O Designer de Interiores como Marca

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Designer de Interiores como Marca"

Transcrição

1 O Designer de Interiores como Marca The Interior Designer as a Brand RIBEIRO, Bárbara; Professora; PUC-Rio CCE Resumo O profissional Brasileiro atuante em Design de Interiores encontra dificuldades em estabelecer seu diferencial no mercado de trabalho, parcialmente em função das indefinições permeadas no mercado em si. Baseada no conteúdo ministrado nas aulas de Pós-graduação em Design de Interiores da PUC- Rio, a reflexão desenvolvida propõe diferentes níveis de análise, buscando a contextualização do problema em um cenário mais abrangente. Através da revisão bibliográfica e associação interdisciplinar de conteúdos, espera-se identificar os agentes envolvidos e contribuir para o fortalecimento do Design de Interiores como campo profissional. Palavras Chave: Marca; Design; Interiores. Abstract The Brazilian professional in the Interior Design field nowadays is facing difficulties in establishing a clear position in the market environment, which presents identity problems itself. Based on the content being taught at PUC-Rio s Post-graduation in Interior Design, the article proposes a discussion in different levels of analysis, searching for a wider context to insert the problem. Through the interdisciplinary review of contents, the achievement expected is the identification of the agents involved, aiming for the strength of the Interior Design as a profession. Keywords: Brand; Interior; Design.

2 Introdução Começando com o panorama atual, segundo a ABD (Associação Brasileira de Designers de Interiores), existem cerca de 50 mil profissionais atuando como Designers de Interiores no país, movimentando algo em torno de R$40 bilhões por ano em produtos e serviços. É ainda importante ressaltar que esses números são baseados nos profissionais associados à ABD, podendo-se considerar a possibilidade de serem ainda maiores. O crescimento registrado pela associação está demonstrado no gráfico a seguir. Figura 1: Atuação profissional em Design de Interiores registrada pela ABD. Fonte: ABD, Segundo outro levantamento da associação, realizado em 2005, os profissionais atuantes no mercado estariam distribuídos da seguinte maneira: 40%, arquitetos; 55%, técnicos ou tecnólogos; e 5%, autodidatas. Os Arquitetos possuiriam formação ampla e não necessariamente especializada em Interiores. Os técnicos ou tecnólogos seriam oriundos de cursos desse tipo em Design de Interiores cada vez mais numerosos no país, ou em áreas correlatas. E os autodidatas viriam de diversas áreas de formação. Ano após ano, os cerca de trinta alunos que compõem cada turma da pós-graduação em Design de Interiores da PUC- Rio continuam comprovando essa amostragem. Sempre presentes estão os Arquitetos, os formados em áreas correlatas e os autoditadas: todos graduados em curso superior, uma exigência do curso. E ano após ano, essa amostra variada de profissionais questiona em sala de aula o mesmo problema principal: Como fortalecer o seu valor no mercado de trabalho e gerar um diferencial que o identifique com relação à concorrência, numa área que mistura profissionais oriundos de tantas formações - o que gera dificuldade em se estabelecer credibilidade no trato com o cliente? A questão da nomenclatura também contribui para este cenário. Há alguns anos ocorre um deslocamento e onde se lia Arquitetura de Interiores, cada vez mais se lê Design de Interiores. Sendo que Arquitetura é uma profissão que possui órgão regulamentador (CREA Conselho Regional), enquanto o Design de Interiores ainda não possui regulamentação. De modo que os clientes se perguntam afinal de contas quem é esse profissional que estão contratando e que serviço é este que será adquirido em troca da remuneração.

3 Salvo os profissionais Brasileiros estabelecidos no mercado de trabalho e tidos como referência, as consequências do cenário analisado são de desvalorização profissional. O diferencial é descartado como uma busca impossível, e os honorários, cada vez mais rebaixados no trato com o cliente. Afinal, cada possibilidade de projeto é disputada por um mercado saturado de jovens profissionais carentes de respaldo. O Designer Como Marca 1 Para começar a reflexão sobre esse processo, o artigo oferece uma abordagem metodológica associativa. Tendo em vista que a questão da nomenclatura, da formação e da regulamentação são importantes na medida em que remetem ao aspecto da inserção do profissional no mercado de trabalho. E no mercado, o consumidor associa produtos e serviços a expectativas que, no caso do Design de Interiores, vêm se apresentando difusas. Uma breve introdução ao conceito da Marca se seguirá por uma rica análise comparativa. Marca pode ser definida como algo intangível. Segundo Adamsom, consiste em uma série de associações sentimentais e mentais relacionadas a uma empresa, organização, indivíduo ou produto/serviço. O autor sintetiza: uma marca existe na mente das pessoas. 2 Tais associações mentais são geradas, transformadas e gerenciadas através do processo de Branding. E segundo Aaker, Branding por sua vez é o processo tangível de criar sinais que geram essas associações, definidoras da marca em si. Tais como: logomarcas, publicidade, embalagem, modelo de contrato, cartão de visita e ponto de venda. 3 Segundo Kotler, a marca pode chegar a ser o bem mais valioso de uma empresa. Em 2008, Coca-cola valia $67 milhões, Microsoft, $57 milhões e IBM, $56 milhões. 4 Ou seja, se um acidente natural acabasse com toda a estrutura física das empresas citadas, se todos os escritórios pegassem fogo e não tivessem seguro, essa idéia impalpável que é a marca valeria todo esse dinheiro. Apesar dos números impressionarem, o maior valor dessas marcas é justamente o impalpável, na medida em que esse é o valor responsável pela possibilidade de se construir tudo de novo. É interessante notar que a Marca se trata de uma abstração, uma simples associação de idéias. Em determinada instância, a marca é relacionada a produtos ou serviços e chegamos ao Branding. No caso de produtos, a Nike, por exemplo, é associada a liberdade, esportes, qualidade do produto, bom serviço de atendimento ao consumidor e a jogadores famosos de diversas modalidades. Sua Brand Idea 5 é aonde os sapatos te levam que importa. O Brand 1 Conteúdo desenvolvido pela professora: Bárbara Ribeiro, ministrado na disciplina de Gestão 1, Pós-graduação em Design de Interiores, PUC-Rio (CCE). 2 ADAMSON, Allen. Brand Simple. New York: Palgrave Macmillan, AAKER, David. Marcas Brand Equity: gerenciando o valor da marca. São Paulo: Negócio, KOTLER, Philip. Princípios de Marketing. São Paulo: Prentice Hall, Brand Idea é o começo da missão da empresa, é uma frase definida a partir da sua estratégia de Marketing. Para ser formada, é necessário saber quem é o seu público-alvo e o que você está oferecendo no mercado (seu produto ou serviço, seu diferencial com relação a outras marcas).

4 Driver da Nike é Just do it! e sua estratégia de Branding também inclui publicidade pesada na associação com atletas famosos e comerciais mundialmente transmitidos. Figura 2: Logomarca da NIKE. Fonte: Agora a proposta é ler um serviço através das mesmas lentes: a atuação em Design de Interiores. Mas nessa proposta, analisaremos um designer específico: Philippe Starck. 6 Sua marca é seu nome, sua persona. Associações com a marca envolvem status, criatividade, estilo único, design de qualidade, liberdade, produtos diferentes, design de hotéis. Brand Idea: Design irreverente e caro. Estratégia de Branding também inclui publicidade através de produtos, como a cadeira EROS, e divulgação de projetos de hotelaria, tais como: Hotel Fazano, Royalton Hotel e Delano Hotel. Figura 3: O designer Philippe Starck e altumas de suas criações. Fonte: Para finalizar a comparação proposta, cabem algumas perguntas sobre as associações que as duas marcas evocam: - Se alguém quisesse comprar sapatos para uma ocasião social, como um casamento, compraria um produto da Nike? - Um Brasileiro de classe média teria condições de contratar o Philippe Starck para reformar sua residência? Provavelmente as respostas para ambas as perguntas foram negativas. Porque as marcas em questão são muito bem sucedidas na sua estratégia de Marketing e em atingir o público-alvo 6 Philippe Patrick Starck (nascido em 18 de Janeiro de 1949, Paris) é um designer de produtos francês, provavelmente o mais conhecido no New Design Style. Seus designs vão desde espetaculares designs de interiores até produção de produtos de consumo em massa, tais como: escovas de dentes, cadeiras e até mesmo casas. Wikipedia.

5 certo com o Branding adequado. Nike é focada em esportes e atividades ao ar livre; e Starck, em projetos caros e de projeção internacional. O motivo pelo qual não podemos fazer a mesma análise com Design de Interiores como um todo ou sapatos de um modo geral é porque o produto ou serviço sem a associação concreta ainda que intangível é um terreno de experimentação. Por exemplo, sem associar com alguma empresa fabricante ou distribuidora de sapatos, a palavra sapatos denota uma idéia. A intangibilidade da palavra chega ao imaginário de cada um como uma referência particular. Uma pessoa pode pensar em sapatos de corrida, outra, no seu salto alto preferido... Assim é com um serviço, no caso: Design de Interiores. Até se estabelecer a associação com um profissional específico, ambiente construído ou mesmo revista especializada, a palavra remete às referências particulares de cada um. 7 De modo que a assinatura do profissional de Design Interiores pode ser qualificada como uma marca. Afinal, uma cadeira do Starck é percebida de forma bem distinta, ainda que outras cadeiras executem as mesmas funções e tenham aspecto similar. Esse valor simbólico de uma cadeira que leva a sua assinatura naturalmente é refletido no seu valor de troca monetária, no seu valor real. O mesmo pode-se considerar em se tratando de profissionais que fornecem outros serviços, como por exemplo, um médico. Mas esse proficional pertence a um campo estabelecido há gerações, com os benefícios da sua contratação mais facilmente reconhecíveis pelos clientes. As espectativas são mais claras. A questão aqui trabalhada é o que significa esta assinatura como marca num campo ainda em processo de definição, e como os jovens designers de interiores podem se valorizar apesar das dificuldades encontradas para estabelecerem credibilidade no trato com os clientes? Regulamentação Nesse momento, uma abordagem mais descritiva do campo se faz adequada para demonstrar em quais instâncias a prática profissional é regulamentada e estabelecida. Começando com um resumo histórico, alguns fatos e datas se fazem pertinentes. A história do Design de Interiores no Brasil é recente: começa entre 1940 e 50 como um serviço para poucos. Apenas uma elite muito específica tinha acesso ao trabalho dos decoradores, marcenarias personalizadas e antiquários. Desde então, nomes como Sérgio Rodrigues, Joaquim Tenreiro e o IADÊ (Instituto de Arte e Decoração, fundado em 1959), foram aos poucos democratizando o Design e a Decoração para outras classes sociais. Na década de 60, uma linguagem menos Rococó ou clássica, e mais coerente com a linha de pensamento modernista reinante na época, contribuem para o barateamento de móveis, objetos e projetos - ainda que alguns profissionais continuassem adotando uma linha clássica e luxuosa, voltados para a elite milionária do Rio de Janeiro e São Paulo. Entre os anos 70 e 80 surge a valorização da identidade Brasileira em projetos como os de Janete Costa, nos quais objetos, materiais, artesanato e arte nacionais são amplamente utilizados. É quando surgem os primeiros cursos de formação específica da área. A primeira Casa Cor ocorreu na cidade de São Paulo em 1987, se estabelecendo rapidamente como a maior mostra de decoração do país e atraiu mais de 70 mil pessoas desde o início. Na década de 90 as 7 NÖTH, Winfried. A Semiótica do Século XX. São Paulo: Ed. Annablume, 1996.

6 importações trazem lojas como MiCasa e Montenapoleone ao Brasil 8. E o designer Philippe Starck transcende suas criações no início do século XXI através de grande exposição na mídia, gerando uma associação direta da sua personalidade às suas criações em Design num processo que estabelece a sua assinatura como Marca 9. Apesar do seu rico histórico, que abrange muito mais do que o aqui abordado em Interiores, o Design ainda não é uma profissão regulamentada no Brasil. Ou seja, ainda não possui "Conselho de Classe", como já mencionado (ao contrário da Arquitetura - CREA). A legislação brasileira permite que qualquer cidadão exerça a atividade profissional do Design. Mas o Design consta do "Catálogo Geral de Profissões" do Ministério do Trabalho e possui outros tipos de "associações profissionais, de caráter cultural e representativo, embora não sejam habilitadas a fiscalizar a profissão". Uma destas associações é a "Associação Brasileira de Designers de Interiores (ABD)". Enquanto entidade de associação profissional, ela tem a sua própria definição de quem seriam os Designers de Interiores: "São associados à ABD profissionais formados em Cursos Superiores, Técnicos ou Faculdades de Design de Interiores e Arquitetos com formação em Arquitetura de Interiores, bem como empresas fornecedoras de produtos e serviços." 10 Segundo Izilda T. da Silva, secretária da sede do Rio de Janeiro, a ABD foi fundada em 1991 e já teve outros nomes antes do atual. É interessante notar qual foi o que perdurou até 2001: "Associação Brasileira de Arquitetos de Interiores e Decoradores". Ou seja, o Design não constava na nomenclatura da associação profissional há até sete anos atrás. Hoje mostra sua força substituindo os termos "Arquitetos" e "Decoradores". O agente modificador do nome da ABD foi o Ministério da Educação (MEC). Uma das propostas da associação é regulamentar a profissão para aqueles oriundos de cursos técnicos. Acataram a sugestão do MEC para facilitar o processo. Mas ainda assim, até hoje a profissão permanece sem regulamentação, apesar de existirem atualmente no Brasil 70 cursos técnicos, 47 tecnólogos e 10 superiores na área de Design de Interiores. Voltando à questão da nomenclatura, entre os cursos também se identifica variação. A Universidade de Caxias do Sul oferece o "Curso Superior de Complementação de Estudos em Arquitetura de Interiores (Design de Interiores)"11. É interessante notar os parênteses: como se registrassem o percurso de uma nomenclatura à outra. Já a UFRJ, Universidade tradicional e tida como parâmetro de excelência no ensino de Arquitetura e Urbanismo, oferece o curso de "Composição Interior", que "tem por objetivo formar o designer de interiores" 12. E há os cursos que já nasceram como Design de Interiores. No Rio de Janeiro, podemos citar cursos 8 Baseado em conteúdo disponibilizado pela ABD. 9 Designer como Marca: conteúdo desenvolvido pela professora Bárbara Ribeiro, ministrado na disciplina de Gestão 1, Pós-graduação em Design de Interiores, PUC-Rio (CCE) ttp://www.eba.ufrj.br/index.php?option=com_content&task=view&id=41&itemid=97

7 técnicos e de graduação nas Universidades Estácio de Sá, Veiga de Almeida e Cândido Mendes, bem como a especialização em Design de Interiores (pós-graduação) da PUC-Rio 13. Como pode ser observado, a ausência de consenso sobre a nomenclatura no meio acadêmico tampouco ajuda o fortalecimento da profissão. E se em termos de regulamentação a prática em Design de Interiores está órfã, isso enfraquece ainda mais a sua legitimação, abrindo mais espaço para as dúvidas dos clientes. No entanto, o Design de Interiores está registrado na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), documento que reconhece, nomeia títulos e descreve as características das ocupações do mercado de trabalho brasileiro de acordo com a classificação do Ministério do Trabalho e Emprego. Os códigos da CBO para Designer de Interiores são de nível superior 2629 e médio Dentro das atividades descritas estão: - Análise de proposta de trabalho - Conceituação do projeto - Elaboração de estudo preliminar, anteprojeto, projeto executivo. - Execução do projeto - Acompanhamento da obra A Prática Profissional A reflexão proposta estaria incompleta se a prática profissional em si não fosse abordada. Como uma forma de entender os agentes envolvidos no mercado de trabalho, o início se constitui de algumas observações empíricas oriundas da práxis em Design de Interiores. Durante uma obra na própria casa, por exemplo, geralmente as pessoas começam a entender partes do processo e participam ativamente. Por vezes chegam a intervir diretamente no projeto, modificando especificações de revestimentos por conta própria. E uma pessoa interessada pode começar a dar dicas para os amigos e de repente se ver diante de uma oportunidade de trabalho. De modo que o mercado absorveu profissionais despreparados, frutos desse tipo de situação cíclica realimentada quando um quase profissional ou curioso tem contatos que lhe proporcionam trabalho. Se por um lado esses profissionais são preparados para captar clientes e administrar determinados tipos de intervenções, por outro tendem a se mostrar carentes de conteúdo, crítica estética e técnica; ou seja, de formação ainda que existam exceções de talentos auto-didatas que trabalharam tempo o suficiente para de fato serem legitimados através da prática. O profissional de Interiores é um intermediário entre o cliente e a execução de seus sonhos ou idéias e deve estar preparado para tal tarefa. No processo entre o cliente sonhar e concretizar, diversos estudos são desenvolvidos, focados principalmente em: composição formal e de cores, conforto térmico e acústico, sustentabilidade, acessibilidade, luminosidade e ergonomia 14. O cliente sonha com um escritório em casa e o profissional traduz esse sonho em espaço construído, utilizável, mensurado para suas necessidades específicas. Se o cliente GURGEL, Miriam. Projetando espaços: guia de arquitetura de interiores para áreas comerciais. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2005.

8 necessita de um projeto para uma loja, por exemplo, o espaço projetado tem um papel fundamental na ambientação da relação de troca com o consumidor final, ou seja, da marca. Num primeiro momento, o profissional de Interiores dá vida às idéias através de desenhos, forma de comunicação com os outros profissionais necessários à transformação do projeto em objeto construído: eletricistas, marceneiros, pintores, etc. Quando bem sucedido, o sonho construído se transforma em orgulho, motivo de comemoração e por vezes até mesmo amizades duradouras. Mas quando o profissional não possui o preparo necessário para levar o processo adiante, o sonho pode virar pesadelo. Se mal planejado e calculado, o projeto em si já pode apresentar erros ergonômicos que levarão a um ambiente construído mal sucedido, resultando em gastos inúteis e desperdício de materiais. Outro tipo de problema muito comum é a orquestra de profissionais ser mal executada. Uma má gestão seguramente será um dificultador para a realização da obra e provavelmente elevará seu custo por intervenções desnecessárias ou que precisem ser refeitas. Por último, a escolha dos profissionais envolvidos é fundamental para o bom acabamento da obra. Outra questão de suma importância é a sensibilidade no trato com as pessoas. O projeto é feito para o cliente, que por sua vez tem várias expectativas com relação ao resultado final. Muitas vezes, o cliente tem dificuldades de expressar o que realmente quer. Pode dizer que gostaria de um projeto "elegante" e tem sua própria concepção do que seja elegância. O estudo do partido adotado pode estar sujeito a erros no caso do profissional deixar de fazer mais perguntas, ir mais a fundo no que a pessoa entende por "elegante". A decepção se estabelece se o profissional opta por um partido "neoclássico", por exemplo entendendo que elegância é traduzida por estes signos, e o cliente por sua vez está pensando na foto que viu em alguma revista onde o minimalismo predominava na composição. Se ainda por cima o cliente não tem tanta familiaridade com a linguagem gráfica do projeto, a falha de comunicação pode ser percebida apenas quando construída. De modo que nesse caminho pode-se considerar a insatisfação do cliente quase uma certeza. Conclusão Através dos projetos construídos se destacam os bons profissionais dos despreparados. Mas entre o primeiro contato com o cliente, o fechamento do projeto e o a construção do mesmo, o jovem Designer de Interiores se encontra aparentemente num mercado ainda sem regulamentação e respaldo legal. O que, como demonstrado, leva a concorrência a ser estabelecida entre profissionais oriundos das mais diversas formações. Isso dificulta o estabelecimento de diferencial, na medida em que o próprio mercado se apresenta como uma incógnita para os clientes em potencial. Como já mencionado, atualmente observamos cursos, palestras e até mesmo congressos onde antes se lia Arquitetura de Interiores e hoje se lê Design de Interiores. E em meio a tantas evidências de mudanças, surgem algumas situações de conflito entre Arquitetos e Designers de Interiores. Os primeiros possuem a representação do CREA, que diante de denúncias autua profissionais que não possuam a formação adequada para executar determinado nível de reformas, ou que fazem uso de nomenclatura inadequada à sua formação. Arquiteto de Interiores é uma classificação exclusiva de profissionais representados pelo CREA. O que o

9 Designer de Interiores tem a seu favor é a definição da CBO, que traz o respaldo do Ministério do Trabalho, bem como o processo em andamento pela sua regulamentação como profissão junto ao MEC. É importante que as nomenclaturas corretas sejam utilizadas para evitar esse tipo de conflito. Mas também porque, como colocado anteriormente, se é fundamental para o Designer de Interiores estabelecer o seu diferencial no mercado de trabalho, isto só é possível quando há clareza no que consiste esse mercado. Assim a sua assinatura como marca é definida com bases mais claras. E essa transparência é fundamental porque se para os clientes não fica claro que campo profissional é este exatamente, os esforços primeiro precisarão ser focados nessa necessidade de se justificar a profissão. Concluindo, a união dos profissionais atuantes em Design de Interiores também pode gerar melhores posições na negociação dos projetos e na qualidade das parcerias com fornecedores e contratados, fortalecendo e legitimando a profissão. Seja através da ABD ou por simples consenso, é importante esclarecer as trocas financeiras através da cobrança de honorários, percentual de obra e reserva técnica (RT) 15. Estipulando que tipo de fornecedor é aceito pelo meio não apenas pela comparação entre os preços oferecidos, mas também pelo seu posicionamento diante da RT. Sob a luz dessas atitudes, espera-se que os curiosos tenham cada vez menos oportunidades de penetrar um mercado estabelecido, e os clientes respeitem cada vez mais o Designer de Interiores na medida em que reconheçam claramente o serviço contratado. Referências Bibliográficas AAKER, David. Marcas Brand Equity: gerenciando o valor da marca. São Paulo: Negócio, ADAMSON, Allen. Brand Simple. New York: Palgrave Macmillan, BARBARÁ, Saulo; FREITAS, Sydney. Design - Gestão, Métodos, Projetos e Processos. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda, BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda, BONET, Llorenç. The Ultimate Shop Design. EUA: teneues Publishing Company, Reserva Técnica é a prática não regulamentada de se cobrar um percentual pelos serviços e produtos indicados em projeto. Alguns fornecedores cobram o mesmo valor se o cliente chegar diretamente a eles ou se for através do Designer ou Arquiteto de interiores. Sendo que no último caso, o profissional ganha uma comissão que varia de 10 a 20% pela indicação. Outros fornecedores preferem dar um desconto neste valor quando o cliente compra ou contrata por conta própria, deixando o profissional exposto em um ambiente indefinido e permeado de desconfiança.

10 CARDOSO, Rafael. Uma Introdução à História do Design. São Paulo: Edgard Blucher, DORFLES, Gillo. Introdução ao Desenho Industrial. Rio de Janeiro: Edições 70, GURGEL, Miriam. Projetando espaços: guia de arquitetura de interiores para áreas comerciais. São Paulo: Editora Senac São Paulo, HARVEY, David. Condição Pós-Moderna. São Paulo: Edições Loyola, HERTZBERGER, Herman. Lessons for Students in Architecture. Rotterdam, The Netherlands: Utigeverij Oto publishers, HESKETT, John. Desenho Industrial. Rio de Janeiro: José Olympio, KOTLER, Philip. Princípios de Marketing. São Paulo: Prentice Hall, MARCONI, Marina. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Atlas, NÖTH, Winfried. A Semiótica do Século XX. São Paulo: Ed. Annablume, GLADWELL, Malcolm. O Ponto da Virada - The Tipping Point. Sextante / Gmt, PÉON, Maria Luísa. Sistemas de identidade visual. Rio de Janeiro : 2AB, PHILLIPS, Nita. How to Start a Home-Based Interior Design Business. EUA: Morris Book Publishing LLC, PERROTTA, Isabella. A Imagem do Rio. Rio de Janeiro: Anais P&D Design 94, REZENDE, Ivan. Interiores, Lojas & Restaurantes. Rio de Janeiro: Viana & Mosley, SENAC. Como Elaborar um Plano de Negócios. Rio de Janeiro. UNDERHILL, Paco. Vamos às Compras. EUA: Simon & Schuster, WHEELER, Alina. Designing Brand Identity. New Jersey: John Wiley & Sons, 2006.

GESTÃO NO DESIGN DE INTERIORES: O Designer, Métodos e Práticas Interdisciplinares I. Professora: Bárbara Ribeiro

GESTÃO NO DESIGN DE INTERIORES: O Designer, Métodos e Práticas Interdisciplinares I. Professora: Bárbara Ribeiro GESTÃO NO DESIGN DE INTERIORES: O Designer, Métodos e Práticas Interdisciplinares I Professora: Bárbara Ribeiro B-RIBEIRO.COM Aula 02: 25-Maio NECESSIDADE. Estado de privação Fonte: Kotler DESEJO. A forma

Leia mais

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Nada é mais perigoso do que uma idéia, quando ela é a única que temos. (Alain Emile Chartier) Neste módulo, faremos, a partir

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

Pós-Graduação em Marketing de Moda

Pós-Graduação em Marketing de Moda Pós-Graduação em Marketing de Moda Público alvo Indicado para profissionais com formação em Moda, Design, Marketing, Comunicação, Arquitetura, dentre outros, e que atuem ou desejem atuar na área de Moda,

Leia mais

GESTÃO NO DESIGN DE INTERIORES: O Designer, Métodos e Práticas Interdisciplinares I. Professora: Bárbara Ribeiro

GESTÃO NO DESIGN DE INTERIORES: O Designer, Métodos e Práticas Interdisciplinares I. Professora: Bárbara Ribeiro GESTÃO NO DESIGN DE INTERIORES: O Designer, Métodos e Práticas Interdisciplinares I Professora: Bárbara Ribeiro B-RIBEIRO.COM Aula 06: 08-Junho GESTÃO BRANDING, MARKETING, PLANO DE NEGÓCIOS OBJETIVO VIABILIZAR

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

A Importância do Marketing nos Serviços da. Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente

A Importância do Marketing nos Serviços da. Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente A Importância do Marketing nos Serviços da Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente Hellen Souza¹ Universidade do Vale do Rio dos Sinos UNISINOS RESUMO Este artigo aborda a importância

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS DO MARKETING NAS PEQUENAS EMPRESAS. PAES, Paulo César 1 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 2 RESUMO

A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS DO MARKETING NAS PEQUENAS EMPRESAS. PAES, Paulo César 1 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 2 RESUMO A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS DO MARKETING NAS PEQUENAS EMPRESAS PAES, Paulo César 1 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 2 RESUMO A Ferramenta do Marketing nas Pequenas Empresas atualmente vem sendo utilizada

Leia mais

. Indice. 1 Introdução. 2 Quem Somos. 3 O que Fazemos. 4 Planejamento. 5 Serviços. 6 Cases. 9 Conclusão

. Indice. 1 Introdução. 2 Quem Somos. 3 O que Fazemos. 4 Planejamento. 5 Serviços. 6 Cases. 9 Conclusão . Indice 1 Introdução 2 Quem Somos 3 O que Fazemos 4 Planejamento 5 Serviços 6 Cases 9 Conclusão . Introdução 11 Segundo dados de uma pesquisa Ibope de 2013, o Brasil ocupa a terceira posição em quantidade

Leia mais

Planejamento de Marketing

Planejamento de Marketing PARTE II - Marketing Estratégico - Nessa fase é estudado o mercado, o ambiente em que o plano de marketing irá atuar. - É preciso descrever a segmentação de mercado, selecionar o mercado alvo adequado

Leia mais

Fashion Marketing & Communication

Fashion Marketing & Communication Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos

Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA O DIÁLOGO SOCIAL NO BRASIL: O MODELO SINDICAL BRASILEIRO E A REFORMA SINDICAL Zilmara Davi de Alencar * Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos

Leia mais

A PRESTAÇAO DE SERVIÇOS EM RESTAURANTES E A QUALIFICAÇAO PROFISSIONAL

A PRESTAÇAO DE SERVIÇOS EM RESTAURANTES E A QUALIFICAÇAO PROFISSIONAL A PRESTAÇAO DE SERVIÇOS EM RESTAURANTES E A QUALIFICAÇAO PROFISSIONAL Junior Heberle 1 Esp Luziane Albuquerque 2 RESUMO Este artigo busca enfocar a questão da qualidade no atendimento nos restaurantes

Leia mais

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa.

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa. DIREITO DOS CLIENTES O que esperar de sua empresa de Executive Search Uma pesquisa de executivos envolve um processo complexo que requer um investimento substancial do seu tempo e recursos. Quando você

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

Planejamento Estratégico do Sistema 2008/2010 PARTE II

Planejamento Estratégico do Sistema 2008/2010 PARTE II Planejamento Estratégico do Sistema 2008/2010 Planejamento Estratégico do Sistema 2008/2010 PARTE II 10/08/2007 SUMÁRIO Conceitos... 2 1. Missão... 2 2. Negócio... 3 3. Visão... 3 4. Valores... 5 5. Cenários...

Leia mais

Planejamento de Campanha Publicitária

Planejamento de Campanha Publicitária Planejamento de Campanha Publicitária Prof. André Wander UCAM O briefing chegou. E agora? O profissional responsável pelo planejamento de campanha em uma agência de propaganda recebe o briefing, analisa

Leia mais

Estratégias em Propaganda e Comunicação

Estratégias em Propaganda e Comunicação Ferramentas Gráficas I Estratégias em Propaganda e Comunicação Tenho meu Briefing. E agora? Planejamento de Campanha Publicitária O QUE VOCÊ DEVE SABER NO INÍCIO O profissional responsável pelo planejamento

Leia mais

Apresentação. Oque é Marca. Multimedia Branding Designer

Apresentação. Oque é Marca. Multimedia Branding Designer Oque é Marca Marca é toda representação simbólica de uma entidade, individuo ou elemento. Uma pegada, uma impressão digital, ou mesmo o meu ou seu nome podem ser caracterizados como marca. Quando nos referimos

Leia mais

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc. FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

Leia mais

VAMOS DAR INICIO A MAIS UMA AULA DO CURSO DE PROPAGANDA E MARKETING- 4 MÓDULO COMO GANHAR DINHEIRO COM MALA DIRETA

VAMOS DAR INICIO A MAIS UMA AULA DO CURSO DE PROPAGANDA E MARKETING- 4 MÓDULO COMO GANHAR DINHEIRO COM MALA DIRETA VAMOS DAR INICIO A MAIS UMA AULA DO CURSO DE PROPAGANDA E MARKETING- 4 MÓDULO COMO GANHAR DINHEIRO COM MALA DIRETA 4 E ÚLTIMO MÓDULO: Como Ganhar dinheiro com Mala Direta APRESENTAÇÃO PESSOAL Edileuza

Leia mais

Desenvolvimento de Marcas Fortes. Criação de Brand Equity

Desenvolvimento de Marcas Fortes. Criação de Brand Equity Desenvolvimento de Marcas Fortes Criação de Brand Equity 1. O que é brand equity? Equity significa valor/patrimônio. Brand equity = valor da marca/patrimônio de marca. A American Marketing Association

Leia mais

COMO USAR OS VÍDEOS ONLINE PARA ALAVANCAR O MEU E-COMMERCE

COMO USAR OS VÍDEOS ONLINE PARA ALAVANCAR O MEU E-COMMERCE COMO USAR OS VÍDEOS ONLINE PARA ALAVANCAR O MEU E-COMMERCE White Paper com dicas essenciais para quem já trabalha ou pretende trabalhar com vídeos em lojas virtuais. 1 PORQUE USAR VÍDEOS ONLINE NO E-COMMERCE?

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO.

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. 1 ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. Juliana da Silva RIBEIRO 1 RESUMO: O presente trabalho enfoca as estratégias das operadoras de telefonia móvel TIM,VIVO e CLARO

Leia mais

Estabelecimento da Diretriz Organizacional

Estabelecimento da Diretriz Organizacional Estabelecimento da Diretriz Organizacional AULA 3 Bibliografia: Administração Estratégica: Planejamento e Implantação da Estratégia SAMUEL C. CERTO & J. P. PETERTO ASSUNTO: Três importantes considerações

Leia mais

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais.

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais. Unidade de Projetos de Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais Branding Agosto de 2009 Elaborado em: 3/8/2009 Elaborado por: Apex-Brasil Versão: 09 Pág: 1 / 8 LÍDER DO GRUPO

Leia mais

one year DESIGN DE MODA

one year DESIGN DE MODA one year DESIGN DE MODA Coordenação Luiz Wachelke Início 05/10/2015 Término 10/2016 Carga horária 360 horas Idioma Português (summer opcional em Barcelona) Aulas Segundas e quartas das 19h30 às 22h30 e

Leia mais

TÉCNICA DE VENDAS: UMA ABORDAGEM DIRETA

TÉCNICA DE VENDAS: UMA ABORDAGEM DIRETA 1 TÉCNICA DE VENDAS: UMA ABORDAGEM DIRETA Alan Nogueira de Carvalho 1 Sônia Sousa Almeida Rodrigues 2 Resumo Diversas entidades possuem necessidades e interesses de negociações em vendas, e através desses

Leia mais

A comunicação com o cliente: como ele vê a sua empresa?

A comunicação com o cliente: como ele vê a sua empresa? A comunicação com o cliente: como ele vê a sua empresa? Karlan Muller Muniz Enconampe - Congresso Catarinense das Micro e Pequenas Empresas Blumenau, 02 de abril de 2011 Pequenas Empresas, Grandes Negócios

Leia mais

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR KOTLER, 2006 AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR. OS CANAIS AFETAM TODAS AS OUTRAS DECISÕES DE MARKETING Desenhando a estratégia

Leia mais

6D Estúdio. promessa de ir além das 3 dimensões. Eles eram seis e, hoje, são sete sócios trabalhando do design impresso

6D Estúdio. promessa de ir além das 3 dimensões. Eles eram seis e, hoje, são sete sócios trabalhando do design impresso 6D Estúdio promessa de ir além das 3 dimensões Eles eram seis e, hoje, são sete sócios trabalhando do design impresso ao design em movimento, em vídeo ou internet. Eles unem diferentes conhecimentos técnicos

Leia mais

MARKETING PARA FAZENDAS

MARKETING PARA FAZENDAS DICAS PRÁTICAS DE MARKETING PARA FAZENDAS Sobre o Porteira Digital O Porteira Digital foi criado com objetivo de fornecer soluções práticas de Marketing para o produtor rural que deseja fazer de seu negócio

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

Palavras-chave: Peças publicitárias; comerciais marcantes; televisão; criatividade. Área do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas.

Palavras-chave: Peças publicitárias; comerciais marcantes; televisão; criatividade. Área do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas. COMERCIAIS MARCANTES Açucena Vieira de Morais, Daniella Zarro Teixeira Silva Pinto, James da Silva Costa, Ariane Fernanda da Silva Costa, Silene Fernandes Bicudo Univap Universidade do Vale do Paraíba/FCSAC

Leia mais

Pós-Graduação em Marketing de Moda

Pós-Graduação em Marketing de Moda Marketing de Moda Pós-Graduação em Marketing de Moda Aula Inaugural - 29 de abril de 2015 Aulas as segundas e quartas, das 19h às 22h Valor do curso: R$ 16.482,00 À vista com desconto: R$ 15.657,00 Consultar

Leia mais

O que é Estudio Cosmica?

O que é Estudio Cosmica? Apresentacao O que é Estudio Cosmica? Criação e Concepção de Ideias e Projetos. Estudio Cosmica é um Estúdio de Criação e desenvolvimento de Ideias, Sempre Atento e antenado ao Mercado e novidades, buscando

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec: Professora Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: Teodoro Sampaio Eixo Tecnológico: Gestão de Negócios Habilitação Profissional: Técnico em Administração

Leia mais

A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS SOBRE OS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS PROFISSIONAIS DA AREA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 1

A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS SOBRE OS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS PROFISSIONAIS DA AREA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 1 A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS SOBRE OS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS PROFISSIONAIS DA AREA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 1 Tatiana Pereira da Silveira 1 RESUMO O objetivo deste trabalho é apresentar os resultados da

Leia mais

COMUNICAÇÃO DE MARKETING

COMUNICAÇÃO DE MARKETING COMUNICAÇÃO DE MARKETING COMUNICAÇÃO INTEGRADA DE MARKETING Meio através do qual a empresa informa, persuadi e lembra os consumidores sobre o seu produto, serviço e marcas que comercializa. Funções: Informação

Leia mais

Revista Inteligência Competitiva José Fonseca de Medeiros ABRAIC E A PROFISSÃO DE ANALISTA DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NO BRASIL

Revista Inteligência Competitiva José Fonseca de Medeiros ABRAIC E A PROFISSÃO DE ANALISTA DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NO BRASIL 244 ABRAIC E A PROFISSÃO DE ANALISTA DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NO BRASIL 1 Entrevista com Francisco Diretor de Articulação Nacional da ABRAIC, sobre a profissão de analista de inteligência competitiva

Leia mais

Sem Mais Desculpas Treinamentos E porque? O que é vender no mundo de hoje O que você verá neste curso:

Sem Mais Desculpas Treinamentos E porque? O que é vender no mundo de hoje O que você verá neste curso: A Sem Mais Desculpas Treinamentos defende um conceito chamado Comportamento Comercial. Acreditamos que todas as pessoas, em todas as funções, necessitam ter uma visão e uma atitude comercial daquilo que

Leia mais

FAQ Escrita de Cases

FAQ Escrita de Cases FAQ Escrita de Cases 1. Sobre o que escrever um case e com qual foco? Sua EJ poderá escrever cases de sucesso ou insucesso que tenha trazido muito aprendizado e superação, ou seja, cases distintos da realidade

Leia mais

CBA. Certification in Business Administration

CBA. Certification in Business Administration CBA Pós - Graduação QUEM SOMOS PARA PESSOAS QUE TÊM COMO OBJETIVO DE VIDA ATUAR LOCAL E GLOBALMENTE, SEREM EMPREENDEDORAS, CONECTADAS E BEM POSICIONADAS NO MERCADO, PROPORCIONAMOS UMA FORMAÇÃO DE EXCELÊNCIA

Leia mais

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking.

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking. Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

Trabalho submetido ao XVIII Prêmio Expocom 2011, na Categoria Cartaz Avulso, modalidade cartaz avulso.

Trabalho submetido ao XVIII Prêmio Expocom 2011, na Categoria Cartaz Avulso, modalidade cartaz avulso. RESUMO Email Marketing: Pós-Graduação em Arquitetura Contemporânea 1 Silvia Fernanda Santos de SENA 2 Thiago Jerohan Albuquerque da Cruz 3 Fernando Israel FONTANELLA 4 Universidade Católica de Pernambuco,

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA Zuleide Demetrio Minatti 1 Nilson Thomé 2 UNIPLAC. Resumo: Na atualidade observa-se o crescimento da demanda por cursos

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO SALÁRIO NA ESCOLHA DA PROFISSÃO Professor Romulo Bolivar. www.proenem.com.br

A INFLUÊNCIA DO SALÁRIO NA ESCOLHA DA PROFISSÃO Professor Romulo Bolivar. www.proenem.com.br A INFLUÊNCIA DO SALÁRIO NA ESCOLHA DA PROFISSÃO Professor Romulo Bolivar www.proenem.com.br INSTRUÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo

Leia mais

REVISTA ACADÊMICA DA FACULDADE FERNÃO DIAS

REVISTA ACADÊMICA DA FACULDADE FERNÃO DIAS A INFLUÊNCIA DA SEGMENTAÇÃO DE MERCADO NO POSICIONAMENTO E NO BRAND EQUITY DE MARCAS E PRODUTOS Rubens Gomes Gonçalves (FAFE/USCS) * Resumo Muitos autores têm se dedicado a escrever artigos sobre uma das

Leia mais

Aula 2: O conceito de branding: o significado da marca, sua imagem e patrimônio (emocional e financeiro).

Aula 2: O conceito de branding: o significado da marca, sua imagem e patrimônio (emocional e financeiro). Aula 2: O conceito de branding: o significado da marca, sua imagem e patrimônio (emocional e financeiro). A importância da publicidade na construção e gestão das marcas. Definição dos grupos de trabalho.

Leia mais

MBA em Design Estratégico

MBA em Design Estratégico MBA em Design Estratégico Público - alvo Indicado para profissionais com formação em Design, Arquitetura, Moda ou gestores e empreendedores que estejam buscando novas formas de gestão orientadas para a

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

Inspire Inove Faça Diferente

Inspire Inove Faça Diferente Inspire Inove Faça Diferente Inspire Inove Faça Diferente Se eu tivesse um único dolar investiria em propaganda. - Henry Ford (Fundador da Motor Ford) As companhias prestam muita atenção ao custo de fazer

Leia mais

VISÃO. Nossa visão é agregar valor sustentável ao cliente, desenvolvendo controles e estratégias que façam com que o crescimento seja contínuo.

VISÃO. Nossa visão é agregar valor sustentável ao cliente, desenvolvendo controles e estratégias que façam com que o crescimento seja contínuo. QUEM É A OMELTECH? VISÃO Nossa visão é agregar valor sustentável ao cliente, desenvolvendo controles e estratégias que façam com que o crescimento seja contínuo. missão A Omeltech Desenvolvimento atua

Leia mais

"O valor emocional das marcas."

O valor emocional das marcas. DOMINGO, FEVEREIRO 24, 2008 "O valor emocional das marcas." Por Thales Brandão Atualmente as empresas estão buscando cada vez mais gerir suas marcas com conjunto de valores completamente diferentes dos

Leia mais

Sobre o Instituto Desenvolve T.I

Sobre o Instituto Desenvolve T.I Sobre o Instituto Desenvolve T.I A empresa Desenvolve T.I foi fundada em 2008, em Maringá, inicialmente focando a sua atuação em prestação de serviços relacionados à Tecnologia da Informação e atendendo

Leia mais

Valores educacionais do Olimpismo

Valores educacionais do Olimpismo Valores educacionais do Olimpismo Aula 3 Busca pela excelência e equilíbrio entre corpo, vontade e mente Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Detalhar o valor busca pela excelência 2 Apresentar estratégias

Leia mais

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games 4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games Este Capítulo apresenta o levantamento realizado dos cursos de nível superior no Brasil voltados para a formação de Designers de

Leia mais

FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING. Professor: Arlindo Neto

FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING. Professor: Arlindo Neto FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING Professor: Arlindo Neto Competências a serem trabalhadas GESTÃO DE MARKETING PUBLICIDADE E PROPAGANDA GESTÃO COMERCIAL FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM

Leia mais

a) VISUAL MERCHANDISING

a) VISUAL MERCHANDISING a) VISUAL MERCHANDISING (1) Introdução Enquanto o marketing planeja, pesquisa avalia e movimenta o produto desde a sua fabricação até sua chegada ao ponto-de- venda, o merchandising representa o produto

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 Analista da Divisão de Contratos da PRODESP Diretor de Esporte do Prodesp

Leia mais

Future School Idiomas

Future School Idiomas Future School Idiomas Sumário Quem somos... pag 2 Sobre o curso... pag 3 Sobre a aula... pag 4 Vantagens em se fazer nosso curso on line... pag 5 Objetivo do curso... pag 6 Como entrar na sala de aula...

Leia mais

GPEC FORMA Formação & Aperfeiçoamento www.gpecforma.com.br

GPEC FORMA Formação & Aperfeiçoamento www.gpecforma.com.br GPEC FORMA Formação & Aperfeiçoamento www.gpecforma.com.br CURSO ON-LINE GESTÃO DE PROJETOS E ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA DESIGN DE INTERIORES INSCRIÇÕES ABERTAS! GESTÃO DE PROJETOS E ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA

Leia mais

Estratégia de negócio, segmentação e posicionamento Prof. Dr. Raul Amaral

Estratégia de negócio, segmentação e posicionamento Prof. Dr. Raul Amaral Estratégia de negócio, segmentação e posicionamento Prof. Dr. Raul Amaral Estratégia de negócio, estratégias de segmentação e posicionamento. Análise do potencial de demanda. Definição da missão. liderança.

Leia mais

O PAPEL DA ERGONOMIA NO DESIGN DE INTERIORES

O PAPEL DA ERGONOMIA NO DESIGN DE INTERIORES O PAPEL DA ERGONOMIA NO DESIGN DE INTERIORES Este artigo busca destacar a importância da aplicabilidade das técnicas ergonômicas no que se refere ao design de interiores. A ergonomia será apresentada como

Leia mais

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores.

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores. Brand Equity O conceito de Brand Equity surgiu na década de 1980. Este conceito contribuiu muito para o aumento da importância da marca na estratégia de marketing das empresas, embora devemos ressaltar

Leia mais

Unidade II GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres

Unidade II GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres Unidade II GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS Professora Ani Torres Gestão de Pessoas Conjunto de métodos, políticas,técnicas e práticas definidos com o objetivo de orientar o comportamento humano

Leia mais

Quem precisa de metas afinal? Por que ter metas?

Quem precisa de metas afinal? Por que ter metas? Metas e Objetivos Muito se confunde a respeito destes dois conceitos quando se faz um planejamento estratégico do negócio. A diferença entre Meta e Objetivo, no entanto, é bastante clara como será apresentada

Leia mais

MINIWEB EDUCAÇÃO - A EXPERIÊNCIA DA CRIAÇÃO DE UM PORTAL EDUCACIONAL E CURSOS A DISTÂNCIA.

MINIWEB EDUCAÇÃO - A EXPERIÊNCIA DA CRIAÇÃO DE UM PORTAL EDUCACIONAL E CURSOS A DISTÂNCIA. 1 MINIWEB EDUCAÇÃO - A EXPERIÊNCIA DA CRIAÇÃO DE UM PORTAL EDUCACIONAL E CURSOS A DISTÂNCIA. Profa. Arlete Embacher MiniWeb Educação S/C Ltda webmaster@miniweb.com.br Resumo Este relato descreve como surgiu

Leia mais

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade.

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. A educação de nível superior superior no Censo de 2010 Simon Schwartzman (julho de 2012) A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. Segundo os dados mais recentes, o

Leia mais

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014 ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL Guia Prático de Compra Edição de julho.2014 O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO Í n d i c e 6 perguntas antes de adquirir um sistema 4 6 dúvidas de quem vai adquirir

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

Abra. e conheça as oportunidades de fazer bons negócios...

Abra. e conheça as oportunidades de fazer bons negócios... Abra e conheça as oportunidades de fazer bons negócios... anos Chegou a hora de crescer! Conte com a Todescredi e faça bons negócios. Há 5 anos, iniciavam as operações daquela que se tornou a única financeira

Leia mais

http://crayonstock.com/19707 Zoonar 12 SEGREDOS PARA CONQUISTAR CLIENTES COM IMAGENS

http://crayonstock.com/19707 Zoonar 12 SEGREDOS PARA CONQUISTAR CLIENTES COM IMAGENS http://crayonstock.com/19707 Zoonar 12 SEGREDOS PARA CONQUISTAR CLIENTES COM IMAGENS Constantemente, somos bombardeados por incontáveis conteúdos visuais. Imagens ilustram websites, redes sociais, folders,

Leia mais

Desenvolvimento Experimental e Elaboração de Projeto de Pesquisa

Desenvolvimento Experimental e Elaboração de Projeto de Pesquisa Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Departamento Acadêmico de Eletrônica Metodologia de Estudos e Pesquisas Desenvolvimento Experimental e Elaboração de Projeto de Pesquisa

Leia mais

Empreenda! 8ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo(a) a desenvolver o seu Plano de Negócios.

Empreenda! 8ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo(a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. Empreenda! 8ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios Caro (a) aluno (a), Preparamos este roteiro para ajudá-lo(a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. O Plano de Negócios deverá ter no máximo 20

Leia mais

Ponto de Venda para Vender FERRAMENTAS DE MARKETING - DIREITOS RESERVADOS

Ponto de Venda para Vender FERRAMENTAS DE MARKETING - DIREITOS RESERVADOS Ponto de Venda para Vender FERRAMENTAS DE MARKETING - DIREITOS RESERVADOS Como marca, fachada e merchandising podem se ajudar O DESAFIO Competindo com Competência Todos sabem que a competitividade do mercado

Leia mais

Design como ferramenta de gestão: estudo de caso Amazon Acqua Service

Design como ferramenta de gestão: estudo de caso Amazon Acqua Service Design como ferramenta de gestão: estudo de caso Amazon Acqua Service Design as a management tool: a study s case Amazon Acqua Service ARAÚJO, Sharlene Melanie Martins de; Acadêmica; Universidade Federal

Leia mais

Livros Publicados. Marketing Pessoal e Organizacional. Dúvidas sobre a disciplina? Aula 1. Currículo do Docente. Fale com o professor 24 horas!

Livros Publicados. Marketing Pessoal e Organizacional. Dúvidas sobre a disciplina? Aula 1. Currículo do Docente. Fale com o professor 24 horas! Marketing Pessoal e Organizacional Dúvidas sobre a disciplina? Aula 1 Prof. Me. Achiles Batista Ferreira Junior Fale com o professor 24 horas! Twitter: @achilesjunior Currículo do Docente Bacharelado em

Leia mais

Como IDENTIFICAr AS oportunidades E CoNqUISTAr o ClIENTE

Como IDENTIFICAr AS oportunidades E CoNqUISTAr o ClIENTE Como IDENTIFICAr AS oportunidades E CoNqUISTAr o ClIENTE A abertura de empresas tem uma grande importância na sociedade em que vivemos, pois gera diversos benefícios, como empregos e riquezas para o país.

Leia mais

1 Introdução. 1.1. Contextualização do problema de pesquisa

1 Introdução. 1.1. Contextualização do problema de pesquisa 1 Introdução 1.1. Contextualização do problema de pesquisa De acordo com o último Censo da Educação Superior (2008), o Brasil conta hoje com 3.207 cursos de graduação em gerenciamento em administração,

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Ana Carolina Trindade e-mail: carolinatrindade93@hotmail.com Karen

Leia mais

(UNIDADE CEBRAC BOTUCATU)

(UNIDADE CEBRAC BOTUCATU) CAMPANHA MAIS CIDADÃO (UNIDADE CEBRAC BOTUCATU) APRESENTAÇÃO Nossa Missão: Desenvolver o potencial das pessoas e formar o cidadão profissional para atuar com brilhantismo no mercado de trabalho Estar sintonizados

Leia mais

Vendas - Cursos. Curso Completo de Treinamento em Vendas com Eduardo Botelho - 15 DVDs

Vendas - Cursos. Curso Completo de Treinamento em Vendas com Eduardo Botelho - 15 DVDs Vendas - Cursos Curso Completo de Treinamento em Vendas com - 15 DVDs O DA VENDA Esta palestra mostra de maneira simples e direta como planejar o seu trabalho e, também, os seus objetivos pessoais. Através

Leia mais

Ainda na visão dos entrevistados, as razões para profissionalização envolvem benefícios esperados, como a otimização da utilização de recursos, e

Ainda na visão dos entrevistados, as razões para profissionalização envolvem benefícios esperados, como a otimização da utilização de recursos, e 7 Conclusão No mundo de negócios, as organizações constantemente buscam melhorias e aperfeiçoamento de suas gestões para sobreviver e crescer em face de um mercado competitivo. Nesse movimento, percebe-se

Leia mais

CEAP CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA COMÉRCIO ELETRÔNICO PROF. CÉLIO CONRADO

CEAP CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA COMÉRCIO ELETRÔNICO PROF. CÉLIO CONRADO Contexto e objetivos CEAP CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA COMÉRCIO ELETRÔNICO PROF. CÉLIO CONRADO O desenvolvimento do plano de negócios, como sistematização das idéias

Leia mais

engenharia de embalagens UMA ABORDAGEM TÉCNICA DO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE EMBALAGEM Maria Aparecida Carvalho Novatec

engenharia de embalagens UMA ABORDAGEM TÉCNICA DO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE EMBALAGEM Maria Aparecida Carvalho Novatec engenharia de embalagens UMA ABORDAGEM TÉCNICA DO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE EMBALAGEM Maria Aparecida Carvalho Novatec capítulo 1 Que é isso, companheiro? Sabíamos que você iria se interessar pelo

Leia mais

[ VAREJO 360 GRAUS] Duração: 5 meses. 12 horas por. Estratégia no Varejo de Moda André Robic. Consumidor de Moda Roberto Meireles

[ VAREJO 360 GRAUS] Duração: 5 meses. 12 horas por. Estratégia no Varejo de Moda André Robic. Consumidor de Moda Roberto Meireles O Programa Varejo Graus contribui para que se estabeleça uma referência completa sobre o varejo de Moda, integrando teoria, estudos de caso e aplicações práticas. Ao longo de quatro meses, os participantes

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro Anexo 3 PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro 1. Capa 2. Sumário 3. Sumário executivo 4. Descrição da empresa 5. Planejamento Estratégico do negócio 6. Produtos e Serviços 7. Análise de Mercado 8. Plano de Marketing

Leia mais

O Alma é um projeto educacional que busca olhar e cuidar da sua fotografia como um todo, do clique ao post: técnica, fluxo de trabalho, estilo,

O Alma é um projeto educacional que busca olhar e cuidar da sua fotografia como um todo, do clique ao post: técnica, fluxo de trabalho, estilo, O Alma é um projeto educacional que busca olhar e cuidar da sua fotografia como um todo, do clique ao post: técnica, fluxo de trabalho, estilo, pós-produção, referências, precificação, atendimento ao cliente,

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Design 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Design 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Design 2011-1 DESENVOLVENDO A IDENTIDADE VISUAL DE UMA POUSADA EM CONSERVATÓRIA Alunos: OLIVEIRA,

Leia mais

UNIDADE 5 A estrutura de um Plano de Negócios

UNIDADE 5 A estrutura de um Plano de Negócios UNIDADE 5 A estrutura de um Plano de Negócios É evidente a importância de um bom plano de negócios para o empreendedor, mas ainda existem algumas questões a serem respondidas, por exemplo: Como desenvolver

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

EXPLORANDO ALGUMAS IDEIAS CENTRAIS DO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO FUNDAMENTAL. Giovani Cammarota

EXPLORANDO ALGUMAS IDEIAS CENTRAIS DO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO FUNDAMENTAL. Giovani Cammarota UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA III EXPLORANDO ALGUMAS IDEIAS CENTRAIS DO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO FUNDAMENTAL Giovani Cammarota

Leia mais

Metodologia de projeto. Curso Técnico de Comunicação Visual Prof. Diego Piovesan Medeiros

Metodologia de projeto. Curso Técnico de Comunicação Visual Prof. Diego Piovesan Medeiros Metodologia de projeto Curso Técnico de Comunicação Visual Prof. Diego Piovesan Medeiros Mas o que é metodologia? E para que serve? vamos fazer uma pizza? O método de projeto tem como objetivo atingir

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 1 Programa Institucional de Bolsa a Iniciação a Docência do Curso de Educação Física Licenciatura da Universidade Federal de Santa

Leia mais

Anúncio sobre o uso consciente do elevador 1

Anúncio sobre o uso consciente do elevador 1 Anúncio sobre o uso consciente do elevador 1 Ana Clara TELMO 2 Carolina FORLÉO 3 Raíza JASPER 4 Fábio HANSEN 5 Escola Superior de Propaganda e Marketing, Porto Alegre, RS RESUMO Hoje, fala-se da importância

Leia mais

PESQUISA DIA DAS CRIANÇAS - MOSSORÓ

PESQUISA DIA DAS CRIANÇAS - MOSSORÓ PESQUISA DIA DAS CRIANÇAS - MOSSORÓ Mossoró, setembro de 2015 1 Sumário 1. Aspectos Metodológicos... 3 2. Descrição dos Resultados... 4 Itens de comemoração... 4 Gastos com presente... 4 Local e quando

Leia mais