerLayout Layout geral DRI Configuração específica de DRI Vendor Configurações específicas do fornecedor Os seguintes nomes de seção obsoletos são ainda reconhecidos para efeitos de compatibilidade. Nos novos arquivos de configuração, a seção InputDevice deve ser utilizada. Keyboard Configuração de teclado Pointer Configuração de dispositivo apontador (mouse) xvidtune Programa usado para fazer ajustes finos nas configurações de vídeo, ajustando a sua exibição de vídeo ao seu monitor. Sem quaisquer opções, se apresenta ao usuário com vários botões e controles deslizantes que podem ser usados para ajustar interativamente modos de vídeo existentes. Ele também irá imprimir as configurações em um formato adequado para a inclusão em um arquivo xorg.conf. X X é o nome genérico para o servidor de janelas X Window System. É frequentemente um link ou uma cópia do binário do servidor para encaminhar o servidor mais frequentemente usado em uma dada máquina. O servidor C é usualmente iniciado pelo programa X Display Manager (xdm) ou um programa gerenciador de janelas similar. 8

9 Instalações que rodem mais de um sistema de janelas podem precisar usar o utilitário xinit ao invés do gerenciador de janelas. Contudo, xinit deve ser considerado uma ferramenta para criar scripts de inicialização e não é recomendado para usuários finais. xhost Programa de controle de acesso para o servidor X. O programa xhost é usado para adicionar ou deletar nomes de hosts ou nome de usuários para a lista de permitidos a fazer conexões com o servidor X. [+] nome : O nome dado é adicionado à lista de permitidos a se conectarem ao servidor X. O nome pode ser um host ou nome de usuário. -name : O nome dado é removido da lista de permitidos a se conectarem ao servidor. O nome pode ser um host ou nome de usuário. + : O acesso é garantido a qualquer pessoa. - : O acesso é restrito aos nomes da lista de permitidos. Utiliza o arquivo /etc/x*.hosts xwininfo É um utilitário para mostrar informações sobre janelas. Se nenhuma opção for passada, assume -stats. O usuário tem a opção de selecionar a janela alvo com o mouse ou de especificar a janela na linha de comando. -stats : Mostrar vários atributos pertencentes ao local e aparência da janela selecionada. -size : Mostra o tamanho da janela selecionada. xdpyinfo É um utilitário para mostrar informações sobre um servidor X. É usado para examinar as capacidades de um servidor. -display : Informações sobre uma determinada tela. O display do usuário é conseguido através da variável de sistema $DISPLAY. Fontes O Servidor X pode obter fontes de diretórios ou de servidores de fontes. A lista de diretórios ou de servidores de fonte que o servidor X usa quando tenta abrir uma fonte é contralada pela diretriz font path. O local padrão para fontes é /usr/share/fonts xfs Servidor de fontes X. Fornece fontes ao sistema de janelas X. Arquivo de configuração padrão em /etc/x11/fs/config A porta padrão é a TCP 7100 A diretriz catalogue no arquivo de configuração define os diretórios com as fontes fornecidas pelo sistema. mkfontdir Criar um índice de arquivos de fonte X em um diretório. Para cada diretório, o aplicativo lê todas os arquivos de fonte procurando por propriedades chamadas FONT que serão usadas como nomes de fontes, e, com os nomes dessas fontes, é criado um arquivo fonts.dir no diretório. O servidor X e o servidor de fontes utilizam esse arquivo para achar as fontes do diretório. xfd Mostrar todos os caracteres de uma fonte. -fn : Especifica a fonte cujos caracteres serão exibidos. xlsfonts Listar as fontes do servidor X. -display : De um monitor em específico. xfontsel Provê um jeito simples de mostrar as fontes conhecidas pelo servidor X, examinar 9

10 simples amostras de cada uma, e obter uma descrição sobre a mesma. ~/.Xauthority Arquivo que contém opções para autenticação junto ao servidor X durante a conexão. Só não é usado no caso de controle de acesso baseado no host, que utiliza a aplicação xhost. xset Utilitário de preferências de usuário para o X. Programa usado para configurar várias preferências de usuário para o display. -display : Especificar o servidor a ser usado fp=diretório : Adiciona dinamicamente um diretório de fontes para o sistema X. +fp : adiciona elementos de fonte do diretório corrente -fp : remove elementos de fonte do diretório corrente xinit Inicializador do sistema de janelas X. Usado para iniciar o X Windows Server e o primeiro programa cliente em sistemas que não usam um gerenciador de janelas como o xdm. Se nenhum programa cliente específico for oferecido na linha de comando, o xinit irá procurar no arquivo ~/.xinitrc DISPLAY : Variável de sistema que mostra o nome do monitor ao qual o cliente está conectado. startx Iniciar uma sessão X. O script startx é um front-end para o xinit que fornece um modo mais elegante de iniciar uma única sessão do Sistema X. Pode ser executado sem argumentos. Configurar um Gerenciador de Janelas O gerenciador de janelas é a interface entre o usuário e o servidor X. É praticamente impossível utilizar o ambiente gráfico sem um gerenciador de janelas. O procedimento mais comum para iniciar uma sessão do X é através do comando startx, que chama o script xinit. O script xinit tem dentre suas funções iniciar o servidor X e programas clientes. O gerenciador de janelas é o principal desses clientes. Há o script xinit padrão, localizado em /etc/x11/xinit/xinitrc, mas o mais comum é cada usuário ter seu script xinit personalizado, ~/.xinitrc. Para executar seu servidor X automaticamente na inicialização do sistema e exibir um prompt de login gráfico, você tem que alterar (como root) apenas um caracter no arquivo /etc/inittab. Este arquivo especifica o seguinte: id:3:initdefault: Altere-o para id:5:initdefault: Isto faz com que seja definido o nível 5 de execução, o qual é o X-windows. O significado dos diferentes níveis de execução é mostrado no próprio arquivo /etc/inittab : 0 - halt (Não use o initdefault para este nível de execução) 1 - Single user mode(modo mono-usuário) 2 - Multiuser, without NFS (O mesmo que 3, se você não tem rede) 3 - Full multiuser mode ( modo multiusuário completo) 4 - unused (não usado) 5 - X11 10

11 6 - reboot (Não use o initdefault para este nível de execução) gdm Gerenciador de Janelas do Gnome, é responsável para gerenciar janelas no sistema. Isto inclui autenticação de usuários, iniciar e terminar uma sessão de usuário. Arquivo de configuração em /usr/share/doc/gdm Acessibilidade Acessibilidade significa não apenas permitir que pessoas com cadeiras de rodas participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população. Em informática, programas que provêm acessibilidade são ferramentas ou conjuntos de ferramentas que permitem que portadores de deficiências (as mais variadas) se utilizem dos recursos que o computador oferece. Essas ferramentas podem constituir leitores de tela para deficientes visuais, teclados virtuais para portadores de deficiência motora ou com dificuldades de coordenação motora, e sintetizadores de voz para pessoas com problemas de fala. Orca Orca é uma flexível, extensível e poderosa tecnologia assistiva para pessoas com deficiências visuais. Usando várias combinações da síntese de voz, braille e ampliação, Orca ajuda a fornecer acesso a aplicativos e ferramentas. O comando para executar o orca é orca. Você pode entrar este comando pressionando Alt+F2 quando estiver logado, esperar um segundo ou dois, e então digitar orca e pressionar a tecla de retorno. Orca está projetado apresentar a informação enquanto você navega pelo "desktop" usando os mecanismos internos de navegação do GNOME. Estes mecanismos de navegação são consistentes através da maioria das aplicações de "desktop". GOK - O aplicativo Gnome On-Screen Keyboard exibe teclados virtuais em seu desktop. Você pode usar o ponteiro do mouse padrão ou dispositivo apontador alternativo para operar o teclado virtual. On-Screen Keyboard apresenta os seguintes tipos de teclados: Composer Keyboards permitem compor texto. Para digitar caracteres alfanuméricos, você selecione os caracteres do teclado do compositor. Dynamic Keyboards refletem as aplicações que estão atualmente em execução no desktop. Por exemplo, On-Screen Keyboard gera teclados dinâmicos que contêm as chaves para representar as aplicações que estão rodando no seu desktop ou nos menus que estão contidos em um aplicativo. emacspeak - Emacspeak é uma interface de voz que permite que usuários deficientes visuais interajam de forma independente e eficiente com o computador. A formatação de áudio e suporte completo para Aural W3C CSS (ACSS) permite Emacspeak para produzir ricas apresentações fonética de informação eletrônica. Ao misturar perfeitamente todos os aspectos da Internet, como navegação na Web e mensagens, Emacspeak permite acesso a informação local e remota através de uma interface de usuário consistente e bem integrada. Disponível sem custo na Internet, Emacspeak mudou drasticamente a forma como centenas de cegos e deficientes visuais de todo o mundo interage com o computador pessoal e a Internet. Quando combinado com o Linux rodando em hardware de baixo custo, Emacspeak/Linux fornece uma solução estável que abre a internet para usuários com deficiência visual em todo o mundo. Tarefas Administrativas 11

12 /etc/passwd arquivo de senhas. Passwd é um arquivo texto, que contém a lista de contas do sistema, fornecendo para cada conta qualquer informação útil como identificação numérica do usuário, identificação numérica do grupo, diretório do usuário, interpretador de comandos, etc. Permissão total de leitura e permissão de escrita somente para o superusuário. Cada linha tem o formato: account:password:uid:gid:gecos:directory:shell As GIDs devem ter um correspondente em /etc/group /etc/shadow arquivo de senhas criptografadas. Contém, além das senhas criptografadas, informações sobre a idade das senhas. shadowconfig Habilitar ou desabilitar senhas shadow. /etc/group arquivo dos grupos de usuários. Define os grupos aos quais os usuários pertencem. Uma entrada por linha, e cada linha segue o seguinte formato: nome_do_grupo:senha:gid:lista_de_usuários O último campo, lista de usuários, contém todos os usuários do grupo, separados por vírgula /etc/login.defs configurações para a suíte de aplicativos de login. Define várias opções de segurança e de informação. /etc/skel - diretório que contém arquivos padrão que são copiados para novos usuários. Normalmente contém os arquivos.bashrc,.profile e.bash_logout passwd - mudar a senha de uma conta de usuário. Um usuário normal somente pode alterar a senha para sua própria conta, o super-usuário pode mudar a senha de qualquer conta. O usuário primeiro é questionado sobre sua senha atual, o super-usuário não precisa informar a senha atual. -a : usado juntamente com -S, mostra informações sobre todos usuários. -d / --delete : deletar uma senha de usuário. -e / --expire : expira imediatamente a senha de uma conta. Isto força o usuário a mudar a sua senha no próximo login. -i / --inactive dias : esta opção é usada para desabilitar uma conta depois que a senha houver expirado por um número de dias. -l / --lock : trava a senha para uma conta. Não desabilita a conta, apenas o uso de senha. -m / --mindays : definir o número de dias mínimo entre alterações de senhas. -S / --status : mostra informações de estado da conta. Consiste em 7 campos. Nome de login Indica se a conta está travada (L), se tem senha definida (NP) ou se tem uma senha usável (P) Data da última modificação Idade mínima, idade máxima, período de alerta e período de inatividade, expressos em dias. -u / --unlock : destravar a senha da conta de usuário. -w / --warndays : definir o número de dias para o período de alerta. -x / --maxdays : definir o número máximo de dias que uma senha continua válida. chage - mudar as informações de expiração da senha do usuário. Chage [opções] [login]. Muda o número de dias entre alterações de senhas, e a data da última alteração da senha. Usado pelo sistema para determinar quando um usuário deve alterar sua senha. 12

13 -d / --lastday dia : definir a data quando a senha foi alterada. A data pode ser expressa noformato YYYY-MM-DD. -E / --expiredate : definir a data quando a senha da conta de usuário irá expirar. -I / --inactive : definir o número de dias de inatividade desde que a senha tenha expirado até que a conta seja trancada. -l / --list : mostrar informações sobre a idade das contas. -m / --mindays : definir o número mínimo de dias para alterar a senha. -M / --maxdays : definir o número máximo de dias durante os quais a senha é válida. -W / --warndays : definir o número de dias do período de alerta até que uma alteração de senha seja exigida. groupadd - criar um novo grupo. -f / --force : se o grupo já existir, o aplicativo fecha com estado de sucesso. -g / --gid : o ID de identificação do grupo. -r / --system : criar um grupo do sistema. groupdel - deletar um grupo. Modifica os arquivos de conta do sistema, deletando todas as entradas para o referido grupo. Não é possível excluir o grupo primário de um usuário existente. groupmod - modificar a definição de um grupo no sistema. -g / --gid : modificar o ID do grupo. Valores entre 0 e 999 são tipicamente reservados para grupos do sistema. -n / --new-name novo_grupo : o nome do grupo será alterado para novo_grupo. -p : alterar a senha do grupo. newgrp conectar a um novo grupo. É usado para mudar o grupo atual durante uma sessão de login. Também tenta adicionar o grupo ao conjunto de grupos do usuário. groups mostrar os grupos os quais o usuário faz parte. O superusuário pode visualizar os grupos de todos outros usuários. useradd criar um novo usuário. É um utilitário de baixo nível para adicionar usuários. No Debian, administradores devem usar o adduser. -c / --comment : qualquer string de texto. Comumente usado para o nome completo. -b / --base-dir diretório : o diretório base para o sistema. -D / --defaults : adiciona um usuário com os valores padrão. -e / --expiredate : a data na qual a conta do usuário irá expirar. Formato YYYY-MM-DD -f / --inactive dias : número de dias, depois que a senha expirar, até que a conta seja permanentemente desativada. -g / --gid : o nome ou o id do grupo inicial do usuário. -G / --groups : uma lista suplementar dos grupos os quais o usuário é membro. -k / --skel diretório : o diretório skeleton, que contém arquivos e diretórios a serem copiados para a pasta home do novo usuário criado. -l : não adicionar o usuário ao banco de dados do lastlog e do faillog -m / --create-home : criar um diretório home para o usuário, se não existir. Por padrão, nenhum diretório home é criado. -N / --no-user-group : não criar um grupo com o mesmo nome do usuário, mas adicionar o usuário a um grupo especificado com o argumento -g. 13

14 -p / --password senha : a senha encriptada, protegida pelo crypt. -r / --system : criar uma conta de sistema. -s / --shell shell : o nome do shell do usuário, deixado em branco por padrão. -u / --uid uid : o valor numérico do ID do usuário. -U / --user-group : criar um grupo com o mesmo nome do usuário, e adicionar o usuário a este grupo. Observações sobre o useradd: Quando invocado somente com a opção -D, useradd irá mostrar os valores padrão atuais. Quando invocado com a opção -D junto com outras opções, useradd irá atualizar os valores padrão para as opções especificadas. O arquivo /etc/login.defs muda o comportamento desta ferramenta. userdel excluir uma conta de usuário e arquivos relacionados. Utilitário de baixo nível para remoção de usuários. No debian recomenda-se o utilitário deluser. -f / --force : força a remoção de uma conta de usuário, mesmo se o usuário estiver logado. Força a remoção do diretório home e do spool de . Esta opção pode ser perigosa. -r / --remove : arquivos no diretório home do usuário e spool de são removidos. usermod modificar uma conta de usuário. -a / --append : adiciona o usuário a grupos suplementares. Use apenas com a opção -G. -c / --comment : novo valor para o campo comentário do arquivo passwd. -d / --home : caminho para o diretório home do usuário. -e / --expiredate : data na qual a conta de usuário será desabilitada. -f / --inactive : o número de dias depois que a senha houver expirado até que a conta seja permanentemente desabilitada. -g / --gid : o grupo ou ID de grupo do grupo inicial do login de usuário. -G / --groups : lista de grupos suplementares os quais o usuário deve fazer parte, separados por vírgula. -l / --login : o nome do usuário será alterado. Nada mais é alterado, nem mesmo o diretório home do usuário. -L / --lock : travar uma senha de usuário. -p / --password : alterar a senha. -s / --shell : alterar o shell do login inicial do usuário. -u / --uid : alterar o ID de usuário. -U / --unlock : destravar a senha do usuário. chfn alterar o nome real do usuário e outras informações. -f : nome completo -r : número da sala -w : telefone do trabalho -h : telefone de casa -o : outros chsh mudar o shell de login do usuário. Um usuário normal somente pode mudar o seu próprio shell, o superusuário pode mudar o shell de qualquer usuário. -s / --shell : definir, via linha de comando, o novo shell do usuário. Shells disponíveis encontram-se em /etc/shells 14

15 Automação com Agendamento de Tarefas Cron é um daemon usado no Linux e em várias versões do Unix que executa tarefas agendadas no arquivo "/etc/crontab". Esta é uma ferramenta bastante poderosa, que pode ser usada para automatizar tarefas de rotina e de manutenção do sistema. crontab manter arquivos de crontab para usuários individuais. Cada usuário tem seu próprio arquivo crontab, localizado em /var/spool/cron/crontabs -l : lista as tarefas agendadas para o usuário -e : edita o agendador -r : apaga o arquivo do usuário /etc/crontab arquivo de configuração do cron para o sistema e para o root, segue a sintaxe informada abaixo. Quando um dos atributos é informado como sendo * (asterisco) assume-se a condição para todos os valores possíveis. Por exemplo, se colocamos * no mês, executa-se o comando dado em todos os meses do ano. Deve-se informar o SHELL utilizado e o PATH SHELL = /bin/bash PATH = /sbin:/bin:/usr/sbin:/usr/bin MAILTO = root HOME = / minuto (0-59) hora (0-23) dia do mês (1-31) mês (1-12).---- dia da semana (0-6) (Domingo=0) * * * * * comando a ser executado Exemplo todos os dias, às 8 da manhã, executar o comando updatedb * 08 * * * updatedb Dentro do diretório /etc, existem quatro diretórios de agendamentos pré-definidos. Para utilizá-los, basta copiar o script para dentro de um desses diretórios: /etc/cron.hourly/ : de hora em hora /etc/cron.daily/ : de dia em dia /etc/cron.weekly/ : de semana em semana /etc/cron.montly/ : de mês em mês Após copiar o script para o diretório desejado, é necessário reiniciar o daemon do cron, para que as alterações entrem em vigor. /etc/init.d/cron restart at Enfileirar, examinar ou deletar trabalhos para execuções posteriores. Aceita horários no formato HH:mm para executar uma tarefa em uma hora específica do dia (se o horário já houver 15

16 passado, o próximo dia é assumido). Pode-se usar os sufixos AM ou PM para executar no período matutino ou vespertino. -l : um alias para atq. Lista os trabalhos enfileirados. -d : um alias para atrm. Deleta um trabalho enfileirado. -f arquivo : lê os comandos de um arquivo Tarefas agendadas ficam guardadas no diretório /var/spool/cron/atjobs Também pode-se especificar qual dia a tarefa será executada nos formatos MMDDAA ou MM/DD/YY ou DD.MM.YY A especificação da data deve vir após a especificação da hora. Por exemplo, pode-se utilizar at 4pm +3 days Pode-se especificar horários tais como now + número unidade. As unidades podem ser minutes, hours, days ou weeks. at now + 12 hours O superusuário pode usar esses comandos em qualquer caso. Para outros usuários, permissão de uso deve estar determinada nos arquivos /etc/at.allow e /etc/at.deny Um arquivo /etc/at.deny vazio significa que qualquer usuário pode utilizar esses comandos. Essa é a configuração padrão. anacron Usado para executar comandos periodicamente, com uma frequência especificada em dias. Diferente do cron, não assume que a máquina rode continuamente. Quando executado, anacron lê uma lista de tarefas de um arquivo de configuração, normalmente /etc/anacrontab. Esse arquivo contém uma lista das tarefas que o anacron controla. /var/spool/anacron Diretório usado para armazenar as etiquetas de tempo dos arquivos. -u : apenas atualizar a etiqueta de tempo dos trabalhos, para a hora corrente, mas não executar nenhum. -s : serializar a execução das tarefas. Uma só roda após a conclusão da outra. -n : executar todos as tarefas agora. /etc/anacrontab Arquivo de configuração para o anacron. As descrições de tarefas seguem a forma: período delay identificador da tarefa delay identificador da tarefa comando Exemplo de uso: # todo dia (1), após 5 minutos (5) depois de ligado. 1 5 falador echo Olá eu sou o falador O período é especificado em dias, o delay em minutos. Localização e Internacionalização O kernel do Linux mantém um relógio separado do relógio do hardware (BIOS). Durante o boot, o relógio do kernel lê o relógio do hardware e a partir daí roda distintamente. Esse procedimento se justifica pois ler o relógio do hardware é lento e complicado. O relógio do kernel guarda a hora universal, de modo que fusos horários são calculados por cada processo através das ferramentas timezone. 16

17 O fuso horário do sistema é determinado pelo arquivo /etc/localtime, que geralmente é um link simbólico apontando para o arquivo real em /usr/share/zoneinfo/ ou em /usr/lib/zoneinfo/. Os fuso horários possíveis são encontrados em /usr/share/zoneinfo date Exibir ou configurar a data e hora do sistema. -u : mostrar a hora universal. Segue o seguinte formato: date MMDDhhmmYYYY.ss MM Mês DD Dia hh Hora mm Minuto YYYY Ano ss Segundo Exemplo: # date # Ter Nov 16 22:04:20 BRST 2010 hwclock Consultar e definir o relógio de hardware. -r / --show : ler o relógio de hardware e imprimir na saída padrão. -s / --hctosys : configurar a hora do sistema para a hora do relógio de hardware. -w / --systohc : configurar o relógio de hardware igual o relógio do sistema. locale Obter informações específicas da localidade. Mostra informações sobre a localidade atual do sistema. -a / --all-locales : Mostra o nome de todas as variáveis. /usr/share/i18n/supported Lista de todos os valores suportados pelo nome da localidade. /usr/lib/locale/ - Base de dados para todas atuais definições de categoria de localização. tzselect Ver fuso horários. É chamado sem nenhum parâmetro e mostra uma lista de cerca de uma dúzia de áreas geográficas que pode-se reconhecer como os continentes. Depois de escolher uma área geográfica pelo número, uma lista de países e cidades nesta área serão mostrados. /usr/share/zoneinfo Arquivos para fuso horários possíveis. Escolher no diretório acima e depois configurar em /etc/timezone Para alterar permanentemente as opções de localidade, também pode-se utilizar o comando: dpkg-reconfigure tzdata, anteriormente usava-se o comando tzconfig. iconv Converter a codificação de um arquivo dado de uma codificação para outra. -f / --from-code : Definir a codificação de origem dos caracteres. -t / --to-code : Definir a condificação de destino dos caracteres. -l / --list : Listar todos os conjuntos de caracteres conhecidos. -o / --output : Especificar o arquivo de saída. UTF-8 - uma codificação Unicode multibyte compatível com ASCII. A codificação UTF-8 é a 17

18 maneira de usar o conjunto de caracteres Unicode sob sistemas operacionais do estilo Unix. A ordenação lexicográfica das strings UCS-4 é preservada. Os bytes 0xfe e 0xff nunca são usados na codificação UTF-8 O caractere Unicode 0xa9 = (o sinal de copyright) é codificado em UTF-8 como = 0xc2 0xa9 Geralmente utilizado no Linux ISO Conjunto de caracteres ISO (International Organization for Standardization), que é extensão ao código ASCII. Inclui caracteres acentuados. O padrão ISO 8859 inclui várias extensões de 8 bits para o conjunto de caracteres ASCII (também conhecido como ISO 646-IRV). Especialmente importante é o ISO , o "Alfabeto Latino No. 1", que tem se tornado largamente implementado e já pode ser visto como um substituto de fato para o padrão ASCII. Geralmente utilizado no Windows ASCII - significa American Standard Code for Information Interchange (Código Americano Padrão para Intercâmbio de Informação). É um código de 7 bits. Muitos códigos de 8 bits (tais como o ISO ) contém o ASCII como a sua metade inferior. A parte internacional correspondente do ASCII é conhecida como ISO 646. Manter a Hora do Sistema O NTP (Network Time Protocol) é largamente utilizado para sincronizar um computador a um servidor de tempo da Internet ou de outras fontes, como um receptor de rádio ou de satélite. Utiliza o protocolo de transporte UDP na porta 123 Arquivo de configuração em /etc/ntp.conf Definido na RFC Site oficial: Os servidores NTP formam uma topologia hierárquica, dividida em camadas ou estratos numerados de 0 a 16, onde 16 significa um estrato desativado. O estrato 0 na verdade não faz parte da rede de servidores NTP, mas representa uma referência primária de tempo, que é geralmente um receptor do sistema de posicionamento global (GPS) ou um relógio atômico. ntpd - Processo daemon que define e mantém o sistema de tempo em sincronismo com servidores de tempo da Internet que pertençam ao padrão. Lê o arquivo /etc/ntpd.conf no momento da inicialização para determinar as fontes de sincronismo e o modo de operação. -a : requer autenticação criptográfica para associações de clientes broadcast, multicast e simétricos passivos. Este é o padrão. -A : não requer autenticação criptográfica para associações de clientes broadcast, multicast e simétricos passivos. Pode não ser uma boa idéia. -b : habilitar o cliente para sincronizar com servidores broadcast. -c arquivo_configuracao : definir um outro local para o arquivo de configuração que não seja o /etc/ntpd.conf -f drift_file : especificar o nome e caminho para o arquivo de freqüências, por padrão em /etc/ntp.drift. No Debian fica em /var/lib/ntp/ntp.drift -k arquivo_chave : especificar o nome e o caminho do arquivo de chave simétrica. -l arquivo_log : especificar o nome e o caminho do arquivo de log. O padrão é o arquivo de 18

19 log do sistema. -q : fechar o ntpd após o primeiro sincronismo. /etc/ntp.conf Arquivo de configuração para o servidor de tempo NTP. Normalmente lido na inicialização do daemon ntpd para determinar as fontes de sincronismo e o modo de operação. Comandos de configuração consistem em uma palavra-chave inicial seguida por uma lista de argumentos. server endereço : para definição de uma fonte de sincronismo. O ideal é usar fontes redundantes para garantir a confiabilidade. peer endereço : informar o endereço do par de sincronismo. broadcast endereço : para definir um endereço para replicação broadcast. prefer : marca um servidor como preferido. Utilizado somente com a opção server ou peer. key : todos os pacotes são enviados e recebidos utilizando-se a chave especificada para autenticação. driftfile arquivo_drift : define o nome e caminho do arquivo de freqüências. ## /etc/ntp.conf # Permite acesso ao servidor para sincronizar mas nao # permite modificacoes no servico restrict default nomodify notrap noquery # Permite acesso completo para a interface local restrict # Libera acesso a minha rede local restrict mask nomodify notrap # Servidor para sincronizar o relógio # Será usado em ordem # o pcdsh05.on.br e stratum 1 todos os outros são stratum 2 server pcdsh05.on.br server ntp.pop go.rnp.br server ntp.pop df.rnp.br # Informa o local do arquivo drift driftfile /var/lib/ntp/ntp.drift # Local do arquivo de log # Por padrao em: /var/log/daemon.log logfile /var/log/ntp/ntp.log ntpdate - Utilitário que permite configurar o horário e data locais usando como referência um servidor NTP remoto. Deve ser executado como root na máquina local. Pode ser rodado manualmente quando necessário e pode ser definido em um script de inicialização. -a key : habilitar a função de autenticação e especificar a chave de identificação a ser usada. -d : habilitar o modo de depuração, informando todos os passos mas sem ajustar o relógio local. -k arquivo_chave : especificar o nome e caminho para a chave de autenticação. -q : perguntar as horas apenas, sem definir o relógio. -t tempo : especificar o tempo máximo para esperar uma resposta do servidor, em segundos. 19

20 #! /bin/sh # Colocar em /etc/init.d, dar permissao de execucao # chmod +x /etc/init.d/relogio depois configurar a # inicializacao update rc.d relogio defaults ntpdate ntp.pop go.rnp.br ntpq Programa padrão para consultas. É usado para monitorar as operações do daemon NTP e determinar a performance. -4 / -6 : força a resolução de DNS para o formato Ipv4 ou Ipv6. -i : força o ntp a operar no modo interativo, utilizando as entradas e saída padrão do sistema. -n : todos os endereços de host saem no formato "dotted-quad em vez de converter aos nomes canônicos de host. -p : imprimir uma lista de todos os pares conhecidos ao servidor bem como um sumário de seus estados. -c : passar um comando como se estivesse no modo interativo, através da linha de comandos. peers / pe : fornece informações sobre todos os pares com os quais você está associado, com informações sobre os seus servidores. associations / as : informações sobre as associações com os servidores. readvar / rv : informações detalhadas sobre sua associação. clockvar / cv : solicita que uma lista de variáveis de relógio do servidor seja enviada. readlist / rl : solicita que os valores das variáveis na lista de variáveis internas sejam devolvidos pelo servidor ntpdc programa especial de consultas ntp. Usado para consultar o daemon ntpqd sobre o seu estado atual e sobre requisições de mudanças em seu estado. -4 / -6 : força a resolução de DNS para o formato Ipv4 ou Ipv6. -i : força o ntp a operar no modo interativo, utilizando as entradas e saída padrão do sistema. -n : todos os endereços de host saem no formato "dotted-quad em vez de converter aos nomes canônicos de host. -l : obtém uma lista de todos os pares que são conhecidos pelo servidor. Equivalente a -c listpeers -s : imprimir uma lista de pares conhecidos pelo servidor bem como um sumário de seu estado. -p : imprimir uma lista de todos os pares conhecidos ao servidor bem como um sumário de seus estados. -c : passar um comando como se estivesse no modo interativo, através da linha de comandos. peers / pe : fornece informações sobre todos os pares com os quais você está associado, com informações sobre os seus servidores. listpeers : lista resumida de todos os servidores aos quais está conectado. showpeer endereco : mostrar informações detalhadas sobre uma associação. sysinfo : imprime uma variedade de variáveis de estado do sistema. sysstats : imprime contadores estatísticos mantidos pelo módulo do protocolo de tempo. reslist : lista de restrições do servidor ntp local. ntptrace - Determina de onde um determinado servidor NTP obtém a referência de tempo e traça o 20

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