1 Introdução 1.1 Aids

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1 Introdução 1.1 Aids"

Transcrição

1 16 1 Introdução 1.1 Aids No início da década de oitenta (1981), a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA/AIDS) foi reconhecida e descrita nos Estados Unidos 1 em função do aparecimento de um conjunto de doenças raras, como o Sarcoma de Kaposi e a pneumonia por Pneumocystis carinii, em pacientes homossexuais e bissexuais do sexo masculino provenientes de grandes cidades norte-americanas (Nova York, Los Angeles e São Francisco). Essas doenças já eram conhecidas: a pneumonia ocorria em pacientes com câncer em estágios avançados e o Sarcoma de Kaposi era bem comum entre idosos procedentes da Bacia do Mediterrâneo. Entretanto, essas enfermidades nunca haviam sido observadas, até então, ao mesmo tempo, em pacientes homossexuais masculinos sem históricos de outras doenças 2. Diante deste quadro, o CDC (Center for Disease Control and Prevention), o órgão de vigilância epidemiológica norte-americano, passou a estudar a doença e definir o seu perfil clínico e epidemiológico. Como a incidência, no início, era predominantemente entre homossexuais, suspeitou-se que houvesse relação entre a doença e este estilo de vida. No entanto, não tardaram a surgir casos entre heterossexuais e recém-nascidos 3. E assim, a AIDS tornou-se, a doença mais estudada, alcançando o status de prioridade internacional. Nunca se descobriu tanto em tão pouco tempo sobre qualquer outra doença. No Brasil, os primeiros casos confirmados ocorreram em São Paulo, em Foi no Hospital Emílio Ribas que o primeiro caso de AIDS do país foi atendido. Desde então, de acordo com o Instituto de Infectologia Emílio Ribas, cerca de pessoas contaminadas pelo vírus já passaram pelo Instituto. Em pouco tempo, já havia casos registrados de pessoas com HIV em praticamente todas as regiões do globo, configurando uma pandemia. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, do ano de 2009, 33,4 milhões (31,1-35,8 milhões, considerando a margem de erro) de pessoas estão vivendo com AIDS no mundo, sendo 31,3 milhões (29,2 33,7 milhões) adultos, 15,7 milhões (14,2 17,2 milhões) mulheres e 2,1 milhões (1,2 2,9 milhões) crianças (Figura 1). No Brasil, cerca de 630

2 17 mil pessoas vivem com o HIV. O número é estimado, pois são registradas somente as pessoas soropositivas que tomam medicamentos antirretrovirais. Segundo dados do Boletim Epidemiológico de 2009, desde o início da epidemia até junho de 2009, foram realizados diagnósticos e foram registradas mortes em decorrência da doença. Por ano, são notificados entre 33 mil e 35 mil novos casos de AIDS 4. Figura 1. Número de pessoas vivendo com HIV, número de pessoas infectadas com HIV, número de mortes no mundo (milhões), Extraída da referência 5. AIDS trata-se de uma doença provocada por um vírus denominado HIV Vírus da Imunodeficiência Humana 6. De uma forma geral, o HIV é um retrovírus (composto de RNA) que, por este motivo, ataca o sistema de defesa humano conhecido como linfócito T auxiliar (também chamado de linfócito T4 ou T CD4+) que normalmente encontra na corrente sanguínea e é responsável por toda a coordenação da defesa imunológica do organismo 7. A defesa imunológica da pessoa infectada fica inoperante contra os microorganismos invasores, tais como: vírus, bactérias, protozoários, etc, tornando a pessoa infectada vulnerável a infecções oportunistas. Os sintomas iniciais são fraqueza, febre, emagrecimento e diarréia 8,9.

3 18 A transmissão pode ocorrer por meio do sangue, sêmen, secreção vaginal, uso de drogas injetáveis, transfusão de sangue contaminado e também durante a amamentação 10. O tratamento com medicamentos anti-hiv, as crescentes experiências entre os profissionais de saúde no atendimento aos pacientes infectados pelo HIV e a melhoria do acesso aos cuidados de saúde têm tido um extraordinário impacto na sociedade, permitindo que as pessoas infectadas levem uma vida relativamente normal e saudável 11. No entanto, muitas pessoas infectadas, infelizmente, não apresentam a resposta esperada aos medicamentos, devido principalmente à intolerância e aos efeitos colaterais dos mesmos ou têm dificuldade em cumprir com o tratamento, que envolve um grande número de comprimidos. Além disso, o surgimento de cepas do HIV que são resistentes às drogas atualmente disponíveis é um problema Ciclo de vida do HIV O vírus HIV pertence a um grupo de vírus chamado de retrovírus. Estes vírus armazenam o seu material genético como RNA (uma cadeia dupla de código genético) e possuem uma determinada quantidade de proteínas virais. Devido à sua incapacidade de auto-reprodução (replicação), precisam infectar uma célula que servirá de hospedeira para a produção de novos vírus 13, ou seja, são parasitas intracelulares obrigatórios. O alvo preferencial do vírus HIV são as células de defesa conhecidas como linfócitos T auxiliares, linfócitos T4 ou T CD4+, que normalmente estão presentes na corrente sanguínea e são responsáveis por garantir a defesa do organismo e por manter o corpo funcionando livre de doenças 7. O complexo glicoprotéico viral gp120-gp41 é usado pelo HIV para reconhecer e se ligar aos linfócitos 14. Quando o HIV se liga a um receptor da célula CD4+, prende-se utilizando a subunidade de superfície gp120, provocando mudanças conformacionais nesta, possibilitando a fixação aos co-receptores CCR5 ou CXCR4 15. A gp41 atua como um gancho e uma roldana (hook and pulley). À medida que se movimenta em direção aos receptores, dá um salto pra frente e penetra na membrana da célula humana puxando o vírus na direção da célula e ajudando-o a fundir-se com a membrana celular. Quando o HIV se une aos receptores da célula CD4+, o seu material genético (RNA) e algumas enzimas importantes para a sua replicação são absorvidos pela

4 19 célula humana 16 Com a entrada do capsídeo do HIV à célula, a enzima viral denominada de transcriptase reversa decodifica o material genético do HIV, ou seja, produz uma réplica de DNA de dupla cadeia no modelo do RNA original 17 (Figura 2). Figura 2. Proteínas gp120 e gp41 interagindo com os receptores quimiocíneos da célula TCD4+. Extraída da referência 19. O DNA viral, recém-formado, entra no núcleo da célula hospedeira e integra-se ao DNA humano pela ação da enzima integrase, permitindo assim que o HIV reprograme a célula humana para criar mais vírus. A ativação da célula hospedeira resulta na transcrição do DNA em RNA mensageiro, que é traduzido em proteínas virais. A enzima viral chamada protease corta os blocos de construção das proteínas em partes menores, formando a estrutura da nova partícula do HIV, que inclui todas as enzimas e proteínas necessárias para a replicação do vírus dentro de uma célula hospedeira. Na sequência, a nova partícula viral desenvolve-se na célula humana e sai desta, entrando na corrente sanguínea, podendo assim infectar outras células (Figura 3).

5 20 Figura 3. Ciclo de vida do HIV. Extraída da referência Fármacos anti-hiv Muitas estratégias de tratamento estão sendo desenvolvidas e testadas, incluindo o uso de medicamentos que impedem o vírus de entrar na célula (inibidores de fusão). No Brasil, a Lei 9113/96 garantiu a todos os indivíduos infectados com o vírus HIV o acesso gratuito ao coquetel de drogas 20. O coquetel é composto de fármacos que podem desacelerar em até 100 vezes a produção do vírus. Dependendo do perfil do paciente, o tratamento pode incluir dois ou mais medicamentos que atuam em diferentes momentos do ciclo de vida do HIV. Estes medicamentos são classificados em: inibidores da transcriptase reversa nucleosídeos (IsTRN), inibidores da transcriptase reversa não-nucleosídeos (IsTRNN), inibidores de protease (IsP), inibidores da integrase e os inibidores de fusão. Os IsTRN impedem os vírus de fazerem cópias de seus próprios genes. São os medicamentos zidovudina, didanosina, lamivudina, estavudina, zalcibatina, abacavir e tenofovir (Figura 4) 21. Eles criam versões defeituosas dos nucleosídeos, unidades básicas dos genes. Com isso, o DNA viral incompleto não é capaz de assumir o controle do DNA da célula CD4+ e produzir novas cópias dos vírus.

6 21 Figura 4. Estruturas dos medicamentos IsTRN. Extraída da referência 18. Os IsTRNN inibem ou cessam a produção de HIV ligando-se à transcriptase reversa e, assim, evitam que a enzima converta o RNA do HIV em DNA. São eles: efavirenz, nevirapina, delavirdina e etravirina (Figura 5). Figura 5. Estruturas de alguns IsTRNN. Extraída da referência18.

7 22 Os IsP atacam no estágio em que o RNA e as proteínas virais são formados, pois se ligam à enzima protease e não permitem que as proteínas do vírus se tornem funcionais. Com isso, são formadas partículas virais imaturas e inativas. 22 Os medicamentos desta classe utilizados são: indinavir, ritonavir, saquinavir, nelfinavir, amprenavir, lopinavir, atazanavir, darunavir, tipranavir (Figura 6). Figura.6. Estruturas dos medicamentos IsP. Extraída da referência 18. Os inibidores da integrase impedem que o DNA viral, recém-formado, se integre ao DNA da célula no organismo humano através da enzima viral chamada integrase. O primeiro medicamento dessa classe, o raltegravirm, foi aprovado pela FDA em outubro de 2007 e pela Anvisa em janeiro de Os medicamentos inibidores de fusão impedem o vírus de penetrar nas células e, por isso, representam uma abordagem muito interessante, uma vez que os outros tipos de fármacos atacam o HIV somente após a infecção do linfócito. A interação gp120-cd4+ provoca uma alteração conformacional na glicoproteína, possibilitando a sua ligação aos receptores CCR5 e/ou CXCR4 23 (Figura 7). Isso permite que a glicoproteína transmembranar do envelope do vírus se acople à célula. Essa sequência aproxima a membrana da célula ao vírus, e o material genético viral entra na célula 24.

8 23 Figura 7. Etapas da fusão entre o vírus HIV e a célula hospedeira, permitindo que o material genético viral seja introduzido na célula. Figura extraída da referência 25. Apenas o composto T-20, enfuvirtide ou Fuzeon (nome comercial), foi aprovado pelo FDA para uso clínico. O T-20 é um polipeptídeo constituído de 36 aminoácidos que interage com a gp41, impedindo a fusão do vírus com a membrana da célula (Figura 8) 26.Porém, o elevadíssimo custo da terapia a base de Fuzeon (em torno de R$ por caixa do medicamento), devido à complexidade de sua síntese (são necessárias 106 etapas de síntese para a sua produção) 27, os efeitos colaterais como cansaço, insônia e irritações locais causadas pelas injeções subcutâneas e a necessidade de baixa temperatura para a sua conservação estimularam a procura de novas substâncias 28.

9 24 Figura 8. Estrutura do Fuzeon. Extraída da referência 26. Dentre os promissores candidatos a novos inibidores de fusão, destacam-se o maraviroc, o vicriviroc, aplaviroc e o AMD 3100, este último de especial interesse no contexto de nosso trabalho. Figura 9. Potenciais inibidores de fusão: Maraviroc, vicriviroc, Aplaviroc e AMD Extraída da referência 18.

10 AMD 3100 Desde o início dos testes, ficou claro que os derivados biciclos (incluindo o AMD 3100) interferiam no processo inicial (entrada do vírus) do ciclo de replicação do HIV 29. Diversos antagonistas do CXCR4 e CCR5 foram estudados 30, mas resultados apontam que o biciclo AMD 3100 é realmente específico para CXCR4 e se destaca pelos seus resultados em infecções causadas pelo HIV, na mobilização de células tronco e de células estaminais para transplante 31. O AMD 3100 foi aprovado para ensaios em humanos pela FDA (U.S. Food and Drug Administration) dos USA em dezembro de Na fase I foram feitos ensaios clínicos em voluntários saudáveis e um efeito inesperado foi observado: um rápido aumento de glóbulos brancos, atingindo um máximo 6 horas após a infusão intravenosa. O AMD 3100 encontra-se agora na fase II de testes para a mobilização de células-tronco e transplante em pacientes com mieloma múltiplo (tipo de câncer que se desenvolve na medula óssea, pelo crescimento descontrolado de células plásmaticas), e também para uso em pacientes com linfoma e como anti-hiv 32. A ligação das drogas a seus alvos macromoleculares é vista como primordial para a atividade fármacológica. O complexo binário receptor ligante possui etapas caracterizadas como início, duração e amplitude de ação 33. Dependendo do tempo e das alterações funcionais devidas à formação do complexo receptor - ligante, o composto pode vir a ser um fármaco 34. Os anéis macrocíclicos presentes no AMD 3100 têm unidades quelantes e rigídas, com uma face aberta e geometria adequada para formar fortes ligações coordenadas a um centro metálico 35 (Figura 10). Figura 10. Conversão de um composto cíclico em complexo macrocíclico. Extraída da referência 36.

11 26 Os íons metálicos em metalofármacos podem interagir com os átomos doadores de um alvo biológico formando um complexo estável, melhorando assim a potência da droga e aumentando o tempo que o fármaco permanece ligado ao receptor 37. Segundo estudos (Figura 11), após 24 horas de incubação, o complexo de cobre(ii) do AMD 3100 é aproximadamente duas vezes mais ativo que o próprio AMD 3100 na inibição da ligação do receptor CXCR4 a um anticorpo específico anti- CXCR4. Propõe-se que este efeito esteja associado à coordenação de um resíduo de aspartato presente em CXCR4 ao íon cobre(ii). A geometria resultante da coordenação do aspartato, controlada pela identidade do metal, favorece a rigidez e a estabilidade cinética frente à dissociação do complexo receptor ligante 38. Figura 11. Porcentagem de inibição da ligação de anticorpo específico ao receptor CXCR4 em função do tempo de incubação, na presença de diferentes candidatos a inibidores de fusão. Extraída da referência 39. Lamentavelmente, por causar problemas cardíacos graves, o AMD 3100 teve seus estudos clínicos interrompidos. Um derivado oral mais potente, o AMD 3465 (AnorMED Inc., Langley, BC Canadá), com fórmula estrutural ainda não divulgada, está atualmente em desenvolvimento 40. A fim de contribuirmos para a pesquisa relacionada a fármacos anti-hiv e com base nos bons resultados obtidos com o para-biciclo AMD 3100 e considerando ainda a potencialidade farmacológica de complexos de cobre 41 e o fato de que a eficiência de um agente terapêutico pode ser potencializada pela coordenação a um centro metálico, é apresentado neste trabalho um ligante binucleante inédito derivado do

12 27 bacteriocida isoniazida (Figura 12), a partir do qual foram sintetizados dois complexos binucleares de cobre(ii) e zinco(ii), respectivamente. Para o ligante sintetizado, foi utilizado um centro precursor com dois grupos éteres e duas moléculas de isoniazida (INH) como braços pendentes, incorporados via formação de hidrazona, em posições relativas para. N O H N N H 3 C O O CH 3 N N H O N Figura 12. Novo ligante binucleante sintetizado no presente trabalho de investigação. Este ligante guarda algumas semelhanças estruturais com o AMD 3100, como, por exemplo, a presença em ambos do espaçador aromático, assim como dos braços coordenantes polidentados. Além disso, o fato de a INH ser uma molécula bioativa torna especialmente interessante o seu uso na síntese do ligante. A isoniazida é um fármaco anti-tuberculose que inibe a síntese do ácido micólico, componente essencial da parede celular da microbactéria. De acordo com dados do Ministério da Saúde, todos os anos são registrados por volta de nove milhões de novos casos e quase dois milhões de mortes por tuberculose. As tentativas para tratar a tuberculose são dificultadas pela propagação de estirpes multi-resistentes de M. tuberculosis (TBMR). Além disso, a tuberculose é hoje a principal causa de morte entre os doentes com AIDS 42. Inúmeras pesquisas têm descrito as propriedades bactericida e fungicida de complexos Cu(II) e Zn(II) com isoniazida 43,44. Tais compostos apresentam atividade antibacteriana e antifúngica maior, contra uma ou mais bactérias/linhagens de fungos, em comparação com aos compostos não complexados. Estudos realizados com complexos de Cu(II) dos ligantes CTZ (clotrimazol) e KTZ (cetoconazol), mostraram melhores resultados na inibição da proliferação do protozoário Trypanosoma cruzi, agente causador do Mal de Chagas, que os apresentados pelos ligantes livres 44.

MEDICAMENTOS... 3 DOENÇAS OPORTUNISTAS... 5 ADESÃO... 6 DICAS PARA MELHOR ADESÃO AOS MEDICAMENTOS... 7 Inibidores Da Transcriptase Reversa Análogo De

MEDICAMENTOS... 3 DOENÇAS OPORTUNISTAS... 5 ADESÃO... 6 DICAS PARA MELHOR ADESÃO AOS MEDICAMENTOS... 7 Inibidores Da Transcriptase Reversa Análogo De MEDICAMENTOS... 3 DOENÇAS OPORTUNISTAS... 5 ADESÃO... 6 DICAS PARA MELHOR ADESÃO AOS MEDICAMENTOS... 7 Inibidores Da Transcriptase Reversa Análogo De Nucleosídeos... 7 Inibidores Da Protease... 8 Inibidores

Leia mais

Introdução. Infecção pelo HIV. Uma das mais devastadoras pandemias da história da humanidade. Profundas repercussões sociais

Introdução. Infecção pelo HIV. Uma das mais devastadoras pandemias da história da humanidade. Profundas repercussões sociais Introdução Uma das mais devastadoras pandemias da história da humanidade Profundas repercussões sociais Possibilitou um enorme avanço no campo da virologia Prof. Marco Antonio Passou de doença letal a

Leia mais

VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. HIV

VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. HIV Instituto Federal de Santa Catarina Curso Técnico em Biotecnologia Unidade Curricular: Microbiologia VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. Prof. Leandro Parussolo O que é um retrovírus? É qualquer vírus que possui o

Leia mais

VÍRUS (complementar o estudo com as páginas 211-213 do livro texto)

VÍRUS (complementar o estudo com as páginas 211-213 do livro texto) COLÉGIO E CURSO INTELECTUS APOSTILA NOME: MAT.: Biologia I PROFº: EDUARDO SÉRIE: TURMA: DATA: VÍRUS (complementar o estudo com as páginas 211-213 do livro texto) Os vírus são os únicos organismos acelulares,

Leia mais

FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS

FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS Descrição Doença que representa um dos maiores problemas de saúde da atualidade, em função de seu

Leia mais

env Glicoproteína de superfície gp120 gag Proteína da matriz associada à membrana p17 gag Proteína do capsídio p24

env Glicoproteína de superfície gp120 gag Proteína da matriz associada à membrana p17 gag Proteína do capsídio p24 AIDS Infecção HIV Estimativa de adultos e crianças infectadas com HIV 2005 Western & Eastern Europe Central Europe & Central Asia North America 720 000 1.5 million [550 000 950 000] [1.0 2.3 million] 1.3

Leia mais

Estudo Clínico Multicêntrico de Pacientes com HIV/Aids submetidos a Tratamento com o Imunomodulador Canova, Associado com Medicamentos Antiretrovirais

Estudo Clínico Multicêntrico de Pacientes com HIV/Aids submetidos a Tratamento com o Imunomodulador Canova, Associado com Medicamentos Antiretrovirais Estudo Clínico Multicêntrico de Pacientes com HIV/Aids submetidos a Tratamento com o Imunomodulador Canova, Associado com Medicamentos Antiretrovirais Alair A. Berbert (1), Paulo T. Castanheira (2), Daniel

Leia mais

AIDS Síndrome da Imunodeficiência Humana

AIDS Síndrome da Imunodeficiência Humana AIDS Síndrome da Imunodeficiência Humana Vírus da imunodeficiência humana (HIV) gp120 gp41 p17 Dupla camada de lipídeos p24 Material genético e enzimas Estrutura do genoma do HIV-1 vpr rev rev gag vif

Leia mais

::: Fonte Do Saber - Mania de Conhecimento :::

::: Fonte Do Saber - Mania de Conhecimento ::: Virus adsense1 Vírus adsense2 Ser vivo microscópico e acelular (não é composto por células) formado por uma molécula de ácido nucléico (DNA ou RNA), envolta por uma cápsula protéica. Apresenta-se sob diferentes

Leia mais

36 mil pessoas já tenham morrido em decorrência da Aids, numa média de 20 mortes diárias (ver Saúde em Brasil).

36 mil pessoas já tenham morrido em decorrência da Aids, numa média de 20 mortes diárias (ver Saúde em Brasil). VÍRUS A raiva é uma doença contagiosa, causada por vírus. Essa doença ataca os mamíferos: cães, gatos, morcegos, macacos etc. O mamífero mais atacado pela raiva é o cão. Um animal com vírus da raiva pode

Leia mais

Síndrome da Imunodeficiência Adquirida

Síndrome da Imunodeficiência Adquirida Síndrome da Imunodeficiência Adquirida Síndrome : Conjunto de sinais e sintomas que se desenvolvem conjuntamente e que indicam a existência de uma doença. A AIDS é definida como síndrome porque não tem

Leia mais

Aula de Antivíricos. Vírus : noção. Porto 29-11-2002. Jorge Manuel Moreira de Carvalho. Não são seres vivos São entidades biológicas.

Aula de Antivíricos. Vírus : noção. Porto 29-11-2002. Jorge Manuel Moreira de Carvalho. Não são seres vivos São entidades biológicas. Aula de Antivíricos Porto 29-11-2002 Jorge Manuel Moreira de Carvalho Vírus : noção Não são seres vivos São entidades biológicas. 1 Vírus : estrutura Ácido nucleico ( DNA ou RNA ) Invólucro proteico (

Leia mais

Aula 11: Infecções e antibióticos

Aula 11: Infecções e antibióticos Aula 11: Infecções e antibióticos Infecção Infecção é a colonização de um organismo hospedeiro por uma espécie estranha patogênica. Em uma infecção, o organismo infectante procura utilizar os recursos

Leia mais

Antivirais. Histórico 26/04/2012. Antibióticos. Antivirais

Antivirais. Histórico 26/04/2012. Antibióticos. Antivirais Antivirais Andrêssa Silvino Mestranda em Imunologia e Doenças Infecto-arasitárias/UFJF Orientadora: Maria Luzia da Rosa e Silva Histórico A busca por drogas antivirais teve início há mais de 50 anos: METISAZONA

Leia mais

HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica. Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano)

HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica. Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano) HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano) AIDS Conceito Doença que manifesta-se por infecções comuns de repetição, infecções

Leia mais

POLÍTICA BRASILEIRA DE ENFRENTAMENTO DA AIDS

POLÍTICA BRASILEIRA DE ENFRENTAMENTO DA AIDS Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais POLÍTICA BRASILEIRA DE ENFRENTAMENTO DA AIDS RESULTADOS, AVANÇOS E PERSPECTIVAS A Epidemia Prevenção Diagnóstico Assistência e Tratamento Sustentabilidade e

Leia mais

InfoRed SIDA Nuevo México. Tenofovir (Viread)

InfoRed SIDA Nuevo México. Tenofovir (Viread) Folhas Informativas + Tenofovir (Viread) 20 O que é o tenofovir? É um dos medicamentos usados para o tratamento anti-retroviral. Também conhecido como bis-poc PMPA ou Viread, o tenofovir é patenteado pela

Leia mais

VIRUS O QUE SÃO VIRUS São as menores entidades biológicas: têm DNA e proteínas. Medem entre 15 e 300 nm. São seres acelulares: São parasitas intracelulares obrigatórios: Só se reproduzem dentro de células.

Leia mais

PlanetaBio Artigos Especiais www.planetabio.com AIDS- SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA

PlanetaBio Artigos Especiais www.planetabio.com AIDS- SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA AIDS- SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA (texto de Marcelo Okuma) 1. Histórico e origem do vírus HIV Há fortes indícios para se acreditar que o vírus da imunodeficiência humana (HIV) tenha evoluído

Leia mais

WANISE BARROSO. Brasília, 31 de julho de 2008. CASO TENOFOVIR

WANISE BARROSO. Brasília, 31 de julho de 2008. CASO TENOFOVIR WANISE BARROSO Brasília, 31 de julho de 2008. CASO TENOFOVIR PROPRIEDADE INDUSTRIAL INOVAÇÃO TECNOLÓGICA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PROPRIEDADE INDUSTRIAL O QUÊ PATENTEAR? EM QUE PAÍS

Leia mais

ANTIFÚNGICOS MICOSES

ANTIFÚNGICOS MICOSES ANTIFÚNGICOS MICOSES Fungos patogênicos Infectam diretamente o hospedeiro oportunistas Raramente causam infecções, mas aproveitam os momentos de queda da resistência imunológica Fungos Células mais complexas

Leia mais

HIV como modelo de estudo de retrovírus e patogênese

HIV como modelo de estudo de retrovírus e patogênese HIV como modelo de estudo de retrovírus e patogênese Retrovírus e oncogênese. Um pouco de história: 1904: Ellerman and Bang, procurando por bactérias como agentes infecciosos para leucemia em galinhas,

Leia mais

O antiviral ideal. Deve interromper a replicação do vírus sem afetar significativamente o metabolismo de células do hospedeiro.

O antiviral ideal. Deve interromper a replicação do vírus sem afetar significativamente o metabolismo de células do hospedeiro. Antivirais O antiviral ideal Deve interromper a replicação do vírus sem afetar significativamente o metabolismo de células do hospedeiro. Pontos preferenciais de atuação dos antivirais Adsorção e/ou penetração:

Leia mais

Conhecendo o vírus v. Vírus da Imunodeficiência Humana VIH

Conhecendo o vírus v. Vírus da Imunodeficiência Humana VIH Conhecendo o vírus v da Sida Vírus da Imunodeficiência Humana VIH Conhecendo o Vírus da Sida O vírus entra na corrente sanguínea; Determina a posição exacta e reconhece os linfócitos T helper, fixando-se

Leia mais

Nova vacina frente à cura para a AIDS

Nova vacina frente à cura para a AIDS N o 18 Setembro/2013 Centro de Farmacovigilância da UNIFAL-MG Site: www2.unifal-mg.edu.br/cefal Email: cefal@unifal-mg.edu.br Tel: (35) 3299-1273 Equipe editorial: prof. Dr. Ricardo Rascado; profa. MsC.

Leia mais

Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis/Síndrome da imunodeficiência adquirida

Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis/Síndrome da imunodeficiência adquirida Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis/Síndrome da imunodeficiência adquirida Autora: Jacilene Geaquinto Leão Adriano Revisão da 2ª Edição: Carolina Rodrigues Gomes e Vera Lúcia Edais

Leia mais

PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde

PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde O que é a PEP sexual? O emprego de antirretrovirais vem sendo discutido em todo mundo como estratégia

Leia mais

A evolução e distribuição social da doença no Brasil

A evolução e distribuição social da doença no Brasil A evolução e distribuição social da doença no Brasil Por Ana Maria de Brito Qualquer epidemia é o resultado de uma construção social, conseqüência do aparecimento de uma doença com características biomédicas,

Leia mais

Retrovírus: AIDS. Apresentador: Eduardo Antônio Kolling Professor: Paulo Roehe Pós doutorandos: Fabrício Campos e Helton dos Santos

Retrovírus: AIDS. Apresentador: Eduardo Antônio Kolling Professor: Paulo Roehe Pós doutorandos: Fabrício Campos e Helton dos Santos Retrovírus: AIDS Apresentador: Eduardo Antônio Kolling Professor: Paulo Roehe Pós doutorandos: Fabrício Campos e Helton dos Santos HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) Surgimento: -Provável origem durante

Leia mais

Truvada: o medicamento que pode revolucionar a história da AIDS e está causando processos contra o SUS

Truvada: o medicamento que pode revolucionar a história da AIDS e está causando processos contra o SUS Truvada: o medicamento que pode revolucionar a história da AIDS e está causando processos contra o SUS Você já deve ter ouvido falar que mulheres grávidas portadoras do HIV, ao fazerem o tratamento antirretroviral

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre o vírus A(H7N9)* Questions and answers about the vírus A(H7N9)

Perguntas e Respostas sobre o vírus A(H7N9)* Questions and answers about the vírus A(H7N9) Republicação de Artigo * Questions and answers about the vírus A(H7N9) Centers for Disease Control and Prevention Uma nova cepa do vírus da influenza aviária foi descoberta em aves e pessoas na China.

Leia mais

HIV/TB Desafios. MD Teresinha Joana Dossin Infectologista HNSC / Hospital Sanatório Partenon

HIV/TB Desafios. MD Teresinha Joana Dossin Infectologista HNSC / Hospital Sanatório Partenon HIV/TB Desafios MD Teresinha Joana Dossin Infectologista HNSC / Hospital Sanatório Partenon AIDS no Brasil De 1980 até junho de 2011, o Brasil tem 608.230 casos de AIDS registrados Em 2010, taxa de incidência

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

Prof. Claudia Vitral

Prof. Claudia Vitral Prof. Claudia Vitral HIV e aids- Histórico 1981: 5 casos de pneumonia por Pneumocystis carinii em Los Angeles 1981: 26 casos de sarcoma de Kaposi em Nova York e São Francisco Todos pacientes homossexuais

Leia mais

Consenso 2002/2003: equilíbrio no fio da navalha

Consenso 2002/2003: equilíbrio no fio da navalha -1980- INFECTOLOGIA SOCIEDADE BRASILEIRA DE tratamentohoje Boletim Terapêutico de HIV/Aids, DST e Hepatites Virais Ano I Edição Especial maio 2003 EDIÇÃO ESPECIAL Mudanças principais A orientação para

Leia mais

Cursos de Enfermagem e Obstetrícia, Medicina e Nutrição Disciplina Mecanismos Básicos de Saúde e Doença MCW 240 Estudo Dirigido P2 / Parte I 2012/1

Cursos de Enfermagem e Obstetrícia, Medicina e Nutrição Disciplina Mecanismos Básicos de Saúde e Doença MCW 240 Estudo Dirigido P2 / Parte I 2012/1 Cursos de Enfermagem e Obstetrícia, Medicina e Nutrição Disciplina Mecanismos Básicos de Saúde e Doença MCW 240 Estudo Dirigido P2 / Parte I 2012/1 1. Agentes que matam bactérias são: (A) inibitórios (B)

Leia mais

FASES DA AÇÃO DOS FARMACOS NO FARMACODINÂMICA ORGANISMO HUMANO DROGA ORGANISMO FARMACOLOGIA INTEGRADA I FARMACOCINÉTICA FARMACODINÂMICA

FASES DA AÇÃO DOS FARMACOS NO FARMACODINÂMICA ORGANISMO HUMANO DROGA ORGANISMO FARMACOLOGIA INTEGRADA I FARMACOCINÉTICA FARMACODINÂMICA FARMACODINÂMICA FASES DA AÇÃO DOS FARMACOS NO ORGANISMO HUMANO DROGA ORGANISMO FARMACOLOGIA INTEGRADA I FARMACOCINÉTICA Vias de administração Absorção Distribuição Biotransformação Eliminação FARMACODINÂMICA

Leia mais

FATORES DE NÃO ADESÃO AO TRATAMENTO ANTIRRETROVIRAL: DESAFIO DE SAÚDE PÚBLICA

FATORES DE NÃO ADESÃO AO TRATAMENTO ANTIRRETROVIRAL: DESAFIO DE SAÚDE PÚBLICA FATORES DE NÃO ADESÃO AO TRATAMENTO ANTIRRETROVIRAL: DESAFIO DE SAÚDE PÚBLICA João Victor Farias da Silva 1 Fábio Jorge Melo do Nascimento Júnior 2 Ana Paula Rebelo Aquino Rodrigues 3 Enfermagem ciências

Leia mais

Seminário - Saúde, Propriedade Intelectual e Mídia DESAFIOS NO ACESSO A TRATAMENTOS PARA CRIANÇAS

Seminário - Saúde, Propriedade Intelectual e Mídia DESAFIOS NO ACESSO A TRATAMENTOS PARA CRIANÇAS Seminário - Saúde, Propriedade Intelectual e Mídia DESAFIOS NO ACESSO A TRATAMENTOS PARA Alexandre Magno Recife, 16 de outubro de 2010 Todos Todos juntos juntos pelas pelas crianças crianças DESAFIOS NO

Leia mais

Várias classificações já foram propostas. Adotaremos a classificação proposta por Whittaker e adotada pelo naturalista sueco Lineu (1707-1778).

Várias classificações já foram propostas. Adotaremos a classificação proposta por Whittaker e adotada pelo naturalista sueco Lineu (1707-1778). NOMENCLATURA CIENTÍFICA E AS CATEGORIAS TAXONÔMICAS Nome científico de uma espécie Para escrevermos o nome científico de uma espécie, utilizamos as regras propostas por Lineu: 1. O nome deve ser escrito

Leia mais

Doenças infectocontagiosas

Doenças infectocontagiosas Doenças infectocontagiosas Conceitos importantes Doenças Infectocontagiosas São as doenças de fácil e rápida transmissão, provocadas por agentes patogênicos. O agente patogênico responsável recebe o nome

Leia mais

DIA MUNDIAL DO CÂNCER 08 DE ABRIL

DIA MUNDIAL DO CÂNCER 08 DE ABRIL DIA MUNDIAL DO CÂNCER 08 DE ABRIL Enviado por LINK COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL 04-Abr-2016 PQN - O Portal da Comunicação LINK COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL - 04/04/2016 Que tal aproveitar o Dia Mundial do Câncer

Leia mais

Diagnóstico/Monitoramento Laboratorial e Tratamento Farmacológico em pacientes. Dr.Sandro Jorge Januário

Diagnóstico/Monitoramento Laboratorial e Tratamento Farmacológico em pacientes. Dr.Sandro Jorge Januário Diagnóstico/Monitoramento Laboratorial e Tratamento Farmacológico em pacientes HIV positivo Dr.Sandro Jorge Januário HIV/AIDS Histórico - 1981 (CDC) - aparecimento de pneumonia extremamente rara, causada

Leia mais

O esquema representa uma provável filogenia dos Deuterostomados. Assinale a opção que apresenta CORRETAMENTE as características I, II, III e IV.

O esquema representa uma provável filogenia dos Deuterostomados. Assinale a opção que apresenta CORRETAMENTE as características I, II, III e IV. 1 PROVA DE BIOLOGIA I QUESTÃO 31 O esquema representa uma provável filogenia dos Deuterostomados. Assinale a opção que apresenta CORRETAMENTE as características I, II, III e IV. I II III IV a) Coluna vertebral

Leia mais

Novas e velhas epidemias: os vírus

Novas e velhas epidemias: os vírus Acesse: http://fuvestibular.com.br/ Novas e velhas epidemias: os vírus A UU L AL A - Maria, veja só o que eu descobri nesta revista velha que eu estava quase jogando fora! - Aí vem coisa. O que é, Alberto?

Leia mais

GESTANTES ESPECIAIS AS DIFICULDADES DE UMA GESTAÇÃO COM O VÍRUS DA AIDS

GESTANTES ESPECIAIS AS DIFICULDADES DE UMA GESTAÇÃO COM O VÍRUS DA AIDS GESTANTES ESPECIAIS AS DIFICULDADES DE UMA GESTAÇÃO COM O VÍRUS DA AIDS Considerada a primeira epidemia internacional da era moderna, a AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) surgiu em meio às lutas

Leia mais

Human immunodeficiency virus HIV causador da AIDS

Human immunodeficiency virus HIV causador da AIDS Human immunodeficiency virus HIV causador da AIDS Retrovírus humanos HIV 1 e 2: AIDS HTLV-1: leucemias / linfomas de células T paraparesia espástica tropical (TSP) ou mielopatia associada ao HTLV (HAM)

Leia mais

Imunomodulador Canova Aids e qualidade de vida

Imunomodulador Canova Aids e qualidade de vida Imunomodulador Canova Aids e qualidade de vida I Aids I A - Definição: Síndrome de imunodeficiência adquirida, foi originalmente definida de modo empírico pelo Centers for Disease Control (CDC) como uma

Leia mais

Disfagia: Diagnóstico Diferencial

Disfagia: Diagnóstico Diferencial Disfagia: Diagnóstico Diferencial M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista e Mestre em Fonoaudiologia Coordenadora da Pós-graduação em Fonoaudiologia Hospitalar Chefe da Equipe de

Leia mais

Exercícios de Ácidos Nucléicos

Exercícios de Ácidos Nucléicos Exercícios de Ácidos Nucléicos 1. (UFOP - JUNHO/2001) A charge acima faz alusão à primeira versão detalhada do mapa genético da nossa espécie, apresentada pelo Projeto Genoma Humano e divulgada no dia

Leia mais

Cursos de Enfermagem e Obstetrícia, Medicina e Nutrição Disciplina Mecanismos Básicos de Saúde e Doença MCW 240 Estudo Dirigido P2 / Parte II 2012/1

Cursos de Enfermagem e Obstetrícia, Medicina e Nutrição Disciplina Mecanismos Básicos de Saúde e Doença MCW 240 Estudo Dirigido P2 / Parte II 2012/1 Cursos de Enfermagem e Obstetrícia, Medicina e Nutrição Disciplina Mecanismos Básicos de Saúde e Doença MCW 240 Estudo Dirigido P2 / Parte II 2012/1 1. Um homem de 42 anos sabe que está com HIV/AIDS. Qual

Leia mais

BASES MACROMOLECULARES DA CONSTITUIÇÃO CELULAR

BASES MACROMOLECULARES DA CONSTITUIÇÃO CELULAR BASES MACROMOLECULARES DA CONSTITUIÇÃO CELULAR As moléculas que constituem as células são formadas pelos mesmos átomos encontrados nos seres inanimados. Todavia, na origem e evolução das células, alguns

Leia mais

FLUXOGRAMA DO ACIDENTE BIOLÓGICO

FLUXOGRAMA DO ACIDENTE BIOLÓGICO 1 FLUXOGRAMA DO ACIDENTE BIOLÓGICO FLUXOGRAMA DAS MEDIDAS A SEREM ADOTADAS APÓS O ACIDENTE BIOLÓGICO E OS CUIDADOS COM O ACIDENTADO: 1) PACIENTE FONTE ASSINA TERMO DE CONSENTIMENTO (pág 2); 2) COLHER EXAMES

Leia mais

Seleção de Temas. Questionário - Proficiência Clínica. Área: Imunologia Rodada: Julho/2008. Prezado Participante,

Seleção de Temas. Questionário - Proficiência Clínica. Área: Imunologia Rodada: Julho/2008. Prezado Participante, Seleção de Temas Prezado Participante, Gostaríamos de contar com a sua contribuição para a elaboração dos próximos materiais educativos. Cada questionário desenvolve um assunto (temas) específico dentro

Leia mais

REDE NACIONAL DE ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV/AIDS

REDE NACIONAL DE ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV/AIDS REDE NACIONAL DE ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV/AIDS Manuela Estolano Coordenadora Nacional Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids REDE NACIONAL DE ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO

Leia mais

7 HEPATOAIDS. Hamilton Bonilha. Instituto de Vacinação e Infectologia de Piracicaba 24.04.14

7 HEPATOAIDS. Hamilton Bonilha. Instituto de Vacinação e Infectologia de Piracicaba 24.04.14 7 HEPATOAIDS Uso de boceprevir em coinfectados HCV-HIV HIV Hamilton Bonilha Instituto de Vacinação e Infectologia de Piracicaba 24.04.14 Declaração de conflito de interesse Declaro que nos últimos 36 meses

Leia mais

LEIA ESTA BULA ATENTAMENTE ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO.

LEIA ESTA BULA ATENTAMENTE ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO. LEIA ESTA BULA ATENTAMENTE ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO. I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Epivir lamivudina APRESENTAÇÃO Epivir é apresentado sob a forma de solução oral, em frascos de 240 ml, acompanhados

Leia mais

4 0 0 /2 2 0 A D A IS V E R O Ã IÇ D pelo E V L T H O L E P O Ã Ç C E F - IN E T N IE C A P O D L A U N A M

4 0 0 /2 2 0 A D A IS V E R O Ã IÇ D pelo E V L T H O L E P O Ã Ç C E F - IN E T N IE C A P O D L A U N A M MANUAL DO PACIENTE - INFECÇÃO PELO HTLV EDIÇÃO REVISADA 02/2004 pelo Este manual tem como objetivo fornecer informações aos pacientes e seus familiares a respeito da Infecção pelo HTLV. Sabemos que as

Leia mais

Darunavir de 600mg comprimidos revestidos como terapia antirretroviral para adultos infectados pelo HIV/Aids

Darunavir de 600mg comprimidos revestidos como terapia antirretroviral para adultos infectados pelo HIV/Aids Darunavir de 600mg comprimidos revestidos como terapia antirretroviral para adultos infectados pelo HIV/Aids N o 139 Março/2015 2015 Ministério da Saúde. É permitida a reprodução parcial ou total desta

Leia mais

AIDS e HIV AIDS NÚMERO ESTIMADO DE MORTES PROVOCADAS PELA AIDS NO MUNDO TODO (1980-2000) A AIDS ou Síndrome da Imunodeficiência

AIDS e HIV AIDS NÚMERO ESTIMADO DE MORTES PROVOCADAS PELA AIDS NO MUNDO TODO (1980-2000) A AIDS ou Síndrome da Imunodeficiência AIDS AIDS e A AIDS ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (do inglês Acquired Immunodeficiency Syndrome) caracteriza-se por uma profunda imunossupressão associada a infecções oportunistas, neoplasias

Leia mais

Exercícios de Monera e Principais Bacterioses

Exercícios de Monera e Principais Bacterioses Exercícios de Monera e Principais Bacterioses 1. (Fuvest) O organismo A é um parasita intracelular constituído por uma cápsula protéica que envolve a molécula de ácido nucléico. O organismo B tem uma membrana

Leia mais

Biologia - Grupos A e B - Gabarito revisto

Biologia - Grupos A e B - Gabarito revisto revisto 1 a QUESTÃO: (2, pontos) Avaliador Revisor Em estudos com um vegetal terrestre foram utilizadas plantas jovens com genótipo mutante (M), que não apresentam a formação de uma estrutura presente

Leia mais

AIDS TRANSMISSÃO FISIOPATOGENIA. Conceição Pedrozo

AIDS TRANSMISSÃO FISIOPATOGENIA. Conceição Pedrozo AIDS TRANSMISSÃO FISIOPATOGENIA Conceição Pedrozo 2010 Fisiopatogenia, História Natural da Infecção pelo HIV e Infecção Primária ETIOLOGIA O HIV 1 E 2 são membros da família Retroviridae e pertencem ao

Leia mais

BAYCUTEN N I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. clotrimazol acetato de dexametasona

BAYCUTEN N I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. clotrimazol acetato de dexametasona I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO BAYCUTEN N clotrimazol acetato de dexametasona FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO USO ADULTO E PEDIÁTRICO USO TÓPICO Baycuten N é apresentado em bisnagas contendo 20, 30

Leia mais

FINASTIL (finasterida)

FINASTIL (finasterida) FINASTIL (finasterida) EMS SIGMA PHARMA LTDA Comprimido Revestido 5 mg IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO FINASTIL finasterida APRESENTAÇÕES Comprimidos revestidos de 5 mg de finasterida acondicionados em embalagem

Leia mais

O QUE É AIDS?... 2 TESTAGEM... 3 PRINCIPAIS SINTOMAS DA AIDS... 4 SAIBA COMO SE PEGA AIDS... 5 Assim Pega... 5 Assim não pega... 5 Outras formas de

O QUE É AIDS?... 2 TESTAGEM... 3 PRINCIPAIS SINTOMAS DA AIDS... 4 SAIBA COMO SE PEGA AIDS... 5 Assim Pega... 5 Assim não pega... 5 Outras formas de O QUE É AIDS?... 2 TESTAGEM... 3 PRINCIPAIS SINTOMAS DA AIDS... 4 SAIBA COMO SE PEGA AIDS... 5 Assim Pega... 5 Assim não pega... 5 Outras formas de transmissão... 6 Acidentes ocupacionais com materiais

Leia mais

Antivirais. www.microbiologia.vet.br

Antivirais. www.microbiologia.vet.br Antivirais www.microbiologia.vet.br Princípio da TOXICIDADE SELETIVA: Antibacterianos Antifúngicos Antivirais - Drogas antivirais tem espectro de ação muito limitado, diferente dos antibacterianos www.microbiologia.vet.br

Leia mais

Macromoléculas Biológicas

Macromoléculas Biológicas Macromoléculas Biológicas Objetivos Visualizar a estrutura tridimensional de peptídeos e proteínas, usando-se recursos computacionais. Montar modelos estruturais de proteínas, usando-se kit de plástico.

Leia mais

A Introdução dos Biológicos no Tratamento da Psoríase: experiência da Enfermagem em um Centro de Infusões

A Introdução dos Biológicos no Tratamento da Psoríase: experiência da Enfermagem em um Centro de Infusões A Introdução dos Biológicos no Tratamento da Psoríase: experiência da Enfermagem em um Centro de Infusões Enfª Resp. Téc. Ana Cristina de Almeida CIP-Centro de Infusões Pacaembú Agente Biológicos Os biológicos

Leia mais

FLAXIN finasterida Merck S/A comprimidos revestidos 5 mg

FLAXIN finasterida Merck S/A comprimidos revestidos 5 mg FLAXIN finasterida Merck S/A comprimidos revestidos 5 mg Flaxin finasterida MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA APRESENTAÇÃO Comprimidos revestidos de 5 mg em embalagem com 30

Leia mais

Laboratório. Apresentação de Valcyte. Valcyte - Indicações. Contra-indicações de Valcyte. Advertências. Roche. fr. c/ 60 compr. rev. de 450mg.

Laboratório. Apresentação de Valcyte. Valcyte - Indicações. Contra-indicações de Valcyte. Advertências. Roche. fr. c/ 60 compr. rev. de 450mg. Laboratório Roche Apresentação de Valcyte fr. c/ 60 compr. rev. de 450mg. Valcyte - Indicações Valcyte (cloridrato de valganciclovir) é indicado para o tratamento de retinite por citomegalovírus (CMV)

Leia mais

Vírus - Características Gerais. Seres acelulares Desprovidos de organização celular. Não possuem metabolismo próprio

Vírus - Características Gerais. Seres acelulares Desprovidos de organização celular. Não possuem metabolismo próprio vírus Vírus - Características Gerais Seres acelulares Desprovidos de organização celular Não possuem metabolismo próprio Capazes de se reproduzir apenas no interior de uma célula viva nucleada Parasitas

Leia mais

FLUCONAZOL. - 1 - IT_fluconazol_14/04/09

FLUCONAZOL. - 1 - IT_fluconazol_14/04/09 FLUCONAZOL Peso molecular: 306,30 Fórmula molecular: C 13 H 12 F 2 N 6 O CAS: 86386-73-4 DCB: 04109 Ação Terapêutica: antimicótico e antifúngico. Nome químico: 2-(2,4-difluorophenyl)-1,3-bis(1h-1,2,4-traizol-1-yl)propan-

Leia mais

2. Nesse sistema, ocorre uma relação de protocooperação entre algas e bactérias.

2. Nesse sistema, ocorre uma relação de protocooperação entre algas e bactérias. PROVA DE BIOLOGIA QUESTÃO 01 Entre os vários sistemas de tratamento de esgoto, o mais econômico são as lagoas de oxidação. Essas lagoas são reservatórios especiais de esgoto, que propiciam às bactérias

Leia mais

4. COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO MIELOIDE CRÔNICA (LMC)? E MONITORAMENTO DE LMC? É uma doença relativamente rara, que ocorre

4. COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO MIELOIDE CRÔNICA (LMC)? E MONITORAMENTO DE LMC? É uma doença relativamente rara, que ocorre ÍNDICE 1. O que é Leucemia Mieloide Crônica (LMC)?... pág 4 2. Quais são os sinais e sintomas?... pág 4 3. Como a LMC evolui?... pág 5 4. Quais são os tratamentos disponíveis para a LMC?... pág 5 5. Como

Leia mais

a) A diversidade de anticorpos é derivada da recombinação das regiões, e.

a) A diversidade de anticorpos é derivada da recombinação das regiões, e. Questão 1 Preencha as lacunas a) A diversidade de anticorpos é derivada da recombinação das regiões, e. Verdadeiro ou falso. Se falso, altere a declaração de modo a torná-la verdadeira. b) A exposição

Leia mais

Pré-imunização e Tratamento de Tristeza Parasitária em Bovinos Leiteiros

Pré-imunização e Tratamento de Tristeza Parasitária em Bovinos Leiteiros Pré-imunização e Tratamento de Tristeza Parasitária em Bovinos Leiteiros Laboratório de Imunovirologia Molecular DBG UFV Prof. Sérgio Oliveira de Paula Tristeza Parasitária Bovina (TPB) Enfermidade hemoparasita

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ LUIZ SASSO FILHO PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL DIA AIDS EM BRASÍLIA D.F.

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ LUIZ SASSO FILHO PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL DIA AIDS EM BRASÍLIA D.F. UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ LUIZ SASSO FILHO PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL DIA AIDS EM BRASÍLIA D.F. BRASÍLIA DF 2009 PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL

Leia mais

Sistema Imunitário. Estado especifico de protecção do organismo permitindo-lhe reconhecer agentes infecciosos ou estranhos neutralizando-os

Sistema Imunitário. Estado especifico de protecção do organismo permitindo-lhe reconhecer agentes infecciosos ou estranhos neutralizando-os O que é a Imunidade? Estado especifico de protecção do organismo permitindo-lhe reconhecer agentes infecciosos ou estranhos neutralizando-os e eliminando-os Funções: Eliminação de agentes estranhos no

Leia mais

Acidentes Ocupacionais com Risco Biológico: O que fazer para evitar a contaminação por HIV?

Acidentes Ocupacionais com Risco Biológico: O que fazer para evitar a contaminação por HIV? Acidentes Ocupacionais com Risco Biológico: O que fazer para evitar a contaminação por HIV? O que fazer no momento do acidente? Aconselhar o profissional de saúde esclarecer as condições do acidente esclarecer

Leia mais

MULHERES PORTADORAS DO VÍRUS HIV E DOENTES DE AIDS E O PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA.

MULHERES PORTADORAS DO VÍRUS HIV E DOENTES DE AIDS E O PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA. 1 MULHERES PORTADORAS DO VÍRUS HIV E DOENTES DE AIDS E O PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA. CRISTINA FRANKLIN CUCCO 1. Este trabalho, tem por finalidade mostrar se o Princípio da Dignidade da Pessoa

Leia mais

SUMÁRIO RESUMO... VII ABSTRACT...VIII LISTA DE ILUSTRAÇÕES...XI LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS... XIII 1 INTRODUÇÃO...15 2 OBJETIVOS...

SUMÁRIO RESUMO... VII ABSTRACT...VIII LISTA DE ILUSTRAÇÕES...XI LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS... XIII 1 INTRODUÇÃO...15 2 OBJETIVOS... 13 SUMÁRIO RESUMO... VII ABSTRACT...VIII LISTA DE ILUSTRAÇÕES...XI LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS... XIII 1 INTRODUÇÃO....15 2 OBJETIVOS....17 2.1 Objetivo Geral...17 2.2 Objetivo Específico...17 3. REVISÃO

Leia mais

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids Sumário Aids: a magnitude do problema A epidemia no Brasil Característica do Programa brasileiro de aids Resultados de 20 anos de luta contra a epidemia no Brasil Tratamento Prevenção Direitos humanos

Leia mais

Exercícios de Aprofundamento Biologia Proteínas e Núcleo Celular

Exercícios de Aprofundamento Biologia Proteínas e Núcleo Celular 1. (Fuvest 2013) Louis Pasteur realizou experimentos pioneiros em Microbiologia. Para tornar estéril um meio de cultura, o qual poderia estar contaminado com agentes causadores de doenças, Pasteur mergulhava

Leia mais

Trabalho de Biologia sobre HIV- AIDS Prof: César Fragoso Grupo: Arthur Mello nº2 Fernando Rodrigues nº12 Lucas Fratini nº24 Raffi Aniz nº32 Raúl Cué

Trabalho de Biologia sobre HIV- AIDS Prof: César Fragoso Grupo: Arthur Mello nº2 Fernando Rodrigues nº12 Lucas Fratini nº24 Raffi Aniz nº32 Raúl Cué Trabalho de Biologia sobre HIV- AIDS Prof: César Fragoso Grupo: Arthur Mello nº2 Fernando Rodrigues nº12 Lucas Fratini nº24 Raffi Aniz nº32 Raúl Cué nº34 Victor Sant Anna nº 35 Vinicius Dutra nº36 Tópicos

Leia mais

Caderno de Informações Epidemiológicas das DST/HIV/Aids do Município de Uberaba-MG

Caderno de Informações Epidemiológicas das DST/HIV/Aids do Município de Uberaba-MG SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE PROGRAMA MUNICIPAL DE DST/AIDS DE UBERABA Caderno de Informações Epidemiológicas das DST/HIV/Aids do Município de Uberaba-MG Gerente: Maria Clara de Vasconcelos Afonso Elaboração:

Leia mais

Profilaxia Pós-Exposição ao HIV. Alcyone Artioli Machado FMRP-USP - 2006

Profilaxia Pós-Exposição ao HIV. Alcyone Artioli Machado FMRP-USP - 2006 Profilaxia Pós-Exposição ao HIV Alcyone Artioli Machado FMRP-USP - 2006 Fatores de risco para infecção ocupacional pelo HIV O risco de infecção ocupacional pelo HIV era aumentado quando: A exposição ocupacional

Leia mais

finasterida Sandoz do Brasil Ind. Farm. Ltda. Comprimidos revestidos 5 mg

finasterida Sandoz do Brasil Ind. Farm. Ltda. Comprimidos revestidos 5 mg finasterida Sandoz do Brasil Ind. Farm. Ltda. Comprimidos revestidos 5 mg I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO finasterida Medicamento genérico, Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Finasterida comprimido revestido

Leia mais

POTENCIAIS IMPLICAÇÕES DA CO-INFECÇÂO HIV E Mycobacteríum lepras EM SAÚDE PÚBLICA

POTENCIAIS IMPLICAÇÕES DA CO-INFECÇÂO HIV E Mycobacteríum lepras EM SAÚDE PÚBLICA REVISÃO POTENCIAIS IMPLICAÇÕES DA CO-INFECÇÂO HIV E Mycobacteríum lepras EM SAÚDE PÚBLICA Luiz Carlos Silva Souza, Celina Maria Turchi Martelli,2 Joaquim Caetano de Almeida Netto,2 Mariane Martins de Araújo

Leia mais

Silencioso. mas. Implacável

Silencioso. mas. Implacável Silencioso mas Implacável Autores Acácio Diniz Ana Fonte Ana Francisco André Coutinho Carla Monteiro Diana Ferreira Luís Dinis Luís Francisco Patrícia Filipe Paula dos Santos Pedro Cardeira Ricardo Santos

Leia mais

A POLÍTICA DE DST/AIDS NA VISÃO DE UM TRABALHADOR DO SUS. SORAIA REDA GILBER Farmacêutica Bioquímica LACEN PR

A POLÍTICA DE DST/AIDS NA VISÃO DE UM TRABALHADOR DO SUS. SORAIA REDA GILBER Farmacêutica Bioquímica LACEN PR A POLÍTICA DE DST/AIDS NA VISÃO DE UM TRABALHADOR DO SUS SORAIA REDA GILBER Farmacêutica Bioquímica LACEN PR BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DA AIDS NO BRASIL Desde o início de 1980 até junho de 2012 foram registrados

Leia mais

cloridrato de loperamida Laboratório Globo Ltda. comprimidos 2 mg

cloridrato de loperamida Laboratório Globo Ltda. comprimidos 2 mg cloridrato de loperamida Laboratório Globo Ltda. comprimidos 2 mg cloridrato de loperamida Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Comprimidos de 2 mg em embalagem com 12 e 200 comprimidos.

Leia mais

COMUNICAÇÃO CELULAR. Bioquímica Básica Ciências Biológicas 3º período Cátia Capeletto

COMUNICAÇÃO CELULAR. Bioquímica Básica Ciências Biológicas 3º período Cátia Capeletto COMUNICAÇÃO CELULAR Bioquímica Básica Ciências Biológicas 3º período Cátia Capeletto O que é comunicação celular? As células possuem um sistema responsável por: Geração Transmissão Recepção Resposta. Uma

Leia mais

Cientistas anunciam descoberta de três substâncias candidatas a anti retroviral brasileiro

Cientistas anunciam descoberta de três substâncias candidatas a anti retroviral brasileiro Cientistas anunciam descoberta de três substâncias candidatas a anti retroviral brasileiro Grupo de pesquisadores da Fundação Ataulpho de Paiva, da Universidade Federal Fluminense e do Instituto Oswaldo

Leia mais

VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA (VIH) PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL

VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA (VIH) PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA () PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL Introdução A infecção na criança no nosso país faz-se quase exclusivamente por transmissão vertical pelo que é possível reduzir eficazmente

Leia mais

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE EDSON JOSÉ MONTEIRO BELLO

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE EDSON JOSÉ MONTEIRO BELLO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE EDSON JOSÉ MONTEIRO BELLO PREDITORES DE FALHA VIROLÓGICA EM PACIENTES TRATADOS COM TERAPIA ANTIRRETROVIRAL

Leia mais

Mecanismos de variabilidade genética em agentes fitopatogênicos

Mecanismos de variabilidade genética em agentes fitopatogênicos Mecanismos de variabilidade genética em agentes fitopatogênicos Mecanismos de variabilidade genética em agentes fitopatogênicos Coevolução hospedeiro - patógeno Parasitismo estratégia de vida de conexão

Leia mais

Mudanças no sistema de tratamento da tuberculose do Brasil Perguntas e respostas freqüentes TRATAMENTO

Mudanças no sistema de tratamento da tuberculose do Brasil Perguntas e respostas freqüentes TRATAMENTO Mudanças no sistema de tratamento da tuberculose do Brasil Perguntas e respostas freqüentes TRATAMENTO 1- O que mudou no tratamento da tuberculose (TB) padronizado no Brasil? A principal mudança consiste

Leia mais

DST/HIV PASSATEMPOS. Conhecer para prevenir. Bom pra cabeça. l CAÇA-PALAVRAS l DIRETOX l DOMINOX

DST/HIV PASSATEMPOS. Conhecer para prevenir. Bom pra cabeça. l CAÇA-PALAVRAS l DIRETOX l DOMINOX DST/HIV Conhecer para prevenir Bom pra cabeça PASSATEMPOS l CAÇA-PALAVRAS l DIRETOX l DOMINOX l código secreto E MUITO MAIS! 2 coquetel Uma das grandes preocupações do Ministério da Saúde é a prevenção

Leia mais