Impressora 3D permite que cegos apreciem obras de arte clássica pela primeira vez

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1 Impressora 3D permite que cegos apreciem obras de arte clássica pela primeira vez Sabe aquele momento em que todo mundo está falando sobre uma coisa e você é a única pessoa que não conhece? Agora image que quem sofre com problemas de visão passa por isso o tempo inteiro, principalmente quando falamos sobre obras de arte. Afinal, por questões de conservação, até agora era impossível para uma pessoa cega tocar em uma obra ao visitar um museu mas a impressão 3D pode estar prestes a mudar essa realidade. Um projeto criado pelo designer Marc Dillon, morador de Helsinki, na Finlândia, quer utilizar impressoras 3D para permitir que cegos vejam algumas obras de arte famosas, como a Mona Lisa, ou os girassóis de Van Gogh. Para isso, ele

2 desenvolveu o projeto Unseen Art, que usa impressão 3D à base de areia para recriar essas obras de arte em uma escala e qualidade que permite que sejam expostas em museus. Embora a ideia lembre bastante o projeto Touch The Prado, que criou réplicas de alguns quadros famosos expostos no museu para que pessoas cegas pudessem apreciá-los, ela é ainda mais ambiciosa, visto que pretende criar também um repositório online onde artistas possam submeter versões em 3D de suas obras para que as pessoas as imprimam em casa. O projeto ainda está em fase de arrecadação de recursos, buscando financiamento através da plataforma IndieGoGo, onde já reuniu quase U$ para sua produção. Abaixo o vídeo e algumas fotos de apresentação do projeto:

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10 Fonte original da notícia: Hypeness SP - Museu terá verba para 'traduzir' obras para cegos e

11 surdos O deficiente visual Olavo de Barros interpreta obra em relevo na Fundação Dorina Nowill. Jorge Araújo/Folhapress Os museus de São Paulo vão dispor de uma verba de R$ 1,2 milhão para tomarem medidas que possibilitem que visitantes com deficiência visual e auditiva consigam explorar seus acervos de maneira mais completa. O dinheiro vai poder ser usado na implantação de recursos de comunicação em acervos temporários ou de longa duração. Pessoas cegas, por exemplo, precisam de audiodescrição (recurso que narra com detalhes uma situação, objeto ou cena) ou imagens em relevo para terem uma melhor compreensão de uma obra. Os surdos podem precisar de um intérprete de libras língua brasileira de sinais ou de legendas para entenderem com mais

12 desenvoltura determinada exibição. A medida faz parte do programa de incentivo à cultura da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. Vão ser escolhidos 12 projetos que serão contemplados com verbas que variam de R$ 75 mil a R$ 137,5 mil. Pelo menos quatro deles devem ser do interior ou do litoral. Os museus que tiverem suas iniciativas aprovadas vão ter de dar uma contrapartida social ao governo, como garantia de ingressos gratuitos para idosos ou ações específicas para esse público, entre outras iniciativas. Para advogada Thays Martinez, a primeira pessoa cega a garantir acesso ao metrô de São Paulo com um cão-guia, a medida é importante, desde que seja bem realizada. É preciso ter muito critério na seleção desses projetos para que eles sejam mesmo úteis. Há casos em que oportunistas pegam o dinheiro público e, em troca, oferecem um recurso precário que não ajuda ninguém. De acordo com a secretaria, os projetos serão avaliados por um grupo de especialistas do segmento. As inscrições podem ser feitas até 19 de julho pelo site O Museu de História da USP concluiu anteontem, após dois meses, uma reforma de acessibilidade. Por Jairo Marques Fonte: Folha de S. Paulo

13 São Paulo/SP - Museu de biologia permite que cegos toquem micro-organismos Maria Rita de Souza, 30, que é cega, tateia aparelho que simula Barretta/Folhapress vírus. Zé Carlos Cegos e pessoas com baixa visão vão poder tocar alguns microorganismos que visitantes convencionais do Museu de Microbiologia do Instituto Butantan, na zona oeste de São Paulo, só veem por meio do microscópio ou em reprodução artística. O espaço conta, desde a semana passada, com modelos táteis, para serem manuseados por deficientes visuais, de quatro grupos de micro-organismos: fungos, bactérias, vírus e protozoários. Museus de todo o mundo tem uma grande preocupação com a acessibilidade e estão procurando maneiras de resolver a questão. Vínhamos notando também a necessidade de atender o público com deficiência visual, afirmou Viviane Maimoni Gonçalves, diretora do museu. Os objetos da exposição Microtoque, desenvolvidos por um grupo especializado, simulam características dos microorganismos. Cores contrastantes e fortes foram adotadas para ajudar pessoas de baixa visão a compreenderem melhor os materiais. Os cegos também poderão percorrer a estrutura do museu com a ponta dos dedos. Foi produzida uma maquete do local para ser

14 tateada. Além disso, o visitante poderá tocar, dentro da Praça dos Cientistas, os bustos que simbolizam 11 grandes pesquisadores mundiais, de Albert Sabin a Vital Brasil. As explicações sobre as características dos micro-organismo e a biografia dos cientistas são dadas aos deficientes por meio de áudio-guia. As visitas para o público com deficiência visual acontecem as sextas-feiras, duram cerca de uma hora e precisam ser agendadas. Adorei poder ter contato com os fungos e as bactérias, disse sorrindo a funcionária pública Maria Rita Paiva de Souza, que é cega. Segundo ela, que é dona de cão-guia e pode entrar normalmente na exposição com o companheiro, o material é muito bem-feito e vai ajudar, principalmente, estudantes de biologia e crianças. Por Jairo Marques Museu de Microbiologia do Instituto Butantan Onde: Av. Vital Brasil, Quanto: Visitas de deficientes visuais são de graça e devem ser agendadas pelo (11) Fonte original da notícia

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