POR UMA PRAXIS MAIS CONDIZENTE COM A MISSÃO INSTITUCIONAL!!!

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "POR UMA PRAXIS MAIS CONDIZENTE COM A MISSÃO INSTITUCIONAL!!!"

Transcrição

1 1 CONTRIBUA COM NOSSO INSTITUTO! Instruções Leia atentamente o documento a seguir, que é a versão inicial do Plano Institucional de Desenvolvimento e Transferência de Tecnologia Social do INPA. Fique a vontade para fazer críticas, sugestões, complementos, ampliações, etc. Precisamos da contribuição de todos para que este seja, de fato, um documento gerado em Processo Participativo e Democrático, dando voz a toda a comunidade INPA. Sugestões enviar para o Grata, Denise Machado Duran Gutierrez Coordenadora de Tecnologia Social-COTS/COEX Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia INPA Av. André Araújo, 2936, Aleixo, CEP Manaus-AM Tel.: (92) Cel.: (92) POR UMA PRAXIS MAIS CONDIZENTE COM A MISSÃO INSTITUCIONAL!!! SEMINÁRIO INTERNO DE TECNOLOGIA SOCIAL (Ocorrido) Data: 02 e 03 de março de 2015 (04, 05 e 06 trabalho interno de produção de texto pela equipe) Local: Sala de reuniões COEX Horário: 9h-12h Objetivo: Obter subsídios para a construção do Plano Institucional de Desenvolvimento e Transferência de Tecnologias Sociais. A partir daí construir proposta de modo que parte significativa dos projetos de pesquisa incluam Inovação Tecnológica/Social e compartilhamento de Tecnologia Social, incluindo a participação da pós-graduação.

2 2 Esses elementos ajudarão a compor esse plano de construção conjunta entre comunidade científica e sociedade local/regional. Nessa primeira etapa estaremos ouvindo a comunidade interna do Instituto. Participantes: Foram convidadas cerca de 80 pessoas com participação efetiva e estratégica na comunidade interna do Inpa, porém o atendimento ao grupo foi bastante reduzido, pois tivemos cerca de 20 pessoas envolvidas no total. Metodologia: Foram trabalhados 4 tópicos para a construção de uma concertação interna e pactuação de compromissos ao final dos trabalhos. Dinâmica: Cada participante recebeu um conjunto de cartões de diversas cores, nos quais anotou sua opinião conforme instruções. 1. Expectativas dos participantes quanto ao papel e desempenho da área de Tecnologia Social do INPA (cartão azul); 2. Recursos e possibilidades institucionais que favorecem o desenvolvimento da área de tecnologia social no INPA (cartão verde); 3. Obstáculos e limites que dificultam o desenvolvimento da área de tecnologia social no INPA (cartão vermelho); 4. Sugestões e estratégias para o desenvolvimento futuro da área de tecnologia social no INPA (cartão branco); 5. Como posso contribuir de forma concreta e objetiva para o desenvolvimento da área de Tecnologia Social no INPA (cartão amarelo). Os 4 primeiros tópicos foram listados e agrupados conforme aproximação de conteúdo dos cartões para dar uma boa visibilidade a todos a respeito da ideias mais fundamentais indicadas por um maior número de pessoas. O último tópico seria alocado em um quadro bem amplo, representando a estrutura institucional, para podermos melhor dimensionar a localização das contribuições e quais parceiros e ações estão envolvidos nos compromissos firmados. Porém, devido ao reduzido número de participantes, essa parte do programa não foi realizada. A partir desses elementos, formulamos o documento que segue, sintetizando as principais ideias que surgiram.

3 3 Fundamentos legais para a propositura de ações de inclusão social através da ciência: Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCT) Plano Diretor Institucional (PDU) do INPA Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Lei nº /06 e Decreto n 7.272/2010). Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PLANSAN) Estatuto da Cidade (Lei nº /2001), Política Nacional sobre Mudanças do Clima (Lei nº /2009) Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº /2010). INBAR Rede Internacional de Bambu e Vime Rede Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento do Bambu Redebambu/BR Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis. Políticas Públicas de Direitos Humanos Programa Brasil Quilombola (PBQ) da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) Brasil Sem Miséria Objetivos do Milênio (ONU até 2015)

4 4 EXPECTATIVAS DA COMUNIDADE DO INPA PARA A ÁREA DE TECNOLOGIAS SOCIAIS É preciso tomar as demandas sociais como premissa básica para o desenho das atividades. Os participantes foram enfáticos em afirmar que é fundamental que tenhamos uma aproximação efetiva com a sociedade. Essa aproximação deve ser feita pelo conhecimento, qualificação e legitimação das demandas, mas também por meio das pautas das pesquisas que devem se dedicar com empenho à resolução das grandes questões amazônicas. O instituto precisa avançar desenhando formas e canais de troca com a sociedade. Inclusão social significa dar voz e ouvir comunitários, entender suas lógicas e formas de encarar a realidade e de fato internalizar esses pontos de vista envolvendo-os nos processos de investigação. Esse envolvimento vai desde a eleição de tópicos de pesquisa que sejam relevantes do ponto de vista social, até a responsabilidade ética de socializar resultados e influenciar Políticas Públicas em favor dos povos da região, com vistas a uma melhoria da qualidade de vida, e geração de trabalho e renda. Significa ainda um esforço para a socialização do conhecimento, que deve ser levada a cabo através do uso de linguagem adequada, em nível compreensível para o cidadão em geral. Informação decodificada de modo que a comunicação seja eficiente e atinja os objetivos de apropriação do conhecimento e ampliação de consciências. Quando falamos de comunidades, especialmente as rurais e de povos tradicionais (indígenas, quilombolas, ribeirinhos, caboclos, etc.), objeto fim de nossa ação de inclusão, nos referimos a um enorme contingente de pessoas excluídas dos processos produtivos e da proteção social plena, que enfrentam condições de alto risco social e baixo índice de desenvolvimento social e econômico. As condições adversas em termos de dificuldades de acesso a bens e serviços, em especial os ligados a má qualidade da educação e a indisponibilidade da rede de saúde, aparecem como desafios importantes. A falta de oportunidades de trabalho e desenvolvimento para os jovens em área rural, e o êxodo destes para áreas urbanas, pedem por ações de formação educativa que consigam agregar conhecimento científico a práticas produtivas e abram oportunidades, inclusive para o despertamento de vocações em áreas técnico-científicas.

5 5 Ao mesmo tempo que é importante sensibilizar a comunidade interna e os diversos grupos de pesquisa do Inpa para ações de compartilhamento do conhecimento, é igualmente importante organizar atividades que evidenciem o quanto a ciência e a tecnologia são fundamentais para a vida das pessoas na sociedade contemporânea. Compreendemos que nos dias de hoje é impossível pensar a vida social em um país desenvolvido à parte da ciência e tecnologia. Os processos de desenvolvimento histórico de diversos países desenvolvidos evidenciam o quanto o desenvolvimento e incorporação de ciência e tecnologia nos processos produtivos é essencial para um salto qualitativo em termos de desenvolvimento social e econômico da sociedade como um todo. A ideia chave que deve inspirar as ações de inclusão social na Amazônia é, sem sombra de dúvida, a de sustentabilidade, em suas mais diversas dimensões: ambiental, econômica, social, cultural, etc. Para tal as boas práticas produtivas e de manejo de recursos devem ser divulgadas, fortalecidas e incentivadas. O trabalho deve superar tendências de caráter endógeno para abranger parcerias interinstitucionais que envolvam outros órgãos de ensino e pesquisa numa lógica solidária de partilha de esforços e conhecimentos. A interlocução com órgãos da sociedade civil (ONGs, OSCIPs, Cooperativas e Associações) que interagem em base regular com as comunidades locais também é importante e deve ser reforçada. Os tópicos de interesse social já amplamente reconhecidos pela comunidade envolvem: a) uso sustentável dos recursos hídricos, em especial, o reaproveitamento de águas e proteção de mananciais; b) propostas voltadas para a habitação adequada, de melhor conforto térmico e sanidade para populações rurais de baixa renda; c) piscicultura (produção); d) produtos florestais (inclui tecnologia de bambu); e) segurança alimentar; f) silvicultura; g) doenças tropicais (prevenção); h) meio ambiente (sustentabilidade). Precisamos ter um protagonismo mais pujante em termos de políticas públicas: a) participar efetivamente de conselhos voltados para construção e implementação de políticas de inclusão social (QUAIS? VERIFICAR); b) influenciar a abertura de editais voltados a projetos de socialização do conhecimento e de inclusão social; c) alinhar projetos do Inpa com o estabelecido para os programas estruturantes previstos pela

6 6 SECIS/MCTI e outras políticas de inclusão social; d) influenciar a reformulação de políticas voltadas à pontuação da produção científica dos pesquisadores ligados aos Programas de Pós-graduação. Embora tenhamos assinalado um avanço, em termos do reconhecimento de atividades de popularização da ciência serem do escopo dos cientistas, conforme vemos incluído no Lattes, é preciso avançar de modo que também os artigos que relatam experiências de extensão sejam valorizados (pontuados como produções válidas) e encontrem maior oportunidade de publicação (as linhas editoriais das revistas abram espaço para produções dessa natureza). Com base nos eixos estruturantes do MCTI, acoplados aos Arranjos Institucionais (plano diretor do INPA), precisamos propor momentos de discussão entre INPA e sociedade com objetivo de promover maior interação entre Ciência e Sociedade, além de obter subsídios para construção/formulação de Políticas de Inclusão Social. É preciso, sobretudo, que se trabalhe na divulgação da Políticas Públicas e linhas de fomento existentes para a área de ciência e tecnologia voltadas à inclusão social. Estreitar relações com o IFAM, ou outra escola técnica, no sentido de disponibilizar aos estudantes informações importantes resultantes da pesquisa tecnológica... Outra opção seria propor a implantação de um Centro Vocacional Tecnológico (CVT) voltado a capacitação de jovens e pequenos produtores em: manejo de recursos, boas práticas produtivas para coleta, armazenamento e transporte de produtos agrícolas e do extrativismo florestal... Ou ainda para capacitação na área de desenvolvimento e reaplicação de tecnologias sociais. É preciso definir áreas prioritárias para o desenvolvimento de pesquisa e extensão, afinando projetos e fazendo convergir: demandas sociais, tópicos em pesquisa e entendimentos com fundos de fomento, alinhando os processos de governança em pesquisa e aumentando as prerrogativas dos Institutos de Pesquisa. Como barreiras importantes no atual cenário local/nacional, conseguimos identificar: a) Limitações de Recursos Humanos do instituto que vem sofrendo sério processo de encolhimento de seus quadros motivados por diversas condições: adoecimento aposentadoria, falta de novas vagas e concursos;

7 7 b) Limitações orçamentárias e de recursos financeiros que dificultam o desenvolvimento e reaplicação de tecnologias sociais especialmente pela falta de apoio logístico em projetos localizados em áreas ribeirinhas com potenciais para inserção de Tecnologias Sociais; c) Prevalência de uma visão tradicional da ciência em que a mesma é tomada como atividade neutra, que produz um arsenal tecnológico, o qual automaticamente impulsionaria o desenvolvimento social. Esse fenômeno é também chamado na literatura da área de determinismo tecnológico. d) Por parte dos pesquisadores, transparece certo desinteresse, ou falta de formação, ou falta de sensibilidade, ou falta de oportunidade; ou falta de habilidades de comunicação, ou falta de motivação, ou falta de cultura institucional para desenvolver atividades de socialização do conhecimento e inclusão social; e) Falta de um Plano Institucional para o desenvolvimento de tecnologia social (o que estamos fazendo no momento); f) Falta de sinergia entre os grupos de pesquisa que trabalham numa lógica individualista e sem compartilhamento de informações; g) Dificuldades nos fluxos de informação dentro do Instituto de modo a fazer todas as informações da área de extensão convergirem para a Coordenação de Extensão que poderia servir de elo aglutinador e facilitador para possíveis alianças e aproximações; Se, de um lado, identificamos diversas barreiras e dificuldades para o desenvolvimento da área de tecnologia social; de outro, podemos assinalar diversos recursos facilitadores: a) Existência de um conjunto de políticas Internas em forma de Arranjos Institucionais (Organograma Inpa, PDI, Plano de Metas) que prevêem inclusão social através da socialização da ciência. Também Políticas Públicas desenvolvidas nas últimas décadas voltadas à diminuição das desigualdades regionais e sociais intra região; b) Forte infraestrutura instalada com laboratórios e materiais de última geração para a produção de conhecimento seguro sobre a Amazônia;

8 8 c) Um substrato bastante robusto de conhecimentos cristalizados erigidos ao longo desses 60 anos de existência do Instituto sobre meio ambiente, sociodiversidade e biodiversidade; d) Processo diagnóstico, com levantamento de potenciais, realizado em 2013, para identificação de projetos e ações de tecnologias sociais no Instituto; e) Existência de ações de extensão em curso com populações tradicionais envolvidas em áreas em que as pesquisas acontecem resultando em produtos de interesse social; f) Recursos Humanos de altíssima qualificação técnico-científica; g) Existência de 8 programas de pós-graduação acadêmico (mestrado e doutorado) e 1 programa de mestrado profissional voltados para áreas essenciais de desenvolvimento regional (Agricultura no Trópico Úmido, Biologia de Água Doce e Pesca Interior, Botânica, Ciências de Florestas Tropicais, Entomologia, Clima e Ambiente, Genética, Conservação e Biologia Evolutiva, Ecologia, Gestão de Áreas Protegidas na Amazônia). Em material de divulgação, encontramos que a pós-graduação do Inpa forma capial intelectual para atender as demandas da sociedade (revista da pós-graduação, 2013). Há uma rica oportunidade para multiplicação de ações, se considerarmos que os PPGs contam em total cerca de 400 estudantes, os quais desenvolvem atividades de campo, interagindo com diversos grupos e localidades da Amazônia; h) Penetração e capilarização de atividades, contando com Núcleos do Inpa, Incubadora de empresas e Coordenação da Rede de Incubadoras da Amazônia Ocidental a cargo do INPA; i) Existência de um cardápio de soluções tecnológicas com alto potencial para inclusão social sob forma de Portfolio de Tecnologia Social, com 23 propostas que já apresentaram efetividade em campo; Em relação às sugestões para dinamização da área de inclusão social, o processo interativo de troca de ideias entre os participantes trouxe as seguintes contribuições: É importante que a política interna do Inpa seja consistente em todos os âmbitos do Instituto, dando direção aos vários setores: pesquisa, pós-graduação, gestão, etc. Nesse sentido é preciso que a ideia fundamental da extensão do conhecimento e do

9 9 compartilhamento das informações produzidas pelas pesquisas seja transversal, presente nas mentalidades dos diversos atores institucionais a todo momento. Essa política fundante deve abarcar: a) Incluir nos critérios para contratação de pessoal, em futuros concursos, não somente qualificações científicas, mas valorizar experiências de socialização de conhecimento e participação em projetos de extensão; b) Introduzir nos PPGs disciplinas obrigatórias e também optativas, abordando metodologias participativas de pesquisa (em forma de pesquisa-ação, etnografias); reflexões sobre as relações entre ciência e sociedade (etno-conhecimento, sociologia e filosofia da ciência, etc.); c) Introduzir nas propostas curriculares atividades complementares em extensão, contando créditos para os estudantes de modo que todos tenham oportunidade de contribuir em termos de responsabilidade social da ciência; d) Promover Seminários Internos para compartilhamento de conhecimentos e experiências obtidas pelos favorecidos nas atividades do Programa de Capacitação (PAC/INPA) como contrapartida para a Instituição; e) Manter uma agenda de eventos institucionais em que toda a comunidade interna esteja envolvida e compartilhe conhecimento. Exemplos: workshop de tecnologia social, seminários internos de Tecnologia Social, semana nacional de C&T etc. Nos workshops de tecnologia social é importante divulgar sistematicamente as ações e os documentos resultantes dos eventos que trazem diversas recomendações de interesse para a organização das pesquisas. A presença dos coordenadores de foco nos diversos eventos e reuniões de trabalho de interesse do desenvolvimento e inovação social é fundamental, uma vez que esses são atores de valor estratégico como disseminadores de informações para os diversos grupos de pesquisa. Esses coordenadores são importantes ainda como agentes que podem prospectar grupos e projetos em desenvolvimento no instituto, com interesse para tecnologia social. O contexto da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia seria bastante favorável para introdução de um seminário interno voltado para disseminação das tecnologias sociais, a exemplo do que realizamos no ano passado. Por fim é preciso que avancemos em termos de extra muros, desenvolvendo um trabalho de mapeamento tecnológico de produtos e instituições que produzem

10 10 tecnologia social na região amazônica, de modo a fortalecer as iniciativas e organizar um setor recém-criado no Instituto, ampliando inclusive as alianças e as cooperações interinstitucionais.

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13 Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018 L RECyT, 8.11.13 Delineamento do Programa - Quadro Fundamentação Geral Programa público, plurianual, voltado para o fortalecimento

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

Lei 17505-11 de Janeiro de 2013. Publicado no Diário Oficial nº. 8875 de 11 de Janeiro de 2013

Lei 17505-11 de Janeiro de 2013. Publicado no Diário Oficial nº. 8875 de 11 de Janeiro de 2013 Lei 17505-11 de Janeiro de 2013 Publicado no Diário Oficial nº. 8875 de 11 de Janeiro de 2013 Súmula: Institui a Política Estadual de Educação Ambiental e o Sistema de Educação Ambiental e adota outras

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental GOVERNO DO ESTADO DE SÃO APULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DIRETRIZES PEDAGÓGICAS O que se espera

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO Objetivo O objetivo das Diretrizes é apoiar os países a

Leia mais

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Elaborada pela Diretoria de Extensão e pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO As ações de pesquisa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas constituem um processo educativo

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO PROGRAMAÇÃO DO EVENTO Dia 08/08 // 09h00 12h00 PLENÁRIA Nova economia: includente, verde e responsável Nesta plenária faremos uma ampla abordagem dos temas que serão discutidos ao longo de toda a conferência.

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DOS NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NOS INSTITUTOS QUE OPERAM NO ÂMBITO DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CONTRATO 189-01/2012 RELATÓRIO 1 30.09.2012

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA - e adota outras providências.

LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA - e adota outras providências. LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005 Procedência: Governamental Natureza: PL. 332/05 DO. 17.762 de 17/11/05 Fonte: ALESC/Div. Documentação Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA

Leia mais

Conferência Regional de Ciência, Tecnologia e Inovação. O Sistema Estadual de CTI e as Contribuições do Estado do Acre

Conferência Regional de Ciência, Tecnologia e Inovação. O Sistema Estadual de CTI e as Contribuições do Estado do Acre Conferência Regional de Ciência, Tecnologia e Inovação O Sistema Estadual de CTI e as Contribuições do Estado do Acre Belém Pará, 18 e 19 de Março de 2010 Localização Geográfica Estratégica 686.652 habitantes

Leia mais

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária Salvador, 21 e 22 de novembro de 2007 SESSÃO III Inovação,

Leia mais

Assistência Técnica e Extensão Rural

Assistência Técnica e Extensão Rural Assistência Técnica e Extensão Rural A EXTENSÃO RURAL CONTEMPORÂNEA DA CEPLAC Concepção, Estrutura e Projetos Sergio Murilo Correia Menezes Ceplac / Cenex Base - Fundamentos ANATER Agenda Estratégica da

Leia mais

Profª.. MSc. Silvana Pimentel de Oliveira Manaus/2009

Profª.. MSc. Silvana Pimentel de Oliveira Manaus/2009 Profª.. MSc. Silvana Pimentel de Oliveira Manaus/2009 SECT- AM: Missão e Diretrizes A SECT foi criada para formular e gerir políticas estaduais de C&T buscando articular os esforços os de fazer com que

Leia mais

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável 1. Objetivos da Chamada de Projetos para esta Linha de Ação Temática O objetivo da chamada

Leia mais

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO:

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO: EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO: PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS 1. Profissionais da educação: formação inicial e continuada 1.1. Implantar

Leia mais

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal I- Introdução Mestrados Profissionais em Segurança Pública Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal Este documento relata as apresentações, debates e conclusões

Leia mais

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza

Leia mais

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus 2013-2016 0 1 Sumário Apresentação... 2 Análise Situacional... 2 Programas Estruturantes...

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler REPRESENTAÇÕES DE EDUCAÇÃO E DE MEIO AMBIENTE O QUE ENTENDEMOS POR EDUCAÇÃO? O QUE

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

Realização de rodas de conversa e de troca de conhecimento para intercâmbio do que foi desenvolvido e produzido.

Realização de rodas de conversa e de troca de conhecimento para intercâmbio do que foi desenvolvido e produzido. Realização de rodas de conversa e de troca de conhecimento para intercâmbio do que foi desenvolvido e produzido. Criar novos mecanismos de intercâmbio e fortalecer os programas de intercâmbio já existentes,

Leia mais

Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de

Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de TERMO DE REFERÊNCIA Título do Projeto Gênero, Raça e Etnia Designação funcional Tipo de contrato Duração do contrato Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Consultoria por produto SSA 5 meses

Leia mais

1. Objetivos da Chamada de Projetos para esta Linha de Ação Temática

1. Objetivos da Chamada de Projetos para esta Linha de Ação Temática ANEXO TEMÁTICO 5: Tema Prioritário V - Projetos Comunitários Linha de Ação Temática 5.1 Projetos Comunitários (comunidades tradicionais e povos indígenas) 1. Objetivos da Chamada de Projetos para esta

Leia mais

EDITAL PARA SELEÇÃO DE TÉCNICOS BOLSISTAS PROJETO CVDS

EDITAL PARA SELEÇÃO DE TÉCNICOS BOLSISTAS PROJETO CVDS EDITAL PARA SELEÇÃO DE TÉCNICOS BOLSISTAS PROJETO CVDS Manaus, 04 de Dezembro de 2014. 1. CONTEXTUALIZAÇÃO O Centro Vocacional para o Desenvolvimento Sustentável (CVDS), trata-se de um projeto piloto que

Leia mais

Congresso Mundial da Natureza/IUCN Barcelona 2008. Coordenação. Marta de Azevedo Irving. Apoio:

Congresso Mundial da Natureza/IUCN Barcelona 2008. Coordenação. Marta de Azevedo Irving. Apoio: Congresso Mundial da Natureza/IUCN Barcelona 2008 Coordenação Marta de Azevedo Irving Apoio: Objetivo Promover a discussão sobre o turismo em áreas protegidas como alternativa potencial para a conservação

Leia mais

micro-empresas e activid i a d de d ec e onómica c TAGUS, 24 de Janeiro de 2015

micro-empresas e activid i a d de d ec e onómica c TAGUS, 24 de Janeiro de 2015 micro-empresas e actividade económica TAGUS, 24 de Janeiro de 2015 20 anos Uma estratégia com o objectivo único de contribuirpara fixar população no interior do seu território. Combater o exodo rural e

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

PROJETO DE LEI ESTADUAL PARANÁ

PROJETO DE LEI ESTADUAL PARANÁ PROJETO DE LEI ESTADUAL PARANÁ Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Art. 1 - A Política Estadual

Leia mais

O IDEC é uma organização não governamental de defesa do consumidor e sua missão e visão são:

O IDEC é uma organização não governamental de defesa do consumidor e sua missão e visão são: 24/2010 1. Identificação do Contratante Nº termo de referência: TdR nº 24/2010 Plano de aquisições: Linha 173 Título: consultor para desenvolvimento e venda de produtos e serviços Convênio: ATN/ME-10541-BR

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL FICHA DE APRESENTAÇÃO SISTEMA INTERATIVO DE MONITORAÇÃO E PARTICIPAÇÃO PARA O APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DA PLATAFORMA DE C O O P E R A Ç Ã O A M B I

Leia mais

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009)

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009) MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO N o 98, DE 26 DE MARÇO DE 2009 (Publicada no D.O.U em 30/07/2009) Estabelece princípios, fundamentos e diretrizes para a educação,

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Há amplo consenso nas categorias profissionais da saúde, em especial na categoria

Leia mais

Conhecendo a Fundação Vale

Conhecendo a Fundação Vale Conhecendo a Fundação Vale 1 Conhecendo a Fundação Vale 2 1 Apresentação Missão Contribuir para o desenvolvimento integrado econômico, ambiental e social dos territórios onde a Vale atua, articulando e

Leia mais

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012 Meta superior (RIABM 2011): A Floresta Modelo é um processo em que grupos que representam uma diversidade de atores trabalham juntos para uma visão comum de desenvolvimento sustentável em um território

Leia mais

Desenvolvimento da agenda sustentabilidade & negócios

Desenvolvimento da agenda sustentabilidade & negócios Desenvolvimento da agenda sustentabilidade & negócios Em 2013, a Duratex lançou sua Plataforma 2016, marco zero do planejamento estratégico de sustentabilidade da Companhia. A estratégia baseia-se em três

Leia mais

Francisco Cardoso SCBC08

Francisco Cardoso SCBC08 Formando profissionais para a sustentabilidade Prof. Francisco CARDOSO Escola Politécnica da USP Francisco Cardoso SCBC08 1 Estrutura da apresentação Objetivo Metodologia Resultados investigação Conclusão:

Leia mais

Gestão 2013-2017. Plano de Trabalho. Colaboração, Renovação e Integração. Eduardo Simões de Albuquerque Diretor

Gestão 2013-2017. Plano de Trabalho. Colaboração, Renovação e Integração. Eduardo Simões de Albuquerque Diretor Gestão 2013-2017 Plano de Trabalho Colaboração, Renovação e Integração Eduardo Simões de Albuquerque Diretor Goiânia, maio de 2013 Introdução Este documento tem por finalidade apresentar o Plano de Trabalho

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI A implementação do Plano de Desenvolvimento Institucional, envolve além dos objetivos e metas já descritos, o estabelecimento de indicadores, como forma de se fazer o

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Concepção Marcelo Garcia João Cruz Rodrigo Salgueiro Naira de Araújo. Revisão Ludmila Schmaltz Pereira

FICHA TÉCNICA. Concepção Marcelo Garcia João Cruz Rodrigo Salgueiro Naira de Araújo. Revisão Ludmila Schmaltz Pereira SENAR INSTITUTO FICHA TÉCNICA Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Senadora Kátia Abreu Secretário Executivo do SENAR Daniel Carrara Presidente do Instituto CNA Moisés Pinto

Leia mais

TRADUÇÃO NÃO OFICIAL

TRADUÇÃO NÃO OFICIAL UNASUL/CMRE/RESOLUÇÃO/Nº 28/2012 MEDIANTE A QUAL É RESOLVIDO APRESENTAR PARA A APROVAÇÃO DO CONSELHO DE CHEFAS E CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA UNIÃO DAS NAÇÕES SUL-AMERICANAS A AGENDA DE AÇÕES PRIORITÁRIAS

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE RESENDE AGÊNCIA DO MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE RESENDE

PREFEITURA MUNICIPAL DE RESENDE AGÊNCIA DO MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE RESENDE PREFEITURA MUNICIPAL DE RESENDE AGÊNCIA DO MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE RESENDE CONVÊNIO PUC - NIMA/ PETROBRAS / PMR PROJETO EDUCAÇÃO AMBIENTAL Formação de Valores Ético-Ambientais para o exercício da

Leia mais

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus APRESENTAÇÃO Ao se propor a sistematização de uma política pública voltada para os museus brasileiros, a preocupação inicial do Ministério

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1 Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e à sua agenda de trabalho expressa nos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial 1. Considerando que a promoção da igualdade

Leia mais

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social II Fórum de Informação em Saúde IV Encontro da Rede BiblioSUS O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social Maria de Fátima Ramos Brandão Outubro/2007 1 Apresentação O Projeto Casa Brasil Modelos

Leia mais

Por que o empreendedorismo [junto com o capital intelectual] deve ser adotado como área estratégica no planejamento estratégico da Suframa?

Por que o empreendedorismo [junto com o capital intelectual] deve ser adotado como área estratégica no planejamento estratégico da Suframa? Por que o empreendedorismo [junto com o capital intelectual] deve ser adotado como área estratégica no planejamento estratégico da Suframa? 1 O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS José E Cassiolato Coordenador da RedeSist, IE-UFRJ Marcelo G P de Matos Pesquisador da RedeSist,

Leia mais

Carta da Região Sudeste

Carta da Região Sudeste I FÓRUM ESTADUAL DE PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES I SEMINÁRIO SUDESTE DE PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES Carta da Região Sudeste Gestores da Saúde, Servidores da Saúde, Representantes de

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 08 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

- ATENÇÃO PESQUISADORES -

- ATENÇÃO PESQUISADORES - - ATENÇÃO PESQUISADORES - Informamos abaixo os últimos editais para fomento à pesquisa divulgados pela FAPESB e CNPQ, para conhecimento e possível envio de propostas de projetos: Órgão Responsável: FAPESP

Leia mais

Termo de Referência para contratação de consultor na modalidade Produto

Termo de Referência para contratação de consultor na modalidade Produto TÍTULO DO PROJETO: Fortalecimento da capacidade institucional com vistas a melhoria dos processos de monitoramento e avaliação dos programas de fomento voltados para a Educação Básica e para o Ensino Superior

Leia mais

Conforme apresentado no item Diagnóstico Institucional, a UFSM tem evoluído em praticamente todos os indicadores quantitativos de progresso (internos

Conforme apresentado no item Diagnóstico Institucional, a UFSM tem evoluído em praticamente todos os indicadores quantitativos de progresso (internos Conforme apresentado no item Diagnóstico Institucional, a UFSM tem evoluído em praticamente todos os indicadores quantitativos de progresso (internos e externos) ligados a C,T&I e a formação de RH pós-graduados.

Leia mais

Coordenação: João Henrique Lara do Amaral Cynthya Almeida Coradi Relatoria: Stela Maris Aguiar Lemos

Coordenação: João Henrique Lara do Amaral Cynthya Almeida Coradi Relatoria: Stela Maris Aguiar Lemos RELATÓRIO OFICINA FNEPAS ESTADUAL MINAS GERAIS INTEGRALIDADE E QUALIDADE NA FORMAÇÃO E NAS PRÁTICAS EM SAÚDE: Integrando Formação, Serviços, Gestores e Usuários Local: COBEM Uberlândia Data: 22 de outubro

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2014-2018 PROPOSTAS DE METAS, AÇÕES E INDICADORES

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2014-2018 PROPOSTAS DE METAS, AÇÕES E INDICADORES PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS PROPOSTAS DE METAS, AÇÕES E INDICADORES CAMPUS CONGONHAS DEZEMBRO - 2013 INFRA-ESTRUTURA Objetivo

Leia mais

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012)

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA E EDUCAÇÃO

CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA E EDUCAÇÃO CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA E EDUCAÇÃO Este documento apresenta os resultados dos debates desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho Capoeira e Educação, do 1º Encontro Regional do Programa Nacional de Salvaguarda

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

RELATÓRIO DO ENCONTRO DE PESQUISADORES ENVOLVIDOS COM INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO NA UFPEL

RELATÓRIO DO ENCONTRO DE PESQUISADORES ENVOLVIDOS COM INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO NA UFPEL RELATÓRIO DO ENCONTRO DE PESQUISADORES ENVOLVIDOS COM INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO NA UFPEL No dia 06 de fevereiro de 0, às h, reuniram-se, no Auditório do Prédio B da Epidemiologia, alguns pesquisadores

Leia mais

ANEXO III CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO A ESTUDOS, PESQUISAS E PROJETOS INOVADORES

ANEXO III CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO A ESTUDOS, PESQUISAS E PROJETOS INOVADORES ANEXO III CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO A ESTUDOS, PESQUISAS E PROJETOS INOVADORES I ÁREAS DE INTERESSE Criança e Adolescente Apoio a Estudos e Pesquisas e Projetos Inovadores para promoção,

Leia mais

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar março de 2012 Introdução Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar na gestão pública. A criação

Leia mais

PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL

PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL MINISTÉRIO DA CULTURA SECRETARIA DA CIDADANIA E DA DIVERSIDADE CULTURAL PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL Brasília, Novembro de 2014. APRESENTAÇÃO A primeira Semana

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social O Projeto pedagógico do Curso de Serviço Social do Pólo Universitário de Rio das Ostras sua direção social, seus objetivos, suas diretrizes, princípios,

Leia mais

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social AGENDA SOCIAL AGENDA SOCIAL Estamos lutando por um Brasil sem pobreza, sem privilégios, sem discriminações. Um país de oportunidades para todos. A melhor forma para um país crescer é fazer que cada vez

Leia mais

Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social - 2013 Regulamento

Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social - 2013 Regulamento 1. Do Conceito de Tecnologia Social 1.1 Tecnologia Social compreende produtos, técnicas ou metodologias reaplicáveis, desenvolvidas na interação com a comunidade e que representem efetivas soluções de

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

Plano de Ação e Programa de Formação de Recursos Humanos para PD&I

Plano de Ação e Programa de Formação de Recursos Humanos para PD&I Plano de Ação e Programa de Formação de Recursos Humanos para PD&I 1. Plano de Ação A seguir apresenta-se uma estrutura geral de Plano de Ação a ser adotado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência

Leia mais

EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS

EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS EIXO III - CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE

BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA TERRITÓRIOS RIOS DA CIDADANIA Objetivos Os Territórios TERRITÓRIOS RIOS Os Territórios Rurais se caracterizam por: conjunto

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) PARA OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS)

DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) PARA OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS) DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) PARA OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS) INTRODUÇÃO A Organização das Nações Unidas (ONU) está conduzindo um amplo debate entre governos

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

Fortalecimento do sistema nacional de inovação: uma oportunidade para as EPDIs. Guajarino de Araújo Filho

Fortalecimento do sistema nacional de inovação: uma oportunidade para as EPDIs. Guajarino de Araújo Filho Fortalecimento do sistema nacional de inovação: uma oportunidade para as EPDIs Guajarino de Araújo Filho Agenda 1. Introdução 2. Sistemas de Inovação e as EPDIs 3. A metodologia ANIS e a experiência brasileira

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

04 Despertar a ideologia sócio-econômicaambiental na população global, Mobilização política para os desafios ambientais

04 Despertar a ideologia sócio-econômicaambiental na população global, Mobilização política para os desafios ambientais TRATADO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E RESPONSABILIDADE GLOBAL CIRCULO DE ESTUDOS IPOG - INSTITUTO DE PÓSGRADUAÇÃO MBA AUDITORIA, PERÍCIA E GA 2011 Princípios Desafios Sugestões 01

Leia mais

SOMOS TOD@S UFRB. Síntese da Proposta de Trabalho

SOMOS TOD@S UFRB. Síntese da Proposta de Trabalho SOMOS TOD@S UFRB Síntese da Proposta de Trabalho Chapa SOMOS TOD@S UFRB Reitor: Silvio Soglia Vice-Reitora: Georgina Gonçalves "Aquele que quer aprender a voar um dia precisa primeiro aprender a ficar

Leia mais

MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012

MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012 MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012 Simone Machado Firme FURG 1 Karine Vargas Oliveira FURG 2 Michele Fernanda Silveira

Leia mais

Como o CERNE foi construído?

Como o CERNE foi construído? Por que CERNE? O movimento brasileiro de incubadoras vem crescendo a uma taxa expressiva nos últimos dez anos, alcançando uma média superior a 25% ao ano. Atualmente, as incubadoras brasileiras apóiam

Leia mais

EMATER RS. Seminário. A Extensão Rural Pública e Seus Impactos no Desenvolvimento Municipal Sustentável

EMATER RS. Seminário. A Extensão Rural Pública e Seus Impactos no Desenvolvimento Municipal Sustentável Seminário A Extensão Rural Pública e Seus Impactos no Desenvolvimento Municipal Sustentável e Mário Augusto Ribas do Nascimento Presidente da EMATER/RS Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência

Leia mais

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 Rosely Vieira Consultora Organizacional Mestranda em Adm. Pública Presidente do FECJUS Educação

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

Plataforma de Cooperação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Área Ambiental

Plataforma de Cooperação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Área Ambiental Plataforma de Cooperação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Área Ambiental I. Contexto Criada em 1996, a reúne atualmente oito Estados Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique,

Leia mais