Anexo 2 - Avaliação de necessidades de formação em H.S.T.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Anexo 2 - Avaliação de necessidades de formação em H.S.T."

Transcrição

1 Anexo 2 - Avaliação de necessidades de formação em H.S.T. 54

2 3Inquérito às necessidades de formação profissional em higiene e segurança do trabalho 59

3 Inquérito às necessidades de formação profissional em higiene e segurança do trabalho A formação em segurança e higiene no trabalho deve ser integrada no programa de formação contínua dos trabalhadores. Ao falar em «necessidade» pensa-se logo em carência, falta ou escassez. Necessidade esta que pode ser manifestada por um trabalhador ou por um grupo de trabalhadores que queiram melhorar a sua formação ou ainda pela direcção, que quer reduzir os acidentes de trabalho ou aumentar a produtividade. A necessidade de formação pode surgir como resposta a um problema, por necessidade de alteração no sistema de trabalho, ou ainda pela introdução de novas tecnologias. Como ponto de partida para qualquer programa de formação deve ser sempre elaborada uma análise das necessidades de formação. Como se trata também de um programa de sensibilização em HST fez-se também uma análise e avaliação de riscos. Em qualquer empresa, a formação em segurança e higiene deve chegar a todas as pessoas desde o empresário ou administrador passando pela comissão de segurança e higiene no trabalho, pelos delegados dos trabalhadores até aos próprios trabalhadores, etc. A melhor maneira de abordar esta temática é proporcionar um trabalho de equipa entre todos eles. A comissão de higiene e segurança no trabalho deve elaborar e aplicar todos os meios de difusão de informação e formação dos trabalhadores em relação a assuntos relacionados com acidentes de trabalho e doenças profissionais. A colaboração entre todas as pessoas abrangidas melhorará a qualidade destas actividades. A formação em higiene e segurança no trabalho deve ser integrada num programa de formação contínua de todos os trabalhadores da empresa. O empregador deve ser o responsável máximo em matéria de formação de todos os trabalhadores. Para complementar a informação do diagnóstico de necessidades de formação deve fazer-se uma análise de riscos às empresas em questão. Esta deve ser estruturada de forma a que permita identificar os perigos no local de trabalho e avaliar os riscos a eles associados de forma a determinar as medidas a implementar para proteger a segurança e a saúde dos trabalhadores, tendo sempre em atenção os requisitos legislativos. 3.1 Objectivo O presente inquérito às necessidades de formação profissional das empresas, tem por objectivo avaliar as necessidades de formação profissional e simultaneamente obter indicadores sobre a situação das empresas, contemplando os seguintes vectores: - Aspectos de caracterização da situação da empresa; - Situação da empresa em relação ao mercado; - Necessidades de formação profissional da empresa em H.S.T.; - Atitude face às necessidades de formação profissional da empresa; - Formas de suprir as necessidades de formação profissional; - Local previsível para a realização das acções de formação; - Especificação das necessidades de formação profissional; - Número de participantes em formação previsto (Nº de pessoas a formar) por Domínio de Formação, Profissão, Modalidade de Formação. 60

4 Inquérito às necessidades de formação profissional em higiene e segurança do trabalho 3.2 Metodologia utilizada Inquérito e entrevista A técnica de análise pela parceria de desenvolvimento do projecto InForAdapt, e a qual vem descrita neste manual, para a determinação das necessidades de formação foi o inquérito e a entrevista efectuada aos dirigentes das empresas em questão. A amostra deve ser constituída PMEʼS, com 5 e mais pessoas ao serviço, de variadas actividades económicas. Esta informação deve ser complementada com a informação recolhida através de uma avaliação das empresas ao nível da higiene e segurança no trabalho. 61

5 4 Questionário às necessidades de formação utilizado pelo projecto InForAdapt 1 Identificação da empresa Designação da Empresa Sector de Actividade Morada Código postal e Localidade Telefone e Fax Nº de Pessoa Colectiva Nº de Trabalhadores Ano de Fundação Pessoa a contactar na empresa Função Ano de fundação da empresa 2 Identificação do empresário Nome Habilitações Data de nascimento Morada Código Postal Telefone e Fax 3 Situação da empresa 4 Expectativas do empresário 63

6 5 Recursos humanos Categorias profissionais Gerente T.S.H.S.T. T.S.T. Médico de Trabalho Comerciais Administrativos Controlador de Qualidade Direcção de Produção Encarregado Chefe de Linha Operários Outros Observação: nº de trabalhadores Homens Mulheres 6 Perspectiva de aumento do nº de efectivos Homens Mulheres Funções 7 Pretensão na realização de investimentos Realizou Pretende realizar Qual o objectivo? 64

7 8 Horário de funcionamento da empresa 8:00 12:00 13:00 17:00 8:00 12:30 13:30 17:00 8:00 12:00 13:30 17:30 Outros 9 Quais os tipos de contrato que a empresa pratica? No quadro Contrato a Termo certo Recibos verdes Outro 10 Grau de satisfação que atribui em relação à actividade económica da sua empresa Muito satisfeito Satisfeito Insatisfeito 11 No que respeita às necessidades de formação como situaria a sua empresa? Situação da empresa Face: sim não A qualificação da mão-de-obra corresponde às necessidades da empresa A empresa está em situação difícil, o que impede de realizar acções de formação O pessoal está ocupado não havendo disponibilidade para participar em acções de formação A empresa realizou/beneficiou recentemente formação e de momento não é necessária mais formação É difícil avaliar as necessidades de formação da empresa Burocratização dos esquemas de apoio à formação A empresa não tem conhecimento das acções disponíveis a nível oficial e gostaria de as conhecer 65

8 12 Competências mais importantes para a competitividade da sua empresa a) b) c) Competências básicas Competências escolares de I nível primário Informático (Básico) Línguas Economia, Direito e Gestão Competências técnicas Competências sectoriais (especializadas) Competências de sistemas (gerais/relacionais) Competências transversais Boa relação com os colegas Trabalho de equipe Habilidade para resolução de problemas Autonomia Polivalência Flexibilidade 13 Na sua empresa está difundida uma política e segurança no trabalho? sim não * * No caso de ter respondido não à questão anterior, diga se já cumpre algum dos seguintes itens: Sim Não Existe uma comissão para as questões ligadas à SHST? Existe uma equipe de primeiros socorros? Existe uma equipe de combate a incêndios? Existe um plano de evacuação dos trabalhadores? Existe um programa de prevenção de riscos? Existe medicina no trabalho? A empresa faz registo de acidentes de trabalho e respectiva análise estatística? 66

9 14 Na sua empresa já alguém frequentou alguma acção de formação profissional? sim não * * No caso de ter respondido sim à questão anterior, diga quais? Higiene e segurança e saúde no trabalho Gestão empresarial Gestão de pessoal Informática Primeiros socorros Combate a incêndios Desenho Outras 15 Planeamento da formação a) Época do ano mais indicada Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez b) Nº de horas diárias 1h 2h 3h 4h outra c) Período do dia Manhã Tarde Noite Sábado Outra 16 Localização da formação Própria empresa Centro de formação Outra 67

10 17 Áreas mais carentes em termos de formação Financeira Higiene e segurança e saúde no trabalho Gestão empresarial Gestão de pessoal Informática Línguas Primeiros socorros Combate a incêndios Desenho Outras 18 Perfil dos potenciais candidatos à formação. a) Nível de conhecimento em higiene e segurança no trabalho Nº Nome do candidato Fraco Médio Elevado b) Habilitações literárias Nº Nome do candidato até 9º 12º superior outro 68

11 c) Idade dos candidatos Nº Nome do candidato - de a 35 + de Assinale um valor de importância para os seguintes tipos de formação Formação contínua ao longo da vida Formação no local de trabalho Auto formação Formação á distância Cursos pós laborais 69

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

Délia Falcão. 11 de Janeiro 2012

Délia Falcão. 11 de Janeiro 2012 11 de Janeiro 2012 REGIME JURÍDICO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL CONTINUA NO CÓDIGO DE TRABALHO (Lei 7/2009 de 12 de Fevereiro) DEVERES DO ESTADO EM MATÉRIA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL: 1. Formação /qualificação

Leia mais

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO INDICE 1 NOTA PRÉVIA 3 2 LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA 4 3 PLANO DE FORMAÇÃO 4 4 FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO 6

Leia mais

ESCOLA DE HOTELARIA E TURISMO DE CABO VERDE

ESCOLA DE HOTELARIA E TURISMO DE CABO VERDE PLANO ESTRATÉGICO PARA A OFERTA FORMATIVA DA ESCOLA DE HOTELARIA E TURISMO DE CABO VERDE Think Tomorrow: Estratégia Oferta Formativa 2014-2019 02, Maio de 2014 FICHA TÉCNICA Concepção e Redacção Sérgio

Leia mais

Apresentado por Ana Paula de Jesus Almeida e Silva

Apresentado por Ana Paula de Jesus Almeida e Silva Apresentado por Ana Paula de Jesus Almeida e Silva O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), criado em 1979 (Decreto-Lei nº 519-A2/79, de 29 de Dezembro), é um organismo público, sob a tutela

Leia mais

Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro

Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro 1. INTRODUÇÃO A indústria da Construção engloba um vasto e diversificado conjunto de características, tais como: Cada projecto

Leia mais

Congresso Internacional de Segurança e Saúde do Trabalho

Congresso Internacional de Segurança e Saúde do Trabalho 9º Congresso Internacional de Segurança e Saúde do Trabalho 1. O Grupo Salvador Caetano 2. A Responsabilidade Social e a SHST 3. Política de SHST 4. Estrutura de SHST 5. Responsabilidades e Responsáveis

Leia mais

Segurança e saúde no trabalho

Segurança e saúde no trabalho Segurança e saúde no trabalho A empresa tem a responsabilidade legal de assegurar que os trabalhadores prestam trabalho em condições que respeitem a sua segurança e a sua saúde. A empresa está obrigada

Leia mais

MISSÃO VISÃO VALORES OS NOSSOS

MISSÃO VISÃO VALORES OS NOSSOS VISÃO MISSÃO Criar Recursos Humanos de Excelência e alta qualidade que tenham a capacidade de inovação, competitividade e criação de riqueza, num ambiente exigente ao nível nacional e internacional. Contribuir

Leia mais

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+ CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA

Leia mais

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Artigo 1.º Âmbito 1 - O presente regulamento de avaliação de desempenho aplica-se a todos os docentes que se encontrem integrados na carreira. 2 - A avaliação

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SEGUNDO OS REQUISITOS DA NORMA ISO 9001:2008

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SEGUNDO OS REQUISITOS DA NORMA ISO 9001:2008 SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SEGUNDO OS REQUISITOS DA NORMA ISO 9001:2008 Fernando Teixeira de Abreu, engº Consultor Sénior Iberogestão Jornada da Qualidade para a Administração Pública - UCRE Cabo

Leia mais

Potencial humano com prioridade para intervenções no âmbito do emprego privado e público, da educação e formação e da formação avançada, promovendo a

Potencial humano com prioridade para intervenções no âmbito do emprego privado e público, da educação e formação e da formação avançada, promovendo a Potencial humano com prioridade para intervenções no âmbito do emprego privado e público, da educação e formação e da formação avançada, promovendo a mobilidade, a coesão social e a igualdade de género,

Leia mais

Condições de Acesso (preferenciais no caso das UFCD) Referencial Escolar e de Formação. Modalidade. EFA Básico - Equiv. 9º Ano

Condições de Acesso (preferenciais no caso das UFCD) Referencial Escolar e de Formação. Modalidade. EFA Básico - Equiv. 9º Ano Sede: Av. Almirante Reis, 45-1º. - 1150-010 LI SBOA Telefone: 21 816 30 10 Fax: 21 812 30 89 NIPC: 504 797 956 Delegação do Porto: Rua António Granj o, 169-4349-019 PORTO Telefone: 22 539 04 64/5 Fax:

Leia mais

Organização de Eventos

Organização de Eventos Organização de Eventos Página de Rosto Aluna: Tânia Marlene Silva Ano/ Turma: 12º ano do Curso Profissional Técnico de Secretariado Disciplina: Técnicas de Secretariado Modulo: 20 Organização de Eventos

Leia mais

Administração de Pessoas

Administração de Pessoas Administração de Pessoas MÓDULO 5: ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 5.1 Conceito de ARH Sem as pessoas e sem as organizações não haveria ARH (Administração de Recursos Humanos). A administração de pessoas

Leia mais

SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SI À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO SI À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Data: 13 de Outubro

Leia mais

REGULAMENTO. Preâmbulo

REGULAMENTO. Preâmbulo REGULAMENTO Preâmbulo O espírito de iniciativa, a criatividade, a capacidade de detectar e aproveitar oportunidades, de assumir o risco e formar decisões, constituem premissas essenciais para o sucesso

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2007/A de 19 de Novembro de 2007 Regulamenta o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento da Qualidade e Inovação O Decreto Legislativo Regional

Leia mais

Safra 2016/2017. Safra 2015/2016

Safra 2016/2017. Safra 2015/2016 Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado do Paraná Safra 2016/2017 Mar/16 0,6048 0,6048 0,6048 66,04 73,77 Abr 0,6232 0,6232 0,5927 64,72 72,29 Mai 0,5585 0,5878 0,5868

Leia mais

7 de Maio de 2009. Contacto Netsonda : Departamento Comercial Tiago Cabral 91.7202203 Estudo NE253

7 de Maio de 2009. Contacto Netsonda : Departamento Comercial Tiago Cabral 91.7202203 Estudo NE253 Contacto Netsonda : Departamento Comercial Tiago Cabral 91.7202203 Estudo NE253 Netsonda Network Research Travessa do Jasmim 10 1º Andar 1200-230 Lisboa Tel. 21.3429318 Fax 21.3429868 Estudo Número N de

Leia mais

Plano Tecnológico Uma ideia mobilizadora, uma agenda de prioridades e um compromisso político

Plano Tecnológico Uma ideia mobilizadora, uma agenda de prioridades e um compromisso político Plano Tecnológico Uma ideia mobilizadora, uma agenda de e um compromisso político Apresentação ao Conselho Consultivo do Plano Tecnológico 19 de Julho de 26 Um mundo em profunda mudança O Mundo enfrenta

Leia mais

Responsabilidade Social na Câmara Municipal de Lisboa

Responsabilidade Social na Câmara Municipal de Lisboa Direcção Municipal de Recursos Humanos Responsabilidade Social na Semana da Responsabilidade Social, Lisboa 03 a 07 Maio 2010 Sumário da Apresentação Quem Somos Programas de Apoio à Comunidade Iniciativa

Leia mais

OBRIGAÇÕES DE CAIXA FNB Remuneração Garantida 2006 Instrumento de Captação de Aforro Estruturado Prospecto Informativo da Emissão

OBRIGAÇÕES DE CAIXA FNB Remuneração Garantida 2006 Instrumento de Captação de Aforro Estruturado Prospecto Informativo da Emissão 1 / 5 OBRIGAÇÕES DE CAIXA FNB Remuneração Garantida 2006 Instrumento de Captação de Aforro Estruturado Prospecto Informativo da Emissão As obrigações de caixa FNB Remuneração Garantida 2006 são um Instrumento

Leia mais

ASSEMBLEIA GERAL DA MARTIFER - SGPS, S.A. 11 de Abril de 2011

ASSEMBLEIA GERAL DA MARTIFER - SGPS, S.A. 11 de Abril de 2011 ASSEMBLEIA GERAL DA MARTIFER - SGPS, S.A. 11 de Abril de 2011 PROPOSTA RELATIVA AO PONTO 11 DA ORDEM DE TRABALHOS (Deliberar sobre a declaração da Comissão de Fixação de Vencimentos e do Conselho de Administração

Leia mais

PROGRAMA DIREITO DA ECONOMIA

PROGRAMA DIREITO DA ECONOMIA Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDL) Ano lectivo 2010-2011 PROGRAMA DIREITO DA ECONOMIA 3.º Ano Setembro 2010 Regente/Coordenador Luís D. S. Morais BLOG pessoal especializado em direito

Leia mais

PROGRAMA DE FORMAÇÃO. Calendário Geral de Cursos

PROGRAMA DE FORMAÇÃO. Calendário Geral de Cursos PROGRAMA DE FORMAÇÃO 2013 Calendário Geral de Cursos FORMAÇÕES REGULARES 12 Concurso Público da Função Pública 20 horas 18 22 11 15 14 19 9 14 13 Elaboração de Projectos 60 horas 15 3 12 30 14 Gestão de

Leia mais

P R E V I S A F E T Y. Prevenção e Segurança no Trabalho,Lda PREVISAFETY. Empresa Autorizada

P R E V I S A F E T Y. Prevenção e Segurança no Trabalho,Lda PREVISAFETY. Empresa Autorizada PREVISAFETY PREVISAFETY é uma empresa especializada em Serviços de Higiene e Segurança no Trabalho (SHST), que trabalha na área da prevenção e controlo de riscos Autorizada pelas Entidades Competentes:

Leia mais

ACÓRDÃO Nº 07/2011 - CFA - Plenário

ACÓRDÃO Nº 07/2011 - CFA - Plenário ACÓRDÃO Nº 07/2011 - CFA - Plenário 1. PARECER TÉCNICO CETEF Nº 04/2011, de 20/07/2011. 2. EMENTA: Obrigatoriedade de registro das empresas de Treinamento nos Conselhos Regionais de Administração. 3. RELATOR:

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO MINISTÉRIO Organismo/Serviço NIF FICHA DE AVALIAÇÃO PARA O PESSOAL DOS GRUPOS PROFISSIONAIS TÉCNICO PROFISSIONAL E ADMINISTRATIVO Avaliador Cargo NIF A preencher pelo avaliador Avaliado Unidade orgânica

Leia mais

Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS

Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,8 21-Jul-00 Real 0,6493 Sem frete - PIS/COFINS

Leia mais

SECÇÃO III Serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho SUBSECÇÃO I Disposições gerais

SECÇÃO III Serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho SUBSECÇÃO I Disposições gerais A Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, revê o Código do Trabalho, mas mantém em vigor disposições assinaladas do anterior Código do Trabalho de 2003, e da sua regulamentação, até que seja publicado diploma

Leia mais

RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO

RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO Nota de Abertura Em 2007/2008 teve lugar a 2.ª edição do Concurso Nacional

Leia mais

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA DO CLAS 21 DE MAIO DE 2013 1 NOTA INTRODUTÓRIA O Diagnóstico Social constituiu a base de trabalho da ação dos Parceiros Locais.

Leia mais

CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR NOS EDIFÍCIOS

CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR NOS EDIFÍCIOS CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR NOS EDIFÍCIOS Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética e de

Leia mais

Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética - Geral

Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética - Geral Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética e de QAI Contexto nacional energético e ambiental Transposição da Directiva

Leia mais

Anúncio de concurso. Serviços

Anúncio de concurso. Serviços 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:200638-2015:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: «Fornecimento de decisões de investimento fundamentadas para investimentos

Leia mais

Plano de Formação SIPRP 2016

Plano de Formação SIPRP 2016 Plano de SIPRP 2016 VISÃO SIPRP A SIPRP é uma empresa que agrega competências técnicas e experiências profissionais associadas à prevenção de riscos profissionais, saúde ocupacional e segurança contra

Leia mais

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira FORMULÁRIO DE CANDIDATURA programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira FORMULÁRIO DE CANDIDATURA PROGRAMA DE APOIO ÀS PESSOAS COLECTIVAS

Leia mais

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA 1. A) ENTIDADE PROMOTORA 1. Identificação Ano a que respeita a candidatura

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA 1. A) ENTIDADE PROMOTORA 1. Identificação Ano a que respeita a candidatura FORMULÁRIO DE CANDIDATURA 1 NORMAS DE APOIO ÀS INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E DE SAÚDE DO CONCELHO DE FARO Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal de Faro Solicito que seja

Leia mais

ESTATUTO ORGÂNICO DA AGÊNCIA PARA A PROMOÇÃO DE INVESTIMENTO E EXPORTAÇÕES DE ANGOLA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ESTATUTO ORGÂNICO DA AGÊNCIA PARA A PROMOÇÃO DE INVESTIMENTO E EXPORTAÇÕES DE ANGOLA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ESTATUTO ORGÂNICO DA AGÊNCIA PARA A PROMOÇÃO DE INVESTIMENTO E EXPORTAÇÕES DE ANGOLA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º (Denominação e Natureza) A Agência para a Promoção de Investimento e Exportações

Leia mais

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º.

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º. Legislação Portaria n.º 542/2007, de 30 de Abril Publicado no D.R., n.º 83, I Série, de 30 de Abril de 2007 SUMÁRIO: Aprova os Estatutos do Instituto da Construção e do Imobiliário, I.P.. TEXTO: O Decreto-Lei

Leia mais

REGULAMENTO PARA A GESTÃO DE CARREIRAS DO PESSOAL NÃO DOCENTE CONTRATADO NO ÂMBITO DO CÓDIGO DO TRABALHO DA UNIVERSIDADE DO. Capítulo I.

REGULAMENTO PARA A GESTÃO DE CARREIRAS DO PESSOAL NÃO DOCENTE CONTRATADO NO ÂMBITO DO CÓDIGO DO TRABALHO DA UNIVERSIDADE DO. Capítulo I. Regulamentos REGULAMENTO PARA A GESTÃO DE CARREIRAS DO PESSOAL NÃO DOCENTE CONTRATADO NO ÂMBITO DO CÓDIGO DO TRABALHO DA UNIVERSIDADE DO PORTO Aprovado pelo Conselho de Gestão na sua reunião de 2011.01.20

Leia mais

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização 1. Introdução O presente questionário ajudá-lo-á a reflectir sobre os esforços desenvolvidos pela sua empresa no domínio da responsabilidade empresarial,

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa ANA Aeroportos de Portugal, S.A. Missão, Visão e Valores Missão da ANA A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias

Leia mais

Seminário OEP/INPI. O papel dos Offices nacionais da PI na promoção da inovação e das invenções. Em colaboração com: Apresentado por

Seminário OEP/INPI. O papel dos Offices nacionais da PI na promoção da inovação e das invenções. Em colaboração com: Apresentado por Seminário OEP/INPI Apresentado por José Maria Maurício Director de Marcas e Patentes O papel dos Offices nacionais da PI na promoção da inovação e das invenções Em colaboração com: Bissau, 21 de Dezembro

Leia mais

PLANO DE FORMAÇÃO-2009

PLANO DE FORMAÇÃO-2009 PLANO DE FORMAÇÃO-2009 - Associação Vicentina- Formação Modular Certificada (Destinatários: ) UFCD 4278- Animador- Perfil e Estatuto Profissional (25H) UFCD 4279- Animação Sociocultural- Áreas de Intervenção

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

Leia mais

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO EFECTIVIDADE DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS PROJECTO ESSE Orientações para as visitas às escolas 1 Introdução As visitas às escolas realizadas segundo o modelo

Leia mais

Índice de Prevenção de Acidentes Laborais IPAL

Índice de Prevenção de Acidentes Laborais IPAL Índice de Prevenção de Acidentes Laborais IPAL Autor: Vinicius Silva Neves Ampla Energia e Serviços S.A. RESUMO O Índice de Prevenção de Acidentes Laborais IPAL, é um indicador de prevenção de acidentes

Leia mais

CONCURSO. A nossa escola pela não violência

CONCURSO. A nossa escola pela não violência CONCURSO A nossa escola pela não violência O concurso A nossa escola pela não violência pretende premiar produtos e acções de sensibilização produzidos por alunos e alunas do 3º Ciclo do Ensino Básico

Leia mais

e a definição dos procedimentos. Sistema informatizado adequado à metodologia utilizada. Manual de procedimentos elaborado/atualizado.

e a definição dos procedimentos. Sistema informatizado adequado à metodologia utilizada. Manual de procedimentos elaborado/atualizado. ANEXO I CRONOGRAMA DE AÇÕES PARA IMPLEMENT AÇÃO DA CONT ABILIDADE APLICADA AO SET OR PÚBLICO PORTARIA STN n.º 753, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2012 I - Reconhecimento,

Leia mais

QUADROS SUPERIORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DIRIGENTES E QUADROS SUPERIORES DE EMPRESA

QUADROS SUPERIORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DIRIGENTES E QUADROS SUPERIORES DE EMPRESA GRANDE GRUPO 1 QUADROS SUPERIORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DIRIGENTES E QUADROS SUPERIORES DE EMPRESA Os quadros superiores da administração pública, dirigentes e quadros superiores de empresa dão pareceres

Leia mais

PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA

PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA 1 MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA AO PROGRAMA MODELAR O Programa MODELAR tem como objectivo a atribuição de apoio financeiro pelas

Leia mais

Avaliação final: Desenvolvimento Empresarial das Mulheres e Igualdade do Género na África Austral

Avaliação final: Desenvolvimento Empresarial das Mulheres e Igualdade do Género na África Austral Avaliação final: Desenvolvimento Empresarial das Mulheres e Igualdade do Género na África Austral Factos rápidos Países: Lesoto, Malawi, Moçambique, África do Sul Avaliação final Modo de avaliação: Independente

Leia mais

EDITAL Nº 01/2014 PROCESSO DE SELEÇÃO

EDITAL Nº 01/2014 PROCESSO DE SELEÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU MBA EM GESTÃO EMPRESARIAL CÂMPUS DE PALMAS Av: NS 15 ALC NO 14, Bloco D - Anfiteatro, Sala

Leia mais

Rede Social do Concelho de Pampilhosa da Serra

Rede Social do Concelho de Pampilhosa da Serra Rede Social do Concelho de Pampilhosa da Serra O Plano de para o ano de 2006 constitui-se enquanto instrumento de trabalho tendo sido construído com base no Plano Desenvolvimento Social. Apresenta um conjunto

Leia mais

Projecto de Decreto-lei

Projecto de Decreto-lei Projecto de Decreto-lei O Decreto Lei nº273/2003, de 29 de Outubro, sobre as regras gerais de planeamento, organização e coordenação para promover a segurança e saúde no trabalho em estaleiros da construção,

Leia mais

CONCURSO INOVAÇÃO HOTSPOT DESIGN. Desenvolvimento Novo Aquecedor de Esplanada a Gás

CONCURSO INOVAÇÃO HOTSPOT DESIGN. Desenvolvimento Novo Aquecedor de Esplanada a Gás CONCURSO INOVAÇÃO HOTSPOT DESIGN Desenvolvimento Novo Aquecedor de Esplanada a Gás Outubro 2009 CONDIÇÕES GERAIS DO CONCURSO ASPECTOS GENÉRICOS DO CONCURSO Objectivo: Desenvolvimento de um novo aquecedor

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL Gabinete do Ministro

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL Gabinete do Ministro Parecer do Governo Português relativo ao Livro Verde Modernizar o direito do trabalho para enfrentar os desafios do sec. XXI Introdução O presente documento consubstancia o parecer do Governo Português

Leia mais

Grupo 4Work. Qualidade Reconhecida pela ATRIBUIÇÃO DA norma ISO 9001:2008

Grupo 4Work. Qualidade Reconhecida pela ATRIBUIÇÃO DA norma ISO 9001:2008 Grupo 4Work Qualidade Reconhecida pela ATRIBUIÇÃO DA norma ISO 9001:2008 Desde o final do passado mês de Junho que o Grupo 4Work vê a qualidade dos seus serviços certificada pela Norma ISO 9001:2008, alcançando

Leia mais

0612- Noções Básicas de Gestão Técnica de Recursos Humanos

0612- Noções Básicas de Gestão Técnica de Recursos Humanos 0612- Noções Básicas de Gestão Técnica de Recursos Humanos Trabalho elaborado por: Vera Valadeiro, nº20 TAG 4 Índice Conteúdo Função:... 3 Descrição da Função:... 3 Perfil da Função:... 4 Processo de Recrutamento:...

Leia mais

FOMENTAR O QUE É NACIONAL E FORTALECER A ECONOMIA ANGOLANA APOIO AO CLIENTE

FOMENTAR O QUE É NACIONAL E FORTALECER A ECONOMIA ANGOLANA APOIO AO CLIENTE CERÂMICA CIC Feito em Angola FOMENTAR O QUE É NACIONAL E FORTALECER A ECONOMIA ANGOLANA APOIO AO CLIENTE +244 933 055 981 CERÂMICA CIC MARCA DE QUALIDADE FEITO EM ANGOLA DESCRIÇÃO A Unidade Industrial

Leia mais

MOÇAMBIQUE PLANO DE FORMAÇÃO 2016. O seu parceiro em formação certificada

MOÇAMBIQUE PLANO DE FORMAÇÃO 2016. O seu parceiro em formação certificada MOÇAMBIQUE PLANO DE FORMAÇÃO 201 O seu parceiro em formação certificada ESTRATÉGIA E COMPETITIVIDADE EC 001 Estratégia empresarial e planeamento estratégico FEV - SET 20-23 EC 002 Factores chaves para

Leia mais

Orientações para desenvolver uma Política de DPC Provas requeridas para a acreditação Acrescentando valor: conjunto de boas práticas

Orientações para desenvolver uma Política de DPC Provas requeridas para a acreditação Acrescentando valor: conjunto de boas práticas CRITÉRIO 2: COMISSÃO DE INTERNA Este capítulo inclui: Visão geral Orientações para desenvolver uma Política de Provas requeridas para a acreditação Acrescentando valor: conjunto de boas práticas VISÃO

Leia mais

Programa de atividades 2015

Programa de atividades 2015 Programa de atividades 2015 Programa de atividades 2015 (Documento de trabalho) Lisboa, 2015 Plano Nacional de Formação Financeira www.todoscontam.pt Edição Conselho Nacional de Supervisores Financeiros

Leia mais

Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas

Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas Preâmbulo A Câmara Municipal de Nordeste tem vindo a apoiar ao longo dos anos de forma directa e organizada toda a actividade desportiva no concelho

Leia mais

COMPROMISSO TRIPARTIDO PARA O CRESCIMENTO, A COMPETITIVIDADE E O EMPREGO

COMPROMISSO TRIPARTIDO PARA O CRESCIMENTO, A COMPETITIVIDADE E O EMPREGO COMPROMISSO TRIPARTIDO PARA O CRESCIMENTO, A COMPETITIVIDADE E O EMPREGO COMPARAÇÃO COM O COM A O QUE DIZ O COM A DESPEDIMENTOS - Nova forma de despedimento por não serem atingidos objectivos previamente

Leia mais

RELATÓRIO INTERCALAR (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE)

RELATÓRIO INTERCALAR (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE) (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE) Comissão Europeia Direcção-Geral da Justiça, da Liberdade e da Segurança Unidade B/4 Fundo Europeu para os Refugiados B-1049 Bruxelas Estado-Membro: PORTUGAL

Leia mais

sistema de gestão do desempenho e potencial Directório de Competências e de Perfis Profissionais

sistema de gestão do desempenho e potencial Directório de Competências e de Perfis Profissionais SGDP sistema de gestão do desempenho e potencial :: Directório de Competências e de Perfis Profissionais :: Directório de Competências e de Perfis Profissionais ÍNDICE Competências Inovação e Criatividade

Leia mais

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas.

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas. ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DISTRIBUIÇÃO E DRENAGEM DE ÁGUAS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Natureza 1. A Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA) é uma associação sem fins

Leia mais

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO -

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento interno destina-se a definir e dar a conhecer os princípios a que obedece a constituição,

Leia mais

DAILY BRIEFING COMPORTAMENTO DOS MERCADOS 02 DE SETEMBRO DE 2011

DAILY BRIEFING COMPORTAMENTO DOS MERCADOS 02 DE SETEMBRO DE 2011 DAILY BRIEFING COMPORTAMENTO DOS MERCADOS 02 DE SETEMBRO DE 2011 p Índice ÍNDICE S&P 500... 2 ÍNDICE BOVESPA FUTURO OUT/11... 3 PETRÓLEO SPOT TIPO BRENT... 4 PETROBRÁS PN... 5 TAXA DE CÂMBIO SPOT USD/EURO...

Leia mais

Atendimento Virtual Ampla

Atendimento Virtual Ampla 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Atendimento Virtual Ampla Carlos Felipe de Moura Moysés Ampla Energia e Serviços S.A cmoyses@ampla.com André Theobald Ampla Energia e Serviços S.A theobald@ampla.com

Leia mais

AN1.13 - DESCRIÇÃO DAS MEDIDAS DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

AN1.13 - DESCRIÇÃO DAS MEDIDAS DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO AN1.13 - DESCRIÇÃO DAS MEDIDAS DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO ÍNDICE 1. Organização da Segurança... 2 2. Medidas de Segurança de Protecção dos Trabalhadores... 3 3. Sinalização e Equipamentos de Segurança...

Leia mais

Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A.

Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A. Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A. Novembro de 2011 CÓDIGO DE CONDUTA DE PROMOTORES O objectivo deste documento é o de fixar um código de conduta e um

Leia mais

AS ESTATÍSTICAS NO EMPREGO

AS ESTATÍSTICAS NO EMPREGO AS ESTATÍSTICAS NO EMPREGO Sumário 1. Breve Apresentação do ONRH 2. O Contributo dos Modelos Estruturais 3. Síntese dos Resultados Agregados do ONRH 4. Inquérito aos Residentes na RAM: Dimensão Emprego

Leia mais

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12 JANEIRO 2,8451 2,7133 2,4903 2,3303 2,1669 1,9859 1,7813 1,6288 1,4527 1,3148 1,1940 1,0684 FEVEREIRO 2,8351 2,6895 2,4758 2,3201 2,1544 1,9676 1,7705 1,6166 1,4412 1,3048 1,1840 1,0584 MARÇO 2,8251 2,6562

Leia mais

Curso de Licenciatura em Engenharia Mecânica

Curso de Licenciatura em Engenharia Mecânica Curso de Licenciatura em Engenharia Mecânica Relatórios dos Docentes Desempenho do Curso Ano Lectivo 2012/2013 Curso de Licenciatura em Engenharia Mecânica Relatório de Desempenho do Curso Ano Lectivo

Leia mais

Bélgica-Bruxelas: Análise e comunicação dos resultados alcançados pelos projetos de replicação no mercado da ecoinovação do PCI 2013/S 236-409025

Bélgica-Bruxelas: Análise e comunicação dos resultados alcançados pelos projetos de replicação no mercado da ecoinovação do PCI 2013/S 236-409025 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:409025-2013:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Análise e comunicação dos resultados alcançados pelos projetos de replicação

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR 22-10-2013 I N D I C E PREÂMBULO... 2 CAPITULO I... 2 DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 CAPITULO II... 3 DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO... 3 CAPITULO III... 6 PLANEAMENTO DAS ACTIVIDADES...

Leia mais

Compras Públicas. Uma ambição de futuro SOURCE Sistema de Qualificacao de Fornecedores 13.05.15

Compras Públicas. Uma ambição de futuro SOURCE Sistema de Qualificacao de Fornecedores 13.05.15 Compras Públicas Uma ambição de futuro SOURCE Sistema de Qualificacao de Fornecedores 13.05.15 A REN é uma concessionária de Serviço Público que gere em simultâneo as redes de transporte de eletricidade

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

PÓS-GRADUAÇÃO EM INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PÓS-GRADUAÇÃO EM INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ENQUADRAMENTO E OBJECTIVOS: Num mundo em constante aceleração económica, tecnológica e de produção de grandes quantidades de conhecimento,

Leia mais

Relatório Tipo Dezembro de 20XX

Relatório Tipo Dezembro de 20XX Relatório Tipo Dezembro de 20XX Alvim & Rocha Consultoria de Gestão, Lda. Tel.: 22 831 70 05; Fax: 22 833 12 34 Rua do Monte dos Burgos, 848 Email: mail@alvimrocha.com 4250-313 Porto www.alvimrocha.com

Leia mais

Contributos da ANET sobre o Projecto Revisão do Regulamento de Coordenação de Segurança e Saúde na Construção. Decreto-Lei n.º /

Contributos da ANET sobre o Projecto Revisão do Regulamento de Coordenação de Segurança e Saúde na Construção. Decreto-Lei n.º / Decreto-Lei n.º / O Decreto Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro, sobre as regras gerais de planeamento, organização e coordenação para promover a segurança e saúde no trabalho em estaleiros da construção,

Leia mais

AG 2008. Relatório 2007. itsmf Portugal

AG 2008. Relatório 2007. itsmf Portugal AG 2008 Relatório 2007 itsmf Portugal ST MARKETING Susana Soares Coordenadora de Marketing e Comunicação itsmf Portugal 1. Newsletter ITIL e TAL Relatório 2007 1. Métricas 500 Subscritores 5 Artigos de

Leia mais

Departamento de Desenvolvimento de Convenções e Exposições e das Actividades Económicas Plano de Estímulo às Convenções e Exposições

Departamento de Desenvolvimento de Convenções e Exposições e das Actividades Económicas Plano de Estímulo às Convenções e Exposições N.º de candidatura: (Inscreva o n.º de candidatura aposta pela DSE) Departamento de Desenvolvimento de Convenções e Exposições e das Actividades Económicas Plano de Estímulo às Convenções e Exposições

Leia mais

ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto Politécnico De Leiria A.1.a. Identificação

Leia mais

RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO E AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU

RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO E AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 13.12.2010 COM(2010) 731 final RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO E AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU Relatório de Actividades EURES 2006-2008,

Leia mais

SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Indicadores CNI SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Indústria da construção aprofunda deterioração A indústria da construção continua a se deteriorar. O índice de nível de atividade e o número de empregados

Leia mais

MAPA DE PESSOAL / ANO DE 2012

MAPA DE PESSOAL / ANO DE 2012 MUNICÍPIO DE CARRAZEDA DE ANSIÃES MAPA DE PESSOAL / ANO DE 202 Atribuições / a criar Artigo º do Decreto-lei n.º 93/200, de 20 de Abril Director de Departamento 2 (a) Artigo º do Decreto-lei n.º 93/200,

Leia mais

Dossiê de Preços de Transferência

Dossiê de Preços de Transferência Dossiê de Preços de Transferência Fiscalidade 2011 3 Índice Pág. 1. Preços de Transferência 03 1.1 Conceito 03 1.2 O que são Preços de Transferência 03 1.3 Porquê os Preços de Transferência? 03 1.4 Entidades

Leia mais

Impactos e Adaptações do Mercado para. Alexandre Nunes Zucarato Gerente de Inteligência de Mercado Câmara de Comercialização de Energia Elétrica

Impactos e Adaptações do Mercado para. Alexandre Nunes Zucarato Gerente de Inteligência de Mercado Câmara de Comercialização de Energia Elétrica Impactos e Adaptações do Mercado para Implantação da Portaria MME 455/2012 Alexandre Nunes Zucarato Gerente de Inteligência de Mercado Câmara de Comercialização de Energia Elétrica Agenda Objetivos gerais

Leia mais

PROJECTO DE PORTARIA QUE REGULAMENTA O DECRETO-LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO. Portaria n.º /09,

PROJECTO DE PORTARIA QUE REGULAMENTA O DECRETO-LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO. Portaria n.º /09, PROJECTO DE PORTARIA QUE REGULAMENTA O DECRETO-LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO Portaria n.º /09, de O Decreto-Lei n.º 134/2009, de 2 de Junho, estabeleceu o regime jurídico aplicável à prestação de serviços

Leia mais

Entidades intervenientes

Entidades intervenientes Entidades intervenientes As candidaturas deverão ser apresentadas, preferencialmente, no Município de Vizela, ou nas entidades abaixo indicadas. Câmara Municipal de Vizela Rua Dr. Alfredo Pinto, 42 4815-391

Leia mais

BARÓMETRO TRIMESTRAL DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO EM PORTUGAL 1º TRIMESTRE DE 2014 RELATÓRIO DE RESULTADOS

BARÓMETRO TRIMESTRAL DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO EM PORTUGAL 1º TRIMESTRE DE 2014 RELATÓRIO DE RESULTADOS BARÓMETRO TRIMESTRAL DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO EM PORTUGAL 1º TRIMESTRE DE 2014 RELATÓRIO DE RESULTADOS Índice Introdução 03 Ficha Técnica 05 Sumário Executivo 06 Relatório de Resultados 07 Entidades Inquiridas

Leia mais

ALBUM DE FORMAÇÃO 2011

ALBUM DE FORMAÇÃO 2011 AGENDA FORMAÇÃO INTER 2011 ALBUM DE FORMAÇÃO 2011 AGENDA FORMAÇÃO INTER 2011 ALBUM DE FORMAÇÃO 2011 ÁREAS DE FORMAÇÃO 1 2 DESENVOLVIMENTO PESSOAL & COMPORTAMENTAL GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS 3 FINANÇAS,

Leia mais

Programa Avançado de Gestão

Programa Avançado de Gestão PÓS GRADUAÇÃO Programa Avançado de Gestão Com o apoio de: Em parceria com: Nova School of Business and Economics Com o apoio de: PÓS GRADUAÇÃO Programa Avançado de Gestão A economia Angolana enfrenta hoje

Leia mais