Coordenação Técnica. Iniciativa

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1 Coordenação Técnica Iniciativa

2 Características do programa Conjunto de ações de formação para jovens entre 16 a 21 anos moradores das periferias das grandes metrópoles. Objetivos compartilhados Coordenação Técnica Iniciativa Fundação Itaú Social Ação direta com os Jovens Ações em rede Técnicas de gestão compartilhadas CENPEC Apoio Institucional PMSP/SMDet Jovens Relações Institucionais ONGs Executoras Formação em tecnologias Assessorias Tecnológicas Co-responsabilidade Parcerias Tecnológicas

3 Objetivos Ampliar o repertório de competências e habilidades para a vida pública e para o mundo do trabalho Contribuir para a permanência, retorno e conclusão da educação básica Expandir o repertório social, cultural e político dos jovens Gerar oportunidades de inserção produtiva e no mundo do trabalho e participação na vida pública

4 Metodologia O processo formativo considera quatro fortes características associadas ao modo pelo qual os jovens constroem o conhecimento: Experimentar Motivação para empreender descobertas Aprender fazendo Explorar Espírito exploratório Ver como é Produzir Disposição para produzir e inventar Concretizar idéias Expressar Participação do jovem na vida pública Disseminar a produção

5 Histórico /2011 1ª Edição SP Experimental Brasilândia Campo Limpo 2ª Edição SP Brasilândia Campo Limpo 1ª Edição RJ Experimental Santa Cruz Manguinhos 3ª Edição SP Lajeado Grajaú 4ª Edição SP Lajeado Grajaú 5ª Edição SP Lajeado Grajaú 6ª Edição SP Lajeado Grajaú Heliópolis São Miguel Pta.

6 Abrangência jovens 200 projetos realizados por jovens Aproximadamente 1000 horas de formação para coordenadores e educadores 66 termos de cooperação assinados com ONG s

7 Edição atual Zona Leste: São Miguel Paulista / Subprefeitura de São Miguel Paulista * Lajeado / Subprefeitura de Guaianases Zona Sul: Heliópolis / Subprefeitura do Ipiranga Grajaú / Subprefeitura da Capela do Socorro Abrangência: 960 jovens 60 em cada ONG 30 em cada período 48 Profissionais 16 coordenadores e 32 educadores 16 ONGs Executoras 04 em cada Distrito

8 Como avaliamos? Programa Jovens Urbanos Formação ampliada Jovem Avaliação Diagnóstico Processo Resultado Impacto Econômico

9 Avaliação interna Ao desenho do programa está acoplado um projeto de avaliação, composto, por sua vez, pela avaliação diagnóstica e de processo, realizada pela equipe técnica do Cenpec, que tem como foco os 3 principais atores do Programa: Jovem Diagnóstico: Perfil social, econômico e cultural Processo: Avaliação das experimentações aprendizagem Avaliação dos projetos jovens banca examinadora e acompanhamento até a finalização com produto real Profissionais Diagnóstico: Levantamento de expectativas de formação Processo: Avaliação da formação inicial e continuada ONG s executoras Processo: monitoramento do desempenho em relação a: Realização de explorações com os jovens Utilização dos recursos financeiros repassados Acompanhamento dos projetos jovens

10 SAC Sistema de Acompanhamento e Controle Acopla-se à avaliação interna um aplicativo que auxilia o planejamento e acompanhamento das atividades realizadas no Programa Jovens Urbanos permitindo: Manter registro das ONGs executoras e dos profissionais envolvidos; Manter registro dos jovens e acompanhamento da rotatividade; Auxiliar o controle do Plano de Trabalho das ONG s; Registrar, acompanhar e controlar a freqüência dos jovens em todos os eventos internos e externos constantes do Plano de Trabalho; Gerar uma base de dados gerencial com informações de gestão para a equipe técnica; Criar informações georreferenciadas sobre circulação dos Jovens nas atividades externas.

11 A governança contribui para a avaliação Instâncias de participação do Programa Resultados, recomendações e oportunidades de melhoria

12 As instâncias de participação Comitê Executivo Planejamento, Programação e Controle Encontros mensais Participam: Fundação Itaú Social, CENPEC e Coordenadores das ONGs Comitê Jovem Recomendações, participação em fóruns e representação juvenil Reuniões periódicas nos territórios e CENPEC Participam: Jovens eleitos pelos seus pares Encontro Ampliado Alinhamento e Avaliação 2 encontros Participam: Fundação Itaú Social, CENPEC, ONGs locais Conselho de Acompanha mento Recomendações ao Programa 2 Encontros Participam: Fundação Itaú Social, CENPEC, PMSP, Parceiros, ONGs, Assessores e Jovens

13 Demandas das instâncias de participação Necessidade de inclusão das famílias Ações específicas para envolvimento das famílias dos jovens. Dificuldade para gerir a bolsa Inclusão da oficina de Uso consciente do dinheiro. Dia de lazer Abertura do Clube de Campo do Itaú para os jovens de territórios diferentes confraternizarem. Demanda por cursos profissionalizantes Parceria com Centro Paula Souza.

14 A avaliação de resultados e as respostas geradas Gestão burocrática da bolsa Organização dos dados de controle, adesão e desligamento dos jovens. Dificuldade de comunicação direta com os jovens Dificuldade de compreensão do Programa Ruídos na comunicação entre CENPEC e ONG Curiosidade sobre instituições parceiras Criação do Comitê Jovem como fórum de discussão e local para alinhar combinados e entendimentos do Programa. Convite para ex-jovens Urbanos participarem de encontros públicos compartilhando suas experiências. Criação de canais diretos entre equipe técnica e ONGs: blogs, grupos de , outros. Participação das instituições parcerias do Programa nos encontros públicos e promoção de entradas periódicas e estratégicas de agenda.

15 A avaliação de impacto econômico e as respostas geradas Aumento na renda em 76% Inclusão do eixo: mundo do trabalho e aplicação de oficinas de Uso Consciente do Dinheiro (voluntariado). Aumento na empregabilidade em 16% 6,7% de impacto na procura por cursos profissionalizantes Aumento em 7,7 do número de vezes que o jovem leu jornais, revistas ou livros Ausência de impactos na escolaridade formal Qualificação dos dados sobre desligamento dos jovens relacionados à inserção no mercado de trabalho; parcerias para encaminhamentos profissionais dos jovens; Fortalecimento de parcerias com Centro Paula Souza e Instituto Paulo Montenegro /IBOPE. Criação do eixo transversal: letramento; continuidade das ações de comunicação (blogs e encontros públicos). Parceria com Universidades: UNICSUL e USCS; revisão do período seletivo do programa inclusão de jovens evadidos; parceria entre ONGs executoras e escolas públicas locais.

16 Conclusões O sistema de monitoramento permite acessar informações no processo do Programa que contribuem para corrigir e fortalecer as ações. Os resultados da avaliação de impacto reforçaram algumas hipóteses detectadas em outras avaliações e embasaram mudanças na gestão. As entradas da avaliação no Programa geram reflexão sobre as ações empreendidas e aprendizagens por parte de todos os envolvidos. Os processos regulares de avaliação fortalecem as instâncias de participação e governança e aumentam a credibilidade do Programa.

17 Obrigada!

18 Para saber mais:

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