Memórias e engenharia

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1 Fornecido pelo TryEngineering - Foco da lição A lição enfoca a engenharia por trás dos dispositivos de armazenamento de dados e melhorias de engenharia ao longo do tempo. Através da exploração de disquetes, os estudantes aprendem a mecânica subjacente à operação, e então testam o disco em uma série de condições. Trabalhando como um grupo de engenharia de computação, os estudantes então trabalham em equipe para avaliar prós e contras de eliminar a unidade de disquete de um novo computador em desenvolvimento para uso em escolas do mundo inteiro. Eles também exploram o desenvolvimento de códigos de perfuração e criam cartões perfurados para o armazenamento de dados. Eles exploram o conceito de reengenharia e também consideram as implicações éticas de se fazer a reengenharia de um produto. Resumo da lição A lição Memórias e engenharia não apenas explora como os engenheiros projetaram o disquete e como ele mudou ao longo do tempo, mas também os desafios dos engenheiros de computação que devem decidir quais componentes incluir em novos sistemas. Os estudantes exploram como os disquetes funcionam, testam-nos em uma série de circunstâncias e então trabalham em equipe para determinar se devem recomendar incluir ou excluir a unidade de disquete de um novo computador portátil projetado para uso em escolas do mundo inteiro. Eles também exploram o desenvolvimento de códigos de perfuração e criam cartões perfurados para o armazenamento de dados. Eles exploram o conceito de reengenharia e também consideram as implicações éticas de se fazer a reengenharia de um produto. Faixa etária Objetivos Aprender sobre engenharia de computação. Aprender sobre teste de produtos. Aprender sobre a história da computação. Aprender sobre atender às necessidades da sociedade. Aprender sobre trabalho em equipe e como trabalhar em grupo. Resultados esperados para os alunos Como resultado desta atividade, os estudantes devem desenvolver uma Planejamento e engenharia de computadores. História da computação. Solução de problemas. Trabalho em equipe. Memórias e engenharia Página 1 de 15

2 Atividades da lição Os estudantes aprendem como os disquetes funcionam e exploram como eles se portam em uma série de situações. Equipes de estudantes são então desafiadas a avaliar e decidir se devem incluir ou excluir uma unidade de disquete em um novo computador, destinado ao uso em escolas de todo o mundo. Eles também devem desenvolver seu próprio sistema de cartões perfurados e fabricar seus próprios cartões. As equipes de alunos apresentam suas recomendações às demais equipes. Recursos/Materiais Documento de recursos do professor (anexo). Folhas de trabalho do aluno (anexas). Folha de recursos do aluno (anexa). Alinhamento a grades curriculares Consulte a folha de alinhamento curricular anexa. Recursos na internet TryEngineering (). Cinqüenta anos de inovações em armazenamento de dados (www- 03.ibm.com/ibm/history/exhibits/storage/storage_fifty.html). O disquete e a unidade de disquete da IBM - artigo de 1981 do IBM Journal of Research & Development (www.research.ibm.com/journal/rd/255/ibmrd2505ze.pdf). Compêndio de diretrizes para disquetes (www.scitrav.com/labtips/flopdisk.htm). Wikipedia - armazenamento de dados (http://en.wikipedia.org/wiki/data_storage_device). História da computação da Universidade de Columbia (www.columbia.edu/acis/history/). Padrões da ITEA para a Educação Tecnológica: conteúdo para o estudo de tecnologia (www.iteaconnect.org/taa/publications/taa_publications.html). Compêndio McREL de Padrões e Marcas de Referência (www.mcrel.org/standardsbenchmarks). Uma compilação dos padrões atuais do currículo K-12 (ensino fundamental e médio) dos EUA, em formatos pesquisável e navegável. Padrões Educacionais de Ciência dos EUA (www.nsta.org/standards). Leituras recomendadas Essentials of Mechatronics (ISBN: X). A History of the Personal Computer: The People and the Technology (ISBN: ). Atividade escrita opcional Escrever um ensaio ou parágrafo sobre como os dispositivos de armazenamento de dados tiveram impacto na vida atual. Memórias e engenharia Página 2 de 15

3 Para professores: Alinhamento a grades curriculares Nota: Todos os planos de aula deste conjunto são alinhados ao National Science Education Standards dos EUA, produzidos pelo National Research Council e endossados pela National Science Teachers Association, e, se aplicável, ao Standards for Technological Literacy da International Technology Education Association e ao Principles and Standards for School Mathematics do National Council of Teachers of Mathematics. Padrões Educacionais de Ciências dos EUA, séries K-4 (idades de 4 a 9 anos) CONTEÚDO PADRÃO A: ciência como investigação Como resultado das atividades, os estudantes devem desenvolver: As habilidades necessárias para realizar investigação científica. Compreensão sobre a investigação científica. CONTEÚDO PADRÃO B: ciências físicas Propriedades de objetos e materiais. Luz, calor, eletricidade e magnetismo. CONTEÚDO PADRÃO E: ciência e tecnologia Como resultado das atividades, os estudantes devem desenvolver: Habilidades de projeto tecnológico. Compreensão de ciência e tecnologia. CONTEÚDO PADRÃO F: ciência em perspectivas pessoais e sociais Ciência e tecnologia na em desafios locais. Padrões Educacionais de Ciências dos EUA, 5ª a 8ª séries (idades de 10 a 14 anos) CONTEÚDO PADRÃO A: ciência como investigação Como resultado das atividades, os estudantes devem desenvolver: As habilidades necessárias para realizar investigação científica. Compreensão sobre a investigação científica. CONTEÚDO PADRÃO B: ciências físicas Propriedades e alterações das propriedades da matéria. CONTEÚDO PADRÃO E: ciência e tecnologia Como resultado das atividades da 5ª a 8ª série, os estudantes devem desenvolver: Habilidades de projeto tecnológico. Compreensão de ciência e tecnologia. Memórias e engenharia Página 3 de 15

4 Para professores: Alinhamento a grades curriculares (continuação) CONTEÚDO PADRÃO F: ciência em perspectivas pessoais e sociais Riscos e benefícios. Ciência e tecnologia na sociedade. CONTEÚDO PADRÃO G: história e natureza da ciência História da ciência. Padrões Educacionais de Ciências dos EUA, 9ª a 12ª séries (idades de 14 a 18 anos) CONTEÚDO PADRÃO A: ciência como investigação Como resultado das atividades, os estudantes devem desenvolver: As habilidades necessárias para realizar investigação científica. CONTEÚDO PADRÃO B: ciências físicas Estrutura e propriedades da matéria. Movimentos e forças. CONTEÚDO PADRÃO E: ciência e tecnologia Como resultado das atividades, os estudantes devem desenvolver: Habilidades de projeto tecnológico. Compreensão de ciência e tecnologia. CONTEÚDO PADRÃO F: ciência em perspectivas pessoais e sociais Ciência e tecnologia em desafios locais, nacionais e globais. CONTEÚDO PADRÃO G: história e natureza da ciência Perspectivas históricas. Padrões para a Educação Tecnológica - todas as idades A natureza da tecnologia Padrão 1: Os estudantes desenvolverão uma compreensão das características e do escopo da tecnologia. Padrão 3: Os estudantes desenvolverão uma compreensão dos relacionamentos entre tecnologias e as conexões entre tecnologia e outros campos de estudo. Tecnologia e sociedade Padrão 4: Os estudantes desenvolverão uma compreensão dos efeitos culturais, sociais, econômicos e políticos da tecnologia. Padrão 6: Os estudantes desenvolverão uma compreensão do papel da sociedade no desenvolvimento e uso da tecnologia. Padrão 7: Os estudantes desenvolverão uma compreensão da influência da tecnologia na história. Memórias e engenharia Página 4 de 15

5 Projeto Padrão 8: Os estudantes desenvolverão uma compreensão dos atributos de projeto. Padrão 9: Os estudantes desenvolverão uma compreensão do projeto de engenharia. Padrão 10: Os estudantes desenvolverão uma compreensão do papel da busca de erros, pesquisa e desenvolvimento, invenção e inovação e experimentação na solução de problemas. Habilidades para um mundo tecnológico Padrão 11: Os estudantes desenvolverão habilidades para aplicar o processo de projeto. Padrão 13: Os estudantes desenvolverão habilidades para avaliar o impacto de produtos e sistemas. O mundo projetado Padrão 17: Os estudantes desenvolverão uma compreensão e serão capazes de selecionar e usar tecnologias de informação e comunicação. Memórias e engenharia Página 5 de 15

6 Para professores: Recurso do professor Propósito da lição A lição enfoca a engenharia por trás dos disquetes e como o armazenamento de informações mudou ao longo do tempo. Os estudantes avaliam os prós e contras do disquete e testam discos em uma série de situações. Então, trabalhando como um grupo de engenharia de computação, os estudantes então trabalham em equipe para avaliar prós e contras de eliminar a unidade de disquete de um novo computador de baixo custo em desenvolvimento para uso em escolas do mundo inteiro. Eles exploram o conceito de reengenharia e também consideram as implicações éticas de se fazer a reengenharia de um produto. Como atividade opcional, os estudantes também podem explorar o desenvolvimento de códigos de perfuração e criam cartões perfurados para o armazenamento de dados. Objetivos da lição Aprender sobre engenharia de computação. Aprender sobre teste de produtos. Aprender sobre a história da computação. Aprender sobre atender às necessidades da sociedade. Aprender sobre trabalho em equipe e como trabalhar em grupo. Materiais Folha de recursos do aluno. Folhas de trabalho do aluno. Um conjunto de materiais para cada grupo de estudantes: o Seis disquetes (suponha que eles serão todos destruídos), dois sacos plásticos. o Acesso a freezer, refrigerador, ímãs de diversas forças. o 20 fichas de indexação para a atividade opcional de cartões perfurados. Cuidado Esta lição mostra como disquetes padrão podem ser vulneráveis às baixas temperaturas e a ímãs. Colocar em um computador disquetes que tenham sido danificados por ímãs ou temperatura não estragam o computador... mas recomenda-se que os professores limitem os testes a esses métodos. Se os estudantes adicionarem sujeira, água, sal, açúcar ou outros materiais dentro da jaqueta plástica de um disquete e então o colocarem em um computador, isso provavelmente danificará o computador. É necessário supervisão; o aquecimento não deve chegar ao ponto que cause uma mudança de forma da jaqueta do disquete. Não coloque discos deformados no computador. Procedimento 1. Mostre aos estudantes as diversas folhas de referência do aluno. Elas podem ser lidas em sala ou fornecidas como material de leitura como lição de casa para a noite anterior à aula. Se possível, dê aos estudantes tempo para visitar o site Compêndio de diretrizes para disquetes, em Memórias e engenharia Página 6 de 15

7 Para professores: Recurso do professor (continuação) 2. Divida os alunos em grupos de 2 a 3 estudantes engenheiros de computação, fornecendo um conjunto de materiais por grupo. 3. Explique que os alunos devem testar as limitações do disquete e então trabalhar como uma equipe de engenheiros de computação para determinar se uma unidade de disquete deve ser incluída em um novo computador em desenvolvimento. 4. Os estudantes desmontam um disco, para explorar seu funcionamento interno. A maioria dos discos pode ser desmontada sem qualquer ferramenta, embora alunos mais novos possam precisar de ajuda. 5. Os estudantes então criam ou copiam um documento de processador de texto e um arquivo gráfico ou foto em cada um dos cinco discos restantes. 6. Equipes de estudantes então prevêem, na folha de trabalho do aluno anexa, o que acontecerá com os dados em cada disco, quando expostos a frio extremo (freezer), frio moderado (refrigerador) e três ímãs de forças diferentes. Os discos que vão para o freezer ou refrigerador devem ser colocados em sacos plásticos, para que não acumulem umidade. Nota: Você pode incentivar os estudantes a criar outros testes. Se fizer isso, você deve aprovar suas propostas e considerar a segurança, tanto dos estudantes quanto do computador de teste. 7. As equipes então executam seus testes nos discos e registram os resultados. 8. Em, seguida, as equipes avaliam os disquetes, para fazer uma recomendação de se uma unidade de disquete deve ou não ser incluída como um componente de um novo computador de baixo custo em desenvolvimento para escolas de todo o mundo (folha de trabalho do aluno). 9. As equipes apresentam suas recomendações à turma. Nota de segurança Ao usar disquetes, assegure-se de conferir se o painel de metal deslizante não está dobrado ou danificado antes de inserir o disco no computador. Um painel dobrado pode fazer com que o disco fique preso no computador, causando danos. Tempo necessário De uma a duas sessões de 45 minutos (dando tempo para o resfriamento e congelamento dos discos). Assegure-se de deixar tempo suficiente para que os engenheiros considerem as necessidades dos usuários de todo o mundo do produto em desenvolvimento. Memórias e engenharia Página 7 de 15

8 Recurso do aluno: Armazenamento de dados - como tudo começou Cartões perfurados Um cartão perfurado é um pedaço de papel duro que contém informações digitais representadas pela presença ou ausência de orifícios em posições predefinidas. Embora sejam um meio de registro de informações quase obsoleto, os cartões perfurados foram amplamente utilizados no século 19, para controlar teares de tecidos, e ao longo do século 20 em máquinas de registros unitários para a entrada, processamento e armazenamento de dados. Computadores digitais usavam cartões perfurados, posteriormente lidos por leitoras de cartões, como o principal meio de fornecimento tanto de programas de computador quanto dados, sendo a entrada de dados feita off-line em perfuradoras de cartões. Algumas máquinas de votação usaram cartões perfurados. Os cartões perfurados foram usados pela primeira vez em torno de 1725 por Basile Bouchon e Jean-Baptiste Falcon como uma forma mais robusta dos rolos de papel perfurados então usados para controlar teares de tecido na França. As primeiras aplicações dos cartões perfurados usavam todas cartões com layout especialmente projetado. Foi apenas em torno de 1928 que as máquinas e cartões perfurados se tornaram de propósito geral. Os pedacinhos de papel retangulares, redondos ou ovais resultantes da perfuração eram chamados de picotes ou lascas (na terminologia da IBM). Dados de múltiplos caracteres, tais como palavras e números grandes, eram armazenados em colunas adjacentes do cartão, chamadas de campos. Um grupo de cartões era chamado de pilha. Um canto superior do cartão era normalmente recortado, para que os cartões que não estivessem orientados corretamente, ou que tivessem cantos recortados de forma diferente, fossem facilmente identificados. O formato de cartão da IBM, projetado em 1928, possuía orifícios retangulares, 80 colunas com 12 posições de perfuração cada e um caractere para cada coluna. Inicialmente apenas informações numéricas eram codificadas, com 1 ou 2 perfurações por coluna. Posteriormente foram introduzidos códigos para letras maiúsculas e caracteres especiais. Em algumas aplicações de computação eram usados formatos binários, onde cada orifício representava um único dígito binário (ou bit ) e cada coluna (ou linha) era tratada como um campo de bit simples, sendo permitida qualquer combinação de perfurações. Com a adoção disseminada de armazenamento de dados em discos e fitas magnéticas, os cartões perfurados se tornaram basicamente uma coisa do passado. No entanto, eles ainda são usados em sistemas de votação em alguns países. Memórias e engenharia Página 8 de 15

9 Recurso do aluno: História e reengenharia do disquete Um disquete é um dispositivo de armazenamento de dados composto de um disco de meio de armazenamento magnético fino e flexível (por isso eles também são chamados de discos flexíveis) encerrado em uma casca plástica quadrada ou retangular. Desde o início os discos flexíveis foram conhecidos também como disquetes - um nome escolhido porque a palavra era semelhante a cassete. O início Em 1967 a IBM deu a seu centro de desenvolvimento de armazenamento em San José, CA, EUA, uma nova tarefa: desenvolver um sistema simples e barato para carregar microcódigo em seus mainframes (computadores de grande porte) System/370. Os 370 eram as primeiras máquinas da IBM a usar memória de semicondutor, e sempre que a energia era desligada o microcódigo precisava ser recarregado (a memória de 'núcleos magnéticos', usada nos predecessores do 370, a linha System/360, não perdia seu conteúdo quando era desligada). Normalmente essa tarefa era deixada a cargo de diversas unidades de fita, que praticamente todos os sistemas 370 tinham, mas as fitas eram grandes e lentas. A IBM queria algo mais rápido e mais adequado à finalidade, e que também pudesse ser usado para mandar atualizações aos clientes por US$ 5. Alan Shugart, o gerente-geral de produtos da IBM, designou para esta tarefa David Noble, que experimentou uma série de soluções para ver se ele conseguia desenvolver um outro tipo de fita ou outro meio para a finalidade, mas eventualmente desistiu. A equipe de Noble então inventou um disquete somente de leitura, de 8 polegadas (20 cm), que eles chamaram de disco de memória. Ele era capaz de guardar 80 quilobytes. As versões originais eram simplesmente o próprio disco, mas a sujeira mostrou ser um problema sério e eles o colocaram em um envelope plástico revestido internamente de tecido, que capturava a sujeira. O novo dispositivo, desenvolvido sob o codinome Minnow e anunciado como o 23FD, tornou-se um componente padrão de sistemas 370 a partir de Alan Shugart deixou a IBM e foi para a Memorex, onde sua equipe em 1972 colocou no mercado o Memorex 650, a primeira unidade de disquete de leitura e gravação. Memórias e engenharia Página 9 de 15

10 Recurso do aluno: Funcionamento e avanços do disquete Como os disquetes funcionam? A imagem à direita mostra os componentes internos básicos de um disquete de 3½ polegadas: 1. Aba de proteção contra gravação 2. Cubo 3. Janela 4. Jaqueta plástica 5. Anel de papel 6. Disco magnético 7. Setor do disco Unidades de disquete lêem e gravam dados na peça circular de plástico revestido de metal que fica dentro da jaqueta de plástico rígido do disquete. O plástico é revestido com um material magnético, com trilhas organizadas em anéis. Durante a leitura, o plástico circular gira e a cabeça de leitura se move quase instantaneamente para o ponto onde as informações estão armazenadas. Durante a gravação, a unidade de disco identifica lugares vagos do disco e grava novas informações onde há espaço. Eletricidade e magnetismo são os segredos do processo de ler e gravar em um disquete. Para gravar, a cabeça eletromagnética da unidade de disco cria um padrão de áreas magnetizadas e não magnetizadas na superfície do disco. No início da década de 1990, o tamanho cada vez maior do software fez com que muitos programas precisassem ser distribuídos em conjuntos de vários disquetes. Mais para o final da década de 1990, a distribuição do software gradualmente passou para CD-ROMs e formatos de backup de alta densidade foram introduzidos. Com a chegada do acesso em massa à internet, unidades de memória flash USB e Ethernet baratas, o disquete não era mais necessário para a transferência de dados. Por algum tempo os fabricantes ficaram relutantes em remover a unidade de disquete de seus PCs, para proporcionar compatibilidade retroativa. No entanto, fabricantes e revendedores têm progressivamente reduzido a disponibilidade de computadores equipados com unidades de disquete e os discos em si. Unidades de disquete externas, baseadas em USB, agora estão disponíveis para computadores sem unidades de disquete, funcionando em qualquer máquina que suporte USB. Melhorias de engenharia para problemas de armazenamento As unidades de memória flash USB oferecem vantagens em potencial sobre outros dispositivos de armazenamento portáteis, especialmente o disquete. Elas são mais compactas, normalmente mais rápidas, guardam mais dados e são mais confiáveis (devido à ausência de partes móveis) do que os disquetes. Uma unidade de memória flash consiste em uma pequena placa de circuito impresso encerrada em um invólucro de plástico ou metal, o que torna a unidade robusta o suficiente para ser carregada no bolso. Memórias e engenharia Página 10 de 15

11 Folha de trabalho do aluno: Vocês são uma equipe de engenheiros de computação que se reuniram para determinar se devem ou não incluir uma unidade de disquete em um novo computador de baixo custo que está sendo desenvolvido para ser distribuído em escolas de todo o mundo. Fase de pesquisa/preparação 1. Revisem as diversas folhas de referência do aluno e, se possível, visitem o site Compêndio de diretrizes para disquetes, em Fase de teste Vocês receberam seis disquetes. 1. Desmontem um disquete para explorar seu funcionamento interno e comparem com as informações da folha de recursos do aluno. A maioria dos disquetes pode ser desmontada sem qualquer ferramenta, mas peça ajuda ao seu professor se precisar! 2. Em cada um dos cinco discos restantes, criem ou copiem um documento de processador de texto e um arquivo gráfico ou foto. Coloquem uma etiqueta em cada um deles e confiram se os arquivos foram salvos corretamente em cada um deles. 3. Em equipe, façam previsões, a serem anotadas na tabela abaixo, sobre o que vocês acham que vai acontecer com os dados de cada disco quando expostos a diferentes situações. Nota: Vocês podem criar seus próprios testes, mas assegurem-se de ter antes a aprovação do professor. Alteração ambiental Previsão 1: Os dados serão perdidos? Por quê? Previsão 2: Os dados serão alterados de alguma maneira? Como? Previsão 3: Será possível reformatar o disco ou usá-lo novamente? Disco 1 Disco 2 Disco 3 Disco 4 Disco 5 Colocar o Colocar o Esfregar um Esfregar um Esfregar um disco no disco no ímã de pouca ímã de força ímã de muita freezer de refrigerador força no média no força no um dia para de um dia disco disco disco o outro para o outro Memórias e engenharia Página 11 de 15

12 Folha de trabalho do aluno: (continuação) 4. Agora, executem seus testes nos discos e registrem os resultados, abaixo. Nota: Coloquem os discos para o freezer e refrigerador em sacos plásticos, para evitar que eles peguem umidade. Assegurem-se de deixar o disco voltar à temperatura ambiente antes de colocar no computador. Alteração ambiental Resultado 1: Os dados foram perdidos? Resultado 2: Os dados foram alterados de alguma maneira? Como? Resultado 3: Foi possível reformatar o disco ou usá-lo novamente? Disco 1 Disco 2 Disco 3 Disco 4 Disco 5 Colocar o Colocar o Esfregar um Esfregar um Esfregar um disco no disco no ímã de pouca ímã de força ímã de muita freezer de refrigerador força no média no força no um dia para de um dia disco disco disco o outro para o outro Reflexão da equipe: Por que vocês acham que chegaram a esses resultados? Por que certas condições afetam dispositivos de armazenamento de dados e outras não? Análise da equipe e recomendações Em seguida, sua equipe de engenharia de computação deve considerar o que aprendeu através dos testes feitos e, levando em conta também as pesquisas de sua empresa, fazer uma recomendação de se uma unidade de disquete deve ser incluída em um novo computador de baixo custo que sua empresa vai fabricar para escolas do mundo inteiro. Os fatos da folha a seguir foram fornecidos pelo departamento de pesquisas de mercado de sua empresa, alguns dos engenheiros mecânicos que estão trabalhando no projeto e o grupo que determinará o custo do novo produto. Lembre-se de que seu novo computador deverá ser uma solução de baixo custo para escolas de todo o mundo, e que seus usuários em potencial são crianças e estudantes tanto de cidades quanto de áreas remotas, e tanto de comunidades ricas quanto de outras mais pobres. Memórias e engenharia Página 12 de 15

13 Folha de trabalho do aluno: (continuação) Relatório de pesquisa 1. O computador precisa ser útil para estudantes e professores de todo o mundo. 2. Disquetes podem custar menos de 70 centavos de real cada e guardam 1,44 MB de dados. 3. Drives USB custam mais do que os disquetes; por exemplo, uma unidade de 1 GB pode custar mais de R$ Custaria cerca de R$ 12 para colocar uma unidade de disquete em cada computador. 5. O novo computador terá 3 portas USB. 6. Dois relatórios de pesquisa são resumidos a seguir: Magnetic Media Information Services: Em muitas partes do mundo, tais como a América Latina, a China e a Índia, o disquete continua sendo um meio de gravação amplamente utilizado, de acordo com o Magnetic Media Information Services. Para algumas empresas, a produção de disquetes ainda é um negócio considerável e lucrativo. A Imation, o maior produtor mundial, é responsável por um terço da produção mundial de disquetes e afirma produzir cerca de dois milhões de disquetes por dia, tanto para si própria quanto para outras empresas ainda ativas na venda de disquetes. De acordo com Yaser Shan, gerente de marketing da Imation para o Oriente Médio e África, Disquetes são um backup muito fácil. Você pode facilmente armazenar dados, dá-los a qualquer pessoa e não precisa de qualquer medida de segurança. Eles apresentam muitas vantagens, tais como serem fáceis de usar, baratos, acessíveis e terem uma enorme base instalada. Se você passar dados em um disquete para alguém essa pessoa terá uma unidade de disquete, mas se der os dados em um CD, ela pode não ter uma unidade de CD-ROM. E o mercado do Oriente Médio ainda está na transição para os CDs e ainda usa montes e montes de disquetes. Japan Recording Media Industries Association: Atualmente, a maioria dos usuários de PCs raramente ou nunca usa um disquete para armazenamento ou outras finalidades. Pode surpreender o leitor que a JRIA acredita que a demanda por disquetes em 2006 ainda alcançará 776 milhões de unidades. Com a exceção do mercado japonês, onde o disquete já foi quase completamente esquecido, espera-se que a demanda na Europa, América do Norte e no resto do mundo seja quase igual em 2006, ou seja, 235 milhões de unidades para cada região. No entanto, em 2009 a demanda terá caído 56 por cento, para 336 milhões de disquetes, ainda distribuídos quase igualmente entre América do Norte, Europa e países do resto do mundo. Planejando em equipe Tomem uma decisão sobre seu computador e listem os três principais fatores que levaram sua equipe a tomar tal decisão no quadro abaixo. Apresentem sua decisão para as outras equipes de estudantes Memórias e engenharia Página 13 de 15

14 Folha de trabalho do aluno: reflexão 1. Que percentual das equipes de sua turma decidiu incorporar uma unidade de disquete no novo computador? Isto foi uma surpresa para vocês? 2. O que vocês aprenderam sobre o processo de reengenharia através desta lição? 3. De que produto vocês acham que gostariam de fazer uma reengenharia? Por quê? O que vocês mudariam ou melhorariam nele? 4. Que considerações éticas vocês acham que deveriam ser discutidas quando é feita a reengenharia de um produto? Que direitos ou compensações vocês acham que o projetista de um produto original deveria continuar tendo quando uma nova equipe de engenharia faz a reengenharia do produto original? 5. Vocês ficaram surpresos que engenheiros de uma certa especialidade pudessem trabalhar em equipes com engenheiros de outras especialidades (por exemplo, engenheiros mecânicos e engenheiros de computação trabalhando juntos)? 6. Que tipos de engenheiros vocês acham que trabalhariam em um joelho artificial? Que outros profissionais vocês acham que poderiam estar envolvidos? Memórias e engenharia Página 14 de 15

15 Atividade do aluno: codificação de cartões perfurados Planejamento Trabalhando em uma equipe de 2 a 3 estudantes, desenvolvam um sistema de codificação, usando furos em fichas de indexação, que possa comunicar uma frase a outra equipe de estudantes. Vocês precisarão desenvolver um código de perfurações que representem os números, letras e sinais de pontuação que escolherem para sua frase. Escrevam os planos do código de perfuração no quadro abaixo. Perfurem! Em seguida, perfurem a frase codificada nas fichas de indexação e forneçam tanto seu código quanto suas fichas para que outra equipe leia. (Dica: numerem suas fichas, porque caso elas sejam misturadas vocês poderão remontar a pilha na ordem correta.) Reflexão: 1. Vocês acharam fácil criar um sistema de codificação que enviasse de forma eficiente sua mensagem? 2. A outra equipe conseguiu ler sua mensagem codificada? 3. Listem três desvantagens que vocês acreditam que poderia haver em usar um sistema de cartões perfurados no processamento de dados hoje em dia: Memórias e engenharia Página 15 de 15

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