DIAGNÓSTICO DA POPULAÇÃO IMIGRANTE NO CONCELHO

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3 DIAGNÓSTICO DA POPULAÇÃO IMIGRANTE NO CONCELHO DE SINTRA Desafios e Potencialidades para o Desenvolvimento Local (1)

4 Biblioteca Nacional de Portugal - Catalogação na Publicação Diagnóstico da população imigrante no concelho de Sintra: desafios e potencialidades para o desenvolvimento local/ coord. Ana Paula Cruz Beja Orrico Horta [et al.] ISBN I HORTA, Ana Paula Beja CDU Promotor A LT O C O M I S S A R I A D O PA R A a I M I G R A Ç Ã O e D i á L O G O I N T E R C U LT U R A L ( A C I D I, I. P. ) Coordenador Científico da Colecção J O R G E M A C A í S TA M A L H E I R O S Coordenação do Estudo C â M A R A M U N I C I PA L D E S I N T R A Equipa de Investigação do Estudo: A N A PA U L A C R U z B E J A O R R I C O H O R TA ( C O O R D E N A Ç Ã O C I E N T í f I C A ) J O S é A N T Ó N I O O L I v E I R A ( C O O R D E N A Ç Ã O e x E C U T I v a ) M A R I A D E N a z A R é O L I v E I R A - R O C A ; J A C I N T O G O M E S D E O L I v E I R A ; z O R A N R O C A ( I N v E S T I G A Ç Ã O ) G E O I D E I A E S T U D O S D E O R G A N I z Ç Ã O D O T E R R I T Ó R I O, L D A. Edição A LT O C O M I S S A R I A D O PA R A a I M I G R A Ç Ã O e D i á L O G O I N T E R C U LT U R A L ( A C I D I, I. P. ) R. Álvaro Coutinho, LISBOA Telefone: (0351) Fax: (00351) Design J O R G E v I C E N T E B fa C T O R y Revisão e Maquetização P R O S P R O M O Ç õ E S e S E R v I Ç O S P U B L I C I Tá R I O S, L D A. ISBN L I S B O A, D E Z E M B R O As opiniões expressas no presente estudo são do(s) autor(es), elas não reflectem necessariamente as do ACIDI, I.P. (2)

5 Conhecer mais a realidade local para agir melhor foi o lema do desafio lançado à Rede CLAII Centros Locais de Apoio à Integração de Imigrantes para o desenvolvimento de estudos locais com vista à caracterização dos seus contextos de intervenção ao nível local. Foi com este espírito de olhar os/as imigrantes como um contributo para as dinâmicas de desenvolvimento dos municípios que 22 estudos foram realizados integrando uma nova colecção. Com estes estudos, financiados pelo Fundo Europeu para a Integração de Nacionais de Países Terceiros FEINPT, pretendeu-se não só adquirir um maior conhecimento da realidade imigratória nos diferentes concelhos envolvidos, mas também reunir a amostra necessária à realização de um Estudo de abrangência nacional Diagnóstico da População Imigrante em Portugal - Desafios e Potencialidades. Trata-se de conferir instrumentos de acção credíveis às entidades com responsabilidades ao nível do acolhimento e integração de imigrantes em Portugal, através de dados científicos sobre a realidade onde actuam, tendo em vista a implementação de políticas e medidas ainda mais ajustadas às necessidades, em particular aos CLAII, no sentido de uma intervenção cada vez mais consolidada. NOTA DE ABERTURA Assim, e no seguimento daquele que tem sido o papel do ACIDI, através do Observatório da Imigração, promovendo e aprofundando o conhecimento da realidade imigratória em Portugal, desejamos que esta nova colecção seja portadora de mais-valias para todas e todos os que, de forma directa ou indirecta, trabalham em prol da população imigrante. Neste sentido, será também disponibilizada uma Base de Dados que integra toda a informação recolhida no âmbito dos estudos e que será de grande utilidade nomeadamente por parte da academia, para outras investigações. (3)

6 Por fim, uma palavra de agradecimento a quem tornou possível a concepção destes estudos, desde as autarquias às entidades da sociedade civil, seus técnicos e técnicas, gabinete técnico da rede CLAII, centros de investigação e suas equipas, bem como ao Professor Doutor Jorge Macaísta Malheiros do Centro de Estudos Geográficos do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, pelo esforço desempenhado na coordenação científica geral de todos os estudos. Rosário Farmhouse Alta Comissária para a Imigração e Diálogo Intercultural (4)

7 Opresente relatório é parte integrante de um conjunto de estudos que constituem a mesma colecção, que têm como objectivo caracterizar a população imigrante de origem não comunitária (cidadãos naturais de países não-membros da EU-27, com excepção dos descendentes da população retornada, que nasceram nas ex-colónias portuguesas de África), em 22 áreas do território português, incluindo-se aqui municípios isolados, conjuntos de municípios e mesmo agrupamentos de freguesias. Tendo como objectivo específico comum traçar o diagnóstico da situação dos imigrantes instalados nas várias áreas em análise, no que respeita à sócio-demografia, à situação e trajectórias laborais e migratórias, ao quadro residencial, às práticas culturais, às experiências de discriminação e integração e ao desenvolvimento de redes relacionais (com outros cidadãos dos locais de origem e de destino, mas, também, com as diversas instituições do país de origem e da localidade de instalação), estes estudos assumem três propósitos de base: Identificar os principais problemas com que se debatem estes imigrantes, quer a nível nacional, quer a nível local; Perceber os seus contributos para os processos de desenvolvimento dos vários territórios em análise; Obter um conjunto significativo de informação que contribua para o desenvolvimento de políticas informadas de integração, na esteira do que tem vindo a caracterizar a acção dos órgãos governamentais portugueses, com destaque para o ACIDI, ao mesmo tempo que disponibiliza um leque muito vasto de dados (ao nível local e, por agregação, também ao nível nacional), que pode ser explorado de modos muito diversos pela comunidade científica que trabalha no domínio da imigração. NOTA DO COORDENADOR GERAL DOS ESTUDOS (5)

8 O ponto de partida para o trabalho consistiu na aplicação, nas 22 áreas de estudo, de um questionário com uma base comum alargada, discutida, comentada e validada colectivamente por todos os coordenadores científicos locais, em conjunto com a equipa de coordenação geral. Para além deste tronco comum, que cobre todos os domínios analíticos acima mencionados, as equipas de trabalho locais podiam, se assim o entendessem, acrescentar questões específicas que considerassem particularmente pertinentes para a análise das situações e dos processos em curso na sua área. A definição da dimensão da amostra e do método amostral, bem como do modo de aplicação dos questionários foram decididos pelas várias equipas (em sintonia com a coordenação geral), procurando respeitar critérios de representatividade estatística e de estratificação dos elementos estatísticos em função das principais nacionalidades. Se as estruturas e os processos de tratamento de informação presentes nos vários relatórios locais, têm elementos comuns em virtude das características idênticas da informação recolhida, as análises efectuadas pelas várias equipas de investigação são específicas, observando-se algumas diferenças metodológicas, bem como formas distintas de abordar as várias componentes do diagnóstico, frequentemente complementadas com informação suplementar proveniente de fontes secundárias (SEF, INE), comentários e recomendações de carácter específico, devidamente ajustados à realidade de cada caso. A selecção das 22 áreas de estudo teve como base inicial a candidatura dos CLAII interessados, sempre suportados por equipas técnicas sólidas, posteriormente complementada com alguns estudos adicionais, de modo a que se obtivesse uma malha de cobertura que inclua informação e relatórios analíticos de todas as regiões do continente e das duas regiões autónomas. (6)

9 Refira-se que o presente relatório, como todos os outros incluídos nesta colecção, tem origem num processo de trabalho complexo ao nível da recolha, tratamento e análise da informação recolhida, que apenas foi possível graças ao forte empenho dos técnicos dos CLAII e dos investigadores envolvidos nas diversas fases do processo, assim como dos muitos inquiridores nacionais e estrangeiros formados e mobilizados para a actividade. Sendo parte de um todo coerente, o que permitiu, por um lado gerar mais-valias associadas ao processo de trabalho e, por outro, compreender melhor o quadro nacional a partir do que se passa nas diversas parcelas do território, o estudo materializado neste produto tem um carácter autónomo e vale por si mesmo, permitindo traçar um diagnóstico local da imigração não comunitária em finais do primeiro decénio do século XXI (2010), bem como dos seus problemas e dos contributos para a dinâmica da área em estudo. Jorge Malheiros (CEG, IGOT-UL; Coordenador Científico Geral dos Estudos) (7)

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11 Oestudo sobre a população imigrante residente no concelho de Sintra teve como principal objectivo a caracterização da população imigrante no concelho de Sintra, visando a análise de um conjunto alargado de dimensões sociais, culturais, económicas e políticas, que configuram os processos de integração das populações imigrantes. O conceito de imigrante engloba, não só os cidadãos de nacionalidade não portuguesa, mas também os seus descendentes. Nesta perspectiva mais abrangente, o conceito de imigrante remete para uma trajectória sócio-demográfica, onde a travessia de uma fronteira nacional, a fixação num novo país e todas as consequências em termos de adaptação constitui o facto mais marcante. Deste modo, o concelho de Sintra sempre se constituiu como um espaço de atracção preferencial para a fixação de residência, nomeadamente por factores cronológicos, disponibilidade de espaço, ecológicos e históricos. Tendo por base este facto, e partindo do lema de que no concelho de Sintra não existem cidadãos de segunda, foi elaborado o presente estudo, que pretende efectuar uma análise da população imigrante residente no concelho de Sintra e com base neste definir estratégias e directrizes para um maior e melhor acolhimento e integração da comunidade imigrante que escolhe o nosso concelho para residir. NOTA de Introdução José Lino Ramos O Vereador (9)

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13 Índice ÍNDICE DE QUADROS 14 ÍNDICE DE FIGURAS 21 Nota Introdutória 25 I - A Problemática das Migrações O conceito de imigrante Os saldos migratórios em Portugal A Imigração em Portugal. Principais tendências 32 II - ENQUADRAMENTO HIStóRICO E SÓCIO-DEMOGRÁFICO DO CONCELHO DE SINTRA Povoamento Demografia e População Economia e tecido empresarial Habitação Saúde Educação Administração local Contexto imigratório 59 III - CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO IMIGRANTE INQUIRIDA NO CONCELHO DE SINTRA Aspectos metodológicos Perfil sócio-demográfico Sexo, idade e estado civil 75 (11)

14 Naturalidade e nacionalidade Tempo de residência Escolaridade Perfil socioprofissional Meio de vida e condição perante a actividade económica Vínculo laboral, local de trabalho e de estudo Situação na profissão Perfis profissionais Habitação e vulnerabilidades sociais Caracterização do alojamento e condições de habitabilidade Tipologias de alojamento Opções de residência e percurso migratório 116 IV - INTEGRAÇÃO: DINÂMICAS SOCIAIS, CULTURAIS E POLÍTICAS Dificuldades sentidas à chegada e no presente Discriminação Percepções e Valores Práticas Culturais Quadro de Relações Sociais Redes de Sociabilidade Relações Institucionais Participação política e cívica Relações com o país de origem 157 V - A PERSPECTIVA DOS AUTÓCTONES: PERCEPÇÕES E ATITUDES FACE À POPULAÇÃO IMIGRANTE Objectivos do estudo 168 (12)

15 5.1. Objectivos do estudo A amostra Género e idade Escolaridade Condição perante a actividade económica Percepções sobre as populações imigrantes no concelho de Sintra As comunidades mais representativas Benefícios e desvantagens da imigração Relacionamentos com populações imigrantes Sociabilidades Estruturas de apoio aos imigrantes Representações e opiniões (atitudes) Imigração no concelho Igualdade de oportunidades e de tratamento Apreciação valorativa das comunidades imigrantes Atitudes da população autóctone 200 VI - Síntese e Recomendações 209 Bibliografia 216 ANExo 1 - FORmuláRIO DO INQUéRIto APlICADO à POPUlaçÃO imigrante 217 ANExo 2 - FORmuláRIO DO INQUéRIto APlICADO à POPUlaçÃO AUtóCTONE 235 (13)

16 ÍNDICE DE QUADROS Quadro 1 - Indicadores demográficos, Quadro 3 - Vistos de longa duração concedidos pelos postos consulares portugueses, por principais nacionalidades, Quadro 4 - População estrangeira a residir ou permanecer de forma legal em Portugal, segundo o enquadramento legal, Quadro 5 - População estrangeira a residir ou permanecer de forma legal em Portugal, por principais nacionalidades, segundo o enquadramento legal, 2008* 35 Quadro 6 - Área, População, Freguesias e Densidade Populacional - Região Lisboa Vale do Tejo 39 Quadro 7 - Movimento da População em Região Lisboa e Vale do Tejo 40 Quadro 8 - Movimento da população por concelho, Quadro 9 - Movimento da população por município, Quadro 10 - Estimativas da População Residente segundo Grandes Grupos Etários e Sexo em Região de Lisboa e Vale do Tejo 42 Quadro 11 - População residente por concelho, segundo os grandes grupos etários e o sexo, 31/12/ Quadro 12 - População residente por município, segundo os grandes grupos etários e o sexo em 31/12/ (14)

17 Quadro 13 - Pessoal ao serviço nas empresas por município da sede, segundo a CAE- Rev.2.1, Quadro 14 - Sociedades por concelho da sede, segundo o sector de actividade económica, 31/12/ Quadro 15 - Indicadores de empresas por município, Quadro 17 - Estimativas do parque habitacional por município, , ½ 48 Quadro 18 - Indicadores de saúde por município 50 Quadro 19 - Alunos matriculados por concelho, segundo o ensino ministrado, 2002/2003 e 2004/ Quadro 20 - Alunos matriculados por concelho, segundo o ensino ministrado, 2007/ Quadro 21 - Taxa de escolarização de educação por município e nível de ensino, 2007/ Quadro 22 - Rácio Alunos/Docente por concelho, segundo o ensino ministrado, 2002/2003 e 2004/ Quadro 23 - Rácio Alunos/Docente por concelho, segundo o ensino ministrado, 2007/ Quadro 24 - Indicadores de educação por município, 2007/ Quadro 25 - Indicadores de administração local por concelho, Quadro 26 - Indicadores de administração local por município, Quadro 27 - População residente estrangeira (milhares) nos concelhos da Grande Lisboa, Quadro 28 - (continuação) - População portuguesa residente, nascida no estrangeiro, por países de naturalidade concelho de Sintra e respectivas freguesias, Quadro 28 - População portuguesa residente, nascida no estrangeiro, por países de naturalidade concelho de Sintra e respectivas freguesias, Quadro 29 - Locais de realização dos inquéritos 73 Quadro 30 - Sexo e idade dos inquiridos e elementos do agregado familiar 76 (15)

18 Quadro 31 - Naturalidade segundo a nacionalidade dos inquiridos e elementos do agregado familiar 80 Quadro 32 - Naturalidade segundo o ano de chegada dos inquiridos e elementos do agregado familiar a Portugal 83 Quadro 33 - Primeiro local de residência segundo o ano de chegada dos inquiridos e elementos do agregado familiar a Portugal 84 Quadro 35 - Grau de instrução segundo o ano de chegada dos inquiridos e elementos do agregado familiar a Portugal 87 Quadro 37 - Naturalidade segundo o grau de conhecimento da língua portuguesa dos inquiridos e elementos do agregado familiar 91 Quadro 38 - Grau de conhecimento da língua portuguesa segundo o ano de chegada dos inquiridos e elementos do agregado familiar 92 Quadro 39 - Meio de vida segundo o sexo dos inquiridos e elementos do agregado familiar 94 Quadro 40 - Meio de vida segundo a idade dos inquiridos e elementos do agregado familiar 94 Quadro 41 - Situação perante a actividade económica segundo a idade dos inquiridos e elementos do agregado familiar 95 Quadro 42 - Naturalidade segundo o meio de vida dos inquiridos e elementos do agregado familiar 96 Quadro 43 - Naturalidade segundo a condição perante a actividade económica dos inquiridos e elementos do agregado familiar 97 Quadro 44 - Condição perante a actividade económica segundo a escolaridade dos inquiridos e elementos do agregado familiar 98 Quadro 45 - Profissões segundo a condição perante a actividade económica dos inquiridos e elementos do agregado familiar 99 Quadro 46 - Situação na profissão segundo o género dos inquiridos e elementos do agregado familiar 101 (16)

19 Quadro 47 - Situação na profissão segundo o género dos inquiridos e elementos do agregado familiar 101 Quadro 48 - Situação na profissão segundo a naturalidade dos inquiridos e elementos do agregado familiar 102 Quadro 49 - Profissão segundo a idade dos inquiridos e elementos do agregado familiar 104 Quadro 50 - Profissão segundo a naturalidade dos inquiridos e elementos do agregado familiar 105 Quadro 51 - Profissão segundo a nacionalidade dos inquiridos e elementos do agregado familiar 106 Quadro 52 - Profissão segundo o ano de chegada dos inquiridos e elementos do agregado familiar a Portugal 107 Quadro 53 - Profissão segundo o grau de instrução dos inquiridos e elementos do agregado familiar 108 Quadro 54 - Profissão segundo o regime de trabalho dos inquiridos e elementos do agregado familiar 109 Quadro 55 - Tipo de alojamento 111 Quadro 56 - Regime de propriedade do alojamento 112 Quadro 57 - Intenção de comprar casa 112 Quadro 58 - Intenção de comprar casa no concelho de Sintra 113 Quadro 59 - Tipo de alojamento segundo o ano de chegada a Portugal 113 Quadro 60 - Número de divisões do alojamento, excluindo cozinha e casa(s) de banho 114 Quadro 61 - Serviços disponíveis no alojamento 114 Quadro 62 - Disponibilidade de alguns equipamentos em casa 115 Quadro 63 - Disponibilidade de meios de transporte motorizados 116 (17)

20 Quadro 64 - Principais motivos que estão na origem da opção pela residência no concelho de Sintra 117 Quadro 65 - Nacionais de países estrangeiros segundo o tipo de alojamento 119 Quadro 66 - Tipo de alojamento segundo o estado de regularização da situação imigratória 120 Quadro 67 - Dificuldades sentidas à chegada a Portugal (%) 125 Quadro 68 - Dificuldades sentidas na actualidade (%) 129 Quadro 69 - Contexto de discriminação (%) 132 Quadro 70 - Ano de Chegada e Níveis de integração 135 Quadro 71 - Factores de integração (%) 137 Quadro 72 - Práticas Culturais específicas 140 Quadro 73 - Práticas Culturais intra e interétnicas (%) 141 Quadro 74 - Participação em actividades intra e interétnicas (%) 142 Quadro 75 - Redes de Amizade (%) 146 Quadro 76 - Redes de Sociabilidade, por nacionalidade (%) 146 Quadro 77 - Redes sociais accionadas em situação de emergência 148 Quadro 78 - Percepções sobre Instituições (%) 152 Quadro 79 - Desde que se encontra em Portugal já regressou ao seu país de origem 158 Quadro 80 - Quantas vezes já regressou ao seu país de origem? 158 Quadro 81 - Quantas vezes já regressou e existência de familiares dependentes no país de origem 159 Quadro 82 - Motivo do regresso 159 Quadro 83 - Desde que se encontra em Portugal já regressou ao seu país de origem? 160 Quadro 84 - Porque não regressou ao seu país de origem? 162 (18)

21 Quadro 85 - Costuma enviar remessas em dinheiro para o seu país de origem? 163 Quadro 86 - Envio de remessas em dinheiro segundo a existência de familiares dependentes no país de origem 163 Quadro 87 - Qual o valor médio mensal aproximado das remessas que efectua? 164 Quadro 88 - Envio de dinheiro para o país de origem segundo o período de chegada a Portugal 164 Quadro 89 - Familiares dependentes no país de orige 165 Quadro 90 - Familiares que permaneceram no país de origem correlacionados (coeficiente de correlação de Pearson) com as classes de montante financeiro transferidas mensalmente, segundo a nacionalidade 166 Quadro 91 - Valor médio mensal aproximado das remessas que são efectuadas, segundo a nacionalidade (incluindo os casos de dupla nacionalidade) 166 Quadro 92 - Valor médio mensal aproximado das remessas que são efectuadas, segundo a profissão dos inquiridos 167 Quadro 93 - Distribuição dos inquiridos segundo o género e a idade 169 Quadro 94 - Distribuição dos inquiridos segundo o grau de qualificação académica, por grupo de idade e género 170 Quadro 95 - Distribuição dos inquiridos segundo a condição perante a actividade económica 171 Quadro 96 - Distribuição dos inquiridos segundo grandes grupos de profissões 172 Quadro 97 - Principais comunidades imigrantes residentes no concelho (%) 173 Quadro 98 - Principais nacionalidades dos imigrantes residentes no concelho provenientes de África (%) 173 Quadro 99 - Principais nacionalidades dos imigrantes residentes no concelho provenientes da Europa de Leste (%) 174 Quadro Territórios concelhios associados à presença de imigrantes, pela população portuguesa 176 (19)

22 Quadro Benefícios para o concelho da presença imigrante (%) 177 Quadro Nacionalidades implicadas nos relacionamentos pessoais 182 Quadro Tipo de relacionamento 183 Quadro Indicação para legalização 185 Quadro Excesso de imigrantes 187 Quadro Aspectos em que as populações imigrantes são prejudicadas. 193 Quadro Atitudes da população autóctone (%) 200 Quadro Natureza dos incidentes entre as comunidades portuguesa e imigrante 202 Quadro Quadro de concordâncias (%) 202 Quadro Natureza dos incidentes entre as comunidades ABLE e EO 204 Quadro Comércio/serviços frequentados pela população autóctone (%) 205 (20)

23 Figura 1 - Evolução da população residente em Portugal 30 Figura 2 - Quocientes de localização dos residentes com nacionalidades da União Europeia, na AML, por secção estatística, em Figura 3 - Quocientes de localização dos residentes com nacionalidades da América do Norte, na AML, por secção estatística, em Figura 4 - População estrangeira residente em Sintra por nacionalidade Figura 5 - População estrangeira residente na grande Lisboa por nacionalidade, Figura 6 - Quocientes de localização dos residentes com nacionalidades dos PALP na AML, por secção estatística, em Figura 7 - Quocientes de localização dos residentes com nacionalidade brasileira, na AML, por secção estatística, em ÍNDICE DE FIGURAS Figura 8 - Quocientes de localização dos residentes com nacionalidade de países da Europa de Leste, na AML, por secção estatística, em Figura 9 - Sexo dos imigrantes, segundo o ano de chegada a Portugal 76 Figura 10 - Sexo dos imigrantes, segundo a naturalidade 77 (21)

24 Figura 11 - Idades dos imigrantes, segundo a naturalidade 78 Figura 12 - País de naturalidade, segundo o ano de chegada a Portugal 82 Figura 13 - Nível de instrução dos imigrantes, segundo grandes grupos de profissões 88 Figura 14 - Nível de instrução dos imigrantes, segundo a naturalidade 90 Figura 15 - Associação entre populações e territórios do concelho 174 Figura 16 - Benefícios associados à imigração 177 Figura 17 - Desvantagens associadas à imigração 178 Figura 18 - Natureza dos problemas associados à imigração 179 Figura 19 - Existência de relacionamentos pessoas com estrangeiros ou pessoas de origem estrangeira 181 Figura 20 - Conhecimento de instituições de apoio a imigrantes 184 Figura 21 - Excesso de imigrantes 187 Figura 22 - Excesso de imigrantes segundo o grupo etário dos inquiridos 188 Figura 23 - Nacionalidades em excesso segundo o grupo etário dos inquiridos 189 Figura 25 - Nacionalidades em excesso segundo as habilitações escolares dos inquiridos 191 Figura 26 - Igualdade de oportunidades e tratamento entre a população portuguesa e estrangeira (%) 192 Figura 27 - Avaliação global dos três grupos de imigrantes 195 Figura 28 - Natureza da avaliação dos imigrantes africanos pela população autóctone 196 Figura 29 - Caracterização da avaliação dos imigrantes africanos pela população autóctone 196 Figura 30 - Caracterização da avaliação dos imigrantes brasileiros pela população autóctone 197 Figura 31 - Natureza da avaliação dos imigrantes brasileiros pela população autóctone 198 (22)

25 Figura 32 - Caracterização da avaliação dos imigrantes da Europa de Leste pela população autóctone 199 Figura 33 - Natureza da avaliação dos imigrantes leste europeus pela população autóctone 199 Figura 34 - Problemas no relacionamento população portuguesa/população estrangeira 201 Figura 35 - Problemas no relacionamento imigrantes ABLE/imigrantes EO 203 (23)

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27 O presente relatório, terminado o trabalho de campo a 25 de Fevereiro de 2010, e após a alimentação, verificação e validação do sistema de informação de suporte ao estudo realizado, apresenta a análise dos resultados obtidos com o processo de inquirição aos imigrantes residentes no concelho de Sintra. O estudo teve como principal objectivo a caracterização da população imigrante no concelho de Sintra, visando a análise de um conjunto alargado de dimensões sociais, culturais, económicas e políticas, que configuram os processos de integração das populações imigrantes. O processo de inquirição abrangeu 800 agregados familiares que, no conjunto, representam indivíduos. No âmbito deste estudo procurou-se, ainda, analisar o posicionamento da população autóctone face às populações imigrantes. Para tal, procedeu-se à inquirição de 150 indivíduos residentes no concelho de Sintra. O relatório é constituído por seis capítulos. O primeiro de natureza mais conceptual apresenta, igualmente, uma caracterização do fenómeno migratório em Portugal. O segundo capítulo oferece uma caracterização histórica e sócio-demográfica do concelho de Sintra, procurando fornecer o enquadramento local do estudo. No terceiro capítulo procede-se à caracterização da população imigrante em análise. Numa primeira parte são abordados os aspectos de natureza metodológica. Seguidamente, são apresentados os perfis sóciodemográficos e socioprofissionais dos inquiridos, sendo, igualmente, tratada a questão da habitação, bem como os motivos e percursos de fixação dos imigrantes no concelho. O quarto capítulo reporta-se à análise das dinâmicas de integração dos imigrantes no local, abarcando um conjunto de elementos muito diversificado que giram em torno das percepções e das práticas sociais, culturais e políticas da população inquirida. Por sua vez, no quinto capítulo a análise recai sobre as representações e as atitudes dos autóctones face à presença das comunidades imigrantes, tendo-se recorrido aos dados obtidos da inquirição realizada à população autóctone. O capítulo desdobrase em quatro pontos: itinerário metodológico e caracterização da população inquirida; percepções sobre a população imigrante; relacionamentos entre autóctones e os imigrantes; representações e NOTA Introdutória (25)

28 atitudes sobre estas populações. Por último, o sexto capítulo apresenta uma síntese dos principais resultados e apresenta um conjunto de recomendações veiculadas a diferentes áreas de intervenção, potencialmente a serem levadas a cabo por instituições e entidades oficiais, organizações da sociedade civil e agentes sociais locais. (26)

29 1.1. O conceito de imigrante Sendo o objectivo deste estudo o conhecimento e a caracterização da população imigrante residente no concelho de Sintra, entendemos necessário começar por definir o que exactamente se entende por população imigrante. De facto, imigrante e estrangeiro não são sinónimos, já que os primeiros incluem, não só os cidadãos de nacionalidade não portuguesa, mas também os seus descendentes (independentemente de terem ou não nacionalidade portuguesa), para além de muitas vezes serem identificados com um grupo minoritário específico (cabo-verdianos, brasileiros, africanos, europeus de Leste, etc.) que entretanto obtiveram a nacionalidade portuguesa por naturalização ou no âmbito dos dispositivos legais que regulamentaram esta questão no período da descolonização, designadamente o DL n.º308-a/75. Entendemos, assim, com esta perspectiva mais abrangente, que se deve assumir o conceito de imigrante numa perspectiva sociológica, a qual remete para uma trajectória sócio-geográfica onde o atravessamento de uma fronteira nacional e a fixação num novo país, com todas as consequências que tal implica em termos de adaptação (social, cultural, económica,...), se constitui como o facto mais marcante. Entendemos também que se deve adoptar uma visão mais abrangente da noção de comunidade(s) imigrada(s), não esquecendo os processos que, ao longo do tempo, conduzem à sua transformação em grupos étnicos minoritários 1, o que implica ter presentes as problemáticas específicas dos indivíduos de origem estrangeira que estão estabelecidos em Portugal há uma ou mais décadas e, especialmente, todas as questões associadas aos descendentes dos imigrantes (a vulgarmente designada segunda geração de imigrantes). I - A ProblemáTICA das Migrações 1.1. O conceito de imigrante No estudo que agora se apresenta, fortemente apoiado por um trabalho de campo intenso (condicionalismo do tempo exigido para a sua produção) e extenso (condicionalismo advindo da dimensão territorial do concelho), a análise intentou abarcar quer estrangeiros 1 A este propósito, ver, por exemplo, Machado (2002) Contrastes e Continuidades Migrações, Etnicidade e Integração dos Guineenses em Portugal. Celta (sobretudo, capítulos 1 e 5). (27)

30 1.2. Os saldos migratórios em Portugal com um estatuto legal regularizado (portadores de visto de trabalho, estudo ou estada temporária, autorização de permanência ou título de residência válidos), quer estrangeiros sem documentos válidos que enquadrem a sua permanência em Portugal Os saldos migratórios em Portugal A evolução da população portuguesa nos últimos anos, de acordo com os indicadores demográficos relativos a 2008, caracteriza-se por dois fenómenos marcantes: abrandamento do crescimento total e envelhecimento. Em 31 de Dezembro de 2008, a população residente em Portugal foi estimada em indivíduos, resultante de um acréscimo populacional de (Quadro 1). A taxa de crescimento efectivo foi de 0,09%. Em 2003 a taxa de crescimento fora de 0,64% e, desde então, a tendência decrescente mantém-se, com valores inferiores à média europeia (UE27: 0,43% em 2008). A explicação reside, conjuntamente, na evolução negativa do crescimento migratório (de 0,61% para 0,09% entre 2003 e 2008) e do crescimento natural (de 0,4% para 0% no mesmo período). O envelhecimento é o resultado combinado do declínio da natalidade e do aumento da longevidade. A diminuição da natalidade apreendese pela evolução do índice sintético 1,44 crianças por mulher, em 2003, contra 1,37, em 2008 e é responsável pelo envelhecimento na base da pirâmide etária. O aumento da longevidade apreende-se pelo quociente entre idosos e jovens (1,07, em 2003 e 1,15 em 2008), contribuindo para o envelhecimento no topo da pirâmide etária. Numa perspectiva mais alargada no tempo, a evolução da população residente em Portugal tem um comportamento mais complexo; entre 1900 e 2008 quase duplicou, com períodos de evolução bem específica (Figura 1). O período entre 1900 e 1911 é de crescimento. Daí até 1920, por efeito combinado dos efeitos da Primeira Guerra Mundial, da gripe pneumónica e dos fortes movimentos de emigração, assiste-se a uma quebra do ritmo de crescimento. De 1920 a 1940, verifica-se uma inversão da situação, resultado da diminuição da mortalidade em geral e do (28)

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