Literatura Infantojuvenil

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Literatura Infantojuvenil"

Transcrição

1 Nery Nice Biancalana Reiner Literatura Infantojuvenil Revisada por Nery Nice Biancalana Reiner (setembro/2012)

2 APRESENTAÇÃO É com satisfação que a Unisa Digital oferece a você, aluno(a), esta apostila de Literatura Infantojuvenil I, parte integrante de um conjunto de materiais de pesquisa voltado ao aprendizado dinâmico e autônomo que a educação a distância exige. O principal objetivo desta apostila é propiciar aos(às) alunos(as) uma apresentação do conteúdo básico da disciplina. A Unisa Digital oferece outras formas de solidificar seu aprendizado, por meio de recursos multidisciplinares, como chats, fóruns, aulas web, material de apoio e . Para enriquecer o seu aprendizado, você ainda pode contar com a Biblioteca Virtual: a Biblioteca Central da Unisa, juntamente às bibliotecas setoriais, que fornecem acervo digital e impresso, bem como acesso a redes de informação e documentação. Nesse contexto, os recursos disponíveis e necessários para apoiá-lo(a) no seu estudo são o suplemento que a Unisa Digital oferece, tornando seu aprendizado eficiente e prazeroso, concorrendo para uma formação completa, na qual o conteúdo aprendido influencia sua vida profissional e pessoal. A Unisa Digital é assim para você: Universidade a qualquer hora e em qualquer lugar! Unisa Digital

3 SUMÁRIO INTRODUÇÃO ORIGENS DA LITERATURA INFANTOJUVENIL Fontes Orientais Fontes Medievais As Novelas de Cavalaria e o Folclore do Nordeste Brasileiro Renascimento Resumo do Capítulo Atividades Propostas SÉCULO XVII - A CRIAÇÃO DA LITERATURA PARA CRIANÇAS Século XVIII - Pré-Romantismo Romantismo: Narrativas do Fantástico Maravilhoso Narrativas do Realismo Maravilhoso ou Mágico Novelística de Aventuras Narrativas do Realismo Humanitário Resumo do Capítulo Atividades Propostas PRECURSORES DA LITERATURA INFANTIL NO BRASIL Livros e Autores Brasil Século XX: Monteiro Lobato, o Inovador Dos Anos 1930 a Teatro Infantojuvenil Tendências da Literatura Infantil Atual Resumo do Capítulo Atividades Propostas O PAPEL DA LITERATURA INFANTOJUVENIL O que é Arte? O Lúdico na Literatura Infantojuvenil Resumo do Capítulo Atividades Propostas A CRIANÇA E A POESIA Como Escolher o Poema Poemas e Poetas Brasileiros Resumo do Capítulo Atividades Propostas PROSA Elementos Estruturais da Narrativa Espécies Narrativas Resumo do Capítulo Atividades Propostas... 47

4 RESPOSTAS COMENTADAS DAS ATIVIDADES PROPOSTAS REFERÊNCIAS APÊNDICE... 53

5 INTRODUÇÃO A Literatura Infantojuvenil é antes de tudo Arte. Como tal, representa o Mundo, o Homem, a Vida. Cada época da História da Humanidade, de uma forma ou de outra, contribuiu para a formação da Literatura para Crianças e Jovens. Canções de Ninar, Provérbios, Parlendas, Jogos, Brinquedos; Narrativas, como Mito, Lenda, Contos Populares, Contos Maravilhosos, Contos de Fadas, que passaram de pais para filhos, através da oralidade, serviram como base para formar esse Universo Maravilhoso que é a Literatura infantojuvenil. Começando pela Antiguidade, nosso curso passará pela Idade Média, Renascimento, Época Romântico-Realista, Pré-Modernismo e Modernismo, chegando ao Brasil Contemporâneo. Nesta viagem, no tempo e no espaço, penetrando em castelos e florestas encantadas, onde reis, rainhas, fadas, feiticeiras, bruxas, dragões, cavaleiros andantes, heróis, enfim, lutam, cada qual, usando seus poderes, trazendo- -nos um mundo cheio de magia e encantamento. Começaremos na Índia com Calila e Dimna, passaremos pelas Mil e uma Noites, pelas Novelas de Cavalaria, Narrativas do Fantástico-Maravilhoso, Perrault, Irmãos Grimm, Andersen, Lewis Carroll, Daniel Defoe, Jonathan Swift, Júlio Verne até chegar a Monteiro Lobato, o Inovador da Literatura Infantojuvenil no Brasil. Caminhando mais um pouco, chegaremos aos escritores contemporâneos como Bojunga Nunes, Ruth Rocha e outros. Em nosso curso de Literatura Infantojuvenil, daremos ênfase aos textos poéticos e lúdicos. A criança gosta de brincar e precisa brincar, também, com as palavras. Assim, veremos poemas de Cecília Meireles, Vinícius de Moraes, Manuel Bandeira e Manoel de Barros. Quanto à Prosa, analisaremos várias narrativas como Fábulas, Apólogo, Mito, Lenda, Conto Maravilhoso e Conto Maravilhoso de Fadas. Contando sempre com a ajuda de teóricos consagrados como Câmara Cascudo, Irene Machado, Laura Sandroni, Marisa Lajolo, Nelly Novaes Coelho e outros. Esperamos que você, ao final do módulo, possa ler diferentes textos e analisá-los, para que possa dividir esse seu saber com seus futuros alunos. Bom trabalho! Profa. Nery Reiner 5

6 1 ORIGENS DA LITERATURA INFANTOJUVENIL 1.1 Fontes Orientais Caro(a) aluno(a), você vai saber agora como tudo começou, quais as origens da literatura infantiljuvenil. Vamos lá? A existência de uma Literatura destinada especialmente às crianças é recente. Segundo Sandroni (1987), começou nos fins do século XVII, quando François de Sagnac Fénelon ( ) publicou Traité de l education des filles, oferecido às oito filhas do Duque de Beauvillier, na França. Fénelon escreveu também Telêmaco e outras obras inspiradas na Mitologia Grega e nas Fábulas. Queria o autor dar às crianças livros além dos tradicionais, que contavam a vida e o martírio dos santos ou que se relacionavam com temas da História Sagrada. Porém, a origem da Literatura Infantil está bem mais longe no tempo e no espaço. Muitas narrativas da Antiguidade atravessaram terras e mares e foram sendo passadas de pais para filhos, durante séculos. Essas narrativas vieram de longe, muito longe, até chegarem à Europa. Do Oriente, por exemplo, mais precisamente na Índia, por volta do século VI a.c., surgiram narrativas compiladas em uma obra chamada Calila e Dimna. A obra, escrita em sânscrito, foi tirada dos livros sagrados, do Pantchatantra. Nesta obra, dois chacais, Calila e Dimna, conversam e vão narrando várias estórias. A obra ficou famosa. Reis, príncipes, pessoas com cargos relevantes procuravam o livro para aprender como se manter no poder. No século VII d.c., Ibn Al-Mukafa, poeta e escritor nascido na Pérsia, fez uma tradução para o persa. Desta tradução, apareceram outras para o latim, para o espanhol, para o inglês, para o francês e assim por diante, até chegar ao Brasil. Uma das estórias é sobre um homem e uma serpente, conforme segue, resumidamente: Um homem que caminhava, viu uma cobra enregelada no meio da neve. Teve pena do animal, pegou-o e colocou-o dentro da camisa. Quando a cobra ficou aquecida, picou o generoso salvador. Este, quase morto, perguntou-lhe por que fizera tal ingratidão. A serpente respondeu-lhe: Como pode ser tão estúpido, pretendendo mudar o caráter natural que está na essência dos seres? A traição e a ingratidão formam a essência de minha natureza. Você deveria ter pensado nisto. Fonte: Essa estória faz parte das Fábulas de Esopo, escravo grego que viveu na Trácia, no século V a.c. Na realidade, estas estórias viajaram pelas diversas regiões da Terra e foram se incorporando ao acervo de cada povo. La Fontaine também a registra em suas Fábulas. Do Oriente, também, veio outra obra importante: As mil e uma noites. Uma série de narrativas que fazem parte das Origens da Literatura Infantil. Escrita em árabe, por autor desconhecido, encontrada por volta do século VIII d.c. A estrutura de As mil e uma noites, como a de Calila e Dimna, são semelhantes: uma estória deixa um gancho para a estória seguinte. Estrutura de encaixe, ou de caixa de surpresa. As mil e uma noites contam a estória de 7

7 Nery Nice Biancalana Reiner um sultão, Shariar, e de Sherazade. Resumidamente, é o seguinte: Deixando para trás o Oriente, vamos para a Europa, na época da Idade Média. É o período que Um sultão, Shariar, depois de ser traído pela esposa, torna-se um serial killer. Mandava o Vizir procurar uma bela moça virgem e trazê-la até o palácio. Casava-se com ela, e na manhã seguinte, antes do amanhecer, mandava matá-la. Assim, a jovem não teria tempo de traí-lo. No dia seguinte, mandava o Vizir procurar outra jovem e acontecia exatamente a mesma coisa. Com isso, as moças da aldeia foram acabando, até que surgiu Sherazade, uma linda jovem, virgem, culta, inteligente, astuta e filha do Vizir. br/2010/04/historia-da-rainha-sherazade. html O pai não queria levá-la, não queria que a moça morresse. Mas Sherazade insistiu e foi. Casou-se com o sultão e no dia seguinte, antes do amanhecer, começa a contar para o sultão a primeira estória: O mercador e o gênio. O sol apareceu e a moça parou a narrativa. O sultão ficou indignado, porque queria saber se o mercador tinha ou não morrido. A jovem disse-lhe que contaria o resto na madrugada do dia seguinte, se o sultão assim o permitisse. O sultão, curioso para saber o fim da estória, foi dando a Sherazade mais um dia de vida, até que se passaram mil e uma noites, equivalentes há três anos. Em três anos, Sherazade salvou Shariar, envolvendo-o com o fio de suas narrativas de tal modo que os dias foram se passando, o amor e os filhos chegando e enchendo de alegria o coração do sultão. 1.2 Fontes Medievais durou mil anos, que vai do século V ao XV, isto é, do fim do Império Romano até o Renascimento início dos Tempos Modernos. Imperava na Europa o Feudalismo, regime socioeconômico que deixava os Senhores Feudais de um lado e os vassalos e servos de outro: os vassalos para defenderem seus senhores com coragem e lealdade e os servos para plantar, colher e fazer todo tipo de serviço braçal. Faziam parte do cenário: o castelo, o rei, a rainha, os príncipes e princesas, os vassalos e os servos. Além dos feudos, a Europa estava vivendo o tempo das Cruzadas. Na própria palavra Cruzadas, já vemos a força da Religiosidade. Expedições conduzidas, principalmente, por nobres cristãos, entre br/2011/06/de-volta-idade-media.html. 8

8 Literatura Infantojuvenil 1095 e 1270, partiam da Europa para participarem da Guerra Santa contra os muçulmanos ou islâmicos com o objetivo de reconquistarem Jerusalém e o túmulo de Jesus. O Islamismo ou muçulmanismo foi criado pelo profeta árabe Maomé ( ). Juntando Feudalismo, Cruzadas, Senhor Feudal, rei, rainha, princesa, vassalos, servos, castelos, cavaleiros e a força da Religião, esta mistura, esta amálgama cultural, como um potencial extraordinário de vida, gerou narrativas e mais narrativas. Daí nasceram as Novelas de Cavalaria, entre os séculos XII e XIII: Estórias do rei Arthur, Os doze cavaleiros da Távola Redonda, A demanda do Santo Graal, Lancelot, Tristão e Isolda, Amadis de Gaula, Ricardo Coração de Leão, Canção de Rolando, Canção de Guilherme d Orange e outras. Seus temas básicos são as façanhas dos cavaleiros andantes que, de acordo com os códigos éticos da cavalaria e do amor cortês, viviam entre batalhas e lutando por suas amadas, sempre na defesa da Dama ou da Fé cristã. -Arthur-s-Excalibur-Hilt Curiosidade Rei Artur é uma figura lendária que teria comandado a defesa contra os invasores saxões chegados à Grã-Bretanha no início do século VI. O Rei Arthur teria levado Guinevere para morar com ele no Castelo. Porém, a bela jovem se apaixona por Lancelot, o mais fiel e valente cavaleiro do rei. 1.3 As Novelas de Cavalaria e o Folclore do Nordeste Brasileiro Saiba que trazidas pelos colonizadores portugueses, no século XVII, as Novelas de Cavalaria difundiram-se por todo o Brasil, porém só no ano de 1840 foi editada entre nós. As estórias ficaram gravadas na memória popular, encantando também as crianças. No Nordeste Brasileiro, as estórias medievais, importadas da Europa, ficaram registradas no Cordel Brasileiro. Entre os folhetos que continuam circulando nas feiras do Nordeste estão: História da princesa Magalona; Donzela Teodora; João de Calais e outras. 9

9 Nery Nice Biancalana Reiner Câmara Cascudo (1984) apresenta também a estória da princesa Magalona que, resumidamente, é a seguinte: A Princesa Magalona Pierre ou Pedro era filho único do Conde de Provença, D. João de Sollis e de sua esposa, filha do Duque de Albis. Pierre, jovem e esforçado cavaleiro, saiu para viajar e acabou chegando em Nápoles, onde o rei era conhecido pela beleza de sua filha Magalona. O jovem saiu da terra natal, levando três anéis dados por sua mãe e dizendo que seu nome era Cavaleiro das Chaves, em honra a São Pedro, seu padroeiro. Sem dizer seu nome verdadeiro e hierarquia, conhece Magalona. Os dois se apaixonam e resolvem fugir para se casar na Provença. Durante a fuga, a princesa adormece e uma ave de rapina arrebata-lhe o lenço vermelho que embrulhava os três anéis, dados por Pierre. O jovem persegue a ave ladra e esta lança ao mar o lenço vermelho. Pierre entra numa barca para recolher os anéis, mas a barca é arrastada por uma ventania, indo parar em alto mar. Um navio do sultão do Grão Cairo que por ali passava, recolheu a barca e Pierre. O jovem foi transformado em servo de confiança do sultão. Enquanto isso, Magalona acorda, chora, fica desesperada, quando não vê Pierre. Resolve prosseguir a viagem. Troca suas roupas de princesa por outra bem modesta e acaba chegando à Provença. Lá funda um hospital com as joias de família que levara. Os condes de Provença, pais de Pierre, sem saber de nada, tornam-se protetores da misteriosa benfeitora do hospital. Pierre deixa Alexandria, escondendo suas riquezas em barris cheios de sal. O navio que o conduz chega a uma ilha. O jovem desce e acaba adormecendo na praia. O navio prossegue a viagem e vai até a Provença. Os barris de sal são enviados para o hospital, como estava no endereço, para não despertar cobiça. Um pescador traz ao conde, pai de Pierre, um grande peixe em cujo ventre estava o lenço vermelho com os três anéis. Pierre foi recolhido por uns pescadores que o levam para o hospital da Provença. Noivo e noiva se encontram, ficando finalmente juntos. Os pais de Pierre preparam grande festa para o casamento. Os dois se casam, têm um filho que se torna rei de Nápoles. Além das Novelas de Cavalaria, gostaríamos de incluir também na novelística popular a obra de Boccacio, do século XIV; intitulada Decameron, significa dez jornadas ou dez dias, a qual oferecia um modelo de prosa ficcional bem-humorada, dando início a uma série de enredos cômicos que têm eco até hoje na Literatura Infantil. 10

10 Literatura Infantojuvenil 1.4 Renascimento Segundo Nelly Novaes Coelho (1985), foi durante o período histórico conhecido como Tempos Modernos, que vai do século XVI ao início do XX, que a Literatura Ocidental vai adquirir seu contorno próprio e alcançar o apogeu de suas formas. O Renascimento, movimento cultural que se propagou na Europa Ocidental com a nova imagem de homem no centro, isto é, o Antropocentrismo, fez surgir grandes transformações, não só de limites, mas também de ideias e costumes. Saiba mais Teocentrismo = Deus no centro Antropocentrismo = homem no centro Porém, o ponto alto do Renascimento foi a invenção da imprensa, por Gutenberg, em 1456, levando à publicação da Bíblia. O livro, a palavra escrita registrando acontecimentos de todos os tempos, permite ao homem tornar-se contemporâneo de todas as épocas: conviver com o presente, com o passado mais remoto e antecipar o futuro. Curiosidade A Bíblia é o livro mais impresso, mais vendido e mais lido de todos os tempos. Primeiro livro impresso por Gutenberg, nos meados do século XV. É incontável o número de edições e de exemplares publicados em cerca de 300 línguas diferentes. Compreende duas versões distintas: o Antigo Testamento, a Bíblia judaica, composta de três partes: o Pentateuco, os Profetas e os Escritos; e a Bíblia cristã, ou Novo Testamento, incluindo os quatro Evangelhos e os Atos dos Apóstolos, as Epístolas e os Proféticos (Apocalipse). Fonte: Dicionário Digital Aulete. Como base do movimento renovador do Renascimento, está o Humanismo: o novo Conhecimento do Homem, ao descobrir, no acervo deixado pela Antiguidade greco-romana, a ideia do homem liberal. Surgem a Arte idealista, harmoniosa, e uma Literatura voltada para os clássicos greco-romanos. Enquanto a literatura culta contava com obras de Boccacio e Camões, na literatura popularizante registram-se quatro obras, coletâneas de narrativas de origem oriental feitas pelos italianos Caravaggio, Basile, Croce e pelo português Trancoso. a. Gianfrancesco Caravaggio: Noites agradáveis, Narrativas de origem oriental, medieval e de fundo folclórico, onde predominam o fantástico e o maravilhoso dos contos populares. b. Gonçalo Fernandes Trancoso: Contos do Trancoso, c. Giovanni Battista Basile: Conto dos contos ou Pentameron, 1600, que fez entrar na Literatura Universal, pela primeira vez, A Gata Borralheira, Bela Adormecida, Branca de Neve e outros. 11

11 Nery Nice Biancalana Reiner d. Giulio Cesare Croce: Astúcias sutilíssimas de Bertoldo. Narrativas engraçadas sobre Bertoldo, herói simplório e desastrado. Atenção O Humanismo está na base do Renascimento. A literatura volta-se aos modelos da Antiguidade Clássica: Grécia e Roma Antigas são as fontes de inspiração. 1.5 Resumo do Capítulo A origem da Literatura Infantil está muito longe no tempo e no espaço. Muitas narrativas da Antiguidade atravessaram terras e mares e foram sendo passadas de pais para filhos durante séculos. Do Oriente, por exemplo, na Índia, por volta do século VI a.c., surgiram narrativas compiladas em uma obra chamada Calila e Dimna. Do Oriente, também, veio outra obra importante: As mil e uma noites. Uma série de narrativas que fazem parte das Origens da Literatura Infantil. Escrita em árabe, autor desconhecido, encontrada por volta do século VIII d.c. As mil e uma noites apresenta estrutura de encaixe, ou de caixa de surpresa. Na Europa, na Idade Média, surgem as Novelas de Cavalaria, entre os séculos XII e XIII: Estórias do rei Arthur, Os doze cavaleiros da Távola Redonda e outros. Durante o Renascimento, movimento cultural que se propagou na Europa Ocidental, com a nova imagem de homem no centro, isto é, o Antropocentrismo, surgiram grandes transformações, não só de limites, mas também de ideias e costumes. Enquanto a literatura culta contava com obras de Boccacio e Camões, na literatura popularizante, registram-se quatro obras, coletâneas de narrativas de origem oriental feitas pelos italianos Caravaggio, Basile, Croce e do português Trancoso. Agora que você conheceu um pouco sobre as fontes da literatura infantojuvenil, vamos verificar sua aprendizagem? 1.6 Atividades Propostas 1. Quais as fontes mais antigas da Literatura infantojuvenil? 2. Quando teve início a Literatura Infantojuvenil destinada especialmente para crianças? 12

12 2 SÉCULO XVII - A CRIAÇÃO DA LITERATURA PARA CRIANÇAS No início desta apostila, vimos que a Literatura Infantojuvenil surgiu na França, no século XVII, durante o reinado de Luís XIV, o Rei Sol, com a obra Aventuras de Telêmaco, de Fénelon. Ao mesmo tempo, surgem também La Fontaine, Charles Perrault e Mme. D Aulnoy. Jean de La Fontaine: Fábulas, 1668 La Fontaine, escrevendo em versos, deu forma definitiva às fábulas de Esopo, que se espalharam pelo mundo. As fábulas de La Fontaine são textos que denunciam a miséria, os desequilíbrios sociais ou injustiças de sua época. Você já leu alguma fábula de La Fontaine? São muito conhecidas as fábulas: O lobo e o cordeiro, A cigarra e a formiga, A raposa e as uvas e O leão e o ratinho que mostram a luta entre os opostos e a vitória da astúcia e da inteligência. Como exemplo, transcrevo, em paráfrase, a fábula A raposa e as uvas reescrita por La Fontaine, que você provavelmente já conhece. A raposa e as uvas Certo dia, uma raposa esfaimada, saiu caminhando pela floresta, em busca de alimento. De repente, viu uma parreira carregada de uvas maduras. Porém, estavam muito altas. Pulou, pulou, mas não conseguiu nada. Desanimada, foi embora dizendo: Ah! Estão verdes! Nisso, ouviu um ruído de folhas caindo e voltou rapidamente, imaginando serem uvas. Moral: quem desdenha quer comprar. Curiosidade Esopo é um lendário autor grego. Viveu na Antiguidade e é considerado o Pai da Fábula. As Fábulas de Esopo foram reescritas por Fedro e Jean de La Fontaine. 13

13 Nery Nice Biancalana Reiner Charles Perrault ( ): Contos de Mamãe Gansa, 1697 Grande poeta francês, Perrault entrou para a História escrevendo não poemas, mas narrativas para criança, desvalorizadas na época. Fazem parte dessa obra: A Bela Adormecida no Bosque, Chapeuzinho Vermelho, O Barba Azul, O Gato de Botas, As Fadas, A Gata Borralheira ou Cinderela, Henrique, o Topetudo e O Pequeno Polegar. Charles Perrault oid=2919&biografia=charles+perrault Mme. D Aulnoy: Contos de Fadas, 1698 Jovem baronesa, Marie Catherine de Barneville, Mme. D Aulnoy, publica seu livro Contos de Fadas. Estão incluídas na obra: O Pássaro Azul, O Ramo de Ouro e A princesa dos cabelos de ouro. François de Salignac Fénelon François de Salignac Fénelon nasceu no castelo da família, em Périgord, em Morreu em Desde cedo, estudou latim e grego. Era muito estudioso e conheceu as obras-primas da literatura clássica. Aventuras de Telêmaco, É uma novela pedagógica, unindo o conhecimento do passado, através da Mitologia Grego- -romana, até as imposições do presente. Fénelon, homem culto de alta moral e sagaz na compreensão da psicologia humana, escreve um verdadeiro tratado de educação moral e política, em dezoito volumes, que tinha por objetivo educar o filho do Rei Sol, o duque de Bourgogne, criança de sete anos, violenta, rebelde, orgulhosa, porém, inteligente e sensível. A novela é escrita à margem da Odisseia de Homero, onde Telêmaco é o filho de Ulisses/Odisseu, que sai em busca de notícias de seu pai. François de Salignac Fénelon Segundo Nelly Novaes Coelho (1985), o valor da obra As aventuras de Telêmaco, como obra para a juventude, está em seu núcleo problemático: o da busca do pai, isto é, o da procura das origens. Essa viagem permite ao ser humano conhecer-se, compreender-se melhor. Na obra, há que salientar, também, uma característica importantíssima: o espírito de solidariedade e fraternidade que está na base de todas as atitudes do herói e nos conselhos do seu mentor. 14

14 Literatura Infantojuvenil 2.1 Século XVIII - Pré-Romantismo Vimos que o centro do movimento literário, no Renascimento, foi na Itália. No século XVII, foi na França. Já no século XVIII, foi na Inglaterra com duas obras de ficção que, desde o primeiro momento, foram sucesso absoluto: Robinson Crusoé (1719) de Daniel Defoe e As Viagens de Gulliver (1726) de Jonathan Swift. Jonathan Swift Robinson Crusoé %D0%B0%D0%B9%D0%BB:Jonathan_Swift_ by_francis_bindon.jpg Gulliver Robinson Crusoé, depois de naufragar e instalar-se em uma ilha deserta, conta a estória do homem: a luta pela sobrevivência, o início da civilização, quando o homem fixou-se em um determinado lugar e começou a plantar e criar animais, provando o valor das forças intrínsecas do indivíduo. Gulliver, por outro lado, encontrando anões e gigantes, expressando o aparecimento do microscópio e do telescópio, descobertos na época, com o elogio aos houyhnhnnrs, nome dado aos cavalos por Swift, tenta mostrar a superioridade destes, em relação aos homens. 15

15 Nery Nice Biancalana Reiner 2.2 Romantismo: Narrativas do Fantástico Maravilhoso Irmãos Grimm Participantes do Círculo Cultural de Heidelberg, Alemanha, filólogos, folcloristas, estudiosos da mitologia germânica, Jacob ( ) e Wilhelm ( ) recolhem da memória popular as antigas narrativas conservadas pela tradição oral e publicam, entre 1812 e 1822, a obra Contos de fadas para crianças e adultos. Parafraseando Nelly Novaes Coelho (1985), os contos dos Irmãos Grimm são incluídos na área das narrativas do fantástico-maravilhoso, porque todas elas pertencem ao mundo do imaginário ou da fantasia. Exemplificando, temos: FÁBULAS, estórias onde animais dialogam, contendo uma lição de moral no final: A Raposa e o Gato, A Raposa e a Comadre, O Lobo e as Sete Cabras e outros. PARÁBOLA: O Lobo e o Homem. LENDAS: estórias ligadas ao início de uma cidade, de uma tribo, de uma planta do lugar: João Jogatudo, A Donzela que não tinha Mãos e O Diabo e a Avó. CONTOS DE ENIGMA: estórias que apresentam um enigma a ser decifrado: Enigma. CONTOS DIVERTIDOS: João, o Felizardo, O Alfaiate Valente, As Três Fiandeiras e outros. Hans Christian Andersen CONTOS DE ENCANTAMENTO, estórias que apresentam metamorfoses ou transformações por encantamento: O Corvo, A Dama e o Leão, O Príncipe Rã, A Alface Mágica e outros. CONTOS MARAVILHOSOS, estórias que apresentam o elemento mágico, sobrenatural: O Pescador e a Esposa, O Ganso de Ouro, Joãozinho e Maria, Chapeuzinho Vermelho, O pequeno Polegar e outros. O poeta e novelista Hans Christian Andersen ( ) nasceu na Dinamarca. Sintonizado com os ideais românticos de exaltação dos valores populares, com os ideais de fraternidade e generosidade, revela-se um grande escritor, trazendo à tona o espírito dos ingênuos, simples, dos puros 16

16 Literatura Infantojuvenil de coração. Entre a sua vasta obra, estão: O Patinho Feio, Os Sapatinhos Vermelhos, A Rainha Neve, O Rouxinol e o Imperador, O Soldadinho de Chumbo, A Pequena Vendedora de Fósforos, João e Maria, João Grande e João Pequeno, A Pequena Sereia e outros. Saiba mais Hans Christian Andersen nasceu no seio de uma família dinamarquesa muito pobre. Seu pai era sapateiro de saúde fraca e sua mãe lavadeira. Toda a família vivia e dormia num único quarto. O pai adorava contar-lhe estórias e construiu para ele um teatrinho de marionetes. Hans apresentava no seu teatro peças clássicas, tendo encenado até peças de Shakespeare com seus brinquedos. 2.3 Narrativas do Realismo Maravilhoso ou Mágico Lewis Carroll com amigos, incluindo três meninas: Alice Liddell, a heroína das aventuras, e suas irmãs: Lorina e Edith. Mais tarde escreveu Alice no País do Espelho. File:LewisCarrollSelfPhoto.jpg Foi o escritor Lewis Carroll ( ) quem, na Literatura Moderna, explorou de forma genial as possibilidades de fusão entre o maravilhoso e o cotidiano ao mesmo tempo em que usava o non-sense, o sem sentido, a graça e o ludismo. Incluem-se nessa linha, também, Collodi com a obra Pinocchio e J. M. Barrie com Peter Pan. Lewis Carroll, cujo nome verdadeiro era Charles Lutwidge Dodgson, é o grande nome das narrativas do Realismo Maravilhoso ou Mágico. Contemporâneo de Júlio Verne, filho de um pastor anglicano, Carroll escreveu sua grande obra Alice no país das maravilhas, em 1862, durante um passeio de barco pelo rio Tâmisa, quando passeava Alice Lidell -large-image Em Alice no País das Maravilhas, ao correr atrás de um coelho, que, apressado, consultava um relógio que tirava do colete, Alice acaba caindo em um poço profundíssimo. Chegando ao fim do poço, Alice encontra um lugar onde tudo acontecia ao contrário do natural ou convencional. Acaba vivendo situações engraçadas e absurdas. Nessa obra, Carroll faz uma desestruturação da linguagem que os leitores não ingleses não 17

17 Nery Nice Biancalana Reiner conseguem apreciar. Ele usa expressões idiomáticas, canções de ninar, cantigas folclóricas, poemas escolares, palavras paronímicas, jogos de palavras, enfim, palavras que provocam surpresa e diversão. Citaremos alguns exemplos: a Tartaruga, em vez de dizer: Reading = aprendia a ler, dizia reeling = aprendia a cambalear. Por esses trocadilhos, verificamos o grau de ludismo da obra. Além dessa subversão linguística, Carroll põe em relevo a relatividade das coisas, quando apresenta o problema do tamanho, por exemplo. Alice às vezes fica tão pequena, que não consegue pegar uma chave que está em cima de uma mesinha. Às vezes, tão grande, que não consegue sair pela porta da casa. O mesmo acontecia com os vocábulos: Writing = escrever Drawing = desenhar por writhing = torcer. por drawling = balbuciar. 2.4 Novelística de Aventuras Alexandre Dumas ( ) Júlio Verne ( ) com/tag/alexandre-dumas/ Novelista francês considerado um dos mais lidos e traduzidos no mundo. Escreveu, entre outras: Os Três Mosqueteiros, O Conde de Monte Cristo, A Rainha Margot. Considerado o pai da ficção científica. Suas narrativas são o modelo de aventura que mesclavam as conquistas da ciência e da técnica com a imaginação criadora. O escritor francês possuía um extraordinário conhecimento de geografia, geologia, astronomia, química, física etc., dando sempre apoio científico a suas invenções. Obra: Viagem ao centro da Terra, Da Terra à Lua, Vinte Mil Léguas Submarinas, A volta ao Mundo em Oitenta Dias e outros. 18

18 Literatura Infantojuvenil Robert Louis Stevenson ( ) Edgard Rice Burroughs ( ) Novelista e poeta inglês, autor de A Ilha do Tesouro e O Estranho Caso do Dr. Jekill e Mr. Hyde. Rudyard Kipling ( ) Novelista norte-americano. Autor de Tarzã dos Macacos, A Volta de Tarzã, As Feras de Tarzã, O Filho de Tarzã e outros. Novelista e poeta anglo-indiano. Escreveu: O Livro da Jângal, Mowgli, o Menino Lobo e Kim. 2.5 Narrativas do Realismo Humanitário Charles Dickens ( ) escrever as estórias que lhes contava em dias de chuva. Mandou-as para a Inglaterra e logo foram publicadas, conseguindo enorme sucesso. Escreveu: Novos Contos de Fadas, As Meninas Exemplares, As Férias, Memórias de um Burro, Os desastres de Sofia e O Anjo da Guarda. Edmundo de Amicis ( ) Um dos maiores romancistas, não só da Inglaterra, mas da Literatura Universal. Dickens demonstrava enorme simpatia aos pobres, aos humildes e, principalmente, às crianças exploradas. Um dos motivos de sua obra é a criança infeliz. Esse problema está em suas obras: Aventuras de Oliver Twist e Davis Coperfield. Condessa de Ségur ( ) Na linha humanitária, destaca-se a obra da Condessa de Ségur, russa por nascimento, francesa por matrimônio, viveu entre um pai autoritário e uma mãe inflexível em suas virtudes e severidade. Tornou-se escritora tarde, já avó; quando suas netas queridas se mudaram para Londres, ela resolve Amicis escreveu Coração com o objetivo de oferecer um novo livro para as crianças italianas. Foi um sucesso imediato. Foram feitas novas edições e traduções, tornando-se um escritor conhecido e respeitado. A estrutura narrativa de Coração é como um diário que o menino Enrico, de 13 anos, vai escrevendo, a cada dia, comentando as experiências de sua vida escolar, as qualidades e defeitos de seus colegas de turma e de outras pessoas com quem convivia. Entre as virtudes estão: a generosidade, o heroísmo, a inteligência a serviço da bondade, a força de vontade e outras. Como defeitos, ele cita: a inveja, a mentira, a dissimulação, a desonestidade e outras. O livro Coração começou a ser lido, no Brasil, nos fins do século XIX e continuou como sucesso até meados do século XX. 19

19 Nery Nice Biancalana Reiner 2.6 Resumo do Capítulo A Literatura escrita para crianças surgiu na França, no século XVII, durante o reinado de Luís XIV, o Rei Sol, com a obra Aventuras de Telêmaco, de Fénelon. Ao mesmo tempo, surgem também La Fontaine, Charles Perrault e Mme. D Aulnoy. No século XVIII, na Inglaterra, surgem duas obras de ficção que, desde o primeiro momento, foram sucesso absoluto: Robinson Crusoé de Daniel Defoe e As Viagens de Gulliver de Jonathan Swift. No século XIX, na Alemanha, Jacob e Wilhelm Grimm publicam a obra Contos de fadas para crianças e adultos. Na Dinamarca, Hans Christian Andersen escreve: O Patinho Feio, O Soldadinho de Chumbo e outros. Foi o escritor Lewis Carroll quem, na Literatura Moderna, explorou de forma genial as possibilidades de fusão entre o maravilhoso e o cotidiano com a obra Alice no País das Maravilhas. Incluem-se nessa linha, também, Collodi com a obra Pinocchio e J. M. Barrie com Peter Pan. Entre as estórias de aventuras surgem: Alexandre Dumas; Júlio Verne considerado o pai da ficção científica; Robert Louis Stevenson, autor de A Ilha do Tesouro; Rudyard Kipling, que nos deixou Mowgli, o Menino Lobo; e Edgard Rice Burroughs, novelista norte-americano autor de A Volta de Tarzã, As Feras de Tarzã e outros. Nas Narrativas do Realismo Humanitário, surgem: Charles Dickens com as obras Aventuras de Oliver Twist e Davis Coperfield; Condessa de Ségur com Novos Contos de Fadas; e Edmundo de Amicis com a obra Coração. Após todas as informações deste capítulo, estou segura de que você está preparado(a) para verificarmos a sua aprendizagem. Então, ao trabalho! 2.7 Atividades Propostas 1. Qual o escritor que, na Literatura Moderna, explorou de forma genial a fusão entre o Maravilhoso e o Cotidiano? Cite duas obras do referido autor. 2. Como você poderia resumir a estória de Robinson Crusoé? 20

20 3 PRECURSORES DA LITERATURA INFANTIL NO BRASIL Caro(a) aluno(a), Neste capítulo, trataremos dos primeiros escritores que se preocuparam com uma literatura direcionada ao público infantil. Para começarmos, veja o que a professora Nelly nos diz sobre isso. As obras pioneiras, analisadas, em conjunto, adaptações, traduções ou originais, revelam, segundo Nelly Novaes Coelho (1987), a natureza da educação recebida pelos brasileiros, desde os meados do século XIX. Esta era orientada para consolidar um sistema herdado: uma mistura de feudalismo, aristocratismo, escravagismo, liberalismo e positivismo. Os pilares desse sistema seriam: 1. Nacionalismo: ênfase na língua falada no Brasil. Culto das origens, amor pela terra; 2. Intelectualismo: valorização do estudo, do livro, do saber; 3. Tradicionalismo cultural: valorização das grandes obras do passado, como modelo de cultura; 4. Moralismo e Religiosidade: valorização da retidão de caráter, honestidade, solidariedade, fraternidade, pureza de corpo e alma, dentro dos preceitos cristãos. 3.1 Livros e Autores O Livro do Povo 1861 Antônio Marques Rodrigues. O Método de Abílio 1868 Abílio César Borges. O Amiguinho Nhonhô 1882 Meneses Vieira. Contos Infantis 1886 Júlia Lopes de Almeida. Cartilha das Mães 1895 Arnaldo de Oliveira Barreto. Antologia Nacional 1895 Fausto Barreto e Carlos de Laet. Contos da Carochinha 1896 Figueiredo Pimentel. Livro das Crianças 1897 Zalina Rolim. O Livro da Infância 1899 Francisca Júlia. O Tico-Tico 1905 Histórias em Quadrinhos. Era uma vez 1908 Cazuza 1938 Viriato Correia. Através do Brasil 1910 Olavo Bilac e Manuel Bonfim. Saudade 1919 Tales de Andrade. 21

Sistema de Ensino CNEC. 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome:

Sistema de Ensino CNEC. 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome: 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome: A literatura infantil surgiu no século XVII, no intuito de educar as crianças moralmente. Em homenagem ao escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, foi criado

Leia mais

Projetos. Outubro 2012

Projetos. Outubro 2012 Projetos Outubro 2012 Assunto de gente grande para gente pequena. No mês de outubro os brasileiros foram às urnas para eleger prefeitos e vereadores e a Turma da Lagoa não poderia ficar fora deste grande

Leia mais

Apoio: Patrocínio: Realização:

Apoio: Patrocínio: Realização: 1 Apoio: Patrocínio: Realização: 2 CINDERELA 3 CINDERELA Cinderela era uma moça muito bonita, boa, inteligente e triste. Os pais tinham morrido e ela morava num castelo. A dona do castelo era uma mulher

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

PROJETO DE LEITURA PRÉ-LEITURA

PROJETO DE LEITURA PRÉ-LEITURA PROJETO DE LEITURA PRÉ-LEITURA ATIVIDADES ANTERIORES À LEITURA INTENÇÃO: LEVANTAR HIPÓTESES SOBRE A AUTORA, SOBRE O LIVRO, INSTIGAR A CURIOSIDADE E AMPLIAR O REPERTÓRIO DO ALUNO Para o professor Ou isto

Leia mais

1. O que é Folclore? Uma análise histórica e crítica do conceito.

1. O que é Folclore? Uma análise histórica e crítica do conceito. Objetivos Proporcionar o entendimento das características gerais do processo folclórico brasileiro; Estruturar o profissional de Eventos para conhecer particularidades de alguns acontecimentos que envolvem

Leia mais

3º Ano. O amor é paciente. I Coríntios 13:4. Roteiro Semanal de Atividades de Casa (15 a 19 de abril de 2013)

3º Ano. O amor é paciente. I Coríntios 13:4. Roteiro Semanal de Atividades de Casa (15 a 19 de abril de 2013) 3º Ano O amor é paciente. I Coríntios 13:4 Roteiro Semanal de Atividades de Casa (15 a 19 de abril de 2013) 18 de Abril - Dia Nacional do Livro Infantil conhecimento. Nos livros aprendemos sobre nós mesmos

Leia mais

Poesia A Arte de brincar e aprender com as palavras. Prof. José Urbano

Poesia A Arte de brincar e aprender com as palavras. Prof. José Urbano Poesia A Arte de brincar e aprender com as palavras Prof. José Urbano O que vamos pensar: A Literatura e a Sociedade Funções e desdobramentos da Literatura Motivação Poesia Em hipótese alguma a literatura

Leia mais

CONTO LITERÁRIO: UM INCENTIVO À LEITURA RESUMO

CONTO LITERÁRIO: UM INCENTIVO À LEITURA RESUMO CONTO LITERÁRIO: UM INCENTIVO À LEITURA * Lúcia Helena dos Santos Mattos * Mônica Rejiane Bierhals * Renata Faria Amaro da Silva ** Adriana Lemes RESUMO Como estimular a leitura através do conto literário?

Leia mais

PROJETO MONTEIRO LOBATO

PROJETO MONTEIRO LOBATO PROJETO MONTEIRO LOBATO Turma - Jardim II e 1 ano Professoras Maria Gonilde Bittencourt e Janete Terezinha Bittencourt Colaboradores: prof. Reginaldo (música) e Coord. Ped. Andréa Lucena Cardoso Ano 2010

Leia mais

Na sala de aula com as crianças

Na sala de aula com as crianças O CD Rubem Alves Novas Estórias, volume 3, abre novas janelas de oportunidade para quem gosta da literatura. Através do audiolivro podemos apreciar encantadoras histórias e deixar fluir a imaginação. Rubem

Leia mais

Menu. Comidas típicas. Contribuições para o Brasil e Ijuí. Significado da bandeira Árabe. Costumes

Menu. Comidas típicas. Contribuições para o Brasil e Ijuí. Significado da bandeira Árabe. Costumes Árabes Componentes: Sabrina, Lucille,Giovana, M, Lucas C, João Vitor Z, Samuel. Disciplina: Estudos Sociais, Informática Educativa, Língua Portuguesa. Professores: Uiliam Michael, Cristiane Keller, Daniele

Leia mais

Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler. Unidade I:

Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler. Unidade I: Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler Unidade I: 0 Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler Olá Alunos, Na unidade anterior conhecemos e discutimos um pouco a respeito

Leia mais

Jussara Braga. Suplemento do professor Elaborado por Camila Tardelli da Silva. Ilustrações de Rogério Borges

Jussara Braga. Suplemento do professor Elaborado por Camila Tardelli da Silva. Ilustrações de Rogério Borges Jussara Braga Suplemento do professor Elaborado por Camila Tardelli da Silva Ilustrações de Rogério Borges 1 O desejo das águas é um livro poético escrito em prosa, mas cheio de poesia e lirismo. Por isso,

Leia mais

Escolha PNBE 2005 Catálogo acervo 15

Escolha PNBE 2005 Catálogo acervo 15 101317 O toque de ouro Nathaniel Hawthorne Editora 34 O rei Midas acreditava que a maior felicidade da vida seria deixar para sua filha um reino repleto de ouro. Com essa idéia na cabeça faz um pedido

Leia mais

Notícias do grupo. REUNIÃO DE PAIS 1º ANO B e C 1º SEMESTRE/2011 PROFESSORAS:CRIS E JULIANA 21/3/2011

Notícias do grupo. REUNIÃO DE PAIS 1º ANO B e C 1º SEMESTRE/2011 PROFESSORAS:CRIS E JULIANA 21/3/2011 REUNIÃO DE PAIS 1º ANO B e C 1º SEMESTRE/2011 PROFESSORAS:CRIS E JULIANA Notícias do grupo QUANDO EU TINHA UM ANO, EU ESTAVA APENAS COMEÇANDO. QUANDO EU TINHA DOIS, EU ERA QUASE NOVO. QUANDO EU TINHA TRÊS,

Leia mais

IMPORTÂNCIA DOS CONTOS INFANTIS PARA EDUCAÇÃO

IMPORTÂNCIA DOS CONTOS INFANTIS PARA EDUCAÇÃO IMPORTÂNCIA DOS CONTOS INFANTIS PARA EDUCAÇÃO Magna Flora de Melo Almeida Ouriques 1 Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) mellomagna@gmail.com Co-Autor Renan de Oliveira Silva 2 rennanoliveira8@gmail.com

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA. Elaborada por Ana Carolina Carvalho

PROPOSTA PEDAGÓGICA. Elaborada por Ana Carolina Carvalho PROPOSTA PEDAGÓGICA Elaborada por Ana Carolina Carvalho PROPOSTA PEDAGÓGICA Crianças do Brasil Suas histórias, seus brinquedos, seus sonhos elaborada por ANA CAROLINA CARVALHO livro de JOSÉ SANTOS ilustrações

Leia mais

POESIA PRA QUÊ TE QUERO? UMA PERSPECTIVA DO TRABALHO COM POESIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

POESIA PRA QUÊ TE QUERO? UMA PERSPECTIVA DO TRABALHO COM POESIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL POESIA PRA QUÊ TE QUERO? UMA PERSPECTIVA DO TRABALHO COM POESIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Rita de Cássia Rangel Alves Rita.alves_2007@hotmail.com Paula Sabrina Barbosa de Albuquerque Paulasabrina.ba@hotmail.com

Leia mais

Circuito de Oficinas: Mediação de Leitura em Bibliotecas Públicas

Circuito de Oficinas: Mediação de Leitura em Bibliotecas Públicas Circuito de Oficinas: Mediação de Leitura em Bibliotecas Públicas outubro/novembro de 2012 Literatura na escola: os contos maravilhosos, contos populares e contos de fadas. Professora Marta Maria Pinto

Leia mais

Projeto Conto de Fadas

Projeto Conto de Fadas Projeto Conto de Fadas 1. Título: Tudo ao contrário 2. Dados de identificação: Nome da Escola: Escola Municipal Santo Antônio Diretora: Ceriana Dall Mollin Tesch Coordenadora do Projeto: Mônica Sirtoli

Leia mais

Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto

Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto 3 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO

Leia mais

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos.

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos. 1) Como está sendo a expectativa do escritor no lançamento do livro Ser como um rio que flui? Ele foi lançado em 2006 mas ainda não tinha sido publicado na língua portuguesa, a espera do livro pelos fãs

Leia mais

LITERATURA INFANTIL E JUVENIL E A FORMAÇÃO DE LEITORES NA BIBLIOTECA ESCOLAR. Lília Santos

LITERATURA INFANTIL E JUVENIL E A FORMAÇÃO DE LEITORES NA BIBLIOTECA ESCOLAR. Lília Santos LITERATURA INFANTIL E JUVENIL E A FORMAÇÃO DE LEITORES NA BIBLIOTECA ESCOLAR Lília Santos NA BIBLIOTECA ESCOLAR, a MEDIAÇÃO com crianças e jovens acontece o tempo todo. É preciso ter atenção com os conteúdos

Leia mais

Como utilizar este caderno

Como utilizar este caderno INTRODUÇÃO O objetivo deste livreto é de ajudar os grupos da Pastoral de Jovens do Meio Popular da cidade e do campo a definir a sua identidade. A consciência de classe, ou seja, a consciência de "quem

Leia mais

Informativo G3 Abril 2011 O início do brincar no teatro

Informativo G3 Abril 2011 O início do brincar no teatro Informativo G3 Abril 2011 O início do brincar no teatro Professora Elisa Brincar, explorar, conhecer o corpo e ouvir histórias de montão são as palavras que traduzem o trabalho feito com o G3. Nesse semestre,

Leia mais

JESUS, MOISÉS E ELIAS Lição 30. 1. Objetivos: Mostrar que Jesus está sobre todas as pessoas porque é o filho de Deus..

JESUS, MOISÉS E ELIAS Lição 30. 1. Objetivos: Mostrar que Jesus está sobre todas as pessoas porque é o filho de Deus.. JESUS, MOISÉS E ELIAS Lição 30 1 1. Objetivos: Mostrar que Jesus está sobre todas as pessoas porque é o filho de Deus.. 2. Lição Bíblica: Mateus 17.1-13; Marcos 2.1-13; Lucas 9.28-36 (Leitura bíblica para

Leia mais

Caracterização da Escola

Caracterização da Escola 28 O CORDEL DOS TIRADENTES Flávia Helena Pontes Carneiro* helena.flavia@gmail.com *Graduada em Pedagogia, Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, Professora

Leia mais

PARA SABER MAIS. Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES GUIA DE LEITURA. Cabe aqui na minha mão!

PARA SABER MAIS. Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES GUIA DE LEITURA. Cabe aqui na minha mão! CLÁUDIO MARTINS & MAURILO ANDREAS PARA SABER MAIS Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES LÚCIA HIRATSUKA JASON GARDNER Priscilla Kellen Cabe aqui na minha mão! Frutas GUIA

Leia mais

PARA SABER MAIS. Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES GUIA DE LEITURA. Cabe aqui na minha mão!

PARA SABER MAIS. Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES GUIA DE LEITURA. Cabe aqui na minha mão! CLÁUDIO MARTINS & MAURILO ANDREAS PARA SABER MAIS Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES LÚCIA HIRATSUKA JASON GARDNER Priscilla Kellen Cabe aqui na minha mão! Frutas GUIA

Leia mais

Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância

Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância Me. Tony Aparecido Moreira tony.educ@gmail.com Denise Watanabe de.wtnb@gmail.com Dr. José Milton de Lima miltonlima@fct.unesp.br

Leia mais

O trabalho com as cantigas e parlendas

O trabalho com as cantigas e parlendas O trabalho com as cantigas e parlendas nós na sala de aula - módulo: língua portuguesa 1º ao 3º ano - unidade 4 Cantigas e parlendas ajudam a introduzir a criança no mundo da leitura. Isso porque são textos

Leia mais

SERVIÇO DE PÚBLICOS E DESENVOLVIMENTO CULTURAL DIRECÇÃO DA CULTURA DA SCML

SERVIÇO DE PÚBLICOS E DESENVOLVIMENTO CULTURAL DIRECÇÃO DA CULTURA DA SCML SERVIÇO DE PÚBLICOS E DESENVOLVIMENTO CULTURAL DIRECÇÃO DA CULTURA DA SCML Largo Trindade Coelho 1200-470 Lisboa Tel. 213 235 233/824/065 www.scml.pt/ www.museu-saoroque.com info@museu-saoroque.com Transportes

Leia mais

Os 3 Passos da Fluência - Prático e Fácil!

Os 3 Passos da Fluência - Prático e Fácil! Os 3 Passos da Fluência - Prático e Fácil! Implemente esses 3 passos para obter resultados fantásticos no Inglês! The Meridian, 4 Copthall House, Station Square, Coventry, Este material pode ser redistribuído,

Leia mais

POEMAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: A LEITURA REALIZADA ATRAVÉS DE BRINCADEIRAS Elaine da Silva Reis UFPB elainereis1406@gmail.

POEMAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: A LEITURA REALIZADA ATRAVÉS DE BRINCADEIRAS Elaine da Silva Reis UFPB elainereis1406@gmail. POEMAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: A LEITURA REALIZADA ATRAVÉS DE BRINCADEIRAS Elaine da Silva Reis UFPB elainereis1406@gmail.com 1 INTRODUÇÃO Os estudos mais recentes que tomam a Educação Infantil como objeto

Leia mais

E.E.I.E.F SÃO FRANCISCO ROTEIRO DO CURTA METRAGEM TEMA: A LENDA DA PEDRA DA BATATEIRA- MITO E REALIDADE 1ª PARTE

E.E.I.E.F SÃO FRANCISCO ROTEIRO DO CURTA METRAGEM TEMA: A LENDA DA PEDRA DA BATATEIRA- MITO E REALIDADE 1ª PARTE E.E.I.E.F SÃO FRANCISCO ROTEIRO DO CURTA METRAGEM TEMA: A LENDA DA PEDRA DA BATATEIRA- MITO E REALIDADE 1ª PARTE De inicio nos reunimos com alguns monitores do Programa Mais Educação para realizarmos a

Leia mais

2. 1 A poesia trovadoresca - Leitura de cantigas de amor e de amigo semântico, sintático, lexical e sonoro;

2. 1 A poesia trovadoresca - Leitura de cantigas de amor e de amigo semântico, sintático, lexical e sonoro; EIXO TEMÁTICO: 1 TEXTO LITERÁRIO E NÃO LITERÁRIO 1) Analisar o texto em todas as suas dimensões: semântica, sintática, lexical e sonora. 1. Diferenciar o texto literário do não-literário. 2. Diferenciar

Leia mais

LITERATURA INFANTIL: UMA POSSIBILIDADE DE ENSINO E APRENDIZAGEM COM ENCANTO

LITERATURA INFANTIL: UMA POSSIBILIDADE DE ENSINO E APRENDIZAGEM COM ENCANTO Anais da Semana de Pedagogia da UEM ISSN Online: 2316-9435 XX Semana de Pedagogia da UEM VIII Encontro de Pesquisa em Educação / I Jornada Parfor LITERATURA INFANTIL: UMA POSSIBILIDADE DE ENSINO E APRENDIZAGEM

Leia mais

Questões Estruturais do Currículo

Questões Estruturais do Currículo Questões Estruturais do Currículo Embora as questões abaixo sejam divididas em três níveis gerais de ensino, muitas delas podem ser usadas em praticamente qualquer série. Questões Estruturais do Currículo

Leia mais

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências boletim Jovem de Futuro ed. 04-13 de dezembro de 2013 Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências O Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013 aconteceu de 26 a 28 de novembro.

Leia mais

História da Arte - Linha do Tempo

História da Arte - Linha do Tempo História da Arte - Linha do Tempo PRÉ- HISTÓRIA (1000000 A 3600 a.c.) Primeiras manifestações artísticas. Pinturas e gravuras encontradas nas paredes das cavernas. Sangue de animais, saliva, fragmentos

Leia mais

Conheça as peças teatrais que fazem parte do 1º volume da coleção, sugeridas para crianças de 7 e 8 anos.

Conheça as peças teatrais que fazem parte do 1º volume da coleção, sugeridas para crianças de 7 e 8 anos. Conheça as peças teatrais que fazem parte do 1º volume da coleção, sugeridas para crianças de 7 e 8 anos. Apresentação das peças com notas da autora Ruth Salles. Para comprar acesse aqui. Peças sugeridas

Leia mais

COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE

COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE Literatura Infantil aspectos a serem desenvolvidos A natureza da Literatura Infanto-Juvenil está na Literatura e esta é uma manifestação artística. Assim,

Leia mais

Tripulação do Maternal A e as viagens com os piratas.

Tripulação do Maternal A e as viagens com os piratas. RELATÓRIO DE GRUPO MATERNAL A 2º SEMESTRE DE 2014 Professora: Jéssica Oliveira Professora auxiliar: Elizabeth Fontes Coordenação: Lucy Ramos Torres Tripulação do Maternal A e as viagens com os piratas.

Leia mais

Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à obra!

Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à obra! ROTEIRO DE ESTUDOS DE LITERATURA PARA A 3ª ETAPA 2ª SÉRIE Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à

Leia mais

Lindo e Triste Brasil

Lindo e Triste Brasil SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA DATA: 07 / / 0 II AVALIAÇÃO ESPECIAL DE GEOGRAFIA 5.º ANO/EF UNIDADE: ALUNO(A): Nº: TURMA: PROFESSOR(A): VALOR: 0,0 MÉDIA:

Leia mais

História da Música Ocidental

História da Música Ocidental História da Música Ocidental A Música na Idade Média e no Renascimento Música medieval é o nome dado à música típica do período da Idade Média. Essas práticas musicais aconteceram há quase 1500 anos atrás.

Leia mais

Relatório de Grupo. 1º Semestre/2015

Relatório de Grupo. 1º Semestre/2015 Relatório de Grupo 1º Semestre/2015 Turma: Maternal B Professora: Larissa Galvão de Lima Professora auxiliar: Giseli Jancoski Floriano Coordenação: Lucy Ramos Torres Professora: Eleonora Dantas Brum Professora

Leia mais

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar MELHORES MOMENTOS Expressão de Louvor Acordar bem cedo e ver o dia a nascer e o mato, molhado, anunciando o cuidado. Sob o brilho intenso como espelho a reluzir. Desvendando o mais profundo abismo, minha

Leia mais

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SEED/MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA MÍDIAS NA EDUCAÇÃO.

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SEED/MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA MÍDIAS NA EDUCAÇÃO. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SEED/MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA MÍDIAS NA EDUCAÇÃO Ieda Maria Alves de Souza Laura Jane Pereira Fernandes Lia Jussara Leães

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA FUNDAMENTAL CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA FUNDAMENTAL CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA FUNDAMENTAL 6 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP UNIDADE DE ESTUDO 06 OBJETIVOS - Localizar, na História, a Idade Média;

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR Katia Maria de Oliveira CUSTODIO, Ketulem Cristina Vieira ARANTES, Ducéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES. Ângela Aparecida DIAS Departamento de Educação,UFG

Leia mais

Histórias Divertidas De Animais

Histórias Divertidas De Animais Histórias Divertidas De Animais Para ler e pintar Helena Akiko Kuno Histórias Divertidas De Animais 1ª. Edição São Paulo - 2013 Copyright@2013 by Helena Akiko Kuno Projeto gráfico Sheila Ferreira Kuno

Leia mais

Concurso Literário. O amor

Concurso Literário. O amor Concurso Literário O Amor foi o tema do Concurso Literário da Escola Nova do segundo semestre. Durante o período do Concurso, o tema foi discutido em sala e trabalhado principalmente nas aulas de Língua

Leia mais

Autor (a): Januária Alves

Autor (a): Januária Alves Nome do livro: Crescer não é perigoso Editora: Gaivota Autor (a): Januária Alves Ilustrações: Nireuda Maria Joana COMEÇO DO LIVRO Sempre no fim da tarde ela ouvia no volume máximo uma musica, pois queria

Leia mais

CONCREGAÇÃO DAS IRMÃS MISSIONÁRIAS DA IMACULADA CONCEIÇÃO COLÉGIO SANTA CLARA PROJETO: SARAU DE POESIA

CONCREGAÇÃO DAS IRMÃS MISSIONÁRIAS DA IMACULADA CONCEIÇÃO COLÉGIO SANTA CLARA PROJETO: SARAU DE POESIA CONCREGAÇÃO DAS IRMÃS MISSIONÁRIAS DA IMACULADA CONCEIÇÃO COLÉGIO SANTA CLARA PROJETO: SARAU DE POESIA SANTARÉM-PARÁ 2010 I- IDENTIFICAÇÃO: COLÉGIO SANTA CLARA DIRETORA: Irmã Gizele Maria Pereira Marinho

Leia mais

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Meditação Crianças de 10 a 11 anos NOME: DATA: 03/03/2013 PROFESSORA: A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Versículos para decorar: 1 - O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida. (Jó 33:4)

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Expressar curiosidade e desejo de saber; Reconhecer aspetos do mundo exterior mais próximo; Perceber a utilidade de usar os materiais do seu quotidiano;

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014 Atividades Pedagógicas Agosto 2014 EM DESTAQUE Acompanhe aqui um pouco do dia-a-dia de nossos alunos em busca de novos aprendizados. ATIVIDADES DE SALA DE AULA GRUPO II A GRUPO II B GRUPO II C GRUPO II

Leia mais

PROJETO DE LEITURA PRÉ-LEITURA ATIVIDADES ANTERIORES À LEITURA

PROJETO DE LEITURA PRÉ-LEITURA ATIVIDADES ANTERIORES À LEITURA PROJETO DE LEITURA PRÉ-LEITURA ATIVIDADES ANTERIORES À LEITURA INTENÇÃO: LEVANTAR HIPÓTESES SOBRE A HISTÓRIA, INSTIGAR A CURIOSIDADE E AMPLIAR O REPERTÓRIO DO ALUNO. Antes de você iniciar a leitura do

Leia mais

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636 A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER NO UNIVERSO INFANTIL Ana Maria Martins anna_1280@hotmail.com Karen de Abreu Anchieta karenaanchieta@bol.com.br Resumo A importância do ato de ler no cotidiano infantil é de

Leia mais

1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome: Responda a este teste e descubra se você conhece os personagens dos contos de fadas.

1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome: Responda a este teste e descubra se você conhece os personagens dos contos de fadas. 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome: Responda a este teste e descubra se você conhece os personagens dos contos de fadas. 1) Do que são feitas as casas dos três porquinhos? a) Plástico, cimento e

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Outubro 2013

Atividades Pedagógicas. Outubro 2013 Atividades Pedagógicas Outubro 2013 EM DESTAQUE Acompanhe aqui um pouco do dia-a-dia de nossos alunos em busca de novos aprendizados. ATIVIDADES DE SALA DE AULA GRUPO IV A GRUPO IV B GRUPO IV C GRUPO IV

Leia mais

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL EVELISE RAQUEL DE PONTES (UNESP). Resumo O ato de contar histórias para crianças da educação infantil é a possibilidade de sorrir, criar, é se envolver com

Leia mais

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS BRASÍLIA ECHARDT VIEIRA (CENTRO DE ATIVIDADES COMUNITÁRIAS DE SÃO JOÃO DE MERITI - CAC). Resumo Na Baixada Fluminense, uma professora que não está atuando no magistério,

Leia mais

2. O fato folclórico

2. O fato folclórico (...) O folclore, apesar de não percebermos, acompanha a nossa existência e tem grande influência na nossa maneira de pensar, sentir e agir. Quando crianças fomos embalados pelas cantigas de ninar e pelos

Leia mais

Valquiria Floriani Munzfeld

Valquiria Floriani Munzfeld A Blu Editora conquistou um importante espaço no mercado editorial, em pouco mais de três anos. Consolidamos a marca como sinônimo de qualidade e nossos produtos são, hoje, opções para todos os gostos

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

Bíblia para crianças. apresenta O SÁBIO REI

Bíblia para crianças. apresenta O SÁBIO REI Bíblia para crianças apresenta O SÁBIO REI SALOMÃO Escrito por: Edward Hughes Ilustradopor:Lazarus Adaptado por: Ruth Klassen O texto bíblico desta história é extraído ou adaptado da Bíblia na Linguagem

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO 1

PROJETO PEDAGÓGICO 1 PROJETO PEDAGÓGICO 1 Projeto Pedagógico Por Beatriz Tavares de Souza* Título: Maricota ri e chora Autor: Mariza Lima Gonçalves Ilustrações: Andréia Resende Formato: 20,5 cm x 22 cm Número de páginas: 32

Leia mais

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2010. Infantil II Segmento I

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2010. Infantil II Segmento I Colégio Cor Jesu Brasília DF Plano de Curso 2010 Infantil II Segmento I PLANO DE CURSO 2009 INFANTIL II Disciplina: ARTES Série: INFANTIL II Segmento: I COMPETÊNCIAS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS -

Leia mais

ROMANTISMO EM PORTUGAL E NO BRASIL

ROMANTISMO EM PORTUGAL E NO BRASIL AULA 10 LITERATURA PROFª Edna Prado ROMANTISMO EM PORTUGAL E NO BRASIL I - CONTEXTO HISTÓRICO Na aula passada nós estudamos as principais características do Romantismo e vimos que a liberdade era a mola

Leia mais

SUMÁRIO EU E MEUS COLEGAS... 8 A CASA: ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA COM MEUS FAMILIARES... 18 A ESCOLA: ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA COM MEUS COLEGAS...

SUMÁRIO EU E MEUS COLEGAS... 8 A CASA: ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA COM MEUS FAMILIARES... 18 A ESCOLA: ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA COM MEUS COLEGAS... SUMÁRIO 1 EU E MEUS COLEGAS... 8 FAZENDO AMIGOS... 8 BRINCAR É CONVIVER COM OS AMIGOS... 10 VAMOS CIRANDAR?... 12 O MAPA DA MINHA MÃO... 16 PARA LER... 17 2 A CASA: ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA COM MEUS FAMILIARES...

Leia mais

Convite. Poesia é brincar com palavras como se brinca com bola, papagaio, pião. Só que bola, papagaio, pião de tanto brincar se gastam.

Convite. Poesia é brincar com palavras como se brinca com bola, papagaio, pião. Só que bola, papagaio, pião de tanto brincar se gastam. Convite Poesia é brincar com palavras como se brinca com bola, papagaio, pião. Só que bola, papagaio, pião de tanto brincar se gastam. As palavras não: quanto mais se brinca com elas mais novas ficam.

Leia mais

Sugestão de avaliação

Sugestão de avaliação Sugestão de avaliação 6 PORTUGUÊS Professor, esta sugestão de avaliação corresponde ao segundo bimestre escolar ou às Unidades 3 e 4 do livro do Aluno. Avaliação - Língua Portuguesa NOME: TURMA: escola:

Leia mais

Programa de Incentivo à Leitura Infantil Revista EBD Aprender+ 4º Tri 2015: A Vida de Jesus

Programa de Incentivo à Leitura Infantil Revista EBD Aprender+ 4º Tri 2015: A Vida de Jesus O PIL KIDS foi desenvolvido para ajudar na fixação das lições das revistas EBD infantil da Editora Betel de forma lúdica e contém várias atividades semanais elaboradas dentro de uma perspectiva e linguagem

Leia mais

Aluno (a): n o. Professora: Turma: Sala: Colégio Cenecista Dr. José Ferreira

Aluno (a): n o. Professora: Turma: Sala: Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Aluno (a): n o Professora: Turma: Sala: 2 o ano do Ensino Fundamental Colégio Cenecista Dr. José Ferreira 2015 1 Para você, o que é o poema? VERSOS E ESTROFES Poema é um texto organizado em versos e estrofes.

Leia mais

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil Documento do MEJ Internacional Para que a minha alegria esteja em vós Por ocasião dos 100 anos do MEJ O coração do Movimento Eucarístico Juvenil A O coração do MEJ é a amizade com Jesus (Evangelho) B O

Leia mais

Poderiam perderse todos os exemplares do Quixote, em castelhano e nas traduções

Poderiam perderse todos os exemplares do Quixote, em castelhano e nas traduções Aluno(a) Turma N o Série 5 a Ensino Fundamental Data / / 06 Matérias Português Professora Carmen Valverde LISTA DE RECUPERAÇÃO PARALELA UNIDADE I Poderiam perderse todos os exemplares do Quixote, em castelhano

Leia mais

A amizade abana o rabo

A amizade abana o rabo RESENHA Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente ILUSTRAÇÕES: Marina relata, nessa história, seu encontro com cães especiais, que fazem parte de sua vida: Meiga, Maribel e Milord. A história

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES Silvia Eula Muñoz¹ RESUMO Neste artigo pretendo compartilhar os diversos estudos e pesquisas que realizei com orientação do Prof. Me. Erion

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Revelar curiosidade e desejo de saber; Explorar situações de descoberta e exploração do mundo físico; Compreender mundo exterior mais próximo e do

Leia mais

Narrador Era uma vez um livro de contos de fadas que vivia na biblioteca de uma escola. Chamava-se Sésamo e o e o seu maior desejo era conseguir contar todas as suas histórias até ao fim, porque já ninguém

Leia mais

OFICINA: O uso dos contos de fadas na aprendizagem. Luciana Bem Psicopedagoga e Arte-terapeuta lucianabem@gmail.com

OFICINA: O uso dos contos de fadas na aprendizagem. Luciana Bem Psicopedagoga e Arte-terapeuta lucianabem@gmail.com OFICINA: O uso dos contos de fadas na aprendizagem Luciana Bem Psicopedagoga e Arte-terapeuta lucianabem@gmail.com Literatura Infantil A literatura infantil contribui para o crescimento emocional,cognitivo

Leia mais

DURAÇÃO APROXIMADAMENTE 15 MESES

DURAÇÃO APROXIMADAMENTE 15 MESES GRUPO SANTA RITA INSCRIÇÕES ABERTAS! PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU CONTAÇÃO DE MENSALIDADE R e R$ MEC CURSOS AUTORIZADOS s o lu ç ã o C N E /C n ES 1, º. 7 129, /2 6 / 8 HISTÓRIAS música, dança,

Leia mais

Terceiro Relatório de Intercâmbio de Longa Duração

Terceiro Relatório de Intercâmbio de Longa Duração Terceiro Relatório de Intercâmbio de Longa Duração Carlos Araujo RCRJ/Nova Iguaçu Odense, Danmark. Os últimos meses chegaram e já passaram. No geral, aconteceram muitos encontros com os intercambistas

Leia mais

Alfabetização e Letramento

Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento Material Teórico A Escrita no Processo de Alfabetização Responsável pelo Conteúdo e Revisor Textual: Profª. Ms Denise Jarcovis Pianheri Unidade A Escrita no Processo de Alfabetização

Leia mais

Sistema de Ensino CNEC. 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome:

Sistema de Ensino CNEC. 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome: 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome: -06a-34s-at-04 Língua Portuguesa Produção e Interpretação Leia um trecho do livro Uma professora muito maluquinha, de Ziraldo. Era uma vez uma professora maluquinha.

Leia mais

A influência do contexto social na obra Chapeuzinho Vermelho

A influência do contexto social na obra Chapeuzinho Vermelho A influência do contexto social na obra Chapeuzinho Vermelho Guilherme Argenta Souza Ceres Helena Ziegler Bevilaqua UFSM A obra Chapeuzinho Vermelho é um clássico da literatura universal, apreciada por

Leia mais

CINCO SEMANAS EM UM BALÃO. Inspirado na Obra de Júlio Verne

CINCO SEMANAS EM UM BALÃO. Inspirado na Obra de Júlio Verne CINCO SEMANAS EM UM BALÃO Inspirado na Obra de Júlio Verne Um Visionário JÚLIO VERNE, um dos mais fantásticos escritores de aventuras de todos os tempos, conhecido como o pai da ficção científica, antecipou

Leia mais

Profª Me. Rafaela Beleboni Professora das Faculdades COC

Profª Me. Rafaela Beleboni Professora das Faculdades COC OFICINA Os clássicos e as diversas outras naturezas de obras literárias para Educação Infantil Profª Me. Rafaela Beleboni Professora das Faculdades COC ROTEIRO DA OFICINA Clássicos na literatura; Confecção

Leia mais

OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL. A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL. A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades: OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANUAL EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL V - 2012 A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

Leia mais

Contação de Histórias PEF

Contação de Histórias PEF Contação de Histórias PEF Qual a importância da narração oral? -Exerce influência tanto sobre aspectos intelectuais quanto emocionais da criança. -Tem a capacidade de estimular a imaginação, a criatividade

Leia mais

AS MULHERES E A PRODUÇÃO LITERÁRIA INFANTIL.

AS MULHERES E A PRODUÇÃO LITERÁRIA INFANTIL. AS MULHERES E A PRODUÇÃO LITERÁRIA INFANTIL. Isis Maria Monteles Bastos (Universidade Federal do Maranhão) 1-INTRODUÇÃO A Literatura ao longo dos tempos tem se constituído como uma fonte enriquecida que

Leia mais

Teatro para Crianças

Teatro para Crianças 09/11 (Segunda-feira) 14h VAGOR & BELLAVITA Vagor é um viajante solitário. Ninguém sabe de onde vem, talvez de muito longe, quem sabe de um outro país. Bellavita vive debaixo de uma ponte movimentada e

Leia mais

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES Simone de Souza Burguês (PIBIC/CNPq-UEM), Mirian Hisae Yaegashi Zappone (Orientadora), e-mail: mirianzappone@gmail.com Universidade Estadual de Maringá/Departamento

Leia mais

Ao longo deste 2 semestre, a turma dos 1 anos vivenciaram novas experiências e aprendizados que contemplaram suas primeiras conquistas do semestre

Ao longo deste 2 semestre, a turma dos 1 anos vivenciaram novas experiências e aprendizados que contemplaram suas primeiras conquistas do semestre Ao longo deste 2 semestre, a turma dos 1 anos vivenciaram novas experiências e aprendizados que contemplaram suas primeiras conquistas do semestre anterior, dentro de contextos que buscavam enfatizar o

Leia mais

HISTÓRIAS EM QUADRINHOS. 01- Quem são os personagens que dialogam na história? R.:

HISTÓRIAS EM QUADRINHOS. 01- Quem são os personagens que dialogam na história? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - PRODUÇÃO TEXTUAL - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= Querido(a)

Leia mais

RESGATANDO O FOLCLORE BRASILEIRO

RESGATANDO O FOLCLORE BRASILEIRO RESGATANDO O FOLCLORE BRASILEIRO Autora: Patrícia da Silveira Souza E-mail: patbzt@cabangu.com.br A escola deve estar também comprometida com nossa cultura, resgatando nossos valores, tradições e costumes;

Leia mais