A Atenção às Pessoas com Diabetes em duas Unidades de Saúde de Piracicaba/SP

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1 Saude_12.book Page 14 Thursday, July 1, :05 PM A Atenção às Pessoas com Diabetes em duas Unidades de Saúde de Piracicaba/SP Caring of People with Diabetes in Two Health Care Centers in Piracicaba/SP* RESUMO O aumento da prevalência do Diabetes mellitus (DM) está determinando a necessidade de se modificar a atenção às pessoas com essa doença. Este estudo teve como objetivo avaliar a assistência oferecida a tais pessoas em duas unidades básicas de saúde (UBSs) do município de Piracicaba/SP. O tipo de assistência foi avaliado com o auxílio de um instrumento estruturado aplicado a um funcionário de cada UBS. Realizou-se uma caracterização da população das duas UBS (n = 100). Os quinze primeiros entrevistados de cada UBS foram convidados a participar de um grupo focal para levantar as suas representações diante da atenção que recebem nessas unidades. Em ambas as UBSs, notou-se a ausência de uma efetiva equipe multiprofissional. A maioria da população de usuários revelou-se do sexo feminino, com mais de 60 anos, baixo nível de escolaridade e de renda, com excesso de peso e mau controle do diabetes. A UBS 2 apresentou melhor assistência do que a UBS 1. Os perfis das populações das UBSs não foram diferentes. Os usuários da UBS 2 mostraram-se mais satisfeitos com a atenção recebida do que os da UBS 1. Palavras-chave: DIABETES MELLITUS AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE. ABSTRACT The increase of the prevalence of Diabetes mellitus is determining the need to change the attention given to people with diabetes. This study aimed to evaluate the assistance offered to the people presenting diabetes mellitus (DM) in two Health Care Centers (HCCs) in the city of Piracicaba/SP. The type of assistance offered was evaluated with the aid of a structured instrument applied to an employee of each HCC. A characterization of the population was made from two HCCs (n = 100). The first fifteen interviewed in each HCC were invited to participate of a focal group to raise their representations of the treatment they receive in the HCCs. In both HCCs an absence of an effective multi-professional body was noticed. Most of the users were female, over 60 years old, low level of education and income, overweight and with diabetes out of control. HCC 2 presented better assistance than HCC 1. The profile of the people that were evaluated in both HCCs was the same. The users of HCC 2 were more satisfied with the treatment offered than the users of HCC 1. Keywords: DIABETES MELLITUS EVALUATION OF HEALTH SERVICES HEALTH CARE CENTERS. * Apoio financeiro: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Bolsa de Mestrado (processo n. 00/ ). ANA LÚCIA LOVADINO DE LIMA* Departamento de Nutrição Faculdade de Saúde Pública (USP/SP) SÔNIA BUONGERMINO DE SOUZA Departamento de Nutrição Faculdade de Saúde Pública (USP/SP) *Correspondências: Rua Santa Cruz, 977, Centro, , Piracicaba/SP 14 SAÚDE REV., Piracicaba, 6(12): 14-21, 2004

2 Saude_12.book Page 15 Thursday, July 1, :05 PM INTRODUÇÃO ODiabetes mellitus (DM) é um dos mais importantes problemas mundiais de saúde na atualidade, no que diz respeito ao número de pessoas afetadas, incapacitação, mortalidade prematura e custos envolvidos no seu controle e no tratamento de suas complicações. A prevalência nos países da América do Sul aumentou nos últimos anos e varia entre 4% e 16%. Há uma tendência ao aumento dessa prevalência por conta de, entre outras razões, longevidade progressiva das populações e modificações socioculturais 6, 1, 20, 10 induzidas pela urbanização. Além do mais, é preocupante o estado atual da assistência ao paciente diabético no Brasil, seja em grandes municípios, com mais recursos técnicos e financeiros, seja nas pequenas cidades, que, provavelmente, nunca receberam informação adequada sobre o assunto e, portanto, jamais pensaram em incluir a assistência ao paciente diabético em suas prioridades de saúde. 21 Falta informação sobre a doença e suas complicações. Falta conscientização sobre a importância do diabetes para a saúde pública. Faltam qualificação adequada dos profissionais de saúde, recursos e medicamentos. Faltam, enfim, mentalidade e vontade política para enfrentar o problema de forma eficaz. 21 Recentes estudos sobre a qualidade da assistência ao paciente diabético na América Latina identificaram que ela não está adequada e que mudanças são necessárias, de modo a promover a qualidade de vida dessas pessoas e a diminuição dos custos socioeconômicos da doença. 7 Atualmente, o Ministério da Saúde tenta implantar um programa de capacitação para os profissionais de saúde de municípios com mais de 100 mil habitantes, com o propósito de melhorar a atenção à hipertensão arterial e ao Diabetes mellitus. 15 Considerando a importância social do problema e a necessidade de conhecer a realidade para propor ações transformadoras, o presente estudo teve por objetivo avaliar a assistência oferecida às pessoas com Diabetes mellitus em duas unidades básicas de saúde (UBS) do município de Piracicaba/SP. MÉTODOS Este estudo avaliou e comparou o tipo de assistência oferecida às pessoas com diabetes em duas UBSs de Piracicaba, caracterizou o perfil dessa população e identificou suas representações sobre a assistência que lhe é prestada, associando a metodologia quantitativa à qualitativa. O tipo de assistência oferecida às pessoas com diabetes, em cada UBS, foi verificado com o auxílio de um instrumento estruturado aplicado ao funcionário mais graduado de cada unidade e que tivesse trabalhado e participado da UBS no período de janeiro de 1999 a maio de A caracterização da população das UBSs deu-se mediante entrevistas individuais e a aplicação de um questionário especialmente elaborado. Para tanto, foi realizada amostragem simples aleatória de 50 pessoas com Diabetes mellitus em cada UBS. As variáveis estudadas incluíram aspectos sociais e culturais, dados antropométricos, bioquímicos, dietéticos e clínicos (complicações agudas e crônicas da doença). Verificou-se o peso corporal e as medidas da altura e da circunferência da cintura, seguindo técnica proposta pela Organização Mundial de Saúde. 16 O estado nutricional foi classificado pelo índice de massa corporal. 16 O inquérito recordatório de 24 horas foi adotado para verificar o valor calórico da dieta e a ingestão dos macronutrientes (proteínas, lipídios e carboidratos). As medidas caseiras foram transformadas em gramas, com o auxílio do registro fotográfico para inquéritos dietéticos e da tabela para avaliação de consumo alimentar em medidas caseiras. 27, 19 Para a análise e o cálculo dos nutrientes, utilizou-se o software Programa de Apoio à Nutrição, versão As representações das pessoas com diabetes em relação à assistência oferecida pelos serviços de saúde foram obtidas em reuniões de grupo focal, nas duas UBSs. Os encontros aconteceram no Centro Comunitário. Foram convidados os 15 primeiros entrevistados de cada unidade de saúde e as discussões seguiram um roteiro previamente definido. As respostas foram gravadas, com a autorização dos participantes, e, posteriormente, transcritas. A coleta de dados ocorreu no período de março a junho de 2002 e contou com o auxílio de entrevistador previamente treinado. Para comparação dos dados antropométricos e bioquímicos das pessoas com diabetes das duas UBSs, empregou-se o Teste t de Student. Já o cotejamento das informações sobre as prevalências das complicações agudas e crônicas do diabetes e a adequação dos dados bioquímicos deu-se por meio do teste qui-quadrado. Foi considerado o nível de significância de 5%. Saúde em Revista 15 A ATENÇÃO ÀS PESSOAS COM DIABETES EM DUAS UNIDADES DE SAÚDE DE PIRACICABA/SP

3 Saude_12.book Page 16 Thursday, July 1, :05 PM Para o agrupamento e a avaliação dos dados qualitativos, adotou-se a técnica do discurso do sujeito coletivo (DSC). 12 O objetivo dessa técnica é reconstruir, com pedaços de discursos individuais, como num quebra-cabeça, tantos discursos-síntese quantos se julguem necessários para expressar uma dada figura, ou seja, um pensar ou uma representação social desse fenômeno. A elaboração do DSC parte dos discursos em estado bruto, submetidos a um trabalho analítico inicial de decomposição, que consiste, basicamente, na seleção das principais ancoragens e/ou idéias centrais presentes em cada um dos discursos individuais, e em todos eles reunidos, e termina de uma forma sintética, buscando a reconstituição discursiva da representação social. Em síntese, no DSC apresentase o discurso de todos como se fosse o discurso de um. 12 Os discursos foram agrupados por pergunta e por unidade básica de saúde. Vale lembrar ainda que o presente estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. RESULTADOS 1. Ações de saúde oferecidas aos usuários com diabetes No período de janeiro de 1999 a maio de 2002, as UBSs 1 e 2 desenvolveram diferentes propostas e diversas ações de atenção às pessoas com diabetes. Ambas apresentaram ausência de trabalho multidisciplinar e tiveram como característica a alta rotatividade de profissionais e uma freqüência de consulta trimestral para as pessoas com diabetes. As diferenças encontradas entre elas são apresentadas na tabela Perfil social, cultural, antropométrico, bioquímico e dietético dos usuários com diabetes das unidades básicas de saúde 1 e 2 Em ambas as unidades, a população foi composta, na sua totalidade, por indivíduos com diabetes tipo 2. A maioria revelou-se do sexo feminino (86% na UBS 1 e 78% na UBS 2), com idade média de 60,46 anos na UBS 1 e 61,74 anos na UBS 2, baixa renda per capita (1,02 salários mínimos na UBS 1 e 0,86 na UBS 2), baixa escolaridade e altos índices de analfabetismo (32% na UBS 1 e 24% na UBS 2). O hábito de fumar esteve presente em 16% da população de ambas as UBSs e o alcoolismo em 4% na UBS 1 e 10% na UBS 2. A maioria dos usuários não praticava atividade física (72% na UBS 1 e 56% na UBS 2). Os sintomas de hiperglicemia mostraram-se mais freqüentes dos que os de hipoglicemia, ocorrendo ambos com freqüências semelhantes nas duas unidades. Quanto ao estado nutricional, apenas 16% da população de ambas as UBSs apresentou-se eutrófica e os índices de sobrepeso e obesidade revelaram-se altos (fig. 1). Tabela 1. Características das unidades básicas de saúde (UBS). Enfermeira Disponibilidade de consulta Apoio na atenção às pessoas com diabetes Treinamento Programa de atenção específica às pessoas com diabetes Atividades de grupo com as pessoas com diabetes Participação dos familiares das pessoas com diabetes UNIDADE 1 UNIDADE 2 Possui uma enfermeira que fica no local apenas uma vez por semana, meio período, e é a responsável pela UBS. A marcação de consultas com o clínico é feita somente em um dia da semana e o número de consultas semanais é de 140. A UBS não conta com estagiários para auxiliar na atenção a pessoas com diabetes. A técnica de enfermagem que havia sido treinada para controle e tratamento de diabetes e hipertensão arterial foi transferida da UBS. Não há nem houve programas especiais no período de janeiro de 1999 a março de A UBS não desenvolve nenhum trabalho com grupos de pessoas com diabetes. Não existe participação. Possui uma enfermeira que participava de um programa específico para diabéticos existente no município. Ela fica no local todos os dias, por seis horas, e é a responsável pela UBS. A marcação de consultas pode ser feita diariamente e o número de consultas semanais é de 180. A UBS conta com estagiários de nutrição, que fazem consultas individuais e desenvolvem atividades em grupo. Uma técnica de enfermagem participou do treinamento para controle e tratamento de diabetes e hipertensão arterial e permanece na UBS. Houve a implantação de um programa, com início em 1999 e duração de dois anos, mas que não conseguiu se concretizar. A UBS realiza reuniões quinzenais, com o apoio dos estagiários de nutrição. Alguns familiares participam (dependendo do interesse pessoal) particularmente das reuniões em grupo. 16 SAÚDE REV., Piracicaba, 6(12): 14-21, 2004

4 Saude_12.book Page 17 Thursday, July 1, :05 PM Os riscos de complicações metabólicas, obtidos mediante os valores da circunferência da cintura, foram altos nas duas UBSs 84% na UBS 1 e 74% na UBS 2 (x² = 3,427, p = 0,6343). O consumo calórico médio foi de 1.312,56 kcal (± 654,38) na UBS 1 e 1.478,08 kcal (± 545,09) na UBS 2. A distribuição calórica dos macronutrientes apresentou-se dentro das porcentagens recomendadas pelo consenso brasileiro de diabetes. 10 Não foram encontradas diferenças estatísticas significativas entre as UBSs. Os índices de hemoglobina glicosilada mostram que grande parte da população de cada uma das UBSs não está conseguindo controlar o diabetes. As porcentagens de adequação podem ser observadas na figura 2. Foi observada presença de dislipidemia na população das duas UBSs. Menos de 50% dos usuários apresentaram os índices de colesterol e triglicérides adequados. A freqüência de consultas da maioria dos usuários das duas UBSs foi de pelo menos uma vez a cada três meses. Figura 1. Distribuição dos clientes segundo estado nutricional e UBS. Piracicaba, % MAGREZA EUFORIA PRÉ OBESIDADE OBES 1 OBES 2 OBES 3 Unidade 1 Unidade 2 Figura 2. Distribuição dos clientes segundo adequação dos níveis de hemoglobina glicosilada por ubs. Piracicaba, Representações dos usuários diante da atenção que recebem nas unidades básicas de saúde [1 e 2] Dos 15 primeiros usuários, de cada unidade de saúde, convidados a participar do grupo focal, seis compareceram à reunião da UBS 1 e oito à da UBS 2. As representações dos usuários, por meio do discurso do sujeito coletivo, referem-se ao atendimento que eles recebem dessas unidades. Pelos discursos do sujeito coletivo citado a seguir, podemos notar que os usuários da UBS 1 mostraram-se insatisfeitos e os da UBS 2 manifestaram-se satisfeitos com o serviço oferecido. UNIDADE 1 Idéia central: o atendimento é péssimo e deixa muito a desejar. DSC: Muito fraco. Péssimo. Quando marcava consulta todo dia era bem melhor do que agora, que é só de segunda. Tem que vir de madrugada. Aqui nós somos maltratados. Tem uma mulher que xinga a gente. Eu não sei por que tratar mal as pessoas. Se a gente tem isso aí é porque a gente não tem condições de ter um convênio. É tão fácil ser bem educada, atender a gente bem, né? Agora eu não sei se elas são é... Se tem uma pessoa que manda elas tratarem as pessoas desse jeito. Não sei. Tinha outra médica, no outro posto, que examinava bem, examinava os ouvidos. Esses outros médicos não põem a mão; é a senhora lá e eu aqui, né? Eles olham, tiram a pressão e acabou. Ela não. Ela examinava a gente que nem criança. UNIDADE 2 Idéia central: o atendimento, de maneira geral, é muito bom. DSC: Não tenho do que reclamar. Acho legal aqui, é perto da minha casa, tá tudo bom pra mim. Tem lugar que reclamam do pessoal que atende, né? Desde que eu tenho diabete, eu venho aqui. Eu gosto daqui, das enfermeiras. Toda vez que a gente vem aqui, é bem tratada. Mas aquela doutora Rosângela, que saiu, que fazia reunião... Eu participava de todas as reuniões com ela. Eu achava que era bom... E com as nutricionistas, também, que trabalhavam aqui. Dava boa orientação pra gente... De alimentação, de tudo, das coisas que a gente precisava. Esse negócio da fila, nós temos que esperar nossa vez mesmo. Pra tudo tem que ter paciência. Agora eu me dei bem com o outro médico, razoavelmente bem. Porque eu vim com o primeiro e não gostei; então, como tinha outro, eu troquei. DISCUSSÃO Analisando as formas de atenção oferecidas nas UBS, podemos observar, inicialmente, que as duas unidades não apresentam trabalho multidisciplinar, fator fundamental para o sucesso de um Saúde em Revista 17 A ATENÇÃO ÀS PESSOAS COM DIABETES EM DUAS UNIDADES DE SAÚDE DE PIRACICABA/SP

5 Saude_12.book Page 18 Thursday, July 1, :05 PM trabalho cujo objetivo é prestar assistência adequada às pessoas com diabetes, particularmente pelo intenso processo de especialização que ocorre na área de saúde. Uma equipe multiprofissional poderia proporcionar um aprofundamento vertical do conhecimento e a intervenção em aspectos 13, 17 individualizados das necessidades de saúde. Outro fator preocupante, já mencionado em outros estudos, é a alta rotatividade de profissionais, o que interfere muito na integração da equipe, na qualidade do atendimento, no vínculo com os usuários e, com isso, na adesão às condutas propostas. 4 A equipe da UBS 2 apresentou maior esforço e conscientização ao tentar implementar algumas ações de saúde, visando à melhoria da assistência às pessoas com diabetes. Embora as duas unidades de saúde tenham apresentado freqüência trimestral para as consultas, percebemos uma diferença na oportunidade e na disponibilidade de horários. Na UBS 1, as consultas são marcadas apenas um dia por semana, o que pode gerar insatisfação e descontentamento nos usuários, por terem de enfrentar longas filas. Essa unidade também não conta com o apoio de estagiários de nutrição e os médicos não têm condições de dar uma orientação nutricional adequada e individualizada a esses usuários. Isso compromete o tratamento, pois a educação alimentar é parte fundamental de uma assistência adequada. O ideal seria que as duas UBSs contassem não só com estagiários, mas também com profissionais formados na área de alimentação e nutrição, assim como em psicologia. 10 Em 1999, a UBS 2 implantou um programa para pessoas com diabetes e hipertensão arterial, que tinha por propósito dar uma assistência especial, prevenindo complicações, utilizando melhor os recursos humanos disponíveis e, com isso, melhorar o serviço. Tal programa perdurou por quase dois anos, mas com várias transferências de profissionais, e, por conta de divergências e falta de integração das equipes, acabou extinto. Durante a realização deste estudo, as atividades em grupo realizaram-se apenas na UBS 2. Elas são de extrema importância para o controle da doença, pois o clima de suporte do grupo facilita que situações conflitantes sejam compreendidas e as trocas de informações e de vivências ocorridas dão oportunidade ao surgimento de novas formas de conhecimento e de um novo entendimento da vida. 9 O fato de a UBS 2 contar com uma chefe extremamente experiente no assunto (havia trabalhado vários anos num órgão que assistia exclusivamente pessoas com diabetes) e com maior presença na unidade pode também ter influenciado a qualidade da assistência oferecida. De maneira geral, a UBS 2 apresentou maior esforço para melhorar a assistência às pessoas com diabetes, o que pode ter influenciado os usuários, sobretudo quanto à satisfação com o serviço recebido. Foi feita uma caracterização dos usuários para obter o perfil social, nutricional, dietético e bioquímico deles nas duas unidades. Essa população mostrou-se, em sua maioria, do sexo feminino, fato sugestivo de que as mulheres freqüentam mais os serviços de saúde, talvez pela disponibilidade de horários ou pela maior preocupação e conscientização dos cuidados com a saúde. Esse resultado também foi encontrado por Piccolomini e por outros estudiosos. 18, 8, 23 A média de idade encontrada (aproximadamente 61 anos) está associada ao fato de a população compor-se, na sua totalidade, de pessoas com DM tipo 2. A baixa escolaridade, além do alto índice de analfabetismo verificados podem se tornar limitantes para a compreensão das condutas propostas ao controle e tratamento da doença. Novas formas de orientação poderiam ser desenvolvidas para promover maior compreensão entre esses usuários. A baixa renda da população, atestada neste estudo, também pode dificultar a adesão a algumas condutas e deve ser considerada pelo profissional de saúde no momento da orientação. Quanto ao consumo de álcool, sabe-se que pode reduzir a glicemia e levar a sintomas desagradáveis, especialmente quando associado a agentes hipoglicemiantes. Já em relação ao fumo, é conhecida sua relação com o aumento da mortalidade, do colesterol e da pressão sangüínea. 24 Por sua vez, a atividade física, embora muito recomendada a pessoas com diabetes e/ou obesidade, foi praticada por pequena parcela da população estudada. A carência de exercícios físicos pode contribuir para o aumento de peso e o descontrole do diabetes. 25 Analisando os sintomas de hiperglicemia, nota-se que são mais freqüentes dos que os de hipoglicemia, em ambas as UBSs. Eles são característicos do diabetes descompensado, podendo aumentar os riscos de complicações crônicas. O 18 SAÚDE REV., Piracicaba, 6(12): 14-21, 2004

6 Saude_12.book Page 19 Thursday, July 1, :05 PM aumento das complicações e das comorbidades é determinante na diminuição da qualidade de vida dessas pessoas. 5 Na classificação de estado nutricional pelo índice de massa corporal da população, a pré-obesidade e a obesidade foram muito prevalentes nas duas unidades. O sobrepeso aumenta a resistência à insulina, dificultando a sua ação. Alguns estudos estão associando a perda de peso com um maior controle metabólico da glicose, do colesterol, dos triglicérides e da hemoglobina glicosilada. 2 Os resultados da medida da circunferência da cintura sugerem que a população, além do sobrepeso, apresenta um acúmulo de gordura intra-abdominal, o que aumenta o risco de doenças cardiovasculares e outras moléstias crônicas ligadas ao diabetes. 26 Considerando a necessidade energética média da população (aproximadamente kcal), notamos que o consumo referido ficou abaixo do recomendado nas duas UBSs. A ingestão citada provavelmente ficou subestimada, especialmente porque a maioria da população encontra-se com sobrepeso e obesidade. A combinação de outros inquéritos dietéticos não foi viável neste estudo, em virtude de limitações encontradas, como, por exemplo, o tempo de duração da entrevista. Os valores calóricos totais revelaram-se semelhantes aos verificados por Piccolomini para essa mesma população. 18 No que diz respeito aos índices de hemoglobina glicosilada, observamos que a maioria de ambas as populações encontrou-se com níveis acima do recomendado. Quando comparamos os resultados médios obtidos para a hemoglobina glicosilada (para as duas UBSs em conjunto) com os de Piccolomini, 18 percebemos que a porcentagem de adequação foi estatisticamente diferente (x² = 13,26 e p = 0,0041). Em 2002, a porcentagem de indivíduos com índices de hemoglobina glicosilada adequados foi menor do que em Esse dado sugere que o descontrole do diabetes pode ter aumentado nesse período. A hemoglobina glicosilada controlada está diretamente relacionada com o controle glicêmico pré e pós-prandial. 11 Quanto aos índices de colesterol e de triglicérides sangüíneos, uma pequena parcela da população apresentou-os adequados. O descontrole lipídico contribui para o aumento dos riscos de complicações cardiovasculares, também altamente associadas ao diabetes. 3 Os dados de triglicérides e de colesterol foram obtidos mediante registros dos prontuários feitos no período de 1999 a Nota-se a ausência de normas e procedimentos para a realização de anotações nesses documentos, que são de grande importância, pois contêm o histórico da saúde dos usuários dos serviços de saúde. Registros ilegíveis comprometem o trabalho de análise e de compreensão do estado de saúde dos usuários pelos outros profissionais da equipe. Isso se torna ainda mais importante quando observamos a realidade dos serviços de saúde em questão, em que não existe um trabalho multiprofissional com discussão dos casos e, por outro lado, há alta rotatividade de profissionais. Vários resultados de exames de colesterol e de triglicérides foram descartados pela falta de legibilidade dos registros. A freqüência de visitas às UBSs relatadas pelos usuários sugere uma razoável disponibilidade de consultas nas duas unidades e que os usuários que as freqüentam com intervalos maiores de três meses o fazem, provavelmente, por não estarem com sinais de descompensação perceptíveis. Além da disponibilidade de consultas, as unidades de saúde devem visar à qualidade da assistência oferecida para que ela seja realmente eficaz. Com relação à satisfação dos usuários com o atendimento por eles recebido, pode-se notar diferenças entre as duas unidades. Os usuários da UBS 1 mostraram-se extremamente descontentes com a atenção prestada, com sentimentos de indignação e até mesmo de exclusão social. Já as manifestações dos usuários da UBS 2 foram muito diferentes das indicadas na UBS 1. Elas demonstram satisfação, existência de um vínculo com os profissionais de saúde e até mesmo compreensão de algumas dificuldades encontradas (por exemplo, as filas). Os profissionais e suas representações individuais são certamente os responsáveis pela satisfação dos usuários, pois, como constatou-se nos depoimentos, esses últimos só querem ser tratados com dignidade e atenção. A satisfação da clientela deve ser um objetivo do serviço público de saúde, pois terá relação direta com a adoção das práticas de saúde propostas. 28 A introdução de aspectos qualitativos tornou possível identificar que a diferença na atenção oferecida pelas UBSs, embora não tenha modificado o perfil bioquímico, dietético e antropométrico dos usuários com diabetes, trouxe grande divergência na satisfação deles. Isso reforça a tese, Saúde em Revista 19 A ATENÇÃO ÀS PESSOAS COM DIABETES EM DUAS UNIDADES DE SAÚDE DE PIRACICABA/SP

7 Saude_12.book Page 20 Thursday, July 1, :05 PM de Minayo, de que a análise qualitativa se faz necessária ao enriquecimento da discussão e da identificação de aspectos não quantificáveis. 14 CONCLUSÕES Este estudo permite as seguintes conclusões: a atenção às pessoas com diabetes, em ambas as UBSs estudadas, apresentou deficiências; as ações de saúde oferecidas aos usuários com diabetes foram diferentes nas UBSs 1 e 2; a população do estudo apresentou proporções elevadas de sobrepeso e obesidade; nenhuma das equipes de saúde conseguiu obter impacto significativo em suas ações no controle do diabetes; a população das duas UBSs apresentou baixa renda e baixa escolaridade, fatores que podem ser limitantes para a adesão às recomendações de saúde; em 2002, observou-se nessa população dados sugestivos de maior descontrole do diabetes, em comparação com os dados obtidos em 1999; embora os resultados bioquímicos, dietéticos e antropométricos não tenham apresentado diferenças entre as UBSs, as representações levantadas sugerem maior grau de satisfação do usuário na unidade cujo nível de assistência às pessoas com diabetes foi mais efetivo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Associação Latino-Americana de Diabetes (ALAD). Consenso sobre Prevenção, Controle e Tratamento do Diabetes mellitus Não-Insulino Dependente. Foz do Iguaçu; Bloomgarden ZT. New Insights in Obesity. Diabetes Care. 2002; 25: The Epidemiology of Complications. Diabetes Care. 2002; 25: Corvino MPF. Desenvolvimento Profissional no Sistema de Saúde: revelando processos de educação e trabalho [Tese de Doutorado]. São Paulo: Universidade de São Paulo; Edelman D, Olsen M, Dudley TK, Harris AC, Oddone EZ. Impact of Diabetes Screening on Quality of Life. Diabetes Care. 2002; 25: Figuerola D. Diabetes. 2.ª ed. Barcelona: Salvat; Gagliardino JJ, Hera M, Siri F. Avaliação da Qualidade da Assistência ao Paciente Diabético na América Latina. Diabetes Clínica. 2002; 1: Galisa MS, Pustiglione. Critérios de Avaliação Antropométtrica em Geriatria. O Mundo da Saúde. 1997; 21: Graça LAC, Burd M, Filho JM. Grupos com Diabéticos. In: Filho JM (supervisor). Grupo e Corpo: psicoterapia de grupo com pacientes somáticos. Porto Alegre: Artmed; Gross JL, Ferreira SRG, Franco LJ, Schimidt MI, Motta DG, Quintão E. et al. Diagnóstico e Classificação do Diabetes Melito Tipo 2: recomendações da sociedade brasileira de diabetes. Arquivo Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia. 2000; 44: Hillman N, Herranz L, Grande C, Villaroel A, Pallardo L. Is HbA1c Influenced More Strongly by Preprandial or Postprandial Glycemia in Type 1 Diabetes? Diabetes Care. 2002; 25: Lefévre F, Lefévre AMC. O Discurso do Sujeito Coletivo. Caxias do Sul: Educs; Marsiglia RMG. Recursos Humanos em Saúde. In: Spínola et al. Pesquisa Social em Saúde. São Paulo: Cortez; Minayo MCS. O Desafio do Conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 4.ª ed. São Paulo: Hucitec-Abrasco; Ministério da Saúde. Plano de Reorganização da Atenção à Hipertensão Arterial e ao Diabetes mellitus. Ministério da Saúde; OMS. El Estado Físico: uso e interpretatión de la antropometria. Genebra: OMS; Peduzzi M. Equipe Multiprofissional de Saúde: conceito e tipologia. Revista de Saúde Pública 2001; 35: Piccolomini AF. Caracterização de Pessoas com Diabetes em Duas Unidades Básicas de Saúde do Município de Piracicaba [Tese de Mestrado]. São Paulo: Universidade de São Paulo; Pinheiro ABV, Lacerda EMA, Benzecry EH, Gomes MCS, Costa VM. Tabela para Avaliação de Consumo Alimentar em Medidas Caseiras. Rio de Janeiro: Produção Independente; Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Consenso Brasileiro de Conceitos e Condutas para o Diabetes mellitus. São Paulo; Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Proposta Básica para a Assistência ao Diabético no Município Unifesp. Programa de Apoio à Nutrição. versão 2.5. São Paulo: Centro de Informática em Saúde da Escola Paulista de Medicina (Unifesp). 20 SAÚDE REV., Piracicaba, 6(12): 14-21, 2004

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