O âmbito geográfico deste estudo é Portugal continental e as regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Saidas. Entradas. Mudanças de emprego

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1 Mobilidade dos Trabalhadores ESTATÍSTICAS STICAS em síntese O presente estudo baseia-se nas informações que integram a base do Sistema de Informação Longitudinal de Empresas, Estabelecimentos e Trabalhadores (SILEET) disponibilizadas pelo projecto anual Quadros de Pessoal. Estão abrangidos os trabalhadores ao serviço dos estabelecimentos de todos os ramos de actividade da CAE Rev.3, excepto as Actividades das Famílias Empregadoras de Pessoal Doméstico (secção T), a Administração Pública, Defesa e Segurança Social obrigatória (secção O) e Actividades dos Organismos Internacionais (secção U). Os movimentos de trabalhadores aqui analisados compreendem as entradas e saídas da base do SILEET e as mudanças de empregador sendo também consideradas as ausências de mobilidade face à entidade empregadora. As variáveis chave, utilizadas para esta análise, são o número de segurança social do trabalhador, previamente validado pelo I.I. IP e o número de identificação do respectivo estabelecimento. Convém esclarecer que em relação às saídas da base, o período mais recente que serve de referência à presente análise é o biénio e não o triénio , uma vez que os resultados de 2008 só serão conhecidos após o apuramento dos dados dos Quadros de Pessoal referentes a O âmbito geográfico deste estudo é Portugal continental e as regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Para a presente análise da evolução da mobilidade dos trabalhadores no durante os triénios e foram observados e trabalhadores, respectivamente. Comparando os valores nesses dois triénios constatam-se crescimentos tanto na proporção de trabalhadores que se mantiveram no mesmo (de 33,7 % para 39,2 %) como nos que mudaram de, de 14,3 % para 19,1 %. Em contrapartida, nas entradas de novos trabalhadores na base do SILEET, verificou-se um decréscimo do seu peso relativo de 20,5 % em para 17,9 % em Nas saídas da base, os rácios não apresentam diferenças assinaláveis, tendo sido, contudo, menor no biénio (gráfico 1). Gráfico 1 - Distribuição dos trabalhadores por situação face à mobilidade no Sem mobilidade 13,8 14,6 14,3 17,9 20,5 19,1 33,7 39,2 2006_ _ (%) 1

2 Mobilidade dos Trabalhadores Quadro 1 Distribuição anual dos trabalhadores móveis e sem mobilidade. Sem Reentradas Anos mobilidade Em percentagem ,3 7,3 14,1 9,4 4, ,2 9,1 12,9 9,9 5, ,6 14,2 13,4 17,8 9, ,8 7,8 11,9 9,5 6, ,2 7,4 14,1 7,3 6, ,7 7,5 13,1 10,7 6, ,4 8,5 11,9 8,2 7, ,7 10,0 9,2 7,2 8, ,5 10,6 8,9 7,0 n.d Notas: 1- Os valores acima sofreram ajustamentos na sequência da revisão da base de dados sobre trabalhadores, efectuada desde A soma das percentagens anuais ultrapassa 100% porque no total não estão incluídos os trabalhadores que sairam da base no mesmo ano. 3 - Os dados para 2002 abrangem um período de 2 anos, 2001 e 2002 O quadro acima mostra, por um lado, o peso crescente, desde 2004, dos trabalhadores que mudam anualmente de e por outro, uma evolução decrescente, a partir de 2005, de entradas de novos trabalhadores na base. É pertinente acrescentar que a percentagem mais elevada das entradas no ano 2005 poderá estar associada à implementação de nova legislação que permitiu o alargamento da cobertura legal dos Quadros de Pessoal cujos efeitos se fizeram sentir, sobretudo, nesse ano. Na situação de não mobilidade, os anos de 2007 e 2008 apresentaram os níveis mais elevados desde 1999, de 73,7 % e 73,5 %, respectivamente. Quadro 2 Distribuição dos trabalhadores móveis e sem mobilidade, por escalão de dimensão do estabelecimento Escalões de dimensão Sem mobilidade ( ) De 1 a 9 pessoas 31,7 29,5 35,4 38,3 32,7 De 10 a 49 pessoas 31,7 31,2 30,6 30,2 31,2 De 50 a 249 pessoas 24,1 22,6 19,1 19,2 22,1 250 ou mais pessoas 12,5 16,7 15,0 12,3 14,0 De 1 a 9 pessoas 30,9 32,5 37,9 37,5 34,0 De 10 a 49 pessoas 32,6 32,0 31,3 30,4 31,8 De 50 a 249 pessoas 24,2 21,9 18,9 20,2 21,8 250 ou mais pessoas 12,3 13,6 11,9 11,9 12,4 Nota: Nas mudanças de foi considerada a dimensão do estabelecimento de onde o trabalhador saiu e na situação de não mobilidade foi considerada a dimensão média do estabelecimento nos triénios em referência. Os valores do quadro 2 mostram claramente o predomínio dos trabalhadores nos estabelecimentos de pequena dimensão, com menos de 50 pessoas ao serviço, mantendo-se superior, nos dois períodos em referência, o peso nas entradas e saídas da base dos estabelecimentos que empregam menos de 10 pessoas. Relativamente aos estabelecimentos com 250 ou mais trabalhadores, assinalam-se as proporções mais elevadas face ao triénio de , das mudanças de (de 13,6 % para 16,7 %) e das entradas na base (de 11,9 % para 15,0 %). 2

3 Informar Melhor Conhecer Melhor Quadro 3 Distribuição percentual dos trabalhadores móveis e sem mobilidade, por género Género Sem mobilidade ( ) Masculino 56,5 59,5 51,4 55,6 56,2 Feminino 43,5 40,5 48,6 44,4 43,8 Masculino 58,2 59,8 53,9 58,4 57,5 Feminino 41,8 40,2 46,1 41,6 42,5 Analisando o comportamento da mobilidade por género, verifica-se, em todas as situações em apreço, o aumento do peso relativo das mulheres em em relação a , sendo maiores os acréscimos registados nas saídas e entradas na base, de +2,8 e +2,5 pontos percentuais respectivamente. Acresce referir que é nas entradas na base que a proporção das mulheres se aproxima mais da dos homens. No que se refere às mudanças de, a presença dos trabalhadores do sexo masculino continua a ser mais elevada do que nas restantes situações perante a mobilidade. Quadro 4 Distribuição percentual dos trabalhadores móveis e sem mobilidade, por escalão etário Escalões etários Sem mobilidade ( ) Menos de 26 anos 6,9 19,0 49,2 17,0 19,4 26 a 35 anos 31,2 39,3 27,5 27,7 32,0 36 a 55 anos 53,8 37,6 19,6 39,7 41,2 56 ou mais anos 8,2 4,2 3,7 15,6 7,3 Menos de 26 anos 7,0 17,9 47,0 14,4 20,0 26 a 35 anos 31,9 40,2 26,5 24,1 30,9 36 a 55 anos 52,7 37,8 22,3 40,4 40,4 56 ou mais anos 8,5 4,2 4,2 21,1 8,8 Nota: Na situação de não mobilidade os apuramentos basearam-se na idade média do trabalhador nos triénios em referência. Em termos de estrutura etária dos trabalhadores em observação, não se registaram alterações significativas nos dois períodos. Salienta-se, no entanto, o aumento, em todas as situações de mobilidade, do peso relativo dos trabalhadores com menos de 26 anos, em particular nas mudanças de em que este foi o único grupo cujo peso cresceu, nomeadamente de 17,9 % para 19 %, no último triénio. Nas entradas e saídas da base, a par dos trabalhadores com menos de 26 anos, também aumentou a proporção dos que tinham entre 26 e 35 anos relativamente ao total de trabalhadores observados. Em relação aos trabalhadores que permaneceram na mesma empresa, pelo período de três anos, mantém-se a predominância do escalão etário dos 36 a 55 anos, nos dois momentos em análise. 3

4 Mobilidade dos Trabalhadores Quadro 5 Distribuição percentual dos trabalhadores móveis e sem mobilidade, por nível de habilitações escolares Habilitações escolares Sem mobilidade Inferior ao 1º ciclo do E.B. 1,3 1,4 1,4 2,6 1,5 1º ciclo do E.B. 24,8 17,7 14,0 30,4 21,7 2º ciclo do E.B. 21,8 19,1 14,1 21,0 19,5 3º ciclo do E.B. 20,8 26,0 25,9 21,6 23,2 Ensino secundário 19,7 22,1 25,0 16,1 20,8 Ensino pós secundário e bacharelato 2,5 2,5 2,9 1,7 2,5 Licenciatura ou grau superior 9,3 11,3 16,7 6,4 10,8 Inferior ao 1º ciclo do E.B. 1,6 1,9 2,1 3,8 2,1 1º ciclo do E.B. 28,5 21,7 18,4 38,3 26,4 2º ciclo do E.B. 23,1 21,3 17,7 20,7 21,0 3º ciclo do E.B. 18,8 23,4 25,1 18,0 21,1 Ensino secundário 18,2 20,7 22,7 12,9 18,9 Ensino pós secundário e bacharelato 2,5 2,4 2,7 1,5 2,4 Licenciatura ou grau superior 7,2 8,7 11,3 4,9 8,1 Na óptica das habilitações escolares, qualquer que seja a situação perante a mobilidade, constata-se uma melhoria do nível de escolaridade dos trabalhadores observados em face ao triénio anterior, tendo em conta o aumento registado no peso relativo dos trabalhadores com escolaridade equivalente ou superior ao 3.º ciclo do ensino básico. Destaca-se, por outro lado, o reforço da presença de trabalhadores licenciados ou de grau superior no grupo dos recém- - entrados na base em relativamente ao período anterior (+5,4 pontos percentuais). Nas mudanças de é mais evidente, no triénio , o envolvimento dos trabalhadores com o 3.º ciclo do ensino básico, tendo crescido de 23,4 % para 26 %. Acrescenta-se ainda que os trabalhadores com o 1.º ciclo do ensino básico, apresentam-se em proporções mais elevadas do que os restantes trabalhadores na situação de ausência de mobilidade e nas saídas da base, nos dois períodos em observação. 4

5 Informar Melhor Conhecer Melhor Quadro 6 Distribuição percentual dos trabalhadores móveis e sem mobilidade, por NUT II Sem mobilidade na base ( ) Norte 36,2 31,0 31,1 34,3 33,7 Centro 21,9 17,7 18,6 19,5 19,9 Lisboa 27,7 36,4 33,7 31,1 31,5 Alentejo 5,8 5,6 5,9 6,3 5,8 Algarve 4,1 5,9 6,4 4,8 5,1 R.A.Açores 1,9 1,5 2,0 1,7 1,8 R.A.Madeira 2,4 1,9 2,2 2,3 2,2 Portugal 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 Norte 35,8 30,3 32,0 35,3 33,7 Centro 22,3 18,6 20,4 18,8 20,5 Lisboa 28,5 35,3 31,8 31,3 31,1 Alentejo 5,7 6,0 5,9 6,5 5,9 Algarve 4,0 5,7 5,6 4,1 4,7 R.A.Açores 1,1 1,4 1,8 1,8 1,5 R.A.Madeira 2,5 2,6 2,5 2,2 2,5 Portugal 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 No que concerne à estrutura da mobilidade face ao por região NUT II, importa referir que nos dois períodos analisados, é na região Norte que se regista maior concentração de trabalhadores tanto na situação de imobilidade perante a entidade empregadora como nas saídas da base. Na região de Lisboa, por sua vez, mantém-se maior a proporção de trabalhadores que mudaram de comparativamente com as restantes regiões, verificando-se mesmo um crescimento desta proporção de 35,3 % para 36,4 % em No que respeita às entradas de novos trabalhadores na base é também a região de Lisboa que se evidencia, já que o peso relativo dos trabalhadores se acentuou de 31,8 % para 33,7 %. 5

6 Mobilidade dos Trabalhadores Quadro 7 Distribuição percentual dos trabalhadores móveis e sem mobilidade, por actividade económica Actividades segundo a CAE rev.3 Sem mobilidade Sector primário (A, B) 2,2 2,2 3,3 3,7 2,6 Sector secundário (C, D, E, F) 40,9 33,1 26,4 37,3 35,7 Sector terciário (de G a S) 57,0 64,7 70,3 59,0 61,8 Ind.Transformadoras ( C ) 29,0 15,9 12,1 20,6 21,3 Construção (F) 10,9 16,6 13,9 16,3 13,6 Comércio por grosso e a retalho;repar.automóveis,motos (G) 20,7 18,6 19,6 18,2 19,6 45 Comércio, manutenção e reparação de veículos automóveis e motociclos 3,3 2,4 1,6 2,3 2,6 46 Com. Por grosso (inclui agentes), excl. veículos automóveis e motociclos 7,3 6,0 4,5 5,8 6,2 47 Comércio a retalho, excepto de veículos automóveis e motociclos 10,1 10,3 13,4 10,1 10,8 Transportes e Armazenagem (H) 5,4 3,7 2,4 3,6 4,2 Alojamento, Restauração e similares (I) 6,1 8,7 11,5 9,5 8,2 56 Restauração 4,3 6,8 9,5 7,7 6,4 Act. de saúde humana e apoio social (Q) 6,8 2,8 6,6 4,0 5,4 Sector primário (A, B) 2,0 2,5 3,7 3,3 2,7 Sector secundário (C, D, E, F) 43,4 35,0 31,4 43,1 38,9 Sector terciário (de G a S) 54,5 62,5 64,9 53,6 58,4 Ind.Transformadoras ( C ) 30,8 18,3 15,7 26,3 24,0 Construção (F) 11,6 16,2 15,2 16,2 14,2 Comércio por grosso e a retalho;repar.automóveis,motos (G) 20,5 19,6 20,7 18,4 20,0 45 Comércio, manutenção e reparação de veículos automóveis e motociclos 3,6 3,1 2,2 2,7 3,0 46 Com. Por grosso (inclui agentes), excl. veículos automóveis e motociclos 7,4 6,8 5,8 6,4 6,7 47 Comércio a retalho, excepto de veículos automóveis e motociclos 9,4 9,6 12,7 9,4 10,2 Transportes e Armazenagem (H) 5,3 4,1 2,6 4,3 4,3 Alojamento, Restauração e similares (I) 6,1 8,5 10,1 8,3 7,9 56 Restauração 4,4 6,3 8,1 6,5 6,0 Act. de saúde humana e apoio social (Q) 5,4 1,7 5,6 3,4 4,4 Nota: O quadro apresenta dados das secções da CAE rev.3 com maiores níveis de concentração de trabalhadores. No entanto, os totais abrangem a totalidade dos trabalhadores observados. A análise do comportamento da mobilidade inter-sectorial mostra que se acentuou o peso dos trabalhadores no sector terciário de para o triénio seguinte, em todas as situações em apreço, sendo este aumento mais expressivo nas entradas (de 64,5 % para 70,3 %) e nas saídas de trabalhadores da base (de 53,6 % para 59,0 %). Para esta evolução, contribuíram principalmente os aumentos, em , das proporções de trabalhadores afectos ao comércio a retalho (47), restauração (I) e às actividades de saúde humana (Q), atendendo ao peso destes sectores de actividade no volume total de. Verifica-se ainda que o padrão de comportamento a nível sectorial dos vários tipos de mobilidade e de ausência da mesma, não se modificou nos dois triénios, mantendo-se as indústrias transformadoras na 1.ª posição no que respeita à ausência de mobilidade e nas saídas da base, embora com valores percentuais mais baixos em especial nas saídas da base (descida de 26,3 % para 20,3 %). O comércio por grosso e a retalho ocupa a 2.ª posição nas mudanças de e nas entradas na base do SILEET. 6

7 Informar Melhor Conhecer Melhor Quadro 8 Distribuição percentual dos trabalhadores que mudaram de e de profissão, por grupo profissional Grupos profissionais de acordo com a CNP a 1 dígito (1994) Estrutura profissão 1 - Dirigentes e quadros superiores de empresas 4,8 45,3 2 - Especialistas das profissões intelectuais e científicas 5,7 37,5 3 - Técnicos e profissionais de nível intermédio 8,8 49,5 4 - Pessoal administrativo 12,4 46,7 5 - Pessoal dos serviços e vendedores 19,0 40,2 6 - Agricultores e trabalhadores qualif.da agricultura 1,5 51,2 7 - Operários, artífices e trab. similares 21,9 29,1 8 - Operadores de instalações e máquinas e trab. de montagem 8,5 39,7 9 - Trabalhadores não qualificados 17,5 46,1 100,0 40,6 Em , do conjunto de trabalhadores que mudaram de, 40,6 % mudaram também de profissão, apresentando proporções mais elevadas as categorias profissionais de agricultores e trabalhadores qualificados da agricultura (51,2 %) e a dos técnicos e profissionais de nível intermédio (49,5 %). Por outro lado, os grupos profissionais em que os trabalhadores menos mudaram de profissão foram o dos operários, artífices e trabalhadores similares (29,1 %), especialistas das profissões intelectuais e científicas (37,5 %) e operadores de instalações e máquinas e trabalhadores de montagem (39,7 %). Quadro 9 Ganho médio dos trabalhadores sem e com mobilidade de em 2008 Sem mobilidade de de Ganho médio Variação 2008_2007 Ganho médio Variação 2008_2007 ( ) (%) ( ) (%) Por género Masculino 1244,3 4,5 1092,0 12,5 Feminino 946,1 5,1 867,3 9,7 Por escalão etário 15 a 25 anos 730,7 6,9 709,3 12,9 26 a 35 anos 1062,1 5,9 1016,3 13,4 36 a 55 anos 1191,4 4,1 1085,4 9,0 56 ou mais anos 1196,5 3,3 1235,4 14,0 Por habilitações escolares Inferior ao 1º Ciclo do Ensino Básico 667,2 3,1 701,6 6,2 1º Ciclo do Ensino Básico 772,1 3,2 718,7 5,7 2º Ciclo do Ensino Básico 797,7 3,9 736,1 8,6 3º Ciclo do Ensino Básico 966,7 3,9 768,2 8,8 Ensino Secundário 1277,9 5,4 989,5 10,6 Ensino pós secundário não superior e bacharelato 2000,1 5,5 1617,6 12,1 Licenciatura ou grau superior 2403,9 6,2 1903,9 17,9 1118,2 4,7 1003,9 11,5 No que respeita à evolução do ganho médio dos trabalhadores que se encontravam nas situações de imobilidade e de mobilidade face ao entre 2007 e 2008, verifica-se, pelos valores do quadro acima, que para a generalidade dos que mudaram de, o acréscimo registado foi substancialmente superior (+11,5 %) ao dos que permaneceram na mesma empresa (+4,7 %). No entanto, em valores absolutos, o ganho médio dos trabalhadores sem mobilidade foi superior em quase todas as categorias acima especificadas. 7

8 Mobilidade dos Trabalhadores Principais conceitos utilizados na base referem-se às primeiras entradas de trabalhadores na base do SILEET, no período de referência. Ganho obtém-se pela soma da remuneração base ao valor das prestações regulares e extraordinárias auferidas pelo trabalhador por um mês de trabalho a tempo inteiro. correspondem a mudanças de empregador no período de referência. Reentradas no ano t correspondem a reentradas de trabalhadores no ano t após saída temporária da base do SILEET. Saídas da base no ano t abrangem os trabalhadores presentes na base do SILEET no ano t-1 e ausentes a partir do ano t até Sem mobilidade abrange todos os trabalhadores presentes na base do SILEET e na mesma unidade empresarial no período de referência. SILEET Sistema de Informação Longitudinal de Empresas, Estabelecimentos e Trabalhadores construído a partir de dados provenientes do projecto anual Quadros de Pessoal com a finalidade de obter indicadores relativos a unidades empresariais e respectivos trabalhadores ao longo de vários anos. Trabalhador é o indivíduo que exerce uma actividade sob a autoridade e direcção de outrem, nos termos de um contrato de trabalho, sujeito ou não a uma forma escrita e que lhe confere direito a uma remuneração, a qual não depende dos resultados da unidade económica para a qual trabalha. Informar Melhor Conhecer Melhor Informações complementares estão disponíveis no Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério Trabalho e da Solidariedade Social Rua Castilho, Lisboa Internet: Lisboa, Julho de 2010 ISSN:

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