UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ"

Transcrição

1 DANIELA SILVA NEVES A PRIMEIRA REELEIÇÃO DE CURITIBA - CAMPANHA DE CASSIO TANIGUCHI NO HORÁRIO GRATUITO DE PROPAGANDA ELEITORAL (HGPE) NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE CURITIBA EM 2000 Monografia apresentada como requisito à conclusão do curso de especialização em Sociologia Política do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Paraná. Orientador: Profº Emerson Urizzi Cervi UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CURITIBA 2005

2 SUMÁRIO LISTA DE TABELAS...iii RESUMO...iv 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA HORÁRIO GRATUITO DE PROPAGANDA ELEITORAL PESQUISA DE OPINIÃO MODERNIZAÇÃO DAS CAMPANHAS CENÁRIO POLÍTICO NAS ELEIÇÕES DE 2000 EM CURITIBA DESEMPENHO NAS PESQUISAS METODOLOGIA DISCUSSÃO CAMPANHA DO PRIMEIRO TURNO CAMPANHA DE SEGUNDO TURNO CONCLUSÃO...33 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...35 ii

3 LISTA DE TABELAS Tabela 1- Eleições municipais majoritárias em Curitiba/ Tabela 2 - Eleições municipais majoritárias em Curitiba/ Tabela 3- Resultado do 2º turno das eleições...16 Tabela 4 - Disputa eleitoral para a Prefeitura de Curitiba (1º e 2º turnos) evolução das intenções de votos Tabela 5 - Formato dos Programas do 1º Turno Tabela 6 - Uso do Cargo Tabela 7 - Atributo do Candidato Tabela 8 - Associação Administração em Curso Tabela 9 - Ataque Administração em Curso Tabela 10 - Ataque Adversários Tabela 11 - Ofensiva quanto aos Temas Tabela 12 - Postura Acima da Briga Tabela 13 - Menção a Partido/Coligação Tabela 14 - Endosso de Lideranças Tabela 15 - Endosso do Patrono Político Tabela 16 - Análise de Segmento de Programa por Tema 2000 Taniguchi...29 Tabela 17 - Análise de Seguimento do Programa por Tema 2000 Ângelo Vanhoni...30 Tabela 18 - Apelo a Mudanças Tabela 19: Formato do Programa do 2º Turno iii

4 RESUMO Este estudo analisa o discurso do candidato vitorioso, Cassio Taniguchi, nas eleições municipais majoritárias em Curitiba, no ano de 2000, através do Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE). Analisa as estratégias utilizadas no HGPE para a reeleição, tanto na campanha no primeiro turno das eleições bem como na do segundo turno de votação do cargo majoritário. Para isso, utiliza os dados do levantamento realizado pelo grupo de pesquisa Mídia e Política, vinculado ao Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Paraná. Os dados são relativos aos trinta e oito programas eleitorais veiculados no primeiro e segundo turno. O programa partidário na televisão é considerado um importante meio de debate durante o processo eleitoral e tido como o carro-chefe das peças de campanha. Ao estuda-lo, é possível aprofundar o conhecimento sobre o processo eleitoral no Brasil. Palavras-chave: eleições, comportamento eleitoral, Curitiba. iv

5 1 INTRODUÇÃO Este trabalho analisa as estratégias de campanha utilizada por Cassio Taniguchi (PFL) no ano de 2000, quando concorreu à reeleição ao cargo de prefeito da cidade de Curitiba. Foi a segunda eleição com possibilidade de reeleição, sendo a primeira em Mas os curitibanos votam em segundo turno pela primeira vez, já que em 1996 Cassio (então filiado ao PDT) venceu no primeiro turno por ter conseguido mais de 50% dos votos. O prefeito parte como grande favorito. A votação foi feita em dois turnos, visto que nenhum dos candidatos conseguiu 50% mais um do universo de votantes. Taniguchi foi para a segunda etapa da votação concorrendo com o petista Ângelo Vanhoni, desta vez iniciando a campanha de segundo turno em desvantagem. O estudo do caso Cassio Taniguchi é feito, neste trabalho, dentro da análise de discurso político-eleitoral, tendo como base algumas categorias analíticas da metodologia de FIGUEIREDO et al. (2000) para identificar o formato de produção que predominou nos programas e qual o uso a coordenação da campanha de Cassio Taniguchi fez para a elaboração da estratégia eleitoral. FIGUEIREDO et. al. (2000) apresentam uma proposta para análise dos programas para o estudo de comunicação e política, de acordo com os formatos atuais de HGPE. Os estudos de comunicação são aprofundados no País nos anos 70, mas ainda não faziam referência às análises de mídia e política. A eleição presidencial de 1989, realizada depois de 29 anos sem eleições diretas para presidente, pode ser considerada um marco para uma série de reflexões sobre mídia e política. Pode-se afirmar que este acontecimento eleitoral, ao fazer emergir em toda sua potência estas novas conexões entre mídia e política, começa verdadeiramente a conformar um campo de estudos sobre comunicação e política no país (RUBIN, 1998, p. 3). Duas vertentes de estudos começam a se afirmar. Uma delas enfatiza os estudos do discurso político-eleitoral e outra a questão dos cenários político-eleitorais. v

6 No presente trabalho, a análise é referente ao discurso político-eleitoral, tendo como base o levantamento realizado pelo grupo de pesquisa Mídia e Política vinculado ao Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Foram analisados os trinta e oito programas veiculados no primeiro e segundo turno, com a utilização do levantamento realizado pelo grupo com elaboração de fichas para registro textual das mensagens políticas, incluindo o conteúdo da fala do candidato, o formato, as narrações in off e descrição das imagens correspondentes. Este estudo faz uma comparação dos programas de Taniguchi com os do principal adversário, Ângelo Vanhoni (PT) para entender a dinâmica do debate eleitoral e ainda tentar perceber mudanças possivelmente provocadas pela estratégia do adversário principal. Também comparamos a estratégia com os resultados de pesquisas feitas pelo Instituto Datafolha durante a campanha de 2000 em Curitiba, publicados pelo jornal Gazeta do Povo. As pesquisas são um importante instrumento durante a campanha, pois medem o resultado das estratégias utilizadas pelos candidatos e inclusive podem mudar o discurso dos concorrentes no meio do processo eleitoral. Antes de trabalhar com os dados do levantamento feito pelo grupo de Mídia e Política da UFPR, partimos de estudos que analisam a mídia e a política, como os de Luiz Felipe MIGUEL (2004), Pedro José Floriano RIBEIRO (2004) e J. B. THOMPSON (1998). Sobre marketing político utilizamos Luiz Felipe MIGUEL (2000), Luiz Costa BONINO (1994) e também Afonso de ALBUQUERQUE (2003) e Jorge ALMEIDA (2004). Sobre pesquisas eleitorais, abordamos estudos de Luiz Costa BONINO (1994), Bernard MANIN (1995), Luiz Felipe MIGUEL (2000), Pedro José Floriano RIBEIRO (2004) e Marcus FIGUEIREDO et al. (2000). Para a metodologia do trabalho, empregamos também Marcus FIGUEIREDO et al. (2000). Com a utilização dos dados do levantamento realizado pelo grupo de Mídia e Política da UFPR, o trabalho pretende analisar o discurso e a estratégia utilizada na campanha de Cassio no HGPE. Parte da hipótese de que ele teve que adequar a linguagem vi

7 na campanha de segundo turno para conseguir uma reação frente a seu adversário, visto que entra na campanha em desvantagem. Para que ele conseguisse reagir e vencer as eleições, precisou investir na imagem como candidato e modificar um pouco a estratégia de permanecer acima da briga e ir para a ofensiva, porém sem modificar demasiadamente o tom utilizado no primeiro turno da campanha. vii

8 2 REVISÃO DE LITERATURA O desenvolvimento dos meios de comunicação criou formas novas de relacionamento com o eleitor, oferecendo mais opções do que a relação corpo a corpo. Se antes a capacidade de abrangência era limitada, com o desenvolvimento da mídia (principalmente a mídia eletrônica: rádio e televisão) possibilita uma visibilidade maior. A mídia tornou-se o principal instrumento de contato entre a elite política e os cidadãos comuns (MIGUEL, 2004, p.8). Antes do desenvolvimento da mídia eletrônica, os líderes políticos só podiam ter contato com o eleitor se aparecessem em público. John B. Thompson (1998), em A mídia e a modernidade Uma teoria social da mídia, alerta para o fato de que quando a interação entre políticos e o público era feita face a face, poucas pessoas podiam ouvir os que governavam. Querendo ou não, os líderes políticos hoje devem estar preparados para adaptar suas atividades a um novo tipo de visibilidade que funciona diversamente e em níveis completamente diferentes (THOMPSON, 1998, p. 109). A televisão tem hoje um papel central em uma campanha eleitoral, papel antes desempenhado pelos comícios no século 20. Além de permitir a transmissão de mensagem a um número indefinido de receptores, outra característica salientada por THOMPSON (1998) é que, enquanto a interação face a face tem caráter dialógico, na medida em que o receptor pode responder imediata e diretamente ao transmissor da mensagem, a televisão tem caráter monológico com fluxo de informação em um único sentido e que implica na produção de modos simbólicos, tanto do tipo auditivo como visual. O HGPE consegue atingir maior número de eleitores do que a campanha de rua e também vira espaço de debate entre os adversários em uma campanha. Com a propaganda de um candidato seguida pela de adversários, os discursos de rivais fazem referência uns aos outros, disputando o voto do eleitor. viii

9 No Brasil, a partir das eleições presidenciais de 1989, as campanhas pelo HGPE vieram se modernizando, aprimorando técnicas, com o fortalecimento do marketing político. 2.1 HORÁRIO GRATUITO DE PROPAGANDA ELEITORAL A propaganda gratuita no rádio e na televisão teve início em 1962 no Brasil, apesar de já ser usada constantemente por políticos desde a época do governo do Presidente Getúlio Vargas, a partir da década de 30. Durante o Regime Militar (com início em 1964) ela permaneceu, porém censurada. A partir de 1982, com a redemocratização, a legislação brasileira liberou o uso da propaganda na televisão e até hoje ela permanece praticamente a mesma, sem maiores alterações, exceto na campanha de 1994, quando foram proibidas imagens produzidas fora dos estúdios e outras técnicas de produção e montagem das imagens. (FIGUEIREDO, 2000). A redemocratização e o sistema multipartidário no Brasil acentuaram a profissionalização das campanhas e fizeram que partidos e candidatos se empenhassem em manter a competitividade por meio do uso de técnicas de campanha cada vez mais sofisticadas (RIBEIRO, 2004). O HGPE é considerado a maneira mais eficaz de se atingir o maior número de eleitores e com isso torna-se o principal cenário de debate entre os adversários em uma campanha. Confinados em um mesmo horário, destinado para a propaganda eleitoral e com a propaganda de um partido seguida pela de adversários, naturalmente os discursos de candidatos rivais referem-se uns aos outros, disputando o voto do eleitor. Para Afonso de ALBUQUERQUE (2003, p.11), esse fluxo gera inclusive um diálogo entre programas de adversários e na seqüência de programas de um mesmo candidato. (...) todos os programas do HGPE fazem referência a adversários, genericamente ou dando nome aos bois (em fórmulas como aqui você vai ver o que não vê nas outras tevês, neste caso você pode confiar ). Com renovação diária do material exibido, existe uma lógica na ix

10 qual cada programa pode ser entendido como um capítulo de uma trama de campanha eleitoral. Como cita Bernard MANIN (1995, p.30), existe uma capacidade de construção de antagonismos de uma campanha eleitoral, na medida em que (...) joga várias imagens umas contra as outras. Considerada isoladamente, cada imagem, na verdade, pode significar quase tudo. O erro está exatamente em examinar cada uma delas em separado. Ao contrário da campanha em palanques, quando o discurso pode ser direcionado dependendo do público ao qual o político se dirige, na televisão o discurso atinge a todos. Do indeciso, passando pelo formador de opinião, ao militante. Mesmo que se opte por discursos setorizados, dependendo do público que se pretende atingir com maior força, em regra geral o texto do programa eleitoral para a televisão leva em conta a diversidade dos eleitores (MIGUEL, 2000). A política se adapta à linguagem da televisão, veículo onde as informações devem ser breves para não perder o telespectador. O formato dos programas do HGPE não é uma criação original e sim copiada, importada de outras áreas da produção televisiva (TAPAJÓS, 1994). Nos programas, dois padrões são sempre usados: a "fala do trono" 1 com o político geralmente em enquadramento fechado, ou falando para a câmera e o clipe, em que imagens variadas são costuradas por alguma música composta para o efeito - eventualmente jingles de campanha. Outras formas copiadas dos programas de televisão são também usuais, como reportagens dirigidas, geralmente misturadas ou confundidas com seqüências de "povo fala", formatos de telejornal com apresentadores tipo Rede Globo e interferências do gênero comercial de TV. A televisão gera o sentimento de intimidade e também por isso seria impróprio usar o mesmo tom do palanque. Nada pode aborrecer o espectador para não perder sua 1 Renato Tapajós, em Propaganda Política, Tv e Linguagem, cita esse padrão como o talking head do político e diz que a forma mais óbvia e primitiva de se transmitir uma mensagem, com o enquadramento em primeiro plano que cria a aproximação desejada, a intimidade entre quem fala e quem ouve; o olhar direto para a câmera pretende transferir ao telespectador o papel de interlocutor direto. x

11 atenção (MIGUEL, 2000, p. 76). O resultado é um discurso breve, sem reflexão profunda sobre os assuntos e que deve atingir todos os tipos de eleitores. Antonio Albino Canelas Rubin, no texto Novas Configurações das Eleições na Idade Mídia (2001), também chama a atenção para essa adaptação da política à linguagem da televisão. Para ele, o relacionamento entre a política e a comunicação, principalmente entre mídia e eleições deve ser estudado, na atualidade, dentro do que o autor chama de Idade Mídia 2, enquadrada em uma sociabilidade estruturada e ambientada pela comunicação, principalmente pela mídia. De acordo com Rubin, essa interação entre política e comunicação dentro dessa sociedade midiática altera os processos eleitorais e muda tanto a comunicação quanto a política. Uma das mudanças que atinge as duas esferas é a possibilidade da telerrealidade, expressão empregada por Muniz Sodré, citado por RUBIN (2001, p. 179) A mídia, ao consumar um espaço eletrônico em rede, povoado de televivências em abrangência globalizante, em verdade constrói uma outra e nova dimensão constituída da sociabilidade contemporânea, a qual se sugere denominar telerrealidade. Tele porque aponta a possibilidade do distante ser apreendido, transportado e transformado em acontecimento próximo, em algo quer ganha um sentido instantâneo e realidade para lembrar que esta dimensão de sociabilidade deve sempre ter afirmado seu estatuto de realidade. Essa nova formatação da realidade possibilita a desterritorialização e, mesmo sem a presença, traz a vivência para o tempo real. A televisão traz mudança na atuação política, já que tudo pode virar evento de mídia. Sejam comícios, passeatas, carreatas, os acontecimentos já são feitos pensados nas 2 O autor mensura a época atual como Idade Mídia através de indicadores: 1) Expansão quantitativa da comunicação, constatada através de aumento da tiragem e dimensão das redes em operação; 2) Diversidade das novas modalidades de mídia; 3) Papel desempenhado pela mídia como forma de conhecer a vida, a realidade e o mundo 4) Supremacia da cultura midiatizada sobre outros circuitos culturais existentes; 5) Ressonância social da comunicação midiatizada 6) Ressonância como esfera de publicização hegemônica; 7) Mutação espacial e temporal provocada pela mídia, na perspectiva de forjar uma vida em tempo real; 8) Crescimento vertiginoso dos setores voltados para produção, circulação, difusão e produtos de bens simbólicos. xi

12 imagens que vão para tela nos programas eleitorais, dando o efeito de telerrealidade ao eleitor. Rubin trabalha tais conceitos afirmando que só se deve refletir sobre as relações entre eleições e comunicação a partir desse quadro de importância da mídia. Os comícios continuam fazendo parte da campanha, mas agora o foco central é o espaço eletrônico. Esse deslocamento não pode, no entanto, ser apreendido nem como submissão plena da política à lógica midiática, nem como desvirtuação da política. Antes deve ser pensado como adequação da política à nova situação de uma sociabilidade estruturada e ambientada pela mídia (RUBIN, 2001, p.181). Toda atividade de campanha deve ser pensada como evento de mídia. A presença da imprensa nesses eventos pode garantir espaço nos jornais e telejornais, mas independente dela a equipe de produção do HGPE deve sempre registrar os eventos para mostrar a campanha em movimento. As sondagens de opinião públicas aparecem como um importante instrumento para medir a aceitação da campanha e dos programas que vão ao ar. Elas ajudam a compor o discurso e a linha dos programas, mas não devem ser lidas de modo fechado com a obrigação de obedecer às opiniões dos eleitores (ALMEIDA, 2004). Nas campanhas atuais, as preferências e o perfil da população sobre questões políticas são identificadas cada vez mais através das pesquisas. xii

13 2.2 PESQUISA DE OPINIÃO Os resultados das pesquisas de opinião não podem ser ignorados em um estudo sobre processo eleitoral, já que são utilizados pelos candidatos como forma de acompanhar de que maneira a estratégia utilizada está sendo percebida e aceita pelos eleitores, inclusive a linguagem e o formato dos programas eleitorais na televisão. Tais resultados inclusive podem modificar os discursos e a própria estratégia escolhida pela coordenação da campanha. Seja para medir o perfil do eleitor e seus anseios ou para acompanhar o resultado das estratégias de campanha, os institutos de pesquisa passaram a ter importância estratégica no andamento de campanhas. As preferências dos cidadãos sobre questões políticas são identificadas cada vez mais através das pesquisas de opinião (MANIN, 1995). As pesquisas são o feedback do andamento da campanha e para os coordenadores de comitês eleitorais são cada vez mais um referencial. Luiz Felipe Miguel, em Mito e Discurso Político Uma análise a partir da campanha eleitoral brasileira de 1994, cita exemplo da campanha presidencial daquele ano quando entrevistou os coordenadores das campanhas de Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. Para as campanhas dos dois candidatos, as pesquisas de opinião públicas são citadas como ferramentas importantes. Para Rui Rodrigues, do staff de Fernando Henrique Cardoso, sem pesquisa de opinião não dá para trabalhar. É a ferramenta mais importante. Marcus Sokol, da assessoria de Lula, cita o uso intensivo de pesquisas como a demonstração de que o PT havia superado o amadorismo (MIGUEL, 1994, p.83). Segundo o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), a audiência do programa eleitoral tem a forma de um sino invertido. Começa alta, cai progressivamente até atingir baixos níveis e no final volta a crescer, dias antes das eleições (FIGUEIREDO, 2000). Mesmo não sendo assistida por todo o conjunto do eleitorado, é o termômetro da campanha eleitoral. Comparando com as pesquisas de xiii

14 opinião pública é possível perceber que a preferência dos eleitores muda de acordo com a dinâmica da campanha que tem como peça principal o programa eleitoral gratuito. Nessa corrida de cavalos que vira uma eleição, as sondagens de intenção de voto se proliferam, não só encomendadas pelos meios de comunicação quanto pelos próprios candidatos (RIBEIRO, 2004). As pesquisas de opinião tiveram início nos Estados Unidos antes da Segunda Guerra Mundial. Hoje são utilizadas em todo o mundo, realizadas por empresas especializadas. Luiz Costa Bonino (1994, p. 6) em Manual de Marketing Político, ao escrever sobre como montar estratégias de campanha, reforça a importância das pesquisas: Mais do que a intenção de voto, essas pesquisas podem mostrar o comportamento do eleitorado se é conservador ou liberal, reacionário ou progressista, se tem grande interesse pela política, como age perante mudanças, como se autodefine politicamente (de esquerda ou de direita). Além disso, qual a opinião dos eleitores sobre os principais temas de campanha. Conhecer os eleitores é vital para o êxito da campanha política. Mas deve sempre ser renovada, já que o quadro muda muito rapidamente em uma eleição. Nesse novo cenário da importância dos programas de televisão durante uma campanha eleitoral, em uma sociedade midiática, o conhecimento pessoal dos eleitores conta pouco. Esse conhecimento não é mais obtido na conversa com cada votante e sim através de estudos de eleitorado, análises qualitativas. Se antes os argumentos presentes na propaganda político-eleitoral e as propostas e projetos apresentados na plataforma eleitoral e no programa de governo dos candidatos eram construídos a partir de discussões baseadas no programa político-ideológico do partido, contatos do candidato com as bases sociais de apoio e contatos com grupos organizados de interesse, o aumento da complexidade social trouxe dificuldades de identificação do posicionamento de um eleitorado. Com isso, nos últimos anos as sondagens de opinião pública viraram xiv

15 instrumentos para partidos e candidatos detectarem e compreenderem o que pensam os cidadãos. Essas informações sobre o posicionamento do eleitor também são utilizadas na confecção das plataformas eleitorais e na construção do discurso político. Com o resultado das sondagens, geralmente qualitativas, os publicitários buscam não só corrigir pontos estéticos e substantivos das emissões televisivas e radiofônicas, como também procuram alterar aspectos da aparência e do comportamento do postulante, quando são mal avaliados pelos telespectadores consultados (RIBEIRO, 2004, p.38). Jorge ALMEIDA (2004) acredita na importância das sondagens como indispensáveis para identificar o cenário de representação política. Mas não são suficientes para compreender os outros elementos do conjunto do contexto e das relações de força e nem podem ser planejadas, executadas analisadas sem um bom embasamento desses elementos (ALMEIDA, 2004, p. 340). Esses elementos seriam econômicos, sociais, culturais e políticos do contexto. Assim, a montagem do discurso e as estratégias de campanha, tendo como ponto mais importante as produções dos HGPE, correm risco se ficarem reféns do resultados das sondagens. 2.3 MODERNIZAÇÃO DAS CAMPANHAS Na campanha eleitoral de 1989 para a Presidência da República o HGPE representou um palco em que houve uma audiência bem expressiva e uma acirrada disputa entre os candidatos. Afonso de ALBUQUERQUE (2003), diz que aquela campanha eleitoral na televisão foi um marco no processo de profissionalização das campanhas eleitorais, que teve início em 1980 no Brasil. A propaganda partidária gratuita visa reduzir a influência do poder econômico, já que os espaços em rádio e tevê não precisam ser comprados (MIGUEL, 2004). Mas por outro lado, a própria elite política entende o horário eleitoral como elemento essencial e xv

16 essa necessidade de se ocupar bem esse espaço tornou os programas do HGPE e realização de pesquisas dispendiosos. Tanto que surgiu a figura do coletor de fundos da campanha (RIBEIRO, 2004). A necessidade de ocupar esse espaço da melhor maneira possível gerou a profissionalização, ou também chamada de modernização das campanhas (RIBEIRO, 2004) e trouxe diversos especialistas para a política. São roteiristas, relações públicas, especialistas em pesquisas de opinião, demógrafos, estatísticos, cientistas políticos, sociólogos, especialistas em informática e banco de dados, redatores de discursos, produtores de rádio e televisão, jornalistas, designers, atores, entre outros. Como observa Pedro José Floriano RIBEIRO (2004), essa profissionalização também reflete a diminuição da participação da militância: A contratação desses profissionais fenômeno alcunhado por Habermas de cientifização relegou a segundo plano os militantes, voluntários e quadros partidários, excluídos principalmente dos cargos-chave da campanha, ou seja, dos cargos executivos e diretivos.. São os roteiristas de campanha responsáveis pelos textos dos candidatos. Os jornalistas famosos, artistas e mestres de cerimônia entram para inserir sujeitos no mundo da ficcionalização e os formatos televisivos, como novelas, telejornais, documentários, como recurso de legitimação do discurso político (ALBUQUERQUE, 2003) Essa equipe de produção do HGPE é responsável por conseguir transmitir ao público o que se pretende - através das estratégias de campanha já definida - e também trabalhar a imagem do candidato. Na era da televisão, o peso da imagem do político é cada vez maior para a eficácia de uma campanha. A imagem, como critério geral, tem influência na decisão do voto. O candidato que tenha imagem superior a de seus adversários, sai na frente (BONINO, 1994). Se o candidato é pouco conhecido, é preciso aumentar sua notoriedade, com publicidade na televisão, reforçando seus pontos fortes. Através dos programas de televisão, o candidato deve mostrar ter qualidades essenciais em um governante: a tevê deve passar a imagem de confiança, firmeza, eficácia, autoridade, competência e xvi

17 renovação. Tudo com naturalidade, sem ser artificial, já que gerar confiança é o eixo de toda a estratégia de imagem. (BONINO, 1994, p.29). Os publicitários trouxeram para a política a noção de marketing já utilizada para vender produtos em outras campanhas publicitárias. Dessa forma, o marketing é a coleta de informações por meio de pesquisas para utilização na construção de plataformas e discursos, (...) de modo que os candidatos obtenham o maior sucesso possível na disputa pelos votos. Essa noção vem do marketing comercial, que identifica os anseios dos consumidores, por meio de pesquisas, para então elaborar produtos que vão ao encontro de tais demandas (RIBEIRO, 2004, p.37). Os recursos da propaganda comercial também são utilizados no HGPE para emocionar os eleitores e personalizar as campanhas a fim de conquistar votos. O marketing político, conhecido na América Latina a partir dos anos 80 e cada vez mais utilizado em campanhas eleitorais, é visto, geralmente, como a utilização de manipulação das percepções e opiniões das pessoas, utilizando recursos sofisticados de comunicação, principalmente pela televisão. Luis Costa BONINO (1994) entende de outra forma. Para ele, sai melhor quem melhor dominar os meios de comunicação e muito do que se fala em termos de manipulação é exagero. O conhecimento das técnicas mais apuradas de comunicação não define o resultado das eleições por si só, mas uma boa campanha utiliza as técnicas que estão a serviço de uma estratégia. Luiz Felipe MIGUEL (2004), apesar das ressalvas que faz sobre a fragmentação do discurso com as campanhas modernizadas, também não condena o marketing dizendo que Não adianta alimentar a nostalgia de tempos áureos da política, quando imperava o verdadeiro debate de idéias, sem a preocupação com a imagem, sem a contaminação pelas técnicas de marketing, sem a influência nociva das sondagens de opinião porque o retorno ao passado não é possível e além disso, antes da mídia eletrônica outros fatores viciavam o discurso político. Como resultado dessa modernização das campanhas e a presença de profissionais da comunicação, os programas partidários nas televisão são cada vez mais parecidos com xvii

18 propagandas de produtos vendidos no mercado. Os jingles, a linguagem sedutora que utiliza uma linguagem, música e imagens, tudo para emocionar e conquistar o eleitor. Nos programas eleitorais de Cassio Taniguchi, estão presentes essas técnicas do marketing, como uma linguagem mais sedutora, emocional, uso de jingles e falas do locutor in off. xviii

19 3 CENÁRIO POLÍTICO NAS ELEIÇÕES DE 2000 EM CURITIBA No ano de 2000, o então prefeito Cassio Taniguchi (PFL) inicia uma campanha de reeleição para a prefeitura de Curitiba, capital do estado do Paraná. Foi a segunda eleição com possibilidade de reeleição de prefeito em Curitiba, mas na prática, a primeira, pois em um sistema de eleição em dois turnos, Taniguichi conquistou, em 1996, seu primeiro mandato já no primeiro turno das eleições em 1996, com 54,6% dos votos válidos. Nesta eleição foi candidato pelo PDT. Apesar de, em 1996 já haver o estatuto do segundo turno, foi desnecessária a segunda etapa das eleições, pois com tal porcentual o prefeito garantiu a reeleição na primeira etapa. Teve como principal aliado o então governador Jaime Lerner, que já havia sido prefeito da capital por três mandatos, sendo o último entre 1989 e TABELA 1 - ELEIÇÕES MUNICIPAIS MAJORITÁRIAS EM CURITIBA CANDIDATO COLIGAÇÃO VOTOS TOTAL DE VÁLIDOS VOTOS (%) Cassio Taniguchi (PPB/PDT/PTB/PSC/PFL) ,6 Carlos Xavier Simões (PPS/PSDB) ,2 Ângelo Vanhoni (PT/PCB/PV/PC DO B) ,9 Max Rosenmann (PMDB) ,4 Althair Costa Souza (PMN) ,7 Edson Muhlmann (PST/PL/PSDC/PT DO B) ,44 Vitorio Sorotiuk (PSB) ,24 Julio Cezar de Jesus (PSTU) ,17 Manoel Julio (PTN) 277 0,03 FONTE: TRE-PR xix

20 Em 1996 Cassio, candidato do PDT, enfrentou oito adversários (ver tabela), sendo que o segundo com melhor votação, Carlos Simões, candidato pela coligação PPS/PSDB, teve um pouco mais do que a metade dos votos do vencedor. TABELA 2 RESULTADO DO 1º TURNO DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS MAJORITÁRIAS EM CURITIBA CANDIDATO Cassio Taniguchi PARTIDO/ COLIGAÇÃO PFL / PL / PPB PRN PRP / PSB PSC / PSD PSL PST / PT do B PTB / PTN QUANTIDADE DE VOTOS VOTOS VÁLIDOS (%) ,87 Ângelo Carlos Vanhoni PC do B / PCB / PHS PMN / PPS PT / PV ,88 Mauricio Requião de Mello e Silva PAN / PMDB ,60 Luiz Forte Netto PSDB / PSDC ,70 Eduardo Requião de Mello e Silva PDT / PGT ,05 Jamil Nakad PRTB ,73 Diego de Sturdze PSTU ,12 FONTE: TRE-PR NOTA: Com o resultado, Cassio Taniguchi e Angelo Vanhoni passaram para o segundo turno das eleições xx

Datafolha, propaganda e eleitores nos estados

Datafolha, propaganda e eleitores nos estados Datafolha, propaganda e eleitores nos estados 23 de agosto de 2010 1. Vitória de Dilma no 1º turno Bastou uma semana de horário eleitoral gratuito em rádio e televisão ao lado do presidente Lula para Dilma

Leia mais

O IDEAL DA MUDANÇA E OS ATAQUES NOS SPOTS DO PRIMEIRO TURNO DAS

O IDEAL DA MUDANÇA E OS ATAQUES NOS SPOTS DO PRIMEIRO TURNO DAS O IDEAL DA MUDANÇA E OS ATAQUES NOS SPOTS DO PRIMEIRO TURNO DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 2014 Luma Doné Miranda 1 RESUMO: Este artigo analisa as inserções na programação de televisão dos candidatos à

Leia mais

CAMPANHAS ELEITORAIS E COMUNICAÇÃO MIDIÁTICA: CICLOS DE MUDANÇA E CONTINUIDADE

CAMPANHAS ELEITORAIS E COMUNICAÇÃO MIDIÁTICA: CICLOS DE MUDANÇA E CONTINUIDADE CAMPANHAS ELEITORAIS E COMUNICAÇÃO MIDIÁTICA: CICLOS DE MUDANÇA E CONTINUIDADE 48 Monalisa Soares Lopes Universidade Federal do Ceará (UFC) monalisaslopes@gmail.com Os estudos da política contemporânea,

Leia mais

A intenção é introduzir o tema para instigar a troca de opiniões. O Partido acumula boas experiências a partir do debate iniciado em

A intenção é introduzir o tema para instigar a troca de opiniões. O Partido acumula boas experiências a partir do debate iniciado em Propaganda Eleitoral 6.05.200 A. Introdução A intenção é introduzir o tema para instigar a troca de opiniões O Partido acumula boas experiências a partir do debate iniciado em + - 998 O tema esquentou

Leia mais

D O S S I Ê DE CURITIBA EM. Emerson Cervi & Nelson Rosário de Souza

D O S S I Ê DE CURITIBA EM. Emerson Cervi & Nelson Rosário de Souza D O S S I Ê MÍDIA, DISCURSO E PODER IMPRENSA E ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE CURITIBA EM 2000 E 2004: EM AS COBERTURAS DA FOLHA DO PARANÁ E DA GAZETA DO POVO 1 Emerson Cervi & Nelson Rosário de Souza 34 EMERSON

Leia mais

Calendário Eleitoral 2012 - Eleições Municipais

Calendário Eleitoral 2012 - Eleições Municipais Calendário Eleitoral 2012 - Eleições Municipais Em ano de eleições municipais é importante estar atento ao calendário eleitoral 2012 para as eleições municipais. O Tribunal Superior Eleitoral/TSE divulgou

Leia mais

Romer Mottinha Santos 2 Doacir Gonçalves de Quadros 3 Faculdade Internacional de Curitiba Grupo Uninter - Curitiba, PR

Romer Mottinha Santos 2 Doacir Gonçalves de Quadros 3 Faculdade Internacional de Curitiba Grupo Uninter - Curitiba, PR Jornal Impresso e Eleições: Um Panorama da Cobertura dos Jornais Gazeta do Povo, O Estado do Paraná e Folha de Londrina, sobre as Eleições 2010 para Governador do Paraná 1 Romer Mottinha Santos 2 Doacir

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. A VOLATILIDADE ELEITORAL: Uma análise socioeconômica e espacial sobre o voto em Santa Maria.

PROJETO DE PESQUISA. A VOLATILIDADE ELEITORAL: Uma análise socioeconômica e espacial sobre o voto em Santa Maria. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS BACHARELADO GUSTAVO ANDRÉ AVELINE MÜLLER PROJETO DE PESQUISA A VOLATILIDADE

Leia mais

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política No Brasil, há poucas experiências conhecidas de uso de ferramentas de monitoramento de mídias sociais em campanhas políticas. Uma delas

Leia mais

Scup e Política: vitória nas urnas pelas redes sociais

Scup e Política: vitória nas urnas pelas redes sociais Scup e Política: vitória nas urnas pelas redes sociais A campanha do prefeito de Duque de Caxias Alexandre Aguiar Cardoso, natural de Duque de Caxias, cidade da região metropolitana do Rio de Janeiro,

Leia mais

PROGRAMA PARTIDÁRIO - 2011 PROGRAMA EM CADEIA NACIONAL (Quintas-feiras) Pedidos de Programas em análise - Atualizado em 16.12.2010

PROGRAMA PARTIDÁRIO - 2011 PROGRAMA EM CADEIA NACIONAL (Quintas-feiras) Pedidos de Programas em análise - Atualizado em 16.12.2010 PROGRAMA PARTIDÁRIO - 2011 PROGRAMA EM CADEIA NACIONAL (Quintas-feiras) Pedidos de Programas em análise - Atualizado em 16.12.2010 Nos termos da Resolução-TSE nº 20.034/1997: As cadeias nacionais ocorrerão

Leia mais

PROGRAMA PARTIDÁRIO - 2011 PROGRAMA EM CADEIA NACIONAL (Quintas-feiras) Programas deferidos - Atualizado em 6.5.2011

PROGRAMA PARTIDÁRIO - 2011 PROGRAMA EM CADEIA NACIONAL (Quintas-feiras) Programas deferidos - Atualizado em 6.5.2011 PROGRAMA PARTIDÁRIO - 2011 PROGRAMA EM CADEIA NACIONAL (Quintas-feiras) Programas deferidos - Atualizado em 6.5.2011 Nos termos da Resolução-TSE nº 20.034/1997: As cadeias nacionais ocorrerão às quintas-feiras,

Leia mais

O reflexo da opinião pública nas eleições 2010 e as expectativas em relação ao Governo Dilma 1

O reflexo da opinião pública nas eleições 2010 e as expectativas em relação ao Governo Dilma 1 O reflexo da opinião pública nas eleições 2010 e as expectativas em relação ao Governo Dilma 1 Maria Salete Souza de Amorim 2 Resumo: A eleição presidencial de 2010, disputada por nove candidatos, dentre

Leia mais

Os Partidos Políticos e as Estratégias de Campanha no Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral nas Eleições Municipais de 2008 em Juiz de Fora - MG

Os Partidos Políticos e as Estratégias de Campanha no Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral nas Eleições Municipais de 2008 em Juiz de Fora - MG Os Partidos Políticos e as Estratégias de Campanha no Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral nas Eleições Municipais de 008 em Juiz de Fora - MG Isis Arantes Resumo Este artigo examina como as imagens

Leia mais

AVALIAÇÃO DA INTENÇÃO DE VOTO EM MINAS GERAIS PARA AS ELEIÇÕES 2014

AVALIAÇÃO DA INTENÇÃO DE VOTO EM MINAS GERAIS PARA AS ELEIÇÕES 2014 AVALIAÇÃO DA INTENÇÃO DE VOTO EM MINAS GERAIS PARA AS ELEIÇÕES 2014 MINAS GERAIS JUNHO DE 2014 REGISTRO TSE: MG 00048/2014 REGISTRO TSE: BR 00188/2014 INTRODUÇÃO Este relatório contém os resultados de

Leia mais

Resultados da 120ª Pesquisa CNT/MDA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2014

Resultados da 120ª Pesquisa CNT/MDA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2014 Resultados da 120ª Pesquisa CNT/MDA Brasília, 27/08/2014 A 120ª Pesquisa CNT/MDA, realizada de 21 a 24 de agosto de 2014 e divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), mostra cenários para

Leia mais

CANDIDATOS AO GOVERNO DO RIO GRANDE DO SUL

CANDIDATOS AO GOVERNO DO RIO GRANDE DO SUL CANDIDATOS AO GOVERNO DO RIO GRANDE DO SUL CARLOS SCHNEIDER (PMN) Vice: Maximiliano Andrade (PMN) Nome: Carlos Otavio Schneider Partido: Partido da Mobilização Nacional Tempo de horário eleitoral (estimado):

Leia mais

RELACIONAMENTO E POSTURA NA ATIVIDADE PÚBLICA

RELACIONAMENTO E POSTURA NA ATIVIDADE PÚBLICA XXX CONGRESSO BRASILEIRO DE SERVIDORES DE CÂMARAS MUNICIPAIS X ENCONTRO NACIONAL DE VEREADORES - ABRASCAM. RELACIONAMENTO E POSTURA NA ATIVIDADE PÚBLICA Adriana Nóbrega Comunicação e Marketing Político

Leia mais

PROGRAMA PARTIDÁRIO - 2011 PROGRAMA EM CADEIA NACIONAL (Quintas-feiras) Pedidos de Programas em análise - Atualizado em 23.11.2010

PROGRAMA PARTIDÁRIO - 2011 PROGRAMA EM CADEIA NACIONAL (Quintas-feiras) Pedidos de Programas em análise - Atualizado em 23.11.2010 PROGRAMA PARTIDÁRIO - 2011 PROGRAMA EM CADEIA NACIONAL (Quintas-feiras) Pedidos de Programas em análise - Atualizado em 23.11.2010 Nos termos da Resolução-TSE nº 20.034/1997: As cadeias nacionais ocorrerão

Leia mais

INSTITUTO METHODUS www.institutomethodus.com.br methodus@institutomethodus.com.br (51) 3094-1400 PESQUISA ELEITORAL ESTADUAL

INSTITUTO METHODUS www.institutomethodus.com.br methodus@institutomethodus.com.br (51) 3094-1400 PESQUISA ELEITORAL ESTADUAL INSTITUTO METHODUS www.institutomethodus.com.br methodus@institutomethodus.com.br (51) 3094-1400 PESQUISA ELEITORAL Pesquisa registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (Resolução nº 23.400) e protocolada

Leia mais

Telefones: 41.91135521 e-mails: doacir.q@grupouninter.com.br

Telefones: 41.91135521 e-mails: doacir.q@grupouninter.com.br IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Título do projeto: Meios de Comunicação e Política Pesquisador responsável: Prof. Doutor Doacir Gonçalves de Quadros Contatos: Telefones: 41.91135521 e-mails: doacir.q@grupouninter.com.br

Leia mais

Partidos Políticos do Brasil

Partidos Políticos do Brasil Partidos Políticos do Brasil Fonte: http://www.suapesquisa.com/partidos/ INTRODUÇÃO 04.06.2012 Atualmente, a legislação eleitoral brasileira e a Constituição, promulgada em 1988, permitem a existência

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

Estratégias de Comunicação Política e Competitividade em Campanhas Eleitorais. - O Caso de Luziânia - GO.

Estratégias de Comunicação Política e Competitividade em Campanhas Eleitorais. - O Caso de Luziânia - GO. Estratégias de Comunicação Política e Competitividade em Campanhas Eleitorais. - O Caso de Luziânia - GO. Guilherme S. Scartezini (Coordenação: Prof. Heloíza Matos) UNB/FAC/CURSO DE EXTENSÃO DE MARKETING

Leia mais

Estrela Serrano JORNALISMO POLÍTICO EM PORTUGAL

Estrela Serrano JORNALISMO POLÍTICO EM PORTUGAL A/484566 Estrela Serrano JORNALISMO POLÍTICO EM PORTUGAL A cobertura de eleições presidenciais na imprensa e na televisão (1976-2001) Edições Colibri Instituto Politécnico de Lisboa ÍNDICE Introdução 23

Leia mais

Marketing político e eleitoral

Marketing político e eleitoral Marketing político e eleitoral Eloá Muniz Inicialmente é preciso conceituar diferentemente marketing político e marketing eleitoral. O marketing político é um conjunto de técnicas e procedimentos que tem

Leia mais

INTRODUÇÃO AO CURSO DE MARKETING ELEITORAL

INTRODUÇÃO AO CURSO DE MARKETING ELEITORAL INTRODUÇÃO AO CURSO DE MARKETING ELEITORAL FAÇA SUA CAMPANHA PARA PROJETO PODER P - Planejamento O - Organização D - Delegação E - Execução R - Realização Lance sua campanha para Vereador com o Projeto

Leia mais

Eleições presidenciais no Brasil em 2010: o perfil dos candidatos e de suas alianças

Eleições presidenciais no Brasil em 2010: o perfil dos candidatos e de suas alianças Eleições presidenciais no Brasil em 2010: o perfil dos candidatos e de suas alianças Aline Bruno Soares Rio de Janeiro, julho de 2010. Desde seu início, o ano de 2010 tem se mostrado marcante em relação

Leia mais

Os desafios da Comunicação Pública Jorge Duarte 1

Os desafios da Comunicação Pública Jorge Duarte 1 Os desafios da Comunicação Pública Jorge Duarte 1 Termo até então desconhecido, Comunicação Pública agora é nome de curso de pós-graduação, título de livros, de artigos e pesquisas. Nós, na Secretaria

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de massa. Os tipos

Leia mais

Pesquisa Eleitoral Novembro / 2003 ANEP

Pesquisa Eleitoral Novembro / 2003 ANEP Pesquisa Eleitoral INFLUÊNCIA DA PESQUISA ELEITORAL NA SOCIEDADE Franceschini Análises de Mercado Pesquisa, Imprensa e Política Visão do Político Visão do Jornalista Visão do Técnico de Pesquisa Atuação

Leia mais

PROPAGANDA ELEITORAL

PROPAGANDA ELEITORAL PROPAGANDA ELEITORAL Katherine Schreiner katherine@eleitoralbrasil.com.br http://www.eleitoralbrasil.com.br Propaganda Política A expressão propaganda política é empregada para significar, em síntese,

Leia mais

LEVANTAMENTO TEMÁTICO DA PROPAGANDA ELEITORAL NA TELEVISÃO ESTUDO DE CASO SOBRE AS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE CURITIBA EM 2012

LEVANTAMENTO TEMÁTICO DA PROPAGANDA ELEITORAL NA TELEVISÃO ESTUDO DE CASO SOBRE AS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE CURITIBA EM 2012 LEVANTAMENTO TEMÁTICO DA PROPAGANDA ELEITORAL NA TELEVISÃO ESTUDO DE CASO SOBRE AS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE CURITIBA EM 2012 Universidade Federal do Paraná Luciana Panke - lupanke@gmail.com Gabriel Bozza

Leia mais

CALENDÁRIO DA PROPAGANDA PARTIDÁRIA PARA 2013 SEGUNDO O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL TSE

CALENDÁRIO DA PROPAGANDA PARTIDÁRIA PARA 2013 SEGUNDO O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL TSE CALENDÁRIO DA PROPAGANDA PARTIDÁRIA PARA 2013 SEGUNDO O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL TSE Atualizado em 29.10.2012 DEM - DEMOCRATAS Rede nacional (10 min.): dias 06.06 e 12.12.2013. Geradoras: Empresa Brasil

Leia mais

Cenário Político-Eleitoral. Set-2014

Cenário Político-Eleitoral. Set-2014 Cenário Político-Eleitoral Set-2014 Humberto Dantas Cientista social, mestre e doutor em Ciência Política USP Professor e pesquisador do Insper Coordenador de cursos de pós-graduação FIPE e FESP Comentarista

Leia mais

Propaganda ideológica. Baseado no livro: O que é Propaganda Ideológica de Nelson Jahr Garcia

Propaganda ideológica. Baseado no livro: O que é Propaganda Ideológica de Nelson Jahr Garcia Propaganda ideológica Baseado no livro: O que é Propaganda Ideológica de Nelson Jahr Garcia Propagandas: comerciais e eleitorais Estão em todo parte: televisão, rádio, cartazes; veículos; objetos... As

Leia mais

O QUE PODERÁ OCORRER NA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DE 2014?

O QUE PODERÁ OCORRER NA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DE 2014? 16 O QUE PODERÁ OCORRER NA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DE 2014? Adriano Oliveira Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) adrianopolitica@uol.com.br Resumo: Este artigo tem os objetivos de desenvolver uma análise

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA AVALIAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL CANDIDATURAS: PRESIDENTE / GOVERNADOR / SENADOR ELEIÇÕES 2014 LONDRINA (PR)

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA AVALIAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL CANDIDATURAS: PRESIDENTE / GOVERNADOR / SENADOR ELEIÇÕES 2014 LONDRINA (PR) PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA AVALIAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL CANDIDATURAS: PRESIDENTE / GOVERNADOR / SENADOR ELEIÇÕES 2014 LONDRINA (PR) QUANTITATIVA EXTERNA PESQUISA REGISTRADA E PROTOCOLIZADA: TRE

Leia mais

COMO ANALISAR A CAMPANHA ELEITORAL NOS WEBSITES DOS CANDIDATOS? Uma proposta metodológica para observar as eleições de 2012 e 2014

COMO ANALISAR A CAMPANHA ELEITORAL NOS WEBSITES DOS CANDIDATOS? Uma proposta metodológica para observar as eleições de 2012 e 2014 COMO ANALISAR A CAMPANHA ELEITORAL NOS WEBSITES DOS CANDIDATOS? Uma proposta metodológica para observar as eleições de 2012 e 2014 Michele Goulart Massuchin, UFSCar FAPESP mimassuchin@gmail.com COMO ANALISAR

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA 1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INTRODUÇÃO A PUBLICIDADE E PROPAGANDA... 4 02 HISTÓRIA DA ARTE... 4 03 COMUNICAÇÃO

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA NACIONAL

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA NACIONAL Pesquisa e Consultoria Relatório Síntese PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA NACIONAL RODADA 89 CNT 18 a 22 de Junho de 2007 SAS Q 06 - Lote 03 - Bloco J Rua Grão Pará, 737-4º andar Ed. Camilo Cola - 2 o andar

Leia mais

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Comunicação é um direito de todos No Brasil, os meios de comunicação estão concentrados nas mãos de poucas empresas familiares que têm a

Leia mais

Intenção de voto para presidente da República PO813749. www.datafolha.com.br

Intenção de voto para presidente da República PO813749. www.datafolha.com.br Intenção de voto para presidente da República PO813749 01 e 02/07/2014 INTENÇÃO DE VOTO PARA PRESIDENTE JULHO DE 2014 EM MÊS MARCADO POR COPA, DILMA RECUPERA PREFERÊNCIA DE ELEITORES Queda nos votos em

Leia mais

PESQUISA CNT/MDA RELATÓRIO SÍNTESE

PESQUISA CNT/MDA RELATÓRIO SÍNTESE PESQUISA CNT/MDA RELATÓRIO SÍNTESE Rodada 125 18 e 19 de outubro de 2014 Registro no TSE: BR-01139/2014 ÍNDICE 1 DADOS TÉCNICOS... 03 2 ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2014... 04 2 1. DADOS TÉCNICOS PESQUISA CNT/MDA

Leia mais

CAPÍTULO I DO APOIO A GESTÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE CAPÍTULO II DA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE

CAPÍTULO I DO APOIO A GESTÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE CAPÍTULO II DA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE LEI N.º 1.297, DE 06 DE JULHO DE 2010. Dispõe sobre apoio a Gestão do Sistema Único de Saúde, da realização de conferências no âmbito municipal, da reformulação e funcionamento do Conselho Municipal de

Leia mais

Televisão brasileira: o início da problemática 1

Televisão brasileira: o início da problemática 1 Televisão brasileira: o início da problemática 1 AUTOR: QUINTANA JÚNIOR, José CURSO: Comunicação Social Jornalismo/Unifra, Santa Maria, RS OBRA: CAPARELLI, Sérgio. Televisão e capitalismo no Brasil: com

Leia mais

Em direção da estabilização

Em direção da estabilização Em direção da estabilização Leôncio Martins Rodrigues SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros RODRIGUES, LM. Em direção da estabilização. In: Partidos, ideologia e composição social: um estudo das

Leia mais

Veja pesquisas Datafolha para presidente em SP, MG, RJ, RS, PR, PE e DF

Veja pesquisas Datafolha para presidente em SP, MG, RJ, RS, PR, PE e DF Veja pesquisas Datafolha para presidente em SP, MG, RJ, RS, PR, PE e DF Pesquisas Datafolha realizadas em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Distrito Federal

Leia mais

Quem somos. Mais de 20 anos de atuação nacional. Especialistas em inteligência política. Referência em pesquisas no Sul do Brasil.

Quem somos. Mais de 20 anos de atuação nacional. Especialistas em inteligência política. Referência em pesquisas no Sul do Brasil. Quem somos Mais de 20 anos de atuação nacional. Especialistas em inteligência política. Referência em pesquisas no Sul do Brasil. Alguns de nossos clientes Pré-Eleições Principais Problemas Mapeados

Leia mais

35º Encontro Anual da ANPOCS GT21 - Mídia, política e eleições

35º Encontro Anual da ANPOCS GT21 - Mídia, política e eleições 35º Encontro Anual da ANPOCS GT21 - Mídia, política e eleições As pesquisas das pesquisas A opinião do eleitor sobre as pesquisas eleitorais Adriano Oliveira Professor Adjunto do Departamento de Ciência

Leia mais

Intenção de voto para presidente 2014 PO813734. www.datafolha.com.br

Intenção de voto para presidente 2014 PO813734. www.datafolha.com.br Intenção de voto para presidente 2014 PO813734 19 e 20/02/2014 INTENÇÃO DE VOTO PARA PRESIDENTE FEVEREIRO DE 2014 MESMO COM DESEJO DE MUDANÇA, DILMA MANTÉM LIDERANÇA NA CORRIDA ELEITORAL 67% preferem ações

Leia mais

Estratégia eleitoral e consolidação situacionista nas eleições brasileiras: o caso do pleito de 2010.

Estratégia eleitoral e consolidação situacionista nas eleições brasileiras: o caso do pleito de 2010. Estratégia eleitoral e consolidação situacionista nas eleições brasileiras: o caso do pleito de 2010. Resumo Estudos políticos, sócio - jurídicos e institucionais Maurício Ferreira da Silva Universidade

Leia mais

O marketing aplicado aos mandatos : A importância da leitura de cenário para o planejamento.

O marketing aplicado aos mandatos : A importância da leitura de cenário para o planejamento. 2º Seminário Nacional de REDES SOCIAIS e E-GOV para Administração Pública O marketing aplicado aos mandatos : A importância da leitura de cenário para o planejamento. Daniel Machado Especialista em Marketing

Leia mais

PESQUISA IBOPE INTELIGÊNCIA/ TV GLOBO e O Estado de S. Paulo. Prognóstico 2010 Minas Gerais. Anastasia será reeleito Governador.

PESQUISA IBOPE INTELIGÊNCIA/ TV GLOBO e O Estado de S. Paulo. Prognóstico 2010 Minas Gerais. Anastasia será reeleito Governador. PESQUISA IBOPE INTELIGÊNCIA/ TV GLOBO e O Estado de S. Paulo Prognóstico 010 Minas Gerais Anastasia será reeleito Governador. de outubro de 010 1º turno Aécio Neves e Itamar Franco ocuparão as duas vagas

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

Acirrada como não se via desde 1989, a campanha pelo primeiro turno

Acirrada como não se via desde 1989, a campanha pelo primeiro turno Panorama Edição 07 Sexta-feira, 3 de de 2014 Acirrada como não se via desde 1989, a campanha pelo primeiro turno das eleições presidenciais demonstrou a importância da internet e das redes sociais. Elas

Leia mais

Você está recebendo a Cartilha Eleitoral 2014, elaborada pela Abert para orientar a conduta do radiodifusor durante o período eleitoral.

Você está recebendo a Cartilha Eleitoral 2014, elaborada pela Abert para orientar a conduta do radiodifusor durante o período eleitoral. Cartilha Eleitoral 2014 Caro Associado da ABERT, Você está recebendo a Cartilha Eleitoral 2014, elaborada pela Abert para orientar a conduta do radiodifusor durante o período eleitoral. O desconhecimento

Leia mais

LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA

LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA (versão simples da Lei da Comunicação Social Eletrônica) CAPÍTULO 1 PARA QUE SERVE A LEI Artigo 1 - Esta lei serve para falar como vai acontecer de fato o que está escrito em alguns

Leia mais

No Ar, o Programa Eleitoral Radiofônico de Lula em 2006 1. Cristiane Soraya Sales MOURA 2 Mestrado da Cásper Líbero, São Paulo, SP

No Ar, o Programa Eleitoral Radiofônico de Lula em 2006 1. Cristiane Soraya Sales MOURA 2 Mestrado da Cásper Líbero, São Paulo, SP No Ar, o Programa Eleitoral Radiofônico de Lula em 2006 1 1 Cristiane Soraya Sales MOURA 2 Mestrado da Cásper Líbero, São Paulo, SP RESUMO Esta pesquisa teve como objetivo analisar quantitativamente e

Leia mais

OBJETIVOS DE MARKETING

OBJETIVOS DE MARKETING CASE Banco do Brasil Todo Seu O Banco do Brasil é a mais antiga instituição bancária brasileira. Reconhecido como fundamental para o desenvolvimento econômico e social do país, é também o maior banco da

Leia mais

A ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DE 2002: UMA ANÁLISE PRELIMINAR DO PROCESSO E DOS RESULTADOS ELEITORAIS 1

A ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DE 2002: UMA ANÁLISE PRELIMINAR DO PROCESSO E DOS RESULTADOS ELEITORAIS 1 REVISTA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA Nº 22: 179-194 JUN. 2004 A ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DE 2002: UMA ANÁLISE PRELIMINAR DO PROCESSO E DOS RESULTADOS ELEITORAIS 1 Yan Carreirão RESUMO O presente trabalho analisa

Leia mais

ENTENDENDO AS ETAPAS INSCRIÇÃO

ENTENDENDO AS ETAPAS INSCRIÇÃO ENTENDENDO AS ETAPAS INSCRIÇÃO A inscrição no projeto deverá ser feita na área para professores. Para fazê-la, o educador deverá enviar uma imagem de sua turma, um apelido que a identifique e um breve

Leia mais

Sondagem de Opinião Parlamentar Reforma Política

Sondagem de Opinião Parlamentar Reforma Política Reforma Política Abril a Maio de 2009 Brasília, 28 de Maio de 2008 Introdução O recente envio da proposta do Poder Executivo de reforma política trouxe força e fôlego para o debate do tema no Brasil, mobilizando

Leia mais

PESQUISA RELATÓRIO 1/2 PESQUISA PRESIDENTE GOVERNADOR - SENADOR CONTRATANTE DA PESQUISA: PARTIDO DA REPÚBLICA-PR MINAS GERIAS ESTADO: MINAS GERAIS

PESQUISA RELATÓRIO 1/2 PESQUISA PRESIDENTE GOVERNADOR - SENADOR CONTRATANTE DA PESQUISA: PARTIDO DA REPÚBLICA-PR MINAS GERIAS ESTADO: MINAS GERAIS PESQUISA RELATÓRIO 1/2 PESQUISA PRESIDENTE GOVERNADOR - SENADOR CONTRATANTE DA PESQUISA: PARTIDO DA REPÚBLICA-PR MINAS GERIAS ESTADO: MINAS GERAIS PERÍODO DE REALIZAÇÃO DOS TRABALHOS: 12 A 19 DE SETEMBRO

Leia mais

SENSUS. Relatório CAMPANHA DE ESCLARECIMENTO DO TSE ELEIÇÕES 2010 FIELDS COMUNICAÇÃO TSE. 03 a 07 de Novembro de 2010

SENSUS. Relatório CAMPANHA DE ESCLARECIMENTO DO TSE ELEIÇÕES 2010 FIELDS COMUNICAÇÃO TSE. 03 a 07 de Novembro de 2010 Pesquisa e Consultoria Relatório CAMPANHA DE ESCLARECIMENTO DO TSE ELEIÇÕES 2010 FIELDS COMUNICAÇÃO TSE 03 a 07 de Novembro de 2010 Rua Grão Pará 737, 4 andar Cep 30150-341 Belo Horizonte MG Tel. 31-33042100

Leia mais

CURSO DE FISIOTERAPIA REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

CURSO DE FISIOTERAPIA REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE FISIOTERAPIA REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Fixa normas para o funcionamento das Atividades Complementares no Curso de Fisioterapia do Centro Universitário de Anápolis UniEVANGÉLICA.

Leia mais

Aula 10.1. Avaliação da Unidade II Pontuação: 7,5 pontos

Aula 10.1. Avaliação da Unidade II Pontuação: 7,5 pontos Aula 10.1 Avaliação da Unidade II Pontuação: 7,5 pontos 1ª QUESTÃO (1,0) Em seu discurso de despedida do Senado, em dezembro de 1994, o presidente Fernando Henrique Cardoso anunciou o fim da Era Vargas,

Leia mais

As 10 coisas que todas as campanhas vitoriosas fazem

As 10 coisas que todas as campanhas vitoriosas fazem Eleições 2012 As 10 coisas que todas as campanhas vitoriosas fazem Dicas práticas para prefeito e vereador Conquiste o diploma mais importante da sua vida Faça do blog Campanhas e Mandatos sua vantagem

Leia mais

7. POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO. 7.1- Comunicação 7.2- Publicidade 7.3- Promoção 7.4- Marketing directo

7. POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO. 7.1- Comunicação 7.2- Publicidade 7.3- Promoção 7.4- Marketing directo 7. POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO 7.1- Comunicação 7.2- Publicidade 7.3- Promoção 7.4- Marketing directo A COMUNICAÇÃO Comunicar Comunicar no marketing emitir mensagem para alguém emitir mensagem para o mercado

Leia mais

Perfil e Jornada de Trabalho da Equipe de Profissionais da Estação Juventude Local

Perfil e Jornada de Trabalho da Equipe de Profissionais da Estação Juventude Local PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA-GERAL SECRETARIA NACIONAL DE JUVENTUDE Perfil e Jornada de Trabalho da Equipe de Profissionais da Estação Juventude Local a) COORDENADOR ADJUNTO: 01 (Contratação Temporária

Leia mais

GABARITO ATIVIDADE DE CLASSE DESVENDANDO A NOTÍCIA. Pastor recua e garante que nunca irá queimar o Alcorão (Folha UOL/ 10/09/2010)

GABARITO ATIVIDADE DE CLASSE DESVENDANDO A NOTÍCIA. Pastor recua e garante que nunca irá queimar o Alcorão (Folha UOL/ 10/09/2010) GABARITO ATIVIDADE DE CLASSE Questão 1 DESVENDANDO A NOTÍCIA Certos acontecimentos que ganham destaque na mídia internacional costumam, como se diz na linguagem corrente, esconder problemas ou polêmicas

Leia mais

A Propaganda Institucional e as Eleições de 2008. Randolpho Martino JúniorJ www.vicosa.com.br/randolpho

A Propaganda Institucional e as Eleições de 2008. Randolpho Martino JúniorJ www.vicosa.com.br/randolpho A Propaganda Institucional e as Eleições de 2008 Randolpho Martino JúniorJ www.vicosa.com.br/randolpho Propaganda Institucional Definição: é a publicidade destinada a divulgar os atos, programas, obras,

Leia mais

Pesquisa Qualitativa Campanha Brasil 2010. Regional

Pesquisa Qualitativa Campanha Brasil 2010. Regional Pesquisa Qualitativa Campanha Brasil 2010 Regional Julho de 2010 Pesquisa de Avaliação Campanha Brasil 2010 - Regional No período entre 28 de junho e 02 de julho de 2010 foram realizados os Grupos Focais

Leia mais

O horário eleitoral gratuito na televisão e o padrão das coligações em eleições majoritárias municipais *

O horário eleitoral gratuito na televisão e o padrão das coligações em eleições majoritárias municipais * Leviathan Cadernos de Pesquisa Política N. 5, pp.1-14, 2012 O horário eleitoral gratuito na televisão e o padrão das coligações em eleições majoritárias municipais * Humberto Dantas ** Resumo O Horário

Leia mais

Apontamentos sobre marketing eleitoral

Apontamentos sobre marketing eleitoral Apontamentos sobre marketing eleitoral Posicionamento da Candidatura Cada campanha é única e terá seu próprio cronograma. No entanto, é possível propor uma divisão geral em fases, pelas quais qualquer

Leia mais

A perspectiva de reforma política no Governo Dilma Rousseff

A perspectiva de reforma política no Governo Dilma Rousseff A perspectiva de reforma política no Governo Dilma Rousseff Homero de Oliveira Costa Revista Jurídica Consulex, Ano XV n. 335, 01/Janeiro/2011 Brasília DF A reforma política, entendida como o conjunto

Leia mais

Política de Comunicação Integrada

Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada agosto 2009 Política de Comunicação Integrada 4 1 Objetivos Promover a comunicação integrada entre as empresas Eletrobras e dessas com os seus públicos de relacionamento,

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADE CURSO DE INICIAÇÃO POLÍTICA ETEC-CEPAM - 2010

RELATÓRIO DE ATIVIDADE CURSO DE INICIAÇÃO POLÍTICA ETEC-CEPAM - 2010 RELATÓRIO DE ATIVIDADE CURSO DE INICIAÇÃO POLÍTICA ETEC-CEPAM - 2010 Autoria: Prof. Dr. Introdução Entre os dias 08 e 10 de dezembro de 2010 ocorreu na sede da Etec-Cepam a primeira edição do curso de

Leia mais

Política de Comunicação Integrada

Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada agosto 2009 Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada 5 1. Objetivos Promover a comunicação integrada entre as empresas Eletrobras e dessas

Leia mais

Cartilha VOTE CONSCIENTE VOTE BEM

Cartilha VOTE CONSCIENTE VOTE BEM Cartilha VOTE VOTE BEM CONSCIENTE O mês de outubro marca a escolha de quem estará, durante os próximos anos, à frente do poder no Brasil. É um dos momentos mais significativos, pois é a hora de o brasileiro

Leia mais

PPS. Seminário em Brasília. O PPS e a nova realidade política do Brasil. Para entender os desafios do PPS é preciso entender o que pretende o PT...

PPS. Seminário em Brasília. O PPS e a nova realidade política do Brasil. Para entender os desafios do PPS é preciso entender o que pretende o PT... 1 PPS Seminário em Brasília de junho de 11 www.institutoanalise.com alberto.almeida@institutoanalise.com O PPS e a nova realidade política do Brasil 2 Para entender os desafios do PPS é preciso entender

Leia mais

PESQUISA CLIMA POLÍTICO. www.institutomethodus.com.br comercial@institutomethodus.com.br (51) 3094-1400

PESQUISA CLIMA POLÍTICO. www.institutomethodus.com.br comercial@institutomethodus.com.br (51) 3094-1400 PESQUISA CLIMA POLÍTICO www.institutomethodus.com.br comercial@institutomethodus.com.br (51) 3094-1400 1 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS LOCAL: Rio Grande do Sul PERÍODO DA COLETA: De 23

Leia mais

DIREITO ELEITORAL E PROCESSO ELEITORAL

DIREITO ELEITORAL E PROCESSO ELEITORAL CURSO DE CAPACITAÇÃO A DISTÂNCIA EM DIREITO ELEITORAL E PROCESSO ELEITORAL Autor: Fabiano Leitoguinho Rossi Sumário 1. Gestão político-eleitoral... 04 1.1 Introdução... 04 1.2 Perfil do candidato x perfil

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO Nº 65, DE 11 DE MAIO DE 2012 O DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO, tendo em vista a decisão tomada em sua 257ª Reunião Extraordinária, realizada em 11 de maio de 2012, e considerando

Leia mais

TABELA DE CONTRIBUIÇÃO DO SEGURADO EMPREGADO, DOMÉSTICO E AVULSO

TABELA DE CONTRIBUIÇÃO DO SEGURADO EMPREGADO, DOMÉSTICO E AVULSO TABELA DE CONTRIBUIÇÃO DO SEGURADO EMPREGADO, DOMÉSTICO E AVULSO A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2010 Salário-de-contribuição (R$) INSS até 1.040,22 8,00% de 1.040,23 até 1.733,70 9,00% de 1.733,71 até 3.467,40

Leia mais

introdução a publicidade & propaganda Aula 3 - Departamentos e uxograma da agência de propaganda

introdução a publicidade & propaganda Aula 3 - Departamentos e uxograma da agência de propaganda introdução a publicidade & propaganda Aula 3 - Departamentos e uxograma da agência de propaganda professor Rafael Ho mann Campanha Conjunto de peças com o mesmo objetivo, conjunto de peças publicitárias

Leia mais

(MG). Endereço: luizoliv@terra.com.br. Grupo Temático: História da Midialogia

(MG). Endereço: luizoliv@terra.com.br. Grupo Temático: História da Midialogia A Propaganda Política no Brasil e as suas peculiaridades: um olhar sobre a interface entre Comunicação e Política de Afonso Albuquerque Luiz Ademir de Oliveira Luiz Ademir de Oliveira graduado em Jornalismo

Leia mais

DESAFIOS PARA O CRESCIMENTO

DESAFIOS PARA O CRESCIMENTO educação para o trabalho Equipe Linha Direta DESAFIOS PARA O CRESCIMENTO Evento realizado na CNI apresentou as demandas da indústria brasileira aos principais candidatos à Presidência da República Historicamente

Leia mais

Teorias de Media e Comunicação

Teorias de Media e Comunicação Teorias de Media e Comunicação (4) Teóricos Contemporâneos Rita Espanha Mestrado em Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação 1º Semestre 2012/2013 terça-feira, 20 de Novembro de 2012 Página 2 Jürgen

Leia mais

Tucano nega plano para 2014 e atribui rejeição à ideia, explorada por adversários, de que deixaria prefeitura

Tucano nega plano para 2014 e atribui rejeição à ideia, explorada por adversários, de que deixaria prefeitura Fonte: O Globo 'Ficam dizendo que vou sair de novo' Tucano nega plano para 2014 e atribui rejeição à ideia, explorada por adversários, de que deixaria prefeitura Fernanda da Escóssia, Germano Oliveira,

Leia mais

QUEM APARECEU MAIS? VISIBILIDADE DOS CANDIDATOS A PREFEITO DE CURITIBA EM 2012 NA CAPA DA GAZETA DO POVO

QUEM APARECEU MAIS? VISIBILIDADE DOS CANDIDATOS A PREFEITO DE CURITIBA EM 2012 NA CAPA DA GAZETA DO POVO QUEM APARECEU MAIS? VISIBILIDADE DOS CANDIDATOS A PREFEITO DE CURITIBA EM 2012 NA CAPA DA GAZETA DO POVO Autor Renan Colombo, UFPR jornalistarenan@gmail.com Co autor¹: Adriano Guandagnin, UFPR adrianoguadags@gmail.com

Leia mais

Reflexões sobre a Política em 2006 Cenários para a Sucessão Presidencial

Reflexões sobre a Política em 2006 Cenários para a Sucessão Presidencial Reflexões sobre a Política em 2006 Cenários para a Sucessão Presidencial Murillo de Aragão O que é a Arko Advice Fundada em 1982, é uma empresa de consultoria com sede em Brasília, especializada na prestação

Leia mais

AS ELEIÇÕES DE 2014 E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A POLÍTICA ECONÔMICA. Abril/2013

AS ELEIÇÕES DE 2014 E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A POLÍTICA ECONÔMICA. Abril/2013 AS ELEIÇÕES DE 2014 E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A POLÍTICA ECONÔMICA Abril/2013 Cenário Político 2 A conjuntura política brasileira aponta uma antecipação dos debates em torno da eleição presidencial de 2014,

Leia mais

PROJETOS CULTURAIS ELEIÇÕES. 5 0 a O - fu dame tal. Votar é uma forma de lutar pelos nossos direitos. Justificativa

PROJETOS CULTURAIS ELEIÇÕES. 5 0 a O - fu dame tal. Votar é uma forma de lutar pelos nossos direitos. Justificativa ELEIÇÕES ELEIÇÕES 5 0 a O - fu dame tal Votar é uma forma de lutar pelos nossos direitos. Justificativa PROJETOS CULTURAIS Estamos em época de eleições, em tempo de discutir ideias para fazer a melhor

Leia mais

Avaliação governo Dilma Rousseff. Expectativas econômicas. 03 a 05/06/2014. www.datafolha.com.br

Avaliação governo Dilma Rousseff. Expectativas econômicas. 03 a 05/06/2014. www.datafolha.com.br Intenção de voto presidente Avaliação governo Dilma Rousseff Opinião sobre os protestos Expectativas econômicas PO813747 03 a 05/06/2014 INTENÇÃO DE VOTO PARA PRESIDENTE JUNHO DE 2014 DILMA CAI, MAS ADVERSÁRIOS

Leia mais

PROJETO MULTIDISCIPLINAR DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL - 2013 - PLANO DE COMUNICAÇÃO -

PROJETO MULTIDISCIPLINAR DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL - 2013 - PLANO DE COMUNICAÇÃO - PROJETO MULTIDISCIPLINAR DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL - 2013 - PLANO DE COMUNICAÇÃO - A estrutura a seguir foi desenvolvida com base no escopo da disciplina de Planejamento Estratégico de Comunicação,

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA 1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INTRODUÇÃO A PUBLICIDADE E PROPAGANDA... 4 02 HISTÓRIA DA ARTE... 4 03 COMUNICAÇÃO

Leia mais

Planejamento de Campanha Publicitária

Planejamento de Campanha Publicitária Planejamento de Campanha Publicitária Prof. André Wander UCAM O briefing chegou. E agora? O profissional responsável pelo planejamento de campanha em uma agência de propaganda recebe o briefing, analisa

Leia mais