O EFEITO DA CORRENTE RUSSA NO COMPORTAMENTO DO QUADRÍCEPS FEMURAL EM INDIVÍDUOS SEDENTÁRIOS

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1 O EFEITO DA CORRENTE RUSSA NO COMPORTAMENTO DO QUADRÍCEPS FEMURAL EM INDIVÍDUOS SEDENTÁRIOS 1 EFFECT OF THE RUSSIAN CURRENT ON THE BEHAVIOR ON QUADRICEPS FEMORIS IN SEDENTARY ELIZANDRA MAFRA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E DO ESPORTE CEFID Orientadora : Juliane de Oliveira RESUMO Atualmente, os programas para o fortalecimento muscular e para a hipertrofia do quadriceps femural tem sido um dos objetivos mais perseguidos pelos profissionais de Fisioterapia. Neste contexto, a ciência aliada a tecnologia vem promovendo constantes avanços, dentre eles a eletroestimulação neuromuscular. Ciente da amplitude e da importância desta temática, este estudo estabelece como seu objetivo principal: avaliar o efeito da corrente russa sobre a potência e massa muscular do quadríceps femural. Para tanto, foi realizada uma pesquisa com seis mulheres, com idades variando entre 20 e 29 anos e sedentárias, sem patologias associadas. Esta amostra passou por avaliação perimétrica (com o uso da fita métrica) e pelo sargent jump test, antes e depois de 10 sessões para aplicação da corrente russa, com o fim de identificar o aumento no perímetro da coxa, consequentemente da massa muscular da região, bem como da sua potência muscular (força). No entanto, os resultados obtidos não mostraram nenhuma alteração significativa nas variáveis mensuradas. Todavia, estes achados podem ser frutos da reduzida amostra de pesquisa utilizada e da pouca sensibilidade do sargent jump test e da perimetria da coxa para avaliar a hipertrofia muscular do quadríceps femural. Palavras chaves: Corrente russa. Quadriceps femural. Perimetria. Potência muscular.

2 2 ABSTRACT Lately, programs for muscular strengthening and for quadriceps femoral hypertrophy are being object of studies for Phisiotherapy professionals. In this contexte, science together with technologie are promoting advances including neuromuscular electrostimulation. Knowledging the amplitude and importance of this subject, this study states its main goal: evaluate the effects of Russian Current on the power and muscle mass in the quadriceps femoral. Therefore, a research with six sedentary women, in the age range between 20 and 29 years without pathologies associated. This sample passed thru perimetric evaluation (using a measure tap) and sargent jump test, before and after 10 sections for the application of the Russian Current, with the purpose to identify the thigh enlargement circumference, resulting of the muscle mass of the region and also from the muscular power. However, the results did not show any significant alteration in the variables measured. Nevertheless, this findings could be from the reduced sample of the research and small sensitivity of the sergeant jump test to evaluate the quadriceps femoral muscular power. Key words: Russian current. Quadriceps femoral. Perimetric. Muscular power. 1 INTRODUÇÃO A força muscular é um fator importante para a manutenção das capacidades funcionais do homem. Neste sentido, observa-se que os fisioterapeutas vem se dedicando a programas de fortalecimento muscular para restabelecer a funcionalidade ou prevenir patologias. Dentre os vários tipos de programa de fortalecimento muscular, destaca-se a Eletroestimulação Neuromuscular (EENM), que por sua vez consiste na aplicação de uma corrente elétrica terapêutica sobre o tecido muscular; por meio do sistema nervoso periférico íntegro, o que induz a uma contração muscular levando ao fortalecimento de músculos saudáveis ou lesados, além de proporcionar a hipertrofia (1). A eletroestimulação neuromuscular de média freqüência ou corrente russa é uma técnica baseada na estimulação elétrica dos ramos intramusculares: os moto neurônios, que vem sendo utilizada como um recurso adicional para reabilitação envolvendo o

3 3 tratamento de hipotrofias, espasticidade, contraturas e na aquisição de aumento de força (2). Cabe dizer que nos últimos anos, diversos estudos, dentre eles os realizados por Borges et al (2), Brustolin, Briel e Guerino (3), Evangelista et al (4) e Ogino (5) têm avaliado os efeitos da Estimulação Elétrica Neuromuscular na recuperação da força e do trofismo muscular, entretanto, com muita discordância em relação a sua a indicação, protocolo de uso e eficácia. Diante deste cenário, este estudo formula com questão de pesquisa: Qual o efeito da corrente russa sobre o músculo quadríceps femural na potência e na massa muscular de sedentários? Neste contexto, o objetivo geral estabelecido é avaliar o efeito da corrente russa sobre a potência e massa muscular do quadríceps femural. Para tanto, foram elaborados objetivos específicos que auxiliaram na resposta ao questionamento da pesquisa, são eles: verificar o perímetro da coxa antes e após o programa com corrente russa; analisar a potência muscular do quadríceps femural antes e após o programa com corrente russa; comparar a relação entre a massa muscular e a potência muscular antes e após o programa com corrente russa. 2 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Participaram deste estudo descritivo exploratório, seis indivíduos do sexo feminino com idade entre 20 a 29 anos, sedentários 1 e sem patologias associadas, selecionados pelo processo não-probabilístico do tipo intencional, através de abordagem direta, tendo como critérios de inclusão: faixa etária entre 20 e 55 anos e sedentário. Foram excluídos da amostras; praticante de atividade física, portadores de patologia ortopédica neuromuscular e, indivíduos que realizaram procedimentos cirúrgicos nos últimos 2 anos. Utilizaram-se como instrumentos de medida: a) Ficha cadastral: onde foram registrados os dados dos sujeitos de pesquisa (idade, sexo) e as medidas antropométricas (estatura, peso, perimetria da coxa, jump test); b) Balança digital; c) Fita métrica Fiber-Glass; d) Corrente russa (Bioset, Physiotonus slim N. 3055). 1 O indivíduo que não realizou atividade física regular ou periódica nos últimos dois (2) anos.

4 4 Após aprovação pelo Comitê de Ética de Pesquisa da UDESC, processo n. 3373/2009, realizaram-se as coletas de dados cadastrais (idade, sexo) e das medidas antropométricas (estatura, peso, perimetria da coxa, jump test). Ressalta-se que um único avaliador foi quem realizou todas as aplicações de corrente russa, bem como todas as avaliações junto aos sujeitos. A avaliação das medidas de perimetria foi realizada com a fita métrica, com o paciente em pé, realizando descarga de peso no membro contra lateral, estando o membro avaliado apenas com leve apoio no solo. Como ponto de referência foi utilizada a borda superior da patela, sendo a perimetria medida 5 cm. acima da mesma progredindo de 5 em 5 cm., totalizando 3 medidas. As medidas foram repetidas 3 vezes e em seguida fez-se uma média dos valores encontrados. Após foi realizado o sargent jump test onde foi marcado, com giz, o local da parede que o paciente atingia com o dedo médio o mais alto possível (M1). Assim, a partir de uma posição estática o indivíduo saltou o mais alto possível e marcou na parede com o giz colocado na ponta do dedo médio (M2). O avaliador mediu a distância entre M1 e M2, repetindo-se o teste 3 vezes e considerando a maior distância. Na seqüência foram realizadas 10 sessões, 3 vezes na semana, com a aplicação da corrente russa, que por sua vez se constituiu na colocação de 4 eletrodos. Salienta-se que os eletrodos foram colocados nos pontos de contratilidade, conforme pode ser observado na figura 1. Figura 1: Posicionamento de eletrodos Fonte: Dados de pesquisa, O protocolo da corrente russa obedeceu: 50% de corrente no ciclo ativo, modo sincronizado, 5 seg. de contração 7 seg. de repouso, a intensidade de acordo com a tolerância do paciente, perfazendo 15 minutos de estimulação nas primeiras cinco sessões. Após a 5ª sessão o protocolo evoluiu para 7 seg. de contração, 7 segundos de repouso e 20 minutos de estimulação.

5 5 Após as 10 sessões os sujeitos de pesquisa foram reavaliados, segundo os mesmos critérios utilizados anteriormente a aplicação da corrente russa, com vistas a identificar alterações nas medidas do perímetro da coxa, na potência muscular do quadríceps femural e na massa muscular. A fim de atender aos objetivos propostos do presente estudo, adotaram-se as seguintes análises estatísticas: a primeira relativa à estatística descritiva, empregando-se os parâmetros de média ( X ). Na análise das variáveis perimetria, devido a não normalidade dos dados, utilizou-se o teste Wilcoxon. Para verificar as correlações entre perimetria e potência utilizou-se o teste de correlação de Spearman. Em todos os testes adotou-se nível de significância de 95% (p<0,05). 3 RESULTADOS Os dados obtidos nas avaliações de perimetria, preliminar e posterior, a aplicação da eletroestimulação neuromuscular corrente russa podem ser observadas na tabela1. Tabela 1: Média Perimetria pré e pós intervenção Perimetria (cm) Pré- intervenção Média Perimetria Pós- intervenção F p Direito Esquerdo Fonte: Dados de pesquisa, p < 0,05 5 cm 38, ,791 0, cm 43,2 43,8 1,633 0, cm 46,5 48,5 1,057 0,290 5 cm 38,25 38,66 0,106 0, cm 43,5 39,75 1,414 0, cm 45,33 46,5 0,378 0,705 De acordo com estes dados, pode-se verificar um discreto aumento entre as avaliações de perimetria, chegando até mesmo serem observadas reduções (mínimas também) no perímetro da coxa, após a intervenção. Observou-se na referência 5 cm da perna direita, uma redução média de 0,33 no pós-intervenção, sendo que uma redução média ainda maior: 3,75 foi constatada na referência 10 cm da perna esquerda. No entanto, verificou-se aumento nas demais medidas perimétricas realizadas no período pós-intervenção, principalmente, nas

6 6 avaliações na referência 15 cm tanto na perna direita, como na esquerda. Entretanto, estas diferenças não foram estatisticamente significativas. O gráfico 1 demonstra esta variação de perimetria: pré e pós intervenção. Perimetria Pré e Pós Intervenção 50 Valores médios perimetria (cm) Pré Pós 0 AvD 5cm AvD 10cm AvD 15cm AvE 5cm AvE 10cm AvE 15cm Medidas analiadas Gráfico 1: Perimetria Fonte: Dados de pesquisa, Em relação a potência muscular pode-se observar no gráfico 2, uma redução de 0,07 no valor obtido no sargent jump test, após a intervenção. Entretanto, está diferença não foi estatisticamente significativa (p=0,458). Avaliação Potência Muscular 34 32,25 32,18 33 Valores Médios (cm) Pré Pós 30 Jump Av Teste Potência Gráfico 2: Potência muscular Fonte: Dados de pesquisa, Quando analisados os valores individualmente, como os apresentados na tabela 1 é possível verificar que os resultados obtidos no sargent jump test variaram entre os sujeitos, sendo que dois deles (sujeitos F e D) apresentaram valores menores após a

7 7 intervenção. No entanto, vale salientar que os resultados obtidos não demonstraram uma diferença estatisticamente significativa entre os sargent jump test realizados antes e depois da intervenção. Tabela 2: Avaliação potência muscular individual. Sujeitos Avaliação Potência Pré Avaliação Potência Pós A B 28,5 30,5 C 33 35,5 D E F 48 42,1 Fonte: Dados de pesquisa, Como apresentado na tabela 3,não foi encontrada correlação entre as variáveis perimetria e potência muscular, Tabela 3: Correlação Perimetria/Potência muscular Variáveis Relacionadas R T 5 cm Potência Muscular 0,300 0,344 Perimetria Direita 10 cm Potência Muscular 0,171 0, cm Potência Muscular 0,242 0,449 Perimetria Esquerda 5 cm Potência Muscular 0,357 0, cm Potência Muscular 0,347 0, cm Potência Muscular 0,361 0,248 Fonte: Dados de pesquisa, Ressalta-se que todas as avaliações, bem como a aplicação da eletroestimulação corrente russa, foram realizadas pela autora da pesquisa. Diante dos resultados obtidos nas avaliações perimétricas e por meio do sargent jump test constatou-se que não houve alterações significativas na potência muscular do quadríceps femural, no perímetro da coxa, e, consequentemente na massa muscular. 4 DISCUSSÂO A literatura que contempla os benefícios alcançados pela utilização da eletroestimulação neuromuscular, mais especificamente pela corrente russa tem demonstrado a eficiência do procedimento no combate a flacidez, no ganho de potência muscular e na hipotrofia dos músculos (6).

8 8 Ao considerar os resultados alcançados na avaliação de perimetria observou-se que em um estudo realizado por Lopes e Brongholi (7) sobre a aplicação da corrente russa no abdômen, os dados obtidos nesta avaliação também não se mostraram significativos, porém com o teste de palpação a eficácia do procedimento pode ser percebida. Ressalta-se que este método consiste no exame minucioso com as mãos que permite que o palpador extraia informações sobre as estruturas abaixo da pele e da fáscia (7). Lopes e Brongholi assinalam que: Este estudo obteve resultado satisfatório, em apenas 1 das pacientes no que se refere à força muscular. Já no aspecto da palpação do tônus muscular, todas as pacientes mostraram melhora. A avaliação através da perimetria, não mostrou alterações. (7) É importante destacar que nas pesquisas de Lopes e Brongholi (7) e também nas realizadas por Evangelista et al (4) sobre a aplicação da corrente russa para o fortalecimento e para a hipertrofia do músculo observou-se que ganhos maiores ocorreriam se este procedimento fosse associado a outro recurso terapêutico, ou a prática do exercício físico. Em estudos realizados por Orlandi (8), com a aplicação da corrente russa, durante 10 sessões com duração de 20 minutos cada, 3 vezes por semana, associada ou não ao exercício resistido em mulheres jovens, com idade entre 17 e 24 anos, foi observado um aumento na perimetria do quadril, tanto no grupo que realizou EENM associada ao exercício resistido quanto nos grupos que realizaram EENM ou exercícios resistidos isolados. Silva et al (9) também pesquisando a utilização da corrente russa, associada ou não ao treinamento de força, perceberam aumentos significativos nas medidas perimétricas da coxa direita e esquerda, distal e proximal, apenas no grupo que realizou simultaneamente o treinamento e as aplicações de corrente russa, não sendo significativo nenhum resultado obtido no grupo que somente realizou o treinamento de força. Ainda é possível citar a pesquisa realizada por Pinoti e Moreno (10) que compararam a perimetria do abdomen de três mulheres jovens que realizaram vinte sessões de baixa frequência, com outras três mulheres jovens que realizaram EENM de média frequência durante quinze minutos. A análise descritiva dos dados não mostrou diferença entre os dois grupos

9 9 Neste sentido, percebe-se que no tocante a perimetria do músculo afetado pela aplicação da eletroestimulação neuromuscular há controvérsias quanto a sua eficácia como recurso único ou quando associada a outro tipo de intervenção. Salienta-se que o protocolo de aplicação da corrente russa utilizado por este trabalho cientifico foi o mesmo usado por Brustolim, Briel e Guerino (3), que por sua vez constataram que dez (10) sessões de aplicação da corrente russa foram suficientes para promover a hipertrofia no grupo muscular extensor do joelho em 3,5 cm, sendo que também se observaram resultados positivos para hipertrofia muscular quando pacientes foram expostos a dez (10) sessões de corrente russa no quadríceps. Santos, Nicolau e Pacheco (6) explicam que com a corrente russa a articulação pode ser isolada e o trabalho de força pode ser realizado isoladamente, com estimulação das fibras tipo ll B antes das fibras do tipo l como é o caso da contração voluntária, o que aumentaria o vigor da contração e consequentemente a potência muscular. No entanto, como já mencionado, este dado não foi constatado na presente pesquisa. Entretanto, talvez seja possível presumir que a utilização do sargent jump test como meio de avaliação da potência muscular, não tenha sido suficientemente sensível à captação desta variável, embora seja indicado para tal função. Todavia, estudos mostram que este teste é mais utilizado para verificar a impulsão vertical, considerando ainda que a sua fidedignidade situa-se na premissa de que apenas um salto torna difícil a aferição da capacidade de saltar, bem como o tempo que esta eficiência permanece (11) (12). È bem verdade que, aqui, foram realizados três saltos em cada avaliação (pré e pós intervenção), porém percebe-se que a potência muscular não pode ser constatada somente em função da impulsão. Além disso, Shalmanov (12) enfatiza que é preciso considerar a individualidade biológica de cada sujeito investigado pelo sargent jump test. Cumpre dizer que um dos métodos para avaliação do padrão funcional da força e do equilíbrio muscular é o que utiliza o dinamômetro isocinético, que, por sua vez possibilita a quantificação de valores absolutos do torque, do trabalho e da potência de grupos musculares (13). Há também a ressonância magnética que permite uma avaliação mais completa das fibras musculares, visto que as imagens multiplanares facilitam o estudo e, por conseguinte levam a uma caracterização tecidual. Entretanto, Dias et al (14) explica que tanto a ressonância magnética como o dinamômetro isocinético, são exames muito dispendiosos.

10 10 Este estudo valeu-se da perimetria e do sargen jump test como fonte para determinar os resultados, quanto a massa e potência muscular. Contudo, não foi encontrada uma correlação entre as variáveis perimetria e potência muscular. Guirro e Guirro (15) relatam que observaram que o aumento de força após treinamento com estimulação elétrica não apresentam uma hipertrofia proporcionalmente correlata, explicando que uma parte desse aumento de força se da devido ao aprendizado motor, e a facilitação neural. 5 CONCLUSÃO Como foi observado na exposição dos resultados obtidos na pesquisa não foi assinalada nenhuma alteração significativa na avaliação da perimetria da coxa e consequentemente na massa muscular do quadríceps femural. Ainda, através da análise dos resultados e respeitando as limitações da pesquisa, foi possível concluir que os resultados não demonstraram uma diferença estatisticamente significativa entre os valores do sargent jump test realizados antes e depois da intervenção. Isso indica que não houve diferença significativa na potência do músculo quadríceps femural. Concomitantemente, não foi encontrada correlação entre as variáveis perimetria e potência muscular. No entanto, fundando-se em artigos científicos pertinentes a este tema, tais achados podem ser justificados, não pela ineficácia da eletroestimulação neuromuscular corrente russa, mas sim pelas limitações encontradas na própria efetivação desta pesquisa. Um destes entraves se concentrou no tamanho da amostra utilizada seis sujeitos. Cabe levar em conta que se procurou adotar uma amostra homogênea, o que já contribuiu para a redução dos sujeitos, outro fato situa-se na disponibilidade do tempo destes sujeitos, tendo em vista que foram realizadas, além dos dois tipos de avaliação (perimetria e sargent jump test) antes e depois da intervenção, 10 (dez) sessões para a aplicação da corrente russa.

11 11 Outra dificuldade encontrada por este trabalho foi à obtenção de dados sobre a potência muscular por meio do sargent jump test, que por sua vez não se mostrou suficientemente sensível à captação desta variável. Cumpre enfatizar, porém que os objetivos estabelecidos por este trabalho foram cumpridos à medida que foi avaliado o efeito da corrente russa sobre a potência e massa muscular do quadríceps femural, intuito principal do estudo. Todavia, concluindo este estudo vale salientar que não foram encontrados na literatura pesquisas que pudessem fundamentar as evidências percebidas, aqui, o que deflagra a recomendação para que novos trabalhos, sobre esta temática, sejam realizados com o fim de aprofundar e até mesmo validar a necessidade do controle das variáveis que limitaram a presente pesquisa. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (1) OLIVEIRA F et al. Estimulação elétrica neuromuscular e exercícios com movimentos na diagonal para ganho de força em bíceps e tríceps braquial. Rev. Brasileira de Fisioterapia. 2002; 6: (2) BORGES FS et al. Parâmetros de modulação na eletroestimulação neuromuscular utilizando corrente russa. Rev. Fisioterapia Ser. 2007; 2:1-10. (3) BRUSTOLIN M; BRIEL AF; GUERINO MR. Efeito da corrente russa sobre o trofismo do grupo muscular quadríceps: relato de caso. UNISEP-FAED, s/ano. (4) EVANGELISTA AR et al. Estudo comparativo do uso de eletroestimulação na mulher associada com a atividade física visando a melhora da performance muscular e redução do perímetro abdominal. Revista Fisioterapia Brasil. 2003; 4: (5) OGINO M. Quantification of muscle activity after volitional exercise and neuromuscular electrical stimulation. Am. J. Phys. Med. Rehabil. 2002;

12 12 (6) SANTOS ANB; NICOLAU RA; PACHECO MTT Efeito da terapia com estimulação russa em músculo reto abdominal observado através de ultra-sonografia. V Encontro Latino Americano de Pós-graduação da Universidade do Vale do Paraíba, (7) LOPES SC; BRONGHOLI KA utilização da corrente russa no tratamento da flacidez muscular abdominal. Tubarão. Universidade do Sul de Santa Catarina, (8) ORLANDI V; Corrente russa e exercícios resistidos no músculo glúteo máximo. Trabalho de conclusão de curso. Tubarão. Curso de Graduação em Fisioterapia da Universidade do Sul de Santa Catarina (9) SILVA RT et al; Comparação entre os efeitos do uso de eletroestimulação neuromuscular associada ao treinamento de força com somente treinamento de força em exercícios de membros inferiores durante oito semanas. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício. São Paulo, v. 1 n. 5, set./out./2007. (10) PINOTI C; MORENO BCD; Estudo comparativo do uso da NMES de baixa e média freqüência em músculos abdominais. Curso de Fisioterapia das Faculdades Adamantinenses Integradas (11) GOMES LS. A influência do alongamento estático nos testes de salto vertical e na corrida de 400m em atletas jovens de basquetebol do sexo masculino. Arquivo em Movimento. V. 4, n. 2, jul./dez/2008. (12) SHALMANOV AA. Voleibol: fundamentos biomecânicos. Guarulhos: Phorte, (13) ASSIS MMV; GOMES MI; CARVALHO EMS. Avaliação isocinética de quadríceps e ísquios-tibiais nos atletas de jiu-jitsu Disponível em: Acessado em jun./2009. (14) DIAS EP et al Avaliação por ressonância magnética das injúrias musculares traumáticas Disponível em: Acessado em jun./2009. (15) GUIRRO, E; GUIRRO, R. Fisioterapia Dermato Funcional. Fundamentos, Recursos e Patologia. 3 ed. São Paulo: Manole, 2002.

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