Aposentadoria Especial

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aposentadoria Especial"

Transcrição

1 Aposentadoria Especial Professor Roberto de Carvalho Santos PARTE II

2 Discussão quanto à natureza do enquadramento nos decretos Caráter exaustivo ou exemplificativo 2

3 O item 01 do Anexo IV do Decreto 30.48/99 estabelece que o rol de agentes nocivos é exaustivo, enquanto que as atividades listadas, nas quais pode haver a exposição, é exemplificativa.

4 Súmula 198 extinto do Tribunal Federal de Recursos Atendidos os demais requisitos, é devida a aposentadoria especial se perícia judicial constata que a atividade exercida pelo segurado é perigosa, insalubre ou penosa, mesmo não inscrita em Regulamento.

5 STJ É assente na jurisprudência deste Superior Tribunal ser devida a concessão de aposentadoria especial quando a perícia médica constata a insalubridade da atividade desenvolvida pela parte segurada, mesmo que não inscrita no Regulamento da Previdência Social (verbete sumular nº 198 do extinto TFR), porque as atividades ali relacionadas são meramente exemplificativas. (REsp / RJ)

6 STJ In casu, o laudo técnico para aposentadoria especial foi devidamente subscrito por engenheiro de segurança do trabalho e por técnico de segurança do trabalho, o que dispensa a exigibilidade de perícia judicial. (REsp / RJ)

7 STJ A jurisprudência desta Corte Superior firmou-se no sentido de que o rol de atividades consideradas insalubres, perigosas ou penosas é exemplificativo, pelo que, a ausência do enquadramento da atividade desempenhada não inviabiliza a sua consideração para fins de concessão de aposentadoria. (AgRg no REsp / RJ)

8 STJ Este Superior Tribunal de Justiça possui entendimento no sentido da impossibilidade de enquadramento como insalubres ou perigosas, de outras atividades, ainda que anteriores à Lei 9.032/95, as quais não constem do rol de profissões dos Decretos /64 e /79, exceção feita àquelas cuja especialidade seja, então, devidamente comprovada por meio de prova pericial.(agrg no REsp / RJ)

9 Aplicação da legislação trabalhista

10 Art. 58 da Lei n /91 1º A comprovação da efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos será feita mediante formulário, na forma estabelecida pelo Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, emitido pela empresa ou seu preposto, com base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho nos termos da legislação trabalhista

11 Art. 68 (...) Decreto 3.048/ As avaliações ambientais deverão considerar a classificação dos agentes nocivos e os limites de tolerância estabelecidos pela legislação trabalhista, bem como a metodologia e os procedimentos de avaliação estabelecidos pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO

12 Norma Regulamentadora-15 da Portaria n /78 do Ministério do Trabalho e Emprego

13 TRF DA 2ª REGIÃO A atividade insalubre ressai-se, de forma contundente, do laudo pericial conclusivo no sentido da exposição a agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância previsto na NR-15 da Portaria 3.214/78 do MTE, consoante exigido pela lei (art. 189 e 195 da CLT), sendo prescindível para caracterização da insalubridade que no laudo conste expressamente que a atividade é insalubre. AMS

14 TRF DA 3ª REGIÃO Deve ser tida por prejudicial a exposição a ruídos acima de 85 decibéis a partir de , tendo em vista o advento do Decreto 4.827/2003, que reduziu o nível máximo de tolerância ao ruído àquele patamar, interpretação mais benéfica e condizente com os critérios técnicos voltados à segurança do trabalhador previsto na NR-15 do Ministério do Trabalho que prevê a nocividade da exposição a ruídos acima de 85 decibéis. APELREE

15 Decreto 3.048/99 Art. 68 (...) 1º As dúvidas sobre o enquadramento dos agentes de que trata o caput, para efeito do disposto nesta Subseção, serão resolvidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pelo Ministério da Previdência e Assistência Social.

16 Decreto 3.048/99 Art. 68 (...) 7 o O laudo técnico de que tratam os 2º e 3 o deverá ser elaborado com observância das normas editadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego e dos atos normativos expedidos pelo INSS.

17 Adicional de insalubridade/periculosidade influência na aposentadoria especial

18 Adicional de Insalubridade O empregado receberá, além do salário normal, um adicional correspondente à insalubridade, calculado em 40%, 20% ou 10% sobre o salário mínimo da região, conforme o grau de insalubridade.

19 Adicional de Periculosidade Para inflamáveis e explosivos: 30% sobre o salário básico, excluídas gratificações, prêmios e participação nos lucros; Para eletricidade, de 30% sobre o salário recebido, no caso de permanência habitual em área de risco, desde que a exposição não seja eventual.

20 O trabalhador não pode receber os dois adicionais simultaneamente, salvo negociação coletiva ou contrato. 2º do art. 193 da CLT.

21 Adicional de insalubridade A extinção do pagamento do adicional de insalubridade nos termos do art. 248, V, da IN n. 45 de 2010 é relevante para caracterizar a alteração no ambiente de trabalho.

22 TRF-2ª Região O fato de perceber adicional de periculosidade, por si só, não basta ao êxito da prédica, eis que referida vantagem foi estendida a todos os funcionários contratados pela Petrobrás por conta de acordo coletivo de trabalho (AC nº RJ)

23 ENUNCIADO 47 DO TST O trabalho executado, em caráter intermitente, em condições insalubres, não afasta, só por essa circunstância, o direito à percepção do respectivo adicional.

24 TRF-3ª Região A simples constatação de percebimento do adicional de insalubridade não demonstra a efetiva exposição do requerente a agentes agressivos em seu ambiente de trabalho.( )

25 TRF-3ª Região A ausência do formulário de atividade especial DSS8030 (antigo SB-40), resolvese pelo contrato de trabalho, na função de técnica de enfermagem, em carteira profissional apresentada em audiência, junto à Santa Casa de Misericórdia de Pontal, aliados aos comprovantes de recebimento de adicional de insalubridade que integravam o salário da parte autora, no cargo de auxiliar de enfermagem (...)

26 TRF-2ª Região A fruição do adicional de periculosidade e insalubridade não constitui elemento para fins de comprovação da atividade especial porque são distintos os pressupostos para tal pagamento e para a concessão de aposentadoria especial, podendo apenas servir, para fins previdenciários, como indício de que o trabalhador esteve exposto a elementos perigosos ou insalubres, e não como prova cabal (EIAC , DJU de 02/04/2007 e AC )

27 Habitualidade e permanência na exposição ao agente nocivo

28 Exposição ao agente nocivo de forma habitual e permanente, não ocasional nem intermitente. Exigência introduzida pela Lei n , de art. 57, 3º da Lei n /91. 28

29 Conceito de exposição permanente Decreto 3.048/99 Art. 65. Considera-se trabalho permanente, para efeito desta Subseção, aquele que é exercido de forma não ocasional nem intermitente, no qual a exposição do empregado, do trabalhador avulso ou do cooperado ao agente nocivo seja indissociável da produção do bem ou da prestação do serviço. 29

30 TRF DA 4ª REGIÃO AGENTES BIOLÓGICOS. EXPOSIÇÃO INTERMITENTE. DENTISTA A exposição a agentes biológicos não precisa ser permanente para caracterizar a insalubridade do labor, sendo possível a conversão do tempo de serviço especial, diante do risco de contágio sempre presente. Acórdão

31 Fabio Zambitte Naturalmente, o tempo de exposição será importante para observar o grau de nocividade do agente - a identificação da atividade como nociva dependerá da relação de intensidade do agente com o tempo total da exposição - quanto maior a concentração do agente nocivo, menor o tempo necessário de exposição, e vice-versa." 31

32 Athur Bragança Por conseguinte, a expressão exposição permanente, não ocasional nem intermitente deve ser entendida como tempo de exposição ao agente nocivo capaz de impor à atividade o caráter de nociva à saúde humana. Necessariamente, este lapso temporal não coincidirá com a totalidade da jornada de trabalho... 32

33 O potencial de danos a audição de um dado ruído depende não somente de seu nível, mas também de sua duração de tempo. Uma exposição de um minuto a 100 db(a) não é tão prejudicial quanto um exposição de 60 minutos a 90 db(a). 33

34 STJ O tempo de trabalho permanente a que se refere o parágrafo 3º do artigo 57 da Lei nº 8.213/91 é aquele continuado, não o eventual ou intermitente, não implicando, por óbvio, obrigatoriamente, que o trabalho, na sua jornada, seja ininterrupto sob o risco. (REsp / SC) 34

35 Atividades de supervisão Não quebra a permanência o exercício de função de supervisão, controle ou comando em geral desde que seja exclusivamente em ambientes de trabalho cuja nocividade tenha sido constatada (art. 264, I, da IN 45 de 2010 do INSS). 35

36 Tempo de serviço prestado antes da vigência da Lei n ( ). Entendimento de que não se pode exigir a habitualidade e permanência pricípio da irretroatividade das leis. 36

37 STJ Considerando-se a legislação vigente à época em que o serviço foi prestado, não se pode exigir a comprovação à exposição a agente insalubre de forma permanente, não ocasional nem intermitente, uma vez que tal exigência somente foi introduzida pela Lei nº 9.032/95. (REsp / SC) 37

38 TRF da 3ª Região A necessidade de comprovação de trabalho "não ocasional nem intermitente, em condições especiais" passou a ser exigida apenas a partir de 29/4/1995, data em que foi publicada a Lei 9.032/95, que alterou a redação do Art. 57, 3º, da Lei 8.213/91, não podendo, portanto, incidir sobre períodos pretéritos. ( ) 38

39 Instrumentos probatórios para a comprovação da atividade especial 39

40 Compente ao segurado comprovar, perante o INSS,a efetiva exposição aos agentes nocivos na forma da legislaçãp vigente à época do exercício da atividade profissional. 40

41 Instrumentos probatórios a) até 28 de abril de será exigido do segurado o formulário de reconhecimento de períodos laborados em condições especiais (SB-40, DSS- 8030, DISES-BE 5235 ou DIRBEN 8030) e a Carteira de Profissional (CP) ou a carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), bem como, para o agente físico ruído, LTCAT; 41

42 b) entre 29 de abril de 1995 a 13 de outubro de será exigido do segurado formulário de reconhecimento de períodos laborados em condições especiais, bem como, para o agente físico ruído, LTCAT ou demais demonstrações ambientais; Não há previsão da CTPS, pois não existe mais enquadramento por categoria. 42

43 c) entre 14 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de será exigido do segurado formulário de reconhecimento de períodos laborados em condições especiais, bem como LTCAT, qualquer que seja o agente nocivo; 43

44 d) a partir de 1º de janeiro de o único documento será o PPP. A empresa deverá ter o LTCAT, devendo manter arquivado em suas dependências, podendo ser o mesmo solicitado pelo INSS em caso de dúvidas ou divergências de informações. 44

45 De acordo com a Instrução Normativa/INSS/DC nº 99 de 05/12/2003, após a implantação do PPP em meio magnético, pela Previdência Social, esse documento será exigido para todos os segurados, independentemente do ramo de atividade da empresa e da exposição a agentes nocivos. Até esta data, o PPP somente é exigido para os trabalhadores expostos a agentes nocivos. 45

46 IN 45 de 2010 do INSS Art. 258 (...) Parágrafo único. Para as atividades exercidas até 31 de dezembro de 2003, serão aceitos os antigos formulários, desde que emitidos até essa data, observando as normas de regência vigentes nas respectivas datas de emissão. 46

47 Desde que contenham os elementos informativos básicos constitutivos do LTCAT poderão ser aceitos os seguintes documentos: a) laudos técnico-periciais emitidos por determinação da Justiça do Trabalho, em ações trabalhistas, acordos ou dissídios coletivos; 47

48 b) laudos emitidos pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (FUNDACENTRO); c) laudos emitidos por órgãos do MTE; d) laudos individuais acompanhados de: 48

49 d.1) autorização escrita da empresa para efetuar o levantamento, quando o responsável técnico não for seu empregado; d.2) cópia do documento de habilitação profissional do engenheiro de segurança do trabalho ou médico do trabalho, indicando sua especialidade; d.3) nome e identificação do acompanhante da empresa, quando o responsável técnico não for seu empregado; d.4) data e local da realização da perícia; 49

50 e) os programas de prevenção de riscos ambientais, de gerenciamento de riscos, de condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção e controle médico de saúde ocupacional. 50

51 Não poderá ser aceito: a) laudo elaborado por solicitação do próprio segurado, sem o atendimento das condições previstas no item d anteriormente mencionado; 51

52 b) laudo relativo à atividade diversa, salvo quando efetuada no mesmo setor; c) laudo relativo a equipamento ou setor similar; d) laudo realizado em localidade diversa daquela em que houve o exercício da atividade; e) laudo de empresa diversa. 52

53 Agente calor Decreto código º C No presente caso, através de formulário DSS 8030, o autor comprovou devidamente a exposição concomitante aos agentes agressivos frio e calor, por trabalhar diante de forno com alimentação à lenha durante a noite. Sendo assim, não se faz necessária a exata menção da temperatura alcançada, como quer o INSS, pois a insalubridade está caracterizada em razão das circunstâncias e época do serviço prestado. (TRF DA 1ª Região APELAÇÃO N /MG) 53

54 TRF da 3ª Região De fato, a exposição aos agentes agressivos ruído e calor sempre exigiu a apresentação de laudo, independentemente do período em que o labor foi prestado, pois só a medição técnica possui condições de aferir a intensidade da referida exposição

55 Laudo técnico pericial - LTCAT (entendimento jurisprudencial): Exigência a partir MP 1.523, de , convertida na Lei n de 10 de dezembro de art. 58, 1º, da Lei n /91. 55

56 A necessidade de comprovação da atividade insalubre através de laudo pericial, foi exigida após o advento da Lei 9.528, de , que convalidando os atos praticados com base na Medida Provisória nº 1.523, de , alterou o 1º, do art. 58, da Lei 8.213/91, passando a exigir a comprovação da efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos, mediante formulário, na forma estabelecida pelo INSS, emitido pela empresa ou seu preposto, com base em laudo técnico das condições ambientais do trabalho, (...). (STJ - REsp / SC) 56

57 TRF 1ª Região A necessidade de comprovação da atividade insalubre de engenheiro, através de laudo pericial, foi exigida após o advento da Lei 9.528, de AC /MG 57

58 TRF 3ª Região Pode, em tese, ser considerada especial a atividade desenvolvida até , mesmo sem a apresentação de laudo técnico, pois em razão da legislação de regência a ser considerada até então, era suficiente para a caracterização da denominada atividade especial a apresentação dos informativos SB-40, DSS-8030 ou CTPS, exceto para o agente nocivo ruído por depender de aferição técnica AC

59 Enunciado n. 20 do CRPS Salvo em relação ao agente agressivo ruído, não será obrigatória a apresentação de laudo técnico pericial para períodos de atividades anteriores à edição da Medida Provisória n , de 11/10/96, facultando-se ao segurado a comprovação de efetiva exposição a agentes agressivos à sua saúde ou integridade física mencionados nos formulários SB-40 ou DSS-8030, mediante o emprego de qualquer meio de prova em direito admitido. 59

60 O LTCAT deverá ser assinado por engenheiro de segurança do trabalho, com o respectivo número da Anotação de Responsabilidade Técnica - ART junto ao Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura - CREA ou por médico do trabalho, indicando os registros profissionais para ambos. 60

61 TRF da 1ª Região Oportuno consignar que o reconhecimento do tempo especial não pode ser afastado em razão de os laudos serem extemporâneos à prestação do serviço. AMS /MG 61

62 Arthur Bragança Sucede que, jurisdicionalmente, através de comprovação por similaridade, o segurado poderá requerer que seja realizada perícia em local similar ao que havia trabalhado (p Ob cit) 62

63 Cooperativa de trabalho e cessão de mão-de-obra A cooperativa ou a cedente são responsáveis pela emissão do PPP O LTCAT será emitido pela empresa contratante dos serviços do cooperado ou empregado (art. 68, 9º, do Decreto 3.048/99) 63

64 No caso dos trabalhadores avulsos, o responsável pela emissão do PPP é o SINDICATO ou OGMO 64

65 PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário Mapeamento atualizado das circunstâncias laborais e ambientais do trabalho, devendo ser elaborado de forma individualizada para cada trabalhador. 65

66 Funções do PPP a) comprovar as condições para habilitação de benefícios e serviços previdenciários, em especial, o benefício de auxílio-doença; 66

67 b) prover o trabalhador de meios de prova produzidos pelo empregador perante a Previdência Social, a outros órgãos públicos e aos sindicatos, de forma a garantir todo direito decorrente da relação de trabalho, seja ele individual, ou difuso e coletivo; 67

68 c) prover a empresa de meios de prova produzidos em tempo real, de modo a organizar e a individualizar as informações contidas em seus diversos setores ao longo dos anos, possibilitando que a empresa evite ações judiciais indevidas relativas a seus trabalhadores; 68

69 d) possibilitar aos administradores públicos e privados acessos a bases de informações fidedignas, como fonte primária de informação estatística, para desenvolvimento de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como definição de políticas em saúde coletiva. 69

70 As informações constantes no PPP são de caráter privativo do trabalhador, constituindo crime nos termos da Lei nº 9.029/1995, práticas discriminatórias decorrentes de sua exigibilidade por outrem, bem como de sua divulgação para terceiros, ressalvado quando exigida pelos órgãos públicos competentes. 70

71 Fornecimento do PPP A empresa é obrigada a fornecer uma cópia autêntica deste documento ao trabalhador quando da rescisão do contrato de trabalho art. 58, 4º, da Lei n /91 e art. 68 6º do Decreto 3.048/99 71

72 Informações constantes do PPP Lotação e atribuição Discriminar período, setor, cargo, função, CBO Classificação Brasileira de Ocupações (Ministério do Trabalho e Emprego).

73 Profissiografia Descrição das Atividades

74 Exposição a Fatores de Risco Tipo F: FÍSICO; Q: QUÍMICO; B: BIOLOGICO Fator de Risco: Exemplo: ruído (Em se tratando do Tipo "Q", deverá ser informado o nome da substância ativa, não sendo aceitas citações de nomes comerciais) Intensidade/Concentração exemplo: LEQ 86 db (A) (Caso o fator de risco não seja passível de mensuração, preencher com NA - Não Aplicável)

75 Exposição a Fatores de Risco Facultativamente, também poderão ser indicados os fatores de riscos ergonômicos e mecânicos. OBS.: Após a implantação da migração dos OBS.: Após a implantação da migração dos dados do PPP em meio magnético pela Previdência Social, as informações relativas aos fatores de riscos ergonômicos e mecânicos passarão a ser obrigatórias.

76 Riscos ergonômicos Qualquer fator que possa interferir nas características psicofisiológicas do trabalhador, causando desconforto ou afetando sua saúde. São exemplos de risco ergonômico: o levantamento de peso, ritmo excessivo de trabalho, monotonia, repetitividade, postura inadequada de trabalho, etc.

77 Riscos mecânicos Ocorrem em função das condições físicas do ambiente de trabalho e tecnologias impróprias, capazes de colocar em risco a integridade física do trabalhador. Exemplos: ferramentas defeituosas, possibilidade de incêndio ou explosão, iluminação deficiente etc.

78 Técnica utilizada: exemplo: dosimetria. (Caso o fator de risco não seja passível de mensuração, preencher com NA - Não Aplicável) EPC Eficaz (S/N) EPI Eficaz (S/N) CA EPI Exemplo: Caso não seja utilizado EPI, preencher com NA - Não Aplicável.

79 CA CERTIFICADO DE APROVAÇÃO EMITIDO PELO MINISTERIO DO TRABALHO E EMPREGO QUANTO AO EPI CAEPI Certificado de Aprovação de Equipamento de Proteção Individual sarcainternetxsl.asp

80 EXEMPLOS CA DE PROTETORES AUDITIVOS Nº. do CA Nº. do Processo Nº. do CNPJ Razão Social / / DURAVEIS EQUIPAMENTOS DE SEGURANCA LTDA / / AGENA INDUSTRIA DE EQUIPAMENTOS DE PROTECAO LTDA / / MSA DO BRASIL EQUIP E INSTRUMENTOS DE SEGURANCA LTDA

81 Responsável pelos Registros Ambientais Informar NIT Registro no Conselho de Classe Nome do profissional legalmente habilitado.

82 Seção de Resultados de Monitoração Biológica Exames Médicos Clínicos e Complementares Quadros I e II NR 07. Não é preenchido em razão da Resolução 1715 de 08/01/2004 do Conselho Federal de Medicina. Representante legal da empresa.

83 É vedado, portanto, ao médico do trabalho, sob pena de violação do sigilo médico profissional, disponibilizar, à empresa ou ao empregador equiparado à empresa, as informações exigidas na seção III, SEÇÃO DE RESULTADOS DE MONITORAÇÃO BIOLÓGICA, campo 17 e seguintes do PPP. O médico do trabalho fica responsável pelo encaminhamento das informações supradestacadas diretamente à perícia do INSS.

84

85

86

87

88

89

90

91

92 Embasamento do PPP É elaborado de acordo com as demonstrações ambientais, registros administrativos e dos programas médicos de responsabilidade da empresa.

93 Demonstrações ambientais I - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA; II - Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR; III - Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção - PCMAT; IV - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO; V - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT; e VI - Perfil Profissiográfico Previdenciário - PPP.

94 LTCAT X PPRA O LTCAT é um documento que retrata as condições do ambiente de trabalho de acordo com as avaliações dos riscos, concluindo sobre a caracterização da atividade como especial (legislação previdenciária). O PPRA, por sua vez, é um programa de ação contínua, não é apenas um documento. O LTCAT pode ser um dos documentos que integram as ações do PPRA (Norma Regulamentadora nº 9).

95 Demonstrações ambientais Os documentos referidos nos incisos I, II, III e IV poderão ser aceitos pelo INSS desde que contenham os elementos informativos básicos constitutivos do LTCAT. Fundamento: Art. 254, parágrafo segundo, da IN n. 45 de 2010.

96 Demonstrações ambientais a) serão atualizados pelo menos uma vez ao ano, quando da avaliação global, ou sempre que ocorrer qualquer alteração no ambiente de trabalho ou em sua organização;

97 Demonstrações ambientais b) emitidos em data anterior ou posterior ao exercício da atividade do segurado, poderão ser aceitos para garantir direito relativo ao enquadramento de tempo especial, após avaliação por parte do INSS.

98 Esclarecimentos à empresa Art Existindo dúvidas com relação à atividade exercida ou com relação à efetiva exposição a agentes nocivos, de modo habitual e permanente, não ocasional nem intermitente, a partir das informações contidas no PPP e no LTCAT, quando estes forem exigidos, e se for o caso, nos antigos formulários mencionados no art. 258, quando esses forem apresentados pelo segurado, poderá ser solicitado pelo servidor do INSS esclarecimentos à empresa, relativos à atividade exercida pelo segurado, bem como solicitar a apresentação de outros registros existentes na empresa que venham a convalidar as informações prestadas. (IN n. 45/2010 do INSS)

99 A empresa deverá apresentar, sempre que solicitadas pelo INSS, as demonstrações ambientais, para fins de verificação das informações. Essas demonstrações, em especial o LTCAT, deverão embasar a expedição tambem da GFIP GUIA DE RECOLHIMENTO DO FGTS E INFORMAÇÕES À PREVIDÊNCIA SOCIAL.

100 Avaliação/inspeção in loco Art. 262 (...) 3º Quando for constatada divergência entre os registros constantes na CTPS ou CP e no formulário legalmente previsto para reconhecimento de períodos alegados como especiais, esta deverá ser esclarecida, por diligência prévia na empresa, a fim de verificar a evolução profissional do segurado, bem como os setores de trabalho, por meio de documentos contemporâneos aos períodos laborados. (IN n. 45/2010 do INSS) Idem: art. 68, 5º do Decreto 3.048/99.

101 4º Em caso de divergência entre o formulário legalmente previsto para reconhecimento de períodos alegados como especiais e o CNIS ou entre estes e outros documentos ou evidências, o INSS deverá analisar a questão no processo administrativo, com adoção das medidas necessárias. 5º Serão consideradas evidências, de que trata o 4º deste artigo, entre outros, os indicadores epidemiológicos dos benefícios previdenciários cuja etiologia esteja relacionada com os agentes nocivos.

102 Alegação de irregularidade TRF DA 1ª REGIÃO A autarquia previdenciária não produziu qualquer contraprova capaz de abalar a autenticidade de referidos documentos, os quais possuem inteira credibilidade, presumindo-se de boa-fé, já que há responsabilidade criminal pelas informações falsas prestadas. (...)

103 Portanto, não há razão alguma para que os formulários e laudos técnicos periciais não sejam aceitos, especialmente considerando que o INSS nunca foi impedido de examinar esses documentos, bem como o local onde é desenvolvido o trabalho nocivo, visando à apuração de irregularidades ou fraudes no seu preenchimento. (APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N /MG)

104 CNIS CADASTRO NACIONAL DE INFORMAÇÕES SOCIAIS Art As informações constantes no CNIS serão observadas para fins do reconhecimento do direito à aposentadoria especial (IN n. 45 de 2010 do INSS)

105 Procedimentos técnicos de levantamento ambiental

106 Os procedimentos técnicos de levantamento ambiental, ressalvada disposição em contrário, deverão considerar: a) a metodologia e os procedimentos de avaliação dos agentes nocivos estabelecidos pelas Normas de Higiene Ocupacional (NHO) da FUNDACENTRO;

107 b) os limites de tolerância estabelecidos pela Norma Regulamentadora (NR) nº 15 do MTE. Para o agente químico benzeno, também deverão ser observados a metodologia e os procedimentos de avaliação, dispostos nas Instruções Normativas MTE/SSST nº 01 e 02, de 20 de dezembro de 1995.

108 As metodologias e os procedimentos de avaliação que foram alterados pela Instrução Normativa INSS nº 45/2010 somente serão exigidos para as avaliações realizadas a partir de 1º de janeiro de 2004, sendo facultado à empresa a sua utilização antes desta data.

109 Informações falsas

110 Crime de falsificação de documento público art. 297 do Código Penal. Informações de caráter privativo do trabalhador sigilo. Somente podem ser prestadas para os órgãos públicos competentes.

111 Penalidade Multas

112 Art. 58. (...) Lei n /91 3º A empresa que não mantiver laudo técnico atualizado com referência aos agentes nocivos existentes no ambiente de trabalho de seus trabalhadores ou que emitir documento de comprovação de efetiva exposição em desacordo com o respectivo laudo estará sujeita à penalidade prevista no art. 133 desta Lei. 112

113 A empresa que deixar a empresa de elaborar e manter atualizado PPP abrangendo as atividades desenvolvidas pelo trabalhador e de fornecer a este, quando da rescisão do contrato de trabalho, cópia autêntica deste documento estará sujeita à multa. 113

114 Referida multa varia, conforme a gravidade da infração, de R$ 1.524,43 (um mil quinhentos e vinte e quatro reais e quarenta e três centavos) a R$ ,63 (cento e cinquenta e dois mil quatrocentos e quarenta e um reais e quarenta e três centavos). 114

115 Ação judicial perante a Justiça do Trabalho 115

116 Neste caso, pode ser mais conveniente buscar um provimento na Justiça do Trabalho para determinar à empresa a expedição do PPP. Não incide prescrição na espécie, por ser uma ação declaratória. 116

117 Precedente jurisprudencial Não há prescrição a ser declarada diante do pedido de reconhecimento do exercício de atividade periculosa no intuito de preenchimento do documento Perfil Profissiográfico Previdenciário - PPP, tendo em vista o seu caráter meramente declaratório para fins de prova junto à Previdência Social, exatamente como previsto no parágrafo único do artigo 11 da CLT" (TRT 3ª Região - Processo no ) 117

118 Nos termos do parágrafo 1o. do artigo 11 da CLT, não se aplica a prescrição às ações que tenham por objeto anotações para fins de prova junto à Previdência Social. Do termo "anotações" é de se interpretar que compreende não apenas as anotações da CTPS, mas também todas às que se refiram à Previdência Oficial, e dentre elas, o disposto na Lei 8213/91, referente ao formulário PPP, contendo a descrição das atividades desenvolvidas, bem como as condições ambientais a que o trabalhador se submetia, de acordo com o apurado pela perícia técnica. (TRT 3ª Região RO) 118

119 TRF DA 1ª REGIÃO A existência laudo técnico pericial extraído de Reclamatória trabalhista movida pelo trabalhador contra a ex-empregadora, comprovando o trabalho exposto a tensão elétrica equivalente a volts, confere ao segurado o direito de ter contado como especial o tempo de serviço de a (AC - APELAÇÃO CIVEL ) 119

120 Também em caso de informações incorretas lançadas no PPP é importante buscar inicialmente a correção das mesmas na Justiça do Trabalho. 120

121 Equipamento de Proteção Individual ou Coletiva 121

122 Somente será considerada a adoção de Equipamento de Proteção Individual (EPI) em demonstrações ambientais emitidas a partir de 3 de dezembro de 1998, e desde que comprovadamente elimine ou neutralize a nocividade e seja respeitado o disposto na NR-06 do MTE, havendo ainda necessidade de que seja assegurada e devidamente registrada pela empresa, no PPP, a observância: 122

123 a) a seguinte hierarquia: medidas de proteção coletiva, medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho e utilização de EPI, nesta ordem, admitindo-se a utilização de EPI somente em situações de inviabilidade técnica, insuficiência ou interinidade à implementação do EPC ou, ainda, em caráter complementar ou emergencial; 123

124 Estudo da UFSC - RUÍDO proteção individual do operador (menos aconselhável) - solução paliativa; - deve ser adequado ao trabalhador (são geralmente pouco confortáveis); - deve ser de qualidade (não deixar passar o som); - dificulta a comunicação entre os trabalhadores. 124

125 b) das condições de funcionamento e do uso ininterrupto do EPI ao longo do tempo, conforme especificação técnica do fabricante, ajustada às condições de campo; c) do prazo de validade, conforme Certificado de Aprovação do MTE; 125

126 d) da periodicidade de troca definida pelos programas ambientais, comprovada mediante recibo assinado pelo usuário em época própria; e) da higienização. 126

127 Fundamentação: art. 238 da Instrução Normativa INSS nº 45/2010; item da NR-09; Instrução Normativa MTE/SSST nº 01/1995; Instrução Normativa MTE/SSST nº 02/

128 Deve constar no laudo técnico informação sobre a existência do EPI ou EPC que promova a diminuição da intensidade do agente agressivo a limites de tolerância: 2º do art. 58 da Lei n /

129 Lei n /91 Art. 58 (...) 2º Do laudo técnico referido no parágrafo anterior deverão constar informação sobre a existência de tecnologia de proteção coletiva ou individual que diminua a intensidade do agente agressivo a limites de tolerância e recomendação sobre a sua adoção pelo estabelecimento respectivo. 129

130 Equipamento de Proteção Individual ou Coletiva Exigência constante da Lei n , de

131 Mesmo que constar a informação de que o EPI atuou como fator redutor da intensidade dos agentes agressivos não elide o direito à aposentadoria especial antes do mencionado diploma legal. 131

132 A razão da aposentadoria especial é a existência de um ambiente insalubre e não o efetivo dano à saúde do trabalhador (presunção de dano e perda da capacidade laboral). Não se pode confundir com a aposentadoria por invalidez. 132

133 Arthur Bragança A demonstração da concreta incapacidade laboral, em se tratando de aposentadoria especial, é desnecessária à percepção do benefício, pois, ocorrida a hipótese de incidência, a incapacidade para o trabalho é legalmente presumida. 133

134 No que diz respeito à utilização de equipamento de proteção individual, ele tem a finalidade de resguardar a saúde do trabalhador, para que não sofra lesões, não podendo descaracterizar a situação de insalubridade. (TRF da 1a Região. AP. CÍVEL n Relator Des. Tourinho Neto). 134

135 Equipamento de Proteção Individual ou Coletiva A simples informação do uso do EPI não pode presumir que o mesmo foi eficaz para neutralizar a insalubridade. A afirmação deveria ser específica e fundamentada e não genérica. 135

136 TRF da 1ª Região O fornecimento de equipamentos de proteção individual - EPI ao empregado não é suficiente para afastar o caráter insalubre da prestação do trabalho, tendo em vista que o uso de tais equipamentos pode atenuar o ruído, mas não afastar o enquadramento da atividade como insalubre. AMS /MG 136

137 STJ O fato de a empresa fornecer ao empregado o Equipamento de Proteção Individual EPI, ainda que tal equipamento seja devidamente utilizado, não afasta, de per se, o direito ao benefício da aposentadoria com a contagem de tempo especial, devendo cada caso ser apreciado em suas particularidades. (REsp / MG) 137

138 Súmula n. 9 da Turma Nacional de Uniformização de Jurisprudência O uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI), ainda que elimine a insalubridade, no caso de exposição a ruído, não descaracteriza o tempo de serviço especial prestado. 138

139 Enunciado 21 do CRPS O simples fornecimento de equipamento de proteção individual de trabalho pelo empregador não exclui a hipótese de exposição do trabalhador aos agentes nocivos à saúde, devendo ser considerado todo o ambiente de trabalho. 139

140 Súmula 289 do TST ao mencionar que o simples fornecimento do aparelho de proteção pelo empregador não o desobriga do pagamento do adicional de insalubridade, cabendo a ele tomar as medidas que conduzam à diminuição ou eliminação da nocividade, entre as quais o uso efetivo do equipamento. 140

141 Exposição a agentes como organismos vivos A execução dessas tarefas com o uso de equipamento de proteção (EPI) não é suficiente para suprimir o fator insalubridade pela exposição a agentes biológicos, pois apenas uma única exposição já coloca em risco a saúde do trabalhador, visto que esses agentes são organismos vivos que se disseminam com extrema facilidade.

142 Conversão de tempo especial em comum 142

143 Previsão constante do 5º do art. 57 da Lei n /91 Somente quando o segurado não completa todo o tempo na atividade especial. 143

144 Lei n /91 Art. 57 (...) 5º O tempo de trabalho exercido sob condições especiais que sejam ou venham a ser consideradas prejudiciais à saúde ou à integridade física será somado, após a respectiva conversão ao tempo de trabalho exercido em atividade comum, segundo critérios estabelecidos pelo Ministério da Previdência e Assistência Social, para efeito de concessão de qualquer benefício. 144

145 Tabela de Conversão de Atividade Especial Fundamentação: art. 70 do Decreto nº 3.048/1999; arts. 267 e 268 da Instrução Normativa INSS nº 45/2010. Tempo de Atividade a ser Convertido Para 15 Para 20 Para 25 Para 30 Para 35 De 15 anos 1,00 1,33 1,67 2,00 2,33 De 20 anos 0,75 1,00 1,25 1,50 1,75 De 25 anos 0,60 0,80 1,00 1,20 1,40 145

146 Medida Provisória nº , de , proibiu a conversão do tempo especial em comum. Entretanto, ao ser convertida na Lei n , de , foi suprimida do art. 32 da MP a parte final que revogou o 5º do art. 57 da Lei n /

147 Decreto 3.048/99 Com a nova redação dada pelo Decreto n /03 o art. 70 do RPS prevê a possibilidade de conversão, sem qualquer limitação temporal, sendo também aceito pelo INSS. 147

148 Decreto 3.048/99 Art. 70 (...) 2º As regras de conversão de tempo de atividade sob condições especiais em tempo de atividade comum constantes deste artigo aplicam-se ao trabalho prestado em qualquer período. 148

149 TRF da 1ª Região Admite-se a conversão do tempo de serviço, para fins de aposentadoria comum, mesmo após maio de 1998, em razão do advento do Decreto 4.827/03, que alterou a redação do art. 70, 2º, do Regulamento da Previdência Social. (AC /BA) 149

150 TRF da 1ª Região O trabalhador que tenha exercido atividades em condições especiais, mesmo que posteriores à EC 20/98, possui direito à conversão do tempo de serviço, de forma majorada, para fins de aposentadoria comum. AMS /MG 150

151 Na vigência da Lei 6.887/80, os Decretos /79 e /82 não faziam distinção entre o índice adotado para segurados do sexo masculino e feminino. 151

152 Por sua vez, a Lei 8.213/91 trouxe nova disciplina para a aposentadoria por tempo de serviço, prevendo tempo diferenciado para homens e mulheres: 35 anos para homens e 30 para mulheres. 152

153 O Decreto 357/91, em seu art. 64, manteve o índice de 1,2 para o tempo de serviço especial de 25 anos para a concessão de aposentadoria especial e o tempo de serviço comum de 30 anos para mulher. Já para o tempo de serviço comum de 35 anos para o homem, estabeleceu o multiplicador em 1,4. 153

154 No presente caso, a atividade profissional desenvolvida pelo segurado (operador de máquina injetora, com exposição a ruído elevado) garante a concessão de aposentadoria especial com tempo de serviço de 25 anos, motivo pelo qual para a conversão desse período, para fins de concessão de aposentadoria ao segurado do sexo masculino (tempo comum máximo de 35 anos), deverá ser aplicado o fator de conversão 1,4. (STJ - AgRg no REsp / RS) 154

155 Tempo especial para tempo especial 155

156 Decreto 3.048/99 Art.66. Para o segurado que houver exercido sucessivamente duas ou mais atividades sujeitas a condições especiais prejudiciais à saúde ou à integridade física, sem completar em qualquer delas o prazo mínimo exigido para a aposentadoria especial, os respectivos períodos serão somados após conversão, conforme tabela abaixo, considerada a atividade preponderante: 156

157 TEMPO A CONVERTER MULTIPLICADORES PARA 15 PARA 20 PARA 25 DE 15 ANOS - 1,33 1,67 DE 20 ANOS 0,75-1,25 DE 25 ANOS 0,60 0,80-157

158 Conversão de tempo comum em especial 158

159 TRF da 4ª Região É devida a conversão do tempo comum em especial se, à data em que prestada a atividade, não havia a vedação trazida pela Lei nº 9.032, de Apelação/Reexame Necessário Nº /RS 159

160 TRF da 4ª Região No mesmo sentido: TRF4, APELREEX e PELREEX

161 Arthur Bragança Entretanto, com base nos institutos constitucionais do direito adquirido e do ato jurídico perfeito, as atividades comuns desenvolvidas antes da vigência da Lei n /95 poderão sofrer a conversão para especial, obedecendo a tabela do art. 64 do Decreto 611/92 (p. 182) 161

162 Art. 64 do Decreto 611/92 Atividade a Converter Multiplicadores Para 15 Para 20 Para 25 Para 30 (Mulher) Para 35 (Homem) De 15 Anos 1,00 1,33 1,67 2,00 2,33 De 20 Anos 0,75 1,00 1,25 1,50 1,75 de 25 Anos 0,60 0,80 1,00 1,20 1,40 De 30 Anos 0,50 0,67 0,83 1,00 1,17 (Mulher) De 35 Anos (Homem) 0,43 0,57 0,71 0,86 1,00 162

163 Exemplos de contagem de tempo com períodos especias e comums 163

164 Exemplo 01 01/01/1982 a 01/01/ especial 02/02/1992 a 01/01/ comum 30/04/1995 a 10/09/ especial 164

165 Início Fim Gênero masculino Fator Mult. Tempo de Contribuição An os Mese s Contribuição validada Dias Anos Meses Dias arez. 01/01/ /01/ E 02/02/ /01/ C 30/04/ /09/ C Tempo total de contribuição até a data fim do último período 25 A OS 8 MESES 21 DIAS Direito à aposentadoria especial 165

166 Início Fim Gênero feminino Fator Mult. Tempo de Contribuição An os Mese s Contribuição validada Dias Anos Meses Dias arez. 01/01/ /01/ E 02/02/ /01/ C 30/04/ /09/ C Tempo total de contribuição até a data fim do último período 25 A OS 11 MESES 14 DIAS Direito à aposentadoria especial 166

167 Exemplo 02 01/01/1985 a 01/01/ especial 02/01/1996 a 29/04/ comum 30/04/1999 a 10/09/ especial 167

168 Gênero masculino/feminino Início Fim Fator Mult. Tempo de Contribuição An os Mese s Contribuição validada Dias Anos Meses Dias arez. 01/01/ /01/ E 30/04/ /09/ E Tempo total de contribuição até a data fim do último período 23 A OS 4 MESES 8 DIAS Não tem direito à aposentadoria especial 168

169 Início Fim Gênero masculino Fator Mult. Tempo de Contribuição An os Mese s Contribuição validada Dias Anos Meses Dias arez. 01/01/ /01/ E 02/01/ /04/ C 30/04/ /09/ E Tempo total de contribuição até a data fim do último período 36 A OS 0 MESES 13 DIAS Tem direito à aposentadoria por tempo de contribuição 169

170 Gênero feminino Início Fim Fator Mult. Tempo de Contribuição An os Mese s Contribuição validada Dias Anos Meses Dias arez. 01/01/ /01/ E 02/01/ /04/ C 30/04/ /09/ E Tempo total de contribuição até a data fim do último período 31 A OS 4 MESES 11 DIAS Tem direito à aposentadoria por tempo de contribuição 170

171 Exemplo 03 01/01/1975 a 01/01/ especial 02/02/1992 a 01/01/ jornalista 30/04/1995 a 10/09/2011 comum 171

172 Início Fim Gênero masculino Fator Mult. Tempo de Contribuição An os Mese s Contribuição validada Dias Anos Meses Dias arez. 01/01/ /01/ E 02/02/ /01/1994 1, E 30/04/ /09/ C Tempo total de contribuição até a data fim do último período 39 A OS 7 MESES 8 DIAS Tem direito à aposentadoria por tempo de contribuição 172

173 Exemplo 04 01/01/1982 a 01/01/1990 especial 20 ANOS 02/02/1992 a 01/01/ especial 15 anos 30/04/1995 a 10/09/2000 especial 25 anos 173

174 Gênero masculino/feminino Início Fim Fator Mult. Tempo de Contribuição An os Mese s Contribuição validada Dias Anos Meses Dias arez. 01/01/ /01/ E 02/02/ /01/1994 1, E 30/04/ /09/ E Tempo total de contribuição até a data fim do último período 29 A OS 6 MESES 23 DIAS Direito à aposentadoria especial 174

175 Exemplo 05 01/01/1982 a 01/01/1990 especial 15 ANOS 02/02/1992 a 01/01/ especial 25 anos 30/04/1995 a 10/09/2000 comum 175

176 Início Fim Gênero masculino Fator Mult. Tempo de Contribuição An os Mese s Contribuição validada Dias Anos Meses Dias arez. 01/01/ /01/1990 2, E 02/02/ /01/1994 1, E 30/04/ /09/ C Tempo total de contribuição até a data fim do último período 37 A OS 8 MESES 9 DIAS Tem direito à aposentadoria por tempo de contribuição 176

177 Início Fim Gênero feminino Fator Mult. Tempo de Contribuição An os Mese s Contribuição validada Dias Anos Meses Dias arez. 01/01/ /01/1990 2, E 02/02/ /01/1994 1, E 30/04/ /09/ C Tempo total de contribuição até a data fim do último período 34 A OS 8 MESES 0 DIAS Tem direito à aposentadoria por tempo de contribuição 177

178 Períodos nos quais não há exposição ao agente, mas computam-se como especiais 178

179 Art. 65 (...) Decreto 3.048/99 Parágrafo único. Aplica-se o disposto no caput aos períodos de descanso determinados pela legislação trabalhista, inclusive férias, aos de afastamento decorrentes de gozo de benefícios de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez acidentários, bem como aos de percepção de salário-maternidade, desde que, à data do afastamento, o segurado estivesse exercendo atividade considerada especial 179

180 Os períodos de descanso são considerados tempo de serviço para todos os efeitos legais. Fundamentação: art. 253 da CLT; art. 240 da Instrução Normativa INSS nº 45/2010; anexo 3 da NR

181 Os períodos de afastamento não acidentários não serão computados como períodos especiais. Art. 259, parágrafo único, da IN n. 45 de 2010 do INSS Previsão meramente regulamentar 181

182 Restrição somente veiculada após o Decreto 2.172/97, de modo que o período anterior é inequivocamente computado como tempo especial. Precedente: TRF da 3ª Região AMS

183 Lei n de 1991 Art. 55 (...) ( ) II - o tempo intercalado em que esteve em gozo de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez; 183

184 TRF da 4ª Região No caso, verifica-se que o autor, em data anterior ao início do benefício de auxílio-doença, exercia atividades enquadradas na legislação vigente na época como insalubres, conforme analisado no quadro de atividade especial anteriormente demonstrado (...) 184

185 TRF da 4ª Região Assim, se no período imediatamente anterior ao gozo do benefício de auxílio-doença, o requerente estava no exercício de atividade enquadrada como especial, o período de afastamento deve ser considerado como tempo especial. (Apelação/Reexame Necessário Nº /RS) 185

186 Redução da jornada de trabalho 186

187 A redução de jornada de trabalho por acordo, convenção coletiva de trabalho ou sentença normativa não descaracteriza a atividade exercida em condições especiais. Fundamentação: art. 261 da Instrução Normativa INSS nº 45/

188 Atividades concomitantes 188

189 O direito à aposentadoria especial não fica prejudicado na hipótese de exercício de atividade em mais de um vínculo, com tempo de trabalho concomitante (comum e especial), desde que constatada a nocividade do agente e a permanência em, pelo menos, um dos vínculos (art. 260 da IN n. 45/2010). 189

190 Na hipótese de atividades concomitantes sob condições especiais, no mesmo ou em outro vínculo empregatício, será considerada aquela que exigir menor tempo para a aposentadoria especial. 190

191 Cálculo do valor da aposentadoria especial

192 Salário-de-benefício Média aritmética simples correspondente a 80% do período contributivo dos maiores salários-decontribuição a partir de julho de Não há incidência do fator previdenciário. 192

193 Renda mensal inicial - RMI Coeficiente de cálculo: 100% do saláriode-benefício 1º do art. 57 da Lei n /

APOSENTADORIA ESPECIAL (enquadramento tempo de serviço)

APOSENTADORIA ESPECIAL (enquadramento tempo de serviço) (enquadramento tempo de serviço) LEI 9.032 28/04/95 MP 1523/96 (Dec. 2172, 05/03/97) 01/01/2004 * ATIVIDADE: (penosa, perigosa ou insalubre) formulário SB-40 * AGENTE NOCIVO: formulário SB-40 + laudo (ruído)

Leia mais

A comprovação será feita mediante formulário, na forma estabelecida pelo INSS, que deverá ser preenchido pela empresa ou seu preposto.

A comprovação será feita mediante formulário, na forma estabelecida pelo INSS, que deverá ser preenchido pela empresa ou seu preposto. Laudo Técnico Ambiental De acordo com art. 58 e seus, da Lei nº 8.213, de 24/07/91, com alterações introduzidas pela Lei nº 9.528, de 10/12/97, DOU de 11/12/97, as empresas estão obrigadas a manter laudo

Leia mais

ANEXO II INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 85 /PRES/INSS, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2016. (Substitui o Anexo LI da IN nº 77/PRES/INSS, de 21 de janeiro de 2015)

ANEXO II INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 85 /PRES/INSS, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2016. (Substitui o Anexo LI da IN nº 77/PRES/INSS, de 21 de janeiro de 2015) ANEXO II INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 85 /PRES/INSS, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2016 (Substitui o Anexo LI da IN nº 77/PRES/INSS, de 21 de janeiro de 2015) DESPACHO E ANÁLISE ADMINISTRATIVA DA ATIVIDADE ESPECIAL

Leia mais

Saúde Ocupacional e Regulamentação dos Planos de Saúde

Saúde Ocupacional e Regulamentação dos Planos de Saúde Saúde Ocupacional e Regulamentação dos Planos de Saúde Regulamentação dos planos Resolução CONSU 10 Art. 2º, 2º Nos contratos de planos coletivos, não é obrigatória a cobertura para os procedimentos relacionados

Leia mais

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM JUNDIAÍ APOSENTADORIAS X ALTERAÇÕES

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM JUNDIAÍ APOSENTADORIAS X ALTERAÇÕES GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM JUNDIAÍ APOSENTADORIAS X ALTERAÇÕES 1 MODALIDADES APOSENTADORIA POR IDADE (urbana, rural e mista) APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO (comum, especial e mista) LC142 (por

Leia mais

PIRAPREV INSTITUTO DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE PIRACAIA

PIRAPREV INSTITUTO DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE PIRACAIA PIRAPREV INSTITUTO DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE PIRACAIA Piracaia, 24 de Julho de 2.015 APOSENTADORIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS REQUISITO Geral Magistério SEXO HOMEM MULHER HOMEM

Leia mais

SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO, SALÁRIO DE BENEFÍCIO E RENDA MENSAL INICIAL CONCEITOS Professor: Anderson Castelucio CONCEITOS DE SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO Art. 214. Entende-se por salário-de-contribuição: I -

Leia mais

ANEXO I INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 85 /PRES/INSS, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2016. (Substitui o Anexo XV da IN nº 77/PRES/INSS, de 21 de janeiro de 2015)

ANEXO I INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 85 /PRES/INSS, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2016. (Substitui o Anexo XV da IN nº 77/PRES/INSS, de 21 de janeiro de 2015) ANEXO I INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 85 /PRES/INSS, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2016 (Substitui o Anexo XV da IN nº 77/PRES/INSS, de 21 de janeiro de 2015) PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO PPP DADOS ADMINISTRATIVOS

Leia mais

Desafios da Fiscalização na Área da Engenharia de Segurança a do Trabalho

Desafios da Fiscalização na Área da Engenharia de Segurança a do Trabalho Desafios da Fiscalização na Área da Engenharia de Segurança a do Trabalho Samuel Lishinsky Eng. Eletricista e de Segurança do Trabalho samuel@crea-rj.org.br DEFINIÇÕES PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário

Leia mais

MANUAL DE PREENCHIMENTO DO RELATÓRIO PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO

MANUAL DE PREENCHIMENTO DO RELATÓRIO PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO MANUAL DE PREENCHIMENTO DO RELATÓRIO PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO 2003 PROCESSO DE PREENCHIMENTO DO PPP - PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO De acordo com a Instrução Normativa INSS/DC nº

Leia mais

Auxílio Doença 01/09/2015

Auxílio Doença 01/09/2015 Auxílio Doença Lei 8213/91 Art. 60. O auxílio-doença será devido ao segurado empregado a contar do décimo sexto dia do afastamento da atividade, e, no caso dos demais segurados, a contar da data do início

Leia mais

ADICIONAL DE INSALUBRIDADE

ADICIONAL DE INSALUBRIDADE ADICIONAL DE INSALUBRIDADE Cód.: AIN Nº: 5 Versão: 8 Data: 16/02/2016 DEFINIÇÃO É uma vantagem pecuniária, de caráter transitório, concedida como uma forma de compensação ao servidor que trabalhe permanente

Leia mais

NR-15 ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES

NR-15 ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES NR-15 ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES 15.1 São consideradas atividades ou operações insalubres as que se desenvolvem: 15.1.1 Acima dos limites de tolerância previstos nos Anexos n.ºs 1, 2, 3, 5, 11 e

Leia mais

SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO

SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO CÁLCULOS SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO CONCEITO: é o valor que serve de base de cálculo para incidência das alíquotas das contribuições previdenciárias (fonte de custeio) e para o cálculo do salário benefício.

Leia mais

Aposentadoria especial e o direito adquirido ao DIRBEN 8030 (antigo SB 40), hoje conhecido como PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário)

Aposentadoria especial e o direito adquirido ao DIRBEN 8030 (antigo SB 40), hoje conhecido como PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) Aposentadoria especial e o direito adquirido ao DIRBEN 8030 (antigo SB 40), hoje conhecido como PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) 1. Introdução A aposentadoria especial é um benefício concedido

Leia mais

PONTO 1: Aposentadoria 1. APOSENTADORIA. Art. 201, 7º da CF (EC nº. 20). Condições:

PONTO 1: Aposentadoria 1. APOSENTADORIA. Art. 201, 7º da CF (EC nº. 20). Condições: 1 DIREITO PREVIDENCIÁRIO PONTO 1: Aposentadoria 1. APOSENTADORIA Art. 201, 7º da CF (EC nº. 20). Condições: I 35 anos de contribuição para o homem e 30 anos de contribuição para a mulher; II 65 anos de

Leia mais

15.1.4. Comprovadas através de laudo de inspeção do local de trabalho, constantes dos Anexos nºs 7,

15.1.4. Comprovadas através de laudo de inspeção do local de trabalho, constantes dos Anexos nºs 7, NORMA REGULAMENTADORA 15 NR 15 - Atividades e Operações Insalubres (115.000-6) 15.1. São consideradas atividades ou operações insalubres as que se desenvolvem: 15.1.1. Acima dos limites de tolerância previstos

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 155, DE 2010

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 155, DE 2010 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 155, DE 2010 Regulamenta o pagamento de adicional de insalubridade e a concessão de aposentadoria especial ao trabalhador que exerça as atividades de coleta de

Leia mais

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 2ª Composição Adjunta da 27ª Junta de Recursos

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 2ª Composição Adjunta da 27ª Junta de Recursos Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 2ª Composição Adjunta da 27ª Junta de Recursos Número do Processo: 44232.285235/2014-17 Unidade de Origem: AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.016.678 - RS (2007/0300820-1) RELATOR : MINISTRO NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS PROCURADOR : AYRES LOURENÇO DE ALMEIDA FILHO E OUTRO(S)

Leia mais

Tribunal de Justiça MATO GROSSO

Tribunal de Justiça MATO GROSSO Bom Tarde. RESPOSTA 01 SESI MT Por Gentileza favor publicar este questionamento do PE 36/2016. Wilson Lobo De: "Wilson Lobo Moreira" wilson.lobo@tjmt.jus.br Para: "unerem" unerem@sesimt.com.br Enviadas:

Leia mais

Resolução nº 5063, de 30 de março de 2016

Resolução nº 5063, de 30 de março de 2016 Altera a Resolução nº 233 de 25/06/2003 Altera a Resolução nº 3075 de 26/03/2009 Altera a Resolução nº 4282 de 17/02/2014 Resolução nº 5063, de 30 de março de 2016 Dispõe sobre procedimentos a serem observados

Leia mais

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 04ª Junta de Recursos

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 04ª Junta de Recursos Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 04ª Junta de Recursos Número do Processo: 44232.144094/2013-01 Unidade de Origem: AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL DIADEMA Benefício:

Leia mais

DIREITO PREVIDENCIÁRIO AUXÍLIOS 1 Cláudio Basques

DIREITO PREVIDENCIÁRIO AUXÍLIOS 1 Cláudio Basques DIREITO PREVIDENCIÁRIO AUXÍLIOS 1 Cláudio Basques 9. AUXILIO ACIDENTE (ART. 86) - É INDENIZATÓRIO, POIS O SEGURADO FICA COM SUA CAPACIDADE REDUZIDA APÓS ACIDENTE DE QUALQUER NATUREZA - DOMÉSTICO, AVULSO

Leia mais

TABELAS EXPLICATIVAS DAS DIFERENTES NORMAS E POSSIBILIDADES DE APOSENTADORIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RPPS

TABELAS EXPLICATIVAS DAS DIFERENTES NORMAS E POSSIBILIDADES DE APOSENTADORIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RPPS TABELAS EXPLICATIVAS DAS DIFERENTES NORMAS E POSSIBILIDADES DE DOS SERVIDORES PÚBLICOS REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RPPS INGRESSO NO SERVIÇO PÚBLICO ATÉ 19 DE DEZEMBRO DE 2003 Professora por tempo

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Rendimentos Recebidos Acumuladamente x Licença Maternidade

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Rendimentos Recebidos Acumuladamente x Licença Maternidade 02/01/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 5 5. Informações Complementares... 5 6. Referências... 6 7.

Leia mais

LICENÇA POR ACIDENTE EM SERVIÇO

LICENÇA POR ACIDENTE EM SERVIÇO LICENÇA POR ACIDENTE EM SERVIÇO DEFINIÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES PROCEDIMENTO FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PERGUNTAS FREQUENTES DEFINIÇÃO Licença concedida em decorrência de dano físico ou

Leia mais

O que o trabalhador espera do agente homologador

O que o trabalhador espera do agente homologador O que o trabalhador espera do agente homologador Conhecimento da legislação trabalhista e inclusive CC ou ACT; Prática de cálculos rescisórios; Segurança; Linguagem fácil; Boa comunicação; Orientar sobre

Leia mais

RELATÓRIO. O EXMO. DESEMBARGADOR FEDERAL IVAN LIRA DE CARVALHO (Relator Convocado):

RELATÓRIO. O EXMO. DESEMBARGADOR FEDERAL IVAN LIRA DE CARVALHO (Relator Convocado): PROCESSO Nº: 0800943-44.2012.4.05.8000 - APELAÇÃO RELATÓRIO O EXMO. DESEMBARGADOR FEDERAL IVAN LIRA DE CARVALHO (Relator Convocado): Trata-se de apelação e remessa oficial, tida por interposta, contra

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3211. 1º As contas de depósitos de que trata este artigo:

RESOLUÇÃO Nº 3211. 1º As contas de depósitos de que trata este artigo: RESOLUÇÃO Nº 3211 Altera e consolida as normas que dispõem sobre a abertura, manutenção e movimentação de contas especiais de depósitos à vista e de depósitos de poupança. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na

Leia mais

AVERBAÇÃO POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO

AVERBAÇÃO POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO AVERBAÇÃO POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIÇÃO DOCUMENTAÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PERGUNTAS FREQUENTES DEFINIÇÃO É o registro do tempo de serviço/contribuição

Leia mais

PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO - PPP

PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO - PPP PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO - PPP INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO As informações a seguir têm o objetivo de orientar a Unidade de Recursos Humanos (URH) ou Supervisão de Gestão de

Leia mais

PARECER Nº, DE 2016. RELATOR: Senador JOSÉ PIMENTEL I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2016. RELATOR: Senador JOSÉ PIMENTEL I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2016 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, à Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2009, do Senador Paulo Paim e outros, que altera o 8º do art. 201 da Constituição Federal,

Leia mais

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 2ª Composição Adjunta da 13ª Junta de Recursos

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 2ª Composição Adjunta da 13ª Junta de Recursos Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 2ª Composição Adjunta da 13ª Junta de Recursos Número do Processo: 44232.247718/2014-13 Unidade de Origem: AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA

Leia mais

RESOLUÇÃO SMA Nº 1653 DE 11 DE MARÇO DE 2011

RESOLUÇÃO SMA Nº 1653 DE 11 DE MARÇO DE 2011 RESOLUÇÃO SMA Nº 1653 DE 11 DE MARÇO DE 2011 Dispõe sobre a concessão de licença para tratamento de saúde aos servidores municipais, por prazo não superior a 90 (noventa) dias. O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE

Leia mais

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 1ª TURMA RECURSAL JUÍZO C

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 1ª TURMA RECURSAL JUÍZO C JUIZADO ESPECIAL (PROCESSO ELETRÔNICO) Nº200870500047791/PR RELATORA : Juíza Márcia Vogel Vidal de Oliveira RECORRENTE : MARIA JOSE FERREIRA FANTATO RECORRIDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL VOTO

Leia mais

PONTO 1: Benefícios Previdenciários PONTO 2. Benefícios Assistenciais 1. BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS

PONTO 1: Benefícios Previdenciários PONTO 2. Benefícios Assistenciais 1. BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS 1 DIREITO PREVIDENCIÁRIO PONTO 1: Benefícios Previdenciários PONTO 2. Benefícios Assistenciais 1.1 AUXÍLIO DOENÇA 1. BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS Art. 59 e seguintes da Lei 8.213/91. Carência: 12 C.M. (regra).

Leia mais

INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº. 2, DE XXX DE XXXXXXXXXX DE 2016.

INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº. 2, DE XXX DE XXXXXXXXXX DE 2016. INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº. 2, DE XXX DE XXXXXXXXXX DE 2016. Estabelece as regras a serem observadas pelas sociedades seguradoras e entidades fechadas de previdência complementar para transferência de riscos

Leia mais

DIAS E HORÁRIO DE ATENDIMENTO PARA A MATRÍCULA: DOCUMENTOS PARA MATRÍCULA E PARA COMPROVAÇÃO DAS POLÍTICAS DE AÇÕES AFIRMATIVAS

DIAS E HORÁRIO DE ATENDIMENTO PARA A MATRÍCULA: DOCUMENTOS PARA MATRÍCULA E PARA COMPROVAÇÃO DAS POLÍTICAS DE AÇÕES AFIRMATIVAS 2ª chamada de aprovados no SISU 2013/01 DIAS E HORÁRIO DE ATENDIMENTO PARA A MATRÍCULA: Dias 01, 04 e 05 de fevereiro de 2013. Horário: 10 horas às 11 horas e das 14horas às 20 horas. Local: Coordenação

Leia mais

BANCO DE HORAS. O banco de horas surgiu no Brasil através da Lei 9.601/98, através da alteração do art. 59 da CLT.

BANCO DE HORAS. O banco de horas surgiu no Brasil através da Lei 9.601/98, através da alteração do art. 59 da CLT. BANCO DE HORAS O banco de horas surgiu no Brasil através da Lei 9.601/98, através da alteração do art. 59 da CLT. Prevendo a lei que só é legal a utilização do Banco de Horas se for acordada em Convenção

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR002952/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 23/07/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR047032/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.011168/2015-41 DATA DO PROTOCOLO: 23/07/2015 ACORDO COLETIVO

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI N 4.330, DE 2004.

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI N 4.330, DE 2004. COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI N 4.330, DE 2004. Dispõe sobre o contrato de prestação de serviços terceirizados e as relações de trabalho dele decorrentes.

Leia mais

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 2.ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 2.ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais 1 Recurso Cível JEF: 2008.70.51.003332-6 Recorrente(s): INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS Recorrido(s): IVONE GOMES NASSER Relator: Juiz Federal Leonardo Castanho Mendes RELATÓRIO O recurso do

Leia mais

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 2ª Composição Adjunta da 13ª Junta de Recursos

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 2ª Composição Adjunta da 13ª Junta de Recursos Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 2ª Composição Adjunta da 13ª Junta de Recursos Número do Processo: 44232.540211/2015-17 Unidade de Origem: AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA

Leia mais

Planilha de Custos e Formação de Preços. Dia: às horas DADOS DO PROPONENTE

Planilha de Custos e Formação de Preços. Dia: às horas DADOS DO PROPONENTE 1-"Solicito que sejam verificadas as planilhas de formação de preços, pois ao fazermos nossa planilha houve divergências com os modelos fornecidos pelo edital! Os valores de custos, lucros e tributos,

Leia mais

Documentos necessários para a homologação:

Documentos necessários para a homologação: Ÿ Orientações Gerais: O responsável pela homologação deve observar o comunicado do Sindicato sobre Lei 12.790 de 14/03/2013, que regulamenta a profissão de comerciário e o Enquadramento Sindical conforme

Leia mais

Adendo ao livro MANUAL DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO Autor: Hugo Medeiros de Goes

Adendo ao livro MANUAL DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO Autor: Hugo Medeiros de Goes Adendo ao livro MANUAL DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO Autor: Hugo Medeiros de Goes 1. ERRATA Página 180 No primeiro parágrafo do item 2.10.1 (Beneficiários): Onde se lê: Os beneficiários da pensão por morte

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.975/2011 (Publicada no D.O.U. de 29 de julho de 2011, Seção I, p. 336-337) Revogada pela Resolução CFM nº 1979/2011 Fixa os valores das anuidades e taxas

Leia mais

Trabalhador direitos e deveres

Trabalhador direitos e deveres Trabalhador direitos e deveres Carteira de trabalho Garantia de benefícios da Previdência Social Do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Seguro-Desemprego 13º salário Tem direito à gratificação

Leia mais

SOLICTAÇÃO DE CONCESSÃO / CESSAÇÃO DE ADICIONAL DE INSALUBRIDADE / PERICULOSIDADE

SOLICTAÇÃO DE CONCESSÃO / CESSAÇÃO DE ADICIONAL DE INSALUBRIDADE / PERICULOSIDADE SOLICTAÇÃO DE CONCESSÃO / CESSAÇÃO DE ADICIONAL DE INSALUBRIDADE / PERICULOSIDADE OBJETIVO: 1 - Este formulário tem o objetivo de uniformizar os encaminhamentos de solicitações de Laudo de Insalubridade

Leia mais

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 13ª Junta de Recursos

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 13ª Junta de Recursos Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 13ª Junta de Recursos Número do Processo: 44232.206456/2014-37 Unidade de Origem: AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL CONCÓRDIA Benefício:

Leia mais

ANEXO ll DA RESOLUÇÃO Nº 023/11/DPR GERÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAS - GAPES

ANEXO ll DA RESOLUÇÃO Nº 023/11/DPR GERÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAS - GAPES ANEXO ll DA RESOLUÇÃO Nº 023/11/DPR GERÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAS - GAPES 1.0 Objetivo Planejamento, desenvolvimento e gerenciamento das atividades relacionadas à administração de pessoas, relações

Leia mais

1. Tempo de Serviço em atividade prejudicial a saúde ou a integridade física 2. Carência 3. Manutenção da qualidade de segurado

1. Tempo de Serviço em atividade prejudicial a saúde ou a integridade física 2. Carência 3. Manutenção da qualidade de segurado APOSENTADORIA ESPECIAL É um tipo de aposentadoria por tempo de serviço, concedida ao segurado que trabalha em atividade prejudicial a saúde ou a integridade física (insalubre, penosa ou perigosa), durante

Leia mais

NR 28 - Fiscalização e Penalidades

NR 28 - Fiscalização e Penalidades NR 28 - Fiscalização e Penalidades 28.1 FISCALIZAÇÃO. 28.1.1 A fiscalização do cumprimento das disposições legais e/ou regulamentares sobre segurança e saúde do trabalhador será efetuada obedecendo ao

Leia mais

Assessoria, Consultoria e Treinamentos em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.

Assessoria, Consultoria e Treinamentos em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente. www.ssocial.com.br TÓPICOS Sobre Nós...03 Relatório do perfil profissiográfico previdenciário - PPP...04 Laudo técnico das condições do ambiente de trabalho...04 Laudo de avaliação dos riscos ambientais...05

Leia mais

OS DESAFIOS PARA A ELABORAÇÃO DO PPP E DO CONSTRUÇÃO

OS DESAFIOS PARA A ELABORAÇÃO DO PPP E DO CONSTRUÇÃO OS DESAFIOS PARA A ELABORAÇÃO DO PPP E DO LTCAT NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO P P P (PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO) E LTCAT (LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO) PPP E LTCAT FUNDAMENTAÇÃO

Leia mais

esocial Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (Decreto nº 8.373, 11/12/2014 )

esocial Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (Decreto nº 8.373, 11/12/2014 ) O que é o? esocial Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (Decreto nº 8.373, 11/12/2014 ) É um projeto do governo federal que vai unificar o envio de informações

Leia mais

www.srtconsultoria.com.br srtconsultoria@gmail.com 1 NORMA REGULAMENTADORA 1 DISPOSIÇÕES GERAIS (101.000-0)

www.srtconsultoria.com.br srtconsultoria@gmail.com 1 NORMA REGULAMENTADORA 1 DISPOSIÇÕES GERAIS (101.000-0) NORMA REGULAMENTADORA 1 DISPOSIÇÕES GERAIS (101.000-0) 1.1. As Normas Regulamentadoras - NR, relativas à segurança e medicina do trabalho, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas

Leia mais

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 1ª TURMA RECURSAL JUÍZO A

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 1ª TURMA RECURSAL JUÍZO A JUIZADO ESPECIAL (PROCESSO ELETRÔNICO) Nº200970520028137/PR RELATOR : Juiz Federal José Antonio Savaris RECORRENTE : GERALDO LUIZ TURMINA RECORRIDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSS VOTO Trata-se

Leia mais

MODELO DE EDITAL UTILIZADO PELA FUNDEPAG PARA CONTRATAÇÕES PROCESSO SELETIVO FUNDEPAG Nº 004/2013

MODELO DE EDITAL UTILIZADO PELA FUNDEPAG PARA CONTRATAÇÕES PROCESSO SELETIVO FUNDEPAG Nº 004/2013 MODELO DE EDITAL UTILIZADO PELA FUNDEPAG PARA CONTRATAÇÕES PROCESSO SELETIVO FUNDEPAG Nº 004/2013 EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA A CONTRATAÇÃO DE PESSOAL PARA O(A) FUNDAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 22 DE JULHO DE 2010 (Publicada no D.O.U. de 27/07/2010)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 22 DE JULHO DE 2010 (Publicada no D.O.U. de 27/07/2010) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 22 DE JULHO DE 2010 (Publicada no D.O.U. de 27/07/2010) Estabelece instruções para o reconhecimento do tempo de serviço público exercido sob condições especiais que prejudiquem

Leia mais

APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO

APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO Legislação Artigo 201, 7º, I, da CF Artigo 52 a 56 Lei 8213/91 Artigo 56 a 63 Decreto 3048/99 Artigo 234 a 245, da IN 77/2015 CONTRIBUIÇÃO Conceito É o benefício devido ao segurado

Leia mais

REDENOMINA A CARREIRA GUARDA PENITENCIÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

REDENOMINA A CARREIRA GUARDA PENITENCIÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 14.582, 21 de dezembro de 2009. REDENOMINA A CARREIRA GUARDA PENITENCIÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ. Faço saber que a Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono

Leia mais

FICHAS TÉCNICAS INDICADORES DOS INDICADORES DO ÍNDICE DE RECLAMAÇÃO

FICHAS TÉCNICAS INDICADORES DOS INDICADORES DO ÍNDICE DE RECLAMAÇÃO FICHAS TÉCNICAS INDICADORES DOS INDICADORES DO ÍNDICE DE RECLAMAÇÃO 1) ÍNDICE GERAL DE RECLAMAÇÕES (IGR) Conceito Número médio de reclamações de beneficiários de planos privados de saúde, que recorreram

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 2.270, DE 31 DE MARÇO DE 2010 Institui vantagens e altera a Lei Complementar n. 84, de 28 de fevereiro de 2000, que trata do Plano de Carreira, Cargos e Remuneração para os servidores públicos da

Leia mais

PORTARIA DO MINISTÉRIO DO TRABALHO EMPREGO - MTE Nº 2.685 DE 26.12.2011 D.O.U: 27.12.2011

PORTARIA DO MINISTÉRIO DO TRABALHO EMPREGO - MTE Nº 2.685 DE 26.12.2011 D.O.U: 27.12.2011 PORTARIA DO MINISTÉRIO DO TRABALHO EMPREGO - MTE Nº 2.685 DE 26.12.2011 D.O.U: 27.12.2011 Altera a Portaria nº 1.621, de 14 de julho de 2010, que aprovou os modelos de Termos de Rescisão de Contrato de

Leia mais

MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR INSTRUÇÃO Nº 13, DE 11 DE MAIO DE 2006.

MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR INSTRUÇÃO Nº 13, DE 11 DE MAIO DE 2006. Edição nº 90, Seção 01, Página 56, de 12/maio/2006 Edição nº 90, Seção 01, Página 56, de 12/maio/2006 MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR INSTRUÇÃO Nº 13, DE 11 DE MAIO

Leia mais

Perguntas Frequentes na área do Trabalho

Perguntas Frequentes na área do Trabalho Convenções Coletivas de Trabalho - CCT 1) O que é a Convenção Coletiva de Trabalho? A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) é o acordo de caráter normativo, pelo qual dois ou mais sindicatos de categorias

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO LC 150 - ESQUEMATIZADA Prof. Antonio Daud Jr (www.facebook.com/adaudjr)

DIREITO DO TRABALHO LC 150 - ESQUEMATIZADA Prof. Antonio Daud Jr (www.facebook.com/adaudjr) Questão 1 FCC/TRT23 Técnico Judiciário - Área Administrativa - 2016 (FCC_TRT23_TÉCNICO_JUDICIÁRIO_ÁREA_ADMINISTRATIVA_2016) De acordo com a Lei Complementar no 150 de 2015, no tocante às férias do empregado

Leia mais

RAT x FAP Lei 10666/2003, art. 10 Decretos 6042 e 6257, de 2007

RAT x FAP Lei 10666/2003, art. 10 Decretos 6042 e 6257, de 2007 RAT x FAP Lei 10666/2003, art. 10 Decretos 6042 e 6257, de 2007 1 Lei 10.666/2003 artigo 10 (RAT x FAP) A alíquota de contribuição de 1%, 2% ou 3%; destinada ao financiamento do benefício de aposentadoria

Leia mais

Prof. Cleiton Coutinho

Prof. Cleiton Coutinho Prof. Cleiton Coutinho 01.Aos empregados domésticos, a Constituição assegura os mesmos direitos que aos trabalhadores urbanos e rurais, exceto (A) repouso semanal remunerado. (B) fundo de garantia do tempo

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Morte do Empregado

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Morte do Empregado Morte do Empregado 08/12/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 6 5. Informações Complementares... 6 6.

Leia mais

Políticas Corporativas

Políticas Corporativas 1 IDENTIFICAÇÃO Título: POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS ADMINISTRADORES Restrições para Uso: Livre Acesso Controle Reservado Confidencial Controlada Não Controlada Em Revisão 2 - RESPONSÁVEIS Etapa Área Responsável

Leia mais

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 1ª TURMA RECURSAL JUÍZO C

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 1ª TURMA RECURSAL JUÍZO C JUIZADO ESPECIAL (PROCESSO ELETRÔNICO) Nº200970510093467/PR RELATORA : Juíza Márcia Vogel Vidal de Oliveira RECORRENTE : Aparecido Caetano Campanini Instituto Nacional do Seguro Social RECORRIDO : Os mesmos

Leia mais

DOCUMENTOS PARA OBTER PRIMEIRO CREDENCIAMENTO; AUTÔNOMO PESSOA FÍSICA: MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL:

DOCUMENTOS PARA OBTER PRIMEIRO CREDENCIAMENTO; AUTÔNOMO PESSOA FÍSICA: MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL: DOCUMENTOS PARA OBTER PRIMEIRO CREDENCIAMENTO; AUTÔNOMO PESSOA FÍSICA: 1. Requerimento do interessado (acompanhado de cópia do RG ou CNH do mesmo); 2. Carteira Nacional de Habilitação Categoria D ou E

Leia mais

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 08ª Junta de Recursos

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 08ª Junta de Recursos Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 08ª Junta de Recursos Número do Processo: 44232.525538/2015-69 Unidade de Origem: AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL VARGINHA Benefício:

Leia mais

NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO PITÁGORAS ESCOLA SATÉLITE Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho

NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO PITÁGORAS ESCOLA SATÉLITE Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO PITÁGORAS ESCOLA SATÉLITE Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho 1 NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO PITÁGORAS ESCOLA SATÉLITE ENGº MECÂNICO E DE SEGURANÇA DO TRABALHO

Leia mais

SEGUNDA TURMA RECURSAL JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ

SEGUNDA TURMA RECURSAL JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ Processo nº 2007.70.50.003369-6 Relatora: Juíza Federal Andréia Castro Dias Recorrente: UNIÃO FEDERAL Recorrido (a): VANISA GOLANOWSKI VOTO Dispensado o relatório, nos termos dos artigos 38 e 46 da Lei

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 249, de 2012.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 249, de 2012. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 249, de 2012. Dispõe sobre a atividade dos corretores de seguros de ramos elementares e dos corretores de seguros de vida,

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO PROFESSORES. Dra. Sandra Marangoni

CONTRATO DE TRABALHO PROFESSORES. Dra. Sandra Marangoni CONTRATO DE TRABALHO PROFESSORES Dra. Sandra Marangoni PRINCÍPIOS DO DIREITO DO TRABALHO proteção ao trabalhador In dubio pro operário condição mais benéfica autonomia da realidade irredutibilidade salarial

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DA FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DA FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DA FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E FINALIDADES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1 - O Estágio Supervisionado,

Leia mais

PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO PPP DEMONSTRAÇÕES AMBIENTAIS PPRA PCMAT PGR COOPERATIVAS

PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO PPP DEMONSTRAÇÕES AMBIENTAIS PPRA PCMAT PGR COOPERATIVAS PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO PPP DEMONSTRAÇÕES AMBIENTAIS PPRA PCMAT PGR COOPERATIVAS Portaria n.º 3.214/78 Aprovou as Normas Regulamentadoras: (NR-7; NR-9; NR-15; NR-18; NR-22) Lei nº 8.212/91

Leia mais

FLUXOGRAMA DE INÍCIO DE UM PROCESSO LICITATÓRIO

FLUXOGRAMA DE INÍCIO DE UM PROCESSO LICITATÓRIO FLUXOGRAMA DE INÍCIO DE UM PROCESSO LICITATÓRIO INTERESSADO Elabora Termo de Referência (Decreto 5.450/2005 art. 9º, 2º) GABINETE Emite Autorização de Execução Orçamentária AE e encaminha para PPLAN PPLAN

Leia mais

RELATOR(A): DESEMBARGADOR(A) FEDERAL PAULO ROBERTO DE OLIVEIRA LIMA - 2ª TURMA RELATÓRIO

RELATOR(A): DESEMBARGADOR(A) FEDERAL PAULO ROBERTO DE OLIVEIRA LIMA - 2ª TURMA RELATÓRIO PROCESSO Nº: 0807217-26.2014.4.05.8300 - APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO RELATÓRIO Trata-se de recurso de apelação interposto pelo INSS, além de recurso adesivo manejado pelo particular contra sentença que

Leia mais

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 2ª Composição Adjunta da 27ª Junta de Recursos

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 2ª Composição Adjunta da 27ª Junta de Recursos Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 2ª Composição Adjunta da 27ª Junta de Recursos Número do Processo: 44232.059869/2014-16 Unidade de Origem: AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO Acórdão 1a Turma ADICIONAL DE INSALUBRIDADE - Restou comprovado o ingresso regular pelo autor em câmaras frias ou de resfriamento sem a devida proteção, pelo que, resta cabível a condenação da ré no pagamento

Leia mais

MANUAL DE APOSENTADORIA DEFINIÇÕES / INFORMAÇÕES

MANUAL DE APOSENTADORIA DEFINIÇÕES / INFORMAÇÕES MANUAL DE APOSENTADORIA DEFINIÇÕES / INFORMAÇÕES A PREVIDÊNCIA SOCIAL É uma forma de seguro coletivo de caráter contributivo em que todos contribuem com uma parcela de seu salário e de filiação obrigatória.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 748, DE 2 JULHO DE 2015.

RESOLUÇÃO Nº 748, DE 2 JULHO DE 2015. RESOLUÇÃO Nº 748, DE 2 JULHO DE 2015. Disciplina o pagamento do Abono Salarial referente ao exercício de 2015/2016. O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador - CODEFAT, no uso das atribuições

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA A QUALIFICAÇÃO DE VERIFICADOR DE PÓS-AVALIAÇÃO. Versão 1.0 Dezembro 2015

PROCEDIMENTO PARA A QUALIFICAÇÃO DE VERIFICADOR DE PÓS-AVALIAÇÃO. Versão 1.0 Dezembro 2015 PROCEDIMENTO PARA A QUALIFICAÇÃO DE VERIFICADOR DE PÓS-AVALIAÇÃO Versão 1.0 Dezembro 2015 Índice 1. Objetivo... 2 2. Campo de aplicação... 2 3. Documentos de referência... 2 4. Qualificação de verificadores

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE GABINETE DO SECRETÁRIO

PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE GABINETE DO SECRETÁRIO EDITAL N 006/2011 Processo Seletivo Simplificado para preenchimento de cargos em caráter temporário, para compor a Rede Municipal de Saúde, com fulcro na Lei n 4.302/1994 alterada pela Lei nº 6.690/2005,

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 161, DE

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 161, DE SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 161, DE 2009 Altera a Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, que dispõe sobre a Organização da Seguridade Social, institui o Plano de Custeio e dá outras providências,

Leia mais

PARECER DO NÚCLEO DE CÁLCULOS JUDICIAIS DA JFRS

PARECER DO NÚCLEO DE CÁLCULOS JUDICIAIS DA JFRS Página 1 de 7 PARECER DO NÚCLEO DE CÁLCULOS JUDICIAIS DA JFRS 1. Objetivo O presente parecer tem por objetivo verificar a possibilidade de existência de diferenças em processos que versem, exclusivamente,

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO CONSELHO DELIBERATIVO DO PROGRAMA TST-SAÚDE

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO CONSELHO DELIBERATIVO DO PROGRAMA TST-SAÚDE TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO CONSELHO DELIBERATIVO DO PROGRAMA TST-SAÚDE ATO DELIBERATIVO Nº 56, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2014 Dispõe sobre a assistência odontológica indireta aos beneficiários do Programa

Leia mais

NORMA OPERACIONAL DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS

NORMA OPERACIONAL DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS NORMA OPERACIONAL DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS 2.5 Condições de Habilitação e Desabilitação dos Municípios I. Da Habilitação Para habilitação dos municípios nos níveis de gestão definidos

Leia mais

Bloco Recursos Humanos

Bloco Recursos Humanos Bloco Recursos Humanos Ponto Eletrônico Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Ponto Eletrônico, que se encontra no Bloco Recursos Humanos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

Quadro comparativo do Projeto de Lei do Senado nº 253, de 2005

Quadro comparativo do Projeto de Lei do Senado nº 253, de 2005 1 Regulamenta os 12 e 13 do art. 201 e o 9º do art. Regulamenta os 12 e 13 do art. 201 da 195 da Constituição Federal, para dispor sobre o Constituição Federal, para dispor sobre o sistema sistema especial

Leia mais

Adicional de periculosidade na profissão de engenheiro eletricista

Adicional de periculosidade na profissão de engenheiro eletricista Adicional de periculosidade na profissão de engenheiro eletricista Acimarney Correia Silva Freitas¹, Maurício Pereira Queiroz², Patrick D Orleans Farias Marinho 3, Paulo José Lima Gomes 4 ¹Orientador deste

Leia mais

NOVA NORMA REGULAMENTADORA N. 01 PREVENÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

NOVA NORMA REGULAMENTADORA N. 01 PREVENÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO NOVA NORMA REGULAMENTADORA N. 01 PREVENÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Histórico, desdobramentos e impactos. Gilmar da Cunha Trivelato Pesquisador Titular e membro do GT-NR 01 FUNDACENTRO AUDIÊNCIA

Leia mais