A Formação ao Longo da Vida para Artesãos e o papel do CEARTE Maia

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1 A Formação ao Longo da Vida para Artesãos e o papel do CEARTE Maia 28 de janeiro de 2016

2 Artesanato e produções locais: recurso para a economia e a afirmação dos territórios Promovem a identidade do país e das regiões Contribuem para a preservação dos saberes e da cultura Assentam em atividades produtivas ambientalmente sustentáveis e de baixa tecnologia e investimento São geradores de rendimentos e de emprego São instrumento de inclusão social

3 Constrangimentos Baixo nível de exigência de alguns artesãos em relação à qualidade técnica e estética dos produtos Proliferação dos trabalhos manuais e das artes decorativas frequentemente misturados com produtos artesanais Fragilidade dos circuitos comerciais e de promoção

4 Artesanato desafios e oportunidades Qualificação de ativos Qualificação de novos Profissionais No contexto atual de exigência crescente de níveis de competência mais elevados, é vital elevar as qualificações dos artesãos, criativos e de todos os profissionais ligados às artes e ofícios As artes e ofícios sofrem, de forma mais vincada, dos constrangimentos e debilidades estruturais da economia nacional Capacidades de gestão e comercialização de produtos Acesso a mecanismos sustentáveis de apoio ao investimento O desenvolvimento do artesanato e microempresas artesanais pode contribuir, de forma relevante, para a afirmação da identidade nacional, a criação de fatores competitivos assentes na diferenciação, a promoção do desenvolvimento local e da fileira turística, a valorização de profissões com conteúdo criativo e a promoção de emprego, incluindo emprego qualificado e junto dos jovens

5 Desafios A chave está na Qualificação dos Artesãos, no aumento das competências, na procura da excelência dos saberes, na qualidade técnica, estética e funcional dos produtos, nos conhecimentos sobre promoção e comercialização, na aposta na inovação e no design - importância do papel do CEARTE

6 CEARTE centro de formação desde 1986, ao serviço do sector do Artesanato dos artesãos dos pequenos negócios do desenvolvimento local da criação de riqueza da valorização dos territórios do património e da cultura

7 Áreas de atividade

8 Criado em 1986 SEDE em Coimbra e polos em Miranda do Corvo e Alvaiázere 80 Locais de formação no país 250 Cursos/ano Formandos/ano formação em áreas que gerem emprego na economia social e ao nivel da criação de pequenos negócios

9 a nossa missão Valorizar o capital humano do setor : os artesãos Qualificando-os

10 Porquê? Só um artesão qualificado pode ser competitivo capaz de enfrentar desafios garante da sustentabilidade da sua empresa alavanca do desenvolvimento do setor do artesanato valorizador dos territórios onde se insere ator na construção do património e da cultura Criador de riqueza

11 Desafios da missão artesão é um profissional com múltiplas competências (técnicas, gestão, marketing, vendas, criativas ) artesanato é um setor multiactividade (cerâmica, têxteis, madeiras, metais ) Empresas artesanais são de pequena escala e geograficamente dispersas

12 outros desafios A capacidade das artes e ofícios atraírem um novo perfil de criadores/produtores, com formações de base nas áreas artísticas e do design novos rostos ao universo dos artesãos novos produtores com formação estética e artística dominam design, TIC, marketing, comunicação mas raramente dominam bem uma tecnologia de produção.

13 estes novos produtores procuram formação de curta duração para aprenderem técnicas de produção artesanal em áreas como a cerâmica, têxteis, papel, etc. desafio e oportunidade para o desenvolvimento do setor e os processos de transmissão do saber

14 Resposta aos desafios qualificação de novos artesãos, da formação contínua e prestação de serviços (unidades de formação de curta duração do CNQ ou extra CNQ) funcionamento em rede e dinamização de parcerias (associações do sector, CTE, autarquias, etc.) apoio técnico e consultoria no processo criativo e produtivo (LOC Laboratório de Orientação Criativa e Apoio Técnico)

15 Formação - agente dinamizador da qualificação e capacitação dos artesãos Formação Inicial com dupla certificação Educação e Formação de Jovens Aprendizagem Educação e Formação de Adultos Formação Inicial de Qualificação Profissional Formação Contínua de Ativos Formação Extra CNQ

16 Formação Inicial de Artesãos (Qualificação) Para jovens e adultos De 200 a 2000 horas Sem e com dupla certificação (escolar e profissional) Áreas: Cerâmica, Têxteis, Madeiras, Metais, Património, Vidro, Cestaria

17 Parcerias a nível nacional Permanente diálogo com setor para identificação das suas necessidades de formação o que necessita o artesão Estabelecer parcerias dinâmicas que agilizem a formação Encontrar novos interlocutores, envolver os recém chegados novos artesãos, designers, craftmakers Região Parcerias 2015 Nº ENTIDADES PARCEIRAS Nº AÇÕES FORMANDOS Norte Centro LVT Alentejo Algarve Total Representam 2/3 dos formandos

18 Formação Contínua Destinatários artesãos, empresários, produtores locais, desempregados que queiram optar pelas artes e ofícios como profissão e profissionais de micro empresas/pequenos negócios Organização módulos de 25h ou 50h ação desenvolvida na proximidade do formando parceria com entidades locais Vantagens Aquisição de competências técnicas e transversais Resposta a necessidades de formação de carácter muito especifico Domínios e áreas inovadoras Formação gratuita em alguns casos com apoios sociais

19 Formação que responda às necessidades específicas das pessoas e dos territórios Objetivo: levar a formação até onde e de quem dela necessita Forte envolvimento das Associações, Autarquias, IPSS e outros grupos locais Temática, Inovadora e Dinâmica Flexível e à Medida

20 Formação do CEARTE na região norte 2016 Nome N.º Total Global Cód.Local Data Inicio Data Fim Iniciação à costura 50 Arões Empresa construção da imagem 50 Arouca Técnicas comerciais e de vendas 50 Arouca Normas de Higiene e Segurança Alimentar 50 Baguim do Monte Iniciação à modelação 50 Baguim do Monte Espaço de intervenção áreas de exposição, produtos e públicoalvo 50 Calde de Rei Apicultura em Modo de Produção Biológico 50 Cinfães Construção de Objetos Cênicos 175 Ermesinde Primeiros socorros tipos de acidentes e formas de actuação 50 Guimarães Acessórios de Moda 25 Maia Patchwork e Aplicações em Tecido 75 Maia Pontos de Bordado 50 Maia Maneio e condução de colónias ao longo do ano 50 Moimenta da Beira Prevenção e primeiros socorros geriatria 50 Moimenta da Beira Acessórios de Moda 50 Penedono

21 Formação do CEARTE na região norte 2016 Nome N.º Total Global Cód.Local Data Inicio Data Fim Prevenção e primeiros socorros geriatria 50 Penude Maneio reprodutivo / Povoamento e multiplicação de colónias 25 Ponte da Barca Costura Aplicada às Atividades Artesanais 150 Porto Normas de Higiene e Segurança Alimentar 50 Porto Língua inglesa vendas 50 Porto Ferramentas de imagem digital desenho vectorial 50 Porto Redes de Bordado 50 Vila de Cucujães Desenho de criação e recriação 50 Vila de Cucujães Acessórios de Moda 50 Vila Nova de Gaia Técnicas de fotografia, execução de fotografia e exposição 50 Vila Nova de Gaia Pontos de Bordado 50 Vila Nova de Gaia Iniciação à modelação 50 Vila Verde Modelação do casaco tailleur 50 Vila Verde Tecidos Duplos 50 Vila Verde Tecidos Duplos 50 Vila Verde

22 Acordos de Colaboração/Parcerias para Formação Formação para ativos e para desempregados Necessidades até 15 de Julho Obrigações do parceiro: divulgação (15 a 20 formandos) e instalações CEARTE: Formadores, equipamentos, custos com materiais e apoios sociais a formandos

23 Caminhos de Inovação Inovação no artesanato necessidade e oportunidade a inovação aliada a um conhecimento do mercado, ao domínio técnico dos materiais e ancorada na identidade e tradição, é fator decisivo para o sucesso de muitas produções artesanais

24 1 - Prestar aconselhamento e consultoria especializada a empreendedores para criação de autoemprego 2 - Orientar na conceção e desenvolvimento de novos produtos e na inovação apoiada nas tendências atuais 3 - Prestar apoio técnico nas áreas tecnológicas, da produção, organização e inovação 4 - Reforçar o potencial do setor na criação de emprego e de desenvolvimento local

25 Atribuições do CEARTE - assessoria técnica e administrativa ao IEFP na 1. Tramitação do processo do Estatuto do Artesão e da UPA, 2. Tramitação dos processos e organização do Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de Produções Artesanais Tradicionais (SNQCPAT) 3. FIA e Prémio Nacional do Artesanato. Gabinete para a Promoção das Artes e Ofícios novo serviço do CEARTE

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