Banco Mizuho do Brasil S.A. Informações Financeiras Gerenciamento de Riscos. Estrutura de Gerenciamento de Riscos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Banco Mizuho do Brasil S.A. Informações Financeiras Gerenciamento de Riscos. Estrutura de Gerenciamento de Riscos"

Transcrição

1 Banco Mizuho do Brasil S.A. Informações Financeiras Gerenciamento de Riscos Estrutura de Gerenciamento de Riscos O Banco Mizuho do Brasil S.A. mantém uma estrutura organizacional para Gestão de Riscos compatível com o tamanho, natureza e complexidade do ambiente de negócios da Instituição. As atividades de Gestão de Riscos são desenvolvidas com independência e autonomia no processo de identificação, avaliação, monitoramento e implementação de controles necessários à mitigação dos riscos identificados. O organograma abaixo representa a estrutura de Gestão de Riscos do Banco. 1 RISCO DE CRÉDITO 1.1 OBJETIVO Divulgar os aspectos e as atividades da Gestão de Riscos de Crédito ( CRM ) no Banco Mizuho do Brasil S.A. 1.2 DEFINIÇÃO Risco de Crédito é definido como a possibilidade da ocorrência de perdas financeiras resultantes em caso de o devedor não honrar os compromissos assumidos com o Banco. Os compromissos assumidos pelos devedores estão relacionados a: Atualizado em 28 de julho de /16

2 Pagamento dos empréstimos concedidos; Pagamento dos desembolsos para honrar avais, fianças e garantias outorgadas pelo Banco em nome do devedor; Liquidação de instrumentos financeiros derivativos e demais ativos financeiros. 1.3 RESUMO EXECUTIVO As atividades realizadas por CRM atendem às regulamentações locais determinadas pelo Banco Central do Brasil ( Banco Central ) e globais definidas pela Matriz do Mizuho Bank Ltd (a Matriz ). Os principais aspectos cobertos pela área estão descritos abaixo Critérios para Concessão de Crédito Os créditos analisados devem cumprir com os parâmetros incluídos a seguir: Conformidade com todas as legislações vigentes e regulamentações locais aplicáveis; Know your customer, integridade e reputação do tomador e seus representantes; Conformidade com princípios éticos, evitando riscos de reputação, incluindo a adesão à política interna de Compliance; Análise da qualidade de crédito satisfatória, onde são considerados: i) Condição financeira do devedor (Liquidez, Alavancagem, Rentabilidade, Geração de Recursos); ii) Avaliação da capacidade de repagamento, através da elaboração de projeções financeiras, considerando cenários de estresse; iii) Indústria / tendência do mercado de atuação do devedor, bem como o posicionamento competitivo do mesmo e análise comparativa com seus principais peers; iv) Capacidade de gestão / corpo executivo; v) Concentração da exposição do Banco junto ao segmento de atuação do devedor; vi) Produto / estrutura proposta e garantias Determinação de Limites de Crédito Os limites concedidos respeitam a concentração máxima definida pelo Banco Central e é fundamentalmente estabelecido para cada devedor em função da análise da qualidade de crédito e da exposição deste junto ao Banco, além de estar sujeito ao limite legal de acordo com os parâmetros do Banco. Atualizado em 28 de julho de /16

3 Inclusão e avaliação de instrumentos mitigadores de risco de crédito: i) O pacote mínimo de instrumentos mitigadores de risco de crédito é determinado de acordo com cada transação de crédito pretendida e com o perfil de cada devedor, reduzindo ou limitando eventuais perdas financeiras para o Banco; ii) A avaliação do nível dos mitigadores do risco de crédito é feita dependendo do contexto da exposição, para confirmação da manutenção do patamar de cobertura exigido Aprovação de Limites A aprovação dos limites de crédito respeita a Política de Alçadas estabelecida pela Matriz, na qual estão descritos os níveis de aprovação, que dependerão fundamentalmente de: Exposição total do devedor. Rating interno do devedor. Garantias oferecidas pelo devedor. 1.4 ESTRUTURA A estrutura de Gestão de Risco de Crédito objetiva atender às determinações do Banco Central do Brasil, às demandas dos reguladores locais e também estar em linha com as políticas do Mizuho Bank Ltd., acionista do Mizuho do Brasil. O Banco possui uma equipe responsável pela análise de risco de crédito, que responde ao Presidente. As análises de risco de crédito são realizadas de acordo com parâmetros estabelecidos internamente pelo Banco e os resultados dessas análises são discutidos com os aprovadores de acordo com a política de alçadas. Os analistas de risco de crédito realizam treinamentos presenciais ou à distância, com o objetivo de aprofundar ou atualizar os conhecimentos nas áreas de atuação, contribuíndo assim para a manutenção da qualidade dos trabalhos realizados. Os resultados dos trabalhos realizados pela área de risco de crédito são encaminhados ao Comitê de Gestão local e, quando requerido, para a área de Controladoria, que é responsável pela entrega de dados aos reguladores financeiros. 1.5 ATIVIDADES As atividades principais de CRM estão listadas a seguir: Atualizado em 28 de julho de /16

4 Avaliação dos novos limites e operações de crédito baseados em uma análise de crédito independente e com uma classificação de risco de crédito baseado no rating interno (classificação de acordo com a resolução 2682/99 do BACEN); Análise de mecanismos capazes de mitigar as perdas de crédito, como inclusão de garantias, contratos de hedge, além do constante monitoramento das operações; Participação na revisão jurídica dos contratos aprovados, garantindo que estejam em conformidade com as aprovações de crédito; Revisão semestral do risco de crédito dos clientes cuja exposição seja superior a 5% do patrimônio líquido ajustado do Banco; Revisão anual de todo portfólio de crédito, independente da exposição do devedor; Monitoramento do cumprimento dos covenants estabelecidos nas aprovações. Os resultados das atividades descritas são documentados em relatórios específicos e distribuídos ao Comitê de Gestão local. Atualizado em 28 de julho de /16

5 2 RISCOS DE MERCADO E DE LIQUIDEZ 2.1 OBJETIVO Divulgar os aspectos e atividades de Gestão de Riscos de Mercado e de Liquidez ( MRM ) no Banco Mizuho do Brasil S.A. 2.2 DEFINIÇÃO Risco de Mercado O Banco Central do Brasil define Risco de Mercado como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas por uma instituição financeira. A definição inclui os riscos das operações sujeitas a variação cambial, das taxas de juros, dos preços de ações e dos preços de mercadorias (commodities) Risco de Liquidez Risco de Liquidez pode ser definido como a incapacidade potencial do Banco em honrar suas obrigações financeiras no momento em que são exigidas ou financiar o crescimento dos ativos devido à deficiência de caixa. 2.3 RESUMO EXECUTIVO As atividades realizadas por MRM atendem às regulamentações locais determinadas pelo Banco Central do Brasil ( Banco Central ) e globais definidas pela Matriz do Mizuho Bank Ltd (a Matriz ). Os principais aspectos cobertos pela área estão descritos abaixo Exposições a Riscos de Mercado Os principais riscos de mercado incorridos pelo Banco são: Taxas de juros em Reais: riscos de perdas financeiras devido a flutuações nas taxas de juros; Taxas de juros em Dólares e em Euros (cupom cambial): riscos de perdas financeiras devido a flutuações nas taxas de juros em Dólares e em Euros; Exposição cambial em Dólares e Euros: riscos de perdas financeiras devido a flutuações nos preços da moeda Reais / Dólares e Reais / Euros; Volatilidade implícita Reais / Dólares: esse fator de risco gera impacto na precificação das opções em Dólares Medidas de Risco de Mercado Adotadas pelo Banco O Banco Mizuho do Brasil gerencia suas exposições a riscos de mercado através da exposição cambial das carteiras em diferentes moedas, movimento dos preços dos ativos devido as curvas Atualizado em 28 de julho de /16

6 de taxas de juros (PV01), exposição a Vega (variação dos preços de opções devido a variação nas volatilidades implícitas) e exposição a taxas de juros em vértices temporais, além do Valor em Risco que é calculada pela Matriz Acompanhamento de Riscos de Mercado MRM apura diariamente as exposições em moedas estrangeiras, as exposições a taxas de juros em todas as moedas e o Vega das opções de dólar. Esse controle é feito duas vezes ao dia, sendo um de fechamento oficial do dia anterior e o de fechamento estimado do dia corrente (flash report). MRM também calcula e acompanha o impacto nas carteiras do Banco em condições de estresse de mercado (stress tests). Além disso, acompanha os resultados econômicos, em que estão estabelecidos os limites para perdas diárias e para perdas acumuladas devido a posições de Tesouraria em 1 (um), 5 (cinco) e 7 (sete) dias úteis. O Comitê de Gestão local define os limites de stress tests e limites para perdas econômicas em 1 (um), 5 (cinco) e 7 (sete) dias úteis. MRM envia diariamente ao CEO, DCEO, COO, Tesoureiro, CFO e à Matriz relatórios com as exposições e consumo de limites e apresenta mensalmente no Comitê de Ativos e Passivos os relatórios mensais de consumo de limites de riscos de mercado e liquidez Carteira de Negociação O Banco Mizuho do Brasil possui apenas exposições residuais a riscos de mercado, sendo que as operações com instrumentos financeiros e mercadorias visam zerar as exposições criadas por operações com clientes, gestão de caixa ou captação de recursos. Caso o Banco venha a ter posições proprietárias no futuro, os seguintes princípios fundamentais serão observados para a alocação à carteira de negociação: O risco de mercado associado às operações que compõem a carteira não apresentam limitação da sua negociabilidade; Consonância com as normas regulatórias que norteiam a qualificação da carteira de negociação; As operações devem estar sujeitas ao gerenciamento de risco de mercado, que estabelece limites de exposição, controles diários e medidas de monitoramento. Atualizado em 28 de julho de /16

7 2.3.5 Política de Hedge e Acompanhamento da Efetividade dos Instrumentos de Mitigação As estratégias de hedge são definidas na fase inicial de cada produto, visando assegurar a viabilidade da cobertura dos riscos associados. Os instrumentos de hedge utilizados são predominantemente operações locais no mercado futuro e operações internacionais relacionadas às moedas estrangeiras e taxas de juros. As exposições ao risco de mercado são avaliadas diariamente através de relatório gerencial que apresenta a exposição por fator de risco (mismatching report). A efetividade dos instrumentos mitigadores é avaliada diariamente, principalmente através dos resultados produzidos para cada estratégia Risco de Liquidez Para o gerenciamento de risco de liquidez consideram-se as diretrizes do Banco Central do Brasil e as da Matriz. O Banco Mizuho do Brasil gerencia o Risco de Liquidez de Curto Prazo e de Longo Prazo. Adicionalmente, prepara e distribui um relatório chamado Funding Gap Report, que segue normas estabelecidas pela Matriz. 2.4 ESTRUTURA A estrutura de Gestão de Risco de Mercado e Liquidez objetiva atender às determinações do Banco Central do Brasil, às demandas dos reguladores locais e também ao alinhamento com as políticas do Mizuho Bank Ltd., acionista do Mizuho do Brasil. O Banco possui uma equipe dedicada ao cálculo e monitoramento de Risco de Mercado e de acompanhamento da situação de liquidez do Banco. Essa equipe responde à Diretoria de Operações do Banco, e as análises e resultados por ela calculados são encaminhados e discutidos pelo Comitê de Gestão local e, quando requerido, para a área central de Risco de Mercado e de Risco de Liquidez do acionista. A área de Controladoria do Banco é responsável pela entrega de dados aos reguladores. Entretanto, a área de Risco de Mercado participa das discussões e definições dos requerimentos locais e das soluções para a entrega dessas informações. A área de Back Office do Banco calcula e reporta a situação de liquidez de curto prazo. 2.5 ATIVIDADES As principais atividades de MRM estão listadas abaixo: Monitorar a exposição a riscos de mercado do Banco; Manter a exposição dentro de limites estabelecidos pela Instituição; Atualizado em 28 de julho de /16

8 Fazer o acompanhamento do resultado econômico da Tesouraria; Realizar testes de estresse nas posições do Banco, considerando inclusive a quebra de premissas; Reportar os testes de estresse à Diretoria, Tesouraria, Controladoria, Comitê de Gestão e Matriz; Documentar e aprovar as políticas e estratégias relacionadas, definindo, juntamente com o Comitê de Gestão, limites operacionais e procedimentos; Avaliar diariamente as operações realizadas pela Tesouraria, comparando-as com as taxas praticadas pelo mercado; Participar do processo de aprovação de novos produtos a serem negociados pela Tesouraria, identificando os riscos inerentes e os procedimentos e controles adotados pela Instituição; Definir os critérios de apreçamento de ativos negociados pela Tesouraria; Gerar diariamente as curvas de mercado para o processo de marcação a mercado; Reportar diariamente à Matriz no Japão as posições do Banco para cálculo do VaR, posição cambial e sensibilidades a taxas de juros (PV10), e exposição do Vega das operações de opções em dólar; Acompanhar a situação de Liquidez do Banco; Reportar para a Diretoria, Tesouraria, Controladoria, Comitê de Gestão e Matriz as situações de atenção em relação à Liquidez; Participar do Comitê de Ativos e Passivos do Banco. Os resultados dessas atividades são devidamente documentados em relatórios específicos e distribuídos conforme mencionado na lista acima. 2.6 Informações sobre os Métodos de Cálculos Risco de Mercado A Matriz do Banco calcula o VaR considerando 1 (um) dia útil de horizonte de tempo e nível de confiança de 99%. O estresse das posições do Banco - teste de estresse - que consiste na simulação do impacto na carteira do Banco sob condições de crise econômica, é calculado localmente e utiliza 5 cenários projetados. O valor do estresse é dado pela maior perda calculada. Atualizado em 28 de julho de /16

9 Outra medida de risco é a exposição cambial em que as exposições nas diferentes moedas são convertidas em dólar e os respectivos valores absolutos são somados. A Matriz determina um limite que deve ser respeitado pelo Banco. Há também um limite para a sensibilidade às mudanças nas taxas de juros de mercado. Essa medida, também chamada de IR 10BPV, mede o impacto nos preços da mudança em 10 pontos base (0,10%) nas taxas de juros. As exposições (sensibilidades) nas diferentes moedas são convertidas para dólar e seus respectivos valores absolutos são somados. O risco de mercado das opções de dólar é limitado pelo Vega. O Vega representa o montante de mudança no preço da opção com relação à mudança na volatilidade do ativo objeto Risco de Liquidez Liquidez de curto prazo o cálculo está sob responsabilidade da área de Back Office, e o foco principal é na liquidez de curto prazo que é executada de acordo com a política interna do Banco e, atualmente, calculada nos intervalos de 1 (um), 7 (sete) e 15 (quinze) dias úteis a partir da data atual. O acompanhamento do caixa diário é realizado de forma on-line e real time pelos Pilotos de Reserva. A atualização dos relatórios de liquidez de curto prazo é disponibilizada em três momentos diferentes: Posição de Abertura, Posição Intermediária e Posição de Fechamento, quando são extraídos de todos os sistemas do Banco os dados que alimentarão os relatórios de liquidez. Liquidez de longo prazo - sob a responsabilidade de MRM, tem como focos principais a projeção do fluxo futuro de caixa e o controle dos limites estabelecidos pelo Comitê de Gestão. Funding Gap Report O conceito deste relatório é a projeção das necessidades de funding (novas captações) ao longo do tempo. O Banco tem limites definidos para 1 dia, 1 semana e 1 mês. A análise da projeção de caixa feita pela área MRM utiliza-se de informações provenientes da Mesa de Operações, Controladoria e Back Office. O período da projeção do fluxo de caixa é contemplado até o vencimento da última operação em aberto na data de cálculo. Atualizado em 28 de julho de /16

10 3 RISCO OPERACIONAL 3.1 OBJETIVO Divulgar os aspectos e atividades de gestão de Riscos Operacionais ( ORM ) no Banco Mizuho do Brasil. 3.2 DEFINIÇÃO O Banco Central define Risco Operacional como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos, incluindo o risco legal associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas pela instituição. Risco operacional inclui o risco legal, mas exclui risco de negócios, risco estratégico e risco reputacional. Entre os eventos de risco operacional, incluem-se: fraudes internas; fraudes externas; demandas trabalhistas; práticas inadequadas relativas a clientes, produtos e serviços; aqueles que acarretem a interrupção das atividades da instituição; falhas em sistemas de tecnologia da informação; falhas na execução, cumprimento de prazos e gerenciamento das atividades na instituição. 3.3 RESUMO EXECUTIVO Os trabalhos realizados no âmbito de Risco Operacional atendem às regulamentações locais e aos requerimentos da Matriz do Banco e estão listados a seguir: Acompanhamento da regulamentação e do cálculo e reporte do valor do capital alocado a Risco Operacional; Monitoração do ambiente de contingência (alternativo) e respectiva documentação, assim como dos testes realizados; Autoavaliação de Risco Operacional para as diversas unidades de negócios do Banco e dos principais fornecedores de serviços; Apuração trimestral de KRIs Indicadores de Risco; Análise de Cenários; Registro e documentação dos eventos de risco operacional (perda, quase perda, ganho fortuito); Atualizado em 28 de julho de /16

11 Treinamentos periódicos de todos os funcionários e estagiários; Relatório Anual de Risco Operacional. O quadro abaixo apresenta um resumo quantitativo dessas atividades: Atividade Quantidade Testes de Contingência 6 (*) Apuração de KRIs Análise de Cenário 4 (trimestralmente) Anual (*) Teste Operacional Geral (2); Teste SPB-Sistema Brasileiro de Pagamentos (4); Teste de Qualidade de Backups (4). Os resultados dessas atividades são documentados em relatórios específicos, distribuídos localmente ao Comitê de Gestão. 3.4 ESTRUTURA A estrutura de gestão de risco operacional objetiva atender às determinações do Banco Central do Brasil, às demandas dos reguladores locais e também estar em linha com as políticas do Mizuho Bank Ltd., acionista do Mizuho do Brasil. O Banco possui um Oficial de Risco Operacional, que responde à Diretoria de Operações do Banco. Todos os trabalhos desenvolvidos por esse profissional são encaminhados e discutidos pelo Comitê de Gestão. Quando solicitados, os relatórios são disponibilizados aos representantes do acionista. O Oficial de Risco Operacional é responsável pelas atividades de Autoavaliação de Risco Operacional, pela Apuração trimestral de KRIs Indicadores de Risco, pelas Análises de Cenários e pelo registro e documentação dos eventos de risco operacional (perda, quase perda, ganho fortuito). Os eventos de risco operacional são reportados aos representantes do acionista assim que são detectados. Os treinamentos são periódicos e podem ser presenciais, ministrados pelo Oficial de Risco Operacional ou outro profissional convidado ou ainda através da Intranet do Banco. Atualizado em 28 de julho de /16

12 A Controladoria, em conjunto com o Oficial de Risco Operacional, é responsável pelo acompanhamento da regulamentação, cálculo e reporte do valor do capital alocado a Risco Operacional. O Oficial de Controle da Informação e a área de Tecnologia da Informação do Banco são os responsáveis pela monitoração do ambiente de contingência e pela elaboração da respectiva documentação, assim como pela condução, acompanhamento e documentação dos testes realizados. 3.5 ATIVIDADES Alocação de Capital Localmente, o Banco Mizuho do Brasil segue a abordagem básica (BIA Basic Indicator Approach) para a alocação de capital regulatório. Essa abordagem é a mais adequada para o Banco, considerando-se a natureza e a complexidade dos produtos e serviços oferecidos pelo Banco a seus clientes Plano de Continuidade de Negócios São realizados testes conforme o exposto no Resumo Executivo. Todos os testes são baseados em roteiros predefinidos e que refletem as diversas linhas de negócios do Banco. Os roteiros são definidos a partir do estudo de impacto realizado anualmente (BIA-Business Impact Analysis). Todos os testes são acompanhados pelo Auditor Interno, e os resultados registrados em relatórios e colocados à disposição dos envolvidos e gestores de áreas em diretório de acesso público. A documentação referente aos testes é organizada e arquivada pela área de Gestão da Informação e BCP, permanecendo à disposição para eventuais consultas. O Plano de Contingência sofre alterações e atualizações ao longo do ano, conforme a necessidade. Para efeito de contingência, listas com as equipes e pessoas de contato são atualizadas e distribuídas trimestralmente Apuração de KRIs A definição de quais Indicadores de Risco (KRIs) serão calculados e monitorados é feita pelo Oficial de Risco Operacional, em conjunto com a área global de Risco Operacional e com os gestores das diversas unidades de negócios e serviços do Banco. Atualizado em 28 de julho de /16

13 A partir dessa definição, a apuração é trimestral, e os resultados são reportados ao Comitê de Gestão local Análise de Cenário A análise de cenário acontece anualmente, com revisão semestral, e tem como ponto de partida os cenários existentes mais os cenários considerados pelas demais unidades do Mizuho Bank Ltd. O Oficial de Risco Operacional avalia a necessidade de ampliar ou não os cenários a serem avaliados. Após essa análise, são mensuradas potenciais perdas que seriam resultantes da ocorrência de cada um dos cenários considerados Autoavaliação Anualmente são conduzidos questionários que cobrem os aspectos mais importantes de risco operacional para as unidades de negócios e de serviços e para fornecedores considerados relevantes para o Banco. São considerados aspectos relacionados a Pessoal, Processos, Tecnologia, Eventos Externos e Outros Fatores de Risco. Os resultados são reportados ao Comitê de Gestão local. Atualizado em 28 de julho de /16

14 4 RISCO SOCIOAMBIENTAL 4.1 OBJETIVO A Política de Risco Socioambiental ( PRSA ou Política ) do Banco Mizuho do Brasil S.A. ( BMB ) reflete o compromisso da Instituição em incorporar considerações socioambientais em suas atividades, em consonância com as demandas da sociedade e do seu regulador, e tem o intuito de promover o desenvolvimento sustentável. Tal política atende ao disposto na Resolução nº 4.327, de 25 de abril de 2014, do Banco Central do Brasil (a Resolução ), ao respeitar os princípios e as diretrizes definidos, e ao considerar os princípios de Relevância e Proporcionalidade. 4.2 APLICAÇÃO Esta política aplica-se ao Banco Mizuho do Brasil S.A. ( BMB ) e a sua subsidiária Mizuho do Brasil Cayman Ltd (MBC), o Banco, quando referenciados em conjunto. Este instrumento delineia a política de responsabilidade socioambiental do Banco, tendo em vista orientar seu relacionamento com seus clientes, seus empregados e fornecedores de serviços contratados e potenciais demais partes interessadas, com o intuito de incluir a análise dos impactos relevantes nas atividades desenvolvidas pelo Banco, suas operações e projetos. 4.3 DEFINIÇÕES, PRINCÍPIOS E DIRETRIZES A seguir as definições de alguns termos utilizados na PRSA do Banco Mizuho do Brasil: Princípio da Proporcionalidade: a compatibilidade das ações socioambientais adotadas com a natureza da instituição e com a complexidade de suas atividades, produtos e serviços, conforme definido na Resolução. Princípio da Relevância: o grau de exposição ao risco socioambiental das atividades e das operações do BMB, conforme definido na Resolução. Partes interessadas: são todos os indivíduos ou organizações que afetam ou podem ser afetados pelas atividades do BMB, especialmente clientes, empregados, fornecedores e investidores. Atividades: processos e práticas que possam causar impacto socioambiental, não se confundindo com operações ou serviços financeiros; Operações: operações financeiras a serem identificadas pelo Banco como sendo passíveis de incorporação de análise de aspectos socioambientais, considerando os aspectos legais, riscos Atualizado em 28 de julho de /16

15 de crédito e de reputação, além da possibilidade de ocorrência de perdas advindas de danos socioambientais nas quais o BMB concede recursos financeiros a seus clientes. Projetos: são operações nas quais o Banco atua como consultor e/ou financiador para investimentos realizados pelo financiado para implantar ou para expandir instalações ou atividades que causem significativo impacto socioambiental e para o qual é exigido Estudo de Impacto Ambiental e respectivo Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) ou Relatório Ambiental Simplificado (RAS), nos termos da legislação em vigor. Além dos conceitos acima referidos, essa Política observará as seguintes diretrizes e princípios: (i) Respeito aos direitos humanos, promoção da diversidade, rejeição ao trabalho infantil e análogo ao escravo; (ii) (iii) Práticas éticas e transparentes em seu relacionamento com as Partes Interessadas; Incorporar os princípios desta Política àqueles processos de gestão considerados relevantes pelo Banco e às suas demais políticas relacionadas. 4.4 ATIVIDADES DE GERENCIAMENTO DE RISCO O Banco incorporará rotinas, normas e procedimentos definidos em seu plano de ação ( Plano de Ação ) com vistas a: (i) Identificar, classificar, analisar e monitorar os riscos socioambientais de acordo com esta Política e com outras políticas relacionadas, com vistas a mitigá-los e controlá-los; (ii) Incorporar mecanismos referentes ao registro de perdas efetivas em função de danos socioambientais; (iii) Considerar os potenciais impactos socioambientais pela introdução de novas modalidades de produtos e serviços; (iv) Adequar o gerenciamento do risco socioambiental às mudanças legais, regulamentares e de mercado; (v) Dar tratamento diferenciado conforme o potencial de risco socioambiental identificado de acordo com critérios a serem definidos em seu Plano de Ação; (vi) Comunicar informações pertinentes às suas Partes Interessadas de forma clara e transparente; (vii) Capacitar seus empregados e disponibilizar, conforme necessidades a serem identificadas, treinamentos relacionados a essa Política; Atualizado em 28 de julho de /16

16 (viii) Incorporar critérios socioambientais para monitorar a contratação de fornecedores. No desenvolvimento e implementação de sua PRSA, o BMB busca integrar as visões, diretrizes, princípios e demais políticas já praticadas pelo Banco em suas várias atividades, à luz, também, da Política Global de Responsabilidade Corporativa do Mizuho Bank Ltd, acionista majoritário do BMB. O desenvolvimento e a implementação de sua Política devem ser entendidos como um processo dinâmico que será gradualmente alterado, incorporando novos elementos praticados pelo mercado bancário e, consequentemente, adequando tal Política a novos desdobramentos internos e externos. 4.5 RESPONSABILIDADES E GOVERNANÇA No BMB, a PRSA está sob responsabilidade do Diretor Presidente do Banco, que representa o Banco junto ao Banco Central do Brasil, sendo certo que todas as áreas do BMB cooperarão para observar o cumprimento de tal Política na medida das necessidades. O desenvolvimento da Política estará a cargo de um grupo de trabalho nomeado pelo diretor responsável, sendo que o Diretor Responsável poderá delegar as responsabilidades referentes à Política a um Comitê, a uma área específica do Banco ou a um profissional do Banco. Caberá ao grupo de trabalho, a ser designado no Plano de Ação, assegurar: i) A implementação das ações previstas no âmbito da Política; ii) iii) iv) O monitoramento do cumprimento das ações estabelecidas na Política; A avaliação, em periodicidade a ser definida, da efetividade das ações implementadas; A identificação de eventuais deficiências na implementação das ações previstas; e v) O relato ao Diretor Responsável do resultado das avaliações periódicas e propor, quando necessário, modificações, adequações e melhorias à Política. Atualizado em 28 de julho de /16

Gerenciamento de Riscos Circular 3.477

Gerenciamento de Riscos Circular 3.477 Gerenciamento de Riscos Circular 3.477 4º Trimestre de 2011 Conteúdo 1. OBJETIVO 3 2. INTRODUÇÃO 3 3. GERENCIAMENTO DE RISCOS 3 3.1. RISCO DE CRÉDITO 4 MENSURAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO 4

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Conselho de Administração Diretoria Geral Gerenciamento de Capital Diretoria de Controladoria, Operações, Jurídico, Ouvidoria e Cobrança Diretoria de Tesouraria, Produtos e Novos Negócios Operações Bancárias

Leia mais

Relatório de Gestão de Riscos 2014

Relatório de Gestão de Riscos 2014 Relatório de Gestão de Riscos 2014 2/16 Sumário 1. Introdução... 3 2. Perfil da Instituição... 3 3. Estrutura de Gerenciamento de Riscos... 4 3.1 Gestão de Risco de Mercado... 5 3.1.1 Instrumentos de monitoramento

Leia mais

Circular 3477/2009 Aspectos Qualitativos. Dezembro de 2011. Introdução

Circular 3477/2009 Aspectos Qualitativos. Dezembro de 2011. Introdução Circular 3477/2009 Aspectos Qualitativos Dezembro de 2011 Introdução Este relatório foi elaborado com o objetivo de apresentar as atividades relacionadas à gestão de riscos, ao Patrimônio de Referência

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Pilar 3

Gerenciamento de Riscos Pilar 3 Gerenciamento de Riscos Pilar 3 2º Trimestre de 2014 ÍNDICE I - INTRODUÇÃO 3 II OBJETIVO 3 III PERFIL CORPORATIVO 3 IV GOVERNANÇA CORPORATIVA 4 V RISCO DE CRÉDITO 4 VI RISCO DE MERCADO 5 VII RISCO DE LIQUIDEZ

Leia mais

Banco Mercedes-Benz RISCO DE MERCADO E LIQUIDEZ Base: Janeiro 2014

Banco Mercedes-Benz RISCO DE MERCADO E LIQUIDEZ Base: Janeiro 2014 Banco Mercedes-Benz RISCO DE MERCADO E LIQUIDEZ Base: Janeiro 2014 INTRODUÇÃO O Banco Mercedes-Benz do Brasil considera a gestão de riscos como um dos pilares de sustentação de seus objetivos estratégicos.

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS 1º Trimestre de 2012 Conteúdo Perfil Corporativo...3 Estrutura de Gerenciamento de Riscos...4 Atribuições...4 Risco Operacional...5 Limite de Tolerância ao Risco Operacional...6

Leia mais

POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO 1. INTRODUÇÃO A política de Risco de Mercado do Scotiabank Brasil ( Scotiabank ) é baseada na política do grupo de Risk Management Global do Scotiabank

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS SCANIA BANCO S.A.

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS SCANIA BANCO S.A. RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS SCANIA BANCO S.A. Page 1 (13) ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ORGANOGRAMA DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS... 4 2.1. Responsabilidades... 4 3. RISCO DE CRÉDITO...

Leia mais

RELATÓRIO PÚBLICO ANUAL DA ESTRUTURA DO GERENCIAMENTO DE RISCOS DO SCANIA BANCO

RELATÓRIO PÚBLICO ANUAL DA ESTRUTURA DO GERENCIAMENTO DE RISCOS DO SCANIA BANCO Documento tipo /Document type RELATÓRIO Título / Title Relatório Público Anual da Estrutura de Gerenciamento de Riscos do Scania Banco Nome do arquivo / File name Relatorio Publico Anual_Gerenciamento

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS SCANIA BANCO S.A.

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS SCANIA BANCO S.A. RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS SCANIA BANCO S.A. Page 1 (13) 1. Introdução O Scania Banco iniciou suas operações em Novembro de 2009, com o objetivo de fornecer produtos e serviços financeiros exclusivamente

Leia mais

PORTOSEG S.A. CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO

PORTOSEG S.A. CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DATA-BASE: JANEIRO/2014 PORTOSEG S.A. CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO Contexto Operacional A Portoseg S.A. Crédito, Financiamento e Investimento

Leia mais

RELATÓRIO DE RISCOS BANCO CATERPILLAR

RELATÓRIO DE RISCOS BANCO CATERPILLAR 2013 RELATÓRIO DE RISCOS BANCO CATERPILLAR Dez / 2013 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 1 2. RISCO DE MERCADO... 1 3. RISCO DE LIQUIDEZ... 2 4. GESTÃO DE CAPITAL... 4 5. RISCO DE CRÉDITO... 6 6. RISCO OPERACIONAL...

Leia mais

Vinculado ao Grupo Rodobens, que possui mais de 60 anos de tradição e experiência no mercado de veículos desde a sua fundação.

Vinculado ao Grupo Rodobens, que possui mais de 60 anos de tradição e experiência no mercado de veículos desde a sua fundação. 2013 INTRODUÇÃO O presente Relatório tem por objetivo apresentar as informações do Banco Rodobens para atendimento aos requerimentos do Banco Central do Brasil, através da Circular 3.477, de 24/12/2009,

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RISCOS. Pilar III Basiléia

GERENCIAMENTO DE RISCOS. Pilar III Basiléia GERENCIAMENTO DE RISCOS Pilar III Basiléia 3º Trimestre 2015 ÍNDICE I - INTRODUÇÃO 3 II OBJETIVO 3 III PERFIL CORPORATIVO 3 IV GOVERNANÇA CORPORATIVA 4 V RISCO DE CRÉDITO 4 VI RISCO DE MERCADO 5 VII RISCO

Leia mais

Gerenciamento do Risco de Crédito

Gerenciamento do Risco de Crédito Gerenciamento do Risco de Crédito Documento TESTE INTRODUÇÃO O Conselho Monetário Nacional (CMN), por intermédio da Resolução no. 3.721 do Banco Central do Brasil (BACEN), determinou às instituições financeiras

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS. Introdução

RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS. Introdução - 1 - RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS Introdução A Administração acredita que a gestão efetiva de riscos é vital para o sucesso da Instituição e conseqüentemente mantém um ambiente de gerenciamento de riscos

Leia mais

Risk & Permanent Control

Risk & Permanent Control Estrutura Organizacional Risco de Crédito Introdução Este documento apresenta a estrutura organizacional da área de Risco de Crédito do conglomerado CRÉDIT AGRICOLE Brasil e estabelece as suas principais

Leia mais

RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PORTOSEG S.A. CFI

RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PORTOSEG S.A. CFI RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PORTOSEG S.A. CFI Contexto Operacional A Portoseg S.A. Crédito, Financiamento e Investimento ( Portoseg ) é uma instituição financeira privada,

Leia mais

Gerenciamento de Riscos

Gerenciamento de Riscos Gerenciamento de Riscos 31 de dezembro 2013 Informações Referentes ao Gerenciamento de Riscos, Patrimônio de Referência e Patrimônio de Referência Exigido 1. Considerações Iniciais 1.1. Todas as condições

Leia mais

RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS

RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS 1. CONTEXTO A Porto Seguro Investimentos é uma Instituição Financeira privada, constituída em 8 de abril de 1991,

Leia mais

RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO GERENCIAMENTO DE RISCOS

RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO GERENCIAMENTO DE RISCOS RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO Gerenciamento de Riscos Revisão: Julho/ 2015 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO E ABRANGÊNCIA... 3 3. LINHAS DE NEGÓCIOS PRODUTOS OFERTADOS... 3 3.1. CARTÃO DE CRÉDITO...

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Circular 3.678

Gerenciamento de Riscos Circular 3.678 Gerenciamento de Riscos Circular 3.678 4º Trimestre de 2014 Conteúdo 1. OBJETIVO 1-3 2. INTRODUÇÃO 2-3 3. GERENCIAMENTO DE RISCOS E CAPITAL 3-3 3.1. GERENCIAMENTO DE CAPITAL 3-5 3.2. COMITÊ DE GERENCIAMENTO

Leia mais

Gerenciamento de Riscos

Gerenciamento de Riscos Gerenciamento de Riscos Sumário 1. Gerenciamento de Riscos... 4 2. Risco de Mercado... 4 2.1 Estrutura para a gestão de risco... 5 2.2 Conceito... 5 2.3 Estrutura Organizacional... 5 2.4 Política Institucional...

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS No Banco De Lage Landen SA (DLL) a Gestão de Riscos é responsabilidade da Diretoria de Risco que se reporta diretamente à Presidência. 1 - Risco Operacional (RO) A

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS E PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA

RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS E PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS E PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA Base normativa: Circular 3477, de 24.12.2009. Data base: 30.06.2013 1 I INTRODUÇÃO Visando atendimento as diversas resoluções que tratam sobre Riscos

Leia mais

JSL Arrendamento Mercantil S/A.

JSL Arrendamento Mercantil S/A. JSL Arrendamento Mercantil S/A. Relatório de Gerenciamento de Riscos 2º Trimestre de 2015 JSL Arrendamento Mercantil S/A Introdução A JSL Arrendamento Mercantil S/A. (Companhia) se preocupa com a manutenção

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Dezembro 2011 1 ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 3 2. Estrutura de Gerenciamento de Riscos... 4 3. Políticas de Gerenciamento de Riscos... 5 4. Identificação e Avaliação

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Março 2012 1 ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 3 2. Estrutura de Gerenciamento de Riscos... 4 3. Políticas de Gerenciamento de Riscos... 5 4. Identificação e Avaliação

Leia mais

BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( BSI ) STANDARD BANK INTERNATIONAL HOLDINGS S.A. ( SIH ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( BSI ) STANDARD BANK INTERNATIONAL HOLDINGS S.A. ( SIH ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( BSI ) STANDARD BANK INTERNATIONAL HOLDINGS S.A. ( SIH ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO ÚLTIMA VERSÃO Abril 2013 APROVAÇÃO Conselho de Administração

Leia mais

Objetivo. Introdução. Gestão de Riscos

Objetivo. Introdução. Gestão de Riscos Objetivo As instituições financeiras estão expostas a riscos inerentes ao desenvolvimento de seus negócios e operações. A gestão e o controle de tais riscos constituem aspectos centrais da administração

Leia mais

Gerenciamento de Riscos

Gerenciamento de Riscos Gerenciamento de Riscos 31 de março 2013 Informações Referentes ao Gerenciamento de Riscos, Patrimônio de Referência e Patrimônio de Referência Exigido 1. Considerações Iniciais 1.1. Todas as condições

Leia mais

Relatório. Gestão de Riscos. Conglomerado Cruzeiro do Sul

Relatório. Gestão de Riscos. Conglomerado Cruzeiro do Sul Relatório de Gestão de Riscos Conglomerado Cruzeiro do Sul Data-Base 31/12/2010 Superintendência de Riscos Índice 1. Introdução 3 2. Perímetro 3 3. Estrutura de Gestão de Riscos 3 3.1 Risco de Crédito

Leia mais

DREBES FINANCEIRA S/A CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO DIRETORIA DREBES FINANCEIRA S/A

DREBES FINANCEIRA S/A CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO DIRETORIA DREBES FINANCEIRA S/A 2009 DREBES FINANCEIRA S/A CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO DIRETORIA DREBES FINANCEIRA S/A [ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS] O presente documento apresenta a Estrutura de Gestão de Riscos da DREBES

Leia mais

Gestão de Riscos e PRE Banco Mercedes-Benz do Brasil S.A. Base: Dez/2012 a Mar/2014

Gestão de Riscos e PRE Banco Mercedes-Benz do Brasil S.A. Base: Dez/2012 a Mar/2014 Gestão de Riscos e PRE Banco Mercedes-Benz do Brasil S.A. Base: Dez/2012 a Mar/2014 Índice Introdução e Perfil 3 Crédito Política de Risco de Crédito 4 Exposição, exposição média e maiores clientes 6 Distribuição

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PILAR 3 DISCIPLINA DE MERCADO

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PILAR 3 DISCIPLINA DE MERCADO RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PILAR 3 DISCIPLINA DE MERCADO 3º TRIMESTRE - 2012 1 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. INSTITUCIONAL... 3 3. GERENCIAMENTO DE RISCOS... 4 4. TIPOS DE RISCOS FINANCEIROS...

Leia mais

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL NORMATIVOS INTERNOS POLÍTICA Vigência: 08/09/2015 POLÍTICA DE Abrangência: Haitong Banco de Investimento do Brasil S/A Haitong Securities do Brasil CCVM S/A Haitong do Brasil DTVM S/A 1 ÍNDICE 1. OBJETIVO...

Leia mais

Estrutura da Gestão de Risco Operacional

Estrutura da Gestão de Risco Operacional Conceito No Brasil a Resolução n.º 3380, emitida pelo BACEN em 29 de junho de 2006, seguindo as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional, definiu como: A possibilidade de ocorrência de

Leia mais

Índice. Relatório de Gerenciamento de Riscos

Índice. Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatório de Gerenciamento de Riscos 2014 Índice Introdução... 3 Tipos de Riscos... 3 Risco Operacional... 3 Risco de Mercado... 4 Risco de Liquidez... 4 Risco de Crédito... 4 Gerenciamento de Riscos...

Leia mais

Política. Gestão de Risco de Mercado

Política. Gestão de Risco de Mercado Política de Gestão de Risco de Mercado Superintendência de Riscos Aprovada no Comitê de Riscos e Liquidez de 30/09/2010 Índice 1. OBJETIVO 3 2. PERÍMETRO 3 2.1 CARTEIRA DE NEGOCIAÇÃO 3 2.2 CARTEIRA ESTRUTURAL

Leia mais

Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015. - Risco de Mercado -

Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015. - Risco de Mercado - Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015 - Risco de Mercado - Sumário: 1. Introdução:... 3 2. Objetivo:... 3 3. Diretrizes de Gestão:... 3 4. Atribuições e Responsabilidades:... 4 Conselho de Administração:...

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS FINANCEIROS

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS FINANCEIROS RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS FINANCEIROS Superintendência de Controles e Gerenciamentos de Riscos - SUCOR Gerência de Riscos GERIS Primeiro Trimestre de 2011 Índice APRESENTAÇÃO 3 1. GERENCIAMENTO

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ. 1 Objetivo. 2 Diretrizes. 2.1 Princípios para Gerenciamento do Risco de Liquidez

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ. 1 Objetivo. 2 Diretrizes. 2.1 Princípios para Gerenciamento do Risco de Liquidez ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ 1 Objetivo Apresentar o modelo de gerenciamento de Risco de Liquidez no Banco Safra e os princípios, as diretrizes e instrumentos de gestão em que este modelo

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO 1. INTRODUÇÃO O Scotiabank Brasil (SBB), em atendimento à Resolução CMN 3.464 e alinhado a política global do grupo, implementou estrutura de Gerenciamento

Leia mais

Estrutura de gestão do Risco de Mercado no BNDES. 1. Introdução

Estrutura de gestão do Risco de Mercado no BNDES. 1. Introdução 1 Estrutura de gestão do Risco de Mercado no BNDES 1. Introdução A Gestão de Riscos de Mercado é a atividade por meio da qual uma instituição financeira administra os riscos resultantes de variações nas

Leia mais

RELATÓRIO DE RISCOS BANCO CATERPILLAR

RELATÓRIO DE RISCOS BANCO CATERPILLAR 2014 RELATÓRIO DE RISCOS BANCO CATERPILLAR Dez / 2014 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 1 2. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO... 1 3. RISCO DE MERCADO... 3 4. RISCO DE LIQUIDEZ... 4 5. GESTÃO DE CAPITAL... 5

Leia mais

Relatório de Gestão de Riscos - Circular 3477/2009 Dez/12. Aspectos Qualitativos

Relatório de Gestão de Riscos - Circular 3477/2009 Dez/12. Aspectos Qualitativos 1 Relatório de Gestão de Riscos - Circular 3477/2009 Dez/12 Aspectos Qualitativos I - Introdução O objetivo deste relatório é divulgar informações referentes à gestão de risco, ao Patrimônio de Referência

Leia mais

POLÍTICAS. Política de Risco de Mercado

POLÍTICAS. Política de Risco de Mercado POLÍTICAS Versão: 1.3 Política Institucional de Risco de Mercado Vigência: 26.02.2009 Atualização: 21.12.2009 1- Introdução Definição: Risco de mercado é a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS E GERENCIAMENTO DE CAPITAL

RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS E GERENCIAMENTO DE CAPITAL RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS E GERENCIAMENTO DE CAPITAL 3º Trimestre 2015 RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS E GERENCIAMENTO DE CAPITAL 1. INTRODUÇÃO 2. ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS 3. GERENCIAMENTO DE CAPITAL

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll)

Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll) Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll) Índice Introdução... 3 Estrutura de Gerenciamento de Riscos... 3 Informações Qualitativas... 4 Risco de Crédito... 4 Risco de Mercado... 5 Risco de Liquidez...

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Risco de Mercado

Gerenciamento de Riscos Risco de Mercado Gerenciamento de Riscos Risco de Mercado 2. Risco de Mercado A divulgação da Resolução 3.464 do CMN pelo BACEN em 26 de junho de 2007 foi o primeiro passo no processo de implementação de uma estrutura

Leia mais

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 1 Trimestre de 2012 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 PERFIL DO BANCO... 3 3 RESUMO DA ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS... 3 4 RISCO DE CRÉDITO... 3 5 RISCO DE MERCADO... 8 6

Leia mais

O gerenciamento de Risco de Mercado abrange todas as empresas do Conglomerado que constam do Balanço Consolidado do Banco Safra.

O gerenciamento de Risco de Mercado abrange todas as empresas do Conglomerado que constam do Balanço Consolidado do Banco Safra. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO 1 Objetivo Apresentar o modelo de gerenciamento de Risco de Mercado no Banco Safra e os princípios, as diretrizes e instrumentos de gestão em que este modelo

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 2º Trimestre 2015

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 2º Trimestre 2015 Relatório de Gerenciamento de Riscos Banco Rodobens 2º Trimestre 2015 INTRODUÇÃO O presente Relatório tem por objetivo apresentar as informações do Banco Rodobens para atendimento aos requerimentos do

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 1º Trimestre 2015

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 1º Trimestre 2015 Relatório de Gerenciamento de Riscos Banco Rodobens 1º Trimestre 2015 INTRODUÇÃO O presente Relatório tem por objetivo apresentar as informações do Banco Rodobens para atendimento aos requerimentos do

Leia mais

Banco Volvo (Brasil) S.A. Relatório de Gerenciamento de Risco

Banco Volvo (Brasil) S.A. Relatório de Gerenciamento de Risco Banco Volvo (Brasil) S.A. Relatório de Gerenciamento de Risco Data-base: 30.06.2015 Relatório de Gerenciamento de Riscos 1 Objetivo... 3 2 Gerenciamento de Riscos... 3 2.1 Política de Riscos... 3 2.2 Processo

Leia mais

Evolução da implantação de Basileia III e gestão de riscos no Sistema Financeiro Nacional

Evolução da implantação de Basileia III e gestão de riscos no Sistema Financeiro Nacional Encontro de Gestão de Riscos para IFDs Evolução da implantação de Basileia III e gestão de riscos no Sistema Financeiro Nacional Outubro de 2014 Agenda 1. Entendendo Basileia III 1.1 Nova composição do

Leia mais

Sumário 1. 2. 3. 4. 5. 6. RISCO DE MERCADO 7. RISCO OPERACIONAL

Sumário 1. 2. 3. 4. 5. 6. RISCO DE MERCADO 7. RISCO OPERACIONAL RISCO DE CRÉDITO 1 Sumário 1. DEFINIÇÃO...4 2. PROJEÇÃO DE PERDAS...4 3. CLASSIFICAÇÃO DO RISCO...5 4. MITIGAÇÃO DO RISCO...5 5. ESTRUTURA...5 5.1 Presidência...5 5.2 Vice Presidência de Risco de Crédito...5

Leia mais

Risco de Mercado ESTRUTURA

Risco de Mercado ESTRUTURA Risco de Mercado Em atendimento a Resolução 3.464/2007 do Conselho Monetário Nacional, o Banco Fidis ponderou a natureza das operações e a complexidade dos produtos associados aos seus negócios e implementou

Leia mais

Ano - 2008 SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLES E GERENCIAMENTO DE RISCOS - SUCOR GERÊNCIA DE RISCOS - GERIS. Banco do Estado do Pará S.A

Ano - 2008 SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLES E GERENCIAMENTO DE RISCOS - SUCOR GERÊNCIA DE RISCOS - GERIS. Banco do Estado do Pará S.A Ano - 2008 SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLES E GERENCIAMENTO DE RISCOS - SUCOR GERÊNCIA DE RISCOS - GERIS Banco do Estado do Pará S.A SUMÁRIO Pág. APRESENTAÇÃO... 03 1. GERENCIAMENTO DE RISCOS 1.1 Cultura

Leia mais

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009. 3 Trimestre de 2013 ÍNDICE

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009. 3 Trimestre de 2013 ÍNDICE Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 3 Trimestre de 2013 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 PERFIL DO BANCO... 3 3 RESUMO DA ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS... 3 4 RISCO DE CRÉDITO... 3 4.1 Definição... 3 4.2 Gestão

Leia mais

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 1 Trimestre de 2013 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 PERFIL DO BANCO... 3 3 RESUMO DA ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS... 3 4 RISCO DE CRÉDITO... 3 4.1 Definição... 3 4.2 Gestão

Leia mais

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 1 Trimestre de 2014 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 PERFIL DO BANCO... 3 3 POSIÇÃO NO TRIMESTRE... 3 4 RESUMO DA ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS... 3 5 RISCO DE CRÉDITO...

Leia mais

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 4 Trimestre de 2013 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 PERFIL DO BANCO... 3 3 RESUMO DA ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS... 3 4 RISCO DE CRÉDITO... 3 4.1 Definição... 3 4.2 Gestão

Leia mais

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ NORMATIVOS INTERNOS POLÍTICA GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ 08/09/2015 POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ Abrangência: Haitong Banco de Investimento do Brasil S/A 1 ÍNDICE 1. OBJETIVO...

Leia mais

ESTRUTURA E GERENCIAMENTO DE RISCOS NO BRDE

ESTRUTURA E GERENCIAMENTO DE RISCOS NO BRDE ESTRUTURA E GERENCIAMENTO DE RISCOS NO BRDE JULHO/2014 1. Objetivos O gerenciamento de riscos no BRDE tem como objetivo mapear os eventos de riscos, sejam de natureza interna ou externa, que possam afetar

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PILAR 3 DISCIPLINA DE MERCADO

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PILAR 3 DISCIPLINA DE MERCADO RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PILAR 3 DISCIPLINA DE MERCADO 1º TRIMESTRE - 2012 1 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. INSTITUCIONAL... 3 3. GERENCIAMENTO DE RISCOS... 4 4. TIPOS DE RISCOS FINANCEIROS...

Leia mais

Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito

Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito Diretoria Executiva / Dir. Risco de Credito Área de Crédito e Risco Área Comercial Área de Tecnologia da Informação Compliance Officer Elementos de Apoio:

Leia mais

Banco do Estado do Pará S.A

Banco do Estado do Pará S.A Superintendência de Controles e Gerenciamento de Riscos - SUCOR Gerência de Riscos Financeiros GERIF Banco do Estado do Pará S.A ÍNDICE APRESENTAÇÃO 03 1. GERENCIAMENTO DE RISCOS 03 2. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO

Leia mais

Gestão de Riscos. Banco Rabobank International Brasil S.A.

Gestão de Riscos. Banco Rabobank International Brasil S.A. Gestão de Riscos Banco Rabobank International Brasil S.A. 2010 Conteúdo Introdução 2 Perfil do Banco 2 Princípios da Gestão de Riscos 2 Tipos de Riscos 3 Gerenciamento de Riscos 3 Risco de Crédito 4 Risco

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Circular 3.477/09 1T-2013

Gerenciamento de Riscos Circular 3.477/09 1T-2013 Gerenciamento de Riscos Circular 3.477/09 1T-2013 1 2 Sumário 1. Gestão de Riscos... 4 1.1 - Introdução... 4 1.2 - Gerenciamento de Riscos... 4 1.3 - Mapa de Riscos... 5 1.4 - Estrutura Organizacional

Leia mais

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO NORMATIVOS INTERNOS POLÍTICA GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO SET/2015 POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO Abrangência: Haitong Banco de Investimento do Brasil S/A 1 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO A Um Investimentos S/A CTVM, conforme definição da Resolução nº 3.721/09, demonstra através deste relatório a sua estrutura do gerenciamento de risco de crédito.

Leia mais

Risk & Permanent Control

Risk & Permanent Control RISCO OPERACIONAL INTRODUÇÃO Este documento formaliza a estrutura organizacional e as principais atividades da área de Permanent Control and Operational Risk, responsável pela detecção, monitoramento,

Leia mais

FEBRABAN Auditoria Contínua em Tesouraria. Indicadores Chaves de Risco na Função de Tesouraria: Abordagem World-Class

FEBRABAN Auditoria Contínua em Tesouraria. Indicadores Chaves de Risco na Função de Tesouraria: Abordagem World-Class RISK MANAGEMENT & REGULATORY SERVICES FEBRABAN Auditoria Contínua em Tesouraria Indicadores Chaves de Risco na Função de Tesouraria: Abordagem World-Class Novembro 2003 Risk Management & Regulatory Services

Leia mais

Gestão de Riscos. Banco Rabobank International Brasil S.A.

Gestão de Riscos. Banco Rabobank International Brasil S.A. Gestão de Riscos Banco Rabobank International Brasil S.A. 1º Trimestre de 2012 Conteúdo Introdução 3 Perfil do Banco 3 Princípios da Gestão de Riscos 3 Tipos de Riscos 4 Gerenciamento de Riscos 4 Risco

Leia mais

Gerenciamento do Risco Operacional. Gerenciamento do Risco Operacional

Gerenciamento do Risco Operacional. Gerenciamento do Risco Operacional Gerenciamento do Risco Operacional Controle do documento Data Autor Versão Outubro/2010 Compliance 001 Dezembro/2011 Compliance 002 Dezembro/2012 Compliance 003 Agosto/2014 Compliance 004 Revisão do documento

Leia mais

[POLÍTICA DE INVESTIMENTOS]

[POLÍTICA DE INVESTIMENTOS] [POLÍTICA DE INVESTIMENTOS] Este documento aborda o processo de seleção e alocação de valores mobiliários da Interinvest Data de Publicação: Abril de 2012 Política de Investimentos 1. Conteúdo do Documento

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E DE CAPITAL Pilar 3 Basileia DATA-BASE: 31/03/2015 (1T2015) Sumário Introdução... 3 Principais Categorias de Risco... 3 Estrutura de Gerenciamento de Riscos e de Capital...

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rabobank International Brasil S.A. Pilar 3

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rabobank International Brasil S.A. Pilar 3 Relatório de Gerenciamento de Riscos Banco Rabobank International Brasil S.A. Pilar 3 3º Trimestre de 2013 Conteúdo Introdução... 3 Perfil do Banco... 3 Princípios da Gestão de Riscos... 4 Tipos de Riscos...

Leia mais

RELATÓRIO DE DIVULGAÇÃO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS. Pilar III

RELATÓRIO DE DIVULGAÇÃO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS. Pilar III RELATÓRIO DE DIVULGAÇÃO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Pilar III 4º Trimestre findo em Dezembro 2013. ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 3 2. Estrutura de Gerenciamento de Riscos... 3 3. Políticas de Gerenciamento

Leia mais

Gestão de Riscos Circular 3.678/2013

Gestão de Riscos Circular 3.678/2013 Gestão de Riscos Circular 3.678/2013 3 Trimestre de 2014 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 PERFIL DO BANCO... 3 3 POSIÇÃO NO TRIMESTRE... 3 4 RESUMO DA ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS... 3 5 RISCO DE CRÉDITO...

Leia mais

Banco Western Union do Brasil S.A.

Banco Western Union do Brasil S.A. Banco Western Union do Brasil S.A. Relatório de Gerenciamento de Riscos para atender aos requisitos estabelecidos na Circular no. 3477/09 do Conselho Monetário Nacional. Data Base 31/12/2011 1 1. Introdução...

Leia mais

Política Institucional Gerenciamento de Capital

Política Institucional Gerenciamento de Capital P a g e 1 1 P a g e 2 Índice: 1. Objetivos... 2 2. Estrutura... 3 Diretoria BNY Mellon Serviços Financeiros Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A e BNY Mellon Banco S.A... 4 Diretor Responsável

Leia mais

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 INDICE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 1. Objetivo...2 2. Aplicação...2 3. implementação...2 4. Referência...2 5. Conceitos...2 6. Políticas...3

Leia mais

Banco do Estado do Pará S.A

Banco do Estado do Pará S.A Superintendência ia de Controles e Gerenciamento de Riscos - Sucor Gerência de Riscos Financeiros Gerif Banco do Estado do Pará S.A APRESENTAÇÃO ÍNDICE Relatório de Gerenciamento de Riscos 03 1. GERENCIAMENTO

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rabobank International Brasil S.A. Pilar 3

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rabobank International Brasil S.A. Pilar 3 Relatório de Gerenciamento de Riscos Banco Rabobank International Brasil S.A. Pilar 3 1º Trimestre de 2013 Conteúdo Introdução... 3 Perfil do Banco... 3 Princípios da Gestão de Riscos... 4 Tipos de Riscos...

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Basileia III Pilar 3

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Basileia III Pilar 3 Relatório de Gerenciamento de Riscos Basileia III Pilar 3 2º Trimestre 2015 Conteúdo 1. Escopo... 3 1.1. Entidades...3 1.2. Política de Divulgação de Informações...3 2. Governança Corporativa de Gerenciamento

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Standard Chartered Bank, Brasil Página 1 de 8 ÍNDICE I. OBJETIVO... 3 II. CICLO DE REVISÃO... 3 III. DISPOSIÇÕES GERAIS... 3 IV. ESTRUTURA DE GOVERNANÇA... 4

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Basileia III Pilar 3

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Basileia III Pilar 3 Relatório de Gerenciamento de Riscos Basileia III Pilar 3 4º Trimestre 2014 Conteúdo 1. Escopo... 3 1.1. Entidades...3 1.2. Política de Divulgação de Informações...3 2. Governança Corporativa de Gerenciamento

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatório de Gerenciamento de Riscos 2T2012 ING Bank N.V. São Paulo Relatório de Gerenciamento de Riscos Page 1 of 14 Estrutura de gerenciamento de riscos A estrutura organizacional das áreas responsáveis

Leia mais

Índice. Introdução... 3. Filosofia... 4. Risco de Crédito... 5. Risco Operacional... 12. Risco de Mercado... 15. Risco de Liquidez...

Índice. Introdução... 3. Filosofia... 4. Risco de Crédito... 5. Risco Operacional... 12. Risco de Mercado... 15. Risco de Liquidez... 1T 2013 Índice Introdução... 3 Filosofia... 4 Risco de Crédito... 5 Risco Operacional... 12 Risco de Mercado... 15 Risco de Liquidez... 20 Gestão de Capital... 23 2 Introdução Este relatório tem como objetivo

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS. PILAR III Disciplina de Mercado

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS. PILAR III Disciplina de Mercado RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PILAR III Disciplina de Mercado 3º Trimestre - 2013 Sumário Introdução... 3 Perfil Corporativo... 3 Principais Tipos de Riscos (conceitos)... 4 Riscos Financeiros...

Leia mais

UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco

UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco Responsável: Controle de Riscos Aprovação: BRCC Propósito deste documento Promover transparência quanto à estrutura de gestão de riscos

Leia mais

Gestão de Riscos e Patrimônio de Referência (Resolução BACEN nº 3.444/07 e Circular nº 3.477/09) Data base 30 de junho de 2013

Gestão de Riscos e Patrimônio de Referência (Resolução BACEN nº 3.444/07 e Circular nº 3.477/09) Data base 30 de junho de 2013 Gestão de Riscos e Patrimônio de Referência (Resolução BACEN nº 3.444/07 e Circular nº 3.477/09) Data base 30 de junho de 2013 O Banco Daycoval entende a gestão de riscos como um instrumento essencial

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. ABRANGÊNCIA... 3 4. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO... 4 5. GERENCIAMENTO DO RISCO... 5 6. ATIVIDADES PROIBITIVAS E RESTRITIVAS... 6 7. ANÁLISE DE CRÉDITO...

Leia mais

RELATORIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Circular 3.477/09 - BACEN

RELATORIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Circular 3.477/09 - BACEN RELATORIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Circular 3.477/09 - BACEN 12/2011 O Banco PSA Finance Brasil S/A e PSA Finance Arrendamento Mercantil S/A, operam como Banco múltiplo e estão formalmente constituídas

Leia mais

RELATÓRIO DE DIVULGAÇÃO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS. Pilar III

RELATÓRIO DE DIVULGAÇÃO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS. Pilar III RELATÓRIO DE DIVULGAÇÃO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Pilar III 1º Trimestre findo em Março 2014. ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 3 2. Estrutura de Gerenciamento de Riscos... 3 3. Políticas de Gerenciamento

Leia mais